16/10/2025

CPB realiza primeiro Summit Brasil Paralímpico e fortalece relação com o mercado

Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro José Antônio Freire durante o Summit Brasil Paralímpico | Foto: Edu Santana/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro realizou nesta quarta-feira, 15, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, o Summit Brasil Paralímpico, evento voltado para executivos c-levels. O dia de atividades contou com painéis sobre esporte e marketing mediados pelo apresentador Marcelo Tas, além da divulgação de uma pesquisa inédita focada no mapeamento dos consumidores de esporte paralímpico e a experimentação de modalidades esportivas adaptadas.

O Summit Paralímpico busca realçar o CPB como um ativo de influência esportiva, cultural, social e econômica, alinhado com as maiores tendências globais (ESG, diversidade, inovação, propósito). O encontro tem a função de ser um espaço de discussões estratégicas, com a participação de líderes que já estão implementando a inclusão em seus modelos de negócio.

Entre os participantes estiveram o presidente do CPB José Antônio Freire, o vice-presidente do CPB Yohansson do Nascimento, o CEO da ASICS América Latina Alexandre Fiorati e o diretor-presidente das Loterias Caixa Renato Silva Siqueira.

Marcelo Tas abriu o evento exaltando o alto nível do esporte paralímpico brasileiro: “O Movimento Paralímpico brasileiro é uma joia deste país. É uma excelência que raramente temos em alguns setores da economia brasileira, fruto de muita dedicação e de nossa cultura.”

Painéis
No primeiro painel do dia, o presidente do CPB, José Antônio Freire, e o vice-presidente, Yohansson do Nascimento discursaram sobre a Construção de um Legado Esportivo. “A gente quer realçar todo o potencial mercadológico do CPB, neste momento em que acumulamos as campanhas históricas nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 e o 1º lugar recém-conquistado no Mundial de atletismo de Nova Délhi. São frutos de um trabalho que ultrapassa as barreiras esportivas, é o resultado de um trabalho transversal”, explicou o presidente do CPB.

Também subiram ao palco os atletas Ricardo Mendonça (atletismo), Ana Carolina Moura (taekwondo), Samuel Oliveira (natação), Paola Klokler (basquete em cadeira de rodas), Cássio Reis, Raimundo Nonato e Luan Lacerda (futebol de cegos). “Ser pessoa com deficiência dentro de um espaço para pessoas com deficiência é algo incrível. É nosso habitat natural”, comentou a mineira Ana Carolina Moura ao falar sobre a experiência de treinar no Centro de Treinamento Paralímpico, maior espaço dedicado à preparação de atletas paralímpicos na América Latina.

O “Propósito como Posicionamento de Marca” foi tema discutido pelo CEO da ASICS América Latina Alexandre Fiorati e o diretor-presidente das Loterias Caixa Renato Silva Siqueira. “Estar junto com o Movimento Paralímpico é trazer inspiração e engajamento também para nossas equipes internas, para que funcionários, clientes e fornecedores entendam o movimento e se engajem de uma maneira constante”, afirmou Alexandre.

Além deles, Mizael Conrado, bicampeão paralímpico, ex-presidente do CPB e atual secretário-geral da entidade, dividiu sua trajetória como atleta paralímpico, desde a descoberta do futebol de cegos durante a infância, e discutiu o avanço da participação das pessoas com deficiência na sociedade ao longo do tempo. “Precisamos mostrar ao mercado que desenvolver uma sociedade inclusiva é elementar para qualquer país que queira ser grande e desenvolvido””, afirmou.

Inclusão além do esporte

O CPB é responsável por uma série de programas e projetos em cadeia, conectados uns aos outros, desde a base promovendo a inclusão, como a Escola Paralímpica, Festival Paralímpico Loterias CAIXA, mais de 80 Centros de Referência espalhados pelas cinco Regiões do país, programas de formação e capacitação como o Atleta Cidadão e Educação Paralímpica. Todos eles, em conjunto com as iniciativas esportivas, impactam milhares de pessoas e reforçam a expertise do comitê na área social.

“A agenda social está consolidada como prioridade, refletindo uma mudança de mentalidade do mercado e da sociedade. O CPB é uma referência no assunto, e a inclusão social é um pilar da nossa atuação. Isso é totalmente alinhado com o que as marcas buscam, pois só o discurso não é mais suficiente”, afirmou José Antônio Freire.
CPB reforça sua transversalidade, desde a base até o alto rendimento tendo como pedra basilar de sua estratégia de negócios a inclusão da pessoa com deficiência.

Futuro

Para o restante do ano, estão previstas iniciativas estratégicas pelo CPB, como o lançamento de um programa remodelado de Embaixadores e o lançamento de produções audiovisuais, projetos de preservação da memória paralímpica e pesquisas de público que aprofundam o conhecimento sobre o paradesporto e as pessoas com deficiência.

O objetivo é mostrar a transversalidade como sucesso de inclusão da pessoa com deficiência na sociedade por intermédio do esporte, desde a base até o mais alto rendimento.

Com isso, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) ressalta suas ações estratégicas de amplificação do impacto social e estreita o relacionamento com líderes corporativos com novos projetos mercadológicos e culturais.

Mais do que uma renomada instituição esportiva no Brasil e no mundo, o CPB se consolida como uma plataforma de pesquisa e inovação que, através de seu Summit e de seus diversos projetos, gera mudanças, além de dados inéditos e de alto valor estratégico.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-realiza-primeiro-summit-brasil-paralimpico-e-fortalece-relacao-com-o-mercado/

Postado Pôr Antônio Brito 

15/10/2025

Elevadores e plataformas são principais opções para resolver falta de Acessibilidade

Elevadores e plataformas são principais opções para resolver falta de Acessibilidade

Empresa fabricante de elevadores e plataformas de elevação tem produção própria e oferece instalação sem causar danos à estrutura do imóvel

Uma empresa de Atibaia, interior de SP, tem se destacado em todo o Brasil ao oferecer Acessibilidade para qualquer tipo de instalação.

Para Lucas Ferreira, CEO da Elevadores para Casa, “somos especializados em soluções de elevadores e plataformas de elevação para áreas internas e externas, enclausuramento, rampas de acesso e coberturas, visando proporcionar acessibilidade a todos. Com mais de 7 anos de experiência, somos uma empresa comprometida com a integridade e satisfação do cliente, sendo referência em acessibilidade para comércios, prédios públicos e residências”.

Elevadores para Casa atende as principais empresas em todo o Brasil e foi destaque durante a realização da 19ª Reatech, que aconteceu na capital paulista, sendo um dos estandes mais visitados do evento.

“Nosso equipamento pode ser adquirido através do Crédito Acessibilidade do Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal e o valor é um atrativo para eliminar os problemas em qualquer local. Estamos dedicados a oferecer produtos econômicos e altamente funcionais, adaptados às necessidades individuais. Nosso objetivo é fornecer a melhor solução em acessibilidade”, afirma Ferreira.

Os equipamentos da empresa estão em conformidade com as Normas, atendendo ao Decreto Nº 5296 de 02 de dezembro de 2004 que regulariza a Lei Federal de Acessibilidade Nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2.000 e estabelece normas e critérios nos edifícios de uso privado ou coletivo e atende todos os critérios exigidos pela NBR ISO 9386-1 de 11 de Novembro de 2013.

Para o CEO da Elevadores para Casa, “nossa missão é tornar a acessibilidade uma realidade para todos, garantindo o conforto e a independência das pessoas com mobilidade reduzida, idosos e muitos outros. Contamos com uma equipe especializada e comprometida em oferecer um atendimento excepcional e soluções personalizadas para suas necessidades específicas”.

Serviço:

Elevadores para Casa – https://elevadoresparacasa.com.br/

Avenida Imperial, 325 – Jd Imperial – Atibaia/SP

Fones (11) 4411-7060 – WhatsApp (11) 9 4937-0040

Plataforma Padrão

Plataformas de acessibilidade possuem cabines com fechamento que inclui cancela, permitindo escolher os lados de entrada e saída, além de oferecer diversos acabamentos para atender ao gosto e estilo de cada cliente.

Plataforma Cabinada

Destacamo-nos pelo fechamento lateral elegante da cabine, que adiciona sofisticação ao ambiente. Oferecemos opções de fechamento em vidro ou aço carbono pintado. O equipamento possui iluminação em LED no teto e barreira eletrônica de segurança na cabine.

Plataforma Enclausurada

Para elevadores e plataformas de acessibilidade em áreas externas, é recomendado o enclausuramento total. É uma exigência legal acima de 2 metros, feito sob medida com estrutura de aço e acabamento em vidro, proporcionando beleza, segurança e funcionalidade.

Plataforma Padrão

A opção padrão de plataforma de acessibilidade é uma escolha popular devido à sua simplicidade e eficiência. Essas plataformas são projetadas para realizar a elevação vertical de pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo segurança e praticidade durante o percurso.

Nossas plataformas de acessibilidade possuem cabines com fechamento que inclui cancela, permitindo escolher os lados de entrada e saída, além de oferecer diversos acabamentos para atender ao gosto e estilo de cada cliente.

Contamos com diversos tipos de acessos nas cabines:

  • Lados Opostos
  • Mesmo Lado
  • Trilateral
  • Lados Adjacentes

Fonte https://diariopcd.com.br/elevadores-e-plataformas-sao-principais-opcoes-para-resolver-falta-de-acessibilidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil sedia Mundial de ciclismo de pista paralímpico no Rio pela terceira vez; confira convocados

Seleção Brasileira durante a sessão de treinos no Velódromo Olímpico do Rio de Janeiro-RJ | Foto: Luis Claudio Antunes/CBC

O Brasil sediará, pela terceira vez, o Campeonato Mundial de ciclismo de pista paralímpico, entre os dias 16 e 19 de outubro, no Velódromo Olímpico do Rio de Janeiro. O país já havia recebido o evento em 2018 e 2024.

Organizado pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) em parceria com a União Ciclística Internacional (UCI), o Mundial reunirá cerca de 160 atletas de 37 países, totalizando 614 participantes. A programação inclui provas de velocidade, perseguição individual, contrarrelógio e outras disputas da modalidade.

A equipe brasileira contará com 22 atletas, entre eles os paulistas Lauro Chaman, da classe C5 (atletas que utilizam bicicletas convencionais), e Sabrina Custódio (C2), e a acreana Jerusa Geber da classe B (tandem) , campeã paralímpica e maior medalhista brasileira em mundiais de atletismo, que fará sua estreia em Mundiais de ciclismo.

“Estar novamente no Velódromo do Rio é sempre especial. O público brasileiro faz toda a diferença, e poder disputar um Mundial em casa é uma oportunidade importante para nós”, afirmou Lauro Chaman, medalhista paralímpico nos Jogos do Rio 2016.

Lauro ingressou no paradesporto aos 22 anos. Nascido com o pé esquerdo virado para trás, passou por cirurgia corretiva, mas perdeu o movimento do tornozelo. Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, conquistou prata na prova de estrada e bronze no contrarrelógio. Na última edição do Mundial de ciclismo de pista, também no Rio, ficou com a prata na perseguição individual da classe C5, em disputa com o francês Dorian Foulon.

Na classe C2 feminina, Sabrina Custódio conquistou medalha de prata na última edição do Mundial, nos 500m contrarrelógio. A atleta tem amputações abaixo do cotovelo nos dois braços e transtibial na perna direita, em decorrência de um choque elétrico que atingiu 14% do corpo.

Além dos dois atletas, o Brasil contará com os paulistas Carlos Soares (C1), Bianca Garcia e Márcia Fanhani (B), a paranaense Victoria Barbosa (C1), e o goiano Victor Herling (C2), entre outros (confira a convocação abaixo).

Multicampeã do atletismo

A acreana Jerusa Geber, atleta multicampeã do atletismo paralímpico brasileiro, irá competir também no ciclismo, pela classe B, destinada a atletas com deficiência visual. Nessa categoria, os ciclistas utilizam uma bicicleta tandem (dupla), em que o atleta-guia pedala na frente e o atleta com deficiência visual, atrás.

No atletismo, Jerusa é a brasileira com o maior número de medalhas em Campeonatos Mundiais, com 13 pódios (sete ouros, cinco pratas e um bronze). Ela compete pela classe T11 nos 100m, 200m e 400m.

As provas do Mundial terão transmissão ao vivo pelos canais oficiais da CBC e da UCI no YouTube. Também haverá exibição pela TV LMC+ (canal 548 da Claro TV e 612 da Vivo TV).

Confira os atletas convocados para o Mundial de Ciclismo de Pista 2025:
Equipe masculina

Lauro Chaman – Classe C5
Ricardo Alafim – Classe C5
Johnatan Mineiro – Classe C5
Theo Denadai – Classe C5
Elielson Rodrigues – Classe C4
Dirceu Almeida – Classe C4
Luis Steffens – Classe C4
Eduardo de Araujo – Classe C3
Victor Herling – Classe C2
Roberto Neto – Classe C2
Augusto Moura – Classe C2
Carlos Soares – Classe C1
Bruno dos Anjos – Classe B
Endrigo Pereira (piloto)

Equipe feminina
Marcia Fernandes – Classe C5
Fabiana de Assis – Classe C5
Amanda de Paiva – Classe C3
Sabrina Custódia – Classe C2
Victoria Barbosa – Classe C1
Jerusa dos Santos – Classe B
Carolina Barbosa (pilota)
Gilce Côrtes – Classe B
Wellyda dos Santos (pilota)
Marcia Fanhani – Classe B
Maria Muller (pilota)
Bianca Garcia – Classe B
Lara Marinho (pilota)

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Carlos Soares, Jerusa Geber e Victoria Barbosa são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Sabrina Custódio, Jerusa Geber e Lauro Chaman integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-sedia-mundial-de-ciclismo-de-pista-paralimpico-no-rio-pela-terceira-vez-confira-convocados/

Postado Pôr Antônio Brito

MG: Passageiros denunciam falta de acessibilidade no túnel de metrô

Usuários denunciam a falta de acessibilidade e segurança no túnel da estação Minas Shopping do Metrô em BH, com elevador desativado, sujeira e iluminação precária. A população pede melhorias e fiscalização.

MG: Passageiros denunciam falta de acessibilidade no túnel de metrô

Em Belo Horizonte/MG, usuários e moradores que passam pela estação Minas Shopping do Metrô, no bairro União, denunciam que o túnel de acesso à plataforma apresenta má conservação, com iluminação precária e acúmulo de sujeira. O local está todo pichado, sujo, falta limpeza. Isso sem falar nos desafios enfrentados diariamente por quem depende da acessibilidade. O elevador destinado a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo, está desativado. Além disso, não há sinalização ou faixa de pedestre na parte superior da avenida para garantir a travessia segura.

Isso acontece praticamente em todas as estações do metrô em BH, segundo relatos de usuários. O que ocorre com os elevadores é uma falha constante, assim como a falta de fiscalização e a ausência de sinalização para pessoas com deficiência visual. Muitas vezes, as pessoas com deficiência tem dificuldade para embarcar e desembarcar, além de receio pela sua própria segurança.

A sociedade mineira exige que os elevadores, rampas, sinalizações e os demais equipamentos devem estar sempre em funcionamento, permitindo que a pessoa com deficiência se desloque com segurança e autonomia pelo Metrô.

É importante que o cidadão, se deparando com irregularidades no Metrô – seja em qualquer parte do Brasil - registre a ocorrência, busque apoio de testemunhas e acione a ouvidoria responsável. E se não houver solução, a dica é recorrer à Justiça.

As queixas acabam se perdendo por um jogo de empurra – empurra entre a concessionária do Metrô, prefeitura e até o Shopping.

Relatos de usuários também afirmam que a noite é muito perigoso passar pelo túnel, com assaltos e violência.

O Metrô BH esclareceu que o túnel e seus equipamentos são de responsabilidade do Shopping Center Minas. Questionado, o Shopping Center Minas, responsável pelo túnel de acesso à estação, informou que realiza manutenção constante no espaço. Segundo o empreendimento, os elevadores ficam parados devido a atos de vandalismo e furtos de peças e instalações elétricas, já substituídas diversas vezes. O shopping afirmou ainda que registra boletins de ocorrência e mantém diálogo com a Prefeitura e forças de segurança para buscar soluções.

Já a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) disse que será feita a limpeza da passagem e que o Center Minas foi acionado para realizar a manutenção do elevador e da iluminação.

A Secretaria Municipal de Segurança e Prevenção afirmou que a Guarda Civil Municipal mantém patrulhamento preventivo no local, apoiado por câmeras integradas ao COP-BH, além de realizar abordagens e prisões em flagrante. Segundo a pasta, o patrulhamento será reforçado com aumento de agentes em horários estratégicos.

Já a Polícia Militar de Minas Gerais destacou que realiza operações periódicas de prevenção e repressão à criminalidade no entorno da estação, além de patrulhamento ordinário e tático. A GCM de BH também diz estar atenta.

As denúncias anônimas podem ser feitas pelo Disque Denúncia 181 ou acionamento imediato pelo 190.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=c128226d-3337-4f8b-aaa3-c54dfbd81d8f

Postado Pôr Antônio Brito 

Pessoas com Deficiência enfrentam ‘pobreza de espírito’ de uma sociedade que discrimina e desrespeita

Pessoas com Deficiência enfrentam 'pobreza de espírito' de uma sociedade que discrimina e desrespeita

O Diário PcD destacou em seu canal no Youtube casos que envolvem famílias de crianças com deficiência no interior de SP e no Espírito Santo que enfrentam o preconceito e falta de empatia. Sociedade desrespeita e discrimina.

  • Por Abrão Dib

Há quem tenha tudo…
Mas perdeu o essencial: a humanidade.

A pobreza de espírito aparece quando alguém discrimina uma pessoa com deficiência,
quando impõe “limites”, em vez de coragem e superação.

O preconceito revela o que há de mais pequeno em um ser humano.

A exclusão mostra o tamanho da alma vazia de empatia.

A deficiência não está no corpo.
Está na atitude de quem não respeita o outro.

E é por isso que lutamos.
Não por raiva, mas por amor. ❤️

Porque amar é resistir.
E resistir é acreditar que o respeito ainda pode ser o mínimo.

✊ #RespeitoPcD #InclusãoÉDireito #ANAPcD #DiárioPcD #PessoasComDeficiência 

    '    #LutaPorRespeito

https://youtu.be/9rqg63F3DtY 

Crédito: SBT Regional/Ribeirão Preto e TV Record/Espírito Santos – Cidade Alerta

Fonte https://diariopcd.com.br/pessoas-com-deficiencia-enfrentam-pobreza-de-espirito-de-uma-sociedade-que-discrimina-e-desrespeita/

Postado Pôr Antônio Brito 

14/10/2025

Terapias com animais ganham protagonismo na Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025

Terapias com animais ganham protagonismo na Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025

Subprogramas de equoterapia e tratamento assistido por animais ampliam o alcance da reabilitação e da inclusão

A relação entre humanos e animais tem se mostrado um dos recursos mais eficazes e sensíveis na reabilitação física e emocional. O toque, o movimento e até o olhar de um animal podem ativar respostas neurológicas e afetivas únicas. E é com esse olhar integrador que a Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025, entre 6 e 8 de novembro, no São Paulo Expo, vai reunir especialistas de todo o país para discutir o poder transformador dos tratamentos assistidos por animais.

Organizada pela Fiera Milano Brasil em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a feira consolida-se como referência latino-americana em acessibilidade e inclusão. Entre suas atividades, duas formações ganham atenção pelo potencial técnico e humano: o Curso PET – Tratamento Assistido por Animais, no dia 7 de novembro e o Workshop de Equoterapia, no dia 8

https://www.youtube.com/shorts/SVqzIgDFfeo?feature=share 

Equoterapia: força, técnica e emoção em movimento

Workshop de Aprimoramento Técnico em Equoterapia, promovido pela ANDE-BRASIL (Associação Nacional de Equoterapia), reunirá profissionais que vêm revolucionando o uso do cavalo em processos terapêuticos e esportivos. Estarão presentes especialistas como Elisangela SouzaCoronel Renato Pereira GomesEliane BaaschtEros Spartalis e Liana Pires Santos, nomes de referência em equoterapia e esporte paraequestre.

psicopedagoga Liana Pires Santos, representante da ANDE-BRASIL e diretora do GATI Equoterapia, explica que o evento trará novidades importantes: “Estamos levando modalidades que nunca foram apresentadas na Reatech, como o Volteio e o Enduro. São práticas que unem o esporte à reabilitação e podem inspirar centros de equoterapia em todo o país a inovar e diversificar seus atendimentos”.

Essas modalidades mostram a evolução da equoterapia no Brasil. O volteio trabalha equilíbrio e ritmo corporal; o enduro estimula resistência e coordenação; e o tambor desenvolve agilidade e foco. Adaptadas ao contexto terapêutico, tornam-se ferramentas poderosas para o desenvolvimento motor e emocional de pessoas com deficiência ou em reabilitação.

O workshop também discutirá desafios do esporte paraequestre, avanços científicos e a importância da formação continuada. Haverá ainda vivências práticas que aproximam os participantes das realidades e possibilidades de aplicação.

“Hoje temos cerca de 500 centros de equoterapia no Brasil, e mais de 100 só em São Paulo. Reunir esses profissionais para atualização e troca é fundamental para o avanço da área”, destaca Liana.

Curso PET: terapias assistidas e o destaque da reptilterapia

No dia 7 de novembro, o Curso PET – Tratamento Assistido por Animais abordará novas fronteiras da terapia assistida, ampliando o olhar dos profissionais para além do cavalo. Cães, gatos e até répteis estarão no centro das discussões, mostrando como diferentes espécies podem contribuir para o bem-estar humano.

O curso será conduzido por Luciana BelliniCristina Sato e Renato Costa, especialistas em terapias assistidas e comportamento animal. Um dos temas mais esperados é a reptilterapia, abordagem inovadora que utiliza cobras e outros répteis como mediadores terapêuticos em contextos controlados e que, embora ainda pouco conhecida no Brasil, tem ganhado espaço por seu impacto emocional e psicológico.

O contato com um réptil, geralmente associado ao medo, torna-se ferramenta terapêutica: ao segurar uma cobra de forma segura e orientada, o paciente aprende a lidar com o inesperado e a controlar suas respostas emocionais. Esse enfrentamento simbólico fortalece a autoconfiança e reduz a ansiedade, com resultados positivos já observados em pacientes com fobias e traumas.

Além da reptilterapia, o curso abordará manejo ético dos animais coterapeutas, protocolos de segurança, zoonoses e avaliação de resultados terapêuticos. A proposta é formar profissionais capazes de unir ciência, empatia e responsabilidade, reconhecendo o animal como parte ativa do processo de cura.

Diálogo entre ciência, empatia e inclusão 

A presença das terapias assistidas na Reatech mostra que inclusão e reabilitação vão além da tecnologia. Elas acontecem no vínculo e na confiança. Ao reunir profissionais de diversas áreas, o evento promove um diálogo entre ciência e sensibilidade, técnica e emoção.

Para Maurício Macedo, CEO da Fiera Milano Brasil, essa integração traduz o propósito do evento: “Queremos que cada visitante saia da Reatech 2025 com uma nova visão sobre o poder da inclusão e das terapias que unem ciência, sensibilidade e natureza. Quando a tecnologia e o afeto andam juntos, o resultado é a verdadeira inovação.”

Cada uma das atividades — o workshop, o curso PET e outras ações — compõe um grande mosaico de inclusão e aprendizado. Em um tempo em que a saúde mental e o bem-estar ganham prioridade global, as terapias com animais lembram que, muitas vezes, o caminho para a cura começa com algo simples: reconectar-se com a natureza e reaprender o valor da confiança.
 

Programação completa e inscrições (vagas limitadas):

Curso Pet: Link

Workshop Equoterapia: Link

Ficha técnica do evento
Evento: 20ª Reatech – Feira Internacional de Inclusão, Acessibilidade e Reabilitação + 2ª Expo Brasil Paralímpico
Data: 6 a 8 de novembro de 2025
Horário: 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center – São Paulo, SP
Site oficial: www.reatechbrasil.com.br | www.expobrasilparalimpico.com.br
 

Sobre a Fiera Milano Brasil

A Fiera Milano Brasil é a subsidiária brasileira da Fiera Milano, um dos maiores grupos internacionais na organização de feiras e congressos, com sede na Itália e presença global, responsável por reunir anualmente cerca de 30 mil expositores e mais de 5 milhões de visitantes em seus eventos. Com expertise internacional e profundo conhecimento do mercado local, a Fiera Milano Brasil oferece plataformas estratégicas para geração de negócios, networking qualificado e lançamento de tendências, conectando marcas, profissionais e soluções em ambientes inovadores e altamente profissionais. Realiza ao total dez eventos que abrangem diversos setores da economia, como segurança, energias limpas e renováveis, tubos e conexões, cabos, saúde ocupacional, tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade, entre outros. Entre as principais marcas do portfólio estão a Exposec, Fisp, Fire Show, Congresso Ecoenergy, Fruit Attraction São Paulo — em parceria com a IFEMA Madrid —, Reatech, Tubotech, Wire Brasil e E-squadria Show — esta última realizada em parceria com a NürnbergMesse Brasil. Mais informações: www.fieramilanobrasil.com.br

Sobre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

Fundado em 1995, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) é a entidade que rege o desporto adaptado no Brasil. Representa e lidera o Movimento Paralímpico no país e busca a promoção e o desenvolvimento do esporte desde a iniciação até o alto rendimento para pessoas com deficiência. O CPB é o responsável pela participação do país em competições continentais, mundiais e em Jogos Paralímpicos, além de promover o desenvolvimento dos diversos esportes adaptados no Brasil, em articulação com as respectivas organizações nacionais.

Mais informações: www.cpb.org.br

Fonte https://diariopcd.com.br/terapias-com-animais-ganham-protagonismo-na-reatech-expo-brasil-paralimpico-2025/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil encerra Copa América de bocha com ouro e dois bronzes em pares e equipes

Delegação Brasileira durante a cerimônia de abertura da Copa América em Cali | Foto: Divulgação/Federación Colombiana de Boccia

A Seleção Brasileira de bocha conquistou três medalhas nesta segunda-feira, 13, último dia de disputas da Copa América de bocha, em Cali, na Colômbia. O Brasil foi ouro nos pares mistos da classe BC3, bronze por equipes mistas BC1/BC2 e bronze nos pares mistos da classe BC4.

Somando os resultados individuais e coletivos, o país totalizou 12 medalhas, seis de ouro, uma de prata e cinco de bronze na disputa iniciada na última terça-feira, 7.

Na disputa por pares mistos da classe BC3, para atletas com deficiências severas que utilizam instrumento auxiliar e podem contar com assistência, a dupla formada pela pernambucana Evani Calado e o mineiro Mateus Carvalho conquistou o ouro após vencer todas as rodadas, em grupo único formado por três duplas. A Colômbia ficou com a prata e o Peru, derrotado pelos brasileiros na última rodada, assegurou o bronze.

Além do título conquistado juntos, Mateus Carvalho também foi campeão individual da classe BC3. Já Evani obteve o bronze ao vencer duas rodadas no grupo único com cinco participantes, completando o pódio ao lado da peruana Niurka Callupe (prata) e da paulista Evelyn Oliveira, campeã da classe com três vitórias.

Na disputa por equipes mistas (classes BC1/BC2), composta pelo cearense Maciel Santos, o potiguar Yuri Tauan e a pernambucana Andreza Vitória, o Brasil garantiu o bronze ao vencer o Canadá por 17 a 2, fechando a participação com duas vitórias em cinco rodadas. O ouro ficou com El Salvador, e a prata com o México.

Nos pares da classe BC4, para atletas que competem sem assistência, a paraibana Laissa Guerreira e o potiguar José Antônio foram derrotados na semifinal por 5 a 4 pelo Canadá, que ficou com a prata após perder para a Colômbia (5 a 2). Na disputa pelo bronze, os brasileiros superaram o Chile por 7 a 4.

Disputas individuais
O Brasil contou com dez atletas nas disputas individuais da Copa América e conquistou cinco ouros na última sexta-feira, 10. Destaque para a classe BC3, com a paulista Evelyn Oliveira (ouro) e a pernambucana Evani Calado (bronze). No masculino, Mateus Carvalho, de Uberlândia (MG), venceu suas três partidas e também conquistou o ouro.

Na classe BC1, o país conquistou dois ouros, no masculino e no feminino. A pernambucana Andreza Vitória venceu Yushuae Andrade, de Bermudas, por 5/2 e 5/2, enquanto o paulista José Carlos Chagas derrotou o canadense Lance Cryderman por 4 a 1.

Na classe BC2, o cearense Maciel Santos encerrou sua participação com o bronze, após vitória por 12 a 0 sobre o canadense Danik Allard. Na classe BC4, a paraibana Laissa Guerreira conquistou a prata, enquanto o paranaense Eliseu Santos levou o bronze. O potiguar José Antônio completou o quadro de ouros ao vencer o colombiano Edilson Chica Chica por 10 a 0.

Na última edição do torneio, realizada em 2021 no CT Paralímpico, em São Paulo, o Brasil conquistou 13 medalhas: cinco de ouro, quatro de prata e quatro de bronze.

Patrocínio
A Caixa e a Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais da bocha.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Andreza Oliveira, Iuri Tauan e Mateus Carvalho, são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Evani Calado, Evelyn Oliveira, Laissa Guerreira e Maciel Santos, integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-encerra-copa-america-de-bocha-com-ouro-e-dois-bronzes-em-pares-e-equipes/

Postado Pôr Antônio Brito 

Consolidar confirma palestrantes para CONGRESSO REATECH 2025: INCLUSÃO 360°

Consolidar confirma palestrantes para CONGRESSO REATECH 2025: INCLUSÃO 360°

Seguem abertas as inscrições o CONGRESSO REATECH 2025: INCLUSÃO 360° – Da intenção à ação, ninguém fica de fora.

Nos dias 6 e 7 de novembro acontecem em São Paulo encontros transformadores durante a Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025, estarão reunido na Expo Imigrantes quem está na prática da mudança: pessoas com deficiência, empresas, universidades, governos e aliados.

“Vamos trocar experiências e ferramentas sobre empregabilidade com propósito, neurodiversidade como força para as equipes, tecnologia acessível, inteligência artificial, saúde mental e inovações que derrubam barreiras invisíveis. O Congresso Reatech é para quem quer sair com mais do que reflexões: quer sair com ideias aplicáveis, contatos estratégicos e caminhos possíveis”, afirma Flávia Cortinovis, Educadora na Consolidar Diversidade

O Congresso Reatech 2025 propõe uma jornada colaborativa para enfrentar desafios reais, com soluções eficazes, reunindo diferentes setores e vivências. O evento oferece caminhos práticos para uma inclusão que se sustenta na escuta, nos dados e na ação.

“Nosso objetivo é transformar o espaço da feira em um território de empatia, inovação e diálogo. A cada edição, a Reatech mostra que é possível unir negócios, impacto social e experiência humana em um mesmo ambiente”, afirma Maurício Macedo, CEO da Fiera Milano Brasil.

https://youtu.be/A21HmkaxfUg 

Palestrantes confirmados:

Marcos RossiAutor de Best-sellers

Marilia Tocalino – Educadora parceira na Consolidar

Beth Ribeiro – Presidente Instituto Mara Gabrilli

Dani Domingues – Diretora de People & Culture na Hand Talk

Cid Torquato – Advogado e Embaixador do ICOM

Alex Mendes – Diretor de RH LATAM na Barry Callebaut / FuCamp

Bárbara Araújo – Psicóloga do trabalho e embaixadora de DE&I na Padaria Real

Aline Arruda – Consultura de Recursos Humanos – People Partner | HRBP | Gestão de Pessoas

Vanessa Imparato – ASO Fácil Gestão Integrada em Saúde e Segurança do Trabalho

Heloísa Rocha – Jornalista e Fundadora do Moda em Roda

Ricardo Wagner – Especialista em IA, Acessibilidade e Inclusão Digital

Marcelo Pires – CEO na Consolidar Diversidade

Thais Barros Beldi – Strategy & Innovative Education Director at FACENS / Chairman of the Curatorial Board of Usina Cultural Facens

Samantha Vilalon – Gestão de Informação – Padaria Real

Jhamile Victória – Assistente de Recursos Humanos na ADIMAX

Fabio Amaral Machado – HR Head Campinas Location at Robert Bosch Ltda

Flávia Cortinovis – Educadora na Consolidar Diversidade

Rafaella Bensuaski – Project Manager / Diversity and Inclusion Program Leader / Sr HR Analyst

Henrique Doná – Technical Training Manager | Digital Solutions, Software Dev, GenAI, AIoT, Mechatronics and Digital Manufacturing

Renato Leite – Atleta Paralímpicoe e co-fundador do Parabank

Breno Oliveira – Empreendedor e Fundador IL Sordo Gelato

Alexandre Valverde – Médico Autista

Fábio Plaza – Consultor de Recursos Humanos e líder de Diversidade e Inclusão na Cinemark

Rute Rodrigues – Diretora de Operações – Specialisterne Brasil

Flavio Gonzales – Coordenador de Inclusão Social do Instituto Jô Clemente

Marília Tocalino – Profissional de RH e Comunicação

Lays Nogueira – Especialista na Bayer SP

Geórgia Baltieri – Analista de Treinamento na Bayer

Marco Pellegrini – Especialista em Tecnologia Assistiva

David Moreira – Especialista na Bayer

Maria Paula Vieira – Fotografa, atriz, criadora de conteúdo

Laís Silveira Costa – Doutora em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) da Fiocruz

Ana Paula Feminella – Secretária Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência

Geórgia Baltieri – Analista de Treinamento na Bayer

Erwin Franiek – Secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação

Maurício Costa – Coord. de Desenvolvimento Social e Educação

Paulo Octávio – Presidente Executivo da UBRAFE

Pedro Pimenta – Cofundador da Da Vinci Clinic

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E-mail – congresso@fieramilanobrasil.com.br

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Fonte https://diariopcd.com.br/consolidar-confirma-palestrantes-para-congresso-reatech-2025-inclusao-360/

Postado Pôr Antônio Brito 

Mulher com deficiência visual é espancada por vizinho por queimar lixo

Em Governador Valadares/MG, mulher com deficiência visual é brutalmente espancada por vizinho após queimar lixo. Vítima sofreu múltiplas fraturas e agressor foi preso em flagrante.

Mulher com deficiência visual é espancada por vizinho por queimar lixo

Uma notícia publicada no jornal “Estado de Minas”, mostrou que uma mulher de 58 anos, com deficiência visual, foi brutalmente agredida por um vizinho de 45 anos após colocar fogo em sacos de lixo próximo à residência dele. O caso aconteceu na última quinta-feira – dia 2 outubro - no bairro Santos Dumont, em Governador Valadares/MG, região do Vale do Rio Doce.

De acordo com a Polícia Militar, a filha da vítima foi até a casa da mãe pela manhã e, ao não ser atendida quando a chamou, entrou no imóvel. No local, encontrou a mãe caída em um colchão, com o rosto ensanguentado e totalmente desfigurado.

A vítima relatou que o vizinho se irritou com a queima do lixo e passou a agredi-la com socos e pauladas. A mulher não teve nenhuma chance de defesa.

Ela contou ainda que desmaiou após uma pancada na cabeça e, ao recobrar a consciência, conseguiu se arrastar para dentro da casa, onde permaneceu até ser socorrida.

Bem machucada, a mulher foi encaminhada ao hospital, onde exames constataram múltiplas fraturas nos ossos da face, além de hematomas nos olhos e no ombro direito.

O autor foi preso em flagrante em sua residência. Devido ao porte físico e à violência empregada, os militares precisaram algemá-lo para garantir a segurança da ocorrência. Ele alegou ter se enfurecido após ser xingado pela vítima. Ele foi conduzido preso à Delegacia da Polícia Civil e a vítima permaneceu internada em observação devido a gravidade das lesões sofridas.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=b89a2f90-dc85-4d39-ac70-7f59d2201a71

Postado Pôr Antônio Brito 

13/10/2025

Cairo 2025: paulista é o único brasileiro na equipe de arbitragem do Mundial de halterofilismo

Brasileiro Luis Gustavo observa atleta em mesa de arbitragem durante Mundial de halterofilismo no Cairo | Foto: Alessandra Cabral / CPB

O educador físico paulista Luis Gustavo Corrêa Leite, 45, é o único representante do Brasil na arbitragem no Mundial de halterofilismo do Cairo, no Egito, que acontece até o próximo dia 18. Ele é um dos dois brasileiros que possuem certificação pela categoria internacional 1 da World Para Powerlifting (WPPO), entidade que rege a modalidade em todo o mundo, e que pode atuar na função em Mundiais e Jogos Paralímpicos.

Este é o primeiro Mundial de halterofilismo após os Jogos Paralímpicos de Paris 2024, quando o Brasil encerrou a participação na modalidade com quatro medalhas, sendo duas de ouro e duas de bronze. No país árabe, o Brasil tem a maior delegação brasileira entre todos os Mundiais, com 16 atletas mulheres e nove halterofilistas homens.

CONFIRA AQUI O GUIA DE IMPRENSA

O primeiro contato de Luis Gustavo com a modalidade aconteceu nos Jogos Parapan-Americanos do Rio 2007 e, desde então, já atua com halterofilismo há mais de 15 anos. Tem no currículo arbitragem em Mundiais da modalidade, como em Dubai 2014 e em 2023, e em Jogos Paralímpicos, como Tóquio 2020 e Paris 2024.

“É uma satisfação enorme ser convocado como árbitro. São as principais competições com os maiores atletas do mundo. A experiência que é adquirida em uma competição como essa é grande e, o principal de tudo, é retornar isso ao nosso país. Ajudar a arbitragem que está iniciando ou que está em desenvolvimento a alcançar níveis maiores. Isso ajuda, inclusive, os atletas. Isso porque eles vão encontrar uma arbitragem nas competições nacionais que eles futuramente vão lidar em âmbito internacional. Então, para a gente é uma gratificação por todo o tempo que foi dispensado e toda a qualificação que buscamos nesses anos todos”, afirmou.

Luis Gustavo e Conrado Paiva Brunacci, outro árbitro brasileiro com certificação internacional categoria 1 para atuar no halterofilismo mundial, foram quem traduziram as regras internacionais para a língua portuguesa pela primeira vez para serem aplicadas e competições nacionais e aproximar a atuação brasileira do que estava sendo aplicado no exterior.

“Ao longo destes ano, a forma de avaliação dos movimentos dos atletas é a mesma. O que está sendo refinado são alguns critérios subjetivos, como o tempo de parada que o atleta faz. Então, a ideia é que as avaliações subjetivas sejam cada vez mais objetivas. Fazer com que a regra fique cada vez mais limpa para que seja mais compreensível para treinadores e público espectador do evento”, avaliou.

Para ele, o seu grande “Good Lift” (termo em inglês utilizado no halterofilismo quando a arbitragem valida o levantamento de peso do atleta) na carreira foi ter realizado, durante o período da pandemia, um curso de qualificação de árbitros de halterofilismo de vários países de língua portuguesa, como Timor Leste, Moçambique, Angola, Portugal, entre outros.

“Em 2022, tivemos uma competição de halterofilismo lá na África e Angola conquistou a primeira medalha deles na história da competição. Para mim, foi uma satisfação muito grande em poder perceber que todo o conhecimento que foi plantado lá atrás surtiu frutos logo depois. Foi o resultado de tanta dedicação ao esporte. Acredito que um boa arbitragem eleva o nível técnico do atleta e da competição”, completou.

Patrocínio
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial do halterofilismo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cairo-2025-paulista-e-o-unico-brasileiro-na-equipe-de-arbitragem-do-mundial-de-halterofilismo/

Postado Pôr Antônio Brito