Durante a gestão de Antônio José Brito Oliveira, a ADET (Associação dos Deficientes de Tabira) consolidou-se através de iniciativas que uniram a assistência prática à luta por direitos.
Aqui estão alguns dos projetos e ações específicas que marcaram a sua liderança e a história da associação:
1. Manutenção e Ampliação dos serviços na Sede Própria
Um dos marcos da ADET, reforçado em sua gestão, foi garantir que a associação tivesse um espaço físico adequado para acolher os sócios. A sede própria não é apenas um prédio, mas o centro logístico para todas as outras ações, como reuniões de conselhos e distribuição de equipamentos.
2. Banco de Equipamentos Ortopédicos
Este é um dos projetos mais vitais da ADET em Tabira. Sob a liderança da associação, foi fortalecido o sistema de:
* Empréstimo e doação: De cadeiras de rodas, muletas e andadores para pessoas que não têm condições financeiras de adquirir o equipamento de imediato.
* Oficina de Reparos: Iniciativas para consertar equipamentos danificados, prolongando a vida útil de materiais essenciais para a mobilidade dos sócios.
3. Projeto de Acessibilidade Urbana
Antônio Brito utilizou o seu assento em conselhos municipais para articular projetos junto à Prefeitura de Tabira, focando em:
* Fiscalização e cobrança por rampas de acesso em prédios públicos e calçadas.
* Adaptações em veículos para permitir o transporte digno de pessoas com mobilidade reduzida, especialmente aquelas que recentemente compravam um veiculo e precisavam dos serviços e orientações da Entidade.
4. Mutirões de Documentação e Direitos
Brito organizou ações para facilitar o acesso dos associados ao BPC (Benefício de Prestação Continuada) e a emissão de documentos como passes livres de transporte. Ele atuava diretamente na orientação administrativa, diminuindo a burocracia para as famílias.
5. Ativismo no Blog "Trajando Cidadania"
Embora seja uma iniciativa de comunicação, o uso do blog como plataforma de denúncia e informação tornou-se um projeto de educação social. Através dele, a gestão de Antônio Brito conseguiu dar transparência às ações da ADET e educar a população tabirense sobre termos técnicos e direitos previstos na Lei Brasileira de Inclusão (LBI).
Como entrar em contato com a ADET hoje?
A ADET continua sediada em Tabira, Pernambuco. Para informações atualizadas sobre os serviços atuais, recomenda-se:
* Visitar a sede: localizada no Bairro Nossa Senhora dos Remédios, fácil acesso (recomenda-se confirmar o endereço a Rua Pedro Estevão da Silva, S/N, PE320.
* Canais Digitais: Acompanhar as atualizações através do blog Trajando Cidadania ou redes sociais ligadas às lideranças comunitárias da região, como as do próprio Antônio Brito.
Projeto
Moda Inclusiva retorna a Campinas com oficinas gratuitas para pessoas
com deficiência visual, promovendo formação, autonomia e inclusão
produtiva.
Depois
de passar por diferentes regiões do país e consolidar-se como uma
referência em formação acessível no campo da moda, o Projeto Moda
Inclusiva – 2ª Edição retorna agora para a cidade de Campinas/SP com uma
turma voltada exclusivamente ao atendimento de pessoas com deficiência
visual.
As
atividades acontecem de 2 a 13 de fevereiro de 2026, na Pró Visão –
Sociedade Campineira de Atendimento ao Deficiente Visual, no Jardim
Proença I, com participantes da própria instituição e de parceiros
locais.
A
iniciativa oferece oficinas gratuitas, teóricas e práticas, que abordam
noções de criação, modelagem, design inclusivo e desenvolvimento de
peças adaptadas, promovendo autonomia criativa, capacitação técnica e
inclusão produtiva por meio da moda e das artes visuais.
A
programação prevê exercícios práticos, debates, atividades sensoriais e
momentos dedicados ao desenvolvimento de peças autorais.
Será
uma turma única na Pró Visão, que fica na Av. Antonio Carlos Sales
Júnior, 580 – Jardim Proença I – Campinas/SP, das 08h às 12h.
O evento tem o objetivo de apresentar o tiro esportivo e o tiro com
arco para potenciais atletas, e será realizado na Universidade da Força
Aérea (UNIFA), no Rio de Janeiro (RJ), de 12 a 19 de abril.
Além de vivência nas duas modalidades, os participantes passarão por
testes e avaliações físicas e serão acompanhados por uma equipe
multidisciplinar.
Serão destinadas 50 vagas para militares e agentes de segurança
pública com deficiência e 50 vagas para civis. Dessas, quatro são para
atletas com deficiência visual.
O regulamento para inscrição, bem como a lista de prioridades na distribuição das vagas, pode ser acessado aqui.
Estão previstas ainda mais duas edições do Camping em 2026, nos meses de julho e outubro.
Para mais informações ou em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail programamilitar@cpb.org.br.
Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco e do tiro esportivo.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro
No mês dedicado à conscientização sobre saúde mental, o CAT destaca o acolhimento humanizado de pessoas com deficiência
O primeiro mês do ano é marcado pela campanha Janeiro Branco e
convida à reflexão sobre a saúde mental e o cuidado integral. O que é
fundamental, especialmente, quando pensamos nos desafios enfretados
pelas pessoas com deficiência. Nos Centros de Apoio Técnicos (CAT)
implementados pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com
Deficiência (SEDPcD), por meio da Política Estadual de Prevenção e
Combate à Violência contra Pessoa com Deficiência, que estão sob a
gestão do Instituto Jô Clemente (IJC) desde
2018 (CAT de São Paulo) e 2021/2022 (CATs de Campinas, Ribeirão Preto,
Santos e Guarulhos), esse assunto se traduz em ações concretas de acolhimento, escuta e apoio contínuo.
Somente em 2025, o CAT São Paulo atendeu
101 pessoas com deficiência psicossocial, que é a limitação persistente
na participação social e funcional de uma pessoa, decorrente de um
transtorno mental grave que afeta sua capacidade de interagir,
trabalhar, cuidar de si e se concentrar, interagindo com barreiras
sociais.
Muitas dessas pessoas chegam ao CAT em situação de rua, contexto que
amplia as vulnerabilidades e exige estratégias de cuidado ainda mais
humanizado. O espaço se consolida como um ponto de referência para quem
busca não apenas atendimento técnico, mas também dignidade, escuta e
vínculos de confiança.
“O CAT se constitui como um espaço onde as pessoas encontram
condições básicas de permanência, mas, principalmente, um lugar onde
podem ser ouvidas e reconhecidas em suas vivências”, destaca João Victor
Salge, Supervisor do Centro de Apoio Técnico de São Paulo.
Um aspecto recorrente observado no CAT é o retorno frequente de
pessoas com deficiência psicossocial ao serviço. Ainda que, em muitos
casos, os conflitos apresentados sejam semelhantes, esse movimento
revela a importância do CAT como espaço de acolhimento contínuo,
fortalecimento de vínculos e legitimação das experiências vividas por
esse público.
“Os Centros de Apoio Técnico (CAT) desempenham um papel essencial no
atendimento às pessoas com deficiência e na efetivação de seus direitos.
Oferecer um serviço especializado é fundamental para garantir um
acolhimento adequado, com atenção às necessidades específicas desse
público, especialmente quando busca uma delegacia para exercer seus
direitos”, afirma o Secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com
Deficiência, Marcos da Costa.
O trabalho desenvolvido pelo CAT acontece em parceria com os serviços
de rede, como os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e os
Consultórios de Rua que fortalecem o cuidado interdisciplinar e realizam
o acompanhamento integral.
Em 2025 de janeiro a dezembro, foram realizados 3.050 atendimentos
depessoas com deficiência em todas as unidades do CAT, reafirmando o
compromisso com a promoção da saúde mental, da inclusão e do cuidado
humanizado.
Para mais informações de contato, sobre as unidades do CAT clique aqui.
Sobre o Instituto Jô Clemente (IJC)
O
Instituto Jô Clemente (IJC) é uma Organização da Sociedade Civil sem
fins lucrativos que, há 64 anos, promove saúde, qualidade de vida e
inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do
Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras.
O IJC apoia a Defesa de Direitos das pessoas com deficiência;
dissemina conhecimento por meio de pesquisas científicas e inovação;
fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, além de oferecer
assessoria jurídica às famílias das pessoas que atende.
Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério
da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o laboratório
do IJC é o maior do Brasil em número de exames realizados.
O Instituto Jô Clemente (IJC) também é um centro de referência no
tratamento de doenças detectadas no Teste do Pezinho, como a
Fenilcetonúria, Deficiência de Biotinidase e o Hipotireoidismo
Congênito.
Durante décadas, predominou o modelo biomédico, que tratava a
deficiência como doença ou anormalidade. Esse entendimento reforçou
práticas de exclusão e a construção de estigmas que afastaram pessoas
com deficiência dos espaços de decisão e participação social.
Com o avanço dos direitos humanos, o modelo social passou a
evidenciar que muitas limitações decorrem das barreiras impostas pela
própria sociedade. Já o modelo biopsicossocial, atualmente adotado,
amplia essa compreensão ao integrar fatores biológicos, psicológicos e
sociais, reconhecendo a complexidade da experiência humana e a
singularidade de cada pessoa.
No Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT), essa mudança de paradigma
contribui para decisões, políticas e práticas mais humanas, inclusivas e
alinhadas aos direitos fundamentais, ao deslocar o foco da limitação
individual para a responsabilidade institucional e coletiva na promoção
da acessibilidade e da inclusão.
O Judiciário mato-grossense tem fortalecido esse olhar por meio de
ações concretas que unem formação técnica, produção científica e debate
institucional qualificado sobre inclusão e direitos das pessoas com
deficiência por meio, inclusive, da Comissão de Acessibilidade e
Inclusão.
Comissão de Acessibilidade e Inclusão em Ação
Presidida pela vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso
(TJMT), a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, a Comissão de
Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário de Mato Grosso reforça a
prioridade institucional dada ao tema e o compromisso da alta
administração com a promoção da inclusão no Judiciário mato-grossense. A
comissão atua de forma permanente para eliminar barreiras e assegurar o
acesso pleno aos serviços judiciais por todas as pessoas. Em 2025, o
trabalho da Comissão foi intensificado tanto na sensibilização quanto na
implementação de melhorias estruturais.
Ao longo do ano, foram realizados eventos voltados à acessibilidade
em três ocasiões na cidade de Cuiabá e uma edição em cada uma das
cidades de Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Sorriso, ampliando o diálogo, a
conscientização e a formação sobre inclusão no âmbito do Judiciário.
Além das ações educativas, a Comissão promoveu vistorias técnicas e a
implantação de melhorias para garantir acesso viável aos
jurisdicionados em Fóruns e Cartórios Extrajudiciais das comarcas de
Cuiabá, Jaciara, Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop e Sorriso. Entre
as adequações realizadas, destacam-se a implantação e melhoria de rampas
de acesso, a adequação de banheiros, o acesso às varas judiciais e aos
tribunais do júri, evidenciando o compromisso institucional com a
autonomia, a dignidade e o direito de acesso à Justiça.
A Comissão também é responsável pela elaboração e realização de
oficinas voltadas aos servidores do PJMT, iniciativa que contribui para
uma comunicação clara, acessível e inclusiva, facilitando a compreensão
das informações institucionais por todos os públicos.
Fortalecimento do debate jurídico e da produção científica
A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) tem
avançado na produção científica e na promoção de debates jurídicos
qualificados, ampliando a reflexão sobre direitos fundamentais, inclusão
e o papel do Judiciário na construção de uma sociedade mais justa.
Capacitação e sensibilização em larga escala
O PJMT tem enaltecido o compromisso com a inclusão por meio de
eventos e capacitações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), que
já reuniram milhares de participantes, promovendo conhecimento técnico,
empatia e conscientização social.
Reconhecimento nacional da política de inclusão
A atuação do Judiciário mato-grossense tem sido reconhecida por
autoridades em nível nacional, com destaque para o elogio às iniciativas
de capacitação e ao compromisso institucional com a inclusão como
prioridade estratégica.
Debates institucionais e construção de enunciados jurídicos
O Judiciário mato-grossense tem promovido debates aprofundados sobre
os desafios relacionados ao autismo, culminando na aprovação de
enunciados voltados à garantia de direitos das pessoas com TEA,
fortalecendo a segurança jurídica e a uniformização de entendimentos.
Diálogo entre tribunais e fortalecimento de caminhos jurídicos inclusivos
Ao debater o autismo e outras condições sob a ótica dos tribunais, o
PJMT contribui para a construção de soluções jurídicas alinhadas ao
modelo biopsicossocial, capazes de orientar decisões mais sensíveis às
realidades sociais e às necessidades das pessoas com deficiência.
Essas ações demonstram que a adoção do modelo biopsicossocial no PJMT
não se limita ao discurso, mas se reflete em formação contínua,
produção de conhecimento e práticas institucionais comprometidas com a
dignidade humana e a inclusão.
Vale a Pena Saber:
– Evite reduzir a pessoa à sua condição de saúde ou diagnóstico.
– Reconheça capacidades, habilidades e autonomia, respeitando a individualidade.
– Apoie soluções institucionais e políticas públicas inclusivas, não apenas adaptações pontuais ou individuais.
Ônibus circular da linha 605A/10 no ponto do Comitê Paralímpico Brasileiro | Foto: Alessandra Cabral/ CPB
O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na zona sul de São
Paulo, é a casa da Escola Paralímpica de Esportes, programa que fomenta a
iniciação esportiva de crianças e jovens com deficiência e que retornou
às atividades nesta segunda-feira, 2. A participação na Escolinha é gratuita, bem como o transporte adaptado que leva os alunos ao CT duas vezes por semana.
Os alunos da Escola Paralímpica de Esportes podem chegar ao Centro de Treinamento pela linha circular de ônibus 605A/10,
que parte do Metrô Jabaquara a cada 10 minutos e tem como destino final
o CT Paralímpico. Para usufruir da gratuidade no transporte, é
necessário utilizar o Bilhete Único Especial da Pessoa com Deficiência.
A frota que atende a linha 605A/10 Centro Paralímpico – Metrô
Jabaquara é totalmente acessível, com área reservada a passageiros em
cadeira de rodas, piso baixo para facilitar o embarque e desembarque de
pessoas com mobilidade reduzida e suspensão pneumática com sistema de
movimentação vertical, que permite o rebaixamento do veículo.
Desde 2025, a linha passou a contar também com ônibus elétricos, com maior capacidade de transporte de passageiros.
Outra alternativa de transporte até o Centro de Treinamento
Paralímpico é o Atende+, uma modalidade de transporte gratuito, porta a
porta, destinado às pessoas com deficiência física severa, autismo ou
surdocegueira. Diferentemente do ônibus circular, que opera em rota
regular e atende passageiros com e sem deficiência, o Atende+ funciona
exclusivamente para usuários cadastrados, com viagens previamente
agendadas.
A Escolinha funciona com duas aulas por semana, sendo que os alunos
podem escolher os dias – às segundas e quartas-feiras ou terças e
quintas-feiras – e o horário: das 14h às 15h30 ou das 16h às 17h30.
Podem integrar o projeto crianças e jovens de 7 a 17 anos com
deficiências física, visual ou intelectual.
Além do acesso gratuito ao transporte, os alunos recebem uniforme e
lanche no projeto. As inscrições estão abertas e devem ser feitas
gratuitamente por meio deste link.
Em
janeiro de 2026, o Daily Mail relatou que Michael Schumacher não está
mais acamado o tempo todo. O heptacampeão de Fórmula 1 já consegue
sentar em cadeira de rodas, embora mantenha comunicação e mobilidade
limitadas.
Michael
Schumacher, heptacampeão de Fórmula 1, sofreu um grave acidente de
esqui em 2013, que causou lesões cerebrais sérias, deixando o piloto em
estado vegetativo desde então. Sua família sempre manteve privacidade
total sobre o seu estado de saúde, tanto para a imprensa como para os
fãs. Poucos familiares e amigos mais próximos têm conhecimento do real
cenário de saúde do campeão.
Segundo
uma reportagem publicada no jornal Daily Mail em janeiro de 2026,
Schumacher, atualmente com 57 anos, não está mais acamado o tempo todo.
Agora ele consegue sentar em uma cadeira de rodas e ser transportado por
enfermeiros dentro das casas da família, na Suíça e em Maiorca, na
Espanha.
Desde
o acidente ele recebe cuidados médicos 24 horas por dia, sob supervisão
da sua esposa, Corinna. Ainda assim, a comunicação com ele continua
bastante limitada. Ele entende apenas algumas coisas, responde a poucos
estímulos e não anda sozinho.
De
qualquer forma, essa última notícia traz esperança não só para
Schumacher e sua família e amigos, mas para todos os fãs da Fórmula 1 ao
redor do mundo, e prova que, mesmo depois de mais de 12 anos, os
avanços são possíveis quando há persistência e cuidados corretos.
Luiz Antônio da Silva (Nem), presidente da ADET (Associação dos Deficientes de Tabira), desempenha um papel fundamental para a comunidade de pessoas com deficiência na cidade. Sua importância reside em diversos aspectos:
Representatividade e Liderança
Luiz Antônio é uma figura central na representação dos interesses das pessoas com deficiência em Tabira. Ele atua como voz ativa, buscando visibilidade e reconhecimento para as necessidades e desafios enfrentados por esse grupo. Sua liderança é essencial para mobilizar a comunidade e direcionar os esforços da ADET.
Advocacia e Defesa de Direitos
Uma das funções mais importantes de Luiz Antônio é a advocacia pelos direitos das pessoas com deficiência. Ele tem se posicionado publicamente em diversas ocasiões, como na luta pela subvenção governamental, ano após ano, demonstrando sua busca por recursos e políticas públicas que beneficiem os associados. Essa atuação é crucial para garantir que as demandas da ADET sejam ouvidas e atendidas pelas autoridades.
Manutenção e Expansão de Serviços
Sob sua gestão, a ADET tem desenvolvido e mantido serviços essenciais para a população, como o empréstimo e conserto de equipamentos ortopédicos (muletas, cadeiras de rodas), adaptações em veículos e a realização de palestras. Essas ações são vitais para melhorar a qualidade de vida e a autonomia das pessoas com deficiência em Tabira e região.
Promoção da Inclusão e Conscientização
A ADET, liderada por Luiz Antônio, também se dedica à promoção da inclusão e à conscientização sobre as questões da deficiência. A participação em seminários e eventos, como o promovido pela OAB, demonstra o compromisso da associação em debater e difundir informações relevantes sobre o tema, contribuindo para quebrar preconceitos e rever conceitos.
Experiência e Longevidade
Luiz Antônio já presidiu a ADET em diversas ocasiões e também ocupou outros cargos na diretoria, o que lhe confere uma vasta experiência e conhecimento sobre as necessidades da associação e de seus membros. Essa longevidade na liderança garante continuidade e um entendimento aprofundado dos desafios e das oportunidades para a ADET.
Em suma, a importância de Luiz Antônio da Silva como presidente da ADET está na sua capacidade de liderar, representar, advogar e promover a inclusão, impactando positivamente a vida de inúmeras pessoas com deficiência em Tabira.
Tratamento
depende dos resultados da fase 1 do estudo na ANVISA e só depois poderá
avançar para as etapas de fase 2 e 3, que têm o objetivo de comprovar
a eficácia do medicamento.
A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou no
início de janeiro, o início do estudo clínico de fase 1 para avaliação
de segurança do uso da polilaminina para o tratamento de
trauma raquimedular agudo. O patrocinador do estudo clínico é a empresa
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
A polilaminina é uma proteína produzida por diversos animais,
inclusive pelos seres humanos, e está envolvida em diversas atividades
biológicas no organismo. No estudo clínico, será utilizada
a laminina 100 μg/mL na forma de solução injetável, que deve ser diluída
antes do uso em um diluente específico para se obter
a polilaminina ou laminina polimerizada em solução para administração
intramedular única, diretamente na área lesionada.
Na formulação a ser testada, será utilizada a laminina extraída de
placenta humana. A laminina é a substância que forma a polilaminina. Até
este momento, o mecanismo de ação da polilaminia para o tratamento de
trauma na medula espinhal ainda não está totalmente esclarecido.
A polilaminina é um dos temas estratégicos do Comitê de Inovação da Anvisa, criado
em 2025 para monitorar e apoiar a avaliação regulatória de produtos e
tecnologias inovadoras, garantindo que a regulação facilite o
desenvolvimento de soluções que melhorem a qualidade de vida da
população.
Objetivo do estudo
O estudo clínico de fase 1 autorizado pela Anvisa vai avaliar a
segurança da aplicação da polilaminina em cinco pacientes com idade
entre 18 e 72 anos, que têm lesões agudas completas da medula espinhal
torácica entre as vértebras T2 e T10, ocorridas há menos de 72 horas,
com indicação cirúrgica.
Os locais de realização do estudo clínico ainda serão definidos pela empresa e informados à Agência.
Neste momento, o estudo proposto ainda é insuficiente para avaliar a
eficácia do medicamento. O foco inicial do estudo é verificar a
segurança do produto. A depender dos resultados da fase 1 do estudo, ele
poderá avançar para as etapas de fase 2 e 3, que têm o objetivo de
comprovar a eficácia do medicamento.
A avaliação de segurança busca verificar os riscos potenciais aos
quais os pacientes poderão estar expostos, para que sejam adotadas
medidas de minimização desses riscos ou a reavaliação por parte da
empresa e investigadores sobre a viabilidade do prosseguimento do
estudo.
Para avaliação do perfil de segurança, é fundamental o monitoramento
de eventos adversos, que devem ser observados e avaliados pela equipe de
pesquisadores e pela empresa patrocinadora. Esse acompanhamento envolve
observar a frequência e a gravidade dos eventos e a sua relação com o
uso do medicamento experimental, ou com o próprio procedimento de
administração do medicamento na área da medula lesionada.
A empresa patrocinadora deve coletar, monitorar e avaliar
sistematicamente todos os eventos adversos ocorridos ao longo do
desenvolvimento clínico, inclusive os não graves, e se responsabilizar
pela segurança dos participantes do ensaio clínico. Todas as suspeitas
de reações adversas graves e inesperadas devem ser notificadas
à Anvisa e qualquer modificação substancial do protocolo clínico ou do
produto sob investigação só deve ser implementada após prévia
autorização da Agência.
Dentre os potenciais eventos adversos, a empresa deve monitorar
também aqueles relacionados a uma eventual produção de
anticorpos antidroga (polilaminina), que pode acontecer quando o sistema
imunológico do paciente reconhece o tratamento como uma substância
estranha ou invasora.
Histórico
Os primeiros dados para a solicitação de autorização da pesquisa
foram apresentados pela empresa no final de 2022 e no início de 2023.
Durante esse período, a equipe técnica da Anvisa realizou reuniões
técnicas e aconselhamento científico para que a Cristália Produtos
Químicos Farmacêuticos pudesse atender a todos os requisitos técnicos e
regulatórios para o estudo clínico.
As informações apresentadas inicialmente foram geradas a partir de
testes iniciais de bancada (laboratório), em modelos animais e em alguns
poucos pacientes. Essas primeiras pesquisas não tinham o objetivo de
apoiar o registro do produto para disponibilização no mercado brasileiro
e, por esse motivo, não contemplavam alguns aspectos importantes para o
estudo clínico.
Sobre a pesquisa clínica
A pesquisa clínica ou estudo clínico é uma investigação científica
que envolve a participação de seres humanos e é essencial para avaliar a
segurança e a eficácia de novos medicamentos, vacinas, equipamentos
médicos ou procedimentos.
No caso de pesquisa com foco no futuro registro de um medicamento, é
necessária a avaliação da Anvisa sobre o protocolo de investigação
clínica.
Esse processo é progressivo e envolve algumas etapas que começam com
poucos participantes e vão sendo ampliadas. Antes dos testes com seres
humanos, o produto deve passar pela fase pré-clínica. Essa fase envolve
testes in vitro (fora do organismo vivo) e in vivo (dentro
do organismo vivo) e geralmente é realizada em universidades públicas
ou privadas. Por isso, é considerada pesquisa acadêmica e em geral tem o
objetivo de gerar conhecimento científico e publicação de artigos.
Quando são identificadas substâncias com resultados promissores, pode
haver interesse por parte de empresas farmacêuticas em patrocinar a
continuidade do desenvolvimento da pesquisa para gerar evidências, com a
finalidade de subsidiar o registro sanitário de novos medicamentos.
Quando isso acontece, a empresa patrocinadora deve obrigatoriamente
submeter um pedido de autorização regulatória à Anvisa para dar
prosseguimento ao desenvolvimento clínico da nova substância candidata a
medicamento ou vacina.
Os testes acadêmicos anteriormente realizados podem ser aproveitados e
servem de ponto de partida para a realização de testes complementares
para atender aos requisitos regulatórios da fase pré-clínica. Os testes
adicionais na fase pré-clínica têm por objetivo comprovar a segurança e
eficácia preliminar da nova substância candidata a medicamento ou vacina
e dar subsídios para o prosseguimento das próximas etapas ou fases do
desenvolvimento em humanos. Para fins regulatórios, a empresa deverá
utilizar métodos e procedimentos científicos internacionalmente
reconhecidos e cumprir rigorosamente com os princípios éticos e de Boas
Práticas Clínicas (BPC).
A Anvisa acompanha o desenvolvimento clínico por meio
do monitoramento de segurança das notificações de eventos adversos,
obrigatoriamente realizadas pela empresa, e por meio de inspeções de BPC
nos centros onde estão sendo realizadas as pesquisas.
Nadadores da Seleção Brasileira de jovens recebem orientação durante semana de treinamento em 2025 | Foto: Alessandra Cabral/CPB
A Seleção Brasileira de jovens de natação, com atletas de até 20
anos, chegou ao Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, neste
domingo, 1º de fevereiro, para sua primeira semana de treinamento de
2026. O grupo segue junto até o próximo sábado, 7.
Durante o período no CT, os atletas participarão de treinos na
piscina e na academia, realizarão testes físicos e assistirão a
palestras com profissionais da equipe multidisciplinar do Comitê
Paralímpico Brasileiro (CPB) em áreas como Biomecânica, Nutrição e
Psicologia.
Esta é a primeira semana de treinamento do grupo sob o comando dos treinadores Diego Ferreira e Isabella Gomes.
A equipe é formada pelos 24 atletas – 12 homens e 12 mulheres – que
obtiveram as melhores marcas durante o ano de 2025, somados a outros
quatro nadadores convidados para observação. Além deles, 12 treinadores
dos nadadores convocados estão no CT Paralímpico para apoiar as
atividades e trocar experiências.
Segundo Diego, a equipe tem nadadores com potencial para participar
de competições internacionais ao longo do ano, sendo um dos objetivos
realizar uma primeira Classificação Esportiva Paralímpica de abrangência
internacional. Além disso, a comissão técnica estuda levar a equipe
sub-20 para um evento em 2026, ainda a ser definido.
“Estamos muito felizes por termos uma Seleção que já chega forte e
renovada neste ano. O sarrafo subiu. As marcas que serviram para chegar
ao grupo no ano passado não foram suficientes para garantir uma vaga
neste ano”, afirmou o treinador.
Confira a lista de atletas convocados:
Aldrey Mykaella Lemes De Oliveira
Ana Julia De Barros Roso
Arthur Antoniassi Souza
Arthur Teotonio De Oliveira
Bárbara Britto Cruz
Brian Henrique Ferreira Cavalcanti
Camila Emanuelly Teixeira Dias
Cauã Felizardo Vieira
Douglas Pierry Damasceno Da Silva
Emanuella Araujo Cafaro
Emily De Souza Gomes
Enzo Rafael Martins
Felipe Braga Pereira
Geovanna Amaduci Lopes Da Silva
Jade Villas Bôas Herdy
José Gustavo Ribeiro De Oliveira
Julia Dare Andrade
Kauã Oliveira Mansano Assencio
Laura Sanches Silva Ghelere
Lucas José Macarin Brandi
Luciano Canavez Neto
Luiz Fernando Antonio Rodrigues
Maria Clara De Souza Andrade
Mariane Silva Ribeiro
Nicolas Fonseca Coelho
Nicolas Silvestre França
Valentina Lopes Ferreira
Vitória Crystina Abranges
Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da natação.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)