29/10/2026

Decisão do STJ determina que INSS não pode negar benefício sem permitir complementação de documentos

Decisão do STJ determina que INSS não pode negar benefício sem permitir complementação de documentos

Decisão reforça que segurados devem ter oportunidade de apresentar provas adicionais quando o pedido já contém elementos suficientes para análise. Regra também vale para avaliações feitas por sistemas automatizados.

O INSS – Instituto Nacional do Seguro Social não pode negar automaticamente um pedido de benefício quando a documentação apresentada permite compreender e analisar a solicitação, mas ainda precisa de complementação. Nesses casos, a autarquia deve oferecer ao segurado a oportunidade de apresentar documentos, esclarecimentos ou outras provas antes de decidir pelo indeferimento.

O entendimento foi esclarecido pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em julgamento de embargos de declaração relacionados ao Tema Repetitivo 1.124. A atualização foi divulgada pelo tribunal em 22 de outubro de 2026 e reforça os deveres de colaboração do INSS durante a análise dos requerimentos administrativos.

A orientação vale tanto para decisões realizadas por servidores quanto para análises que utilizam ferramentas automatizadas, conhecidas popularmente como robôs. O tribunal ressaltou, porém, que o uso dessas tecnologias não foi proibido e que pedidos sem documentação mínima podem continuar sendo indeferidos.

A decisão é relevante para segurados que dependem de benefícios previdenciários e precisam comprovar o preenchimento dos requisitos legais, inclusive pessoas com deficiência que enfrentam dificuldades para reunir documentos e demonstrar sua condição perante a Previdência Social.

DIÁRIO PcD ENTREVISTA – Quais os benefícios que as pessoas com fibromialgia ou burnout podem buscar no INSS?

 https://youtu.be/6-DCRZfV8bM?si=EezVCQ6deBhRj_Uq

O que muda para pessoas com deficiência?

De acordo com Susanne Maia, CEO da Aposenta PcD, “para pessoas com deficiência que solicitam benefícios previdenciários, a orientação reforça a importância de apresentar um requerimento com documentação suficiente para permitir sua análise e de acompanhar eventuais exigências feitas pelo INSS.

“Quando a autarquia solicita documentos adicionais, o segurado deve observar as orientações e os prazos informados. A falta de resposta a uma exigência pode comprometer a possibilidade de discutir judicialmente a negativa, conforme as circunstâncias do caso”, afirma Daniela Alves, advogada especialistra em Direito Previdenciário.

Por outro lado, quando o pedido contém elementos suficientes para ser analisado, mas ainda necessita de esclarecimentos ou provas complementares, a Administração deve observar o procedimento indicado pelo STJ antes de tomar uma decisão negativa.

A decisão não garante a concessão automática de benefícios, nem substitui os requisitos legais específicos de cada modalidade. Ela esclarece os deveres que devem ser observados na análise administrativa e na eventual discussão judicial.

INSS deve dar oportunidade para complementar a documentação

O entendimento do STJ estabelece uma distinção importante entre duas situações: um pedido que não apresenta elementos mínimos para ser analisado e outro que pode ser compreendido pela Administração, mas precisa de provas adicionais.

No segundo caso, o INSS deve informar ao segurado quais documentos ou esclarecimentos são necessários. Isso pode ocorrer por meio de uma carta de exigência ou de outro procedimento adequado, conforme as circunstâncias do requerimento.

O objetivo é permitir que a pessoa complete a instrução do pedido antes que seja tomada uma decisão negativa.

Segundo o tribunal, a utilização de sistemas automatizados para identificar falhas documentais não elimina essa obrigação. A tecnologia pode auxiliar na análise, mas não afasta os deveres administrativos estabelecidos pela jurisprudência.

A orientação integra o Tema Repetitivo 1.124, que trata dos requisitos para o interesse de agir nas ações previdenciárias e da definição do momento a partir do qual são devidos os valores de benefícios concedidos ou revisados judicialmente.

Os embargos foram acolhidos parcialmente, sem alteração das teses fixadas em 2025.

Quando o INSS pode negar o pedido?

O esclarecimento também delimita os casos em que o indeferimento imediato pode ser admitido.

Se o segurado apresenta somente documentos básicos, sem elementos mínimos que permitam demonstrar ou compreender o direito alegado, o requerimento pode ser considerado inapto. O STJ identifica essa situação como uma espécie de “indeferimento forçado”.

Nessas circunstâncias, segundo a tese do tribunal, o indeferimento não é irregular apenas porque a insuficiência documental foi identificada por um sistema automatizado. Depois de reunir os documentos necessários, o interessado poderá precisar apresentar novo requerimento administrativo.

A diferença está na qualidade mínima da documentação inicialmente apresentada e na conduta da Administração durante a análise.

Quando o pedido possui elementos suficientes para ser examinado, mas depende de complementação, o INSS deve permitir que o segurado apresente as provas adicionais antes de negar o benefício, nos termos do Tema 1.124.

Novas provas devem, em regra, passar primeiro pelo INSS

Outro ponto esclarecido pelo tribunal diz respeito à apresentação de documentos apenas durante uma ação judicial.

Como regra, se o segurado pretende apresentar novos documentos sobre fatos já informados ao INSS, deverá submetê-los previamente à análise administrativa. Isso pode ocorrer no procedimento original ou, quando necessário, por meio de um novo requerimento.

O mesmo princípio se aplica à apresentação de fatos novos que ainda não tenham sido analisados pela autarquia.

Há exceções. O STJ ressalvou, por exemplo, situações em que os documentos apresentados na Justiça são apenas complementares ou reforçam provas já existentes no processo administrativo e suficientes para fundamentar o reconhecimento do direito. Também existem hipóteses em que a prova surgiu posteriormente ou não poderia ter sido apresentada antes por impossibilidade material.

A análise dessas situações depende das circunstâncias do caso e da avaliação judicial.

Por isso, o esclarecimento não significa que qualquer documento apresentado somente na Justiça será automaticamente aceito, nem que a pessoa poderá dispensar o procedimento administrativo em todas as situações.

Falha administrativa pode influenciar a data de pagamento

A decisão também aborda os efeitos financeiros de um benefício reconhecido judicialmente.

Se o INSS receber um pedido apto, mas deixar de permitir a complementação da documentação quando deveria fazê-lo, a prova adicional poderá ser apresentada ou produzida durante o processo judicial.

Caso essa prova confirme que o segurado já preenchia os requisitos para receber o benefício na data do requerimento administrativo, o juiz poderá fixar os efeitos financeiros desde a Data de Entrada do Requerimento (DER).

Isso não ocorre automaticamente. É necessário que a situação se enquadre nos critérios estabelecidos pelo STJ e que o conjunto probatório permita reconhecer o direito na data correspondente.

Quando a prova apresentada judicialmente é efetivamente nova e não foi submetida ao INSS, a regra pode ser diferente. Nessa hipótese, devem ser observadas as exigências de prévia análise administrativa e as exceções previstas no Tema 1.124.

Entendimento deverá ser aplicado aos processos pendentes

A Primeira Seção do STJ também rejeitou o pedido de modulação dos efeitos do Tema 1.124. Segundo o tribunal, o julgamento consolidou e harmonizou entendimentos já existentes, sem representar uma mudança jurisprudencial que justificasse restringir a aplicação das teses aos processos ajuizados posteriormente.

Com isso, a orientação deve ser aplicada aos processos pendentes em que a discussão ainda não esteja superada, observadas as regras pertinentes a cada situação.

O caso reforça que o procedimento para concessão de benefícios previdenciários deve considerar tanto os deveres do segurado quanto as obrigações da Administração Pública.

Fonte https://diariopcd.com.br/decisao-do-stj-determina-que-inss-nao-pode-negar-beneficio-sem-permitir-complementacao-de-documentos/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção Brasileira de bocha faz preparação no CT Paralímpico para etapa da Copa do Mundo de São Paulo

Maciel Santos durante jogo da Copa do Mundo de bocha no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB

A Seleção Brasileira de bocha se reúne, entre os dias 1º e 3 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), em São Paulo, para uma fase de treinamento antes da etapa da Copa do Mundo na capital paulista. Ao todo, foram convocados 10 atletas para o período.

O objetivo desta semana de treinamento, é preparar os atletas para a competição que acontece entre os dias 4 e 12 de novembro, no Brasil.

Entre os convocados, está o cearense Maciel Santos, da classe BC2 (atletas que não recebem assistência), medalhista de ouro no individual nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, prata nos pares no Rio 2016, e bronze no individual em Tóquio 2020.

A conquista mais recente do atleta cearense foi a medalha de bronze no Mundial de Seul, na Coreia do Sul, após vencer disputa pelo terceiro lugar contra o chinês Zhiqiang Yan por 10 a 0.

Confira a lista de convidados para a semana de treinamento:

BC1 (atletas que jogam com as mãos e os pés e podem receber auxílio):
José Carlos Chagas de Oliveira
Leila Maria Mello Alves
Samuel de Souza da Silva

BC2 (atletas que não recebem auxílio):
Iuri Tauan Saraiva da Silva
Maciel de Sousa Santos

BC3 (atletas que recebem auxílio de calheiro):
Evelyn Vieira de Oliveira
Rafael Pereira Melo

BC4 (deficiências severas e sem auxílio):
Fabio Moraes Dornelles
Ivanildo Pereira de Souza
Laissa Polyanna Guerreira Silva Vasconcelos Teixeira

Calheiros:
Adriano Ramos Pereira
Roberto Rodrigues Ferreira

*Com informações da Associação Nacional de Desportos para Deficientes (ANDE)

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais da bocha.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Iuri Tauan Saraiva da Silva e Laissa Polyanna Guerreira Silva Vasconcelos Teixeira são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual das Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Evelyn Vieira de Oliveira e Maciel de Sousa Santos, integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-bocha-faz-preparacao-no-ct-paralimpico-para-etapa-da-copa-do-mundo-de-sao-paulo/

Postado Pôr Antonio Brito 

Tema Repetitivo 1321 será debatido em Audiência Pública no Superior Tribunal de Justiça

Tema Repetitivo 1321 será debatido em Audiência Pública no Superior Tribunal de Justiça

​O Superior Tribunal de Justiça (STJ) marcou para o dia 19 de novembro, às 14h, audiência pública para debater o Tema Repetitivo 1.321, por meio do qual a Corte Especial analisa a incidência de prescrição ou decadência em casos que envolvem pessoas com deficiência mental ou intelectual. Os debates vão acontecer na sala de sessões da Segunda Seção, a partir das 14h.

A controvérsia do Tema 1.321 ainda será objeto de julgamento pela Corte Especial. A questão central do repetitivo é definir se há incidência de prescrição ou de decadência contra pessoa com deficiência mental ou intelectual, após a vigência do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

A lei deixou de incluir entre os absolutamente incapazes a pessoa que, por enfermidade ou deficiência, não tem o necessário discernimento para a prática dos atos da vida civil.

A audiência será dividida em cinco eixos temáticos:

1) aspectos médicos, técnicos e científicos;

2) compreensão do contexto e das finalidades legislativas que envolveram a edição do Estatuto da Pessoa com Deficiência;

3) harmonização entre os microssistemas jurídicos, legislações e princípios constitucionais;

4) impactos patrimoniais para as pessoas com deficiência, previdenciários e econômico-financeiros;

5) modelos de solução adotados em jurisdições estrangeiras e tratados internacionais correlatos.

Para o ministro Raul Araújo, o assunto é complexo e pode afetar diretamente direitos de terceiros, como órgãos públicos, entidades privadas, bancos, planos de saúde e curadores de pessoas com deficiência. Segundo ele, a análise da questão também exige conhecimentos técnicos em áreas como medicina, psicologia, assistência social, gestão pública, ciências atuariais, economia, estatística e análise de dados.

“Diante da elevada importância prática e institucional e da indiscutível relevância jurídica, social e econômica da temática, o julgamento do presente tema repetitivo exige a abertura do foro jurisdicional à sociedade civil e aos órgãos de regulação setorial, garantindo a legitimidade democrática e a eficácia prática do precedente qualificado vinculante que orientará as instâncias inferiores”, disse.

A lista de habilitados e o tempo destinado a cada intervenção na audiência serão divulgados em decisão posterior.

FONTE: Comunicação Social do STJ – Superior Tribunal de Justiça

Fonte https://diariopcd.com.br/tema-repetitivo-1321-sera-debatido-em-audiencia-publica-no-superior-tribunal-de-justica/

Postado Pôr Antonio Brito 

27/10/2026

Mulher de 96 anos em cadeira de rodas espera três horas para votar em local sem acessibilidade em Ribeirão Preto/SP

Mulher de 96 anos em cadeira de rodas espera três horas para votar em local sem acessibilidade em Ribeirão Preto/SP

Dona Rogéria Moreira da Silva só conseguiu chegar à seção eleitoral com ajuda de dois profissionais de imprensa; caso expõe barreiras que podem impedir pessoas com deficiência e mobilidade reduzida de exercer seus direitos

Uma mulher de 96 anos que utiliza cadeira de rodas enfrentou três horas de espera para conseguir votar no segundo turno das Eleições 2026, neste domingo (25), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Dona Rogéria Moreira da Silva precisava chegar a uma seção eleitoral instalada no primeiro andar de uma escola sem condições adequadas de acessibilidade. A situação só foi resolvida com a ajuda de dois profissionais de imprensa que acompanhavam o caso.

A ocorrência foi noticiada pelo g1 Ribeirão Preto e Franca. Segundo o relato, a eleitora foi auxiliada pelo repórter Eudis Filho, da CBN Ribeirão, e pelo repórter cinematográfico Jefferson Severiano Neves, da EPTV, que a carregaram na cadeira até a sala de votação.

A situação levanta uma questão que vai além de um episódio isolado: como garantir o direito ao voto quando o próprio local escolhido para a votação impõe barreiras físicas ao eleitor?

Uma fratura mudou sua mobilidade

Dona Rogéria passou a utilizar cadeira de rodas depois de sofrer uma fratura no fêmur e realizar uma cirurgia ortopédica em julho deste ano. A recuperação foi comprometida e ela passou a enfrentar dificuldades para se locomover.

No primeiro turno, a idosa já havia enfrentado dificuldades para votar na Escola Otoniel Mota, na região central de Ribeirão Preto. Na ocasião, recebeu ajuda de policiais e de outro eleitor para chegar à seção.

A filha, Regiane Aparecida Vieira da Silva, relatou que tentou buscar uma alternativa para que a mãe votasse em uma seção acessível no segundo turno. Segundo ela, não conseguiu viabilizar a mudança antes da eleição.

No domingo, a família voltou a procurar ajuda. De acordo com a família houve tentativas de contato com serviços de emergência, mas não foi possível obter o apoio necessário para levar a eleitora ao primeiro andar. A família também afirmou ter recebido a orientação de que deveria providenciar o acesso por conta própria.

Depois de três horas de espera, a ajuda dos profissionais de imprensa permitiu que Dona Rogéria chegasse à seção eleitoral e registrasse seu voto.

O voto era facultativo, mas ela fez questão de participar

No Brasil, o voto é facultativo para pessoas com mais de 70 anos. Aos 96, Dona Rogéria não era obrigada a comparecer às urnas, mas decidiu exercer esse direito.

“Eu faço questão. Eu estou com 96 anos, poderia nem pensar nisso, mas eu gosto. Eu estou viva”, afirmou a eleitora.

O episódio evidencia que a possibilidade legal de votar não garante, por si só, condições reais de participação. Para uma pessoa com mobilidade reduzida, escadas, ausência de rampas e falta de apoio podem transformar uma atividade que deveria ser simples em uma situação de desgaste físico e dependência de terceiros.

Acessibilidade é uma obrigação, não um favor

As regras eleitorais preveem medidas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Entre elas estão a adequação dos locais de votação, a prioridade no atendimento e a possibilidade de solicitar transferência para uma seção que atenda melhor às necessidades do eleitor, respeitados os prazos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

A Justiça Eleitoral também prevê a atuação de responsáveis pela acessibilidade nos locais de votação, com a função de orientar e atender eleitores que necessitem de apoio.

No caso de Dona Rogéria, a dificuldade de acesso ao primeiro andar e a falta de uma solução disponível no momento da votação levantam questionamentos sobre a preparação do local e os procedimentos adotados para atender uma eleitora que utiliza cadeira de rodas.

A apuração do caso deve esclarecer quais condições de acessibilidade estavam previstas para a escola, se a situação havia sido comunicada previamente à Justiça Eleitoral e quais alternativas poderiam ter sido oferecidas à família.

Uma realidade que não começa nem termina nas eleições

Para muitas pessoas com deficiência, enfrentar barreiras arquitetônicas faz parte da rotina. Calçadas irregulares, prédios sem elevadores, rampas inadequadas e transporte inacessível podem limitar o acesso à saúde, à educação, ao trabalho, ao lazer e à participação social.

Em períodos eleitorais, essas dificuldades ganham visibilidade porque o acesso às urnas se torna uma questão pública. Mas a acessibilidade não pode depender da presença de jornalistas, da disponibilidade de voluntários ou da boa vontade de quem está por perto.

O caso de Dona Rogéria mostra a diferença entre ter o direito de votar e conseguir chegar à urna com segurança e autonomia. Aos 96 anos, ela fez questão de participar da eleição. Para isso, porém, precisou esperar três horas e depender da ajuda de profissionais que não tinham a responsabilidade institucional de garantir o acesso ao local.

O direito ao voto precisa ser acompanhado de condições acessíveis para exercê-lo. A participação política das pessoas com deficiência não pode depender de improvisos — e a acessibilidade não deve ser lembrada apenas quando a ausência dela se transforma em notícia.

Crédito: G1 – Ribeirão Preto – CBN Ribeirão Preto

Fonte https://diariopcd.com.br/mulher-de-96-anos-em-cadeira-de-rodas-espera-tres-horas-para-votar-em-local-sem-acessibilidade-em-ribeirao-preto-sp/

Postado Pôr Antonio Brito 

Brasileiros conquistam seis títulos em torneio de tênis em cadeira de rodas em Goiânia

MEIRYCOLL DUVAL durante os Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026 | Foto: Marcello Zambrana|CPB

Tenistas brasileiros conquistaram seis dos títulos principais do WC50 de Goiânia (GO), disputado de 19 a 22 de outubro. Desses, três títulos foram nas chaves individuais adultas, dois em duplas e um no júnior.

Na classe open feminina, a campeã foi a mineira Meirycoll Duval, que venceu sua conterrânea Vitória Miranda por 2 sets a 0 (parciais de 7/5 e 6/0).

Já nas duplas, Vitória levou a melhor, ao lado de Ana Caldeira, derrotando Meirycoll e Gabrielly Victoria por 2 sets a 0 (6/1 e 6/0).

No open masculino o campeão foi o gaúcho Diego Kohlrausch, que derrotou o mineiro Luiz Calixto por duplo 6/2.

A mesma classe teve como campeões nas duplas o goiano Bruno Makey e o catarinense Jucelio Torquato, que derrotaram Diego Jesus e Weslley José por 2 sets a 0 (6/3 e 6/4).

O paulista João Lucas Takaki venceu a classe quad (para atletas com limitações em ao menos três membros), derrotando o fluminense Fábio Freitas por duplo 6/1.

Fábio também foi vice-campeão nas duplas, ao lado de Vinicius Pontes. A disputa foi no formato todos contra todos e foi vencida pelo argentino Leandro Bas e pelo peruano Jorge Beltrán Puerta.

O Brasil ainda teve o título do fluminense Pedro Santos na categoria júnior, com vitória sobre Lucas Rodrigues por 2 a 0 (6/1 e 6/3).

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasileiros-conquistam-seis-titulos-em-torneio-de-tenis-em-cadeira-de-rodas-em-goiania/

Postado Pôr Antonio Brito 

Diário PcD ultrapassa 6 milhões de visualizações no YouTube e conquista redes sociais com notícias sobre e para Pessoas com Deficiência

Diário PcD ultrapassa 6 milhões de visualizações no YouTube e conquista redes sociais com notícias sobre e para Pessoas com Deficiência

Portal especializado em informação, direitos e inclusão amplia sua presença digital e já soma 6 milhões de visualizações no YouTube e 500 mil em menos de 30 dias no Instagram

O Diário PcD vem consolidando uma trajetória de crescimento e presença nas redes sociais. O principal destaque é o canal no YouTube, que acaba de ultrapassar a marca de 6 milhões de visualizações, um resultado que reforça a força da comunicação voltada às pessoas com deficiência, seus familiares e toda a sociedade.

O número representa o resultado de anos de produção jornalística, informação, denúncias, entrevistas, coberturas e conteúdos voltados à defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

O crescimento também se estende a outras plataformas.

No Instagram, o Diário PcD vem mantendo a marca de 500 mil visualizações mensais, demonstrando que o conteúdo produzido pelo veículo também encontrou forte espaço no consumo rápido de informação, nos vídeos e nas publicações digitais.

As publicações também no X e Linkdin alcançam visualizações expressivas com as notícias veiculadas diariamente.

6 MILHÕES NO YOUTUBE

O YouTube se tornou uma das principais plataformas de conteúdo do Diário PcD.

O canal possui 3.337 vídeo e ultrapassou 6 milhões de visualizações e amplia diariamente o alcance de notícias, entrevistas, denúncias, histórias de vida, cobertura de eventos e debates relacionados à deficiência, acessibilidade e inclusão.

A conquista dos 6 milhões confirma a trajetória de crescimento da plataforma e consolida o YouTube como um dos principais canais de comunicação do Diário PcD.

500 MIL VISUALIZAÇÕES MENSAIS NO INSTAGRAM

Se o YouTube representa uma das grandes vitrines do Diário PcD, o Instagram vem se tornando outro importante ponto de conexão com o público.

A plataforma vem alcançando desde julho deste ano a média de 500 mil visualizações mensais, ampliando a circulação de conteúdos jornalísticos e informações produzidas pelo veículo.

Agora, o número de visualizações reforça a capacidade de o conteúdo ultrapassar a base de seguidores e alcançar novos públicos.

A NOTÍCIA ESTÁ EM TODAS AS REDES

A estratégia do Diário PcD não está concentrada em uma única plataforma.

O veículo mantém presença no Facebook, TikTok, X e LinkedIn, além do Instagram e YouTube, utilizando diferentes formatos para fazer a informação chegar a públicos distintos.

A presença multiplataforma permite que uma mesma pauta possa ser transformada em reportagem, entrevista, vídeo, corte, publicação, denúncia ou conteúdo informativo, aumentando as possibilidades de alcance e participação do público.

PORTAL DE NOTÍCIAS

Enquanto as redes sociais ampliam o alcance das informações, o Portal Diário PcD – www.diariopcd.com.br, é a base do jornalismo produzido pelo veículo.

São mais de 10 mil matérias publicadas, formando um acervo de notícias, reportagens, entrevistas, denúncias e conteúdos relacionados às pessoas com deficiência.

O portal recebe, em média, mais de 2.500 visitas por dia e registrou mais de 700 mil usuários ativos no último ano, números que demonstram a procura por informação especializada sobre deficiência, acessibilidade, direitos e inclusão.

E existe uma característica que diferencia o projeto: acessibilidade não é apenas tema do Diário PcD — ela também faz parte da forma como o conteúdo é oferecido ao público.

Através da parceria com a PERTO DIGITAL, o Portal de Notícias está classificado entre os 1% dos sites brasileiros que oferecem recursos de acessibilidade, disponibilizando ferramentas para tornar o conteúdo jornalístico mais acessível.

Para o Diário PcD, os números representam uma conquista, mas também uma responsabilidade.

Cada visualização significa uma oportunidade de fazer uma informação chegar a alguém que precisa conhecer um direito, denunciar uma barreira, encontrar um serviço ou simplesmente perceber que não está sozinho.

DIÁRIO PcD EM NÚMEROS

6 MILHÕES
visualizações no YouTube

500 MIL
visualizações mensais no Instagram

10 MIL+
matérias publicadas

700 MIL+
usuários ativos no portal no último ano

2.500+
visitas diárias ao portal de notícias

7 PLATAFORMAS
Portal • YouTube • Instagram • Facebook • TikTok • X • LinkedIn

É uma audiência que demonstra que existe demanda por informação produzida com foco nas pessoas com deficiência e nas questões que impactam diretamente suas vidas.

O Diário PcD nasceu com a proposta de produzir conteúdos sobre e para pessoas com deficiência, cobrar posicionamentos oficiais, transformar informação em denúncia e contribuir para a defesa de direitos.

UMA CONQUISTA DE QUEM ACREDITA NA INFORMAÇÃO

Os números alcançados nas redes sociais são, portanto, parte de uma história maior. É a história de um veículo que transformou a pauta da deficiência em conteúdo jornalístico diário e que vem ampliando sua presença justamente onde as pessoas estão: nas redes sociais.

E a próxima marca já está no horizonte. Porque 6 milhões de visualizações não são apenas um número. São 6 milhões de oportunidades de informar, conscientizar, provocar mudanças e dar visibilidade à luta das pessoas com deficiência.

Diário PcD. Informação que alcança. Jornalismo que transforma.

Fonte https://diariopcd.com.br/diario-pcd-ultrapassa-6-milhoes-de-visualizacoes-no-youtube-e-conquista-redes-sociais-com-noticias-sobre-e-para-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antonio Brito 

22/10/2026

Portaria que institui Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência não foi publicada em Diário Oficial

Portaria que institui Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência não foi publicada em Diário Oficial

Anunciada pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a iniciativa que busca fortalecer a participação política e a construção de políticas públicas para mulheres com deficiência “será publicada nos DOU nos próximos dias”

A criação do Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência (FNMD) alimenta a expectativa de organizações, ativistas e representantes da sociedade civil que atuam na defesa dos direitos das mulheres com deficiência.

Em nota publicada pela Assessoria de Comunicação do Ministério das Mulheres, “a portaria será publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias”.

Nas redes sociais existem publicações sobre a oficialização da criação do Fórum, fato que agora é comentado em nota oficial pelos Ministérios das Mulheres e dos Direitos Humanos e da Cidadania.

O anúncio sobre a Portaria foi feito na noite da terça-feira, 20, em evento que reuniu integrantes do Setorial PcD do Partido dos Trabalhadores, com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes.

Em março de 2026, o assunto voltou à agenda pública durante o Encontro Nacional de Mulheres com Deficiência – Nossas Vozes, Nossos Direitos, promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em articulação com o Ministério das Mulheres.

Minuta circula, mas publicação oficial não foi localizada

A expectativa pela formalização do Fórum ganhou força com a circulação de uma imagem de documento identificado como Portaria Conjunta nº 3, de 20 de outubro de 2026, que teria como objetivo instituir o Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência.

O material consultado, porém, apresenta a identificação “Documento para Assinatura”, vinculada ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Essa indicação, isoladamente, não comprova que o documento tenha sido efetivamente assinado nem que tenha sido publicado oficialmente.

Até o fechamento desta matéria, a consulta realizada não identificou o ato no Diário Oficial da União. Portanto, não é possível afirmar, com base nos registros localizados, que a portaria já tenha sido oficialmente publicada e esteja produzindo efeitos.

Diante da ausência de publicação localizada até quinta-feira (22), permanece a expectativa de que os órgãos responsáveis esclareçam a situação da portaria e informem quando a formalização do Fórum será concluída.

A publicação no Diário Oficial da União permitirá confirmar o texto definitivo do ato e verificar as condições estabelecidas para a instituição e o funcionamento do FNMD.

O Diário PcD continuará acompanhando o tema e atualizará as informações caso a publicação oficial seja identificada ou os ministérios responsáveis apresentem novos esclarecimentos.

De acordo com a Assessoria do Ministério das Mulheres e MDHC, o Fórum tera duração de dois anos, prorrogável por igual período, “e promoverá o diálogo com movimentos, redes, coletivos e organizações de mulheres com deficiência. O objetivo é ampliar a escuta sobre suas realidades, as desigualdades e as diferentes formas de violência e discriminação que enfrentam”.

Fonte: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2026/outubro-defeso-eleitoral/ministerio-das-mulheres-e-mdhc-assinam-portaria-que-institui-o-forum-nacional-de-mulheres-com-deficiencia

Fonte https://diariopcd.com.br/portaria-que-institui-forum-nacional-de-mulheres-com-deficiencia-nao-foi-publicada-em-diario-oficial/

Postado Pôr Antonio Brito 

Brasil disputa Grand Prix de tiro esportivo em Buenos Aires a partir de sábado, 24

O paranaense Marcelo Marton durante competição de tiro esportivo no Rio de Janeiro | Foto: Alexandre Loureiro/CPB

O Brasil disputa neste final de semana, dias 24 e 25 de outubro, o Grand Prix da Argentina de tiro esportivo, em Buenos Aires.

A delegação brasileira é formada por três atletas: a catarinense Jéssica Michalack, o capixaba Bruno Kiefer e o paranaense Marcelo Marton.

Jéssica e Bruno, ao lado do paulista Alexandre Galgani, conquistaram a medalha de bronze por equipes na prova R4 – carabina de ar 10m em pé SH2 (atiradores que requerem suporte para a arma) no Mundial de Lima em 2023, no Peru. Essa foi a primeira medalha brasileira conquistada em um campeonato mundial da modalidade.

Já Marcelo, que compete na classe SH1 (atletas que não requerem suporte para a arma), é medalhista de ouro na prova R1/R2 – carabina de ar 10m em pé nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023.

Os brasileiros chegam à Argentina nesta quinta-feira, 22, e realizam treinos preparatórios na sexta-feira, 23.

A competição na Argentina acontece pouco mais de um mês após o Mundial de Changwon, na Coreia do Sul. Na ocasião, Marcelo obteve a 13ª colocação na prova masculina R1 – carabina de ar 10m em pé, com 618,7 pontos. Já Bruno ficou na 19ª colocação na classificatória da prova R4 – carabina de ar 10m em pé.

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-disputa-grand-prix-de-tiro-esportivo-em-buenos-aires-a-partir-de-sabado-24/

Postado Pôr Antonio Brito 

O SINAL DE SOCORRO QUE PODE SALVAR SUA VIDA

As pessoas com deficiência estão entre as mais vulneráveis a ataques e violência no dia a dia, e saber como pedir ajuda pode salvar vidas. Em Curitiba/PR, uma menina de 9 anos conseguiu se salvar de uma tentativa de estupro ao utilizar um sinal de socorro com a mão, dobrando o polegar na palma e fechando os outros quatro dedos sobre ele. Seu primo percebeu o gesto e pediu ajuda a adultos em um posto de combustível. A notícia destaca a importância de ensinar crianças, jovens e adultos com deficiência a fazer o sinal e de orientar a população a reconhecê-lo.

O SINAL DE SOCORRO QUE PODE SALVAR SUA VIDA

As pessoas com deficiência – homens, mulheres ou crianças – estão entre as mais vulneráveis e suscetíveis a sofrerem ataques e violência no dia a dia. E saber como pedir ajuda pode salvar suas vidas. Em Curitiba/PR, por exemplo, uma menina de apenas 9 anos conseguiu se salvar de uma tentativa de estupro ao usar um sinal universal de pedido de socorro com a mão.

Para pedir socorro a menina colocou a mão para trás, dobrou o polegar na palma da mão e fechou os outros 4 dedos por cima dele. O primo dela, que vinha um pouco atrás, viu o gesto, entendeu o recado e correu para pedir ajuda a adultos em um posto de combustível.

Você conhece esse sinal? Sabe de onde ele vem?

Ensinar nossas crianças, jovens e até adultos com deficiência fazer este sinal e também ensinar a toda a população a reconhecer e usar esse sinal de emergência é muito importante para a proteção de todos. Compartilhe essa informação com mais pessoas.

Fonte Fonte Postado Pôr Antonio Brito

Postado Pôr Antonio Brito 

21/10/2026

Reunião do GT34 do CONFAZ debate substituição tributária, regras fiscais e benefícios para pessoas com deficiência na aquisição de veículos

Reunião do GT34 do CONFAZ debate substituição tributária, regras fiscais e benefícios para pessoas com deficiência na aquisição de veículos

GT34, que discute substituição tributária, DIFAL e veículos, tem reunião extraordinária virtual marcada os próximos dias, que antecede a 433ª reunião extraordinária do Conselho. Transição tributária e continuidade das isenções para pessoas com deficiência estão entre as questões que merecem esclarecimento.

A legislação atual prevê benefícios fiscais para a aquisição de veículos por pessoas com deficiência, observados os critérios e limites aplicáveis. No caso do ICMS, o Convênio ICMS nº 38/2012 é uma das normas de referência para a concessão da isenção. Sua prorrogação foi indicada até 31 de dezembro de 2026.

No âmbito federal, a Lei nº 8.989/1995 estabelece a isenção do IPI para determinadas aquisições de veículos por pessoas com deficiência e tem efeitos previstos até 31 de dezembro de 2026. A proximidade desse prazo reforça a necessidade de esclarecimentos sobre a continuidade dos benefícios e sobre como as regras atuais serão articuladas com o novo sistema tributário.

A Lei Complementar nº 214/2025 também prevê alíquotas zero de IBS e CBS para determinadas aquisições de automóveis por pessoas com deficiência e pessoas com transtorno do espectro autista, desde que cumpridos os requisitos legais.

Isso, porém, não dispensa a necessidade de esclarecer critérios, procedimentos e a relação entre os benefícios existentes e o modelo em implantação.

“A demora da Receita Federal e demais órgãos federais em assimir responsabilidades sobre os efeitos da Reforma Tributária aumenta a preocupação entre as pessoas com deficiência. Falta transparência sobre a continuidade dos benefícios, a regulamentação e a aplicação das regras durante a transição”, afirma Abrão Dib, presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência.

O que está em discussão no CONFAZ?

A agenda do GT34 abrange substituição tributária, diferencial de alíquotas (DIFAL) e veículos. Esses temas podem envolver questões relevantes para o mercado automotivo e para a aplicação das normas estaduais.

A reunião de 26 de outubro representa uma oportunidade para acompanhar eventuais encaminhamentos sobre procedimentos fiscais e mudanças que afetem o setor. Também será importante verificar se haverá discussão expressa sobre benefícios para pessoas com deficiência e sobre a adequação das normas estaduais ao novo sistema tributário.

A 433ª Reunião Extraordinária do CONFAZ, prevista para o dia seguinte, poderá trazer novos elementos, conforme a pauta oficial e as decisões divulgadas pelo Conselho. A última reunião ordinária do ano está prevista para 4 de dezembro.

Segurança jurídica é essencial para quem depende da isenção

A aquisição de um veículo pode representar autonomia, mobilidade, acesso ao trabalho, à saúde e à educação para muitas pessoas com deficiência. Por isso, mudanças tributárias que afetem o preço final ou a concessão de benefícios precisam ser acompanhadas de regras claras e comunicação acessível.

“Estaremos acomnhando as reuniões do CONFAZ – que são secretas, para tentar identificar decisões que possam afetar o ICMS e a tributação de veículos. Para as pessoas com deficiência, a expectativa é que a transição tributária seja conduzida sem lacunas de informação, com previsibilidade e respeito aos direitos já assegurados pela legislação”, comentou o presidente da Associação.

A confirmação de eventuais deliberações sobre isenções para pessoas com deficiência dependerá da publicação da pauta detalhada, das atas e dos atos oficiais decorrentes das reuniões.

CRÉDITO/IMAGEM: https://tagdlaw.com.br/

Fonte https://diariopcd.com.br/reuniao-do-gt34-do-confaz-debate-substituicao-tributaria-regras-fiscais-e-beneficios-para-pessoas-com-deficiencia-na-aquisicao-de-veiculos/

Postado Pôr Antonio Brito