17/04/2026

Desinformação cresce mais de 15.000% no Brasil e impulsiona campanha nacional para levar informação sobre o Autismo

Desinformação cresce mais de 15.000% no Brasil e impulsiona campanha nacional para levar informação sobre o Autismo

Pesquisa da Autistas Brasil com a FGV revela avanço alarmante de fake news e embasa parceria com a Piracanjuba para ampliar conscientização no país

O avanço acelerado da desinformação sobre autismo no Brasil — que cresceu mais de 15.000% desde a pandemia — está no centro de uma nova campanha nacional que busca levar informação qualificada diretamente aos lares brasileiros. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Piracanjuba e a Autistas Brasil, e se apoia em dados de uma pesquisa conduzida pela Autistas em conjunto com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
 

O estudo analisou mais de 58 milhões de mensagens na plataforma Telegram e revelou a dimensão da circulação de conteúdos falsos sobre o tema no país. Nesse cenário, a campanha aposta em uma estratégia de comunicação de massa ao transformar embalagens de produtos do cotidiano em canal de informação acessível, com o objetivo de combater fake news e ampliar o entendimento sobre o que é, de fato, o autismo.
 

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados mais recentes sobre a população autista no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo Demográfico de 2022 e divulgado em 2025, o país possui cerca de 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo — o equivalente a 1,2% da população. O levantamento inédito representa um avanço na visibilidade do tema, mas também evidencia o descompasso entre o crescimento da informação oficial e a expansão da desinformação.
 

Além do volume expressivo de mensagens analisadas, a pesquisa da Autistas Brasil com o laboratório DesinfoPop da FGV aponta que o Brasil concentra quase metade da desinformação sobre autismo na América Latina. Foram identificadas cerca de 150 falsas causas e 150 falsas curas relacionadas ao transtorno, muitas vezes disseminadas em ambientes fechados, o que dificulta a checagem e amplia o alcance de conteúdos enganosos.
 

“A desinformação sobre o autismo não é apenas um problema de comunicação, ela tem impacto direto na vida das pessoas. Quando informações falsas circulam em larga escala, elas dificultam o acesso ao diagnóstico, comprometem decisões de cuidado e reforçam estigmas que afastam ainda mais pessoas autistas de seus direitos. Combater esse cenário é uma urgência coletiva”, afirma Guilherme de Almeida, presidente da Autistas Brasil.


 

Diante desse contexto, a parceria com a Piracanjuba surge como uma resposta concreta ao desafio informacional. A proposta é utilizar um produto presente na rotina de milhões de brasileiros como ferramenta de conscientização, levando conteúdos baseados em evidências diretamente ao público e ampliando o alcance do debate para além dos meios tradicionais.
 

A campanha também busca dar visibilidade às pessoas autistas a partir de suas próprias perspectivas, contribuindo para uma compreensão mais ampla e respeitosa sobre o tema. Ao ocupar espaços do cotidiano, a iniciativa amplia o acesso à informação e promove um diálogo mais próximo com a sociedade.
 

“Levar informação de qualidade para o cotidiano das pessoas é uma das formas mais eficazes de enfrentar a desinformação. Ao transformar um produto presente na rotina de milhões de brasileiros em um canal de conscientização, essa parceria amplia o alcance do debate e, principalmente, ajuda a mostrar o autismo a partir da perspectiva de quem vive essa realidade todos os dias”, diz Almeida.
 

O desafio de ampliar o acesso à informação confiável no país também passa por desigualdades estruturais. Mais de 20,5 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à internet, segundo o IBGE, o que limita o alcance de conteúdos verificados e aumenta a exposição a informações incorretas.
 

Ao apostar em uma estratégia de comunicação direta e de grande escala, a campanha reforça a importância de iniciativas que conectem informação qualificada ao cotidiano das pessoas, contribuindo para o enfrentamento da desinformação e para a construção de uma sociedade mais informada, inclusiva e baseada em evidências.

SOBRE A AUTISTAS BRASIL
Organização nacional fundada e liderada por pessoas autistas, a Autistas Brasil atua na formulação de políticas públicas, na incidência jurídica e no desenvolvimento de programas educacionais em larga escala. Nos últimos três anos, suas ações alcançaram mais de 21 mil educadores em todo o país, consolidando a instituição como referência em inclusão, neurodiversidade e direitos humanos.

Crédito Foto: Divulgação Campanha Autistas Brasil e Piracanjuba

Fonte https://diariopcd.com.br/desinformacao-cresce-mais-de-15-000-no-brasil-e-impulsiona-campanha-nacional-para-levar-informacao-sobre-o-autismo/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB divulga lista com os 148 municípios que sediarão o Festival Paralímpico Loterias Caixa 2026

Festival Paralímpico Loterias Caixa em Cascavel (PR) | Foto: Deividy Santoz/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio da sua diretoria de Desenvolvimento Esportivo, divulga nesta quinta-feira, 16, a lista com os 148 municípios que sediarão o Festival Paralímpico Loterias Caixa 2026.

CONFIRA A LISTA COM AS SEDES DO FESTIVAL PARALÍMPICO

Neste ano, o Festival Paralímpico será realizado em edição única, marcada para o dia 19 de setembro, às vésperas do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e Dia do Atleta Paralímpico (22).

O evento, que difunde o Movimento Paralímpico pelo país, ocorre simultaneamente em todas as sedes e tem como objetivo promover uma vivência lúdica e inclusiva nas modalidades paralímpicas para crianças com e sem deficiência (até 20% do total dos participantes).

Em 2025, a iniciativa chegou à décima edição com um feito histórico: alcançou 54 mil crianças e jovens nas duas etapas realizadas (junho e setembro) em 130 núcleos distribuídos por todo país.

Patrocínio
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial do Festival Paralímpico.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-divulga-lista-com-os-148-municipios-que-sediarao-o-festival-paralimpico-loterias-caixa-2026/

Postado Pôr Antônio Brito 

Jovem com progeria estudou para ajudar outros com a condição rara

Sammy Basso desafiou a progeria, formou-se em biologia e contribuiu para pesquisas científicas. Viveu até os 28 anos e deixou um legado importante na luta contra a doença.

Jovem com progeria estudou para ajudar outros com a condição rara

Diagnosticado com progeria, uma condição genética rara que acelera o envelhecimento em até 7 vezes, ele ouviu que sua expectativa de vida não passaria dos 13 anos. Em vez de aceitar o prognóstico, Sammy Basso decidiu usar o próprio tempo para entender a biologia por trás da doença.

Ele desafiou as estatísticas médicas desde o nascimento e se formou em Biologia Molecular na Universidade de Pádua/Itália e tornou-se um pesquisador ativo na área. Sua dedicação rendeu frutos concretos quando ele colaborou em um estudo publicado na revista Nature Medicine. A pesquisa utilizava a tecnologia de edição genética CRISPR para tentar frear os danos causados pela proteína progerina, oferecendo uma nova perspectiva de tratamento.

Sammy faleceu em 2024, aos 28 anos, tornando-se o paciente com progeria que mais viveu no mundo. Ele transformou sua condição rara em uma missão científica e fundou uma associação para financiar estudos.

Um exemplo para todo o mundo!

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=d39bdb51-c3b5-4023-a067-fe5fae1b9bb5

Postado Pôr Antônio Brito 

16/04/2026

Quem cabe na escola? Desafios da inclusão e garantia do direito à educação com inscrições gratuitas até 21 de abril

Quem cabe na escola? Desafios da inclusão e garantia do direito à educação com inscrições gratuitas até 21 de abril

O segundo webinar gratuito do programa está com inscrições abertas até 21 de abril

O curso de Liderança e Empoderamento Feminino para mulheres com deficiência, do programa TODAS in-Rede da SEDPcD, continua crescendo e realizará mais encontros ao longo do ano, abertos a todos os públicos.

O segundo webinar gratuito do programa está com inscrições abertas e acontece em 22 de abril, às 19h. 

Quem cabe na escola? Vai debater os desafios da inclusão e a garantia do direito à educação com as especialistas Mariana Rosa, Profª Dra. Biancha Angelucci e Profª Dra. Viviane Sarmento.



Mediadora: 
 


Mariana Rosa
 é  doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da USP. Mulher com deficiência, com histórico de ativismo em movimentos sociais, é integrante do Coletivo Feminista Helen Keller,  fundadora do Instituto Caue. É também educadora popular e assessora  escolas das redes pública e privada no tema da educação inclusiva. Atualmente é conselheira do Conselho Nacional de Educação.



Convidadas:


Dra. Biancha Angelucci é Professora na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo nos cursos de graduação e pós-graduação. É pesquisadora e ativista na área de defesa dos direitos das pessoas com deficiência. Atua na articulação entre Estudos Feministas da Deficiência, medicalização e processos de escolarização.




Dra. Viviane Sarmento é Professora da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco – UFAPE. Graduada em Educação Física e Direito. Mestra e Doutora em Educação Inclusiva. Pós -Doutora em Psicologia da Educação. Militante do Movimento Brasil Popular. Colunista do Jornal Brasil de Fato Pernambuco.

📝 O que vamos debater?

Propomos uma reflexão crítica sobre os obstáculos e as possibilidades da educação inclusiva no contexto brasileiro, abordando temas como:

  • Acessibilidade e Permanência: Indo além do acesso, como garantir que o estudante permaneça e aprenda?
  • Formação Docente: O papel dos educadores na construção de práticas pedagógicas inclusivas.
  • Enfrentamento ao Capacitismo: Como identificar e combater o preconceito dentro das instituições de ensino.
  • Políticas Públicas: Análise das práticas institucionais e da garantia formal de direitos.


🤝 O webinar é realizado pelo programa TODAS in-Rede, da SEDPcD(@pessoacomdeficiencia.sp) , em parceria com a AME (@somosameoficial), como parte da Escola da Inclusão. 

📝 O que vamos debater?

Propomos uma reflexão crítica sobre os obstáculos e as possibilidades da educação inclusiva no contexto brasileiro, abordando temas como:

  • Acessibilidade e Permanência: Indo além do acesso, como garantir que o estudante permaneça e aprenda?
  • Formação Docente: O papel dos educadores na construção de práticas pedagógicas inclusivas.
  • Enfrentamento ao Capacitismo: Como identificar e combater o preconceito dentro das instituições de ensino.
  • Políticas Públicas: Análise das práticas institucionais e da garantia formal de direitos.


🤝 O webinar é realizado pelo programa TODAS in-Rede, da SEDPcD(@pessoacomdeficiencia.sp) , em parceria com a AME (@somosameoficial), como parte da Escola da Inclusão. 

Inscrições gratuitas: até 21 de abril

https://www.even3.com.br/quem-cabe-na-escola-desafios-da-inclusao-e-garantia-do-direito-a-educacao-707587

#PraTodosVerem: card com fundo azul. Canto superior esquerdo: logo do programa TODAS in-Rede. Lado direito: fotos da mediadora e das palestrantes Mariana Rosa: Doutoranda em Educação pela USP, mulher com deficiência. Dra. Biancha Angelucci: Professora da Faculdade de Educação da USP e Viviane Sarmento: Professora da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco Lado esquerdo: nome do webinar e das palestrantes. Rodapé: logos da AME, Escola da Inclusão e SEDPcD.

 

Fonte https://diariopcd.com.br/quem-cabe-na-escola-desafios-da-inclusao-e-garantia-do-direito-a-educacao-com-inscricoes-gratuitas-ate-21-de-abril/
Postado Pôr Antônio Brito

CPB divulga lista de contemplados para 1ª Mentoria Coletiva de Carreira do programa Atleta Cidadão

Atleta Cristian Ribera nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio do Programa Atleta Cidadão em parceria com a GERPPASS, divulga a lista dos 50 atletas selecionados para a 1ª Mentoria Coletiva – Jornada Pessoal e de Carreira, que acontece na quinta-feira, 16, das 19h às 21h (horário de Brasília).

CONFIRA A LISTA DE ATLETAS SELECIONADOS

A Mentoria Coletiva – Jornada Pessoal e de Carreira acontecerá virtualmente, em encontro único, e os contemplados receberão por e-mail e WhatsApp o link de acesso.

Promovida pelo Programa Atleta Cidadão, a mentoria é voltada a atletas e visa promover um encontro que proporcione reflexões sobre desenvolvimento pessoal, escolhas profissionais e construção de trajetórias.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-divulga-lista-de-contemplados-para-1a-mentoria-coletiva-de-carreira-do-programa-atleta-cidadao/

Postado Pôr Antônio Brito 

Ele não fala e nem escreve mais. Mas continua sendo Mauricio Kubrusly

Mauricio Kubrusly enfrenta demência frontotemporal, mas mantém sua conexão com a música e seu legado cultural, mostrando que emoções e memórias afetivas resistem à doença.

Ele não fala e nem escreve mais. Mas continua sendo Mauricio Kubrusly

Um dos maiores críticos de cinema e TV do Brasil de todos os tempos, Mauricio Kubrusly, o jornalista que marcou gerações na televisão brasileira, foi diagnosticado com demência frontotemporal. A mesma condição que afastou Bruce Willis do cinema.

Com as sequelas, ele viu a própria identidade ser atravessada por uma doença cruel. A linguagem falha. A personalidade muda. A memória escorre pelos dedos. Mas algo permanece: o legado do homem, do profissional, do que Kubrusly representou na história da cultura do nosso país.

Uma parte de Kubrusly ficou e é latente, sobrepondo a demência. Entre mais de 8 mil CDs, a música ainda o encontra e mexe com o jornalista. Ouvindo seus CDs, ele canta, reconhece os artistas e se reconhece. Com a música, ele sente.

Em um documentário recente do Globoplay, ao reencontrar Gilberto Gil e ouvir suas próprias críticas escritas décadas atrás, Mauricio provou que nem tudo se apaga.

Hoje Kubrusly vive com a esposa Bia na Bahia.

Algumas doenças retiram palavras, apagam memórias. Mas não conseguem tocar aquilo que virou emoção e que marca uma vida.

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=4678f0ee-f798-4895-a4e9-e13141c7499f
 
Postado Pôr Antônio Brito 

15/04/2026

Rio de Janeiro fortalece rede de inclusão para pessoas com deficiência

Rio de Janeiro fortalece rede de inclusão para pessoas com deficiência

Reunião do Comitê de Gestores avança nas parcerias intersetoriais para garantir direitos para PcDs

A Subsecretaria de Políticas Inclusivas realizou a reunião do Comitê de Gestores, órgão formalmente instituído pelo Decreto nº 50.194, de 06 de março de 2026. O encontro, presidido pela subsecretária Bianca Pacheco, reuniu representantes de diversas pastas e órgãos de controle para alinhar as metas de acessibilidade e direitos da pessoa com deficiência (PCD) para o ano de 2026.

Durante a plenária, a subsecretária destacou o protagonismo das pessoas com deficiência na construção das políticas públicas do estado, ressaltando a composição da própria equipe.

“É muito gratificante e com muito orgulho que eu posso dizer hoje que sou minoria aqui. Não tenho deficiência e tenho a honra de ter ao meu redor pessoas com deficiência em posições estratégicas neste comitê e na subsecretaria, implementando políticas públicas que de fato fazem a diferença”, afirmou Bianca Pacheco.

Conexão: diagnóstico e direitos

A coordenadora do Vale Social, Renata Ignarra, apresentou um balanço das conexões firmadas no último ano e propôs uma nova dinâmica de atendimento baseada em mutirões. A nova sede do Vale Social, inaugurada em 18 de março, foi projetada para ser totalmente acessível, contando inclusive com intérpretes de Libras para o atendimento ao público.

​Uma das principais metas da parceria é estabelecer um fluxo direto com o Centro de Diagnóstico do Autismo, da Secretaria de Saúde. A proposta é que, ao receber o diagnóstico, o cidadão já seja orientado e receba a documentação necessária para ingressar no Vale Social imediatamente.

​”Minha ideia é uma parceria sem custos, baseada na sensibilização. Queremos que a pessoa que sai do centro de diagnóstico já saia com tudo pronto para o Vale Social, garantindo seu direito à gratuidade de forma ágil”, explicou Renata Ignarra.

Liderança e experiência técnica

À frente das diretrizes operacionais do comitê, o Dr. Geraldo Nogueira, Superintendente de Ações para Pessoas com Deficiência (PcD) do Estado, reforçou a necessidade de converter o texto legal em garantias de acesso aos direitos práticos para a população. Advogado com mais de 25 anos de experiência e referência nacional na luta por acessibilidade, Dr. Geraldo pontuou que o fortalecimento das políticas públicas passa pela integração técnica entre as secretarias.

Somando-se ao corpo técnico, o evento também apresentou Marcos Santos (Marcão), que assumiu a Superintendência de Paradesporto e Projetos Inclusivos, trazendo sua expertise para fomentar o esporte adaptado como ferramenta de cidadania e inclusão social.

A reunião contou ainda com uma presença expressiva de órgãos estratégicos, consolidando a rede de proteção estadual, como o Ministério Público (MP) e a Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj, representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil e Corpo de Bombeiros e gestores das áreas de Educação, Saúde, Esporte e representantes da Uerj.

Acessibilidade e Cronograma

Como exemplo de boas práticas, a reunião foi conduzida com protocolos de audiodescrição, garantindo que todos os participantes, incluindo pessoas com deficiência visual, tivessem plena compreensão do ambiente.

Com a institucionalização pelo decreto 50.194/26, o comitê estabeleceu um cronograma de 11 reuniões mensais para 2026. O foco será o monitoramento rigoroso de metas de acessibilidade e o desenvolvimento de novos fluxos de atendimento em todo o estado do Rio de Janeiro.

CRÉDITO/ Imagens : André Pamplona

Fonte https://diariopcd.com.br/rio-de-janeiro-fortalece-rede-de-inclusao-para-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antônio Brito 

Seleção Brasileira de jovens do tênis de mesa se reúne no CT Paralímpico antes de competição no Chile

Karina Moura em disputa no Parapan de Jovens Santiago 2025 | Foto: Carol Coelho/CPB.

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe desde segunda-feira, 13, o camping preparatório da Seleção Brasileira de jovens do tênis de mesa para o ITTF World Para Future de Santiago, no Chile, que será realizado entre os dias 18 e 20 de abril.

A semana conta com nove atletas da Seleção de jovens da modalidade e tem a presença da técnica neerlandesa Kelly van Zon, atual campeã paralímpica da classe 7 (atletas que andam), em Paris 2024.

A treinadora ocupa esse cargo desde fevereiro deste ano e tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento dos atletas de forma presencial a cada dois meses. Kelly também realiza consultorias online para receber atualizações constantes, com foco no ciclo até os Jogos Paralímpicos de Brisbane 2032.

Confira todos os convocados:

Ryan Saldanha – Classe 10
João Narvais – Classe 7
Tiago Albuquerque – Classe 8
Manuela Lima – Classe 10
Maria Clara Peralta – Classe 6
Mariana Castilho – Classe 6
Karina Becker – Classe 9
Arthur Costa Branco – Classe 5
⁠Gustavo Rossi – Classe 9

Patrocínio
As Loterias Caixa são a patrocinadora oficial do tênis de mesa.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-jovens-do-tenis-de-mesa-se-reune-no-ct-paralimpico-antes-de-competicao-no-chile/

Postado Pôr Antônio Brito 

Uma mulher diferente: filme retrata a descoberta do autismo

Filme na Netflix retrata a descoberta do autismo na vida adulta, abordando autoconhecimento, desafios e inclusão com sensibilidade.

Uma mulher diferente: filme retrata a descoberta do autismo

O filme Uma Mulher Diferente chegou à Netflix e acompanha uma história de drama com romance focada em autodescoberta. A personagem da trama sempre se considerou diferente dos outros, mas só aos 24 anos recebeu o diagnóstico: estava no espectro autista. Isso explicava tanta coisa!

O filme começa com as mudanças na vida de Katia (Jehnny Beth), que passa do home-office para o trabalho no escritório como pesquisadora. A nova pauta que recebe é sobre o espectro autista e precisará fazer sozinha uma entrevista que faria em dupla. Ao participar de um seminário após a entrevista, Katia se identifica com o que é falado e, após já ter sido diagnosticada com depressão e ansiedade, resolve buscar um diagnóstico definitivo.

O diagnóstico de Katia vem na metade do filme. A profissional de saúde afirma que Katia não é incapaz, é apenas diferente. Ela chora, aliviada.

O filme é francês e, como dito nele, foi a paixão da França pela psicanálise que atrasou o desenvolvimento de terapias para lidar com o autismo, que naquele país foi considerado durante muitos anos uma doença mental. O autismo só foi reconhecido como transtorno de desenvolvimento por lá em 1996. O país já foi inclusive condenado pelo Conselho Europeu por casos de discriminação.

Ao longo do filme, a narrativa mostra como ela lidou com a necessidade de se adaptar ao mundo ao seu redor. Vale muito a pena assistir.

14/04/2026

Como uma amizade sobrevive à transição da infância para a adolescência?

Como uma amizade sobrevive à transição da infância para a adolescência?

Com protagonismo PCD e diversidade familiar, Rebeca Kim apresenta história sobre os desafios do amadurecimento no lançamento “Minha (quase) ex-melhor amiga”

Manu e Duda sempre foram inseparáveis. Daquelas amizades que se constroem nos pequenos rituais do dia a dia, como dividir o lanche no intervalo, trocar confidências e encontrar um espaço seguro uma na outra. No entanto, com a chegada do 6º ano na escola, algo começa a mudar. Em meio a novas dinâmicas, sentimentos difíceis de nomear e silêncios que passam a ocupar o lugar das conversas, a relação entre as duas se transforma. É nesse território sensível de transição da infância para a adolescência que acontece a narrativa de Minha (quase) ex-melhor amiga, lançamento de Rebeca Kim.

Na obra, publicada pela VR Editora, o leitor acompanha o início desse distanciamento a partir de situações cotidianas que, aos poucos, ganham novos significados. O ciúme diante de novas amizades, pequenas atitudes mal interpretadas e um gesto impulsivo que gera desconfiança passam a tensionar a relação das meninas. Esse acúmulo de emoções é evidenciado durante os ensaios para a festa junina, quando já não encontram mais o mesmo ritmo, nem na dança, nem na amizade.

O conflito ganha novos contornos quando a falta de sincronia dá início a uma discussão verbal, que evolui para uma briga física, causa a queda de Manu de sua cadeira de rodas e termina com as duas suspensas por três dias. Longe da rotina escolar, é no silêncio da ausência que percebem o quanto a amizade ainda ocupa um lugar central em suas vidas, seja na falta das conversas sobre séries, das partidas de videogame ou na simples presença uma da outra.

Incentivada pelas mães, Manu toma a iniciativa de se reaproximar, e o reencontro acontece com o pretexto de ensaiarem a coreografia da apresentação. Entre conversas e confissões, Duda revela o que não conseguiu dizer antes e, pela primeira vez, conseguem falar sobre o que estavam sentindo. Mais do que resolver o desentendimento, esse episódio marca o início de uma nova forma de se relacionar: mais honesta, aberta e atravessada pelas descobertas dessa fase.

Manu e Duda facilmente andariam no recreio, ou melhor,
no intervalo com minhas personagens. Em “Minha (quase) ex-melhor amiga”,
você vai ver que com uma boa rede de apoio podemos passar pela adolescência
com mais carinho e entender que todos os sentimentos são válidos
— a gente só precisa não ter medo de entendê-los melhor.
Thalita Rebouças, escritora best-seller

Carioca, nipo-brasileira e cadeirante, Rebeca Kim constrói um enredo em que a diversidade aparece de forma orgânica, integrada à vida das personagens, sem ser tratada como obstáculo. Ao trazer uma protagonista negra, cadeirante e filha de duas mulheres com naturalidade e afeto, a autora amplia as possibilidades de identificação para jovens leitores, sem recorrer a estereótipos ou a uma visão limitada dessas vivências. Com ilustrações delicadas de Purin Naka, que retrata cada fase da amizade das protagonistas, Minha (quase) ex-melhor amiga é uma história sobre amadurecimento que acolhe, representa e convida à empatia, reforçando que toda experiência merece ser vista em sua complexidade e, sobretudo, em sua potência.

Ficha Técnica:
Título: Minha (quase) ex-melhor amiga
Volume: 01
Autora: Rebeca Kim
Ilustradora: 
Purin Naka
Editora: VR Editora
Edição/ano: 1ª/2026
ISBN do livro físico:  978-85-507-0793-8
ISBN do e-book: 978-85-507-0794-5
Gênero: Literatura infantojuvenil
Idade recomendada: A partir de 10 anos
Número de páginas: 132
Preço: R$ 59,90
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Sobre a autora: Rebeca Kim é neta de japoneses, cadeirante, vascaína, formada em Direito e nascida em Niterói (RJ), de onde sempre parte para novos destinos de viagens. Além de escrever para blogs de cultura pop, ela também publicou histórias independentes na internet. Minha quase ex-melhor amiga é seu livro de estreia.

Redes sociais:

Fonte https://diariopcd.com.br/como-uma-amizade-sobrevive-a-transicao-da-infancia-para-a-adolescencia/

Postado Pôr Antônio Brito