20/07/2026

Diagnóstico de TEA em crianças crescem entre 6% e 10% ao ano em diversos países, aponta relatório da OECD

Diagnóstico de TEA em crianças crescem entre 6% e 10% ao ano em diversos países, aponta relatório da OECD

Especialista em Alfabetização de Educandos com Deficiência pela UFSCar e MBA em Gestão Escolar pela USP, Carla Costa explica que a procura por acompanhamento psicopedagógico geralmente ocorre quando surgem sinais de dificuldades na aprendizagem, na autonomia, na participação escolar ou no comportamento infantil.

A média anual de crianças diagnosticadas com o ‘Transtorno do Espectro Autista’ (TEA) vem sendo acompanhada por autoridades internacionais. Segundo o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), os índices de TEA em crianças registraram um crescimento médio anual de 6% a 10%, em diferentes países da Europa, América e Oriente Médio. 

Ainda de acordo com o relatório “Policy Responses to Rising Autism Diagnoses in Childhood”, da OECD, o número de crianças e jovens diagnosticados com TEA aumentou de duas a quatro vezes em onze países, durante um período de 15 anos. 

Esse diagnóstico é frequentemente percebido pelos pais ou irmãos, que notam os primeiros sinais em 56% dos casos, segundo o Mapa Autismo Brasil (2026). A partir desse reconhecimento, muitas famílias iniciam um processo de compreensão das necessidades da criança, buscando apoio de profissionais da saúde e da educação para promover sua participação, autonomia, aprendizagem e qualidade de vida nos diferentes contextos em que está inserida. 

Segundo a psicopedagoga e orientadora parental com mais de uma década de atuação na área da educação, Carla Costa, as famílias começam a buscar acompanhamento psicopedagógico quando notam sinais de interferência na aprendizagem, autonomia, comportamento ou participação da criança em diferentes ambientes. “No caso de muitas crianças autistas, além das características centrais do TEA, também podem estar presentes desafios relacionados às funções executivas, como manter a atenção, organizar tarefas, seguir rotinas, planejar ações, monitorar o próprio comportamento e lidar com mudanças ou frustrações. Essas dificuldades costumam impactar diretamente a participação escolar e a vida cotidiana”, explica. 

Embora o quadro de TEA seja evidenciado logo na primeira infância, com 51% dos casos registrados entre crianças de 0 a 4 anos, é necessário acompanhamento ao longo das etapas de desenvolvimento. Para se ter uma noção, ainda segundo o Mapa Autismo Brasil, cerca de 28% das crianças com TEA completam a educação infantil; 14% o ensino fundamental I; 4% o ensino fundamental II; e 2,8% completam o ensino médio. 

“Inclusão não significa apenas garantir a matrícula do estudante na escola regular, mas assegurar sua participação efetiva, sua aprendizagem e seu pertencimento ao ambiente escolar. Na prática, muitos profissionais da educação desejam promover uma inclusão de qualidade, mas enfrentam dificuldades relacionadas à formação contínua, ao acesso a estratégias pedagógicas adequadas e ao suporte técnico para lidar com a diversidade presente nas salas de aula. A inclusão exige conhecimento sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem, adaptações pedagógicas, acessibilidade e diferentes formas de participação dos estudantes. Ainda existe a expectativa de que a criança precise se adaptar ao modelo já existente, quando, na realidade, é a escola que deve estar preparada para acolher diferentes formas de aprender, comunicar-se, interagir e participar”, reforça a especialista. 

Especializada na “Alfabetização de Educandos com Deficiência” pela UFSCar, com MBA em Gestão Escolar pela USP, Carla explica que todo processo começa com uma escuta cuidadosa da realidade familiar, desde a dinâmica com os pais até as características da criança e o contexto em que ela está inserida. A partir daí, é possível traçar rotinas saudáveis que funcionam como uma estrutura organizadora, auxiliando a criança a desenvolver autonomia, responsabilidade e autorregulação. 

“É por meio da repetição das experiências cotidianas, logo na primeira infância, que a criança aprende a reconhecer padrões, compreender expectativas, criar hábitos e desenvolver habilidades importantes para a vida, que vão auxiliar a caminhada junto aos pais nas circunstâncias futuras: escolaridade, trabalho e qualidade de vida. Fato é que o Brasil e o mundo ainda estão muito aquém na sua caminhada de inclusão para crianças e adolescentes diagnosticados com TEA, e é aí que entra a psicopedagogia, no papel de compreender como cada pessoa aprende e identificar os fatores que podem estar favorecendo ou dificultando esse processo. Dessa forma, podemos melhorar a qualidade de vida dos pequenos”, conclui Carla

Fonte https://diariopcd.com.br/diagnostico-de-tea-em-criancas-crescem-entre-6-e-10-ao-ano-em-diversos-paises-aponta-relatorio-da-oecd/

Postado Pôr Antônio Brito 

Meeting Loterias Caixa de Curitiba se encerra com três ouros de atleta que passou 50 dias na UTI após nascimento

Luan Iorino em preparação para nadar os 50m cistas no Meeting de Curitiba | Foto: Marco Charneski/CPB

O Meeting Paralímpico Loterias CAIXA de Curitiba, realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), neste sábado, 18, reuniu 320 atletas nas disputas de atletismonatação e tiro esportivo

Foram 199 competidores as provas de atletismo, na pista da Universidade Federal do Paraná (UFPR), enquanto outros 96 estiveram na natação e outros 25 no tiro esportivo. Ambos no Clube Santa Mônica.

Entre os destaques esteve o nadador paranaense Luan Iorino, 16, da classe S3 (limitações físico-motoras severas). Ele saiu do Meeting com três medalhas de ouros: subiu ao lugar mais alto do pódio nas provas 50m (3min19s32) e 100m livre (5min52s98), além dos 50m costas (2min42s46).

Luan nasceu após 26 semanas de gestação, pesando 920 gramas e medindo 33 cm. Isso por decorrência da ruptura prematura das membranas. Depois do seu nascimento, ficou 51 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O jovem, então, foi diagnosticado com paralisia cerebral e tetetraplegia espástica, condição neurológica que causa paralisia ou fraqueza grave nos quatro membros e no tronco. “Ele é um milagre de Deus. Hoje, é um orgulho nosso. Está esse garotão”, disse o pai Marcelo Iorino, emocionado.

O paranaense entrou na natação em 2016, aos seis anos de idade, e, desde então, não parou mais de praticar a modalidade. “Já sou veterano no esporte”, brincou Luan, que possui quase 40 medalhas em competições estaduais e nacionais. “Entrar na água, para mim, é mais do que uma atividade física. É um estilo de vida que me faz melhorar a cada dia”, continuou o adolescente, que se inspira nas medalhistas paralímpicas e mundiais Débora e Beatriz Carneiro, as gêmeas de Maringá, como o próprio definiu.

Atualmente, além dos treinos na natação, Luan também dedica seu tempo aos estudos. Ele faz curso de programação, uma de suas paixões junto com o esporte e o videogame. “Foi muito esforço para chegar até aqui”, definiu o pai. “Eu me vejo nos Jogos Paralímpicos. Esse é o meu grande objetivo: representar o Brasil em grandes competições internacionais. Eu tenho um futuro brilhante pela frente”, concluiu Luan.

Sobre o Meeting Paralímpico

Em cada etapa do Meeting, acontecem tanto provas de alto rendimento quanto provas destinadas a atletas em desenvolvimento, divididos por faixa etária, a partir da categoria sub-11.

As marcas obtidas em todas as categorias são válidas para os respectivos rankings brasileiros, utilizados como critério de classificação para etapas nacionais de competições organizadas pelo CPB, como as Paralimpíadas Escolares, as Paralimpíadas Universitárias e os Circuitos Brasileiros.

O Meeting Paralímpico Loterias Caixa percorre todas as Unidades Federativas brasileiras até o mês de agosto, com a última etapa programada para a capital paulista, de 6 a 8 de agosto.

Neste ano, 22 capitais brasileiras já receberam o evento esportivo desde abril. Além de Curitiba (PR), Belém (PA)Rio Branco (AC)São Luís (MA)Teresina (PI)Porto Velho (RO)Boa Vista (RR)Fortaleza (CE)Cuiabá (MT)Manaus (AM)Natal (RN),  João Pessoa (PB)Campo Grande (MS)Macapá (AP)Brasília (DF)Recife (PE)Palmas (TO)Goiânia (GO) e Maceió (AL)Aracaju (SE) e Belo Horizonte (MG) já sediaram o evento. Também neste sábado, 18, Salvador (BA) recebeu a competição.

Patrocínio
As Loterias CAIXA, a CAIXA, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais da natação e do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/meeting-loterias-caixa-de-curitiba-se-encerra-com-tres-ouros-de-atleta-que-passou-50-dias-na-uti-apos-nascimento/

Postado Pôr Antônio Brito 

Premiação nacional vai reconhecer práticas inclusivas que transformam a aprendizagem no ambiente escolar

 

Premiação nacional vai reconhecer práticas inclusivas que transformam a aprendizagem no ambiente escolar

Prêmio Boas Práticas na Escola reconhece iniciativas de professores e gestores de escolas públicas que gerem resultados para os desafios da educação brasileira

A Moderna, editora do Grupo Santillana, abriu inscrições para a primeira edição do Prêmio Boas Práticas na Escola, que vai reconhecer e dar visibilidade a projetos escolares que gerem impactos concretos na aprendizagem na rede pública de ensino. As iniciativas lideradas por educadores devem fortalecer a gestão do processo de ensino e incentivar o compartilhamento de experiências promissoras entre profissionais da educação de todo o país.


Voltado a professores, coordenadores pedagógicos e gestores educacionais, o Prêmio dará reconhecimento a práticas pedagógicas já implementadas em escolas públicas e que apresentem resultados em diferentes campos da educação. Na primeira edição, serão premiadas iniciativas de todo o país associadas ao tema Educação inclusiva. Os projetos inscritos serão avaliados por uma comissão especializada, com base em critérios estabelecidos no regulamento, a partir de duas categorias: (1) Educação Infantil e Anos Iniciais (regular e EJA), e (2) Anos Finais e Ensino Médio (regulares e EJA). Será premiado um projeto por categoria, e poderão se inscrever práticas pedagógicas individuais ou coletivas.   


Para a embaixadora do prêmio, Mara  Mansani, que atua há mais de 40 anos na educação básica, a premiação tem o objetivo de valorizar quem realmente transforma a vida dos estudantes e das comunidades por meio da inclusão. “A escolha desse tema se justifica pela importância social da educação inclusiva, prevista na Agenda 2030 da ONU, que foca na educação equitativa e de qualidade para ‘não deixar ninguém para trás’, alinhando a escola ao 4º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável”, informa.  


“Enquanto os indicadores educacionais evidenciam os desafios da aprendizagem no Brasil, professores e gestores de escolas públicas desenvolvem diariamente soluções que, muitas vezes, permanecem restritas a suas próprias salas de aula. São práticas que ampliam a inclusão, aproximam as famílias da vida escolar, estimulam o protagonismo dos estudantes e exercitam novas formas de ensinar, e são esses exemplos que queremos mostrar para todo o Brasil”, informa Ivan Aguirra, diretor de Marketing e Serviços Educacionais da Moderna.


“Valorizar boas práticas é reconhecer que grande parte das respostas para os desafios da educação pública já estão sendo construídas dentro das próprias escolas, por pessoas que pensam e projetam um futuro melhor, superando tantas barreiras que encontram no dia a dia”, completa Aguirra.  


Os professores e gestores da rede pública de ensino poderão inscrever suas práticas pedagógicas até 31 de agosto de 2026.


Serviço:

Prêmio Boas Práticas na Escola

Inscrições: de 1 de julho até 31 de agosto de 2026 

Inscrições e regulamento em:   Link

Fonte https://diariopcd.com.br/premiacao-nacional-vai-reconhecer-praticas-inclusivas-que-transformam-a-aprendizagem-no-ambiente-escolar/

Postado Pôr Antônio Brito 

18/07/2026

Foresea abre inscrições para o projeto Mentes Digitais, voltado à formação de PCDs em tecnologia

Foresea abre inscrições para o projeto Mentes Digitais, voltado à formação de PCDs em tecnologia

Em parceria com Firjan SENAI e SESI, iniciativa oferece qualificação gratuita com bolsa-auxílio mensal e inscrições até 29 de julho

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do projeto Mentes Digitais Foresea, iniciativa gratuita de qualificação profissional voltada exclusivamente a pessoas com deficiência (PCD). Realizado pela Foresea, empresa líder no setor de perfuração offshore, em parceria com a Firjan SENAI SESI, o projeto tem como objetivo ampliar a inclusão, a empregabilidade e a formação de novos talentos para o mercado de tecnologia.

Para participar do processo seletivo, é necessário ter 18 anos ou mais, ensino médio completo e apresentar comprovação de deficiência. Ao todo serão selecionados 24 candidatos para uma formação técnica de oito meses em tecnologia que inclui Banco de Dados, Hardware, Software, Lógica, Linguagens de Programação, Machine Learning e Inteligência Artificial. Os alunos também terão matérias voltadas ao desenvolvimento humano, com temas como educação financeira, mercado de trabalho e habilidades socioemocionais.

“Temos orgulho de contribuir com nossa expertise e o apoio de excelência da Firjan SENAI SESI para a formação técnica de uma turma de altíssimo nível, ampliando a empregabilidade de pessoas com deficiência e preparando novos talentos para serem absorvidos tanto pela Foresea quanto pelo mercado”, destaca o CEO da Foresea, Rogério Ibrahim.

Serão convocados, inicialmente, os primeiros 90 inscritos, para um processo seletivo que conta com diversas etapas – entre elas a de comprovação dos requisitos e da documentação (como laudo médico original emitido nos últimos 12 meses) e atividades presenciais, como dinâmica de grupo, entrevistas individuais e redação. Todas as informações estão disponíveis no edital que pode ser acessado neste link.

As aulas acontecerão de segunda à sexta-feira, com quatro horas diárias, no Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicações (DigiTech Firjan SENAI), na Rua Marquês de Sapucaí, nº 200, 11º andar, Praça Onze, no Rio de Janeiro. Os candidatos deverão apresentar comprovação de PCD e ter ensino médio completo. Os interessados devem se inscrever até o dia 29 de julho pelo endereço abaixo:

Inscrições para o processo seletivo: https://forms.office.com/r/eiJY9XRSHA

Mentes Digitais faz parte do Programa Foresea Socioambiental

O projeto Mentes Digitais integra o Programa Foresea Socioambiental, iniciativa de investimento Social da companhia voltada à geração de impacto positivo e ao desenvolvimento sustentável nos territórios onde a empresa atua. Nos últimos dois anos, o programa promoveu ações nos eixos de Educação Integral e Economia Verde, com iniciativas de capacitação de gestores escolares para o fortalecimento da rede pública de ensino de Macaé, reciclagem, economia circular e voluntariado corporativo.

O Vice-Presidente de Sustentabilidade da Foresea, Marco Aurélio Fonseca, ressalta que o projeto Mentes Digitais amplia a atuação socioambiental da Foresea ao reunir inclusão, qualificação profissional e acesso ao mercado de tecnologia: “O Mentes Digitais representa mais um passo no compromisso da Foresea de transformar oportunidades em caminhos concretos de desenvolvimento. Ao investir em uma formação em tecnologia para pessoas com deficiência contribuímos para uma sociedade mais inclusiva, diversa e preparada para o futuro”.

Sobre a Foresea

A Foresea oferece soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado. 

Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia respeita os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança. Mais informações no site da empresa.

Fonte https://diariopcd.com.br/foresea-abre-inscricoes-para-o-projeto-mentes-digitais-voltado-a-formacao-de-pcds-em-tecnologia/

Postado Pôr Antônio Brito  

Brasil disputa competição internacional de tênis de mesa na Tailândia com medalhistas de Valledupar

A delegação brasileira de tênis de mesa reunida para a disputa do ITTF World Para Elite Nakhon Ratchasima 2026, na Tailândia | Foto: Divulgação/CBTM.

A Seleção Brasileira de tênis de mesa paralímpica disputa, entre os dias 18 a 22 de julho, o ITTF World Para Elite de Nakhon Ratchasima, na Tailândia. Ao todo, 12 atletas representam o Brasil na competição, que conta com cerca de 300 mesatenistas de 37 países.

Os paulistas Jennyfer Parinos, campeã da chave individual feminina, classes 9-10 (andantes), e Cláudio Massad, prata na chave individual masculina, classes 9 e 10, estão entre os representantes do Brasil na competição na Tailândia. Ambos também colecionam na carreira medalhas paralímpicas: Jennyfer tem dois bronzes: no Rio 2016 e em Tóquio 2020; e Cláudio conquistou um bronze em Paris 2024.

Além deles, os paulistas Aline Meneses, Carlos Moraes e Fábio Souza, o amazonense Guilherme Costa, e a goiana Thaís Fraga, também subiram ao pódio em Valledupar e estarão na Tailândia.

Após a competição na Tailândia, o próximo desafio da Seleção Brasileira é o ITTF World Para Challenger Spokane, nos Estados Unidos, nos dias 6 a 9 de agosto.

Confira a lista dos participantes:
Aline Ferreira Meneses
Carlos Eduardo Freire De Moraes
Claudio Massad
Fábio Souza Da Silva
Guilherme Marcião Da Costa
Jennyfer Marques Parinos
Lethicia Rodrigues Lacerda
Marliane Amaral Santos
Maycon Antônio De Oliveira
Paulo Henrique Gonçalves Fonseca
Sophia Pernisa Kelmer
Thaís Fraga Severo

*Com informações da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM)

Time São Paulo
Os atletas Carlos Eduardo Freire De Moraes, Claudio Massad, Jennyfer Marques Parinos e Marliane Amaral Santos integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Claudio Massad, Lethicia Rodrigues Lacerda e Thaís Fraga Severo são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-disputa-competicao-internacional-de-tenis-de-mesa-na-tailandia-com-medalhistas-de-valledupar/

Postado Pôr Antônio Brito 

SUGESTÃO DE 3 FILMES INCLUSIVOS PARA AS FÉRIAS DAS CRIANÇAS

As férias escolares podem ser uma ótima oportunidade para conversar sobre inclusão. A notícia apresenta três filmes que abordam temas como deficiência, convivência, acessibilidade e autonomia, proporcionando entretenimento e reflexão para crianças e adultos.

SUGESTÃO DE 3 FILMES INCLUSIVOS PARA AS FÉRIAS DAS CRIANÇAS

As férias das crianças estão ai e o que fazer para ocupar o tempo livre delas ? Muita gente está procurando uma solução para isso e aqui vão 3 filmes para refletir sobre inclusão que vão distrair a garotada e os pais.

O primeiro deles é “No Ritmo do Coração”. Um filme que retrata uma família surda enfrentando barreiras em uma sociedade pouco acessível. Onde assistir: Apple TV e Prime Vídeo.

O outro filme é “Um Lugar para Todo Mundo”. Ele é um documentário sobre o direito de todas as crianças estarem na escola juntas. Onde assistir: Apple TV, Prime Vídeo e mff.com.br.

O terceiro é o filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que acompanha um estudante cego do ensino médio em sua jornada por independência. Onde assistir: Netflix e Prime Vídeo.

No link você pode ver trechos dos filmes sugeridos. Clique aqui:

https://www.instagram.com/p/DaIerzCHKGL/?img_index=4&igsh=NnlqdGtyZTJ1MzMy

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=fe39f2e8-13f2-4aa1-9d1c-8b01673a4c5a

Postado Pôr Antônio Brito 

17/07/2026

Lei de Cotas completa 35 anos e os desafios da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho continuam

Lei de Cotas completa 35 anos e os desafios da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho continuam

Após mais de três décadas, a legislação ainda esbarra em impasses relacionados à contratação, à permanência e ao desenvolvimento profissional de pessoas com deficiência.

Após 35 anos da criação da Lei de Cotas, os registros nacionais indicam que apenas cerca de 54% das vagas destinadas às pessoas com deficiência estão efetivamente ocupadas no Brasil. Embora a legislação tenha ampliado significativamente o acesso ao emprego formal, os desafios relacionados à inclusão, permanência e desenvolvimento profissional ainda fazem parte da realidade de milhares de trabalhadores.

Instituída pela Lei nº 8.213/1991, a chamada Lei de Cotas representou um marco para a Inclusão Profissional ao estabelecer que empresas com 100 ou mais empregados reservassem de 2% a 5% de seus cargos para pessoas com deficiência. Desde então, tornou-se um dos principais instrumentos para ampliar o acesso dessa população ao mercado de trabalho formal, contribuindo para reduzir barreiras e promover maior participação social. No entanto, sua implementação plena ainda enfrenta obstáculos relacionados à fiscalização, à acessibilidade, ao capacitismo e outras formas de exclusão e, sobretudo, à falta de uma política efetiva de Emprego Apoiado que fomente a qualidade dos processos de inclusão e garanta o acesso a todas as pessoas.

Lei de Cotas impulsionou a empregabilidade

Os impactos concretos gerados pela lei são encontrados nos dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Apenas no primeiro semestre de 2025, mais de 63 mil pessoas com deficiência foram contratadas com carteira assinada em todo o país, sendo que mais de 93% dessas admissões ocorreram em empresas obrigadas a cumprir a Lei de Cotas, evidenciando a importância da legislação. Atualmente, cerca de 620 mil pessoas com deficiência possuem vínculo formal de emprego no Brasil. Ainda assim, apenas aproximadamente 54% das vagas que deveriam ser ocupadas por esse público estão preenchidas, demonstrando que milhares de oportunidades previstas em lei permanecem abertas.

Para o Instituto Jô Clemente (IJC), Organização sem fins lucrativos que atua há mais de 65 anos na defesa dos direitos e na promoção da inclusão de pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras, a Lei de Cotas foi responsável por transformar a forma como as empresas passaram a olhar para a contratação de pessoas com deficiência. Agora, o desafio é avançar para uma inclusão efetiva, que contemple também a permanência, o desenvolvimento profissional e a construção de carreiras.

“A Lei de Cotas vem sendo decisiva para ampliar oportunidades e abrir portas para milhares de brasileiros com deficiência. Hoje, no entanto, o desafio deixou de ser apenas contratar. Precisamos, além de cumprir efetivamente as exigências da lei, falar sobre permanência, desenvolvimento de carreira e ambientes verdadeiramente inclusivos. Quando a empresa investe em acessibilidade, prepara suas lideranças e valoriza a diversidade, ela fortalece sua cultura organizacional e ganha profissionais engajados que contribuem para a inovação e para melhores resultados”, destaca Flavio Gonzalez, Coordenador de Inclusão Social do IJC.

Promover a permanência e o crescimento profissional

Garantir a contratação é apenas o primeiro passo para uma inclusão efetiva no mercado de trabalho. A permanência e o desenvolvimento profissional das pessoas com deficiência ainda são impactados por barreiras comportamentais, de crenças e preconceitos, processos seletivos pouco acessíveis, ausência de recursos de acessibilidade, falta de tecnologia assistiva e capacitismo.

Para o Instituto Jô Clemente (IJC), a inclusão só se concretiza quando as pessoas com deficiência encontram condições para desenvolver seu potencial e construir uma trajetória profissional em igualdade de oportunidades. Por meio do Programa IJC Inclui+, o IJC oferece uma assessoria completa para empresas que desejam incluir pessoas com deficiência em seus times. Saiba mais em: Link

“Mais do que cumprir uma exigência legal, investir em inclusão é investir em pessoas. Quando uma empresa cria um ambiente acessível, acolhedor e preparado para a diversidade, ela fortalece sua cultura organizacional, amplia sua capacidade de inovação e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todas as pessoas”, conclui Flávio.

Sobre o Instituto Jô Clemente (IJC)

O Instituto Jô Clemente (IJC) é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que, há 65 anos, promove saúde, qualidade de vida e inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras. O IJC apoia a Defesa de Direitos das pessoas com deficiência; dissemina conhecimento por meio de pesquisas científicas e inovação; fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, além de oferecer assessoria jurídica às famílias das pessoas que atende. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o laboratório do IJC é o maior do Brasil em número de recém-nascidos triados. O Instituto Jô Clemente (IJC) também é um centro de referência no tratamento de doenças detectadas no Teste do Pezinho, como a Fenilcetonúria, Deficiência de Biotinidase e o Hipotireoidismo Congênito. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 5080-7000 ou visite o site do IJC (ijc.org.br), o primeiro do Brasil 100% acessível e com Linguagem Simples. Aproveite para seguir o IJC nas redes sociais.

Fonte https://diariopcd.com.br/lei-de-cotas-completa-35-anos-e-os-desafios-da-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-no-mercado-de-trabalho-continuam/

Postado Pôr Antônio Brito  

 

Seleção Brasileira feminina de vôlei sentado garante vaga em Los Angeles 2028 com vice em Mundial

A Seleção Brasileira feminina de vôlei sentado conquistou o vice-campeonato Mundial nesta sexta-feira, 17. A competição foi disputada em Hangzhou, na China. Com o resultado, o Brasil garantiu vaga nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

Na final, as brasileiras foram derrotadas pelos Estados Unidos por 3 sets a 1 (18/25, 20/25, 26/24 e 10/25). A mineira Janaina Petit, que marcou 16 pontos, a paulista Suellen Dellangelica, com 13, e a paraense Bruna Nascimento, com 9, foram os destaques ofensivos do Brasil na partida.

Durante a campanha no Mundial, a Seleção Brasileira venceu os seis jogos até a decisão sem perder um set sequer – com placares de 3×0 contra China, Ucrânia, Itália, França, Hungria e Tailândia.

Seleção masculina termina em quarto lugar
A Seleção Brasileira masculina também entrou em quadra nesta sexta-feira, na disputa pelo bronze.

A equipe foi derrotada pelo Cazaquistão por 3 sets a 2, com parciais de 25/21, 23/25, 22/25, 25/23 e 10/15, e terminou a competição com o quarto lugar.

O título entre os homens também ficou com a seleção norte-americana, que venceu a Alemanha na final por 3 sets a 2 (25/22, 27/25, 20/25, 20/25 e 15/10).

Confira todos os resultados:

Masculino
Fase de grupos:
Brasil 3×1 Iraque (23/25, 25/18, 25/14 e 25/12).
Brasil 3×1 Cazaquistão (25/20, 24/26, 25/17 e 25/17).
Brasil 3×0 Croácia (25/20, 25/21 e 25/14).

Oitavas:
Brasil 3×0 Japão (25/14, 25/14 e 25/19).

Quartas:
Brasil 3×1 Alemanha (25/14, 23/25, 27/25 e 25/16).

Semifinal:
Brasil 1×3 Bósnia e Herzegovina (20/25, 18/25, 25/23 e 6/10).

3º Lugar:
Brasil 2×3 Cazaquistão (25/21, 23/25, 22/25, 25/23 e 10/15).

Feminino
Fase de grupos:
Brasil 3×0 Tailândia (25/12, 25/7 e 25/9).
Brasil 3×0 Itália (25/19, 25/17 e 25/18).
Brasil 3×0 França (25/12, 25/9 e 25/5).

Oitavas:
Brasil 3×0 Hungria (25/3, 25/9 e 25/11).

Quartas:
Brasil 3×0 Ucrânia (25/21, 25/5 e 25/17).

Semifinal:
Brasil 3×0 China (25/22, 25/19 e 25/13).

Final:
Brasil 1×3 Estados Unidos (18/25, 20/25, 26/24 e 25/10).

Patrocínios
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do vôlei sentado.

Time São Paulo
Os atletas Bruna Nascimento Lima, Daniel Yoshizawa, Gizele Maria da Costa Dias, Luís Fabiano de Oliveira, Janaina Petit Cunha, Marcio Borges dos Santos, Suellen Cristine Dellangelica Lima e Wellington Platini da Silva Anunciação integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-feminina-de-volei-sentado-garante-vaga-em-los-angeles-2028-com-vice-em-mundial/

Postado Pôr Antônio Brito  

DIÁLOGOS NOS TERRITÓRIOS: GESTÃO DO CUIDADO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

 A UNISANTA, em Santos/SP, recebe no dia 16 de julho o evento "Diálogos nos Territórios: Gestão do Cuidado de Pessoas com Deficiência". A programação é voltada ao debate sobre políticas públicas, inclusão e estratégias para qualificar o cuidado e a atenção às pessoas com deficiência.

DIÁLOGOS NOS TERRITÓRIOS: GESTÃO DO CUIDADO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

No dia 16 de julho, no Auditório do Bloco na UNISANTA, em Santos/SP - das 8h às 17h, vai acontecer o evento “Diálogos nos Territórios: Gestão do Cuidado de Pessoas com Deficiência”.

Mais informações e inscrições no link:

https://escoladasaude.vercel.app/login

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=4e8bd1de-2399-453d-9a17-cc4e70a2a9f2

Postado Pôr Antônio Brito

16/07/2026

Pesquisas impulsionam avanços no diagnóstico, na inclusão e qualidade de vida

Pesquisas impulsionam avanços no diagnóstico, na inclusão e qualidade de vida

Estudos mostram como a ciência transforma a vida de pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA), síndrome de Down e Doenças Raras

Como identificar doenças antes dos primeiros sintomas, tornar o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) mais preciso e ampliar a inclusão escolar com o uso da Inteligência Artificial?

Essas questões orientam pesquisas em saúde, educação e genética desenvolvidas pelo Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação (CEPI), do Instituto Jô Clemente (IJC), Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos voltada à promoção da saúde, qualidade de vida e inclusão de pessoas com Deficiência Intelectual, TEA e Doenças Raras.

Com um portfólio robusto, o CEPI se destaca como um dos principais polos de pesquisa aplicada dedicados à Deficiência Intelectual, ao TEA e às Doenças Raras no Brasil. Desde 2012, o Centro já apoiou mais de 60 projetos de pesquisa e é responsável por mais de 130 publicações científicas em periódicos nacionais e internacionais. Somente em 2025, o CEPI manteve 19 pesquisas ativas, com impacto direto de mais de 192 mil bebês triados, 14 mil educadores capacitados e mais de 400 famílias atendidas.

As pesquisas transformam desafios reais em soluções baseadas em evidências, ampliando o acesso ao diagnóstico, qualificando o cuidado e fortalecendo a inclusão, além de contribuir para a formulação de políticas públicas.

“A ciência tem um papel fundamental na transformação da sociedade porque produz conhecimento capaz de orientar decisões e gerar impacto positivo na vida das pessoas. Quando investigamos a realidade de milhares de famílias, criamos soluções que fortalecem o cuidado, promovem inclusão e contribuem para políticas públicas mais efetivas”, afirma Edward Yang, gerente do CEPI do Instituto Jô Clemente (IJC).

Nesta quarta-feira (8), celebra-se o Dia Nacional da Ciência e o Dia Nacional do Pesquisador para homenagear a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), fundada nesta data em 1948, e reconhecer a produção científica nacional e sua relevância para o desenvolvimento do país.

Prêmio Dona Jô Clemente reconhece soluções inovadoras em Educação Inclusiva

Entre as iniciativas de 2026 do IJC está a 1ª edição do Prêmio Dona Jô Clemente – Legado do Saber, que reconhece projetos com potencial de impacto social nas áreas de educação, inclusão e desenvolvimento de pessoas com Deficiência Intelectual e TEA.

Neste ano, foram premiadas iniciativas voltadas à educação inclusiva. O primeiro lugar ficou com o EduEdu Inclusivo: todos podem ler e aprender, plataforma gratuita que personaliza atividades de alfabetização para estudantes com dificuldades de aprendizagem. Em segundo lugar, a Plataforma Mirimim foi reconhecida pelo uso de Inteligência Artificial adaptativa para apoiar o desenvolvimento de crianças neurodivergentes. Já o terceiro lugar foi para o projeto Tecnologia e Capacitação na Inclusão de DI e TEA, que fortalece a formação de professores e o rastreio precoce de transtornos do neurodesenvolvimento.

Projetos estratégicos fortalecem diagnóstico, cuidado e inclusão

Entre os principais projetos desenvolvidos pelo CEPI está o Método de Suporte Familiar, voltado ao fortalecimento da saúde mental, do autocuidado e da rede de apoio de cuidadores de pessoas com TEA.

Também se destaca o Método Custo-Efetivo de Diagnóstico e Intervenções Terapêuticas para o TEA, que reúne evidências científicas para aprimorar o diagnóstico, ampliar o acesso a terapias eficazes e subsidiar políticas públicas.

Na área da educação, o Método de Inclusão Escolar utiliza Inteligência Artificial para desenvolver soluções que favoreçam a aprendizagem e apoiem professores na construção de ambientes mais inclusivos.

Já o projeto de implantação do Sequenciamento Genético de Nova Geração (NGS) busca ampliar o diagnóstico de doenças genéticas relacionadas à Deficiência Intelectual, ao TEA e às Doenças Raras, contribuindo para o avanço da medicina de precisão no Brasil.

Ciência amplia conhecimento e fortalece a assistência

Além dos projetos estratégicos, o CEPI desenvolve pesquisas que ampliam o conhecimento científico e qualificam a assistência em diferentes frentes.

Outra iniciativa integra a Rede Nacional de Doenças Raras, que reúne dados sobre epidemiologia, diagnóstico, tratamento e custos dessas condições, contribuindo para o fortalecimento da rede de atenção e para a formulação de políticas públicas.

Na área da Triagem Neonatal, um estudo-piloto (já concluído) avaliou a implementação do teste para Atrofia Muscular Espinhal (AME) 5q no Estado de São Paulo. A pesquisa busca demonstrar a viabilidade da incorporação do exame em larga escala e, até o momento, já identificou 14 casos da Doença Rara e os pacientes foram encaminhados para tratamento.

“Cada pesquisa representa uma oportunidade de mudar trajetórias. O conhecimento científico não produz impacto apenas quando gera uma descoberta, mas quando essa descoberta chega às pessoas, melhora o cuidado, reduz desigualdades e contribui para construir um futuro mais inclusivo”, conclui Gustavo Schiavo, Coordenador do CEPI, do Instituto Jô Clemente (IJC).

Sobre o Instituto Jô Clemente (IJC)

O Instituto Jô Clemente (IJC) é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que, há 65 anos, promove saúde, qualidade de vida e inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras. O IJC apoia a Defesa de Direitos das pessoas com deficiência; dissemina conhecimento por meio de pesquisas científicas e inovação; fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, além de oferecer assessoria jurídica às famílias das pessoas que atende. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o laboratório do IJC é o maior do Brasil em número de recém-nascidos triados. O Instituto Jô Clemente (IJC) também é um centro de referência no tratamento de doenças detectadas no Teste do Pezinho, como a Fenilcetonúria, Deficiência de Biotinidase e o Hipotireoidismo Congênito. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 5080-7000 ou visite o site do IJC (ijc.org.br), o primeiro do Brasil 100% acessível e com Linguagem Simples. Aproveite para seguir o IJC nas redes sociais.

Fonte https://diariopcd.com.br/pesquisas-impulsionam-avancos-no-diagnostico-na-inclusao-e-qualidade-de-vida/

Postado Pôr Antônio Brito