22/10/2026

Portaria que institui Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência não foi publicada em Diário Oficial

Portaria que institui Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência não foi publicada em Diário Oficial

Anunciada pela ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a iniciativa que busca fortalecer a participação política e a construção de políticas públicas para mulheres com deficiência “será publicada nos DOU nos próximos dias”

A criação do Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência (FNMD) alimenta a expectativa de organizações, ativistas e representantes da sociedade civil que atuam na defesa dos direitos das mulheres com deficiência.

Em nota publicada pela Assessoria de Comunicação do Ministério das Mulheres, “a portaria será publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias”.

Nas redes sociais existem publicações sobre a oficialização da criação do Fórum, fato que agora é comentado em nota oficial pelos Ministérios das Mulheres e dos Direitos Humanos e da Cidadania.

O anúncio sobre a Portaria foi feito na noite da terça-feira, 20, em evento que reuniu integrantes do Setorial PcD do Partido dos Trabalhadores, com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes.

Em março de 2026, o assunto voltou à agenda pública durante o Encontro Nacional de Mulheres com Deficiência – Nossas Vozes, Nossos Direitos, promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em articulação com o Ministério das Mulheres.

Minuta circula, mas publicação oficial não foi localizada

A expectativa pela formalização do Fórum ganhou força com a circulação de uma imagem de documento identificado como Portaria Conjunta nº 3, de 20 de outubro de 2026, que teria como objetivo instituir o Fórum Nacional de Mulheres com Deficiência.

O material consultado, porém, apresenta a identificação “Documento para Assinatura”, vinculada ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Essa indicação, isoladamente, não comprova que o documento tenha sido efetivamente assinado nem que tenha sido publicado oficialmente.

Até o fechamento desta matéria, a consulta realizada não identificou o ato no Diário Oficial da União. Portanto, não é possível afirmar, com base nos registros localizados, que a portaria já tenha sido oficialmente publicada e esteja produzindo efeitos.

Diante da ausência de publicação localizada até quinta-feira (22), permanece a expectativa de que os órgãos responsáveis esclareçam a situação da portaria e informem quando a formalização do Fórum será concluída.

A publicação no Diário Oficial da União permitirá confirmar o texto definitivo do ato e verificar as condições estabelecidas para a instituição e o funcionamento do FNMD.

O Diário PcD continuará acompanhando o tema e atualizará as informações caso a publicação oficial seja identificada ou os ministérios responsáveis apresentem novos esclarecimentos.

De acordo com a Assessoria do Ministério das Mulheres e MDHC, o Fórum tera duração de dois anos, prorrogável por igual período, “e promoverá o diálogo com movimentos, redes, coletivos e organizações de mulheres com deficiência. O objetivo é ampliar a escuta sobre suas realidades, as desigualdades e as diferentes formas de violência e discriminação que enfrentam”.

Fonte: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2026/outubro-defeso-eleitoral/ministerio-das-mulheres-e-mdhc-assinam-portaria-que-institui-o-forum-nacional-de-mulheres-com-deficiencia

Fonte https://diariopcd.com.br/portaria-que-institui-forum-nacional-de-mulheres-com-deficiencia-nao-foi-publicada-em-diario-oficial/

Postado Pôr Antonio Brito 

Brasil disputa Grand Prix de tiro esportivo em Buenos Aires a partir de sábado, 24

O paranaense Marcelo Marton durante competição de tiro esportivo no Rio de Janeiro | Foto: Alexandre Loureiro/CPB

O Brasil disputa neste final de semana, dias 24 e 25 de outubro, o Grand Prix da Argentina de tiro esportivo, em Buenos Aires.

A delegação brasileira é formada por três atletas: a catarinense Jéssica Michalack, o capixaba Bruno Kiefer e o paranaense Marcelo Marton.

Jéssica e Bruno, ao lado do paulista Alexandre Galgani, conquistaram a medalha de bronze por equipes na prova R4 – carabina de ar 10m em pé SH2 (atiradores que requerem suporte para a arma) no Mundial de Lima em 2023, no Peru. Essa foi a primeira medalha brasileira conquistada em um campeonato mundial da modalidade.

Já Marcelo, que compete na classe SH1 (atletas que não requerem suporte para a arma), é medalhista de ouro na prova R1/R2 – carabina de ar 10m em pé nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023.

Os brasileiros chegam à Argentina nesta quinta-feira, 22, e realizam treinos preparatórios na sexta-feira, 23.

A competição na Argentina acontece pouco mais de um mês após o Mundial de Changwon, na Coreia do Sul. Na ocasião, Marcelo obteve a 13ª colocação na prova masculina R1 – carabina de ar 10m em pé, com 618,7 pontos. Já Bruno ficou na 19ª colocação na classificatória da prova R4 – carabina de ar 10m em pé.

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A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-disputa-grand-prix-de-tiro-esportivo-em-buenos-aires-a-partir-de-sabado-24/

Postado Pôr Antonio Brito 

O SINAL DE SOCORRO QUE PODE SALVAR SUA VIDA

As pessoas com deficiência estão entre as mais vulneráveis a ataques e violência no dia a dia, e saber como pedir ajuda pode salvar vidas. Em Curitiba/PR, uma menina de 9 anos conseguiu se salvar de uma tentativa de estupro ao utilizar um sinal de socorro com a mão, dobrando o polegar na palma e fechando os outros quatro dedos sobre ele. Seu primo percebeu o gesto e pediu ajuda a adultos em um posto de combustível. A notícia destaca a importância de ensinar crianças, jovens e adultos com deficiência a fazer o sinal e de orientar a população a reconhecê-lo.

O SINAL DE SOCORRO QUE PODE SALVAR SUA VIDA

As pessoas com deficiência – homens, mulheres ou crianças – estão entre as mais vulneráveis e suscetíveis a sofrerem ataques e violência no dia a dia. E saber como pedir ajuda pode salvar suas vidas. Em Curitiba/PR, por exemplo, uma menina de apenas 9 anos conseguiu se salvar de uma tentativa de estupro ao usar um sinal universal de pedido de socorro com a mão.

Para pedir socorro a menina colocou a mão para trás, dobrou o polegar na palma da mão e fechou os outros 4 dedos por cima dele. O primo dela, que vinha um pouco atrás, viu o gesto, entendeu o recado e correu para pedir ajuda a adultos em um posto de combustível.

Você conhece esse sinal? Sabe de onde ele vem?

Ensinar nossas crianças, jovens e até adultos com deficiência fazer este sinal e também ensinar a toda a população a reconhecer e usar esse sinal de emergência é muito importante para a proteção de todos. Compartilhe essa informação com mais pessoas.

Fonte Fonte Postado Pôr Antonio Brito

Postado Pôr Antonio Brito 

21/10/2026

Reunião do GT34 do CONFAZ debate substituição tributária, regras fiscais e benefícios para pessoas com deficiência na aquisição de veículos

Reunião do GT34 do CONFAZ debate substituição tributária, regras fiscais e benefícios para pessoas com deficiência na aquisição de veículos

GT34, que discute substituição tributária, DIFAL e veículos, tem reunião extraordinária virtual marcada os próximos dias, que antecede a 433ª reunião extraordinária do Conselho. Transição tributária e continuidade das isenções para pessoas com deficiência estão entre as questões que merecem esclarecimento.

A legislação atual prevê benefícios fiscais para a aquisição de veículos por pessoas com deficiência, observados os critérios e limites aplicáveis. No caso do ICMS, o Convênio ICMS nº 38/2012 é uma das normas de referência para a concessão da isenção. Sua prorrogação foi indicada até 31 de dezembro de 2026.

No âmbito federal, a Lei nº 8.989/1995 estabelece a isenção do IPI para determinadas aquisições de veículos por pessoas com deficiência e tem efeitos previstos até 31 de dezembro de 2026. A proximidade desse prazo reforça a necessidade de esclarecimentos sobre a continuidade dos benefícios e sobre como as regras atuais serão articuladas com o novo sistema tributário.

A Lei Complementar nº 214/2025 também prevê alíquotas zero de IBS e CBS para determinadas aquisições de automóveis por pessoas com deficiência e pessoas com transtorno do espectro autista, desde que cumpridos os requisitos legais.

Isso, porém, não dispensa a necessidade de esclarecer critérios, procedimentos e a relação entre os benefícios existentes e o modelo em implantação.

“A demora da Receita Federal e demais órgãos federais em assimir responsabilidades sobre os efeitos da Reforma Tributária aumenta a preocupação entre as pessoas com deficiência. Falta transparência sobre a continuidade dos benefícios, a regulamentação e a aplicação das regras durante a transição”, afirma Abrão Dib, presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência.

O que está em discussão no CONFAZ?

A agenda do GT34 abrange substituição tributária, diferencial de alíquotas (DIFAL) e veículos. Esses temas podem envolver questões relevantes para o mercado automotivo e para a aplicação das normas estaduais.

A reunião de 26 de outubro representa uma oportunidade para acompanhar eventuais encaminhamentos sobre procedimentos fiscais e mudanças que afetem o setor. Também será importante verificar se haverá discussão expressa sobre benefícios para pessoas com deficiência e sobre a adequação das normas estaduais ao novo sistema tributário.

A 433ª Reunião Extraordinária do CONFAZ, prevista para o dia seguinte, poderá trazer novos elementos, conforme a pauta oficial e as decisões divulgadas pelo Conselho. A última reunião ordinária do ano está prevista para 4 de dezembro.

Segurança jurídica é essencial para quem depende da isenção

A aquisição de um veículo pode representar autonomia, mobilidade, acesso ao trabalho, à saúde e à educação para muitas pessoas com deficiência. Por isso, mudanças tributárias que afetem o preço final ou a concessão de benefícios precisam ser acompanhadas de regras claras e comunicação acessível.

“Estaremos acomnhando as reuniões do CONFAZ – que são secretas, para tentar identificar decisões que possam afetar o ICMS e a tributação de veículos. Para as pessoas com deficiência, a expectativa é que a transição tributária seja conduzida sem lacunas de informação, com previsibilidade e respeito aos direitos já assegurados pela legislação”, comentou o presidente da Associação.

A confirmação de eventuais deliberações sobre isenções para pessoas com deficiência dependerá da publicação da pauta detalhada, das atas e dos atos oficiais decorrentes das reuniões.

CRÉDITO/IMAGEM: https://tagdlaw.com.br/

Fonte https://diariopcd.com.br/reuniao-do-gt34-do-confaz-debate-substituicao-tributaria-regras-fiscais-e-beneficios-para-pessoas-com-deficiencia-na-aquisicao-de-veiculos/

Postado Pôr Antonio Brito

Brasil disputa Campeonato Parapan-Americano de tiro com arco em busca de vagas para Lima 2027

Eugênio Franco durante os Jogos Parasul-Americanos 2026 em Valledupar, na Colômbia | Foto: Cris Mattos/CPB

A Seleção Brasileira de tiro com arco disputa, entre os dias 21 e 25 de outubro, o Campeonato Parapan-Americano de 2026, em Lima, no Peru. Ao todo, 16 atletas brasileiros participam da competição, que distribui vagas para os Jogos Parapan-Americanos de 2027, também na capital peruana.

Serão distribuídas 38 vagas para o evento, contabilizando todas as classes. Nas classes open de composto e recurvo (atletas com deficiência em um membro ou ainda em dois membros) serão destinadas nove vagas para os homens e sete para as mulheres, respectivamente. Já na classe W1 (atletas com deficiências graves, em três ou quatro membros), serão três vagas para cada gênero.

As primeiras vagas para as provas de composto e recurvo serão definidas nas disputas de duplas. As outras 14 vagas serão distribuídas de acordo com a classificação individual final das provas que valem medalhas.

Após o Campeonato Parapan-Americano, também serão confirmadas as quatro vagas conquistadas durante os Jogos Parasul-Americanos de 2026, em Valledupar, na Colômbia, além de outras quatro destinadas à região da América Central e do Caribe.

Os países que ainda não tiverem garantido vagas poderão disputar o último evento classificatório, previsto para março de 2027, durante a Hyundai World Archery Para Series, em Fortaleza, no Ceará.

A competição em Lima também contará com disputas nas categorias sub-21 e para atletas com deficiência visual.

O Brasil chega ao torneio após conquistar dez medalhas na Santiago 2026 Hyundai World Archery Para Series, disputada no Chile e encerrada no último domingo, 18. A equipe brasileira subiu ao pódio quatro vezes para receber o ouro, uma para a prata e cinco para o bronze.

Os resultados do Campeonato Parapan-Americano de tiro com arco podem ser acompanhados pelo site oficial da competição.

Confira os brasileiros que disputam a competição:
Recurvo Masculino Open

Thiago Pinheiro Da Silva
Call Brynner

Recurvo Feminino Open
Lindiara Souza Weischung
Fabiola Dergovics

Composto Masculino Open
Reinaldo Vagner Charão Ferreira
Diogo Rodrigues de Sousa Santos

Composto Feminino Open
Helena Nunes De Moraes
Jane Karla Rodrigues Gögel

W1 Masculino
Eugênio Santana Franco
Helcio Luiz Jaime Gomes Perilo

W1 Feminino
Juliana Cristina Ferreira da Silva

V1
Gustavo Mendes De Araujo

Recurvo Masculino Sub-21
Filipe Eduardo Pereira Aguiar

Recurvo Feminino Sub-21
Nathalia Nunes De Carvalho

Composto Masculino Sub-21
Luis Felipe Maia De Freitas

W1 Masculino Sub-21
Gabriel Pires De Lima

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A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-disputa-campeonato-parapan-americano-de-tiro-com-arco-em-busca-de-vagas-para-lima-2027/

Postado Pôr Antonio Brito 

CENTRO TEA PAULISTA QUALIFICA MAIS DE 4,4 MIL SERVIDORES PARA ATENDIMENTO A PESSOAS AUTISTAS

 O Centro TEA Paulista, do Governo de São Paulo, já qualificou 4.455 servidores públicos para o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista. As capacitações ocorreram em 52 turmas, distribuídas por 25 municípios, e abordaram comunicação, acolhimento, identificação de sobrecarga sensorial, manejo de crises e legislação inclusiva. Professores, cuidadores educacionais e policiais militares estão entre os profissionais capacitados, em uma iniciativa voltada à melhoria do atendimento público às pessoas autistas.

CENTRO TEA PAULISTA QUALIFICA MAIS DE 4,4 MIL SERVIDORES PARA ATENDIMENTO A PESSOAS AUTISTAS

O Centro TEA Paulista - do Governo de São Paulo - já qualificou 4.455 servidores públicos para o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). As formações foram realizadas em 52 turmas de 25 municípios e têm como objetivo ampliar a capacidade da rede pública para acolher, orientar e atender pessoas autistas de maneira mais adequada e humanizada.

As capacitações são destinadas a servidores estaduais e municipais e buscam contribuir para a construção de uma rede de atendimento cada vez mais preparada para lidar com diferentes situações envolvendo pessoas autistas. Entre os conteúdos abordados estão estratégias de acolhimento, identificação de sinais de sobrecarga e situações de crise, diferenças entre comportamentos desafiadores típicos e manifestações associadas a condições clínicas, características do transtorno do neurodesenvolvimento e formas adequadas de comunicação.

Professores, cuidadores educacionais e policiais militares estão entre as categorias que já participaram das formações. A abordagem é interdisciplinar e considera aspectos sociais, emocionais, pedagógicos e terapêuticos relacionados ao atendimento de pessoas com TEA.

O conteúdo aborda comunicação com pessoas neurodivergentes, identificação de sinais de sobrecarga sensorial e manejo de situações de crise. Também são apresentados aspectos jurídicos relacionados à proteção de dados sensíveis e à legislação inclusiva, incluindo a Lei Berenice Piana (Lei nº 12.764/2012), a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Lei Romeo Mion (Lei nº 13.977/2020).

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=cd198353-eff3-412c-9621-9843dc327687

Postado Pôr Antonio Brito

20/10/2026

Nunca desistam das pessoas com deficiência: por trás de cada processo, existe uma família lutando para viver

Nunca desistam das pessoas com deficiência: por trás de cada processo, existe uma família lutando para viver - OPINIÃO - * Por Abrão Dib

OPINIÃO

  • * Por Abrão Dib

Faço questão de compartilhar com quem não conseguiu participar da Semana Jurídica “Justiça para todos também significa garantir inclusão, acessibilidade e direitos” realizado pela UNIJORGE, trecho da participação enquanto presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência na noite desta segunda-feira, 19.

Boa tarde a todas e a todos!

Quero começar agradecendo à UNIJORGE pelo convite e, principalmente, pela iniciativa de abrir este espaço para discutir inclusão, acessibilidade e direitos humanos dentro do universo jurídico.

Quando uma instituição de ensino reúne advogados, magistrados, representantes do Ministério Público, pesquisadores, estudantes e organizações da sociedade civil para falar sobre os direitos das pessoas com deficiência, ela faz muito mais do que promover um evento acadêmico.

Ela nos dá a oportunidade de apontar para uma realidade que, muitas vezes, permanece escondida atrás dos números, dos processos, dos artigos de lei e das decisões judiciais.

E é sobre essa realidade que eu gostaria de conversar com vocês hoje.

Falo aqui como presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência, e também enquanto jornalista, que há mais de 30 anos com atuação nessa batalha – por sinal, lembro-me quando as pessoas com deficiência eram tratadas como ‘aleijados’.

Mas, acima de qualquer cargo, falo como alguém que acompanha as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e por suas famílias na tentativa de conseguir algo que deveria ser básico: o direito de viver com dignidade. Falo enquanto uma pessoa monocular – sequelas de diabetes tipo 1.

E quero começar com uma pergunta.

De que adianta um direito existir na lei se uma família precisa entrar na Justiça para conseguir exercê-lo? De que adianta o Brasil ser referência mundial em legislações – como a LBI, se faltam fraldas na rede pública?

Nós temos uma legislação importante. Temos garantias constitucionais, tratados internacionais, a Lei Brasileira de Inclusão e normas que reconhecem direitos fundamentais das pessoas com deficiência.

O Poder Executivo anuncia políticas públicas.

O Poder Legislativo aprova leis.

As instituições apresentam programas, compromissos e planos de inclusão.

Mas, quando chegamos à vida real, encontramos famílias que precisam recorrer ao Judiciário para conseguir fraldas, medicamentos de alto custo, tratamentos, terapias, equipamentos e serviços essenciais.

Em determinadas situações, não estamos falando de conforto.

Não estamos falando de uma vantagem.

Não estamos falando de um benefício extra.

Estamos falando de sobrevivência.

Estamos falando de uma mãe que não sabe como vai conseguir o medicamento de que o filho precisa.

De um pai que não consegue arcar com os custos de um produto indispensável para os cuidados diários.

De uma família que já esgotou seus recursos, procurou os serviços públicos, apresentou documentos, fez solicitações e ouviu negativas.

E, depois de tudo isso, precisa procurar um advogado e perguntar:

“Doutor, existe alguma coisa que a Justiça possa fazer pelo meu filho?”

Pensem no peso dessa pergunta. Deve ser a mesma que muitos de vocês já tiveram que responder. E tantos outros que vão ter que pensar em uma resposta.

Essa família não está procurando uma discussão acadêmica sobre direitos fundamentais.

Ela não tem tempo para esperar que a burocracia reconheça o tamanho da sua urgência.

Ela precisa de uma resposta. Precisa de uma solução.

Precisa que alguém compreenda que o tempo de um processo, para quem espera um medicamento ou um tratamento indispensável, pode ter um significado muito diferente.

É nesse momento que o mundo jurídico deixa de ser apenas uma estrutura de leis e instituições.

Ele passa a ser, para aquela família, uma possibilidade concreta de esperança.

E é por isso que precisamos falar sobre o papel de cada profissional que decide não virar o rosto para essa realidade.

Quero me dirigir aos advogados e às advogadas que recebem uma família aflita, escutam sua história e, muitas vezes, assumem uma batalha que vai muito além dos honorários e das horas dedicadas a um processo.

Quero me dirigir aos promotores e às promotoras de Justiça que compreendem que a defesa de direitos não pode ser apenas uma formalidade.

Aos defensores e defensoras públicas que acolhem pessoas sem condições de pagar por uma representação jurídica e ajudam a transformar uma necessidade em uma demanda legítima.

Aos juízes, desembargadores e ministros que, diante de cada caso, têm a responsabilidade de examinar os fatos, aplicar a lei e decidir com atenção às consequências humanas envolvidas.

E quero me dirigir também aos professores, pesquisadores, estudantes e demais profissionais que trabalham para que o Direito não seja uma linguagem distante da sociedade, mas um instrumento de proteção da dignidade humana.

Eu sei que cada um desses profissionais enfrenta seus próprios desafios.

Existem limites institucionais, excesso de trabalho, recursos escassos, prazos, responsabilidades e decisões complexas.

Não ignoro nada disso.

Mas também sei que, em todo o Brasil, existem profissionais que acolhem as demandas das pessoas com deficiência como se fossem questões de suas próprias famílias.

Há quem doe tempo, conhecimento e trabalho. Há quem atue de forma pro bono.

Há quem se envolva com instituições e organizações sociais, ajudando a enfrentar problemas que, para muitas famílias, parecem impossíveis de resolver sozinhas.

Essas pessoas talvez nem sempre saibam a dimensão do que fizeram – e do que fazem.

Talvez, para o profissional, tenha sido uma petição, uma audiência, uma orientação ou uma decisão.

Mas, para uma família, aquela atuação pode ter significado a continuidade de um tratamento, o acesso a um medicamento ou a possibilidade de oferecer ao filho os cuidados de que ele precisava.

O que, para o processo, pode ser um ato profissional, para uma família pode representar a diferença entre o desespero e a esperança.

Por isso, hoje, quero agradecer.

Quero agradecer aos profissionais que não enxergam apenas um número de processo, mas reconhecem a pessoa que existe por trás dele.

Quero agradecer àqueles que não tratam a deficiência como um problema individual da pessoa ou de sua família, mas compreendem as barreiras sociais, econômicas e institucionais que dificultam o exercício dos direitos.

Quero agradecer a quem entende que uma família não deveria precisar implorar por aquilo que a legislação já reconhece como direito.

E quero parabenizar a UNIJORGE por promover um encontro que nos permite fazer essa reflexão.

Porque eventos como este são importantes justamente por aproximarem o conhecimento jurídico da realidade vivida pelas pessoas.

Mas existe algo que eu gostaria de pedir a todos vocês.

Por favor, não desistam dessas pessoas.

Não desistam quando a demanda parecer pequena diante da quantidade de processos que vocês têm para analisar.

Não desistam quando a família chegar cansada, confusa, sem saber explicar todos os detalhes jurídicos da situação.

Não desistam quando a pessoa com deficiência não conseguir se comunicar da maneira que vocês estão acostumados.

Não desistam quando houver barreiras de acessibilidade, dificuldades econômicas ou uma longa história de negativas e frustrações.

Às vezes, a pessoa que chega ao sistema de Justiça já perdeu muito antes mesmo de protocolar sua demanda.

Perdeu a dignidade.

Perdeu tempo, oportunidades, recursos financeiros e, em alguns casos, a confiança de que alguém vai ouvi-la.

É preciso que ela encontre profissionais dispostos a escutar.

Isso não significa prometer que toda demanda terá uma decisão favorável.

Significa garantir que cada situação seja examinada com seriedade, que os direitos sejam considerados e que ninguém seja tratado como menos importante por causa de sua deficiência, de sua condição econômica ou de sua dificuldade em acessar as instituições.

A Justiça não pode ser uma promessa distante para quem mais precisa dela.

E há outro ponto que considero essencial: não podemos aceitar que o Judiciário seja sempre a última porta disponível para conseguir aquilo que deveria ser assegurado pelas políticas públicas.

A atuação judicial é indispensável em muitas situações, mas o ideal é que as pessoas não precisem judicializar o acesso a itens básicos, tratamentos e serviços essenciais.

Precisamos de políticas públicas efetivas, de orçamento, de planejamento, de serviços acessíveis e de instituições que cumpram suas responsabilidades.

Precisamos que os direitos saiam das páginas da legislação e cheguem à vida cotidiana.

Precisamos de menos discursos e mais comprometimento.

Enquanto isso não acontece em todas as situações, sabemos que muitas famílias continuarão buscando orientação e proteção no sistema de Justiça.

E é por isso que a responsabilidade de vocês é tão importante.

Aos profissionais que atuam nessa área, deixo também um pedido: ouçam as pessoas com deficiência.

Ouçam suas famílias. Permitam que elas participem das decisões que afetam suas próprias vidas.

Não falem apenas sobre nós. Não decidam sempre por nós sem nos ouvir.

A experiência de quem enfrenta diariamente as barreiras da deficiência precisa fazer parte da construção das respostas jurídicas e institucionais.

Na ANAPcD, defendemos que a participação das pessoas com deficiência não seja apenas simbólica.

Queremos contribuir, apresentar demandas, questionar omissões e colaborar para que os direitos sejam efetivamente respeitados.

E sabemos que essa transformação exige a participação de todos: sociedade civil, instituições públicas, universidades e profissionais do Direito.

Quero terminar retomando a pergunta que fiz no início.

De que adianta um direito existir na lei se uma família precisa entrar na Justiça para conseguir exercê-lo?

A resposta é que precisamos continuar trabalhando para que essa distância entre a lei e a vida diminua até deixar de ser uma realidade cotidiana.

Mas, enquanto houver uma família procurando ajuda, enquanto houver uma pessoa com deficiência esperando pelo reconhecimento de um direito, enquanto houver alguém que não consiga acessar aquilo de que necessita para viver com dignidade, nós precisaremos de profissionais comprometidos com a Justiça.

Profissionais que saibam que, do outro lado do processo, há uma vida que não pode ser reduzida a um documento.

Por isso, em nome da ANAPcD, deixo meu respeito, meu reconhecimento e minha gratidão a todos os que colocam seu conhecimento a serviço da dignidade humana.

E deixo, sobretudo, este apelo:

Nunca desistam das pessoas com deficiência.

Nunca desistam de uma família porque o caminho é difícil.

Nunca permitam que a rotina dos processos apague a urgência de quem está esperando por uma resposta.

Porque, quando uma família procura a Justiça para garantir que seu filho tenha condições de viver, ela não está pedindo um privilégio.

Está pedindo que um direito seja respeitado.

E nenhuma sociedade pode se considerar verdadeiramente justa enquanto tantas pessoas ainda precisam lutar tanto para ter acesso ao mínimo necessário para viver.

Muito obrigado!

  • Abrão Dib é jornalista profissional diplomado, editor do Diário PcD e Presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência

Fonte https://diariopcd.com.br/nunca-desistam-das-pessoas-com-deficiencia-por-tras-de-cada-processo-existe-uma-familia-lutando-para-viver/

Postado Pôr Antonio Brito

Atletas formados pela Escolinha do CPB obtêm quatro ouros no Brasileiro de badminton

Arthur Dias durante os Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2256 | Foto: Carol Coelho/CPB

Atletas formados pela Escola Paralímpica de Esportes do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) conquistaram quatro medalhas de ouro no Campeonato Brasileiro de badminton, disputado em Aracaju (SE), de 14 a 18 de outubro. A competição foi realizada em paralelo ao Campeonato Brasileiro Diego Mota (para atletas sub-23), com 198 atletas no total em partidas no Ginásio Poliesportivo Constâncio Vieira.

Os títulos dos atletas formados pelo projeto de iniciação esportiva gratuita para jovens de até 17 anos vieram com os paulistas Arthur Terencio Dias, Vinícius de Oliveira Costa e David Souza Lima.

Arthur Terencio Dias foi o campeão da classe WH1 (cadeirantes) ao vencer na final Marcelo Alves Conceição por 2 sets a 0, com parciais de 15/6 e 15/13.

O paulista Vinícius de Oliveira Costa foi ouro duas vezes. Nas duplas mistas SH6 (baixa estatura), ele chegou ao topo do pódio ao lado de Kauyne Luz. A parceria venceu Rennê Leite Carmo de Souza e Maria Eduarda de Castro Leite Souza por 2 sets a 0 (15/7 e 15/4).

Na decisão de duplas masculinas da mesma classe, Vinicius esteve ao lado de Dheyvid Almeida na conquista do título. Na final, eles venceram Faltino Saraiva Damasceno e Matheus Pereira Gomes por 15/5 e 15/6.

O quarto ouro veio com David Souza Lima conquistou as duplas masculinas SU5 ao lado de João Carbajal com vitória por 2 sets a 0 (15/3 e 15/13) sobre Genivaldo Duarte da Silva e Leandro Koiti Araújo Okumura..

Vitor Tavares conquista o ouro
Vinicius de Oliveira também chegou à final individual da classe SH6, mas foi derrotado por https://cpb.org.br/atletas/vitor-goncalves-tavares/, medalhista de bronze dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, e atual primeiro colocado no ranking mundial. A final foi decidida por 2 sets a 0, com parciais de 15/4 e 15/12.

Vitor vem de uma sequência de pódios na Ásia. Em setembro, ele foi ouro no Internacional da China, em Pequin, e prata no Internacional do Japão, em Tóquio.

Chaves femininas
Nas disputas femininas, a paraibana Ana Gomes Pereira conquistou o título da classe WH1 ao superar Milani Maria Silva Gomes por 2 sets a 0 (15/12 e 15/6).

Na classe SL3, a paranaense Kauana Beckenkamp derrotou Adriane Spinetti Avila por 2 sets a 0 (15/6 e 15/4). A classe SL4 terminou com o título da paranaense Edvarda de Oliveira Dias, que venceu Elizete Aldarina de Oliveira por 15/3 e 15/3.

Confira os atletas vencedores do Campeonato Brasileiro:

Individual masculino
Vitor Tavares – SH6
Arthur Terencio – WH1
Victor Rocha – WH2
Kaique Rocha – SL3
Frederico Delman – SL4
João Carbajal – SU5

Individual feminino
Ana Gomes – WH1
Maria Fernanda Alves – WH2
Kauana Beckenkamp – SL3
Edvarda Dias – SL4
Maisa Felix – SI

Duplas Masculinas
Dheyvid Almeida e Vinicius Costa – Duplas SH6
Julio Godoy e Marcelo Conceição – Duplas WH1/WH2
José Kauer e Kaique Rocha – Duplas SL3/SU5
David Lima e João Carbajal – Duplas SU5

Duplas Femininas
Daniele Tôrres Souza e Maiara Almeida da Silva De Oliveira – Duplas WH1/WH2
Kauana Michelson Beckenkamp e Mikaela da Costa Almeida – Duplas SL3/SU5

Duplas mistas
Vinicius Costa e “Kauyne Luz – Duplas SH6
Yuki Rodrigues e Kauana Beckenkamp – Duplas SL3/SU5
Maxwell Barros e Maria Fernanda Alves – Duplas WH1/WH2

Patrocínio
As LOTERIAS CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do badminton.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Ana Gomes e Vitor Tavares são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
O atleta Vinicius de Oliveira Costa integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte Fonte Postado Pôr Antonio Brito

Postado Pôr Antonio Brito 

IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PORTUGAL REÚNE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E HISTÓRIAS DE VIDA EM PROL DA POLIOMIELITE E DAS DOENÇAS RARAS

O IV Simpósio Internacional de Portugal será realizado on-line nos dias 24 e 25 de outubro de 2026, com participação gratuita e certificação de presença. Organizado pela APPRAROS e pela Revista SPPólio Informação, o evento reunirá especialistas, profissionais da saúde, pesquisadores, pessoas com deficiência, familiares e cuidadores para discutir a poliomielite, a Síndrome Pós-Poliomielite e outras doenças raras. A programação também inclui a 4.ª Conferência Internacional dos Amigos Raros, dedicada à valorização das experiências de quem convive com essas condições. A transmissão será pelo YouTube, no canal https://www.youtube.com/@sppolioinformacao.

IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PORTUGAL REÚNE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E HISTÓRIAS DE VIDA EM PROL DA POLIOMIELITE E DAS DOENÇAS RARAS

O evento internacional é GRATUITO e online e acontece nos dias 24 e 25 de outubro de 2026, promovendo o diálogo entre especialistas, profissionais de saúde, pessoas com deficiência e a sociedade. O IV Simpósio Internacional de Portugal (IV SIP) é uma iniciativa da APPRAROS – Associação Portuguesa de Poliomielite e Doenças Raras, em conjunto com a Revista SPPólio Informação. E tem como tema este ano: “Um Olhar Transdisciplinar e Inovações Tecnológicas Transmutando Vidas na Poliomielite e Doenças Raras” - “Onde a Ciência Toca a Alma: A vida é agora!” O Simpósio assinala o Dia Mundial de Combate à Poliomielite e propõe um espaço internacional de partilha de conhecimentos científicos, experiências e reflexões sobre os desafios enfrentados pelas pessoas que vivem com sequelas da Poliomielite, Síndrome Pós-Poliomielite e outras Doenças Raras.

A programação reúne médicos, investigadores, terapeutas, profissionais de reabilitação e convidados de diferentes áreas do conhecimento, promovendo uma abordagem transdisciplinar sobre saúde, qualidade de vida, acessibilidade, autonomia e inclusão.

O encontro também abre espaço para depoimentos e experiências de vida, reconhecendo que, para além dos diagnósticos, existem pessoas, famílias e histórias que precisam de ser ouvidas.

A programação contempla ainda a 4.ª Conferência Internacional dos Amigos Raros – “A Fala dos Raros”, um espaço dedicado à expressão e à valorização das experiências de quem convive com estas condições.

SERVIÇO Evento: IV Simpósio Internacional de Portugal – IV SIP Data: 24 e 25 de outubro de 2026 Formato: On-line Participação: Gratuita Com certificação de presença Transmissão: YouTube Organização: APPRAROS e Revista SPPólio Informação Público: Pessoas com deficiência, pacientes, familiares, cuidadores, profissionais de saúde, investigadores e sociedade em geral.

PARA ASSISTIR, ACESSE: https://www.youtube.com/@sppolioinformacao OU NO INSTAGRAM https://www.instagram.com/simposiopolioraros

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=a852af7f-7a7f-442d-b309-435d09e6b304

Postado Pôr Antonio Brito 

19/10/2026

A vereadora maria nelly apresentará o projeto de lei no Município de Tabira-PE o Dia Municipal da Mulher com Deficiência em homenagem à Sra. Maria Madalena dos Santos Lopes.

Será apresentado próxima segunda-feira 26/10/2026.

 PROJETO DE LEI No _/2026 o Dia Municipal da Mulher com Deficiência - 

Lei Maria Madalena dos Santos Lopes no Município de Tabira-PE. A CÂMARA MUNICIPAL DE TABIRA aprova:Art. 1o - Fica instituído no Município de Tabira-PE o Dia Municipal da Mulher com Deficiência em homenagem à Sra. Maria Madalena dos Santos Lopes.Art. 2o - A comemoração ocorrerá anualmente no dia 08 de março, data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher e o aniversário da homenageada.Art. 3o - Esta data fica incluída no Calendário Oficial do Município.Art. 4o - Na semana alusiva à data, o Poder Público poderá promover ações de conscientização, acessibilidade e valorização da mulher com deficiência.*JUSTIFICATIVA*A homenageada, Maria Madalena dos Santos Lopes, mulher, mãe e cadeirante, que nasceu com paralisia infantil, é um símbolo vivo de resistência. Sua trajetória de vida, marcada pela superação diária das barreiras físicas e sociais, inspira toda Tabira.Este projeto, de autoria da Vereadora Maria Nelly Sampaio, busca dar visibilidade à dupla luta enfrentada pela mulher com deficiência e transformar a história de Maria Madalena em legado para as futuras gerações.

                                              Autora: Vereadora MARIA NELLY SAMPAIO

Obrigado Amiga, foi muito bom participar da sua Formatura.
ANTÔNIO BRITO 
                                                     Fonte Postado Pôr Antonio Brito