12/02/2026

Sociedade fluminense se despede de Tânia Rodrigues, fundadora da ANDEF e ativista da causa das pessoas com deficiência

Sociedade fluminense se despede de Tânia Rodrigues, fundadora da ANDEF e ativista da causa das Pessoas com Deficiência

Na manhã desta quarta-feira, 11, foi comunicado pela família o falecimento de Tânia Rodrigues, ex-Deputada Estadual pelo RJ e fundadora da ANDEF – Associação Niteroiense de Deficientes Físicos. Tânia era médica por formação e ativista da causa das PcD

Pelas redes sociais, o filho Gustavo Carvalho comunicou o falecimento da mãe.

“É muito triste ter que dizer adeus para alguém que a gente ama tanto. Minha mãe foi uma pessoa espetacular que sempre pautou a sua vida por ajudar na melhoria da qualidade de vida de outras pessoas com deficiência. Para não sofrer preconceitos, em uma época onde a pessoa com deficiência era considerada “incapacitada”, ela simplesmente escolheu ser a melhor no que fazia. Passou para a Universidade Federal Fluminense para cursar e se formar em medicina. Criou a Andef, em 1981, sendo uma das mais renomadas entidades de pessoas com deficiência do Brasil. Foi vereadora, deputada estadual, secretaria de acessibilidade e fez de Niterói uma das cidades mais acessíveis do Brasil. Ela se dedicou a vida inteira para construção, evolução e transformação do movimento de luta das pessoas com deficiência, com diversas leis que beneficiam milhões de pessoas. Lei do Cão-Guia, Lei de reserva de vagas para pessoas com deficiência em universidades, Lei da obrigatoriedade do cinto de segurança… foram incontáveis conquistas. Minha mãe foi também médica das delegações brasileiras nos Jogos Paralímpicos de Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Sydney 2000 e se dedicou a cuidar dos nossos atletas paralímpicos. A gratidão por tudo que ela fez para milhares de pessoas com deficiência é eterna. O amor, a paixão, a fidelidade, a empatia dela moldaram a minha personalidade e de todos ao seu redor”.

Prefeitura de Niterói decretará luto oficial de três dias pelo falecimento de Tânia Regina Pereira Rodrigues, referência histórica na defesa dos direitos das pessoas com deficiência. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (11) pelo prefeito Rodrigo Neves.

Geraldo Nogueira, Superintendente de Políticas Inclusivas do RJ e Diretor PcD – OABRJ, afirmou que “hoje é um dia triste para o movimento de pessoas com deficiência. Faleceu nessa madrugada a Dra. Tânia Rodrigues, fundadora da ANDEF – Associação Niteroiense de Deficientes Físicos. Sua vida foi marcada pela luta, mas também por um legado imenso de dignidade, amor e coragem. Que sua memória siga como luz, exemplo e incentivo para todos nós”.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Niterói lamentou o falecimento da Dra. Tânia Regina Pereira Rodrigues, médica neurologista, subsecretária da Coordenadoria de Acessibilidade da Prefeitura de Niterói, fundadora da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), além de incansável defensora dos direitos da pessoa com deficiência.

Tânia Rodrigues foi vereadora de Niteróideputada estadual e fundadora da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), entidade que se tornou uma das maiores organizações do país voltadas à inclusão.

Sua atuação política foi marcada pela defesa permanente da acessibilidade, da cidadania e da participação das pessoas com deficiência na vida social e profissional do Estado do Rio de Janeiro.

Além do trabalho em Niterói, Tânia integrou conselhos e instituições nacionais ligadas à pauta da inclusão e teve papel relevante no fortalecimento do movimento das pessoas com deficiência no estado.

À frente da ANDEF, apoiou projetos que impulsionaram o esporte paralímpico, colaborando com iniciativas que ajudaram no início das atividades do Comitê Paralímpico Brasileiro, abrindo caminho para atletas e paratletas de todo o país.

Autoridades, movimentos sociais e instituições destacaram a importância de sua trajetória para a construção de políticas públicas inclusivas. O decreto de luto oficial reforça o reconhecimento do município à mulher que transformou a realidade de milhares de famílias.

Tânia Rodrigues deixa um legado que ultrapassa gerações e consolida Niterói como referência nacional em direitos das pessoas com deficiência.

Fonte: https://cidadedeniteroi.com/

Fonte https://diariopcd.com.br/sociedade-fluminense-se-despede-de-tania-rodrigues-fundadora-da-andef-e-ativista-da-causa-das-pcd/

Postado Pôr Antônio Brito

Seleção Brasileira de rúgbi em cadeira de rodas viaja à Dinamarca para primeiro torneio de 2026

Atletas da Seleção Brasileira de rúgbi em cadeira de rodas após partida no CT Paralímpico | Foto: Alessandra Cabral/CPB

A Seleção Brasileira de rúgbi em cadeira de rodas embarca nesta quinta-feira, 12, rumo à Dinamarca, onde disputa o primeiro torneio da temporada, a Musholm Cup. A disputa acontece de 16 a 18 de fevereiro, na cidade de Korsor, e contará com mais três países: Canadá, Colômbia e os dinamarqueses, donos da casa.

A lista de convocados do Brasil tem 12 atletas e conta com algumas novidades, como Guilherme Benevides, atleta da classe 3.0 do MSB Quad Rugby (SP), Leonardo Pacca, 0.5, e Ruth Borges, 1.0, ambos do Gigantes (SP). Em 2026, eles integram o Programa Nacional de Rugby em Cadeira de Rodas, que tem ao todo 24 atletas.

Atletas com trajetórias consolidadas também estão na lista, como Gabriel Feitosa, Julio Braz e Lucas Junqueira, pilares da Seleção Brasileira nos últimos anos.

Para o treinador Benoit Labrecque, o torneio em solo dinamarquês serve para testar novas formações e observar jogadores, pensando na continuidade da temporada, que tem como principal compromisso a disputa do Campeonato Mundial, em agosto, que será realizado em São Paulo (SP), no Centro de Treinamento Paralímpico.

“Esse torneio nos permitirá classificar os novos jogadores que temos no Programa Nacional e dar-lhes a oportunidade de mostrar o nível de jogo diante de algumas das melhores equipes do mundo. Será também uma espécie de avaliação dos veteranos para vermos a evolução desde o ano passado”, explicou Benoit.

Na Musholm Cup, Brasil, Canadá, Dinamarca e Colômbia jogam entre si em turno único na fase de classificação, totalizando três partidas para cada. Em seguida, as equipes disputam as semifinais, com o primeiro colocado enfrentando o quarto, enquanto o segundo colocado enfrenta o terceiro. Os perdedores disputam a medalha de bronze, enquanto os vencedores fazem a grande final.

Campeonato Mundial 2026

Em 2026, pela primeira vez na história, o Campeonato Mundial de rúgbi em cadeira de rodas será realizado no Brasil. O palco da disputa será o Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo (SP), que recebe as 12 melhores seleções do planeta entre os dias 15 e 24 de agosto.

Nove equipes já estão classificadas. Além do Brasil, país-sede, estão assegurados Austrália, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Japão e Estados Unidos. As últimas três vagas serão disputadas no Torneio Qualificatório que será realizado em Medellín, na Colômbia, entre 12 e 24 de abril.

Confira a agenda do Brasil na Musholm Cup 2026:

16/02 (segunda-feira)
05h00 – Brasil x Canadá
10h30 – Colômbia x Brasil

17/02 (terça-feira)
05h00 – Dinamarca x Brasil
10h30 – Semifinal – 1º colocado x 4º colocado
12h30 – Semifinal – 2º colocado x 3º colocado

18/02 (quarta-feira)
06h00 – Disputa de bronze
09h00 – Final

*Horário de Brasília

Conheça os atletas convocados:

Lucas Junqueira (0.5) – Ronins (SP)
Leonardo Pacca da Silva (0.5) – Gigantes (SP)
Antônio Carlos Martins Braga (1.0) – Santer Vikings (RJ)
Ruth Borges (1.0) – Gigantes (SP)
Guilherme Figueiredo Camargo (1.5) – Minas Quad Rugby (MG)
Davidson Daniel Oliveira Alves (2.0) – BSB Quad Rugby (DF)
Victor Luis Costa Caldeira (2.0) – Santer Vikings (RJ)
Rodolfo Fernando Polidoro (2.5) – Gigantes (SP)
Alexandre Vitor Giuriato (3.0) – Gigantes (SP)
Guilherme Benevides Teixeira (3.0) – MSB Quad Rugby (SP)
Gabriel Feitosa de Lima (3.5) – IREFES (ES)
Julio Cezar Braz da Rocha (3.5) – Santer Vikings (RJ)

*Com informações da Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABCR).

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do rúgbi em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-rugbi-em-cadeira-de-rodas-viaja-a-dinamarca-para-primeiro-torneio-de-2026/

Postado Pôr Antônio Brito 

Jovem com doença rara passa em Direito na UFPR e luta pela inclusão de PCD

Charleston Júnior, 21 anos, com Distrofia Muscular de Duchenne, foi aprovado em Direito na UFPR. Ele pretende ajudar PcD a defenderem seus direitos, seguindo os passos da mãe advogada.

Jovem com doença rara passa em Direito na UFPR e luta pela inclusão de PCD

As suas limitações físicas não foram o suficientes para segurar os sonhos de Charleston Júnior, de 21 anos. Ele foi aprovado no curso de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR). E o futuro advogado pretende ajudar as PcD a lutarem e defenderem os direitos que têm.

Júnior foi diagnosticado com Distrofia Muscular de Duchenne, e começou a apresentar sinais da doença entre os 5 e 6 anos de idade, quando surgiram as primeiras dificuldades motoras, com quedas frequentes, fraqueza muscular e dificuldade para subir escadas e correr. A Duchenne leva à perda de força progressiva ao longo dos anos. Com 10 anos, Júnior perdeu a capacidade de andar e passou a utilizar cadeira de rodas.

Após a conclusão do Ensino Médio Técnico, ele começou a cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas, no Instituto Federal do Paraná (IFPR). Porém, em julho de 2024, passou 22 dias internado em uma UTI, por conta da progressão da doença. Foi depois disso que ele decidiu seguir os passos da mãe, que também é advogada. Ele fez o vestibular para direito e passou em 2025.

Sua mãe se formou em Direito justamente por enfrentar, ao lado do filho, as dificuldades impostas pela deficiência. Ela não queria mais depender de terceiros na luta diária por dignidade e acesso aos tratamentos. E agora, Charleston decidiu seguir o mesmo caminho da mãe.

Ansioso para começar logo, Charleston Júnior visitou, junto com a mãe, o prédio histórico da UFPR, que sedia o curso de Direito. A visita serviu para ver como é a acessibilidade da universidade e qual será a assistência necessária para o estudante.

No Vestibular 2026, 54 pessoas com deficiência foram aprovadas na UFPR. A universidade tem por hábito entrar em contato com todos os calouros com deficiência e agenda com eles para entender quais são as necessidades de cada estudante e o que eles podem precisar no decorrer do curso.

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=d64473f2-3797-4014-b8b9-4713f12314bf
 
Postado Pôr Antônio Brito 

Evento de aniversário do Espaço da Cidadania será transmitido AO VIVO pelo YouTube

Evento de aniversário do Espaço da Cidadania será transmitido AO VIVO pelo YouTube


Evento de comemoração aos 25 anos do Espaço da Cidadania será nesta quinta-feira, 12, em Osasco/SP. Durante o evento será divulgada a Carta dos 25 anos de inclusão, diálogo e atitude.

Solenidade será transmitida pelo  YouTube do Diário PcD e pelo link

https://www.youtube.com/watch?v=k03NRbrX9Gg&source_ve_path=NzY3NTg&embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fdiariopcd.com.br%2F 

A sociedade brasileira participa – presencialmente e virtualmente, da celebração dos 25 anos de atuação do Espaço da Cidadania, um marco que reafirma o compromisso coletivo em acelerar a inclusão de pessoas com deficiência no mundo do trabalho.

A atuação do órgão começou em fevereiro de 2001 com o objetivo de estimular o debate sobre políticas públicas voltadas para a igualdade de oportunidades, fruto de parceria inicial entre o Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e o, na época, vereador Carlos Clemente, também dirigente sindical, que rapidamente foi ampliando seu campo de atuação nas questões relacionadas à inclusão social das pessoas com deficiência em todo o Brasil.

Para Gilberto Almazan, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, “será um momento importante, porque celebrar os 25 anos do Espaço da Cidadania é celebrar uma construção coletiva que dá certo. Desde o início, esse trabalho em rede mostrou que só com diálogo, articulação e compromisso social é possível transformar a realidade. E esta ação foi e é fundamental pelo cumprimento da Lei de Cotas nas metalúrgicas de Osasco e região”.

De acordo com Clemente, “o encontro comemorativo reúne os principais parceiros que, ao longo dessa trajetória, constroem, acreditam e vibram conosco diante das conquistas alcançadas e dos desafios superados”

A programação contará com a participação de entidades sindicais, empresas, representantes do poder público, especialistas, instituições especializadas, pessoas com deficiência e familiares, todos comprometidos com o fortalecimento das políticas de inclusão, com destaque para o respeito e a efetivação da Lei de Cotas.

Para o jornalista Abrão Dib – editor do Diário PcD “o Espaço da Cidadania tem desempenhado um papel significativo na promoção da inclusão e empregabilidade para pessoas com deficiência no Brasil, especialmente em relação à Lei de Cotas (Lei 8.213/1991), que determina que empresas com 100 ou mais empregados devem reservar uma percentagem de postos de trabalho para PcD”.

“Buscamos manter algumas conquistas no decorrers desses 25 anos, como o aumento da inclusão no Mercado de Trabalho, capacitação e formação; apoio às empresas e entidades sindicais; conscientização e sensibilização e fortalecimento dos órgãos de fiscalização”, afirma o Coordenador do Espaço da Cidadania.

COBERTURA ESPECIAL

O Diário PcD estará transmitindo o evento AO VIVO – pelo canal do YouTube do Diário PcD.

Serviço:

25 anos do Espaço da Cidadania

Data: 12 de fevereiro
Horário: das 9h00 às 11h30
Local: Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região
Rua Erasmo Braga, 307 – Presidente Altino – Osasco/SP

https://www.ecidadania.org.br

Para participar presencialmente, é necessário realizar inscrição prévia pelo link:
https://forms.gle/eSMmxHZkoZoC2Crk9

Tel.: (11) 3685-0915 – e-mail: ecidadania@ecidadania.org.br

Acessibilidade: O evento contará com intérprete de LIBRAS. Haverá vagas na garagem do prédio destinadas a participantes com dificuldade de locomoção, mediante aviso prévio.


Contato: Leandro Vital | ecidadania@ecidadania.org.br

Fonte https://diariopcd.com.br/evento-de-aniversario-do-espaco-da-cidadania-sera-transmitido-ao-vivo-pelo-youtube/

Postado Pôr Antônio Brito 

11/02/2026

Início das atividades de 2026 da ADD teve evento inclusivo no Parque Villa-Lobos na capital paulista

Início das atividades de 2026 da ADD teve evento inclusivo no Parque Villa-Lobos na capital paulista 

A Associação reuniu alunos e familiares para uma manhã de inclusão e integração

Associação Desportiva para Deficientes (ADD) realizou no último sábado, 31 de janeiro, a abertura oficial de seu calendário de atividades para 2026. O encontro reuniu alunos dos projetos Iniciação ao Esporte Adaptado IV e Formando Campeões III, promovendo uma manhã de integração entre atletas, familiares e voluntários por meio do esporte adaptado.

Viabilizado pela Lei de Incentivo ao Esporte, o encontro reforça a parceria estratégica com o Bank of America, uma das instituições que sustentam a infraestrutura e o corpo técnico especializado necessário para o desenvolvimento dos alunos e atletas. Durante a manhã, os participantes puderam vivenciar diversas atividades esportivas adaptadas, reforçando o papel do esporte como fator fundamental para o desenvolvimento da autonomia de crianças, jovens e adultos com deficiência atendidos pelo projeto.

Para além do esporte, o evento promoveu um piquenique coletivo e uma caminhada pelo parque, integrando alunos, familiares e voluntários. O momento de descontração complementou as atividades da manhã, permitindo uma maior proximidade entre os participantes e aqueles que acompanham os projetos realizados pela associação.

“O evento no Villa-Lobos é uma oportunidade de mostrar como o trabalho da ADD transforma a realidade de tantas crianças, jovens e adultos. O esporte é a nossa porta de entrada para gerar confiança e independência na vida de cada um, e o apoio institucional que recebemos é o que garante a continuidade desse atendimento gratuito e de alta qualidade”, afirmou Eliane Miada, fundadora e presidente do Conselho da ADD, que acompanhou as atividades no parque.

Completando 30 anos de atuação, a ADD segue agora com seu cronograma de treinos e aulas regulares, consolidando sua posição como referência no paradesporto brasileiro, desde as categorias de base até o alto rendimento.

Sobre a ADD

A Associação Desportiva para Deficientes (ADD), fundada em 1996 por Steven Dubner e Eliane Miada, promove a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência por meio do esporte, desde a iniciação até o alto rendimento. Entre suas principais modalidades estão o atletismo, basquete em cadeira de rodas (com a equipe multicampeã ADD Magic Hands), bocha paralímpica e vôlei sentado. Com quase três décadas de atuação, a ADD já atendeu mais de 14 mil pessoas, conta com cerca de 300 voluntários por ano, realizou mais de 5 mil palestras e impactou cerca de 2 milhões de pessoas com seus programas. Para doar e apoiar nossos atletas, acesse: https://add.org.br/

CRÉDITO/FOTO: Divulgação/ ADD

Fonte https://diariopcd.com.br/inicio-das-atividades-de-2026-da-add-teve-evento-inclusivo-no-parque-villa-lobos-na-capital-paulista/

Postado Pôr Antônio Brito 

A doença não é ponto final, é oportunidade de crescimento

A doença não é ponto final, é oportunidade de crescimento - OPINIÃO - Por Pe. Rafael Vitto

OPINIÃO

  • * Por Pe. Rafael Vitto

Querido leitor, estamos recordando o dia mundial do enfermo, neste dia 11 de fevereiro. Essa data foi instituída pelo Papa João Paulo II para recordar e nos fazer pensar na necessidade do cuidado e atenção com todos os enfermos do mundo. A enfermidade é algo próprio da natureza humana, ora ou outra estamos ou estaremos doentes e ninguém pode escapar disso.

Mas acima de tudo, percebemos que o próprio Jesus tinha um olhar atento a essa condição de fraqueza e limitação. Jesus pede que cuidemos de cada enfermo, mistério da redenção divina. No próprio Evangelho de São Mateus, Jesus apresenta o juízo final como uma avaliação daqueles que se aproximaram dos enfermos, dizendo: “Eu estava enfermo e cuidaste de mim”. O texto segue com o questionamento dos justos: “quando foi que estava enfermo?” E Jesus afirma: “O que foi feito àquele pequenino foi a mim que o fizeste” (Cf. Mt 25, 35-40).

Diante dessa realidade, percebemos que no enfermo está um mistério da presença escondida de Jesus, um Jesus sofredor, esquecido, enfraquecido. Tudo que fazemos aos doentes fazemos ao próprio Deus. Fato este que levou muitos homens e mulheres ao caminho da santidade, como por exemplo São Camilo de Lellis, Santa Tereza de Calcutá e tantos outros que cuidaram dos doentes. Mas também tantos outros homens que se encontraram com Jesus na doença, assim como Santo Inácio de Loyola, São Peregrino, São Roque.

A doença é uma oportunidade de amadurecimento e não um ponto final. Recordo-me que quando fiz o tratamento de câncer, tinha muito medo da morte, até ouvir de um padre que a doença não é sinônimo de morte, mas sim de crescimento, desafio, descoberta e amadurecimento. Não podemos sofrer de vésperas e, por causa do medo, nos preocuparmos com aquilo que ainda não aconteceu. Ao contrário, devemos nos entregar a Jesus de todo coração, principalmente, nossas dores e nossos sofrimentos.


Todo e qualquer enfermo vive um misto de emoções e aqueles que estão ao seu redor devem ajudá-lo com otimismo cristão. É preciso compreender que a doença é uma passagem e não um ponto final, por isso o doente não deve deixar de viver e sonhar. Quem o acompanha precisa alimentar nele essa esperança de viver, mesmo em condições adversas e limitadas. Na minha doença nunca deixei de passear e fazer coisas simples do dia a dia, que faziam com que eu me sentisse vivo.

Quero deixar aqui as minhas orações aos enfermos e aos cuidadores para que tenhamos a certeza da presença e do consolo de Jesus, que conhece todas as coisas, sofre conosco e cuida de nós. Deus te abençoe!

  • * Padre Rafael Vitto é missionário da Comunidade Canção Nova.
  • Instagram: (@padrerafaelcn)

Foto: Bruno Marques / Canção Nova

Fonte https://diariopcd.com.br/a-doenca-nao-e-ponto-final-e-oportunidade-de-crescimento/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB lança edital do Programa Qualifica para formação e inserção profissional de jovens com deficiência

Atleta jovem do taekwondo com medalha do Parapan de Santiago em 2023 | Foto: Ana Patrícia/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou edital para o Programa CPB Qualifica, iniciativa de formação teórica voltada à capacitação de jovens com deficiência, com prioridade para atletas vinculados à Escola Paralímpica que estejam em fase de transição da carreira esportiva para a formação profissional.

Com carga horária de 120 horas e duração de cinco meses, o curso será realizado de forma presencial no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. As inscrições devem ser realizadas até o dia 19 de fevereiro e as aulas estão previstas para começar no dia 9 de março.

Confira o edital do programa neste link.


O edital faz parte do projeto Inspiração Paralímpica, que tem como missão a inclusão produtiva de pessoas com deficiência por meio de cursos acessíveis, disponibilização de vagas de trabalho em empresas e publicação de conteúdo de interesse para pessoas com deficiência.

A iniciativa integra a estratégia do CPB de ampliar oportunidades de formação cidadã e preparação profissional para jovens com deficiência em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Podem participar pessoas com deficiência, preferencialmente entre 18 e 24 anos, com ensino médio concluído ou em andamento, sem vínculo empregatício formal e com renda familiar per capita de até 1,5 salário-mínimo ou inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), além de comprovação de residência no município de São Paulo.

As atividades formativas terão duração de cinco meses, organizadas em módulos mensais com aulas expositivas, oficinas e dinâmicas voltadas ao desenvolvimento de competências comportamentais e administrativas, e os participantes selecionados receberão bolsa assistencial equivalente a meio salário-mínimo, condicionada à frequência mínima de 85% nas atividades presenciais.

Para o coordenador do Programa Inspiração Paralímpica do CPB, Antônio José do Nascimento Ferreira, o edital amplia as oportunidades de qualificação para jovens com deficiência em fase de definição da trajetória profissional. “O CPB Qualifica estrutura uma formação voltada ao desenvolvimento de competências comportamentais e administrativas, alinhada às demandas do mundo do trabalho e às especificidades do público atendido. A proposta também fortalece a articulação com empresas e parceiros institucionais, ao organizar um banco de talentos preparado para futuras oportunidades profissionais”, afirma.

Estrutura formativa

O programa será desenvolvido em cinco módulos temáticos, organizados de forma progressiva, com conteúdos voltados ao autoconhecimento, comunicação, fundamentos administrativos e preparação para o mundo do trabalho. A proposta pedagógica inclui aulas expositivas, oficinas e atividades de reflexão, com abordagem participativa e avaliação contínua ao longo do processo formativo.

A iniciativa, ainda de acordo com Antônio José, também prevê a formação de um banco de talentos com os participantes certificados. “A proposta é estruturar uma rede de jovens qualificados, com o objetivo de ampliar a conexão com empresas e organizações parceiras e fortalecer a inserção profissional de pessoas com deficiência em diferentes áreas do mercado de trabalho”, acrescenta.

Entre os conteúdos previstos estão temas relacionados ao movimento paralímpico, diversidade e inclusão no ambiente profissional, trabalho em equipe, planejamento de carreira, ética e noções básicas de administração. A formação será concluída com certificação emitida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro aos participantes que cumprirem a carga horária integral e os critérios de frequência e participação previstos no edital.

Cronograma

–  Lançamento do edital: 2 de fevereiro de 2026
–  Período de inscrições: fevereiro de 2026
–  Divulgação dos selecionados: fevereiro de 2026
–  Início das aulas: março de 2026
–  Encerramento da formação e certificação: julho de 2026

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-lanca-edital-do-programa-qualifica-para-formacao-e-insercao-profissional-de-jovens-com-deficiencia/

Postado Pôr Antônio Brito 

Verão traz risco elevado de afogamento para crianças autistas

 Estudos indicam que crianças autistas possuem um risco significativamente maior de afogamento, especialmente no verão. Especialistas recomendam supervisão constante e estratégias de prevenção em ambientes aquáticos.

Verão traz risco elevado de afogamento para crianças autistas

Especialmente durante o período de verão, quando aumenta a frequência em praias, piscinas e outros ambientes aquáticos, aumenta também os riscos de afogamento de crianças e em especial as do transtorno do espectro autista (TEA).

De acordo com dados de pesquisas dos Estados Unidos, crianças com TEA podem ter risco até 160 vezes maior de afogamento. Entre os fatores associados estão dificuldades na percepção de perigo, padrões de comportamento como o deslocamento inesperado e a atração por água.

Especialistas defendem que ações preventivas, como supervisão constante e educação aquática adaptada, podem reduzir ocorrências e ampliar a segurança durante atividades recreativas comuns no período de altas temperaturas.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=410e09ac-030d-4947-8942-d4a686d01310

Postado Pôr Antônio Brito 

10/02/2026

Instituto Incluir tem últimos dias de inscrições para nova turma de formação gratuita em inclusão, esporte adaptado e diversidade

Instituto Incluir tem últimos dias de inscrições para nova turma de formação gratuita em inclusão, esporte adaptado e diversidade

Curso de extensão on-line é voltado a profissionais de saúde, esporte e educação de todo o país; inscrições vão até a quarta-feira, 11/02; veja como participar

 O Instituto Incluir está com inscrições abertas para a turma 2 do Projeto Pulsar V, programa de formação continuada gratuito e on-line, voltado a profissionais das áreas de esporte, educação e saúde interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas de inclusão e diversidade.]
 

Pulsar, realizado pelo Instituto Incluir em conjunto com o Ministério do Esporte, é um curso de extensão de 60 horas com foco em temas essenciais como paradesporto, esporte adaptado e inclusivo, diversidade no esporte, inclusão e práticas pedagógicas inclusivas. O currículo abrange ainda estratégias de cuidado com quem cuida.
 

Com conteúdo desenvolvido em parceria com universidades brasileiras e europeias, o projeto Pulsar capacita profissionais para trabalhar de forma inclusiva com pessoas com ou sem deficiência. Entre os parceiros, estão Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK – Rio), German Sport University Cologne (Alemanha), Universidade do Porto (Portugal), UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro).
 

A formação é estruturada em sete módulos e oferece certificado de extensão aos participantes que cumprirem pelo menos 70% de frequência nas atividades, além de uma experiência pedagógica que integra teoria e exemplos de práticas com foco na promoção de igualdade de oportunidades e acessibilidade.
 

Os inscritos participarão de sete aulas ao vivo realizadas de forma virtual sempre às quartas-feiras, a partir de 25/02, das 18h às 22h. Também terão acesso a conteúdos complementares.
 

As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas estão abertas até a próxima quarta-feira, 11/02, pelos sites www.institutoincluir.com.br e www.lepedi-unirio-ufrrj.com.br.

Podem participar pessoas de todos os estados do país com ensino médio completo.

Fonte https://diariopcd.com.br/instituto-incluir-tem-ultimos-dias-de-inscricoes-para-nova-turma-de-formacao-gratuita-em-inclusao-esporte-adaptado-e-diversidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

Para Laramara, volta às aulas reacende o debate sobre inclusão de crianças com deficiência visual nas escolas

Para Laramara, volta às aulas reacende o debate sobre inclusão de crianças com deficiência visual nas escolas

Muitas instituições de ensino ainda não oferecem recursos adequados de acessibilidade para alunos cegos ou com baixa visão

A inclusão de alunos com deficiência visual nas escolas é um tema que ganha força no período de volta às aulas. Diante da realidade de crianças e adolescentes que convivem com a cegueira ou a baixa visão, a integração desses alunos no ambiente escolar é essencial para garantir equidade no acesso à educação. 

Para que a sala de aula seja um espaço igualitário, independentemente da condição do estudante, a criação de ambientes educativos preparados para potencializar o desenvolvimento educacional de alunos com deficiência visual é fundamental. Especialistas apontam que uma das dificuldades para a promoção da igualdade nas escolas envolve a falta de materiais didáticos adaptados e tecnologias assistivas, como livros adaptados, máquinas de escrever em Braille, audiobooks, soroban, entre outros. Nesse contexto, recursos pedagógicos adequados e ambientes acessíveis são ferramentas importantes que podem contribuir para o dia a dia da aprendizagem.

De acordo com Junia Buzim, Pedagoga da Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, levar essas ferramentas para as escolas é o primeiro passo para a inclusão de alunos com deficiência visual. “A volta às aulas já é um desafio para os alunos, pois envolve adaptação à rotina de ensino. Para os estudantes com deficiência visual, essa adaptação pode ser ainda mais difícil se não houver recursos que permitam o aprendizado em igualdade de condições. Essas tecnologias contribuem significativamente para o desenvolvimento escolar de alunos com deficiência visual”, alerta.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre as pessoas acima de 15 anos com algum tipo de deficiência, incluindo pessoas cegas e com baixa visão, 2,9 milhões não são alfabetizadas em razão da falta de recursos nas escolas. Beto Pereira, analista de relações institucionais da Laramara, destaca alguns equipamentos que podem contribuir para a democratização do ensino no caso de alunos com deficiência visual. “Além de auxiliar no processo de alfabetização, a máquina Braille proporciona mais independência para a criança e para o adulto que ela virá a ser. Porém, poucas escolas oferecem esse suporte aos alunos. Mesmo com os recursos digitais com áudio, o Braille é imprescindível no processo de alfabetização, pois não pode ser substituído por outro recurso”, explica. O analista de relações institucionais ainda ressalta a ausência do livro didático em Braille ou adaptado. Apesar da legislação garantir esse direito, muitas crianças cegas e com baixa visão recebem o material com atraso ou sequer têm acesso a ele durante o período de escolarização.

Outro ponto a ser considerado é a falta de capacitação de professores das redes pública e privada para atender alunos com deficiência visual. A formação pedagógica ainda não prepara a maioria dos profissionais para trabalhar com recursos de acessibilidade, como o uso do Braille, materiais adaptados e tecnologias assistivas. O número de educadores especializados ainda é insuficiente para suprir a demanda, o que compromete o processo de aprendizagem, limita a inclusão dentro da sala de aula e sobrecarrega os poucos professores especializados disponíveis.

Para que o aluno possa se tornar um adulto funcional, independente e capaz de adquirir informações básicas no dia a dia, é necessário que haja integração na sociedade desde o ambiente escolar, como explica Pereira: “Esses equipamentos de aprendizagem adaptados para pessoas cegas e pessoas com baixa visão são a porta de entrada para uma condição mais justa em diversos âmbitos da vida, inclusive no ambiente profissional”, finaliza.

Acesso à Máquina Braille

A Laramara é, desde 1998, dedicada à produção de máquinas de escrever em Braille, com suporte técnico garantido pela FIESP e pelo SENAI. Além da comercialização da máquina, a instituição também realiza doação do aparelho como forma de democratizar o acesso ao conhecimento para pessoas sem recursos financeiros.  

Sobre a Laramara:

Fundada em 1991 pelo casal Mara e Victor Siaulys, a Laramara é referência nacional no atendimento a pessoas cegas e com baixa visão, contribuindo de forma pioneira na promoção da autonomia, da educação, da formação profissional, da cultura e da convivência inclusiva. Ao lado de parceiros e apoiadores, a associação desenvolve programas inovadores que impactam milhares de famílias em todo o país.

Fonte https://diariopcd.com.br/para-laramara-volta-as-aulas-reacende-o-debate-sobre-inclusao-de-criancas-com-deficiencia-visual-nas-escolas/

Postado Pôr Antônio Brito