09/04/2026

O preconceito contra crianças com deficiência dentro da própria família

O preconceito contra crianças com deficiência dentro da própria família - OPINIÃO - * Por Igor Lima

OPINIÃO

  • * Por Igor Lima

Mesmo sendo o espaço que deveria oferecer acolhimento e proteção, a família ainda pode reproduzir preconceitos que impactam profundamente crianças com deficiência e suas mães.

Era para ser apenas mais um almoço de família.

A casa cheia, conversas cruzadas, crianças brincando e o barulho típico de um encontro familiar. Em meio a esse cenário, uma criança começa a se incomodar com o excesso de estímulos, cobre os ouvidos ou reage de forma diferente ao ambiente.

Antes que alguém tente compreender o que está acontecendo, surge o comentário:
“Essa criança precisa de limites.”

Situações como essa ainda fazem parte da realidade de muitas famílias que convivem com a deficiência.

Embora o preconceito contra pessoas com deficiência seja frequentemente associado a ambientes externos, como escolas ou espaços públicos, ele também pode surgir dentro da própria família — justamente o lugar onde se espera encontrar acolhimento e compreensão.

Quando a falta de informação gera julgamento

Grande parte das situações de preconceito dentro da família nasce da falta de informação.

Ainda existe pouca compreensão sobre as características e necessidades de crianças com deficiência ou transtornos do neurodesenvolvimento. Como resultado, comportamentos relacionados à condição da criança podem ser interpretados de forma equivocada.

Frases como “na minha época não existia isso”, “é só falta de disciplina” ou “precisa de mais limites” ainda são ouvidas por muitas mães.

Mesmo quando não há intenção de ferir, essas falas acabam reforçando estigmas e desconsiderando completamente a realidade da criança.

Constrangimento em momentos que deveriam ser de convivência

Eventos familiares que deveriam representar momentos de convivência e afeto podem se transformar em situações de tensão.

Ambientes com muito barulho, iluminação intensa ou grande circulação de pessoas podem ser desafiadores para algumas crianças com deficiência, especialmente aquelas com transtornos do espectro autista.

Quando a família não compreende essas particularidades, surgem olhares de reprovação, comentários inadequados ou atitudes de impaciência.

Para muitas mães, esses momentos são especialmente difíceis.

Além de lidar com a situação da criança, elas ainda precisam enfrentar julgamentos que partem justamente de pessoas próximas.

O impacto emocional sobre as mães

Quando o preconceito acontece dentro da própria família, o impacto emocional pode ser ainda mais profundo.

Muitas mães relatam sentir tristeza e frustração ao perceber que pessoas próximas não conseguem compreender os desafios que enfrentam diariamente.

Em alguns casos, esse cenário leva ao afastamento gradual de encontros familiares.

Para evitar situações constrangedoras ou proteger os filhos de comentários inadequados, algumas mães preferem reduzir a participação em eventos ou reuniões.

Esse distanciamento, embora muitas vezes necessário como forma de proteção, pode gerar ainda mais isolamento.

Informação e empatia como caminhos para a inclusão

Superar o preconceito dentro da família exige diálogo, informação e empatia.

Compreender a deficiência, conhecer as necessidades da criança e ouvir as experiências das mães são passos fundamentais para construir relações familiares mais respeitosas.

A convivência com a diversidade também representa uma oportunidade de aprendizado coletivo.

Quando familiares se abrem para compreender a realidade da deficiência, criam um ambiente mais acolhedor e seguro para todos.

O acolhimento começa dentro de casa

Construir uma sociedade inclusiva começa nas relações mais próximas.

A família tem um papel fundamental na formação de valores e na construção de ambientes onde a diferença seja respeitada.

Quando crianças com deficiência encontram apoio dentro do próprio lar, elas crescem com mais segurança, autoestima e senso de pertencimento.

Mais do que evitar preconceitos, é necessário promover uma cultura de acolhimento e empatia.

Porque, para muitas crianças, a inclusão começa dentro de casa.

  • * Igor Lima é advogado (OAB/RJ), especialista em Direitos Humanos e sustentabilidade, e pessoa com deficiência. Coordenador da coletânea jurídica “Deficiência e os Desafios para uma Sociedade Inclusiva”, citada no STJ, TST, STF e presente em instituições como Harvard e Universidade de Coimbra. Autor de artigos publicados em espaços como ABDConst, Future Law e revistas jurídicas nacionais, atua como palestrante em instituições como UERJ, UFRJ, UFF, OAB/RJ e MPRJ. Dedica-se à pesquisa e defesa dos direitos das pessoas com deficiência, com experiência em inclusão, políticas públicas e ESG.   
  • Linkedin:https://www.linkedin.com/in/igor-lima-pcd-404321198/
  • Instagram: https://www.instagram.com/igor_lima_adv/

Fonte https://diariopcd.com.br/o-preconceito-contra-criancas-com-deficiencia-dentro-da-propria-familia/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil terá atletas de 13 modalidades nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, em julho

Desfile da delegação brasileira na abertura dos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023 | Foto: Miriam Jeske/CPB

Entre os dias 5 e 16 de julho, o Brasil disputará os Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026, o primeiro grande evento paralímpico multiesportivo com a participação do país desde a campanha histórica nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, ocasião em que o país alcançou pela primeira vez o top-5 no quadro de medalhas, com 88 pódios (25 ouros, 25 pratas e 38 bronzes).

A competição continental deve reunir cerca de 1.100 atletas de 12 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Panamá, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Os atletas participarão de 13 modalidades: atletismo, badminton, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, futebol de cegos, goalball, halterofilismo, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco e vôlei sentado.

As disputas acontecerão em locais como o Complexo Aquático da Universidade Popular de César (UPC), com capacidade para receber até 600 pessoas; o Coliseu de Basquete Gota-Fria, considerada a “oitava maravilha do esporte caribenho” e que pode receber até 3.000 espectadores; e o Estádio de Atletismo José Luis Parada. Parte dessas estruturas foi construída para os Jogos Bolivarianos, evento que reuniu atletas de 11 países em Valledupar em 2022.

A convocação completa da delegação brasileira para os Jogos Parasul-Americanos será divulgada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) nas próximas semanas.

Os primeiros Jogos Parasul-Americanos foram realizados em março de 2014, em Santiago, no Chile. Mais de 580 atletas de oito países competiram em seis modalidades. Na ocasião, o Brasil terminou em segundo no quadro geral de medalhas, com 104 pódios conquistados.
atrás apenas da Argentina.

Uma segunda edição do evento chegou a ser prevista para 2018 em Buenos Aires, na Argentina, mas foi cancelada por questões financeiras.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-tera-atletas-de-13-modalidades-nos-jogos-parasul-americanos-de-valledupar-em-julho/

Postado Pôr Antônio Brito 

Expectativa de vida das pessoas com Síndrome de Down aumentou 400%

Avanços médicos e inclusão elevaram a expectativa de vida de pessoas com Síndrome de Down de 12 para 60 anos, trazendo mais qualidade de vida e novas perspectivas.

Expectativa de vida das pessoas com Síndrome de Down aumentou 400%

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a Síndrome de Down está presente em aproximadamente 1 a cada mil nascimentos.

Um estudo publicado no periódico científico European Journal of Public Health mostrou que, nas duas últimas gerações, a expectativa de vida de pessoas com Down subiu de 12 para 60 anos e acredita-se que ela irá aumentar cada vez mais. Os principais fatores que contribuíram para isso foram avanços na medicina, como métodos de diagnóstico de problemas cardíacos precoces e técnicas cirúrgicas; avanço no conhecimento médico sobre a condição; maior acesso aos serviços de saúde e a ampliação das políticas de inclusão.

Hoje existem consensos mundiais da prática clínica voltada para crianças, adolescentes e adultos com síndrome de Down. Mas os avanços que mais mobilizaram a longevidade de pessoas com a síndrome foram as cirurgias cardíacas e o tratamento das infecções. Metade das pessoas com Down têm problemas cardíacos.

Hoje, um simples ecocardiograma do recém-nascido, por exemplo, permite identificar alterações cardíacas que necessitam de correções cirúrgicas precoces.

Por muito tempo, a única forma de fazer o diagnóstico da Síndrome de Down era após o nascimento, com base nas características clínicas apresentadas pelo bebê, seguida da confirmação por meio de um exame genético chamado cariótipo, que indica a alteração no par 21 de cromossomos.

Hoje, é possível identificar a síndrome de Down no pré-natal. A identificação precoce pode ajudar tanto a família a se preparar e se adaptar às necessidades do bebê antes de seu nascimento.

Antigamente, as pessoas com Síndrome de Down ficavam, em grande parte, escondidas em casa, sem perspectiva de ter uma vida autônoma, à margem da sociedade.

Para os especialistas, é preciso desde cedo ensinar habilidades que preparem pessoas com Down para o mundo, o que inclui desde o treinamento de ofícios que não são tradicionais, de acordo com as habilidades de cada um, como jardinagem, sapataria e oficinas, até ensiná-los a lidar com o dinheiro, se vestir e realizar atividades cotidianas da rotina da casa.

Se ele está em um meio que não tem outras pessoas com síndrome de Down, ele não encontra sua identidade, por mais empatia que exista nessa relação. Quando você coloca um adolescente nesse grupo, ele floresce porque sua limitação permeia a todos.

Novas descobertas na medicina prometem melhorar ainda mais a saúde e qualidade de vida de pessoas com Down. Por exemplo, pesquisadores do Laboratório de Neurociência e Cognição da Universidade de Lille, na França, e do Hospital da Universidade de Lausanne, na Suíça, descobriram que a reposição de um hormônio melhorou o desempenho cognitivo e as conectividades cerebrais de pessoas com Síndrome de Down. O estudo ainda é bastante inicial, mas os resultados já são promissores.

Isso não é só um dado. Isso é história sendo reescrita. Hoje, as crianças com Down têm um futuro. As famílias hoje têm mais tempo. São vidas que finalmente estão sendo vistas com o valor que sempre tiveram.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=3d820d42-32c9-4aa3-a06e-c4842dfe221b

Postado Pôr Antônio Brito

08/04/2026

Dia Nacional do Braille expõe desafios na alfabetização de crianças com deficiência visual no Brasil

Dia Nacional do Braille expõe desafios na alfabetização de crianças com deficiência visual no Brasil

Especialista da Laramara alerta para falta de materiais adaptados e profissionais qualificados para alfabetizar alunos cegos e com baixa visão

Celebrado em 8 de abril, o Dia Nacional do Braille chama atenção para a importância do sistema braille como recurso fundamental de leitura e escrita na rotina das pessoas cegas e com baixa visão. Além disso, a data também evidencia desafios importantes no campo da escolarização, uma vez que nem todas as crianças com deficiência visual têm acesso ao processo de alfabetização em braille, o que compromete não apenas o desenvolvimento escolar, mas também a autonomia e a participação dessas crianças em diferentes contextos sociais.

Apesar dos avanços nas políticas de inclusão educacional, a presença de alunos com deficiência visual em salas de aula regulares ainda não garante condições efetivas de aprendizagem e participação. A falta de materiais acessíveis disponibilizados em tempo adequado e de professores com formação específica para atuação com estudantes com deficiência visual segue como um dos principais desafios para a alfabetização. No início do ano letivo de 2026, mais de 45 mil estudantes foram afetados pela ausência ou atraso na entrega de livros em braille e em formatos ampliados, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), evidenciando fragilidades no processo de garantia de acessibilidade educacional no sistema de ensino brasileiro.

Junia Carla Buzim, pedagoga na Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, referência no atendimento a pessoas cegas e com baixa visão, reforça que o braille continua sendo estruturante no processo de alfabetização de estudantes cegos. “O Dia Nacional do Braille é uma oportunidade de reforçar seu papel essencial na alfabetização de pessoas cegas. O contato com o braille desde a infância contribui não apenas para o aprendizado escolar, mas também para o desenvolvimento da linguagem, da organização do pensamento, da autonomia e do acesso ao currículo em condições de equidade”. Ainda assim, a distribuição de livros e outros recursos adaptados permanece limitada em muitas escolas, especialmente fora das grandes capitais, o que amplia desigualdades no acesso ao conhecimento e nas oportunidades de aprendizagem.

Outro ponto a ser discutido é a formação de profissionais qualificados, considerando que muitos professores da educação básica ainda não tiveram acesso à formação sobre o sistema braille e sobre estratégias pedagógicas voltadas à escolarização de estudantes com deficiência visual, impactando diretamente o acompanhamento do conteúdo pedagógico e a participação desses alunos nas atividades escolares. “Sem o preparo adequado, algumas práticas em sala de aula acabam não suprindo as necessidades educacionais específicas dos estudantes com deficiência visual”, alerta Buzim.

O sistema braille foi criado no século XIX pelo francês Louis Braille, que perdeu a visão ainda na infância. Inspirado em um método militar de leitura no escuro, desenvolveu, aos 15 anos, um código baseado em combinações de seis pontos em relevo, permitindo que pessoas cegas pudessem acessar a leitura e a escrita com autonomia. Atualmente, crianças e adultos conseguem praticar a escrita de forma autônoma por meio da máquina braille, recurso fundamental no processo de alfabetização e produção escrita. “Desde 1998, a Laramara é a única fábrica da América Latina a produzir a máquina de escrever em braille. Essa iniciativa contribui diretamente para ampliar o acesso à escrita braille e fortalecer o processo de alfabetização de pessoas com deficiência visual”, esclarece a pedagoga. 

Neste contexto, o Dia Nacional do Braille surge como um momento de reflexão e mobilização. Para a instituição, ampliar o acesso ao sistema é fundamental para garantir condições reais de aprendizagem, autonomia e participação social. “A alfabetização em braille é um direito fundamental. Investir em materiais e recursos acessíveis é assegurar autonomia, inclusão educacional qualificada e participação de pessoas cegas e com baixa visão na sociedade”, enfatiza a profissional. 

Sobre a Laramara:
Fundada em 1991 pelo casal Mara e Victor Siaulys, a Laramara é referência nacional no atendimento a pessoas cegas e com baixa visão, contribuindo de forma pioneira na promoção da autonomia, educação, formação profissional, cultura e convivência inclusiva. Ao lado de parceiros e apoiadores, a associação desenvolve programas inovadores que impactam milhares de famílias em todo o país.

Crédito/Imagem: Divulgação Laramara mãos em maquina braille Laramara

Fonte https://diariopcd.com.br/dia-nacional-do-braille-expoe-desafios-na-alfabetizacao-de-criancas-com-deficiencia-visual-no-brasil/

Postado Pôr Antônio Brito

07/04/2026

Decisão do STF poderá determinar se o Estado deve garantir matrícula de aluno com deficiência em escola de tempo integral próxima de casa

Decisão do STF poderá determinar se o Estado deve garantir matrícula de aluno com deficiência em escola de tempo integral próxima de casa

Matéria teve repercussão geral reconhecida pelo Plenário Virtual; tese a ser fixada no julgamento de mérito deverá ser aplicada aos casos semelhantes pelo Judiciário de todo o país. Julgamento ainda não tem data definida.

O Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, reconheceu a existência de repercussão geral (Tema 1.449) na discussão sobre a obrigação do Estado de garantir matrícula de estudante com deficiência em escola de tempo integral próxima à sua casa ou custear vaga na rede privada. A decisão foi tomada no âmbito do Recurso Extraordinário (RE) 1589301, em deliberação do Plenário Virtual. 

O recurso tem origem no Distrito Federal em ação movida por um estudante com deficiência. Seu pedido de matrícula em uma escola perto de casa foi negado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), que entendeu que não há direito subjetivo imediato à matrícula em tempo integral sem comprovação de que a medida é imprescindível para o desenvolvimento do aluno. 

Deveres do Estado 

Em sua manifestação, o relator, ministro Flávio Dino, considerou que a controvérsia tem relevância jurídica e social, e a discussão ultrapassa o interesse das partes, uma vez que a solução do caso poderá influenciar políticas públicas educacionais em todo o país, “com potencial impacto sobre inúmeras crianças e adolescentes com deficiência em idade escolar” 

Segundo Dino, a questão tratada nos autos envolve o direito fundamental à educação inclusiva, que compreende a integração, preferencialmente no ensino regular, de estudantes com deficiência. “Tal modelo educacional reflete o reconhecimento da diversidade e da pluralidade como elementos estruturantes do processo educativo, orientando-se pela promoção da inclusão social e pela participação plena de todos os estudantes, sem distinção, no ambiente da sala de aula comum”, destacou. 

Com base nisso, o relator propôs o seguinte tema a ser definido pelo STF: 

a) Possibilidade de exigir individualmente do Estado a garantia de matrícula de estudante com deficiência em estabelecimento público de ensino em tempo integral situado nas proximidades de sua residência ou do local de trabalho de seus responsáveis;  

b) Possibilidade de determinar, na inexistência de vaga para o estudante com deficiência na rede pública de ensino em tempo integral, a disponibilização de vaga em instituição privada custeada pelo Poder Público. 

A tese a ser fixada no julgamento de mérito do recurso, ainda sem data prevista, deverá ser aplicada aos casos semelhantes pelo Judiciário de todo o país. 

Fonte: Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal

Crédito/Imagem: Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fonte https://diariopcd.com.br/decisao-do-stf-podera-determinar-se-o-estado-deve-garantir-matricula-de-aluno-com-deficiencia-em-escola-de-tempo-integral-proxima-de-casa/

Postado Pôr Antônio Brito 

Meeting Loterias Caixa abre temporada 2026 com etapas em Belém e Rio Branco

Atletas da natação saltam do bloco de partida durante Meeting Paralímpico Loterias Caixa em Rio Branco, em 2025 | Foto: Clara Lis Martins/CPB

O Meeting Paralímpico Loterias Caixa começa a percorrer todas as unidades federativas do Brasil a partir deste sábado, 11. O evento, organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), oferecerá, em cada uma de suas 27 etapas, competições em até quatro modalidades para atletas de alto rendimento e esportistas em desenvolvimento.

A largada do Meeting Paralímpico Loterias Caixa terá duas etapas simultâneas, em Belém (PA) e em Rio Branco (AC).

A capital paraense irá receber 116 atletas em dois endereços. O Centro de Instrução Almirante Braz terá provas de atletismo para 86 esportistas inscritos, enquanto a Tuna Luso Brasileira terá disputas para 32 nadadores.

Na mesma data, em Rio Branco, o Sesi vai ser palco para disputas de atletismo, com 65 esportistas inscritos. Simultaneamente, 24 nadadores vão competir na Escola Estadual Armando Nogueira, totalizando 89 atletas em ação no estado.

Em cada etapa do Meeting acontecem tanto provas válidas para o alto rendimento como para atletas em desenvolvimento, divididos por faixa etária – a partir da categoria sub-11. As marcas obtidas em todas as categorias são válidas para os respectivos rankings brasileiros, utilizados como critério de classificação para etapas nacionais de competições, como as Paralimpíadas Escolares e as Paralimpíadas Universitárias.

A temporada de 2026 do Meeting Paralímpico Loterias Caixa terá sua última etapa de 6 a 8 de agosto em São Paulo, após percorrer todos os demais Estados brasileiros.

Em 2025, o Meeting Paralímpico Loterias Caixa recebeu cerca de 7.500 atletas. Destes, 1.600 eram novos no Movimento Paralímpico e passaram pela primeira vez por uma Classificação Esportiva.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Meeting Paralímpico Loterias Caixa de Belém ou Rio Branco devem enviar um e-mail para imp@cpb.org.br com os seguintes dados: nome completo, RG ou CPF e veículo pelo qual irá cobrir o evento. No dia da competição, os profissionais deverão se identificar na sala de imprensa do local.

Serviço
Meeting Paralímpico Loterias Caixa – Etapas de Belém e Rio Branco
Data: 11 de abril, a partir das 8h

Belém
Atletismo
Local: Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar
Endereço: Rod. Arthur Bernardes, 245
Natação
Local: Tuna Luso Brasileira
Endereço: Av. Alm. Barroso, 4110

Rio Branco
Atletismo
Local: Sesi
Endereço: Av. Isaura Parente, 2710
Natação
Local: Escola Estadual Jornalista Armando Nogueira – CEAN
Endereço: Av. Ceará, 1220

Patrocínio
As Loterias Caixa, a Caixa, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da natação.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fontehttps://cpb.org.br/noticias/meeting-loterias-caixa-abre-temporada-2026-com-etapas-em-belem-e-rio-branco/

Postado Pôr Antônio Brito 

Consulta pública - guia de cuidados ao usuário de tecnologia assistiva

Consulta pública aberta até 16 de abril busca contribuições para o novo guia de cuidados ao usuário de tecnologia assistiva no Brasil.

Consulta pública - guia de cuidados ao usuário de tecnologia assistiva

O Secretário de Atenção Especializada à Saúde abre uma consulta pública para apresentação de sugestões do público e da sociedade em geral, a fim de coletar contribuições para o Guia de Cuidado Integral ao Usuário de Tecnologia Assistiva, elaborado a partir da revisão do Guia para Prescrição, Concessão, Adaptação e Manutenção de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção.

A abertura ocorreu dia 02 de abril e será encerrada no dia 16 deste mês.

O formulário para envio de contribuições à Consulta Pública é o instrumento destinado a receber sugestões.

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=3f5f31ae-1818-41fc-8299-768f67bc0c87
 
Postado Pôr Antônio Brito

06/04/2026

Make-A-Wish Brasil® celebra o Mês Mundial dos Sonhos com ações que já realizou mais de 650 mil sonhos de crianças com doenças graves ao redor do mundo

Make-A-Wish Brasil® celebra o Mês Mundial dos Sonhos com ações que já realizou mais de 650 mil sonhos de crianças com doenças graves ao redor do mundo

Iniciativa acontece em sinergia com o 46º aniversário da Make-A-Wish International, que já realizou mais de 650 mil sonhos de crianças com doenças graves ao redor do mundo

Make-A-Wish® Brasil, organização que realiza sonhos de crianças com doenças graves, promove, ao longo de abril, uma série de ações que integram o World Wish Month – o Mês Mundial dos Sonhos. Com mais de 50 países participantes, a campanha da Make-A-Wish International busca levar a missão da ONG ainda mais longe, promovendo arrecadações para novos sonhos, conscientização entre a população e esperança e alegria às crianças atendidas.


Luz que transforma


A principal iniciativa do World Wish Month é o Light Up Blue. No 46º aniversário da organização global, para relembrar o primeiro sonho realizado, em 29 de abril, seis países irão iluminar de azul alguns de seus pontos turísticos famosos, construindo uma corrente de solidariedade e conhecimento sobre a ONG.


No Brasil, pontos turísticos e instituições de diferentes cidades já confirmaram a participação na campanha. Em São Paulo, nomes como Roda Rico, a roda-gigante próxima ao Parque Villa-Lobos, e o parque de diversões Hopi Hari irão ganhar a iluminação especial. Já no Rio de Janeiro, AquaRio e BioParque do Rio estão entre alguns locais participantes, além de grandes cartões postais do Paraná, como Jardim Botânico de Curitiba e Itaipu Binacional, uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo, localizada em Foz do Iguaçu.


Para 2026, a expectativa é de ampliar o número de locais iluminados, alcançando aproximadamente 25 pontos turísticos entre os países contemplados. Em 2025, marcos icônicos aderiram à campanha, como CN Tower, no Canadá, edifícios governamentais em Roma e Milão, na Itália, e Jet d’Eau, a fonte de Genebra, na Suíça.

Proporcionando novos sonhos

A realização de um sonho é uma experiência transformadora para crianças que enfrentam doenças graves. Segundo a “Theory of Change” (“Teoria da Mudança”), estudo desenvolvido pela Make-A-Wish International, 92% das crianças atendidas pela organização tiveram uma melhor adesão aos tratamentos a partir dos sonhos, impactando, principalmente, o bem-estar emocional em um momento marcado por angústia e medo.


Por isso, durante o Mês Mundial dos Sonhos, a Make-A-Wish Brasil® ainda convida o público a conhecer a trajetória de algumas crianças que aguardam o início da “jornada do sonho”, período que antecede a concretização do pedido com experiências surpresas especiais. A campanha, assim, é uma oportunidade para fazer parte do grupo de WishMakers, pessoas que apoiam a organização por meio de doações, voluntariado, parcerias ou divulgações da causa, contribuindo para a realização de novos sonhos, como:


Moab, 4 anos, que enfrenta um câncer raro no fígado e sonha em ser policial

Osvaldina, 13 anos, que nasceu com talassemia, uma anemia crônica, e sonha em visitar o Rio de Janeiro

Kauan, 12 anos, que recebeu o diagnóstico de leucemia linfóide aguda e sonha em conhecer o time do Corinthians

Valkyria, 17 anos, que luta contra uma Leucemia Mieloide Aguda e sonha em viver um dia de princesa


Para a Make-A-Wish International, o World Wish Month é uma das principais campanhas do ano, conectando filiais a um propósito que já realizou mais de 650 mil sonhos, sendo mais de 4 mil apenas no Brasil. “Em 2026, completamos 18 anos no país, e participar de mais um Mês Mundial dos Sonhos reforça a importância de mobilizar a sociedade em torno da nossa missão.

Cada iniciativa mostra que, juntos, podemos transformar momentos difíceis em momentos de esperança, porque quando um sonho se torna realidade, ele não impacta apenas a criança, mas toda a sua família e rede de apoio” destaca Juliana Ayrosa, CEO da Make-A-Wish® Brasil.

Serviço: Light Up Blue:


Data de Realização: 29 de abril (quarta-feira);

Horário de Realização: a partir das 18h;

Pontos Turísticos Participantes:

São Paulo (SP):

Roda Rico

Hospital Oswaldo Cruz

Colégio Dante Alighieri


Vinhedo (SP):

Hopi Hari


Rio de Janeiro (RJ):

BioParque do Rio

AquaRio

Fairmont

Curitiba (PR):

Jardim Botânico de Curitiba

Foz do Iguaçu (PR):

Itaipu Binacional

Sobre a Make-A-Wish® Brasil

Fundada em 2008, a Make-A-Wish® Brasil possui sede em São Paulo, realizando sonhos de crianças e adolescentes com doenças graves em todo o país. Ao lado de equipes médicas, voluntários, doadores e patrocinadores, a organização promove sonhos que transformam a vida de crianças com doenças graves, dando-lhes esperança, força e alegria.

A Make-A-Wish® Brasil já realizou mais de 3,6 mil sonhos em todo o país, graças ao apoio de pessoas e empresas que acreditam na causa.

Para doações, acesse o site: Link

Fonte https://diariopcd.com.br/make-a-wish-brasil-celebra-o-mes-mundial-dos-sonhos-com-acoes-que-ja-realizou-mais-de-650-mil-sonhos-de-criancas-com-doencas-graves-ao-redor-do-mundo/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB divulga relação de atletas convocados para a 7ª Clínica de tiro com arco

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio do Programa Militar Paralímpico (PMP), divulga nesta segunda-feira, 6, a relação dos 12 atletas convocados para a 7ª Clínica de tiro com arco. As atividades serão realizadas entre 17 e 24 de maio, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

ACESSE A LISTA DE CONVOCADOS

Os arqueiros convocados participarão de treinamentos, além de terem acompanhamento com profissionais do CPB para avaliação física, fisioterapia, nutrição e psicologia esportiva.

O objetivo da Clínica de tiro com arco é oferecer treinamento específico aos atletas do Programa Militar Paralímpico que atingirem, em eventos previamente definidos pela equipe técnica, os índices e critérios estabelecidos.

A iniciativa busca proporcionar condições para o desenvolvimento desses atletas rumo ao alto rendimento, com foco na futura representação do Brasil em competições internacionais.

O Programa Militar Paralímpico tem como premissa apresentar o esporte como uma ferramenta de qualidade de vida e detectar possíveis talentos.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-divulga-relacao-de-atletas-convocados-para-a-7a-clinica-de-tiro-com-arco/

Postado Pôr Antônio Brito 

Autistas participam de vivências de educação no trânsito em Santos/SP

Alunos autistas participam de atividades educativas no trânsito em Santos, com abordagem inclusiva e prática, promovendo cidadania e segurança viária de forma acessível.

Autistas participam de vivências de educação no trânsito em Santos/SP

A Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET-Santos) recebeu na Minicidade do Trânsito, na última sexta-feira, a visita de alunos da Associação de Pais, Amigos e Educadores de Autistas – Santos, escola especializada no atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Os estudantes participaram de uma experiência lúdica e interativa, que simulava situações reais do cotidiano viário, como travessia segura na faixa de pedestres, respeito à sinalização e o dia a dia no trânsito envolvendo motoristas, ciclistas e pedestres.

A ação foi conduzida por colaboradores da Educação para o Trânsito da CET-Santos, que adaptaram a abordagem pedagógica às necessidades dos alunos, garantindo acolhimento, inclusão e aprendizado de forma leve e acessível.

A atividade ajuda a preparar as crianças para o dia a dia do trânsito nas ruas.

Toda atividade externa é pensada e preparada em sala de aula previamente e o retorno tem sido muito positivo.

Essa visita é como um motivacional para os alunos com TEA.

Eles aproveitam, participam, se sentem pertencentes.

Muitos não têm essa oportunidade de vivência com a família.

A visita integra as iniciativas da CET-Santos voltadas à educação inclusiva no trânsito e promoção da cidadania, reforçando a importância de levar conhecimento sobre segurança viária a todos os públicos.

Escolas interessadas em participar das atividades da Minicidade do Trânsito podem agendar de forma gratuita pelo telefone: (13) 3228-9300 - ramal 9330.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=273caf9c-ae1e-43f1-b211-83191aec4755

Postado Pôr Antônio Brito