17/06/2026

Brasil na Copa e um alerta: o impacto de fogos de artifícios em pessoas autistas e com deficiência, idosos e para os animais

Estreia do Brasil na Copa e um alerta: o impacto de fogos de artifícios em pessoas autistas e com deficiência, idosos e para os animais

Com a aproximação dos grandes jogos, aumentam as preocupações de famílias que ‘sonham’ com a importância de comemorações conscientes e sem ruídos excessivos.

Cada Copa do Mundo, milhões de torcedores saem às ruas para comemorar gols, celebrar vitórias e demonstrar sua paixão pelo futebol.

Entre buzinas, festas e fogos de artifício, um alerta vem ganhando força entre especialistas em saúde, famílias e organizações ligadas à inclusão: o impacto dos ruídos intensos sobre pessoas autistas, idosos e pessoas com deficiência.

Embora para muitos os fogos representem apenas um símbolo de comemoração, para uma parcela significativa da população eles podem significar momentos de medo, sofrimento e crise emocional.

Segundo especialistas, o estampido provocado pelos fogos de artifício pode desencadear reações severas em pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista, especialmente naquelas que apresentam hipersensibilidade auditiva.

Nesses casos, o cérebro processa determinados sons de forma muito mais intensa. O que para uma pessoa pode ser apenas um barulho forte, para outra pode ser uma experiência extremamente angustiante.

Crises e sofrimento emocional

Durante eventos esportivos de grande repercussão, como a Copa do Mundo, muitas famílias relatam episódios de ansiedade, pânico, agitação e desorganização emocional provocados pelos fogos de artifício.

Em alguns casos, crianças autistas podem apresentar crises comportamentais, choro intenso, dificuldade para dormir e necessidade de intervenção dos familiares para restabelecer a sensação de segurança.

O problema não afeta apenas pessoas autistas.

Idosos com doenças neurológicas, transtornos cognitivos, Alzheimer, Parkinson ou problemas cardíacos também podem sofrer consequências decorrentes dos sustos provocados pelos ruídos repentinos.

Bebês, pessoas com deficiência intelectual, indivíduos com transtornos sensoriais e animais domésticos estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos do barulho excessivo. O sofrimento é também para animais, que muitas vezes fogem dos lares e se perdem pelas cidades.

Inclusão também passa pela forma de comemorar

Nos últimos anos, diversas cidades brasileiras passaram a discutir alternativas para reduzir os impactos causados pelos fogos tradicionais.

Uma das soluções que vêm sendo adotadas em eventos públicos é a utilização de fogos silenciosos ou de baixo impacto sonoro, que mantêm os efeitos visuais sem provocar explosões intensas.

A medida tem sido defendida por organizações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, associações de familiares de pessoas autistas e entidades ligadas à proteção animal.

Para esses grupos, a inclusão não deve estar restrita apenas à acessibilidade física ou à garantia de direitos legais, mas também ao respeito às necessidades sensoriais de milhões de cidadãos.

Um gesto simples pode fazer diferença

Especialistas destacam que a conscientização da população é fundamental para reduzir os impactos durante grandes eventos esportivos.

A orientação é que torcedores optem por formas de comemoração menos agressivas do ponto de vista sonoro, evitando fogos com estampidos de alta intensidade, especialmente em áreas residenciais.

A proposta não é acabar com a celebração, mas promover uma cultura de respeito e empatia.

Afinal, enquanto uma partida de futebol dura apenas algumas horas, os efeitos de uma crise sensorial podem permanecer por muito mais tempo para quem convive com a hipersensibilidade auditiva.

Copa para todos

À medida que o mundo discute inclusão e acessibilidade em diferentes ambientes, cresce também a reflexão sobre o papel da sociedade na construção de espaços mais acolhedores.

Durante a Copa do Mundo, a paixão pelo esporte pode caminhar lado a lado com a responsabilidade social.

Para especialistas e entidades de defesa das pessoas com deficiência, a mensagem é simples: comemorar é importante, mas garantir que todos possam viver esse momento com segurança, respeito e dignidade é ainda mais importante.

Uma Copa verdadeiramente inclusiva é aquela em que a alegria de alguns não se transforma no sofrimento de outros.

Fonte https://diariopcd.com.br/brasil-na-copa-e-um-alerta-o-impacto-de-fogos-de-artificios-em-pessoas-autistas-e-com-deficiencia-idosos-e-para-os-animais/

Postado Pôr Antônio Brito 

A importância do Teste do Pezinho nas doenças raras: do diagnóstico precoce ao desafio da Duchenne

A importância do Teste do Pezinho nas doenças raras: do diagnóstico precoce ao desafio da Duchenne

Estudos mostram que pacientes com Duchenne ainda levam anos para receber o diagnóstico após os primeiros sintomas¹

Junho, mês de conscientização do Teste do Pezinho, chama atenção para a importância da triagem neonatal na identificação precoce de doenças que podem comprometer o desenvolvimento infantil. O Teste do Pezinho é a principal política pública de triagem neonatal do Brasil e integra o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), do Ministério da Saúde. O exame, realizado entre 48 horas e o 5º dia de vida, tem como objetivo identificar precocemente doenças raras e metabólicas antes do surgimento de sintomas clínicos². No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas convivem com alguma doença rara⁴. Entre elas está a Distrofia Muscular de Duchenne, doença genética progressiva que afeta principalmente meninos⁵ e cujo diagnóstico ainda costuma ocorrer anos após o surgimento dos primeiros sinais da doença¹.
 

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) realiza a triagem para doenças como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita, deficiência de biotinidase e toxoplasmose congênita². Segundo o Ministério da Saúde, a triagem neonatal é essencial para evitar complicações graves como deficiência intelectual, convulsões e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, desde que haja confirmação diagnóstica e início oportuno do tratamento após o resultado inicial³.
 

Doenças raras e o desafio do diagnóstico
 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM), cerca de 70% das doenças raras têm origem genética, reforçando a importância da ampliação do acesso a testes genéticos e da redução do tempo até o diagnóstico definitivo no país⁴.
 

Embora avanços em medicina de precisão e terapias para doenças raras tenham ampliado perspectivas de cuidado, o principal desafio permanece sendo o tempo até o diagnóstico. Para especialistas da área de genética médica, a discussão sobre triagem neonatal ampliada e fortalecimento das redes de referência é fundamental para reduzir a chamada “peregrinação diagnóstica”, enfrentada por famílias de pacientes com doenças raras no Brasil⁴.


Sobre a Distrofia Muscular de Duchenne


A Distrofia Muscular de Duchenne é uma doença genética rara e progressiva, causada pela ausência ou deficiência de distrofina, proteína fundamental para o funcionamento adequado dos músculos. A condição afeta principalmente meninos e provoca perda gradual da força muscular ao longo da vida⁵. Os primeiros sinais costumam surgir ainda na infância e podem incluir atraso no desenvolvimento motor, dificuldade para correr, subir escadas, levantar-se do chão e quedas frequentes. Com a progressão da doença, podem ocorrer comprometimentos respiratórios e cardíacos, tornando fundamental o acompanhamento multidisciplinar e o planejamento terapêutico precoce⁵.
 

Especialistas destacam que, diante desses sinais, exames simples e amplamente disponíveis, como a dosagem da creatinoquinase (CPK), podem ajudar a levantar a suspeita clínica de Duchenne e acelerar o encaminhamento para investigação especializada. Embora não confirme o diagnóstico, o exame pode representar um passo importante para reduzir o tempo até a realização dos testes genéticos específicos.


Duchenne: quando o diagnóstico chega tarde
 

Nesse contexto, a Distrofia Muscular de Duchenne se destaca como um dos exemplos mais críticos de atraso diagnóstico entre doenças raras na infância. Estudos clínicos realizados no Brasil com pacientes acompanhados em centros de referência indicam que os primeiros sinais da doença costumam ser percebidos pelas famílias por volta dos 3 anos de idade. No entanto, o diagnóstico confirmado por testes genéticos ocorre, em média, entre 6 e 7 anos, evidenciando um intervalo de aproximadamente três anos entre o início dos sintomas e a confirmação diagnóstica¹.Especialistas apontam que esse atraso reduz significativamente a janela de intervenção terapêutica, já que parte da perda funcional pode estar estabelecida no momento da confirmação da doença¹.


A trajetória da Duchenne reforça um dos principais desafios das doenças raras: reduzir o tempo entre os primeiros sinais da doença e a confirmação diagnóstica. Segundo especialistas, quanto mais cedo esse processo ocorre, maiores são as oportunidades de encaminhamento para acompanhamento especializado, orientação genética, cuidado multidisciplinar e planejamento terapêutico, permitindo que pacientes e famílias tenham acesso ao suporte adequado no momento mais oportuno.

Referências:
 

1. Estudo multicêntrico brasileiro sobre Distrofia Muscular de Duchenne (coorte clínica 2019–2024).
Disponível em: Link

2. Ministério da Saúde – Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN).
Disponível em: Link

3. Ministério da Saúde – Importância do Teste do Pezinho e diretrizes do PNTN.
Disponível em: Link

4. Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) – Diagnóstico precoce e tratamento são desafios para pacientes com doenças raras.
Disponível em: Link

5. Araujo APQC et al. Update of the Brazilian Consensus Recommendations on Duchenne Muscular Dystrophy (2023).

Fonte https://diariopcd.com.br/a-importancia-do-teste-do-pezinho-nas-doencas-raras-do-diagnostico-precoce-ao-desafio-da-duchenne/

Postado Pôr Antônio Brito 

Dupla gaúcha representa o Brasil no Mundial júnior de paraesgrima na Turquia

Campeonato Brasileiro de Esgrima em Cadeira de Rodas no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O Brasil será representado pelos gaúchos Gustavo Ramos e Kevin Damasceno no Campeonato Mundial júnior de paraesgrima, que será disputado em Mersin, na Turquia, a partir desta quarta-feira, 17, até sexta-feira, 19.

A competição reúne os principais atletas da categoria sub-23 e jovens esgrimistas em cadeira de rodas de diversos países, servindo como uma das principais competições internacionais de base da modalidade.

Ambos esgrimistas do país participaram recentemente do Campeonato Brasileiro de 2026 em Curitiba, no Paraná. Na ocasião, Kevin conquistou o ouro no florete A masculino e na espada masculina sub-23, após vencer os sete combates na fase classificatória. Já Gustavo ficou com o bronze, sendo superado por 15 a 5 nas semifinais.

O gaúcho Kevin também participou dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, quando competiu nas provas individuais de sabre e florete da categoria A, alcançando as oitavas de final em ambas as disputas. Ele integrou ainda as equipes brasileiras de florete e espada, que chegaram às quartas de final da competição.

No Mundial da Tailândia em 2024, na cidade de Nakhon Ratchasima, Kevin subiu ao pódio com a medalha de bronze no sabre. Em 2022, no Brasil, ele também conquistou o bronze.

*Com informações da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE).

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais da paraesgrima.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

 Fonte https://cpb.org.br/noticias/dupla-gaucha-representa-o-brasil-no-mundial-junior-de-paraesgrima-na-turquia/

Postado Pôr Antônio Brito 

Porto Alegre/RS: entrega de bengalas e recursos ópticos

Porto Alegre entregou mais de 160 bengalas e recursos ópticos para pessoas com deficiência visual, zerando a fila de espera do Centro de Reabilitação Visual.

Porto Alegre/RS: entrega de bengalas e recursos ópticos

Pessoas com deficiência visual atendidas pelo SUS receberam, no último sábado, bengalas e recursos ópticos que ajudam a recuperar autonomia no dia a dia.

A ação ocorreu no Hospital Banco de Olhos São Pietro e beneficiou pacientes acompanhados pelo Centro de Reabilitação Visual (CRV). Foram entregues mais de 160 dispositivos, entre bengalas, lupas e óculos especiais, destinados a pacientes que já estavam em acompanhamento e aguardavam pelos equipamentos. A iniciativa também marcou a redução da fila de espera do serviço.

Com a entrega, foi possível zerar uma fila represada de pacientes que já vinham sendo acompanhados. Nos últimos 3 anos, o CRV realizou mais de 7,5 mil atendimentos. O serviço é referência no atendimento a pessoas com baixa visão ou cegueira pelo SUS em Porto Alegre/RS, com média de 120 atendimentos mensais.

Os equipamentos são indicados conforme a necessidade de cada paciente.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=5a199959-d549-44ee-830f-c603e301ab75

Postado Pôr Antônio Brito 

16/06/2026

Mapa do Autismo revela que cerca de 56% dos casos de TEA – Transtorno do Espectro Autista são percebidos pelos pais

Mapa do Autismo revela que cerca de 56% dos casos de TEA - Transtorno do Espectro Autista são percebidos pelos pais

Especialista em Alfabetização de Educandos com Deficiência pela UFSCar e MBA em Gestão Escolar pela USP, Carla Costa explica que a procura por acompanhamento psicopedagógico geralmente ocorre quando surgem sinais de dificuldades na aprendizagem, na autonomia, na participação escolar ou no comportamento infantil. 

A média anual de crianças diagnosticadas com o Transtorno do Espectro Autista’ (TEA) vem sendo acompanhada por autoridades internacionais. Segundo o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), os índices de TEA em crianças registraram um crescimento médio anual de 6% a 10%, em diferentes países da Europa, América e Oriente Médio. 

Ainda de acordo com o relatório “Policy Responses to Rising Autism Diagnoses in Childhood”, da OECD, o número de crianças e jovens diagnosticados com TEA aumentou de duas a quatro vezes em onze países, durante um período de 15 anos. 

Esse diagnóstico é frequentemente percebido pelos pais ou irmãos, que notam os primeiros sinais em 56% dos casos, segundo o Mapa Autismo Brasil (2026). A partir desse reconhecimento, muitas famílias iniciam um processo de compreensão das necessidades da criança, buscando apoio de profissionais da saúde e da educação para promover sua participação, autonomia, aprendizagem e qualidade de vida nos diferentes contextos em que está inserida. 

Segundo a psicopedagoga e orientadora parental com mais de uma década de atuação na área da educação, Carla Costa, as famílias começam a buscar acompanhamento psicopedagógico quando notam sinais de interferência na aprendizagem, autonomia, comportamento ou participação da criança em diferentes ambientes. “No caso de muitas crianças autistas, além das características centrais do TEA, também podem estar presentes desafios relacionados às funções executivas, como manter a atenção, organizar tarefas, seguir rotinas, planejar ações, monitorar o próprio comportamento e lidar com mudanças ou frustrações. Essas dificuldades costumam impactar diretamente a participação escolar e a vida cotidiana”, explica. 

Embora o quadro de TEA seja evidenciado logo na primeira infância, com 51% dos casos registrados entre crianças de 0 a 4 anos, é necessário acompanhamento ao longo das etapas de desenvolvimento. Para se ter uma noção, ainda segundo o Mapa Autismo Brasil, cerca de 28% das crianças com TEA completam a educação infantil; 14% o ensino fundamental I; 4% o ensino fundamental II; e 2,8% completam o ensino médio. 

“Inclusão não significa apenas garantir a matrícula do estudante na escola regular, mas assegurar sua participação efetiva, sua aprendizagem e seu pertencimento ao ambiente escolar. Na prática, muitos profissionais da educação desejam promover uma inclusão de qualidade, mas enfrentam dificuldades relacionadas à formação contínua, ao acesso a estratégias pedagógicas adequadas e ao suporte técnico para lidar com a diversidade presente nas salas de aula. A inclusão exige conhecimento sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem, adaptações pedagógicas, acessibilidade e diferentes formas de participação dos estudantes. Ainda existe a expectativa de que a criança precise se adaptar ao modelo já existente, quando, na realidade, é a escola que deve estar preparada para acolher diferentes formas de aprender, comunicar-se, interagir e participar”, reforça a especialista. 

Especializada na “Alfabetização de Educandos com Deficiência” pela UFSCar, com MBA em Gestão Escolar pela USP, Carla explica que todo processo começa com uma escuta cuidadosa da realidade familiar, desde a dinâmica com os pais até as características da criança e o contexto em que ela está inserida. A partir daí, é possível traçar rotinas saudáveis que funcionam como uma estrutura organizadora, auxiliando a criança a desenvolver autonomia, responsabilidade e autorregulação. 

“É por meio da repetição das experiências cotidianas, logo na primeira infância, que a criança aprende a reconhecer padrões, compreender expectativas, criar hábitos e desenvolver habilidades importantes para a vida, que vão auxiliar a caminhada junto aos pais nas circunstâncias futuras: escolaridade, trabalho e qualidade de vida. Fato é que o Brasil e o mundo ainda estão muito aquém na sua caminhada de inclusão para crianças e adolescentes diagnosticados com TEA, e é aí que entra a psicopedagogia, no papel de compreender como cada pessoa aprende e identificar os fatores que podem estar favorecendo ou dificultando esse processo. Dessa forma, podemos melhorar a qualidade de vida dos pequenos”, conclui Carla

Fonte https://diariopcd.com.br/mapa-do-autismo-revela-que-cerca-de-56-dos-casos-de-tea-transtorno-do-espectro-autista-sao-percebidos-pelos-pais/

Postado Pôr Antônio Brito 

Seleção Brasileira de bocha embarca para Challenger nos EUA nesta terça-feira, 16

Evelyn Oliveira em disputa nos Jogos Paralímpicos Paris 2024 | Foto: Ana Patrícia Almeida/CPB.

A Seleção Brasileira de bocha embarca nesta quinta-feira, 16, para o Birmingham 2026 World Boccia Challenger, nos Estados Unidos, realizado entre os dias 17 e 23 de junho. Foram convocados nove atletas para a competição.

Na última semana, três atletas que estarão no torneio participaram da 6ª fase de treinamento no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo: o cearense Maciel Santos, medalhista de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012 na classe BC2 (atletas que não podem receber assistência); a pernambucana Evani Calado, medalhista de ouro por equipes da classe BC3 (atletas que usam instrumento auxiliar e podem ser ajudados por outras pessoas) nos Jogos Paralímpicos Rio 2016; e o mineiro Mateus Carvalho, medalhista de ouro no individual BC3 e bronze nos pares BC3 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023.

Além deles, estão entre os convocados os participantes dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024: a pernambucana Andreza Oliveira, campeã mundial da classe BC1 no Rio de Janeiro; os paulistas Evelyn Oliveira, ouro por equipes da classe BC3 no Rio 2016, e José Chagas, bronze no individual em Tóquio 2020; e a paraibana Laissa Guerreira, campeã individual no Parapan de Jovens de Bogotá 2023.

Na última competição, disputada em junho, no Cazaquistão, o Brasil conquistou duas medalhas de prata, com Andreza Oliveira e Laissa Guerreira, ambas nas disputas individuais de suas respectivas classes.

Como principal competição do ano, a Seleção tem o Mundial da modalidade, que será realizado em Seul, na Coreia do Sul, de 24 de agosto a 4 de setembro.

Confira todos os participantes da competição nos Estados Unidos:

BC1/BC2:
Andreza Vitória Ferreira de Oliveira
José Carlos Chagas de Oliveira
Maciel Sousa Santos

BC3:
Evani Soares da Silva Calado
Evelyn Vieira de Oliveira
Mateus Rodrigues Carvalho

BC4:
Laissa P. G. da S. V. Teixeira
José Antônio do N. Santos
Ivanildo Pereira de Souza

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais da bocha.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Andreza Oliveira e Laissa Guerreira são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual das Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Evani Calado, Evelyn Oliveira e Maciel Santos integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-bocha-embarca-para-challenger-nos-eua-nesta-terca-feira-16/

Postado Pôr Antônio Brito 

“Conexão pela Educação” para formação inclusiva em Barueri/SP

Projeto do Shopping Tamboré investirá na formação de educadores da rede pública de Barueri com foco em inclusão escolar e capacitação continuada

“Conexão pela Educação” para formação inclusiva em Barueri/SP

O Shopping Tamboré anuncia o lançamento do “Conexão pela Educação”, novo projeto de investimento social privado criado para fortalecer a formação de profissionais da rede pública.

O projeto integra a estratégia da ALLOS, companhia responsável por mais de 50 shoppings nas cinco regiões do Brasil, e reforça seu compromisso de desenvolver iniciativas voltadas à educação em todos os seus empreendimentos até 2030.

O “Conexão pela Educação” terá como eixo principal a formação continuada de professores e coordenadores pedagógicos da Educação Infantil da rede municipal de Barueri/SP, com foco em inclusão escolar.

O Colégio Mackenzie Tamboré atua como principal parceiro técnico do programa. O programa será realizado ao longo de 2026 e envolverá encontros presenciais, acompanhamento individual, avaliação formativa e certificação para os participantes.

O programa também conta com a participação do Centro Educativo Igarapé.

O Shopping Tamboré fica na Av. Piracema, 669 – Tamboré – Barueri/SP.

Mais informações no site:

Saiba mais no link:

https://shoppingtambore.com.br

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=2531307a-cc6e-4665-9809-152ce05ea24c

Postado Pôr Antônio Brito

15/06/2026

Mobilização nacional busca convencer Ministros do STF sobre Ações em defesa dos direitos das pessoas com deficiência

Mobilização nacional busca convencer Ministros do STF sobre Ações em defesa dos direitos das pessoas com deficiência

STF julgará ADIs – Ações Diretas de Inconstitucionalidade na quinta-feira, 18. Ministro Alexandre de Moraes é o relator dos pedidos que buscam evitar discriminações entre pessoas com deficiência na Reforma Tributária.

A ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência está convocando seus associados, familiares, apoiadores e toda a sociedade civil para uma mobilização institucional em defesa dos direitos das pessoas com deficiência que serão analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no próximo dia 18 de junho.

Na ocasião, a Suprema Corte deverá julgar as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7779 e 7790, que discutem dispositivos da Reforma Tributária com potencial impacto sobre políticas públicas, benefícios e mecanismos destinados à promoção da acessibilidade, da autonomia e da inclusão das pessoas com deficiência.

A ADI 7779 foi ajuizada pelo Instituto Oceano Azul e a ADI 7790 pela ANAPcD. As entidades estarão sendo representadas pelo advogado Pedro Barreto – que fará a sustentação oral, de forma pró-bono. A ANAPcD estará apoiando Barreto através de Jairo Varella Bianeck e Fábio Azevedo, integrantes da Coordenadoria Jurídica da entidade que estarão presentes no STF.

Para a Associação, o julgamento representa um momento de grande relevância para milhões de brasileiros que dependem de instrumentos legais capazes de reduzir desigualdades históricas e garantir condições mínimas de participação plena na sociedade.

Mobilização democrática e institucional

A entidade destaca que a participação dos associados é fundamental para demonstrar ao STF a importância social e humana do tema.

A proposta é que os associados encaminhem mensagens respeitosas e institucionais aos Gabinetes dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, manifestando preocupação com os impactos que eventuais restrições aos direitos das pessoas com deficiência podem causar.

Segundo a ANAPcD, a iniciativa busca fortalecer o diálogo democrático e chamar a atenção para a necessidade de preservação dos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade material, da inclusão social e da vedação ao retrocesso em direitos fundamentais criados na aprovação da Reforma Tributária que afetou diretamente as pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista, de nível de suporte 1 – grau leve. A atual legislação passou a adotar critérios mais restritivos para o acesso ao benefício, situação que, segundo as entidades autoras das ações, resultou na exclusão de determinados grupos de pessoas com deficiência, entre eles autistas classificados como nível 1 de suporte.

Direitos que transformam vidas

A Associação ressalta que os mecanismos de proteção às pessoas com deficiência não representam privilégios ou benefícios indevidos.

Trata-se de instrumentos de compensação das barreiras enfrentadas diariamente por milhões de brasileiros em áreas como mobilidade, transporte, comunicação, educação, trabalho, saúde e acesso à tecnologia assistiva.

Para muitas famílias, essas garantias significam independência, qualidade de vida e participação efetiva na sociedade.

“Estamos falando de direitos que impactam diretamente a vida das pessoas. Cada conquista obtida ao longo dos anos resultou de muito diálogo, mobilização social e reconhecimento da necessidade de promover igualdade de oportunidades. Por isso, acompanhamos este julgamento com atenção e esperança”, destaca Abrão Dib, presidente da ANAPcD.

Para dirigentes do Instituto Oceano Azul, “é um julgamento histórico no qual será construída uma decisão com efeito vinculante, a qual pode ser um marco na jurisdição constitucional brasileira no prumo da tutela dos direitos humanos, do comprometimento com a máxima efetividade ao princípio da dignidade da pessoa humana e da justiça social, antes mesmo de falarmos em justiça tributária. Em jogo, o art.149 da LC 214/25 (a grande lei brasileira regulamentadora da Reforma Tributária). Mais especificamente, a discussão a respeito da restrição feita no texto legal ao direito de gozo do benefício tributário ali gerado em favor de pessoas com autismo e deficiência quando da aquisição de veículos. Em razão de tal restrição, pessoas com autismo do espectro 1 e com deficiência moderada ficam excluídas do acesso ao regime benéfico e diferenciado de tributação”.

Um apelo à sensibilidade constitucional

A ANAPcD reafirma sua confiança no papel do Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição Federal e defensor dos direitos fundamentais.

A entidade acredita que a análise das ADIs 7779 e 7790 representa uma oportunidade para reafirmar o compromisso do Estado brasileiro com a proteção das pessoas com deficiência, em conformidade com a Constituição Federal, a Lei Brasileira de Inclusão e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas, incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro com status constitucional.

Chamado aos associados

Diante da proximidade do julgamento, a ANAPcD conclama todos os seus associados a participarem dessa mobilização cívica e democrática.

Para a ANAPcD, “cada mensagem enviada aos Ministros do STF representa uma oportunidade de demonstrar que os direitos das pessoas com deficiência possuem relevância social, jurídica e humana, e que a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva depende da preservação e do fortalecimento dessas garantias. No dia 18 de junho, milhões de brasileiros estarão representados nesse julgamento. A manifestação de cada associado pode contribuir para reforçar a importância da inclusão, da acessibilidade e da dignidade das pessoas com deficiência no Brasil”.

Títulos sugeridos para mensagens de email:

  • * Nenhum Direito a menos: a importância das ADIs 7779 e 7790 para as Pessoas com Deficiência
  • * O STF e a proteção dos Direitos das Pessoas com Deficiência na Reforma Tributária
    * Milhões de brasileiros com deficiência aguardam o julgamento das ADIs 7779 e 7790
    * Acessibilidade, Inclusão e Dignidade: um apelo ao Supremo Tribunal Federal
    * Direitos das Pessoas com Deficiência não podem sofrer retrocessos

Texto para o corpo da mensagem:

Excelentíssimo(a) Senhor(a) Ministro(a),

Venho, respeitosamente, manifestar minha preocupação e solicitar especial atenção de Vossa Excelência ao julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade nº 7779 e nº 7790, pautado para o dia 18 de junho de 2026.


As referidas ações discutem aspectos da Reforma Tributária que afetam diretamente pessoas com deficiência e suas famílias em todo o Brasil.


Nosso objetivo não é ampliar privilégios nem criar benefícios novos. Buscamos apenas evitar que pessoas com deficiência sejam excluídas ou recebam tratamento menos favorável dentro de uma política pública criada justamente para promover inclusão, autonomia e acessibilidade.


Entre os pontos submetidos à apreciação desta Suprema Corte está a exclusão de pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista classificadas no nível 1 de suporte do acesso ao benefício fiscal destinado às pessoas com deficiência, bem como a imposição de tratamento mais restritivo a pessoas com deficiência em comparação com outros beneficiários da mesma política pública.


A Constituição Federal, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão estabeleceram um compromisso inequívoco com a igualdade material, a eliminação de barreiras e a participação plena das pessoas com deficiência na sociedade.


Por essa razão, preocupa-nos a adoção de critérios que possam resultar na exclusão prévia de pessoas que continuam enfrentando obstáculos concretos para exercer sua autonomia, sua mobilidade e sua participação social.


Como cidadão(ã) e como pessoa diretamente interessada na efetividade dos direitos das pessoas com deficiência, acredito que a inclusão não se fortalece quando se criam distinções entre as próprias pessoas com deficiência sem justificativa compatível com os valores constitucionais de igualdade, dignidade e não discriminação.


Por isso, solicito respeitosamente que, no julgamento das ADIs nº 7779 e nº 7790, sejam considerados os impactos concretos dessas restrições sobre a vida das pessoas com deficiência, preservando-se as garantias constitucionais conquistadas ao longo de décadas de luta por inclusão, acessibilidade e reconhecimento de direitos.

Confio na sensibilidade institucional desta Suprema Corte e em seu papel histórico de guardiã da Constituição Federal, especialmente na proteção dos grupos mais vulneráveis e na concretização dos direitos fundamentais.

Atenciosamente,

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Cidade e Estado ( ]

EMAIL INSTITUCIONAL DOS MINISTROS DO STF

Ministro Luiz Fachin – presidencia@stf.jus.br
Ministro Gilmar Mendes – audienciasgilmarmendes@stf.jus.br
Ministra Carmen Lucia – gabcarmen@stf.jus.br
Ministro Dias Tofoli – gabmtoffoli@stf.jus.br
Ministro Luiz Fux – gabineteluizfux@stf.jus.br
Ministro Alexandre Moraes – gabmoraes@stf.jus.br
Ministro Nunes Marques – gmnm@stf.jus.br
Ministro André Mendonça – secretaria.gmalm@stf.jus.br
Ministro Cristiano Zanin – gabinete.mcz@stf.jus.br
Ministro Flávio Dino – agenda.gmfd@stf.jus.br

Informações disponíveis em
https://portal.stf.jus.br/transparencia/

Fonte https://diariopcd.com.br/mobilizacao-nacional-busca-convencer-ministros-do-stf-sobre-acoes-em-defesa-dos-direitos-das-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil vence Japão e conquista bronze no Mundial de goalball na China

Seleção masculina de goalball conquista bronze no Mundial da China | Foto: Brenda Mendes/ CBDV

*Nota atualizada às 9h36

A Seleção Brasileira de goalball masculino terminou o Campeonato Mundial em Hangzhou, na China, com a conquista do bronze sobre o Japão por 10 a 6 nesta segunda-feira, 15. Já a equipe feminina terminou sua campanha na quinta colocação após vencer as japonesas por 5 a 2.

Os títulos de campeã mundial nas disputas masculina e feminina ficaram com a China. Entre os homens, os anfitriões derrotaram a Alemanha por 7 a 1. Já na final feminina, a Seleção chinesa venceu Israel por 12 a 4. O Campeonato Mundial de goalball teve início no dia 9 e reuniu 16 Seleções em cada categoria.

O Brasil abriu o caminho para a conquista do bronze masculino logo no primeiro minuto de partida, com um gol do brasiliense Leomon Moreno, camisa 10 e artilheiro da Seleção. A equipe brasileira manteve o ritmo ofensivo e marcou outras três vezes na primeira metade do confronto, enquanto os japoneses balançaram as redes em duas oportunidades, levando o placar de 4 a 2 para o intervalo.

No segundo tempo, os japoneses tentaram reagir e marcaram mais quatro vezes. O Brasil, porém, manteve o controle da partida e respondeu com outros seis gols. A campanha brasileira na China foi encerrada com um gol do paraibano Emerson Silva, que definiu o placar em 10 a 6 e garantiu a medalha de bronze para a Seleção.

“A gente sai mais forte do que nunca dessa competição. É uma felicidade imensa se manter no pódio de um Campeonato Mundial. Ficamos muito felizes de saber que o nosso trabalho, os processos que passamos, as dores, as vitórias, tudo isso construiu o que a gente veio buscar aqui. Dessa vez não veio o ouro, mas com certeza esse bronze tem o gosto de uma medalha dourada”, comenta o ala Leomon.

Campanha masculina
A primeira fase do Mundial contou com quatro grupos na disputa masculina, e o Brasil encerrou a etapa de forma invicta, com vitórias sobre o Egito (11 a 1), a Argélia (10 a 0) e a China (10 a 1). Nas quartas de final, a Seleção Brasileira derrotou a Ucrânia por 7 a 1 e avançou à semifinal, onde reencontrou a China. Desta vez, porém, os anfitriões levaram a melhor e venceram por 5 a 4, interrompendo a busca brasileira pelo tetracampeonato mundial.

Enquanto o Brasil enfrentou o Japão na disputa pela medalha de bronze, a final masculina fica entre China e Alemanha, com vitória dos donos da casa por 7 a 1.

Campanha feminina
Na partida que definiu a quinta colocação, a Seleção brasileira enfrentou o Japão, e teve seu lugar escrito na sexta posição até o fim do primeiro tempo, que foi finalizado com as japonesas na frente por 2 a 1. No entanto, o Brasil reagiu na etapa final, virou o placar e garantiu a quinta posição do Mundial com uma vitória por 5 a 2.

No início do torneio, a Seleção feminina encerrou a fase de grupos invicta, com vitórias sobre a Tailândia (11 a 2), a Grécia (5 a 1) e a Finlândia (5 a 2). Nas quartas de final, porém, a equipe foi superada pela Turquia por 8 a 5.

Na disputa pelas posições entre o quinto e o oitavo lugares, a Seleção voltou a enfrentar a Tailândia e venceu por 8 a 5, resultado que a credenciou para a partida decisiva contra o Japão.

Brasil no Mundial de Goalball:
Masculino

Fase de grupos
09/06 (terça-feira) – Brasil 11 x 1 Egito
10/06 (quarta-feira) – Brasil 10 x 0 Argélia
11/06 (quinta-feira) – Brasil 10 x 1 China

Quartas de Final
13/06 (sábado) – Brasil 7 X 1 Ucrânia

Semifinal
14/06 (domingo) – Brasil 4 x 5 China

Disputa do bronze
15/06 (segunda-feira) – Brasil 10 x 6 Japão

Feminino
Fase de grupos
10/06 (quarta-feira) – Brasil 11 x 2 Tailândia
11/06 (quinta-feira) – Brasil 5 x 1 Grécia
12/06 (sexta-feira) – Brasil 5 x 2 Finlândia

Quartas de Final
13/06 (sábado) – Brasil 4 x 4 Turquia (2×3 nos pênaltis)

Disputa 8º ao 5º lugar
14/06 (domingo) – Brasil 8 x 5 Tailândia
15/06 (segunda-feira) – Brasil 5 x 2 Japão

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do goalball.

Time São Paulo
Os atletas Emerson da Silva e Leomon Moreno integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-vence-japao-e-conquista-bronze-no-mundial-de-goalball-na-china/

Postado Pôr Antônio Brito 

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Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=f8aec237-ed9d-4b2f-bb62-ee432bb5e963

Postado Pôr Antônio Brito