23/07/2026

Discriminar pessoa com deficiência é crime desde 2015: por que tão poucos são condenados por isso

Discriminar pessoa com deficiência é crime desde 2015: por que tão poucos são condenados por isso - OPINIÃO - * Por Igor Lima

OPINIÃO

  • * Por Igor Lima

Por que o artigo 88 da Lei Brasileira de Inclusão existe, mas raramente pune alguém

Desde 2015, discriminar uma pessoa por causa de sua deficiência é crime no Brasil. O artigo 88 da Lei Brasileira de Inclusão prevê reclusão de um a três anos, e multa, para quem pratica, induz ou incita esse tipo de discriminação. Se o ato ocorrer por meio de comunicação social ou publicação de qualquer natureza, a pena sobe para dois a cinco anos. É um tipo penal específico, criado justamente porque, antes da lei, não existia crime autônomo para esse tipo de conduta no Brasil, e episódios de discriminação precisavam ser encaixados, com dificuldade, em crimes genéricos como injúria ou difamação.

Não existe, até onde consegui confirmar, uma estatística nacional pública que diga quantas condenações esse artigo já gerou desde 2015. Isso já é revelador por si só: um crime específico, criado há quase dez anos, sem número oficial de aplicação amplamente divulgado. Mas a jurisprudência disponível mostra um padrão consistente que ajuda a entender por quê esse tipo penal enfrenta tanta dificuldade para se traduzir em condenação.

O obstáculo que aparece repetidamente nos julgados

Em uma apelação criminal julgada por um tribunal estadual, o Ministério Público recorreu contra a absolvição de uma pessoa acusada de incitar discriminação contra pessoas com deficiência por meio de uma publicação em rede social. O tribunal manteve a absolvição, e o fundamento é revelador: o crime do artigo 88 exige comprovação inequívoca do dolo específico, ou seja, a vontade consciente e deliberada de discriminar em razão da deficiência. A mera repercussão negativa de uma publicação, mesmo que ofensiva, não basta. Diante de dúvida razoável sobre a real intenção de quem publicou, prevaleceu o princípio constitucional do in dubio pro reo.

Esse não é um caso isolado. Em outro processo, envolvendo a publicação de uma piada em um show de stand-up comedy no Instagram, a controvérsia girou em torno da competência para julgar o caso, mas o pano de fundo era o mesmo: humor, ironia e ambiguidade de contexto tornam extremamente difícil provar, além de dúvida razoável, que havia intenção deliberada de discriminar.

Em contraste, há também casos de condenação, mas eles tendem a envolver situações em que a discriminação foi explícita e direta, sem ambiguidade possível. Um tribunal condenou uma mulher pela prática do crime do artigo 88 combinado com injúria, depois que ela ofendeu diretamente uma aluna com deficiência intelectual, além de servidores públicos, em um contexto em que a autoria e o dolo discriminatório ficaram comprovados por boletim de ocorrência, depoimentos e prova oral direta.

O padrão que emerge dessas decisões é claro: quando a discriminação é textual, direta e sem espaço para outra interpretação, a condenação acontece. Quando ela é sutil, ambígua, ou embutida em humor, ironia ou comentário genérico, o crime praticamente se torna impossível de provar.

Uma fragilidade estrutural, não só probatória

Existe ainda um segundo problema, de natureza processual, apontado por comentaristas do próprio Estatuto da Pessoa com Deficiência. Como a pena mínima do artigo 88, em sua forma simples, não ultrapassa um ano, o crime admite suspensão condicional do processo, prevista no artigo 89 da Lei nº 9.099/95. Na prática, isso significa que, mesmo quando o Ministério Público consegue oferecer denúncia, o processo pode ser suspenso mediante certas condições, sem necessariamente chegar a uma condenação formal e a uma pena efetivamente cumprida.

Some-se a isso outro fator técnico: juristas que comentam o dispositivo apontam que a relação entre o artigo 88 da LBI e os crimes específicos previstos na Lei nº 7.853/89 (lei anterior, de apoio à pessoa com deficiência) é de gênero e espécie. Isso quer dizer que, antes de aplicar o artigo 88, o operador do direito precisa verificar se a conduta já não se encaixa em um dos tipos mais específicos da lei de 1989, o que adiciona uma camada extra de complexidade técnica à já difícil tarefa de provar o dolo discriminatório.

Por que ter a lei não é o mesmo que ela funcionar

O que esse conjunto de decisões e comentários jurídicos revela é uma distância entre a existência formal do crime e sua efetividade prática. O artigo 88 nasceu de um objetivo claro, declarado pela própria doutrina penal: tutelar a dignidade da pessoa com deficiência e dar resposta penal a condutas que, antes, ficavam impunes ou mal enquadradas em outros tipos penais. Mas um crime que exige prova de intenção específica, que compete com um regime de suspensão condicional que dispensa condenação formal, e que só se aplica com clareza em casos de discriminação explícita e sem ambiguidade, acaba deixando de fora justamente a forma mais comum de discriminação capacitista: aquela que se disfarça de brincadeira, de opinião, ou de comentário “sem querer ofender”.

Talvez o problema mais honesto a reconhecer seja este: criar um tipo penal específico foi um avanço simbólico e jurídico importante. Mas a experiência de quase dez anos de aplicação sugere que a lei, sozinha, não resolve o problema que pretendia enfrentar. Ela deu nome ao crime. Não deu, na mesma medida, instrumentos para prová-lo.

  • * Igor Lima é advogado (OAB/RJ), especialista em Direitos Humanos e sustentabilidade, e pessoa com deficiência. Coordenador da coletânea jurídica “Deficiência e os Desafios para uma Sociedade Inclusiva”, citada no STJ, TST, STF e presente em instituições como Harvard e Universidade de Coimbra. Autor de artigos publicados em espaços como ABDConst, Future Law e revistas jurídicas nacionais, atua como palestrante em instituições como UERJ, UFRJ, UFF, OAB/RJ e MPRJ. Dedica-se à pesquisa e defesa dos direitos das pessoas com deficiência, com experiência em inclusão, políticas públicas e ESG.   
  • Linkedin:https://www.linkedin.com/in/igor-lima-pcd-404321198/
  • Instagram: https://www.instagram.com/igor_lima_adv/

Fonte https://diariopcd.com.br/discriminar-pessoa-com-deficiencia-e-crime-desde-2015-por-que-tao-poucos-sao-condenados-por-isso/

Postado Pôr Antônio Brito  

Exposição virtual da fotógrafa Kica de Castro traz conceitos de beleza PCD

 Exposição virtual de Kica de Castro utiliza pintura corporal dourada para promover reflexões sobre diversidade, inclusão, reconhecimento e a transformação da representação da beleza na sociedade.

Exposição virtual da fotógrafa Kica de Castro traz conceitos de beleza PCD

A nossa querida parceira de tantos anos, a fotógrafa e multimídia Kica de Castro, vem com uma nova exposição, mostrando a forma como uma sociedade escolhe representar seus corpos e que isso revela muito sobre os valores de seu tempo.

Durante décadas, pessoas com deficiência e outras identidades historicamente invisibilizadas estiveram presentes na vida cotidiana, mas raramente ocuparam os espaços onde a cultura constrói referências de beleza, reconhecimento e pertencimento. A ausência não estava nos corpos. Estava na visibilidade que lhes era concedida.

A exposição virtual “O Corpo Dourado da Vitória” reúne modelos com diferentes histórias de vida retratados por meio da pintura corporal dourada assinada pelo maquiador André Lima, em imagens que convidam o público a refletir sobre diversidade, identidade e inclusão.

O dourado remete às medalhas, aos pódios e às grandes conquistas. Mas, nesta proposta artística, seu significado ultrapassa a ideia de vitória individual. Ele simboliza reconhecimento e a presença de corpos que, durante muito tempo, permaneceram fora dos espaços de visibilidade e que hoje contribuem para ampliar o imaginário cultural brasileiro.

Mais do que uma série de retratos, a mostra registra um momento de transformação cultural.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=7d9606d0-d200-4397-ad80-223721b73591

Postado Pôr Antônio Brito  

Seleção Brasileira de tênis de mesa conquista três bronzes nas duplas em competição na Tailândia

Thais Severo e Marliane Maral (em azul) no Parapan-Americano de Santiago em 2023, no Chile | Foto: Saulo Cruz/CPB

A Seleção Brasileira de tênis de mesa paralímpico encerrou as disputas de duplas do ITTF World Para Elite de Nakhon Ratchasima, na Tailândia, nesta quarta-feira, 22, com três medalhas de bronze.

Na classe WD10, a goiana Thais Severo e a mineira Marliane Amaral ficaram com a medalha de bronze após serem derrotadas na semifinal pelas chinesas Xiaodan Gu e Bian Zhang por 3 sets a 0, com parciais de 11/9, 11/3 e 11/5.

A paulista Jennyfer Parinos atuou ao lado da sul-coreana Kun-Hea Kim nas disputas da classe WD20. A dupla garantiu o bronze depois de perder a semifinal para Tzu Yu Lin e Shiau Wen Tian, de Taipei Chinês, por 3 sets a 0 (11/7, 11/9 e 11/6).

Já na classe XD14, o paulista Paulo Henrique Fonseca e a goiana Lethícia Lacerda conquistaram o bronze ao serem superados na semifinal pela dupla de Hong Kong formada por Hon Lam Wong e Wing Ka Pang por 3 sets a 1, com parciais de 9/11, 11/5, 11/8 e 11/9.

Mais medalhas nas chaves individuais
Na segunda-feira, 20, o Brasil havia encerrado as disputas individuais da competição com outras três medalhas: duas de prata e uma de bronze.

A carioca Sophia Kelmer foi vice-campeã na classe 8 (andantes), enquanto o paulista Paulo Henrique Fonseca conquistou a prata na classe 7(andantes). O bronze ficou com a goiana Lethícia Lacerda, também na classe 7.

Agora, o próximo compromisso da Seleção Brasileira é o ITTF World Para Challenger Spokane, nos Estados Unidos, entre os dias 6 e 9 de agosto.

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tênis de mesa.

Time São Paulo
As atletas Jennyfer Parinos e Marliane Amaral Santos integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
As atletas Lethícia Lacerda e Thaís Severo são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-tenis-de-mesa-conquista-tres-bronzes-nas-duplas-em-competicao-na-tailandia/

Postado Pôr Antônio Brito  

Pesquisa Carreira dos Sonhos quer mapear mercado de trabalho PcD e oferece incentivo com sorteio de 8 mil reais para participantes

Pesquisa Carreira dos Sonhos quer mapear mercado de trabalho PcD e oferece incentivo com sorteio de 8 mil reais para participantes

Em sua 25ª edição, o estudo de empregabilidade conta com o apoio de instituicões e coletivos para traçar diagnóstico inédito sobre inteligência artificial, liderança e saúde mental da pessoa com deficiência. Como incentivo à participação voluntária, todos os respondentes que concluírem o questionário online e desejarem concorrerão a R$ 8 mil em prêmios. Pesquisa segue até 16 de agosto

Em um cenário marcado por transformações profundas e permanentes no mundo corporativo, a Cia de Talentos – maior consultoria de educação para carreira da América Latina – anuncia a abertura da pesquisa Carreira dos Sonhos 2026.

Chegando à sua 25ª edição, o tradicional levantamento traz este ano uma mobilização nacional em parceria com instituições, ONGs e coletivos dedicados à diversidade para mapear, de forma minuciosa, a realidade dos profissionais com deficiência no mercado brasileiro.

O prazo final para respostas da pesquisa é até 16/08/2026

“É de grande importância essa pesquisa, pois precisamos identificar a realidade da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. No Brasil, precisamos de estatísticas reais para efetivar a cobrança da eficácia de políticas públicas”, afirmou Abrão Dib, editor do Diário Pcd – que também faz parte da campanha de divulgação do trabalho.

O estudo mantém sua abrangência nacional e o caráter geral, investigando as percepções e expectativas de estudantes, média gestão e alta liderança em todo o país. Contudo, a parceria estratégica com as organizações da comunidade PcD permitirá gerar um recorte estatístico e analítico exclusivo, jogando luz sobre as dores, os desafios de desenvolvimento e as ambições de carreira desse público.

IA, Confiança e Saúde Mental em Foco

A pesquisa Carreira dos Sonhos 2026 aprofundará temas que refletem as principais tensões enfrentadas no cotidiano de trabalho. O estudo investigará, por exemplo, como o avanço acelerado da inteligência artificial (IA) impacta os profissionais – avaliando se a tecnologia é vista como uma oportunidade de crescimento ou como uma fonte de insegurança profissional.


Além disso, temas que tocam diretamente a experiência de grupos minorizados nas organizações ganharam destaque, tais como:


* O nível de alinhamento entre o discurso de diversidade institucional e as práticas reais das lideranças no dia a dia.
* O nível de confiança na gestão e o sentimento de pertencimento dentro das empresas

* Os impactos da pressão corporativa por resultados na saúde emocional e a sensação de solidão nas relações de trabalho.

“Estamos vivendo um momento em que diferentes transformações acontecem ao mesmo tempo. A inteligência artificial avança rapidamente e as empresas precisam construir relações de confiança em um cenário de mudanças constantes. Compreender as expectativas e as contradições específicas de diferentes perfis de profissionais é fundamental para construir organizações mais saudáveis e preparadas para o futuro “, afirma Danilca Galdini, sócia e diretora de Insights da Cia de Talentos.

Mobilização Nacional e Metas de Engajamento


Para viabilizar a consolidação e a divulgação gratuita desse material analítico focado em diversidade para toda a sociedade, a campanha conta com o engajamento coletivo e trabalha para alcançar a meta de 250 respostas de
profissionais com deficiência.


Como incentivo à participação voluntária, todos os respondentes que concluírem o questionário online e desejarem concorrerão a R$ 8 mil em prêmios, que incluem Óculos Inteligentes Ray-Ban Meta Wayfarer (2ª geração), Headphone, Tablet e Smartwatch.

Os óculos inteligentes se destacam pela integração com inteligência artificial, permitindo interação por comando de voz para tirar dúvidas, obter sugestões e até realizar traduções em tempo real. O dispositivo também conta com câmera de alta qualidade para fotos e vídeos sem uso das mãos, além de áudio embutido nas hastes, possibilitando ouvir conteúdos e realizar chamadas com praticidade no dia a dia.

O sorteio será realizado em 9 de setembro pela Loteria Federal e está devidamente inscrito sob o certificado de autorização SPA/ME Nº 04.050379/2026.

O regulamento pode ser acesso na íntegra pelo link:

https://carreiradossonhos.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CS2026_regulamento_oficial.pdf


* A coleta de respostas é realizada de forma totalmente digital e fica aberta até o dia 16 de agosto de 2026.

Serviço
* Iniciativa: pesquisa Carreira dos Sonhos 2026 (recorte PcD em parceria com instituições e coletivos parceiros)
* Público-alvo: estudantes, profissionais de média gestão e alta liderança (público geral e com recorte focado na comunidade PcD)

* Prazo final para respostas: até 24/07/2026


* Link oficial para participação:

https://pt.research.net/r/cs2026_assessoria-de-imprensa

Sobre a Cia de Talentos


Maior consultoria de educação para a carreira da América Latina, a Cia de Talentos atua com recrutamento, seleção, desenvolvimento e employer branding. Com a missão de potenCIAlizar carreiras, o principal diferencial está na equipe formada por profissionais multigeracionais, com experiências diversas e complementares, que se destacam por inovar e garantir sempre o uso das tecnologias mais modernas para atrair, selecionar e desenvolver
profissionais desde seu início de carreira até posições de alta liderança.

Saiba mais em: www.ciadetalentos.com

Fonte https://diariopcd.com.br/pesquisa-carreira-dos-sonhos-quer-mapear-mercado-de-trabalho-pcd-e-oferece-incentivo-com-sorteio-de-8-mil-reais-para-participantes/

Postado Pôr Antônio Brito 

20/07/2026

Diagnóstico de TEA em crianças crescem entre 6% e 10% ao ano em diversos países, aponta relatório da OECD

Diagnóstico de TEA em crianças crescem entre 6% e 10% ao ano em diversos países, aponta relatório da OECD

Especialista em Alfabetização de Educandos com Deficiência pela UFSCar e MBA em Gestão Escolar pela USP, Carla Costa explica que a procura por acompanhamento psicopedagógico geralmente ocorre quando surgem sinais de dificuldades na aprendizagem, na autonomia, na participação escolar ou no comportamento infantil.

A média anual de crianças diagnosticadas com o ‘Transtorno do Espectro Autista’ (TEA) vem sendo acompanhada por autoridades internacionais. Segundo o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), os índices de TEA em crianças registraram um crescimento médio anual de 6% a 10%, em diferentes países da Europa, América e Oriente Médio. 

Ainda de acordo com o relatório “Policy Responses to Rising Autism Diagnoses in Childhood”, da OECD, o número de crianças e jovens diagnosticados com TEA aumentou de duas a quatro vezes em onze países, durante um período de 15 anos. 

Esse diagnóstico é frequentemente percebido pelos pais ou irmãos, que notam os primeiros sinais em 56% dos casos, segundo o Mapa Autismo Brasil (2026). A partir desse reconhecimento, muitas famílias iniciam um processo de compreensão das necessidades da criança, buscando apoio de profissionais da saúde e da educação para promover sua participação, autonomia, aprendizagem e qualidade de vida nos diferentes contextos em que está inserida. 

Segundo a psicopedagoga e orientadora parental com mais de uma década de atuação na área da educação, Carla Costa, as famílias começam a buscar acompanhamento psicopedagógico quando notam sinais de interferência na aprendizagem, autonomia, comportamento ou participação da criança em diferentes ambientes. “No caso de muitas crianças autistas, além das características centrais do TEA, também podem estar presentes desafios relacionados às funções executivas, como manter a atenção, organizar tarefas, seguir rotinas, planejar ações, monitorar o próprio comportamento e lidar com mudanças ou frustrações. Essas dificuldades costumam impactar diretamente a participação escolar e a vida cotidiana”, explica. 

Embora o quadro de TEA seja evidenciado logo na primeira infância, com 51% dos casos registrados entre crianças de 0 a 4 anos, é necessário acompanhamento ao longo das etapas de desenvolvimento. Para se ter uma noção, ainda segundo o Mapa Autismo Brasil, cerca de 28% das crianças com TEA completam a educação infantil; 14% o ensino fundamental I; 4% o ensino fundamental II; e 2,8% completam o ensino médio. 

“Inclusão não significa apenas garantir a matrícula do estudante na escola regular, mas assegurar sua participação efetiva, sua aprendizagem e seu pertencimento ao ambiente escolar. Na prática, muitos profissionais da educação desejam promover uma inclusão de qualidade, mas enfrentam dificuldades relacionadas à formação contínua, ao acesso a estratégias pedagógicas adequadas e ao suporte técnico para lidar com a diversidade presente nas salas de aula. A inclusão exige conhecimento sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem, adaptações pedagógicas, acessibilidade e diferentes formas de participação dos estudantes. Ainda existe a expectativa de que a criança precise se adaptar ao modelo já existente, quando, na realidade, é a escola que deve estar preparada para acolher diferentes formas de aprender, comunicar-se, interagir e participar”, reforça a especialista. 

Especializada na “Alfabetização de Educandos com Deficiência” pela UFSCar, com MBA em Gestão Escolar pela USP, Carla explica que todo processo começa com uma escuta cuidadosa da realidade familiar, desde a dinâmica com os pais até as características da criança e o contexto em que ela está inserida. A partir daí, é possível traçar rotinas saudáveis que funcionam como uma estrutura organizadora, auxiliando a criança a desenvolver autonomia, responsabilidade e autorregulação. 

“É por meio da repetição das experiências cotidianas, logo na primeira infância, que a criança aprende a reconhecer padrões, compreender expectativas, criar hábitos e desenvolver habilidades importantes para a vida, que vão auxiliar a caminhada junto aos pais nas circunstâncias futuras: escolaridade, trabalho e qualidade de vida. Fato é que o Brasil e o mundo ainda estão muito aquém na sua caminhada de inclusão para crianças e adolescentes diagnosticados com TEA, e é aí que entra a psicopedagogia, no papel de compreender como cada pessoa aprende e identificar os fatores que podem estar favorecendo ou dificultando esse processo. Dessa forma, podemos melhorar a qualidade de vida dos pequenos”, conclui Carla

Fonte https://diariopcd.com.br/diagnostico-de-tea-em-criancas-crescem-entre-6-e-10-ao-ano-em-diversos-paises-aponta-relatorio-da-oecd/

Postado Pôr Antônio Brito 

Meeting Loterias Caixa de Curitiba se encerra com três ouros de atleta que passou 50 dias na UTI após nascimento

Luan Iorino em preparação para nadar os 50m cistas no Meeting de Curitiba | Foto: Marco Charneski/CPB

O Meeting Paralímpico Loterias CAIXA de Curitiba, realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), neste sábado, 18, reuniu 320 atletas nas disputas de atletismonatação e tiro esportivo

Foram 199 competidores as provas de atletismo, na pista da Universidade Federal do Paraná (UFPR), enquanto outros 96 estiveram na natação e outros 25 no tiro esportivo. Ambos no Clube Santa Mônica.

Entre os destaques esteve o nadador paranaense Luan Iorino, 16, da classe S3 (limitações físico-motoras severas). Ele saiu do Meeting com três medalhas de ouros: subiu ao lugar mais alto do pódio nas provas 50m (3min19s32) e 100m livre (5min52s98), além dos 50m costas (2min42s46).

Luan nasceu após 26 semanas de gestação, pesando 920 gramas e medindo 33 cm. Isso por decorrência da ruptura prematura das membranas. Depois do seu nascimento, ficou 51 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O jovem, então, foi diagnosticado com paralisia cerebral e tetetraplegia espástica, condição neurológica que causa paralisia ou fraqueza grave nos quatro membros e no tronco. “Ele é um milagre de Deus. Hoje, é um orgulho nosso. Está esse garotão”, disse o pai Marcelo Iorino, emocionado.

O paranaense entrou na natação em 2016, aos seis anos de idade, e, desde então, não parou mais de praticar a modalidade. “Já sou veterano no esporte”, brincou Luan, que possui quase 40 medalhas em competições estaduais e nacionais. “Entrar na água, para mim, é mais do que uma atividade física. É um estilo de vida que me faz melhorar a cada dia”, continuou o adolescente, que se inspira nas medalhistas paralímpicas e mundiais Débora e Beatriz Carneiro, as gêmeas de Maringá, como o próprio definiu.

Atualmente, além dos treinos na natação, Luan também dedica seu tempo aos estudos. Ele faz curso de programação, uma de suas paixões junto com o esporte e o videogame. “Foi muito esforço para chegar até aqui”, definiu o pai. “Eu me vejo nos Jogos Paralímpicos. Esse é o meu grande objetivo: representar o Brasil em grandes competições internacionais. Eu tenho um futuro brilhante pela frente”, concluiu Luan.

Sobre o Meeting Paralímpico

Em cada etapa do Meeting, acontecem tanto provas de alto rendimento quanto provas destinadas a atletas em desenvolvimento, divididos por faixa etária, a partir da categoria sub-11.

As marcas obtidas em todas as categorias são válidas para os respectivos rankings brasileiros, utilizados como critério de classificação para etapas nacionais de competições organizadas pelo CPB, como as Paralimpíadas Escolares, as Paralimpíadas Universitárias e os Circuitos Brasileiros.

O Meeting Paralímpico Loterias Caixa percorre todas as Unidades Federativas brasileiras até o mês de agosto, com a última etapa programada para a capital paulista, de 6 a 8 de agosto.

Neste ano, 22 capitais brasileiras já receberam o evento esportivo desde abril. Além de Curitiba (PR), Belém (PA)Rio Branco (AC)São Luís (MA)Teresina (PI)Porto Velho (RO)Boa Vista (RR)Fortaleza (CE)Cuiabá (MT)Manaus (AM)Natal (RN),  João Pessoa (PB)Campo Grande (MS)Macapá (AP)Brasília (DF)Recife (PE)Palmas (TO)Goiânia (GO) e Maceió (AL)Aracaju (SE) e Belo Horizonte (MG) já sediaram o evento. Também neste sábado, 18, Salvador (BA) recebeu a competição.

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As Loterias CAIXA, a CAIXA, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais da natação e do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/meeting-loterias-caixa-de-curitiba-se-encerra-com-tres-ouros-de-atleta-que-passou-50-dias-na-uti-apos-nascimento/

Postado Pôr Antônio Brito 

Premiação nacional vai reconhecer práticas inclusivas que transformam a aprendizagem no ambiente escolar

 

Premiação nacional vai reconhecer práticas inclusivas que transformam a aprendizagem no ambiente escolar

Prêmio Boas Práticas na Escola reconhece iniciativas de professores e gestores de escolas públicas que gerem resultados para os desafios da educação brasileira

A Moderna, editora do Grupo Santillana, abriu inscrições para a primeira edição do Prêmio Boas Práticas na Escola, que vai reconhecer e dar visibilidade a projetos escolares que gerem impactos concretos na aprendizagem na rede pública de ensino. As iniciativas lideradas por educadores devem fortalecer a gestão do processo de ensino e incentivar o compartilhamento de experiências promissoras entre profissionais da educação de todo o país.


Voltado a professores, coordenadores pedagógicos e gestores educacionais, o Prêmio dará reconhecimento a práticas pedagógicas já implementadas em escolas públicas e que apresentem resultados em diferentes campos da educação. Na primeira edição, serão premiadas iniciativas de todo o país associadas ao tema Educação inclusiva. Os projetos inscritos serão avaliados por uma comissão especializada, com base em critérios estabelecidos no regulamento, a partir de duas categorias: (1) Educação Infantil e Anos Iniciais (regular e EJA), e (2) Anos Finais e Ensino Médio (regulares e EJA). Será premiado um projeto por categoria, e poderão se inscrever práticas pedagógicas individuais ou coletivas.   


Para a embaixadora do prêmio, Mara  Mansani, que atua há mais de 40 anos na educação básica, a premiação tem o objetivo de valorizar quem realmente transforma a vida dos estudantes e das comunidades por meio da inclusão. “A escolha desse tema se justifica pela importância social da educação inclusiva, prevista na Agenda 2030 da ONU, que foca na educação equitativa e de qualidade para ‘não deixar ninguém para trás’, alinhando a escola ao 4º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável”, informa.  


“Enquanto os indicadores educacionais evidenciam os desafios da aprendizagem no Brasil, professores e gestores de escolas públicas desenvolvem diariamente soluções que, muitas vezes, permanecem restritas a suas próprias salas de aula. São práticas que ampliam a inclusão, aproximam as famílias da vida escolar, estimulam o protagonismo dos estudantes e exercitam novas formas de ensinar, e são esses exemplos que queremos mostrar para todo o Brasil”, informa Ivan Aguirra, diretor de Marketing e Serviços Educacionais da Moderna.


“Valorizar boas práticas é reconhecer que grande parte das respostas para os desafios da educação pública já estão sendo construídas dentro das próprias escolas, por pessoas que pensam e projetam um futuro melhor, superando tantas barreiras que encontram no dia a dia”, completa Aguirra.  


Os professores e gestores da rede pública de ensino poderão inscrever suas práticas pedagógicas até 31 de agosto de 2026.


Serviço:

Prêmio Boas Práticas na Escola

Inscrições: de 1 de julho até 31 de agosto de 2026 

Inscrições e regulamento em:   Link

Fonte https://diariopcd.com.br/premiacao-nacional-vai-reconhecer-praticas-inclusivas-que-transformam-a-aprendizagem-no-ambiente-escolar/

Postado Pôr Antônio Brito 

18/07/2026

Foresea abre inscrições para o projeto Mentes Digitais, voltado à formação de PCDs em tecnologia

Foresea abre inscrições para o projeto Mentes Digitais, voltado à formação de PCDs em tecnologia

Em parceria com Firjan SENAI e SESI, iniciativa oferece qualificação gratuita com bolsa-auxílio mensal e inscrições até 29 de julho

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do projeto Mentes Digitais Foresea, iniciativa gratuita de qualificação profissional voltada exclusivamente a pessoas com deficiência (PCD). Realizado pela Foresea, empresa líder no setor de perfuração offshore, em parceria com a Firjan SENAI SESI, o projeto tem como objetivo ampliar a inclusão, a empregabilidade e a formação de novos talentos para o mercado de tecnologia.

Para participar do processo seletivo, é necessário ter 18 anos ou mais, ensino médio completo e apresentar comprovação de deficiência. Ao todo serão selecionados 24 candidatos para uma formação técnica de oito meses em tecnologia que inclui Banco de Dados, Hardware, Software, Lógica, Linguagens de Programação, Machine Learning e Inteligência Artificial. Os alunos também terão matérias voltadas ao desenvolvimento humano, com temas como educação financeira, mercado de trabalho e habilidades socioemocionais.

“Temos orgulho de contribuir com nossa expertise e o apoio de excelência da Firjan SENAI SESI para a formação técnica de uma turma de altíssimo nível, ampliando a empregabilidade de pessoas com deficiência e preparando novos talentos para serem absorvidos tanto pela Foresea quanto pelo mercado”, destaca o CEO da Foresea, Rogério Ibrahim.

Serão convocados, inicialmente, os primeiros 90 inscritos, para um processo seletivo que conta com diversas etapas – entre elas a de comprovação dos requisitos e da documentação (como laudo médico original emitido nos últimos 12 meses) e atividades presenciais, como dinâmica de grupo, entrevistas individuais e redação. Todas as informações estão disponíveis no edital que pode ser acessado neste link.

As aulas acontecerão de segunda à sexta-feira, com quatro horas diárias, no Centro de Referência em Tecnologia da Informação e Comunicações (DigiTech Firjan SENAI), na Rua Marquês de Sapucaí, nº 200, 11º andar, Praça Onze, no Rio de Janeiro. Os candidatos deverão apresentar comprovação de PCD e ter ensino médio completo. Os interessados devem se inscrever até o dia 29 de julho pelo endereço abaixo:

Inscrições para o processo seletivo: https://forms.office.com/r/eiJY9XRSHA

Mentes Digitais faz parte do Programa Foresea Socioambiental

O projeto Mentes Digitais integra o Programa Foresea Socioambiental, iniciativa de investimento Social da companhia voltada à geração de impacto positivo e ao desenvolvimento sustentável nos territórios onde a empresa atua. Nos últimos dois anos, o programa promoveu ações nos eixos de Educação Integral e Economia Verde, com iniciativas de capacitação de gestores escolares para o fortalecimento da rede pública de ensino de Macaé, reciclagem, economia circular e voluntariado corporativo.

O Vice-Presidente de Sustentabilidade da Foresea, Marco Aurélio Fonseca, ressalta que o projeto Mentes Digitais amplia a atuação socioambiental da Foresea ao reunir inclusão, qualificação profissional e acesso ao mercado de tecnologia: “O Mentes Digitais representa mais um passo no compromisso da Foresea de transformar oportunidades em caminhos concretos de desenvolvimento. Ao investir em uma formação em tecnologia para pessoas com deficiência contribuímos para uma sociedade mais inclusiva, diversa e preparada para o futuro”.

Sobre a Foresea

A Foresea oferece soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado. 

Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia respeita os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança. Mais informações no site da empresa.

Fonte https://diariopcd.com.br/foresea-abre-inscricoes-para-o-projeto-mentes-digitais-voltado-a-formacao-de-pcds-em-tecnologia/

Postado Pôr Antônio Brito  

Brasil disputa competição internacional de tênis de mesa na Tailândia com medalhistas de Valledupar

A delegação brasileira de tênis de mesa reunida para a disputa do ITTF World Para Elite Nakhon Ratchasima 2026, na Tailândia | Foto: Divulgação/CBTM.

A Seleção Brasileira de tênis de mesa paralímpica disputa, entre os dias 18 a 22 de julho, o ITTF World Para Elite de Nakhon Ratchasima, na Tailândia. Ao todo, 12 atletas representam o Brasil na competição, que conta com cerca de 300 mesatenistas de 37 países.

Os paulistas Jennyfer Parinos, campeã da chave individual feminina, classes 9-10 (andantes), e Cláudio Massad, prata na chave individual masculina, classes 9 e 10, estão entre os representantes do Brasil na competição na Tailândia. Ambos também colecionam na carreira medalhas paralímpicas: Jennyfer tem dois bronzes: no Rio 2016 e em Tóquio 2020; e Cláudio conquistou um bronze em Paris 2024.

Além deles, os paulistas Aline Meneses, Carlos Moraes e Fábio Souza, o amazonense Guilherme Costa, e a goiana Thaís Fraga, também subiram ao pódio em Valledupar e estarão na Tailândia.

Após a competição na Tailândia, o próximo desafio da Seleção Brasileira é o ITTF World Para Challenger Spokane, nos Estados Unidos, nos dias 6 a 9 de agosto.

Confira a lista dos participantes:
Aline Ferreira Meneses
Carlos Eduardo Freire De Moraes
Claudio Massad
Fábio Souza Da Silva
Guilherme Marcião Da Costa
Jennyfer Marques Parinos
Lethicia Rodrigues Lacerda
Marliane Amaral Santos
Maycon Antônio De Oliveira
Paulo Henrique Gonçalves Fonseca
Sophia Pernisa Kelmer
Thaís Fraga Severo

*Com informações da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM)

Time São Paulo
Os atletas Carlos Eduardo Freire De Moraes, Claudio Massad, Jennyfer Marques Parinos e Marliane Amaral Santos integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Claudio Massad, Lethicia Rodrigues Lacerda e Thaís Fraga Severo são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-disputa-competicao-internacional-de-tenis-de-mesa-na-tailandia-com-medalhistas-de-valledupar/

Postado Pôr Antônio Brito 

SUGESTÃO DE 3 FILMES INCLUSIVOS PARA AS FÉRIAS DAS CRIANÇAS

As férias escolares podem ser uma ótima oportunidade para conversar sobre inclusão. A notícia apresenta três filmes que abordam temas como deficiência, convivência, acessibilidade e autonomia, proporcionando entretenimento e reflexão para crianças e adultos.

SUGESTÃO DE 3 FILMES INCLUSIVOS PARA AS FÉRIAS DAS CRIANÇAS

As férias das crianças estão ai e o que fazer para ocupar o tempo livre delas ? Muita gente está procurando uma solução para isso e aqui vão 3 filmes para refletir sobre inclusão que vão distrair a garotada e os pais.

O primeiro deles é “No Ritmo do Coração”. Um filme que retrata uma família surda enfrentando barreiras em uma sociedade pouco acessível. Onde assistir: Apple TV e Prime Vídeo.

O outro filme é “Um Lugar para Todo Mundo”. Ele é um documentário sobre o direito de todas as crianças estarem na escola juntas. Onde assistir: Apple TV, Prime Vídeo e mff.com.br.

O terceiro é o filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que acompanha um estudante cego do ensino médio em sua jornada por independência. Onde assistir: Netflix e Prime Vídeo.

No link você pode ver trechos dos filmes sugeridos. Clique aqui:

https://www.instagram.com/p/DaIerzCHKGL/?img_index=4&igsh=NnlqdGtyZTJ1MzMy

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=fe39f2e8-13f2-4aa1-9d1c-8b01673a4c5a

Postado Pôr Antônio Brito