28/08/2026

Via Voice promove maior estudo colaborativo nacional sobre medidas infantis para crianças com nanismo

Via Voice promove maior estudo colaborativo nacional sobre medidas infantis para crianças com nanismo

Uma comunidade inteira decidiu produzir conhecimento sobre si mesma, e encontrou na paixão nacional pela Copa do Mundo uma forma de transformar esse processo em uma experiência capaz de mobilizar centenas de famílias.

A mobilização reuniu famílias de 229 cidades, distribuídas por 24 estados brasileiros, para participar do maior levantamento colaborativo já realizado pela comunidade sobre medidas infantis para crianças e adolescentes com nanismo.


Enquanto milhões de brasileiros se preparavam para viver a emoção da Copa do Mundo, uma mobilização nacional estava reunindo famílias de diferentes regiões do país em torno de um propósito que pode gerar impacto muito além de ser um torcedor: ampliar o conhecimento sobre características físicas de crianças e adolescentes com nanismo e contribuir para a construção de referências que possam beneficiar futuras gerações.


Idealizado pela Via Voice For Fashion, marca Brasileira reconhecida por seu trabalho em moda inclusiva para pessoas com nanismo, a iniciativa deu início ao Estudo Nacional de Medidas Infantis para Crianças e Adolescentes com Nanismo, um levantamento colaborativo que reuniu informações corporais de participantes de diferentes regiões do Brasil. @viavoiceportal


O estudo coletou medidas físicas e informações relevantes sobre crianças e adolescentes com diferentes tipos de nanismo, incluindo dados relacionados à acondroplasia, forma mais comum da condição. O material reunido será analisado posteriormente e poderá contribuir para diversificar as informações disponíveis sobre crescimento, características corporais e diferentes realidades vividas por essa comunidade.


Mais do que uma iniciativa voltada ao vestuário, o levantamento busca colaborar para a construção de uma base de informações que possa apoiar futuras iniciativas nas áreas de inclusão, acessibilidade, pesquisa, desenvolvimento de produtos, educação e conscientização social.


Mas havia um desafio: como mobilizar famílias espalhadas por um país de dimensões continentais para participarem voluntariamente de um estudo dessa natureza? A resposta surgiu em um dos símbolos mais fortes da cultura mundial: a Copa do Mundo.


Foi assim que nasceu a campanha Minha Camisa da Copa 2026, criada para transformar a participação no estudo em uma experiência de pertencimento, celebração e reconhecimento.


A proposta era simples e ao mesmo tempo poderosa: cada família participante ajudou a construir um retrato mais amplo sobre a realidade das crianças e adolescentes com nanismo no Brasil e, em contrapartida, receberia um kit comemorativo inspirado na atmosfera da Copa do Mundo.

Composto por camiseta, mochila personalizada e itens de torcida, o material foi desenvolvido para proporcionar às crianças a sensação de fazer parte de algo maior. Mais do que receber um presente, elas estavam contribuindo para uma iniciativa construída pela própria comunidade.


Durante meses, famílias realizaram medições em suas próprias casas, preencheram formulários, registraram vídeos, compartilharam fotografias e acompanharam cada etapa da campanha, formando uma das maiores mobilizações comunitárias já realizadas em torno desse tema no Brasil.


A mobilização alcançou centenas de cidades brasileiras e conectou famílias de diferentes estados em torno de um objetivo comum. Ao longo da campanha, pais e responsáveis compartilharam informações e acompanharam a chegada dos kits, gerando registros espontâneos que retrataram momentos de emoção, expectativa e orgulho.


A campanha contou com o apoio do Instituto Nacional de Nanismo (INN), da Associação Nanismo Brasil (ANNABRA), e da Parceria Institucional da BioMarin, também contaram com diversos parceiros que contribuíram para fortalecer o alcance da mobilização e ampliar o diálogo sobre inclusão, representatividade e qualidade de vida.


O levantamento marca o início de uma nova etapa. Os dados coletados passarão por análise e poderão orientar futuros estudos e iniciativas voltadas ao universo do nanismo infantil, ampliando o conhecimento construído coletivamente pelas famílias participantes.


Para apoiar a produção desta pauta, reunimos um material completo com release, dados da mobilização, banco de imagens, vídeos da campanha, registros das famílias realizando as medições, crianças recebendo e abrindo os kits, além da possibilidade de entrevistas com a idealizadora do projeto, famílias participantes e representantes das instituições parceiras. Acreditamos que esta é uma oportunidade de apresentar ao público uma história de mobilização nacional construída pelas próprias famílias, em que pertencimento, colaboração e conhecimento caminham lado a lado.

SOBRE A VIA VOICE FOR FASHION


A Via Voice For Fashion nasceu da convivência direta com uma realidade pouco representada: a das pessoas com nanismo. Ao longo dos últimos anos, a marca transformou essa vivência em projetos que unem inclusão, pesquisa, desenvolvimento e mobilização social, sempre construídos em diálogo com a própria comunidade. Mais do que desenvolver produtos, a Via Voice busca identificar lacunas, conectar pessoas e estimular iniciativas capazes de gerar conhecimento e ampliar a representatividade de pessoas com nanismo no Brasil. O Estudo Nacional de Medidas Infantis para Crianças e Adolescentes com Nanismo e a campanha Minha Camisa da Copa 2026 representam mais um passo dessa trajetória, mostrando como a colaboração entre famílias, organizações e parceiros pode gerar impacto coletivo e abrir caminhos para novas iniciativas.


SAIBA MAIS SOBRE A ACONDROPLASIA

A acondroplasia é a forma mais comum de nanismo e está associada a alterações no desenvolvimento ósseo, resultando principalmente em baixa estatura e diferenças nas proporções corporais¹. Embora existam características amplamente conhecidas da condição, ainda há espaço para ampliar o conhecimento sobre como crianças e adolescentes vivem, crescem e se desenvolvem em diferentes contextos, especialmente no Brasil.


Iniciativas como o Estudo Nacional de Medidas Infantis para Crianças e Adolescentes com Nanismo contribuem para esse avanço ao reunir informações construídas com a participação das próprias famílias. Quanto mais conhecimento é produzido sobre essa comunidade, maiores são as oportunidades para desenvolver pesquisas, políticas, produtos e ações que promovam inclusão, qualidade de vida e representatividade.

Referências

¹Al-Saleem A, Al-Jobair A. Achondroplasia: Craniofacial manifestations and considerations in dental management. The Saudi Dental Journal. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3804960/. Published October 2010. Accessed July 6, 2021.

Créditos: divulgação

Fonte https://diariopcd.com.br/via-voice-promove-maior-estudo-colaborativo-nacional-sobre-medidas-infantis-para-criancas-com-nanismo/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção Brasileira de natação estreia no Parapan-Pacífico nesta sexta-feira, 28

O mineiro Gabriel Araújo durante o Mundial Paralímpico de natação em Singapura 2025 | Foto: Wander Roberto/CPB

A Seleção Brasileira de natação disputa a partir desta sexta-feira, 28, o Parapan-Pacífico. A competição vai até o próximo domingo, 30, e acontece na cidade de Walnut, nos Estados Unidos. Nos três dias, as baterias preliminares começam às 13h (horário de Brasília), enquanto as finais têm início às 21h30.

Disputado desde 2011, o  Parapan-Pacífico é aberto a nadadores de países de fora da Europa. Ela foi criada conjuntamente por Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão, com o objetivo de oferecer disputas de alto rendimento em anos nos quais não há disputa de Mundial ou Jogos Paralímpicos.

O Brasil participa do evento com uma equipe de 16 nadadores. Todos foram medalhistas em disputas individuais do último Mundial da modalidade, disputado em Singapura, em 2025.

Confira a convocação completa aqui.

Faz parte da delegação brasileira o mineiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, da classe S2 (comprometimento físico-motor), campeão mundial em Singapura nos 50m e 100m costas e nos 200m livre de sua classe. Na mesma competição, ele quebrou o recorde mundial dos 150m medley.

Gabrielzinho, 24, contabiliza ainda seis pódios nas duas últimas edições dos Jogos Paralímpicos: três ouros em Paris 2024 e dois ouros e uma prata em Tóquio 2020. No último mês de abril, o mineiro foi condecorado com o Laureus, maior premiação do esporte mundial, na categoria atleta com deficiência.

Também compõe a delegação brasileira a pernambucana Carol Santiago, da classe S12 (baixa visão), maior campeã paralímpica da história do Brasil, com seis medalhas de ouro.

Participação no último Mundial
O Brasil encerrou a disputa do Mundial de natação paralímpica em Singapura com 39 medalhas, 13 de ouro, 16 de prata e 10 de bronze, na sexta colocação do quadro de medalhas do evento, disputado de 21 a 27 de setembro. O país foi representado por 29 atletas de sete estados, 16 homens e 13 mulheres, incluindo cinco estreantes em mundiais.

O quadro de medalhas foi liderado pela Itália, com 18 ouros, 17 pratas e 11 bronzes (46 medalhas); seguida pelos Estados Unidos, na segunda colocação, com 18 ouros, 6 pratas e 11 bronzes (35 medalhas); e pela China na terceira colocação, com 17 ouros, 9 pratas e 7 bronzes (33 medalhas)

Confira os atletas convocados:
Alessandra Oliveira dos Santos
Beatriz de Araujo Flausino
Debora Borges Carneiro
Gabriel Bandeira
Gabriel Geraldo dos Santos Araujo
José Ronaldo da Silva
Laila Suzigan Abate
Lídia Vieira Cruz
Lucilene da Silva Sousa
Maria Carolina Gomes Santiago
Mariana Gesteira Ribeiro
Mayara do Amaral Petzold
Patrícia Pereira dos Santos
Samuel da Silva de Oliveira
Talisson Henrique Glock
Thomaz Rocha Matera

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da natação.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Débora Carneiro, Gabriel Bandeira, Gabriel Araújo, Laila Suzigan, Lídia Cruz, Lucilene Sousa, Mariana Gesteira, Mayara Petzold, Patrícia Pereira, Samuel Oliveira, Talisson Glock são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Alessandra Oliveira, Beatriz Flausino, José Ronaldo da Silva, Lídia Cruz, Lucilene Sousa, Patrícia Pereira e Talisson Glock integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-natacao-estreia-no-parapan-pacifico-nesta-sexta-feira-28/

Postado Pôr Antonio Brito 

Transtorno do Espectro Autista (TEA): os mitos que ainda atrasam o diagnóstico e confundem muitas famílias

Transtorno do Espectro Autista (TEA): os mitos que ainda atrasam o diagnóstico e confundem muitas famílias

De “ele vai falar quando estiver pronto” a “quem olha nos olhos não pode estar no espectro”, especialista explica por que tantas crenças ainda fazem pais adiarem a busca por avaliação e reforça a importância de observar o desenvolvimento infantil sem comparações.

Poucas situações geram tanta ansiedade para uma família quanto perceber que o desenvolvimento do filho parece seguir um caminho diferente do esperado. Em muitos casos, a primeira reação é buscar respostas na internet, conversar com amigos ou ouvir a opinião de parentes. É justamente nesse momento que surgem frases que passam de geração em geração e, muitas vezes, acabam atrasando a procura por uma avaliação especializada.
 

“É muito comum recebermos famílias que passaram meses, às vezes anos, ouvindo que era apenas uma fase, que cada criança tem o seu tempo ou que o filho era apenas mais quieto. O desenvolvimento infantil realmente não acontece de forma igual para todas as crianças, mas existem sinais que merecem atenção e não devem ser ignorados”, explica Marcela Oliveira, diretora da Clínica Follow Kids e fundadora do NEPEN-RJ (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Neurodesenvolvimento).
 

Ela conta que uma das maiores dificuldades é que muitas pessoas ainda imaginam a partir de um único perfil.

“Hoje sabemos que o espectro é muito amplo. Existem crianças que falam bastante, outras que demoram mais para desenvolver a linguagem. Algumas gostam de brincar com outras crianças, outras preferem atividades mais solitárias. Há quem tenha hipersensibilidade a sons e quem não apresente essa característica. Não existe um único jeito de ser autista.”
 

Segundo Marcela, isso faz com que muitas famílias descartem a possibilidade de um transtorno do espectro autista porque o filho não apresenta um comportamento específico que elas acreditavam ser obrigatório.

Outro ponto que costuma gerar insegurança é o medo do diagnóstico.
 

“Muitos pais chegam dizendo que têm receio de colocar um rótulo na criança. Eu costumo explicar que o diagnóstico não muda quem ela é. Ele apenas ajuda a entender quais são suas necessidades e quais estratégias podem favorecer o desenvolvimento. Quanto mais cedo isso acontece, maiores são as oportunidades de intervenção.”
 

Ela lembra que procurar uma avaliação também não significa, necessariamente, confirmar um diagnóstico.

“Nem toda criança que demora para falar está no espectro. Nem toda criança agitada tem TDAH. Nem toda dificuldade social significa autismo. O papel da avaliação é justamente diferenciar essas situações e orientar a família.”
 

Para a especialista, o mais importante é substituir a comparação pela observação.

“Os pais conhecem seus filhos melhor do que qualquer outra pessoa. Quando alguma coisa chama atenção de forma persistente, vale conversar com o pediatra ou procurar uma equipe especializada. Na maioria das vezes, a família não está exagerando. Ela simplesmente percebeu que aquele desenvolvimento merece um olhar mais cuidadoso.”

Mitos e verdades sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA)

“Meu filho olha nos olhos. Então ele não pode ter TEA.”

Mito. O contato visual varia muito entre as pessoas no espectro. Algumas evitam olhar diretamente, outras mantêm contato visual normalmente. O diagnóstico nunca é definido por uma única característica.

“Quem fala bem não pode ter TEA.”

Mito. Existem crianças, adolescentes e adultos com TEA que desenvolvem linguagem verbal e conseguem manter conversas normalmente. As diferenças podem aparecer na forma como se comunicam, interpretam situações sociais ou interagem com outras pessoas.

“Toda criança que demora para falar tem TEA.”

Mito. O atraso de linguagem pode estar relacionado a diferentes fatores e precisa ser investigado. O TEA é apenas uma das possibilidades.

“Quanto mais cedo a criança é avaliada, maiores costumam ser as oportunidades de desenvolvimento.”

Verdade. A identificação precoce permite iniciar intervenções quando elas tendem a trazer melhores resultados para a criança e sua família.

“Uma criança com TEA pode apresentar outras condições do neurodesenvolvimento.”

Verdade. É relativamente comum que o TEA esteja associado ao TDAH, às altas habilidades/superdotação, aos transtornos de ansiedade e a outras condições. Cada caso precisa ser avaliado individualmente.

“Meninas também podem ter TEA.”

Verdade. Muitas meninas recebem o diagnóstico mais tarde porque costumam apresentar características diferentes das observadas em meninos e, em alguns casos, desenvolvem estratégias para mascarar dificuldades sociais.

“Procurar um especialista significa que meu filho receberá um diagnóstico.”

Mito. A avaliação existe justamente para compreender o desenvolvimento da criança. Em muitos casos, ela descarta hipóteses e tranquiliza a família. Quando há um diagnóstico, ele serve para orientar o acompanhamento mais adequado.

O mais importante não é o diagnóstico. É a oportunidade de compreender a criança.

Marcela acredita que a principal mudança dos últimos anos foi a forma como as famílias passaram a enxergar o desenvolvimento infantil. Se antes a procura por ajuda acontecia apenas quando as dificuldades já estavam muito evidentes, hoje muitos pais buscam orientação diante dos primeiros sinais, o que amplia as possibilidades de acompanhamento.
 

“O diagnóstico nunca deve ser visto como um ponto final. Ele é um ponto de partida para que a criança receba o suporte de que precisa e possa desenvolver todo o seu potencial. Cada criança tem uma trajetória única e merece ser compreendida a partir das suas capacidades, das suas dificuldades e da forma como aprende a se relacionar com o mundo.”

Fonte https://diariopcd.com.br/transtorno-do-espectro-autista-tea-os-mitos-que-ainda-atrasam-o-diagnostico-e-confundem-muitas-familias/

Postado Pôr Antonio Brito

27/08/2026

Pessoa com Deficiência tem gratuidade no transporte aéreo brasileiro?

Pessoa com Deficiência tem gratuidade no transporte aéreo brasileiro?

O que prevê a Resolução da ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil sobre direitos e benefícios para pessoas com deficiências e acompanhantes no transporte aéreo brasileiro?

A Resolução nº 280/2013 da ANAC é a principal norma que ampara o passageiro com deficiência ou mobilidade reduzida.

Ao contrário do que muitos imaginam, não existe direito à gratuidade na passagem aérea para a própria pessoa com deficiência (PCD) na legislação brasileira atual. O que acontece é que o acompanhante obrigatório – que comprove necessidade de assistência (por impedimento mental, intelectual ou de mobilidade severa que impeça autonomia no voo) tem direito a um desconto de pelo menos 80% no valor do bilhete

Pela legislação em vigor, a pessoa com deficiência e o acompanhante, se forem considerados carentes, têm direito a gratuidade no transporte coletivo interestadual. É o que prevê a Lei do Passe Livre (Lei 8.899, de 1994), regulamentada pelo Decreto 3.691, de 2000, e outras três portarias.

https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/passageiros/acessibilidade

A Resolução nº 280/2013 da ANAC é a principal norma que ampara o passageiro com deficiência ou mobilidade reduzida. Confira o que a lei assegura:

Documentação: É obrigatória a apresentação de laudo médico e o preenchimento de formulários específicos da companhia (como o MEDIF ou FREMEC) – https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/passageiros/acessibilidade#documentacao

✅ Assistência especial — totalmente gratuita

A companhia aérea não pode cobrar nada pelo atendimento prioritário e pelo auxílio em todas as etapas da viagem: do check-in ao embarque, durante o voo e no desembarque até a saída do aeroporto. Isso inclui ajuda para deslocamento, acesso ao assento e uso de banheiro a bordo.

⏰ Aviso: solicite com mínimo de 48 horas de antecedência do voo. Para acompanhante obrigatório, o prazo mínimo é de 72 horas.

✅ Transporte gratuito de equipamentos de auxílio

Cadeira de rodas (manual ou motorizada), muletas, bengalas, andadores, próteses, órteses e equipamentos médicos essenciais são transportados sem custo adicional, fora da franquia de bagagem. Se houver necessidade de transporte de peças extras, concede-se desconto de pelo menos 80% sobre a taxa de excesso.

✅ Cão-guia ou cão de assistência

Pode viajar gratuitamente na cabine, próximo ao seu guia, sem custo adicional. Deve portar documentação que comprove treinamento e manter-se com arreio durante todo o trajeto.

✅ Assento adequado sem custo extra

A companhia deve disponibilizar assento mais acessível (corredor, maior espaço) sem cobrança adicional, sempre que necessário à acomodação do passageiro ou de seu cão-guia.

CONFIRA TAMBÉM: Viagens aéreas para pessoas com deficiência: direito ou pesadelo? – https://diariopcd.com.br/viagens-aereas-para-pessoas-com-deficiencia-direito-ou-pesadelo/

✅ Acompanhante com desconto

Quando for indispensável o acompanhante (casos em que a deficiência impede compreensão de instruções ou realização de necessidades básicas sem auxílio), a passagem do acompanhante tem valor limitado a até 20% do preço cobrado do passageiro com deficiência, conforme legislação vigente.

✅ Proibição de recusa de embarque

A companhia não pode recusar embarque apenas por motivo de deficiência. A recusa só é admitida por razões comprovadas de segurança, nunca por discriminação.

✅ Informações em formato acessível

Toda comunicação e instrução de segurança deve ser disponibilizada em formato acessível ao passageiro, conforme suas necessidades.

O que exigir da empresa aérea em casos de extravio, avaria ou perda de ajudas técnicas e de equipamentos médicos?

No caso de extravio ou avaria de ajudas técnicas ou equipamentos médicos, a empresa deve oferecer, imediatamente no desembarque, um item equivalente até a solução do problema. A perda ou a inutilização são constatadas quando a ajuda técnica ou o equipamento médico não tenham sido restituídos ao Passageiro com Deficiência nas mesmas condições em que foram apresentados ao operador aéreo depois de 48h do desembarque. Nesse caso, a empresa deve efetuar o pagamento de indenização no valor de mercado do produto e no prazo de 14 dias. A ajuda técnica ou equipamento médico disponibilizado pelo operador aéreo pode permanecer à disposição do passageiro pelo prazo de até 15 dias após o pagamento da indenização.

Como buscar seus direitos:

📋 Pode registrar reclamação diretamente na ANAC ou pelo portal Consumidor.gov.br

PARTICIPE RELATANDO A SUA EXPERIÊNCIA NO TRANSPORTE AÉREO

Logo do projeto Aviação Acessível

Aviação Acessível

Bem vindo ao site do Projeto Aviação Acessível

 

Fonte https://diariopcd.com.br/pessoa-com-deficiencia-tem-gratuidade-no-transporte-aereo-brasileiro/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção Brasileira de futebol de cegos tem confrontos definidos na Copa América

Seleção Brasileira masculina em ação nos Jogos Para-Sulamericanos Valledupar 2026 | Foto: Carol Coelho/CPB

As Seleções Brasileiras feminina e masculina de futebol de cegos já têm o caminho definido na Copa América, que será disputada no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), em São Paulo (SP), entre os dias 5 e 12 de setembro. As finais serão exibidas pelos canais SporTV.

Veja aqui a tabela completa

Copa América Masculina
A competição, que volta a ser disputada no país após sete anos, garante três vagas no Mundial da modalidade, que será disputado em 2027, também no CTPB, em São Paulo – o Brasil, como país-sede, tem vaga garantida.

Na competição masculina, as oito seleções participantes foram divididas em dois grupos. Em cada um deles, os dois melhores garantem vaga na semifinal. A Seleção Brasileira está no Grupo 2, ao lado de Colômbia, Peru e Chile. No Grupo 1, estão México, Costa Rica, Argentina e Guatemala.

A estreia da Seleção é no dia 6 de setembro, às 16h (horário de Brasília), contra o Chile.

Copa América Feminina
A chave feminina, que será disputada pela primeira vez, é composta por quatro seleções – Canadá, Argentina e México, além do Brasil –, que se enfrentam em formato de turno único na primeira fase. As duas melhores colocadas se classificam para a disputa do título, enquanto as restantes disputam o bronze.

A Seleção Brasileira estreia no dia 5, quando enfrenta o Canadá, às 17h (horário de Brasília).

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do futebol de cegos.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-futebol-de-cegos-tem-confrontos-definidos-na-copa-america/

Postado Pôr Antonio Brito 

ARTESP determina ‘desbloqueio’ dos cartões TOP Especial na grande SP. “Bloqueio foi indevido”, afirma em nota

ARTESP determina 'desbloqueio' dos cartões TOP Especial na grande SP. "Bloqueio foi indevido", afirma em nota

Diário PcD repercutiu a situação de famílias atípicas e pessoas com deficiência que tiveram cartão TOP Especial bloqueado. Empresa responsável só oferecia um ponto para o atendimento. ARTESP determinou o ‘desbloqueio’

O Diário PcD publicou na manhã desta quarta-feira, 26, as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência e famílias atípicas que contavam com a gratuidade no transporte coletivo na Grande São Paulo, mas que tiveram o cartão TOP Especial bloqueado após a implantação do sistema de reconhecimento facial.

De acordom com a Autopass – responsável pelo cartão, desde a implantação da biometria facial, aproximadamente 1,3 milhão de transações foram avaliadas. Desse total, 22.900 cartões foram bloqueados.

Para Abrão Dib, presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência, “o que deveria ser uma ferramenta de segurança para garantir o uso correto de um benefício de transporte está se transformando, para algumas pessoas com deficiência e suas famílias, em mais uma barreira de acesso. O cartão TOP Especial, que devereia garantir gratuidade no transporte intermunicipal, estão sendo obrigados a percorrer grandes distâncias até Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, quando precisam desbloquear o cartão”.

A única opção para conseguir a gratuidade novamente era comparecer ao posto da Avenida Dona Anila, em Itapecerica da Serra, para realizar a validação presencial quando o sistema exige uma verificação adicional. Para quem mora em regiões distantes, o desbloqueio pode significar horas de deslocamento, gastos e até perda de um dia de trabalho.

ACOMPANHE: Pessoas com deficiência precisam atravessar São Paulo para desbloquear cartão de transporte TOP Especial – https://diariopcd.com.br/pessoas-com-deficiencia-precisam-atravessar-sao-paulo-para-desbloquear-cartao-de-transporte-top-especial/

“Fui desbloquear o cartão com meu filho. Fiquei horas esperando com ele para desbloquear. Fui embora de Uber. Chegando em casa eles bloquearam de novo o cartão sem motivo, sendo que fazia alguns minutos que havia desbloqueado” – escreveu uma das mães prejudicadas com o bloqueio para o Diário PcD.

De acordo com a empresa que gerencia a emissão do cartão, o reconhecimento facial foi implantado como mecanismo de segurança para verificar se o benefício está sendo utilizado pelo titular. A Autopass afirma que a tecnologia tem como objetivo garantir a correta identificação do beneficiário e evitar o uso indevido da gratuidade.

Em nota encaminhada ao Diário PcD no final da tarde, a empresa afirmou que os usuários foram devidamente comunicados sobre o bloqueio, conforme os procedimentos aplicáveis. “A companhia trabalha para ampliar as alternativas de atendimento aos beneficiários, incluindo a expansão dos pontos de atendimento e a implementação de um novo formato de atendimento online para a validação de identidade, que já está tecnicamente pronto e aguarda aprovação dos órgãos competentes”.

BLOQUEIO FOI INDEVIDO

A reportagem do Diário PcD também solicitou informações a SMPED – Secretaria Municipal das Pessoas com Deficiência da Prefeitura Municipal de São Paulo, SEDPcD – Secretararia Estadual da Pessoa com Deficiência, Assessoria de Comunicação e Casa Civil do Governo do Estado de São Paulo.

Até o fechamento desta matéria, não recebemos nenhuma manifestação desses órgãos.

Também questionamos a Artesp – Agência de Transportes do Estado de São Paulo. Em resposta ao Diário PcD, o órgão informou que “determinou o desbloqueio dos cartões TOP de Pessoas com Deficiência (PCD)”

A nota informa também que as famílias foram afetadas por procedimentos realizados de forma indevida pela Autopass.

“A medida, que assegura a preservação do direito à gratuidade, deverá ser concluída, no máximo, até sexta-feira (28/08). A Artesp reforça que a gratuidade das pessoas com deficiência que atendem aos critérios previstos é um direito e seguirá fiscalizando o cumprimento das normas para garantir que nenhum usuário seja prejudicado”.

Para o presidente da Associação, “nenhum órgão gosta de ser cobrado publicamente. Quando a imprensa questiona, divulga e repete a cobrança, cria constrangimento saudável e força a resposta. Autoridades são obrigadas a explicar, justificar ou corrigir o que fizeram. Sem essa pressão, muitos erros simplesmente permanecem. Uma pessoa reclamando pode ser ignorada. Milhares de pessoas tomando conhecimento e cobrando juntas tornam-se impossíveis de ignorar. A imprensa conecta casos individuais e mostra que se trata de um problema de todos. O que era voz isolada vira clamor público. A caneta funcionou”.

Fonte https://diariopcd.com.br/artesp-determina-desbloqueio-dos-cartoes-top-especial-na-grande-sp-bloqueio-foi-indevido-afirma-em-nota/

Postado Pôr Antonio Brito 

25/08/2026

Senado Federal realiza Audiência Pública para debater a inclusão das pessoas com deficiência nas eleições de 2026

Evento acontecerá na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. Solicitação de Audiência Pública foi apresentada pelo Senador Flávio Arns

A CHD – Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal realizará no dia 3 de setembro uma Audiência Pública para debater a inclusão das pessoas com deficiência no âmbito do processo eleitoral de 2026.

O Requerimento foi apresentado pelo Senador Flávio Arns. O debate deverá ser transmitido pelo canal do Senado Federal no YouTube.

Confira ainda:

Diário PcD prepara primeira relação com informações de candidatos e candidatas com deficiência que disputam as eleições 2026https://diariopcd.com.br/diario-pcd-anuncia-projeto-eleicoes-inclusivas-com-a-divulgacao-de-candidatos-e-candidatas-com-deficiencia-em-2026/

A Senador Damares Alves é a presidente da CDH, e deve presidir o evento, que terá como convidados para debater o tema representantes ABRA (Associação Brasileira de Autismo), TSE – Tribunal Superior Eleitoral, MOAB Brasil – Movimento Orgulho Autista, ANAPcD (Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência) e Retina Brasil.

Para Abrão Dib, presidente da ANAPcD, “é o momento de questionarmos algumas posições tomadas pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral que ‘indiretamente’ discriminaram pessoas com deficiência em campanhas insitucionias, assim como mostrar para a sociedade que ‘nada sobre nós, sem nós’ deve ser praticado, inclusive, no momento de escolher os representantes em todas as Casas Legislativas e no Poder Executivo. É o momento dos candidatos e candidatas estarem presentes”.

As Eleições 2026 terão o maior número de eleitoras e eleitores com deficiência já registrado pela Justiça Eleitoral. Segundo as estatísticas eleitorais, são 1.970.165 pessoas aptas a votar, o que representa um aumento de 42% em relação às Eleições Gerais de 2022, quando esse público somava 1.381.348 pessoas.

Entre os diferentes tipos de deficiência registrados no cadastro eleitoral, 617.996 eleitoras e eleitores têm deficiência de locomoção, 319.489 apresentam deficiência visual, 182.341 têm deficiência auditiva e 64.851 registraram dificuldade para o exercício do voto. A categoria “Outros” reúne 994.472 registros. 

De acordo com o TSE nas eleições de 2026 foram regristrados 518 pedidos de registros de candidatas e candidatos que declararam possuir algum tipo de deficiência.

Nas eleições de 2022 foram solicitados o registro de 489 candidatos e candidatas que se identificaram com algum tipo de deficiência

CONFIRA: Diário PcD prepara primeira relação com informações de candidatos e candidatas com deficiência que disputam as eleições 2026 https://diariopcd.com.br/diario-pcd-anuncia-projeto-eleicoes-inclusivas-com-a-divulgacao-de-candidatos-e-candidatas-com-deficiencia-em-2026/

Fonte https://diariopcd.com.br/senado-federal-realiza-audiencia-publica-para-debater-a-inclusao-das-pessoas-com-deficiencia-nas-eleicoes-de-2026/

Postado Pôr Antonio Brito 

CPB promove seminário sobre TEA, jogos e brincadeiras para pessoas com deficiência na

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio da sua área de Educação Paralímpica, está com inscrições abertas para o Seminário presencial sobre Transtorno do espectro autista (TEA), jogos e brincadeiras para pessoas com deficiência, que será realizado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), no dia 27 de agosto.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site da Educação Paralímpica. A carga horária é de oito horas e serão disponibilizadas 150 vagas.

O pré-requisito para participação é ter concluído o curso “Movimento Paralímpico: Fundamentos Básicos do Esporte”, também disponível gratuitamente no site da Educação Paralímpica.

Os conteúdos foram desenvolvidos pelos professores André Schlieman, David Farias Costa e Gabriella Andreeta Figueiredo. Os participantes contarão com os seguintes conteúdos: apresentação de programas e projetos do CPB, orientações no atendimento de estudantes com autismo na educação escolar, caminhos para participação e desenvolvimento, e inclusão de crianças com deficiência.

Para obter mais informações ou sanar dúvidas sobre novos cursos e seminários, os interessados devem enviar um e-mail para educ.paralimpica@cpb.org.br.

Serviço
Curso presencial – Transtorno do espectro autista (TEA), brincadeiras e jogos para pessoas com deficiência – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Data e horário: 27 de agosto, das 8h às 13h e das 14h às 18h (sempre no horário de Brasília).
Local: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
Endereço: Cidade Universitária, Av. Costa e Silva – Pioneiros, Campo Grande – MS.
Inscrições: até 26 de agosto de 2026, neste link.

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da Educação Paralímpica

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-promove-seminario-sobre-tea-jogos-e-brincadeiras-para-pessoas-com-deficiencia-na-ufms/

Postado Pôr Antonio Brito 

Pais estão mais informados ou mais ansiosos com a avalanche de conteúdos sobre desenvolvimento infantil?

Pais estão mais informados ou mais ansiosos com a avalanche de conteúdos sobre desenvolvimento infantil?

Pesquisa mostra que quase 80% dos adolescentes brasileiros passam mais de três horas por dia conectados; especialistas alertam para o risco de transformar redes sociais em ferramenta de “diagnóstico” do desenvolvimento

A internet mudou a maneira como pais procuram informações sobre saúde e desenvolvimento dos filhos. Diante de um atraso na fala, uma dificuldade escolar, uma criança que não tolera determinadas texturas ou apresenta comportamentos diferentes dos colegas, é cada vez mais comum recorrer às redes sociais em busca de respostas. O problema começa quando a informação deixa de ser ponto de partida e passa a funcionar como diagnóstico.

Nesse cenário, conteúdos sobre autismo, TDAH, atraso de fala, dificuldades de aprendizagem e questões sensoriais encontram um público especialmente interessado: pais que querem entender rapidamente o comportamento dos filhos.

O alerta ganha força diante de novos dados sobre a relação dos jovens brasileiros com o ambiente digital. A pesquisa “Adolescência Sem Filtro”, divulgada pelo Instituto Alana em 12 de agosto, ouviu 505 adolescentes de 13 a 17 anos e mostrou que quase 80% passam mais de três horas por dia conectados, enquanto 15% permanecem online por mais de oito horas. Metade dos entrevistados afirma passar mais tempo na internet do que gostaria. Entre os impactos negativos percebidos pelos próprios adolescentes estão a piora da qualidade do sono e do tempo dedicado aos estudos, além de preocupação com dependência de celular e internet. 

Para a fonoaudióloga Paula Anderle, a informação disponível nas redes pode ser positiva, mas não substitui uma avaliação individual. “Uma criança que fala menos do que os colegas pode ter diferentes motivos para isso. O conteúdo de um vídeo pode ajudar uma família a perceber que determinada questão merece atenção, mas não consegue explicar o que está acontecendo especificamente com aquela criança”, afirma.

A terapeuta ocupacional Catiuscia Homem faz alerta semelhante em relação às características sensoriais e à autonomia. “Nem todo comportamento sensorial significa autismo e nem toda dificuldade para realizar uma atividade cotidiana representa um transtorno. Precisamos olhar para a frequência, o contexto, o impacto funcional e, principalmente, para a criança como um todo”, explica.

Na área educacional, a neuropsicopedagoga Silvia Kelly Bosi observa fenômeno semelhante. “Uma dificuldade de concentração, organização ou aprendizagem pode ter diferentes causas. O risco de buscar respostas prontas é transformar um comportamento em um rótulo sem compreender o que existe por trás dele”, afirma.

As especialistas defendem que as redes sociais podem funcionar como porta de entrada para a informação, mas não como substitutas da avaliação profissional.

Cinco perguntas antes de concluir que há um transtorno

  • Esse comportamento é persistente ou acontece ocasionalmente?
  • Ele aparece em diferentes ambientes?
  • Está causando prejuízo real à rotina da criança?
  • Existem outras habilidades preservadas que precisam ser consideradas?
  • O conteúdo visto na internet apresenta evidências ou apenas relatos e promessas?

A proposta, segundo as especialistas, não é afastar os pais das redes, mas ajudá-los a utilizá-las de forma mais crítica. “A informação deve despertar uma pergunta, não entregar um diagnóstico pronto”, resume Paula.

Fonte https://diariopcd.com.br/pais-estao-mais-informados-ou-mais-ansiosos-com-a-avalanche-de-conteudos-sobre-desenvolvimento-infantil/

Postado Pôr Antonio Brito 

24/08/2026

TSE divulga percentuais de candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas por partido. PcD ficam foram de levantamento

TSE divulga percentuais de candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas por partido. PcD ficam foram de levantamento

Cálculo considera 20.560 candidaturas em todo o país e orienta a destinação de recursos dos Fundos Partidário e Eleitoral. Falta legislação para incluir candidatos com deficiência nessa destinação.

O TSE – Tribunal Superior Eleitoral divulgou em sua página oficial os percentuais de candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas por partido.

Mas não tem nenhuma informação sobre estatísticas das pessoas com deficiência que disputam as eleições deste ano. A ausência dessas informações está relacionada a falta de legislações que destinem recursos para candidatos e candidatas com deficiência.

Confira: Diário PcD prepara primeira relação com informações de candidatos e candidatas com deficiência que disputam as eleições 2026 https://diariopcd.com.br/diario-pcd-anuncia-projeto-eleicoes-inclusivas-com-a-divulgacao-de-candidatos-e-candidatas-com-deficiencia-em-2026/

Na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram disponibilizados os percentuais de candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas por partido político para as Eleições Gerais de 2026. Os dados servem de referência para a destinação de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como Fundo Eleitoral. 

O cálculo considera as candidaturas que constaram de pedidos coletivos (Requerimento de Registro de Candidatura) e individuais (Requerimento de Registro de Candidatura Individual), em todo o território nacional. 

Os percentuais são apurados pelo TSE ao término do período definido no calendário eleitoral e divulgados para orientar a aplicação dos recursos destinados às candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas. Para esse cálculo, são consideradas as candidaturas com pedidos aceitos até as 23h59 de 18 de agosto de 2026, data-limite prevista no Calendário Eleitoral, e desconsideradas as candidaturas substitutas. Trata-se de um recorte específico para a destinação dos recursos do Fundo Partidário e do FEFC.

Por isso, os quantitativos podem ser diferentes dos apresentados nas estatísticas do TSE sobre candidaturas, que continuam sendo atualizados com registros aceitos e alterações posteriores. As quantidades e os percentuais considerados para essa finalidade permanecem fixos e também podem ser consultados no portal Estatísticas Eleitorais, na área de Prestação de contas. 

Confira o link com as informações: https://www.tse.jus.br/eleicoes/percentuais-de-candidaturas-de-femininas-e-de-pessoas-negras-por-partido-politico

Projeto que reserva percentual dos fundos eleitoral e partidário a candidaturas de pessoas com deficiência tramita na Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 4325/24 estabelece reserva de 10% a 15% dos recursos dos fundos eleitoral e partidário para candidaturas de pessoas com deficiência. O texto está em análise na Câmara dos Deputados e foi sugerido por Luciana Trindade, coordenadora nacional do PSB Inclusão.

O texto também iguala o tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão ao percentual de recursos repassados pelos fundos a essas candidaturas.

De acordo com a justificação do projeto de lei, “os recursos atuais são insuficientes para aumentar a quantidade de pessoas com deficiência eleitas nas casas legislativas. Ele argumenta que essas candidaturas precisam de investimentos adicionais, como a contratação de veículos adaptados a cadeirantes, intérpretes de Libras e outros recursos de acessibilidade.

Em junho de 2025 o projeto teve parecer favorável aprovado na Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Desde então, não houve mais nenhuma tramitação. O tema permanece na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto depois seguirá para ser apreciado pelo Plenário e dependerá de sanção presidencial.

Fonte: Agência Câmara de Notícias e Secretaria de Comunicação e Multimídia do TSE – Tribunal Superior Eleitoral

CONFIRA: Diário PcD prepara primeira relação com informações de candidatos e candidatas com deficiência que disputam as eleições 2026 – https://diariopcd.com.br/diario-pcd-anuncia-projeto-eleicoes-inclusivas-com-a-divulgacao-de-candidatos-e-candidatas-com-deficiencia-em-2026/

Fonte https://diariopcd.com.br/tse-divulga-percentuais-de-candidaturas-de-mulheres-pessoas-negras-e-indigenas-por-partido-pcd-ficam-foram-de-levantamento/

Postado Pôr Antonio Brito