30/05/2026

Museu da Inclusão recebe mostra sobre os 10 anos do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro

Museu da Inclusão recebe mostra sobre os 10 anos do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro

Exposição gratuita retrata a trajetória do CTPB, equipamento do Governo de São Paulo, desde sua concepção arquitetônica até a consolidação como referência internacional em inclusão e paradesporto

O Museu da Inclusão abre, a partir do dia 2 de junho, a exposição “CTPB 10 anos”, em celebração à primeira década do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), equipamento do Governo do Estado de São Paulo, vinculado à Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e gerido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

A mostra reúne registros históricos, vídeos, painéis e depoimentos que retratam a trajetória do espaço, desde a elaboração do projeto arquitetônico até sua consolidação como um dos principais centros de referência do paradesporto mundial.

Entre os destaques da exposição estão recordes históricos conquistados por atletas brasileiros, além de relatos emocionantes de protagonistas que transformaram o Centro Paralímpico em uma verdadeira segunda casa. Os visitantes também poderão acompanhar entrevistas com personagens que participaram diretamente da concepção, construção e desenvolvimento do equipamento.

A exposição evidencia ainda a dimensão estrutural, esportiva e social do CTPB, um complexo multifuncional que recebe atletas para treinamentos, competições e hospedagem. Para muitos jovens com deficiência, o local representa o primeiro contato com modalidades paralímpicas, contribuindo para inclusão social, fortalecimento da autoestima e desenvolvimento da autonomia.

As instalações esportivas retratadas na mostra já sediaram 2.688 eventos esportivos, recebendo 195.544 atletas em competições e treinamentos, além de 56.415 visitantes.

Segundo o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, o impacto do Centro Paralímpico vai além do desempenho esportivo: “Tenho orgulho de acompanhar de perto como essa estrutura ajudou a posicionar o Brasil entre as grandes potências paralímpicas do mundo. Mas o impacto vai muito além das medalhas: está na vida de cada pessoa com deficiência que encontrou no esporte um caminho de autonomia, autoestima e pertencimento”, afirmou.

A curadoria da exposição é assinada pelos servidores da SEDPcD Allan Cunha, produtor cultural, e Cássio Rodrigo, assessor especial, que desenvolveram uma representação artística da história e da importância do complexo esportivo.

O resultado é um panorama marcado por histórias de superação, excelência, cidadania e transformação social, disponível gratuitamente ao público.

Serviço

Exposição: CTPB 10 anos

Local: Museu da Inclusão: Av. Mário de Andrade, 564 – Portão 10

Abertura oficial: 2 de junho

Visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 17h

Entrada gratuita

Fonte https://diariopcd.com.br/museu-da-inclusao-recebe-mostra-sobre-os-10-anos-do-centro-de-treinamento-paralimpico-brasileiro/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB divulga atletas convocados para 13º Camping Militar e Civil Paralímpico

Atletas praticam tiro com arco em Camping realizado no Rio de Janeiro | Foto: André Durão/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) divulga nesta sexta-feira, 29, a lista de 50 atletas convocados para o 13º Camping Militar e Civil Paralímpico. O evento acontece entre 12 e 19 de julho, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

O evento é realizado por meio do Programa Militar e Civil Paralímpico e tem o objetivo de apresentar o tiro esportivo e o tiro com arco para potenciais atletas a partir de uma vivência nas duas modalidades.

Durante o período no CT os participantes também passarão por testes e avaliações físicas, e serão acompanhados por uma equipe multidisciplinar.

Duas das vagas disponíveis para a ação foram reservadas para atletas com deficiência visual.

O Camping Militar e Civil Paralímpico, teve sua primeira edição neste ano em abril. O evento ainda terá uma terceira edição em 2026 no mês de outubro.

CONFIRA A LISTA DE ATLETAS CONVOCADOS AQUI

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco e do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-divulga-atletas-convocados-para-13o-camping-militar-e-civil-paralimpico/

Postado Pôr Antônio Brito 

Adolescente inglesa fica tetraplégica após AVC raro na medula espinhal

Adolescente inglesa ficou tetraplégica após sofrer um raro AVC na medula espinhal durante recuperação de sintomas gripais.

Adolescente inglesa fica tetraplégica após AVC raro na medula espinhal

O nome da garota é Lexi Brown e ela tinha 14 anos quando se recuperava de sintomas gripais em casa, no condado de Essex, Inglaterra, quando começou a sentir dores intensas e perdeu os movimentos do braço.

Pouco depois, a adolescente parou de respirar e precisou ser reanimada por paramédicos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar.

A jovem foi levada às pressas para um hospital, em Cambridge, onde os médicos decidiram colocá-la em coma induzido por 5 dias enquanto investigavam o que havia provocado o quadro. Quando acordou, Lexi estava tetraplégica.

Os exames mostraram que a adolescente sofreu um AVC espinhal, condição rara causada pela interrupção do fluxo sanguíneo na medula espinhal. Segundo relatos da família, os médicos não encontraram doenças prévias que justificassem o problema. A principal suspeita é de que a complicação tenha ocorrido durante a recuperação da gripe.

Lexi também passou a depender de uma traqueostomia para respirar e falar.

O AVC espinhal, também chamado de AVC na medula, acontece quando o fluxo de sangue que leva oxigênio e nutrientes para a medula espinhal é interrompido. A condição é considerada rara e diferente do AVC cerebral, mais conhecido pela população.

A medula espinhal funciona como uma espécie de “ponte” entre o cérebro e o restante do corpo. Quando há falha na circulação sanguínea da região, células nervosas podem morrer rapidamente, causando danos neurológicos graves.

O problema pode surgir após bloqueios em artérias, formação de coágulos ou redução importante da circulação sanguínea. Em alguns casos, infecções, inflamações e alterações vasculares também podem estar associadas ao quadro.

Os sintomas costumam aparecer de forma súbita. Entre os principais sinais estão: dor forte nas costas ou no pescoço; fraqueza muscular; perda de sensibilidade; dificuldade para movimentar braços e pernas; alterações respiratórias.

Dependendo da área atingida na medula, o paciente pode desenvolver paralisia parcial ou total. Também podem ocorrer perda do controle da bexiga e do intestino, além de dificuldades para respirar sem auxílio de aparelhos.

Especialistas apontam que o diagnóstico pode ser difícil porque muitas pessoas não associam sintomas neurológicos a um problema na medula espinhal. Além disso, o AVC espinhal é muito menos frequente do que o AVC cerebral.

Lexi, hoje com 15 anos, continua internada e faz fisioterapia intensiva para tentar recuperar funções motoras. Segundo a família, ela voltou a movimentar parcialmente os membros e já consegue respirar sozinha durante parte do dia, embora ainda use ventilação mecânica em alguns períodos.

A adolescente também consegue falar por meio da traqueostomia, mas segue sem conseguir realizar tarefas básicas de forma independente.

Um caso no mínimo curioso e raro, que pode servir de exemplo e atenção para o resto do mundo.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=77830d9b-21a8-45fc-a5f8-e8fbda2c5846

Postado Pôr Antônio Brito 

29/05/2026

Os irmãos das pessoas com deficiência: o amadurecimento precoce e os sentimentos silenciosos

Os irmãos das pessoas com deficiência: o amadurecimento precoce e os sentimentos silenciosos - OPINIÃO - * Por Igor Lima

OPINIÂO

  • * Por Igor Lima

Os irmãos que quase ninguém enxerga

Enquanto os pais acompanham mais uma sessão de terapia, o outro filho espera em silêncio, acostumado a entender cedo demais que algumas prioridades da vida não giram em torno dele.

Quando uma família recebe o diagnóstico de uma criança com deficiência, quase toda a atenção naturalmente se volta para ela. Consultas médicas, terapias, adaptações, preocupações, medos e cuidados passam a ocupar grande parte da rotina da casa.

Mas, no meio desse processo, muitas vezes existe alguém que acaba ficando invisível: o irmão.

Os irmãos das pessoas com deficiência costumam amadurecer cedo demais.

Ainda crianças, aprendem a compreender limitações, crises, internações, dificuldades financeiras, barreiras sociais e preconceitos. Aprendem a esperar. Aprendem a ceder. Aprendem que, muitas vezes, as necessidades do irmão precisarão vir primeiro.

E isso não significa falta de amor.

Pelo contrário.

Na maioria das vezes, esses irmãos desenvolvem vínculos profundos, empatia, sensibilidade e um senso de proteção gigantesco. Mas também carregam sentimentos complexos que raramente são verbalizados.

O peso do amadurecimento precoce

Muitos irmãos de pessoas com deficiência deixam de viver partes naturais da infância.

Enquanto outras crianças estão preocupadas apenas com brincadeiras, eles já entendem questões médicas, dificuldades motoras, crises sensoriais, acessibilidade e preconceito.

Muitas vezes ajudam em tarefas dentro de casa, acompanham consultas, cuidam emocionalmente dos pais e sentem a responsabilidade de “não dar trabalho”, porque percebem que a família já enfrenta muitos desafios.

Alguns crescem rápido demais.

Aprendem cedo a ser fortes.

Mas nem sempre alguém pergunta se eles também estão cansados.

Muitos irmãos aprendem desde cedo a engolir sentimentos porque percebem que a família já carrega dores demais.

O filho que espera a mãe terminar mais uma sessão de terapia do irmão para mostrar um desenho feito na escola talvez aprenda cedo demais o que significa esperar.

O amor também convive com sentimentos difíceis

Existe outro ponto sobre o qual quase ninguém fala: irmãos também podem sentir ciúmes, tristeza, raiva, culpa e até sensação de abandono emocional.

E isso não faz deles pessoas ruins.

Muitas vezes, os pais estão tão sobrecarregados física e emocionalmente que sobra pouco tempo para atenção individualizada.

O irmão entende racionalmente o motivo.

Mas emocionalmente continua sendo uma criança querendo colo, presença e atenção.

E então nasce a culpa.

Culpa por sentir ciúmes. Culpa por reclamar. Culpa por desejar mais atenção. Culpa até por, em alguns momentos, sentir raiva da situação.

São sentimentos humanos.

Muitos irmãos crescem tentando não demonstrar tristeza para não aumentar o peso emocional dos pais.

O problema é que muitos irmãos aprendem a escondê-los para não parecerem egoístas diante da realidade vivida pela família.

Muitos aprendem a sufocar as próprias dores porque acreditam que reclamar seria injusto diante das dificuldades enfrentadas pelo irmão.

O medo do futuro

Talvez uma das maiores angústias silenciosas seja o futuro.

Muitos irmãos crescem ouvindo, mesmo que indiretamente:

“Quando eu não estiver mais aqui, ele dependerá de você.”

Essa frase, dita ou apenas sentida no ambiente familiar, pode gerar um peso emocional enorme.

Porque junto do amor nasce também o medo.

Medo de não conseguir cuidar. Medo de falhar. Medo de não dar conta. Medo do futuro.

Em muitos casos, os irmãos passam a construir suas vidas já carregando a responsabilidade emocional de serem futuros cuidadores.

A importância de olhar também para os irmãos

Falar sobre os irmãos das pessoas com deficiência não diminui em nada a importância da inclusão ou das necessidades da pessoa com deficiência.

Pelo contrário.

Uma família emocionalmente acolhida funciona de maneira mais saudável para todos.

Os irmãos também precisam ser vistos, ouvidos e acolhidos.

Precisam de espaço para falar sobre sentimentos difíceis sem culpa. Precisam viver a própria infância. Precisam entender que não precisam ser perfeitos o tempo inteiro. Precisam receber amor individualizado.

Porque eles também enfrentam dores silenciosas.

O amor que cresce junto com a luta

Apesar dos desafios, muitas relações entre irmãos são marcadas por um amor profundo e transformador.

Muitos irmãos se tornam pessoas extremamente humanas, empáticas e conscientes das diferenças justamente pela convivência diária com a deficiência.

Aprendem desde cedo valores que grande parte da sociedade ainda precisa aprender.

E mesmo diante das dificuldades, criam laços de companheirismo, proteção e afeto que atravessam a vida inteira.

Mas é importante lembrar:

irmãos de pessoas com deficiência não precisam ser fortes o tempo inteiro.

Também podem cansar. Também podem sentir medo. Também podem precisar de ajuda.

Porque cuidar de quem cuida emocionalmente também é inclusão.

Os irmãos das pessoas com deficiência passam grande parte da vida aprendendo a cuidar. Mas também precisam aprender que merecem ser cuidados.

Muitos irmãos de pessoas com deficiência passam a vida aprendendo a dividir atenção. O que quase ninguém percebe é que, muitas vezes, também aprenderam cedo demais a abrir mão de si mesmos.

  • * Igor Lima é advogado (OAB/RJ), especialista em Direitos Humanos e sustentabilidade, e pessoa com deficiência. Coordenador da coletânea jurídica “Deficiência e os Desafios para uma Sociedade Inclusiva”, citada no STJ, TST, STF e presente em instituições como Harvard e Universidade de Coimbra. Autor de artigos publicados em espaços como ABDConst, Future Law e revistas jurídicas nacionais, atua como palestrante em instituições como UERJ, UFRJ, UFF, OAB/RJ e MPRJ. Dedica-se à pesquisa e defesa dos direitos das pessoas com deficiência, com experiência em inclusão, políticas públicas e ESG.   
  • Linkedin:https://www.linkedin.com/in/igor-lima-pcd-404321198/
  • Instagram: https://www.instagram.com/igor_lima_adv/

Fonte https://diariopcd.com.br/os-irmaos-das-pessoas-com-deficiencia-o-amadurecimento-precoce-e-os-sentimentos-silenciosos/

Postado Pôr Antônio Brito 

Meeting Loterias Caixa de João Pessoa tem estreia do tiro esportivo com jovem militar em 1ª disputa do ano

Em destaque, atirador Nivaldo Gadelha no Circuito Paralímpico Loterias Caixa de tiro esportivo 2025 no Rio de Janeiro | Foto: Alexandre Loureiro/CPB

O Meeting Paralímpico de João Pessoa (PB), realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), acontece neste sábado, 30, com 287 atletas em duas localidades. A Vila Olímpica da Parahyba recebe provas de atletismo e natação, com 234 e 40 esportistas, respectivamente. Na mesma manhã, o Império Shot Clube recebe 13 inscritos, marcando a estreia do tiro esportivo na temporada 2026 do Meeting.

Em cada etapa do Meeting acontecem tanto provas válidas para o alto rendimento como também para atletas em desenvolvimento, divididos por faixa etária – a partir da categoria sub-11.

Com a estreia do tiro esportivo no calendário do Meeting Paralímpico deste ano, o paraibano Nivaldo Gadelha, 24, vive a expectativa por sua primeira competição da modalidade em 2026. O atleta é o mais jovem inscrito nas disputas, que reúnem competidores com média de idade de 44 anos.

Nivaldo competirá na pistola de ar comprimido da classe SH1 (não requer suporte para a arma). A relação com o tiro esportivo, porém, começou com sua profissão, antes mesmo do acidente sofrido em 2021, quando ele e um colega de trabalho, que estavam em uma motocicleta, foram atropelados por uma carreta. O episódio resultou na amputação de sua perna direita. Militar, o paraibano encontrou no esporte uma conexão imediata com sua vida antes do acidente e tornou a prática esportiva seu refúgio.

“Após o acidente, pensei: ‘acabou tudo. Não vou conseguir fazer mais nada.’ Mas com o passar do tempo, vi que estava totalmente errado. Voltei a fazer coisas que achava que não conseguiria mais, como dirigir. Hoje eu procuro mais coisas ainda para fazer e vejo que há todo o tipo de oportunidade no mundo”, reflete Gadelha.

Desde o início no esporte em 2023, Nivaldo passou por diversas competições, como o Camping Militar Paralímpico e o Circuito Paralímpico Loterias Caixa de tiro esportivo, realizadas em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Para o Meeting de João Pessoa, o atleta já tem uma meta traçada: fazer sua melhor marca pessoal, com 650 pontos na pistola de ar comprimido.

Já no campo, o Meeting da capital paraibana aguarda o medalhista paralímpico do lançamento de dardo Cícero Lins Nobre, da classe F57 (competem em cadeira de rodas).

“Apesar de estar em fase de treinamento, em que não são esperados grandes resultados, vou competir dando o meu melhor. As maiores expectativas ficam para o Para Sul-Americano; lá, quero lançar acima dos 50m”, avaliou Cícero, que se prepara para a principal competição do ano, os Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, na Colômbia, que acontecem entre os dias 3 e 15 de julho.

Paramigos Imparáveis
A etapa do Meeting Paralímpico de João Pessoa será a primeira a receber a ativação presencial dos personagens da série de animação Paramigos Imparáveis. Na oportunidade, o personagem Guará, um lobo ultrarrápido que usa próteses, fará interação com o público infantil do evento.

Na série criada pelo CPB, os personagens Geeky, Turi, Nina, Narciso, Guará e Zoom são porta-vozes da inclusão e reforçam valores como empatia, diversidade, trabalho em equipe e convivência.

O Meeting Paralímpico Loterias Caixa percorrerá todas as Unidades Federativas brasileiras até o mês de agosto, com a última etapa programada para São Paulo, de 6 a 8 de agosto.

Neste ano, dez capitais brasileiras já receberam o evento esportivo desde abril. Belém (PA), Rio Branco (AC), São Luís (MA), Teresina (PI), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Fortaleza (CE), Cuiabá (MT), Manaus (AM) e Natal (RN) já sediaram o evento.

Ainda neste sábado o CPB realizará uma etapa do Meeting Paralímpico Loterias Caixa em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, com 173 atletas em provas de atletismo e  natação.

As marcas obtidas em todas as categorias dos Meetings Paralímpicos são válidas para os respectivos rankings brasileiros, utilizados como critério de classificação para etapas nacionais de competições organizadas pelo CPB, como as Paralimpíadas Escolares, Paralimpíadas Universitárias e os Circuitos Brasileiros.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Meeting Paralímpico Loterias Caixa de João Pessoa devem enviar um e-mail para imp@cpb.org.br com os seguintes dados: nome completo, RG ou CPF e veículo pelo qual irá cobrir o evento. No dia da competição, os profissionais deverão se identificar na sala de imprensa do local.

Meeting Paralímpico Loterias Caixa – Etapa de João Pessoa

Atletismo e Natação
Local: Vila Olímpica da Parahyba
Endereço: Rua Desportista Aurélio Rocha, S/N –

Tiro Esportivo
Local: Império Shot Clube
Endereço: Rua Rotariano Antônio Telino de Lacerda, 155

Patrocínio
As Loterias CAIXA, a CAIXA, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais da natação e do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/meeting-loterias-caixa-de-joao-pessoa-tem-estreia-do-tiro-esportivo-com-jovem-militar-em-1a-disputa-do-ano/

Postado Pôr Antônio Brito 

Manaus/AM: projeto ensina alunos cegos a fazer cinema com base nos sons

Projeto “Vozes Visuais”, em Manaus/AM, ensina cinema para alunos cegos usando sons, memória afetiva e experiências sensoriais como linguagem audiovisual.

Manaus/AM: projeto ensina alunos cegos a fazer cinema com base nos sons

O projeto “Vozes Visuais” propõe uma experiência inédita na capital amazonense ao ensinar cinema e produção audiovisual a partir da percepção sonora, da memória afetiva e das experiências sensoriais dos participantes.

As aulas acontecem na própria Biblioteca Braille do Amazonas, localizada no Bloco C do Sambódromo, na avenida Pedro Teixeira, bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus/AM.

A iniciativa é conduzida pela produtora cultural e psicóloga Keylla Gomes, de 43 anos, que já desenvolveu projetos culturais voltados para pessoas com deficiência, especialmente oficinas de teatro e cinema para pessoas surdas.

A ideia do “Vozes Visuais” surgiu dentro da cultura e da inclusão, de uma inquietação sobre a presença de pessoas cegas nos espaços de produção audiovisual.

A proposta do curso parte de uma visão diferente da percepção tradicional do cinema, normalmente associada apenas à imagem.

Cinema não é só imagem, mas também é som, emoção, memória e sensação, segundo a professora responsável pelo projeto.

No “Vozes Visuais”, o som deixa de ser apenas um apoio da imagem e passa a ser protagonista da narrativa. Durante as aulas, os alunos trabalham com sons do cotidiano, vozes, objetos, silêncio, vento e chuva para construir cenas e atmosferas cinematográficas.

Nele, os alunos começam a construir cenas através dos sons da cidade, da natureza, das vozes, dos passos, do vento, da chuva, do silêncio e dos objetos do dia a dia. Tudo vira linguagem cinematográfica.

Para a realização das oficinas, o curso precisou adaptar a forma tradicional de ensinar audiovisual. As aulas são pensadas a partir da escuta, da orientação espacial, do toque e da percepção dos ambientes.

A experiência tem provocado mudanças na autoestima e no sentimento de pertencimento dos participantes. Muitos alunos chegam inseguros, porque cresceram ouvindo que certos espaços não foram pensados para eles. E, aos poucos, eles começam a perceber que conseguem criar, dirigir, gravar, pensar cenas e construir narrativas próprias.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=04d8776a-db62-46cb-8c6d-09e7240d1381

Postado Pôr Antônio Brito 

28/05/2026

Senado aprova projeto que devolve isenção total de IPI na aquisição de veículos por pessoas com deficiência

Senado aprova projeto que devolve isenção total de IPI na aquisição de veículos por pessoas com deficiência

Plenário aprovou Projeto de Lei Complementar 11/2026 que ‘devolve’ isenção total do IPI para pessoas com deficiência que perderam o benefício após medida do Governo Federal. Tema segue para Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei Complementar 11 de 2026 – de autoria do Senador Flávio Arns foi aprovado no Plenário do Senado Federal na noite desta quarta-feira, 27.

A proposta altera uma medida adotada pelo Poder Executivo no final de 2025 que reduziu em 10% vários benefícios tributários, dentre eles uma ‘interpretação’ da Receita Federal que deixou de implantar a isenção total.

Um dos questionamentos feitos pelos Senadores foi o descumprimento do que prevê a Lei Federal 8989/1995 que determina a isenção total até 31 de dezembro de 2026.

De acordo com o Senador Flávio Arns, “a Lei Complementar (LC) nº 224/2025 determinou o corte linear nos incentivos e benefícios de natureza tributária, financeira ou creditícia concedidos no âmbito da União. Não há qualquer justificativa de ordem ético-política ou racional que justifique tal cobrança indevida e tratamento tributário desigual entre as entidades sem fins lucrativos que, de forma imprescindível, contribuem com o Estado brasileiro na execução de políticas públicas e serviços de interesse coletivo que constitucionalmente lhe são obrigatórios”.

https://www.youtube.com/shorts/1qynbmcjx4I 

Na tramitação no Senado Federal, a Senadora Damares Alves apresentou a Emenda 3 “preserva a efetividade das políticas públicas de inclusão e mobilidade das pessoas com deficiência, mediante a exclusão dos incentivos, isenções e benefícios fiscais a elas destinados da incidência automática da redução linear prevista na Lei Complementar nº 224/2025. A matéria possui inequívoca relevância social e constitucional. A proteção das pessoas com deficiência constitui dever expresso do Estado brasileiro, decorrente dos princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade material e da promoção da inclusão social, previstos na Constituição Federal e reafirmados pela Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro com status constitucional”. Para a Senadora, “os benefícios fiscais relacionados à aquisição de veículos por pessoas com deficiência não podem ser tratados como incentivos tributários ordinários de natureza estritamente econômica ou setorial. Ao contrário, possuem evidente caráter social, inclusivo e compensatório, constituindo mecanismo essencial de redução de desigualdades e promoção da autonomia individual”.

A Senadora Dorinha Seabra foi a relatora do projeto. “Entre outras medidas, a LCP nº 224, de 2025, estabeleceu, em
regra, uma redução linear de 10% nos incentivos e benefícios de natureza tributária, financeira ou creditícia concedidos pela União. A Emenda nº. 3, de autoria da Senadora Damares Alves, merece ser igualmente acatada. Ela visa a excluir do escopo de aplicação da LCP 224, de 2025, as isenções relativas à aquisição de automóveis por pessoa com deficiência, uma vez que aprovamos recentemente uma legislação nova, no âmbito Reforma Tributária, no sentido de ampliar e modernizar esse mesmo benefício, não sendo oportuno, portanto, reduzi-lo no atual momento em prejuízo da população com deficiência do nosso país. Inclusive, importante salientar que, em decorrência dessa situação trazida pela LCP 224, de 2025, as montadoras já anunciaram recentemente o aumento específico de preços dos automóveis para as pessoas com deficiência, situação essa injusta que vamos corrigir com a referida emenda”.

O plenário discutiu o Projeto de Lei e o Relatório da Senadora Dorinha Seabra, que acatou a emenda da Senadora Damares Alves, além de outras.

Para aprovação o tema precisava de 41 votos, ou seja, a metade do número de Senadores, mais um voto. Atualmente o Senado é composto por 81 parlamentares.

O projeto foi aprovado por unanimidade com 69 votos. Todos os Senadores presentes foram favoráveis.

A proposta agora segue para a Câmara dos Deputados. Se não houver modificação no texto, o texto seguirá para sanção ou veto presidencial. Se os Deputados Federais alterarem o conteúdo, o texto voltará ao Senado Federal.

Fonte https://diariopcd.com.br/senado-aprova-projeto-que-devolve-isencao-total-de-ipi-na-aquisicao-de-veiculos-por-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB abre inscrições para III Fórum de Atletas Paralímpicos Nacional no CT Paralímpico

Simone Camargo, coordenadora do Atleta Cidadão, discursa durante Fórum | Foto: Ana Patrícia/CPB.

O Conselho de Atletas do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com o Programa Atleta Cidadão, abre nesta terça-feira, 26, 135 vagas para interessados em participar do III Fórum de Atletas Paralímpicos Nacional de 2026, que será realizado em São Paulo, de 23 a 27 de setembro, no Centro de Treinamento Paralímpico.

As inscrições devem ser feitas a partir deste link até o dia 8 de junho. As vagas serão preenchidas por ordem de inscrição.

O CPB irá custear passagem, hospedagem e alimentação para os 135 atletas participantes, distribuídos considerando o limite de até 5 participantes por unidade federativa, incluindo o Distrito Federal. Confira o edital neste link.

Para que o atleta seja contemplado, é necessário que ele participe dos encontros online preparatórios, entre junho e julho. Os esportistas beneficiados serão informados por e-mail; o resultado também será publicado no site do CPB em breve.

A primeira edição do Fórum de Atletas Paralímpicos, de abrangência nacional, foi realizada em dezembro de 2023, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. O evento trouxe painéis e palestras sobre experiências de atletas em conselhos de confederações, informações sobre a estrutura do Movimento Paralímpico no Brasil e tratou de habilidades importantes para interessados em atuar em prol das demandas dos esportistas.

O Conselho de Atletas foi criado em 2009 e tem como objetivo a representação dos esportistas dentro do CPB, tendo diálogo aberto com a Diretoria Executiva do Comitê e um assento no Conselho de Administração da entidade.

O Programa Atleta Cidadão tem como objetivo estimular o desenvolvimento pleno da cidadania de atletas e ex-atletas paralímpicos em todas as fases da carreira (iniciação, alto rendimento e pós-carreira), por meio de formação educacional, capacitação e orientação profissional.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail atletacidadao@cpb.org.br.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-abre-inscricoes-para-iii-forum-de-atletas-paralimpicos-nacional-no-ct-paralimpico/

Postado Pôr Antônio Brito 

São Paulo recebe exposição coletiva do Museu do Artista

Exposição coletiva do Museu do Artista reúne 29 artistas no Circolo Italiano, em São Paulo, com entrada gratuita e acessibilidade.

São Paulo recebe exposição coletiva do Museu do Artista

Na sexta-feira, dia 15 de maio, aconteceu na capital paulista a abertura da Exposição Coletiva do Museu do Artista, no icônico Circolo Italiano, na região central da cidade.

Consolidado como um verdadeiro sucesso de público, o evento foi um importante ponto de encontro entre artistas, curadores e entusiastas da arte.

A mostra exalta a pluralidade cultural por meio de uma seleção cuidadosa de obras com diversas temáticas.

Ao todo, 29 artistas ocupam a galeria do 2º andar de um dos maiores marcos arquitetônicos de São Paulo/SP.

Dentre todos os artistas sob a batuta e curadoria de Andrezza Kniff, organização e realização do Museu do Artista, está o hoje artista plástico Osmar Santos, ex-narrador esportivo, um dos maiores ícones da comunicação do nosso país, hoje pessoa com deficiência.

A exposição vai até o dia 2 de junho, aberta para visitação de segunda a sexta, das 10h às 17h, e aos sábados somente com hora marcada.

O evento conta com acessibilidade, é aberto ao público, gratuito e com classificação livre.

O Circolo Italiano fica no Edifício Itália, na Av. Ipiranga, 344, 2º andar, no centro de São Paulo/SP.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=a66d7a3c-d55a-4a89-ae67-98ba5cd3ea84

Postado Pôr Antônio Brito 

27/05/2026

Inclusão de pessoas com deficiência visual vai além da acessibilidade física e comunicacional

Inclusão de pessoas com deficiência visual vai além da acessibilidade física e comunicacional

Especialista da Laramara traz reflexões sobre como promover mais acolhimento, qualidade de vida e saúde mental para pessoas com deficiência visual

Quando se pensa em inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência visual, normalmente pensamos em pisos táteis, semáforos sonoros, braille, ampliação e contraste de placas, leitores de tela em celulares, bengalas e cães guias. Embora esses recursos sejam imprescindíveis para garantir autonomia, conforto e segurança, a inclusão de pessoas cegas ou com baixa visão envolve muitos outros desafios.

“Existe uma visão equivocada de que a acessibilidade está relacionada apenas à estrutura física, quando, na verdade, ela também envolve a forma como as pessoas se relacionam. A ausência de comunicação acessível e de atitudes inclusivas faz com que pessoas cegas ou com baixa visão se sintam deslocadas, ignoradas ou incapazes de participar ativamente de situações sociais simples”, explica Danilo Namo, psicólogo da Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual.

Essas experiências podem refletir diretamente na saúde mental. Fatores como solidão, redução das interações sociais e exclusão em ambientes educacionais, profissionais e de lazer impactam o bem-estar emocional e reforçam a importância de uma rede de apoio acessível e acolhedora. No entanto, o acesso a atendimentos em saúde mental e acompanhamentos multiprofissionais ainda encontra obstáculos, seja pela falta de recursos acessíveis, seja pelo despreparo de alguns profissionais para atender pessoas com deficiência visual. 

“Hoje, há uma compreensão mais ampla sobre saúde mental e deficiência, considerando não apenas aspectos individuais, mas também fatores como relações sociais, contexto em que a pessoa está inserida, acessibilidade e acesso a oportunidades, que influenciam diretamente no bem-estar emocional”, afirma Namo.

A superproteção é outro ponto muito importante. Muitas pessoas com deficiência visual ainda enfrentam situações em que terceiros tomam as decisões por elas ou limitam sua independência. Incentivar a autonomia em deslocamentos, atividades do dia a dia, trabalho e nas decisões da própria vida, fortalece a autoconfiança e a autoestima.

Comportamentos capacitistas ainda são comuns, como falar apenas com acompanhantes, ignorar a pessoa durante a conversa, deixar de descrever ambientes ou utilizar vocabulário infantilizado. 

Garantir acessibilidade e saúde mental significa assegurar que pessoas com deficiência visual tenham autonomia, acolhimento e condições reais de exercer plenamente sua cidadania. “Inclusão não acontece apenas por meio de adaptações físicas, mas também pelo reconhecimento da autonomia, da participação e da individualidade dessas pessoas.”, conclui o psicólogo da Laramara.


Sobre a Laramara:
Fundada em 1991 pelo casal Mara e Victor Siaulys, a Laramara é referência nacional no atendimento a pessoas cegas e com baixa visão, contribuindo de forma pioneira na promoção da autonomia, educação, formação profissional, cultura e convivência inclusiva. Ao lado de parceiros e apoiadores, a associação desenvolve programas inovadores que impactam milhares de famílias em todo o país.

Fonte https://diariopcd.com.br/inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-visual-vai-alem-da-acessibilidade-fisica-e-comunicacional/

Postado Pôr Antônio Brito 

CT Paralímpico recebe pela primeira vez o Contrata SP para pessoas com deficiência

Pessoas fazendo o cadastro para participar do Contrata SP, no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Beatriz Fonseca/CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro recebeu nesta terça-feira, 26, pela primeira vez a edição do Contrata SP – Pessoas com Deficiência, mutirão de empregabilidade promovido pelas secretarias municipais da Pessoa com Deficiência e de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. O evento reuniu cerca de 300 candidatos e ofereceu mais de 1.200 vagas de emprego em 45 empresas dos setores de saúde, comércio, serviços, logística e indústria.

Os salários variavam entre R$ 1.458, para vagas de estágio, e R$ 14 mil, para o cargo de coordenador de compras. As oportunidades contemplaram diferentes níveis de escolaridade e perfis profissionais.

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) participou do evento com 15 vagas nas áreas de marketing, comunicação, administração, zeladoria e educação física.

Participaram do evento o vice-presidente do CPB, Yohansson do Nascimento; a diretora-executiva do CPB, Vânia Bezerra; além dos secretários municipais Silvia Grecco, da Pessoa com Deficiência, e Rodrigo Goulart, do Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

Antônio José Ferreira, coordenador do projeto Inspiração Paralímpica — iniciativa criada pelo CPB para atuar em frentes ligadas à inclusão produtiva, empregabilidade e desenvolvimento social de pessoas com deficiência —, ressaltou a importância do mutirão.

“O objetivo é encaminhar pessoas com deficiência ao mercado de trabalho e inspirar empresas a contratarem pessoas com deficiência. O CPB carrega esse legado de pessoas que superam limites para alcançar recordes e grandes conquistas, e mostra que é possível superar barreiras para ingressar no mercado de trabalho”, disse.

Segundo ele, o acesso ao emprego impacta diretamente na autonomia e na qualidade de vida das pessoas com deficiência: “Isso proporciona autonomia às pessoas com deficiência, melhora a qualidade de vida e fortalece a autoestima. Faz com que elas se sintam importantes e úteis para a sociedade. E, claro, uma renda sempre ajuda”.

O vice-presidente do CPB, Yohansson do Nascimento, destacou a realização do evento dentro do CT Paralímpico:“Eu fico muito feliz em ver essa expansão do nosso movimento paralímpico, trazendo um grande evento de empregabilidade para pessoas com deficiência dentro desta casa, que é tradicionalmente ligada ao esporte, mas que hoje pertence, acima de tudo, às pessoas com deficiência. É inclusão social na prática”.

Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Goulart, o objetivo da ação é aproximar empresas e candidatos.

“O Contrata SP – Pessoa com Deficiência é uma ação de empregabilidade da Prefeitura de São Paulo que está em sua 21ª edição. Este evento mostra como o setor público e a iniciativa privada podem atuar juntos para gerar emprego, renda e oportunidades reais de crescimento profissional para pessoas com deficiência. Temos grandes empresas, inclusive multinacionais, oferecendo vagas com possibilidade de carreira, o que fortalece a economia e amplia a participação dessas pessoas no mercado de trabalho”, afirmou.

Entre as vagas disponíveis, havia 40 oportunidades para assistente de marketing e agente de suporte ao cliente, com salário de R$ 1.800 e exigência de ensino médio completo. Na área da saúde, foram oferecidas mais de 50 vagas para cargos como técnico de enfermagem, enfermeiro, auxiliar e ajudante de farmácia e farmacêutico hospitalar, com salários de até R$ 8 mil.

Já no setor administrativo, os candidatos puderam participar de processos seletivos para funções como escriturário, auxiliar administrativo, comprador e coordenador de contratos. Foram mais de 20 vagas com salários a partir de R$ 1.800 e exigência mínima de ensino médio completo.

O evento contou com intérpretes de Libras, apoio para pessoas com deficiência visual e acessibilidade para cadeirantes. Os participantes também puderam atualizar laudos médicos com atendimento no local, facilitando processos de contratação. Além disso, foram oferecidos gratuitamente serviços de conserto de bengalas, cadeiras de rodas e andadores.

A secretária municipal da Pessoa com Deficiência, Silvia Grecco, destacou a importância da acessibilidade e da inclusão efetiva nas empresas: “Ficamos muito felizes em realizar este evento no CT Paralímpico, um espaço acessível e preparado para receber pessoas com deficiência. Mais do que cumprir cotas, é fundamental que as empresas ofereçam inclusão e acessibilidade reais, em todos os aspectos”.

Segundo ela, a parceria com o CPB fortalece iniciativas voltadas à inserção profissional.

“Este trabalho, construído em parceria com o CPB, representa uma grande oportunidade de inserção no mercado de trabalho e esperamos que seja a primeira de muitas edições”, completou.

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) também lançou uma cartilha sobre empregabilidade para ajudar para profissionais com deficiência ir em busca de oportunidades no mercado de trabalho. Para baixar o material, acesse aqui.

Mais informações sobre vagas de emprego podem ser encontradas no site da Cate Prefeitura de São Paulo. As oportunidades oferecidas pelo CPB estão disponíveis no LinkedIn da entidade.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro 

Fonte https://cpb.org.br/noticias/ct-paralimpico-recebe-pela-primeira-vez-o-contrata-sp-para-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antônio Brito 

Jovem autista é baleada no rosto após sorrir para homem em Goiânia/GO

Jovem autista de 29 anos foi baleada no rosto após sorrir para um homem em Goiânia/GO. O suspeito foi localizado pela polícia e morreu após confronto.

Jovem autista é baleada no rosto após sorrir para homem em Goiânia/GO

Uma jovem autista de 29 anos foi baleada no rosto por um homem após apenas ter sorrido para ele. Ela acompanhava a mãe, que trabalhava em uma barraca de café no terminal Rodoviário de Goiânia/GO, no Setor Vila Santa Marta. Uma câmera de segurança flagrou o momento em que o suspeito atira contra a moça, que no momento está internada num hospital da cidade.

O crime aconteceu na manhã de quarta-feira, dia 13 de maio. Nas imagens, não é possível ver a vítima, apenas o homem sacando a arma e atirando.

Logo após o crime, policiais militares iniciaram as buscas pelo suspeito, que foi localizado em Senador Canedo/GO, na Região Metropolitana de Goiânia/GO. Segundo a equipe, na chegada dos policiais, houve confronto e o suspeito acabou sendo morto.

Assista à matéria do programa Balanço Geral da TV Record sobre o caso no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=44599293-1e33-4c27-abf3-f9b9c1bb9dbf
 
Postado Pôr Antônio Brito 
 

22/05/2026

CONADE recomenda que reconhecimento de direitos PcD existam após implementação de Avaliação Biopsicossocial

CONADE recomenda que reconhecimento de direitos PcD existam após implementação de Avaliação Biopsicossocial

Manifestação solicita ao Congresso Nacional para que se abstenha de aprovar dispositivos legais que promovam o reconhecimento automático de grupos, doenças, condições de saúde ou situações diversas como caracterizadoras da condição de pessoa com deficiência, sem observância do modelo biopsicossocial.

O CONADE – Conselho Nacional do Direitos das Pessoas com Deficiência encaminhou nesta semana uma Recomendação ao Congresso Nacional para que se abstenha de aprovar dispositivos legais que promovam o reconhecimento automático de grupos, doenças, condições de saúde ou situações diversas como caracterizadoras da condição de pessoa com deficiência, sem observância do modelo biopsicossocial previsto na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e na legislação brasileira.

Para Roberto Paulo do Vale Tiné –  presidente da instituição, “a manifestação do Conselho reforça que o Brasil adotou o modelo social da deficiência, fundamentado na análise individualizada das barreiras enfrentadas por cada pessoa, conforme previsto na Convenção da ONU e na Lei Brasileira de Inclusão (LBI). A Recomendação destaca a importância da avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, garantindo critérios técnicos uniformes, equidade, segurança jurídica e proteção efetiva às políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência. O CONADE alerta ainda que o reconhecimento automático, baseado exclusivamente em diagnósticos ou grupos específicos, pode gerar distorções nas políticas públicas, insegurança jurídica e enfraquecimento do modelo biopsicossocial construído historicamente pelo movimento das pessoas com deficiência”.

Um dos exemplos é o caso da fibromialgia – reconhecendo que sejam consideradas pessoas com deficiência, LEI Nº 15.176, DE 23 DE JULHO DE 2025. Mas a legislação determina que “a equiparação da pessoa acometida pela doença à pessoa com deficiência fica condicionada à realização de avaliação biopsicossocial por equipe multiprofissional e interdisciplinar que considere os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo, os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais, a limitação no desempenho de atividades e a restrição de participação na sociedade, nos termos do art. 2º da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência)”.

Confira a íntegra da manifestação do CONADE:

 
Fonte https://diariopcd.com.br/conade-recomenda-que-reconhecimento-de-direitos-pcd-existam-apos-implementacao-de-avaliacao-biopsicossocial/
Postado Pôr Antônio Brito 

Meeting Loterias Caixa de Natal recebe gêmeos que competem em classes diferentes no atletismo

Gêmeos Heitor e Ítalo Lins durante Meeting Paralímpico de Natal 2025 | Foto: acervo pessoal

O Meeting Paralímpico Loterias Caixa de Natal (RN), realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), acontece neste sábado, 23, com 242 competidores divididos em três locais. São aguardados 148 esportistas nas provas de atletismo, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); 50 na natação, no Sesi; e 44 no halterofilismo, no Ginásio DED.

Jovens, porém já engajados no esporte há quatro anos, os irmãos gêmeos Heitor e Ítalo Lins de Melo, 11, se preparam para competir pela quarta vez no Meeting Paralímpico de Natal, em duas provas do atletismo: os 60m e o arremesso de pelota.

“Os treinos estão puxados. Estou indo para fisioterapia para chegar na competição relaxado. Vou competir na pelota e gostar do esporte é pouco! Eu amo e fico ansioso para competir”, comenta Ítalo, que nasceu com encefalopatia e compete na classe T33 (paralisados cerebrais cadeirantes).

A prática esportiva na família começou com Heitor, que jogava futebol no prédio onde mora em Natal. No entanto, durante as partidas, Ítalo apenas via o irmão jogar, sem poder participar por ser cadeirante.

Vendo a angústia do menino que ficava como espectador da partida, o professor de futebol do condomínio indicou para Ana Cláudia Lins de Melo, mãe dos gêmeos, o Centro de Referência Paralímpica do CPB em Natal, localizado na UFRN, onde ambos poderiam praticar esportes juntos.

Os Centros de Referência Paralímpica estão presentes em todos os estados brasileiros e têm o objetivo de aproveitar espaços esportivos para oferecer modalidades paralímpicas, desde a iniciação até o alto rendimento.

Com o ingresso das crianças na prática esportiva, a mãe conta que a autoestima de ambos e o ânimo da família mudaram. “A rotina é bem puxada, mas o esporte faz bem para eles, para mim e para o pai. Os meninos ficaram mais abertos e vejo que faz bem para o corpo e para a mente deles também”, relata Ana Cláudia.

Heitor compete na classe T38 (paralisados cerebrais andantes), por conta de uma limitação físico-motora do lado esquerdo do corpo, decorrente da paralisia cerebral. O potiguar tem também o diagnóstico de TDAH.

Além do Meeting Paralímpico Loterias Caixa, os gêmeos, que representam o clube 
APARN, também já participaram do Festival Paralímpico, promovido pelo CPB e que proporciona a crianças com e sem deficiência a vivência em modalidades paralímpicas.

Em março deste ano, Ítalo integrou o primeiro Camping Escolar para atletas de classes baixas em João Pessoa (PB), iniciativa voltada a jovens atletas com deficiências severas.

As disputas do Meeting Paralímpico Loterias Caixa envolvem tanto atletas de alto rendimento como jovens a partir da categoria sub-11, em busca de marcas que os qualifiquem para as etapas nacionais das Paralimpíadas Escolares e das Paralimpíadas Universitárias, eventos realizados pelo CPB no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Meeting Paralímpico Loterias Caixa Natal devem enviar um e-mail para imp@cpb.org.br com os seguintes dados: nome completo, RG ou CPF e veículo pelo qual irá cobrir o evento. No dia da competição, os profissionais deverão se identificar na sala de imprensa do local.

Serviço
Meeting Paralímpico Loterias Caixa – Etapa de Natal
Data: 23 de maio, a partir das 8h (horário de Brasília)
Atletismo
Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Endereço: Estrada do Ginásio de Desportos–Rua do Esporte, S/N
Halterofilismo
Local: Ginásio DED
Endereço: Av. Prudente de Morais, S/N
Natação
Local: Sesi
Endereço: Av. Capitão- Mor Gouveia, 2770

Patrocínio
As Loterias CAIXA, a CAIXA, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.

As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do halterofilismo e da natação.
 

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/meeting-loterias-caixa-de-natal-recebe-gemeos-que-competem-em-classes-diferentes-no-atletismo/

Postado Pôr Antônio Brito 

Empresários sabem quanto dinheiro perdem por não pensar em acessibilidade?

Especialistas alertam que empresas perdem faturamento e clientes ao ignorarem acessibilidade, enquanto negócios inclusivos ampliam vendas, reputação e fidelização.

Empresários sabem quanto dinheiro perdem por não pensar em acessibilidade?

O que a gente ouve com frequência por alguns empresários é a seguinte frase: “Aqui não aparecem clientes com deficiência.”

Será que isso acontece, talvez, porque seu negócio esteja afastando esses clientes antes mesmo da entrada deles em seu estabelecimento? Justamente pela insegurança das PcD em frequentar seu restaurante, sua loja, seu shopping, hotel ou seu comércio em geral?

A falta de acessibilidade não gera apenas exclusão. Ela gera perda de faturamento.

Enquanto muitas empresas enxergam acessibilidade como custo, negócios mais inteligentes já entenderam que ela impacta diretamente suas vendas, reservas, reputação... gera fidelização, novos contratos e experiência para o cliente.

Os números são claros, afinal, estamos falando de mais de 40 milhões de brasileiros, onde 42% são de classe A/B e 44% de classe C. Ou seja, imensa maioria das PcD são consumidores assíduos de produtos e serviços.

Pesquisas indicam que mais de 50% das pessoas com deficiência já deixaram de viajar por falta de acessibilidade. Por outro lado, perceba que 49% viajam acompanhadas, o que dobra o potencial turístico do público com deficiência.

O turismo acessível movimenta bilhões por ano no mundo. Mas clientes ainda encontram barreiras… e o que acontece se seu negócio não oferece acessibilidade? Eles vão para o concorrente que tem um potencial mais inclusivo.

A pessoa com deficiência raramente consome sozinha... Isso, no mínimo, dobra as possibilidades de faturamento.

Quando um cliente não consegue acessar seu estabelecimento por falta de acessibilidade, o hotel perde diárias, o restaurante perde mesas, o evento perde inscrições, a loja perde vendas, a marca perde reputação e todos perdem dinheiro!

A pergunta não é: “quanto custa fazer acessibilidade?”

A pergunta deve ser: “quanto sua empresa perde por não ser acessível?”

Existem vários exemplos práticos hoje em dia, em várias cidades mundo afora, inclusive no Brasil, que mostram que ser acessível e inclusivo é muito mais rentável.

Pense em inclusão e em acessibilidade também como negócio!

É uma decisão social e, principalmente, uma decisão inteligente.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=05492ac4-45f0-442e-b856-f88018dd79d1

Postado Pôr Antônio Brito 

21/05/2026

Sustentação oral no STF em ações sobre direitos de pessoas com deficiência será feita pelo Ouvidor-geral da OABRJ

Sustentação oral no STF em ações sobre direitos de pessoas com deficiência será feita pelo Ouvidor-geral da OABRJ

Pedro Barretto atuará de forma pro bono nas ADIs 7779 e 7790, que questionam restrições à isenção tributária na compra de veículos

Ouvidor-geral e conselheiro da OABRJ, Pedro Barretto fará sustentação oral no Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima quinta-feira, dia 21, nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7779 e 7790, que questionam dispositivos da Lei Complementar 214/2025 relacionados à limitação de isenções tributárias para aquisição de veículos por pessoas com deficiência.

Sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, as ações foram propostas pelo Instituto Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência Oceano Azul e pela Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência (AnaPcD), respectivamente. Barretto atuará de forma pro bono na defesa das entidades.

Embora a atuação no processo seja realizada por Barretto em caráter pessoal, a presidente da OABRJ, Ana Tereza Basilio, destacou o apoio da Seccional à pauta relacionada à defesa dos direitos das pessoas com deficiência e das pessoas com transtorno do espectro autista.

“Temos o compromisso permanente com a defesa dos direitos fundamentais e da dignidade da pessoa humana. Estar ao lado dessas entidades e levar essa discussão ao STF é reafirmar o papel da advocacia na construção de uma sociedade mais justa. Não podemos admitir retrocessos em direitos já conquistados por milhões de famílias brasileiras”, afirmou Basilio.


Entenda a pauta

As ADIs questionam dispositivos da nova legislação que limitaram o benefício fiscal às pessoas com deficiência moderada ou grave, excluindo outros grupos anteriormente contemplados, entre eles pessoas com transtorno do espectro autista nível 1 de suporte. As ações também contestam critérios considerados discriminatórios e desproporcionais para acesso às isenções tributárias.

“Estamos falando do direito à inclusão e da não discriminação de pessoas com autismo e deficiência. O que está em jogo envolve a tutela dos direitos humanos, o combate à discriminação, a inclusão e um processo contínuo de conscientização”, completou Pedro Barreto.


O julgamento será transmitido ao vivo, na quinta-feira, dia 21, a partir das 14h, no canal da TV Justiça no YouTube.

CRÉDITO/FONTE: Ana Júlia Brandão – Comunicação Social da OABRJ

IMAGEM/CRÉDITO: Comunicação Social da OABRJ

Matéria publicada em

https://oabrj.org.br/noticias/ouvidor-geral-oabrj-fara-sustentacao-oral-stf-acoes-sobre-direitos-pessoas-deficiencia

Fonte https://diariopcd.com.br/sustentacao-oral-no-stf-em-acoes-sobre-direitos-de-pessoas-com-deficiencia-sera-feita-pelo-ouvidor-geral-da-oabrj/

Postado Pôr Antônio Brito 

Corrida Brasil Paralímpico: retirada de kits acontece dias 22 e 23 com protocolo de inscrição

Kit entregue aos inscritos na Corrida Brasil Paralímpico 2026

Os participantes da Corrida Brasil Paralímpico já podem se programar para a retirada dos kits da prova. A entrega será realizada na sexta-feira, 22, e no sábado, 23, das 10h às 20h (horário de Brasília), no auditório Paris, localizado próximo à recepção do segundo andar do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.

Para a retirada, será obrigatório apresentar o protocolo de inscrição enviado por e-mail pelo endereço naoresponda@ticketsports.com.br, além de um documento oficial com foto (físico ou digital). Quem for retirar o kit em nome de outro participante deverá levar também o protocolo e o documento de identificação do titular da inscrição.


Imagem ilustrativa do protocolo de inscrição

O kit do evento contará com número de peito, sacochila e camiseta oficial da corrida. Já as medalhas serão entregues exclusivamente aos participantes que concluírem seus respectivos percursos.

O CPB disponibilizará aos participantes que concluírem o percurso a gravação da medalha, com nome e tempo de prova, além de oferecer uma massagem.

As atividades no domingo terão início às 7h, com ações interativas promovidas por marcas parceiras, como ASICS, CAIXA e Loterias CAIXA. Os participantes também poderão experimentar modalidades paralímpicas oferecidas pelo CPB, entre elas basquete em cadeira de rodas, tênis de mesa, atletismo e halterofilismo.

O evento contará ainda com a presença de atletas paralímpicos, como as paulistas Giovanna Boscolo, do atletismo, e Jennyfer Parinos, do tênis de mesa, além do rondoniense Kauê Rodrigues, do halterofilismo. A primeira largada do dia, destinada aos atletas cadeirantes, está programada para as 8h.

Como chegar ao CT

O transporte oficial da Corrida Brasil Paralímpico será o Metrô, conforme parceria institucional firmada com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e que visa facilitar o acesso dos corredores ao local do evento.

Para chegar ao CT Paralímpico, os participantes devem seguir até a estação Jabaquara – Comitê Paralímpico, da Linha 1-Azul. Em seguida, será necessário utilizar a linha circular de ônibus 605A/10 Centro Paralímpico – Metrô Jabaquara, com embarque realizado dentro da própria estação.

A partir desta quarta-feira, 20, as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha do Metrô exibirão informações sobre a corrida em seus painéis informativos. No domingo, haverá também sinalização visual indicando a saída correta para embarque no ônibus 605A/10.

A expectativa é de que mais de mil pessoas participem do evento. O cronograma inclui caminhada de uma milha (1.609 km), corrida de 2 km voltada exclusivamente para cadeirantes, prova de 5 km aberta ao público e corrida kids – organizada conforme as faixas etárias dos participantes.

Serviço
Retirada dos Kits:
Data: 22 e 23 de maio
Horário: das 10h às 20h
Local: Auditório Paris – 2º andar, no Centro de Treinamento Paralímpico
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 11,5 – Vila Guarani – São Paulo

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/corrida-brasil-paralimpico-retirada-de-kits-acontece-dias-22-e-23-com-protocolo-de-inscricao/

Postado Pôr Antônio Brito 

Número de alunos com autistismo aumentou mais de 50% na UNB

UNB registra crescimento expressivo de alunos com TEA e amplia iniciativas de suporte e inclusão acadêmica.

Número de alunos com autistismo aumentou mais de 50% na UNB

Segundo dados da Diretoria de Acessibilidade (DACES) da Universidade de Brasília (UNB), a quantidade de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) aumentou 55,7% de 2024 a 2026, ao passar de 355 para 553 estudantes.

Em relação a 2023, os números revelam um crescimento de 153,6% desse público nos últimos 3 anos.

O total de alunos com deficiência e transtornos registrados também aumentou. Os números subiram de 636 em 2024 para 912 em 2026. Os alunos com TEA representam 60,6% desse crescimento.

A UNB garante que a população está tendo mais acesso a diagnósticos que antes não eram feitos com tanta frequência e, por isso, esse aumento dos alunos autistas nos últimos anos.

Os estudantes da UNB podem fazer um cadastro na DACES para receber orientações e auxílios no ambiente acadêmico.

O Núcleo de Autismo e Neurodiversidade da UNB, por exemplo, é um projeto de extensão que presta atendimentos pedagógicos e promove encontros para que a comunidade autista possa construir laços.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=0dd0377a-da7f-497b-8565-20feaad38196

Postado Pôr Antônio Brito 

20/05/2026

Justiça Eleitoral afirma que em todo o estado de São Paulo 35% das seções eleitorais são acessíveis

Justiça Eleitoral afirma que em todo o estado de São Paulo 35% das seções eleitorais são acessíveis

Das mais de 103 mil seções eleitorais espalhadas pelo estado de São Paulo, 36 mil são acessíveis (35% do total), isto é, contam com rampas ou elevadores e percursos adaptados, entre outros recursos para atender eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida.

Além de ajustes físicos para receber pessoas com deficiência ou com dificuldade de locomoção, caso também de idosas e idosos, as seções eleitorais acessíveis dispõem de atendimento especializado, prestado por coordenadores de acessibilidade e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

SP reúne 30% do eleitorado com deficiência

Atualmente, o estado de São Paulo reúne aproximadamente 30% do total de eleitores com deficiência do país, com cerca de 480 mil pessoas de um universo nacional de 1,7 milhão, conforme a página Estatísticas Eleitorais.

Desses eleitores, 148.419 declararam ter deficiência de locomoção, 47.672, deficiência visual e 29.640, auditiva. O restante relatou ter outros tipos de deficiência para exercer o voto.

Em outubro do ano passado, o TRE-SP promoveu a campanha “Seu Voto Importa e Sua Acessibilidade Também!”, veiculada em 13 mil ônibus da capital, 33 terminais e 71 postos do Bilhete Único para orientar as pessoas com deficiência a transferir o título para um local de votação acessível.

Levantamento realizado pelo Tribunal no 1º turno da eleição municipal de 2024 revelou que a organização e acessibilidade dos locais de votação foram bem avaliadas por 92% dos eleitores paulistas. A pesquisa ouviu 4.534 pessoas em 1.919 locais de votação do estado.

Eleições 2026 – Quem desejava transferir o título para votar em um desses locais precisa deveria ter realizado a solicitação até 6 de maio. Após essa data, o cadastro eleitoral ficará fechado, conforme determina a Lei das Eleições (Lei 9.504/97), para a Justiça Eleitoral organizar o pleito de outubro.

Fonte: Comunicação Social do TRE-SP

Fonte https://diariopcd.com.br/justica-eleitoral-afirma-que-em-todo-o-estado-de-sao-paulo-35-das-secoes-eleitorais-sao-acessiveis/

Postado Pôr Antônio Brito 

Seleção Brasileira de futebol de cegos goleia França em amistoso no CT Paralímpico

Nonato em amistoso da Seleção Brasileira de futebol de cegos contra a França no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB.

A Seleção Brasileira de futebol de cegos goleou a França por 5 a 0 nesta terça-feira, 19, no primeiro de três amistosos contra os franceses que serão realizados no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

O pernambucano Raimundo Nonato e o maranhense Jardiel Vieira marcaram duas vezes cada, e o paranaense Tiago Paraná foi mais um a balançar as redes para o Brasil. A Seleção volta a encarar a França nesta quarta-feira, 20, e nesta quinta-feira, 21.

No primeiro tempo, apesar do jogo equilibrado, o Brasil finalizou mais vezes, resultando no primeiro gol da partida, feito por Raimundo Nonato, aos 16 minutos. O pernambucano driblou três defensores e chutou no canto esquerdo do goleiro francês.

Já na segunda etapa, a Seleção dominou a partida, com maior posse de bola e muitas chances claras de gol. Aos 7 minutos, Nonato aumentou a vantagem brasileira.

Logo após, aos 10 minutos, Tiago Paraná finalizou de fora da área para marcar o terceiro – a bola ainda tocou a trave antes de entrar. O paranaense ainda deu uma assistência para o quarto gol do Brasil, feito por Jardiel, pelo lado esquerdo do campo, em um chute forte, acima da cabeça do goleiro francês, aos 15 minutos.

Para fechar a goleada, Jardiel foi às redes mais uma vez, a três minutos do fim da partida. Ele dominou a bola perto da pequena área e chutou entre as pernas do goleiro.

“Estou muito feliz com o resultado, não só pelo placar, mas pela forma como a equipe se comportou em quadra, com muita intensidade e controle do jogo. Saímos na frente no primeiro tempo, por 1 a 0, e poderíamos ter ampliado. No segundo tempo, mantivemos o mesmo ritmo e aproveitamos melhor as chances criadas para construir esse placar. Isso nos dá confiança para seguir trabalhando e mostra que estamos no caminho certo para os próximos desafios, primeiro no Parasul-Americano e, depois, na Copa América, que é o principal objetivo da temporada”, disse Cesinha, técnico da Seleção Brasileira de futebol de cegos.

Os amistosos têm como objetivo a preparação para os Jogos Parasul-Americanos, que serão disputados entre os dias 5 e 16 de junho, em Valledupar, na Colômbia, e para a Copa América da IBSA (Federação Internacional de Esportes para Cegos, em português), que acontecerá de 2 a 13 de setembro, em São Paulo.

Confira todos os participantes da fase de treinamentos:
Anael Sousa Oliveira – APADV/SP
Cássio Lopes dos Reis – CORINTHIANS/SP
Gabriel Penedo Batista – AGAFUC/RS
Maicon Junior dos Santos Mendes – CORINTHIANS/SP
Paulo Victor Pinheiro – APACE/PB
Raimundo Nonato Alves Mendes – AGAFUC/RS
Raynã Oliveira Souza – APACE/PB
Ricardo Steinmetz Alves – AGAFUC/RS
Samir Santana da Silva – AGAFUC/RS
Tiago da Silva – CORINTHIANS/SP
Alvaro Augusto Gonçalves da Costa Magalhães – VILA NOVA /GO
Jardiel Vieira Soares – APACE/PB

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do futebol de cegos.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-futebol-de-cegos-goleia-franca-em-amistoso-no-ct-paralimpico/

Postado Pôr Antônio Brito