Rotina de mães atípicas exige acolhimento, rede de apoio, políticas públicas e prioridade real.

As mães atípicas enfrentam uma rotina que muita gente não vê: terapias, consultas, crises, noites sem dormir, medo, exaustão e, muitas vezes, abandono.
Enquanto elas cuidam de tudo e de todos, quem cuida delas? Essa não pode continuar sendo uma luta silenciosa. A maternidade atípica precisa de acolhimento, respeito, políticas públicas, rede de apoio e prioridade real.
É muito importante dar atenção para essas mães que abdicam de suas vidas, carreiras e sonhos para cuidar dos filhos autistas. O Estado precisa trabalhar ações para que essas famílias sejam vistas, ouvidas e amparadas.
Reconhecer a dor dessas mães também é proteger as crianças que dependem delas todos os dias. Mães atípicas não precisam de julgamento. Precisam de apoio.
Praticamente todos conhecem uma mãe atípica que precisa ser mais acolhida. Muitas são pai e mãe ao mesmo tempo e acabam sozinhas, abandonadas pelos companheiros na maioria das vezes. Governantes precisam olhar para essas trabalhadoras com mais carinho e cuidado.
Mais informações sobre o tema estão disponíveis no link indicado.
https://www.instagram.com/p/DaLyJCuCSkz/?img_index=5&igsh=MWJld2pjZTgyZHR5
Fonte Postado https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=3b25d8e5-00e9-49a2-ade5-416c09319a35
Pôr Antônio Brito
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