Exposição
virtual de Kica de Castro utiliza pintura corporal dourada para
promover reflexões sobre diversidade, inclusão, reconhecimento e a
transformação da representação da beleza na sociedade.
A
nossa querida parceira de tantos anos, a fotógrafa e multimídia Kica de
Castro, vem com uma nova exposição, mostrando a forma como uma
sociedade escolhe representar seus corpos e que isso revela muito sobre
os valores de seu tempo.
Durante
décadas, pessoas com deficiência e outras identidades historicamente
invisibilizadas estiveram presentes na vida cotidiana, mas raramente
ocuparam os espaços onde a cultura constrói referências de beleza,
reconhecimento e pertencimento. A ausência não estava nos corpos. Estava
na visibilidade que lhes era concedida.
A
exposição virtual “O Corpo Dourado da Vitória” reúne modelos com
diferentes histórias de vida retratados por meio da pintura corporal
dourada assinada pelo maquiador André Lima, em imagens que convidam o
público a refletir sobre diversidade, identidade e inclusão.
O
dourado remete às medalhas, aos pódios e às grandes conquistas. Mas,
nesta proposta artística, seu significado ultrapassa a ideia de vitória
individual. Ele simboliza reconhecimento e a presença de corpos que,
durante muito tempo, permaneceram fora dos espaços de visibilidade e que
hoje contribuem para ampliar o imaginário cultural brasileiro.
Mais do que uma série de retratos, a mostra registra um momento de transformação cultural.
Thais Severo e Marliane Maral (em azul) no Parapan-Americano de Santiago em 2023, no Chile | Foto: Saulo Cruz/CPB
A Seleção Brasileira de tênis de mesa paralímpico encerrou as disputas de duplas do ITTF World Para Elite de Nakhon Ratchasima, na Tailândia, nesta quarta-feira, 22, com três medalhas de bronze.
Na classe WD10, a goiana Thais Severo e a mineira Marliane Amaral
ficaram com a medalha de bronze após serem derrotadas na semifinal
pelas chinesas Xiaodan Gu e Bian Zhang por 3 sets a 0, com parciais de
11/9, 11/3 e 11/5.
A paulista Jennyfer Parinos
atuou ao lado da sul-coreana Kun-Hea Kim nas disputas da classe WD20. A
dupla garantiu o bronze depois de perder a semifinal para Tzu Yu Lin e
Shiau Wen Tian, de Taipei Chinês, por 3 sets a 0 (11/7, 11/9 e 11/6).
Já na classe XD14, o paulista Paulo Henrique Fonseca e a goiana Lethícia Lacerda
conquistaram o bronze ao serem superados na semifinal pela dupla de
Hong Kong formada por Hon Lam Wong e Wing Ka Pang por 3 sets a 1, com
parciais de 9/11, 11/5, 11/8 e 11/9.
A carioca Sophia Kelmer foi vice-campeã na
classe 8 (andantes), enquanto o paulista Paulo Henrique Fonseca
conquistou a prata na classe 7(andantes). O bronze ficou com a goiana
Lethícia Lacerda, também na classe 7.
Agora, o próximo compromisso da Seleção
Brasileira é o ITTF World Para Challenger Spokane, nos Estados Unidos,
entre os dias 6 e 9 de agosto.
Patrocínio A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tênis de mesa.
Time São Paulo As
atletas Jennyfer Parinos e Marliane Amaral Santos integram o Time São
Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da
Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.
Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível As
atletas Lethícia Lacerda e Thaís Severo são integrantes do Programa
Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual
da Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Em
sua 25ª edição, o estudo de empregabilidade conta com o apoio de
instituicões e coletivos para traçar diagnóstico inédito sobre
inteligência artificial, liderança e saúde mental da pessoa com
deficiência. Como incentivo à participação voluntária, todos os
respondentes que concluírem o questionário online e desejarem
concorrerão a R$ 8 mil em prêmios. Pesquisa segue até 16 de agosto
Em um cenário marcado por transformações profundas e permanentes no
mundo corporativo, a Cia de Talentos – maior consultoria de educação
para carreira da América Latina – anuncia a abertura da pesquisa
Carreira dos Sonhos 2026.
Chegando à sua 25ª edição, o tradicional levantamento traz este ano
uma mobilização nacional em parceria com instituições, ONGs e coletivos
dedicados à diversidade para mapear, de forma minuciosa, a realidade dos
profissionais com deficiência no mercado brasileiro.
O prazo final para respostas da pesquisa é até 16/08/2026
“É de grande importância essa pesquisa, pois precisamos identificar a
realidade da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. No Brasil,
precisamos de estatísticas reais para efetivar a cobrança da eficácia de
políticas públicas”, afirmou Abrão Dib, editor do Diário Pcd – que
também faz parte da campanha de divulgação do trabalho.
O estudo mantém sua abrangência nacional e o caráter geral,
investigando as percepções e expectativas de estudantes, média gestão e
alta liderança em todo o país. Contudo, a parceria estratégica com as
organizações da comunidade PcD permitirá gerar um recorte estatístico e
analítico exclusivo, jogando luz sobre as dores, os desafios de
desenvolvimento e as ambições de carreira desse público.
IA, Confiança e Saúde Mental em Foco
A pesquisa Carreira dos Sonhos 2026 aprofundará temas que refletem as
principais tensões enfrentadas no cotidiano de trabalho. O estudo
investigará, por exemplo, como o avanço acelerado da inteligência
artificial (IA) impacta os profissionais – avaliando se a tecnologia é
vista como uma oportunidade de crescimento ou como uma fonte de
insegurança profissional.
Além disso, temas que tocam diretamente a experiência de grupos minorizados nas organizações ganharam destaque, tais como:
* O nível de alinhamento entre o discurso de diversidade institucional e as práticas reais das lideranças no dia a dia. * O nível de confiança na gestão e o sentimento de pertencimento dentro das empresas
* Os impactos da pressão corporativa por resultados na saúde emocional e a sensação de solidão nas relações de trabalho.
“Estamos vivendo um momento em que diferentes transformações
acontecem ao mesmo tempo. A inteligência artificial avança rapidamente e
as empresas precisam construir relações de confiança em um cenário de
mudanças constantes. Compreender as expectativas e as contradições
específicas de diferentes perfis de profissionais é fundamental para
construir organizações mais saudáveis e preparadas para o futuro “,
afirma Danilca Galdini, sócia e diretora de Insights da Cia de Talentos.
Mobilização Nacional e Metas de Engajamento
Para viabilizar a consolidação e a divulgação gratuita desse
material analítico focado em diversidade para toda a sociedade, a
campanha conta com o engajamento coletivo e trabalha para alcançar a
meta de 250 respostas de profissionais com deficiência.
Como incentivo à participação voluntária, todos os respondentes
que concluírem o questionário online e desejarem concorrerão a R$ 8 mil
em prêmios, que incluem Óculos Inteligentes Ray-Ban Meta Wayfarer (2ª
geração), Headphone, Tablet e Smartwatch.
Os óculos inteligentes se destacam pela integração com inteligência
artificial, permitindo interação por comando de voz para tirar dúvidas,
obter sugestões e até realizar traduções em tempo real. O dispositivo
também conta com câmera de alta qualidade para fotos e vídeos sem uso
das mãos, além de áudio embutido nas hastes, possibilitando ouvir
conteúdos e realizar chamadas com praticidade no dia a dia.
O sorteio será realizado em 9 de setembro pela Loteria Federal e está
devidamente inscrito sob o certificado de autorização SPA/ME Nº
04.050379/2026.
O regulamento pode ser acesso na íntegra pelo link:
* A coleta de respostas é realizada de forma totalmente digital e fica aberta até o dia 16 de agosto de 2026.
Serviço * Iniciativa: pesquisa Carreira dos Sonhos 2026 (recorte PcD em parceria com instituições e coletivos parceiros) *
Público-alvo: estudantes, profissionais de média gestão e alta
liderança (público geral e com recorte focado na comunidade PcD)
Maior consultoria de educação para a carreira da América Latina, a
Cia de Talentos atua com recrutamento, seleção, desenvolvimento e
employer branding. Com a missão de potenCIAlizar carreiras, o principal
diferencial está na equipe formada por profissionais multigeracionais,
com experiências diversas e complementares, que se destacam por inovar e
garantir sempre o uso das tecnologias mais modernas para atrair,
selecionar e desenvolver profissionais desde seu início de carreira até posições de alta liderança.
Especialista
em Alfabetização de Educandos com Deficiência pela UFSCar e MBA em
Gestão Escolar pela USP, Carla Costa explica que a procura por
acompanhamento psicopedagógico geralmente ocorre quando surgem sinais de
dificuldades na aprendizagem, na autonomia, na participação escolar ou
no comportamento infantil.
Amédia anual de crianças diagnosticadas com o ‘Transtorno do Espectro Autista’ (TEA) vem sendo acompanhada por autoridades internacionais. Segundo o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD),
os índices de TEA em crianças registraram um crescimento médio anual de
6% a 10%, em diferentes países da Europa, América e Oriente Médio.
Esse diagnóstico é frequentemente percebido pelos pais ou irmãos, que notam os primeiros sinais em 56% dos casos, segundo o Mapa Autismo Brasil(2026).
A partir desse reconhecimento, muitas famílias iniciam um processo de
compreensão das necessidades da criança, buscando apoio de profissionais
da saúde e da educação para promover sua participação, autonomia,
aprendizagem e qualidade de vida nos diferentes contextos em que está
inserida.
Segundo a psicopedagoga e orientadora parental com mais de uma década de atuação na área da educação, Carla Costa,
as famílias começam a buscar acompanhamento psicopedagógico quando
notam sinais de interferência na aprendizagem, autonomia, comportamento
ou participação da criança em diferentes ambientes. “No caso de
muitas crianças autistas, além das características centrais do TEA,
também podem estar presentes desafios relacionados às funções
executivas, como manter a atenção, organizar tarefas, seguir rotinas,
planejar ações, monitorar o próprio comportamento e lidar com mudanças
ou frustrações. Essas dificuldades costumam impactar diretamente a
participação escolar e a vida cotidiana”, explica.
Embora o quadro de TEA seja evidenciado logo na primeira infância,
com 51% dos casos registrados entre crianças de 0 a 4 anos, é
necessário acompanhamento ao longo das etapas de desenvolvimento. Para
se ter uma noção, ainda segundo o Mapa Autismo Brasil,
cerca de 28% das crianças com TEA completam a educação infantil; 14% o
ensino fundamental I; 4% o ensino fundamental II; e 2,8% completam o
ensino médio.
“Inclusão não significa apenas garantir a matrícula do estudante
na escola regular, mas assegurar sua participação efetiva, sua
aprendizagem e seu pertencimento ao ambiente escolar. Na prática, muitos
profissionais da educação desejam promover uma inclusão de qualidade,
mas enfrentam dificuldades relacionadas à formação contínua, ao acesso a
estratégias pedagógicas adequadas e ao suporte técnico para lidar com a
diversidade presente nas salas de aula. A inclusão exige conhecimento
sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem, adaptações pedagógicas,
acessibilidade e diferentes formas de participação dos estudantes. Ainda
existe a expectativa de que a criança precise se adaptar ao modelo já
existente, quando, na realidade, é a escola que deve estar preparada
para acolher diferentes formas de aprender, comunicar-se, interagir e
participar”, reforça a especialista.
Especializada na “Alfabetização de Educandos com Deficiência” pela UFSCar, com MBA em Gestão Escolar pela USP,
Carla explica que todo processo começa com uma escuta cuidadosa da
realidade familiar, desde a dinâmica com os pais até as características
da criança e o contexto em que ela está inserida. A partir daí, é
possível traçar rotinas saudáveis que funcionam como uma estrutura
organizadora, auxiliando a criança a desenvolver autonomia,
responsabilidade e autorregulação.
“É por meio da repetição das experiências cotidianas, logo na
primeira infância, que a criança aprende a reconhecer padrões,
compreender expectativas, criar hábitos e desenvolver habilidades
importantes para a vida, que vão auxiliar a caminhada junto aos pais nas
circunstâncias futuras: escolaridade, trabalho e qualidade de vida.
Fato é que o Brasil e o mundo ainda estão muito aquém na sua caminhada
de inclusão para crianças e adolescentes diagnosticados com TEA, e é aí
que entra a psicopedagogia, no papel de compreender como cada pessoa
aprende e identificar os fatores que podem estar favorecendo ou
dificultando esse processo. Dessa forma, podemos melhorar a qualidade de
vida dos pequenos”, conclui Carla.
Foram 199 competidores as provas de
atletismo, na pista da Universidade Federal do Paraná (UFPR), enquanto
outros 96 estiveram na natação e outros 25 no tiro esportivo. Ambos no
Clube Santa Mônica.
Entre os destaques esteve o nadador
paranaense Luan Iorino, 16, da classe S3 (limitações físico-motoras
severas). Ele saiu do Meeting com três medalhas de ouros: subiu ao lugar
mais alto do pódio nas provas 50m (3min19s32) e 100m livre (5min52s98),
além dos 50m costas (2min42s46).
Luan nasceu após 26 semanas de gestação,
pesando 920 gramas e medindo 33 cm. Isso por decorrência da ruptura
prematura das membranas. Depois do seu nascimento, ficou 51 dias na
Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O jovem, então, foi diagnosticado com
paralisia cerebral e tetetraplegia espástica, condição neurológica que
causa paralisia ou fraqueza grave nos quatro membros e no tronco. “Ele é
um milagre de Deus. Hoje, é um orgulho nosso. Está esse garotão”, disse
o pai Marcelo Iorino, emocionado.
O paranaense entrou na natação
em 2016, aos seis anos de idade, e, desde então, não parou mais de
praticar a modalidade. “Já sou veterano no esporte”, brincou Luan, que
possui quase 40 medalhas em competições estaduais e nacionais. “Entrar
na água, para mim, é mais do que uma atividade física. É um estilo de
vida que me faz melhorar a cada dia”, continuou o adolescente, que se
inspira nas medalhistas paralímpicas e mundiaisDéborae Beatriz Carneiro, as gêmeas de Maringá, como o próprio definiu.
Atualmente,
além dos treinos na natação, Luan também dedica seu tempo aos estudos.
Ele faz curso de programação, uma de suas paixões junto com o esporte e o
videogame. “Foi muito esforço para chegar até aqui”, definiu o pai. “Eu
me vejo nos Jogos Paralímpicos. Esse é o meu grande objetivo:
representar o Brasil em grandes competições internacionais. Eu tenho um
futuro brilhante pela frente”, concluiu Luan.
Sobre o Meeting Paralímpico
Em
cada etapa do Meeting, acontecem tanto provas de alto rendimento quanto
provas destinadas a atletas em desenvolvimento, divididos por faixa
etária, a partir da categoria sub-11.
As marcas obtidas em todas as categorias
são válidas para os respectivos rankings brasileiros, utilizados como
critério de classificação para etapas nacionais de competições
organizadas pelo CPB, como as Paralimpíadas Escolares, as Paralimpíadas
Universitárias e os Circuitos Brasileiros.
O Meeting Paralímpico Loterias Caixa
percorre todas as Unidades Federativas brasileiras até o mês de agosto,
com a última etapa programada para a capital paulista, de 6 a 8 de
agosto.
Prêmio
Boas Práticas na Escola reconhece iniciativas de
professores e gestores de escolas públicas que gerem resultados para os
desafios da educação brasileira
A Moderna, editora do Grupo Santillana, abriu inscrições para a primeira edição do Prêmio Boas Práticas na Escola,
que vai reconhecer e dar visibilidade a projetos escolares que gerem
impactos concretos na aprendizagem na rede pública de ensino. As
iniciativas lideradas por educadores devem fortalecer a gestão do
processo de ensino e incentivar o compartilhamento de experiências
promissoras entre profissionais da educação de todo o país.
Voltado a professores, coordenadores pedagógicos e gestores
educacionais, o Prêmio dará reconhecimento a práticas pedagógicas já
implementadas em escolas públicas e que apresentem resultados em
diferentes campos da educação. Na primeira edição, serão premiadas
iniciativas de todo o país associadas ao tema Educação inclusiva. Os
projetos inscritos serão avaliados por uma comissão especializada, com
base em critérios estabelecidos no regulamento, a partir de
duas categorias: (1) Educação Infantil e Anos Iniciais (regular e EJA), e (2) Anos Finais e Ensino Médio (regulares e EJA). Será premiado um projeto por categoria, e poderão se inscrever práticas pedagógicas individuais ou coletivas.
Para a embaixadora do prêmio, Mara Mansani, que atua há mais
de 40 anos na educação básica, a premiação tem o objetivo de valorizar
quem realmente transforma a vida dos estudantes e das comunidades por
meio da inclusão. “A escolha desse tema se justifica pela importância
social da educação inclusiva, prevista na Agenda 2030 da ONU, que foca
na educação equitativa e de qualidade para ‘não deixar ninguém para
trás’, alinhando a escola ao 4º Objetivo de Desenvolvimento
Sustentável”, informa.
“Enquanto os indicadores educacionais evidenciam os desafios da
aprendizagem no Brasil, professores e gestores de escolas
públicas desenvolvem diariamente soluções que, muitas vezes, permanecem
restritas a suas próprias salas de aula. São práticas que ampliam a
inclusão, aproximam as famílias da vida escolar, estimulam o
protagonismo dos estudantes e exercitam novas formas de ensinar, e são
esses exemplos que queremos mostrar para todo o Brasil”, informa Ivan
Aguirra, diretor de Marketing e Serviços Educacionais da Moderna.
“Valorizar boas práticas é reconhecer que grande parte das
respostas para os desafios da educação pública já estão sendo
construídas dentro das próprias escolas, por pessoas que pensam e
projetam um futuro melhor, superando tantas barreiras que encontram no
dia a dia”, completa Aguirra.
Os professores e gestores da rede pública de ensino poderão inscrever suas práticas pedagógicas até 31 de agosto de 2026.
Serviço:
Prêmio Boas Práticas na Escola
Inscrições: de 1 de julho até 31 de agosto de 2026
Em
parceria com Firjan SENAI e SESI, iniciativa oferece qualificação
gratuita com bolsa-auxílio mensal e inscrições até 29 de julho
Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do projeto
Mentes Digitais Foresea, iniciativa gratuita de qualificação
profissional voltada exclusivamente a pessoas com deficiência (PCD).
Realizado pela Foresea, empresa líder no setor de perfuração offshore,
em parceria com a Firjan SENAI SESI, o projeto tem como objetivo ampliar
a inclusão, a empregabilidade e a formação de novos talentos para o
mercado de tecnologia.
Para participar do processo seletivo, é necessário ter 18 anos ou
mais, ensino médio completo e apresentar comprovação de deficiência. Ao
todo serão selecionados 24 candidatos para uma formação técnica de oito
meses em tecnologia que inclui Banco de Dados, Hardware, Software, Lógica, Linguagens de Programação, Machine Learning e Inteligência Artificial. Os
alunos também terão matérias voltadas ao desenvolvimento humano, com
temas como educação financeira, mercado de trabalho e habilidades
socioemocionais.
“Temos orgulho de contribuir com nossa expertise e o apoio de
excelência da Firjan SENAI SESI para a formação técnica de uma turma de
altíssimo nível, ampliando a empregabilidade de pessoas com deficiência e
preparando novos talentos para serem absorvidos tanto pela Foresea
quanto pelo mercado”, destaca o CEO da Foresea, Rogério Ibrahim.
Serão convocados, inicialmente, os primeiros 90 inscritos, para um
processo seletivo que conta com diversas etapas – entre elas a de
comprovação dos requisitos e da documentação (como laudo médico original
emitido nos últimos 12 meses) e atividades presenciais, como dinâmica
de grupo, entrevistas individuais e redação. Todas as informações estão disponíveis no edital que pode ser acessado neste link.
As aulas acontecerão de segunda à sexta-feira, com quatro horas
diárias, no Centro de Referência em Tecnologia da Informação e
Comunicações (DigiTech Firjan SENAI), na Rua Marquês de Sapucaí, nº 200,
11º andar, Praça Onze, no Rio de Janeiro. Os candidatos deverão
apresentar comprovação de PCD e ter ensino médio completo. Os
interessados devem se inscrever até o dia 29 de julho pelo endereço
abaixo:
Mentes Digitais faz parte do Programa Foresea Socioambiental
O projeto Mentes Digitais integra o Programa Foresea Socioambiental,
iniciativa de investimento Social da companhia voltada à geração de
impacto positivo e ao desenvolvimento sustentável nos territórios onde a
empresa atua. Nos últimos dois anos, o programa promoveu ações nos
eixos de Educação Integral e Economia Verde, com iniciativas de
capacitação de gestores escolares para o fortalecimento da rede pública
de ensino de Macaé, reciclagem, economia circular e voluntariado
corporativo.
O Vice-Presidente de Sustentabilidade da Foresea, Marco Aurélio
Fonseca, ressalta que o projeto Mentes Digitais amplia a atuação
socioambiental da Foresea ao reunir inclusão, qualificação profissional e
acesso ao mercado de tecnologia: “O Mentes Digitais representa mais um
passo no compromisso da Foresea de transformar oportunidades em caminhos
concretos de desenvolvimento. Ao investir em uma formação em tecnologia
para pessoas com deficiência contribuímos para uma sociedade mais
inclusiva, diversa e preparada para o futuro”.
Sobre a Foresea
A Foresea oferece soluções em perfuração offshore e conta
com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe
VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. A empresa possui
certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda
frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado.
Entre seus principais valores estão a alta performance operacional
alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem
como parceria e confiança dos clientes. A companhia respeita os
princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais
e de governança. Mais informações no site da empresa.
A delegação brasileira de tênis de mesa reunida para a
disputa do ITTF World Para Elite Nakhon Ratchasima 2026, na Tailândia |
Foto: Divulgação/CBTM.
A Seleção Brasileira de tênis de mesa paralímpica
disputa, entre os dias 18 a 22 de julho, o ITTF World Para Elite de
Nakhon Ratchasima, na Tailândia. Ao todo, 12 atletas representam o
Brasil na competição, que conta com cerca de 300 mesatenistas de 37
países.
Após a competição na Tailândia, o próximo
desafio da Seleção Brasileira é o ITTF World Para Challenger Spokane,
nos Estados Unidos, nos dias 6 a 9 de agosto.
Confira a lista dos participantes:
Aline Ferreira Meneses
Carlos Eduardo Freire De Moraes
Claudio Massad
Fábio Souza Da Silva
Guilherme Marcião Da Costa
Jennyfer Marques Parinos
Lethicia Rodrigues Lacerda
Marliane Amaral Santos
Maycon Antônio De Oliveira
Paulo Henrique Gonçalves Fonseca
Sophia Pernisa Kelmer
Thaís Fraga Severo
*Com informações da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM)
Time São Paulo
Os
atletas Carlos Eduardo Freire De Moraes, Claudio Massad, Jennyfer
Marques Parinos e Marliane Amaral Santos integram o Time São Paulo,
parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com
Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.
Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os
atletas Claudio Massad, Lethicia Rodrigues Lacerda e Thaís Fraga Severo
são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível,
programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA e da CAIXA que
beneficia 141 atletas.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
As
férias escolares podem ser uma ótima oportunidade para conversar sobre
inclusão. A notícia apresenta três filmes que abordam temas como
deficiência, convivência, acessibilidade e autonomia, proporcionando
entretenimento e reflexão para crianças e adultos.
As
férias das crianças estão ai e o que fazer para ocupar o tempo livre
delas ? Muita gente está procurando uma solução para isso e aqui vão 3
filmes para refletir sobre inclusão que vão distrair a garotada e os
pais.
O primeiro deles é “No Ritmo do
Coração”. Um filme que retrata uma família surda enfrentando barreiras
em uma sociedade pouco acessível. Onde assistir: Apple TV e Prime Vídeo.
O
outro filme é “Um Lugar para Todo Mundo”. Ele é um documentário sobre o
direito de todas as crianças estarem na escola juntas. Onde assistir:
Apple TV, Prime Vídeo e mff.com.br.
O
terceiro é o filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, que acompanha um
estudante cego do ensino médio em sua jornada por independência. Onde
assistir: Netflix e Prime Vídeo.
No link você pode ver trechos dos filmes sugeridos. Clique aqui:
Após
mais de três décadas, a legislação ainda esbarra em impasses
relacionados à contratação, à permanência e ao desenvolvimento
profissional de pessoas com deficiência.
Após 35 anos da criação da Lei de Cotas, os registros nacionais
indicam que apenas cerca de 54% das vagas destinadas às pessoas com
deficiência estão efetivamente ocupadas no Brasil. Embora a legislação
tenha ampliado significativamente o acesso ao emprego formal, os
desafios relacionados à inclusão, permanência e desenvolvimento
profissional ainda fazem parte da realidade de milhares de
trabalhadores.
Instituída pela Lei nº 8.213/1991, a chamada Lei de Cotas representou um marco para a Inclusão Profissional ao estabelecer que empresas com 100 ou mais empregados reservassem de 2% a 5% de seus cargos para pessoas com deficiência.
Desde então, tornou-se um dos principais instrumentos para ampliar o
acesso dessa população ao mercado de trabalho formal, contribuindo para
reduzir barreiras e promover maior participação social. No entanto, sua
implementação plena ainda enfrenta obstáculos relacionados à
fiscalização, à acessibilidade, ao capacitismo e outras formas de
exclusão e, sobretudo, à falta de uma política efetiva de Emprego
Apoiado que fomente a qualidade dos processos de inclusão e garanta o
acesso a todas as pessoas.
Lei de Cotas impulsionou a empregabilidade
Os impactos concretos gerados pela lei são encontrados nos dados mais
recentes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Apenas no primeiro
semestre de 2025, mais de 63 mil pessoas com deficiência foram
contratadas com carteira assinada em todo o país, sendo que mais de 93% dessas admissões ocorreram em empresas obrigadas a cumprir a Lei de Cotas, evidenciando a importância da legislação.
Atualmente, cerca de 620 mil pessoas com deficiência possuem vínculo
formal de emprego no Brasil. Ainda assim, apenas aproximadamente 54% das
vagas que deveriam ser ocupadas por esse público estão preenchidas,
demonstrando que milhares de oportunidades previstas em lei permanecem
abertas.
Para o Instituto Jô Clemente (IJC), Organização sem fins lucrativos
que atua há mais de 65 anos na defesa dos direitos e na promoção da
inclusão de pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro
Autista (TEA) e Doenças Raras, a Lei de Cotas foi responsável por
transformar a forma como as empresas passaram a olhar para a contratação
de pessoas com deficiência. Agora, o desafio é avançar para uma
inclusão efetiva, que contemple também a permanência, o desenvolvimento
profissional e a construção de carreiras.
“A Lei de Cotas vem sendo decisiva para ampliar oportunidades e
abrir portas para milhares de brasileiros com deficiência. Hoje, no
entanto, o desafio deixou de ser apenas contratar. Precisamos, além de
cumprir efetivamente as exigências da lei, falar sobre permanência,
desenvolvimento de carreira e ambientes verdadeiramente inclusivos.
Quando a empresa investe em acessibilidade, prepara suas lideranças e
valoriza a diversidade, ela fortalece sua cultura organizacional e ganha
profissionais engajados que contribuem para a inovação e para melhores
resultados”, destaca Flavio Gonzalez, Coordenador de Inclusão Social do IJC.
Promover a permanência e o crescimento profissional
Garantir a contratação é apenas o primeiro passo para uma inclusão
efetiva no mercado de trabalho. A permanência e o desenvolvimento
profissional das pessoas com deficiência ainda são impactados por
barreiras comportamentais, de crenças e preconceitos, processos
seletivos pouco acessíveis, ausência de recursos de acessibilidade,
falta de tecnologia assistiva e capacitismo.
Para o Instituto Jô Clemente (IJC), a inclusão só se concretiza
quando as pessoas com deficiência encontram condições para desenvolver
seu potencial e construir uma trajetória profissional em igualdade de
oportunidades. Por meio do Programa IJC Inclui+, o IJC oferece uma assessoria completa para empresas que desejam incluir pessoas com deficiência em seus times. Saiba mais em: Link
“Mais do que cumprir uma exigência legal, investir em inclusão é
investir em pessoas. Quando uma empresa cria um ambiente acessível,
acolhedor e preparado para a diversidade, ela fortalece sua cultura
organizacional, amplia sua capacidade de inovação e contribui para a
construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todas as
pessoas”, conclui Flávio.
Sobre o Instituto Jô Clemente (IJC)
O Instituto Jô Clemente (IJC) é uma Organização da Sociedade Civil
sem fins lucrativos que, há 65 anos, promove saúde, qualidade de vida e
inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do
Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras. O IJC apoia a Defesa de Direitos
das pessoas com deficiência; dissemina conhecimento por meio de
pesquisas científicas e inovação; fomenta a Educação Inclusiva e a
Inclusão Profissional, além de oferecer assessoria jurídica às famílias
das pessoas que atende. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e
credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em
Triagem Neonatal, o laboratório do IJC é o maior do Brasil em número de
recém-nascidos triados. O Instituto Jô Clemente (IJC) também é um centro
de referência no tratamento de doenças detectadas no Teste do Pezinho,
como a Fenilcetonúria, Deficiência de Biotinidase e o Hipotireoidismo
Congênito. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11)
5080-7000 ou visite o site do IJC (ijc.org.br), o primeiro do Brasil 100% acessível e com Linguagem Simples. Aproveite para seguir o IJC nas redes sociais.