01/02/2020

Blumenau ganha único Centro de Referência Paralímpico em Santa Catarina

Cidade foi escolhida após apresentar todos os indicadores solicitados pelo Comitê Paralímpico Brasileiro








Blumenau foi escolhida para abrigar um dos 14 Centros de Referência Paralímpicos que o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) implantou pelo país. Realizado por meio de uma parceria entre a Prefeitura, Furb, Comitê Paralímpico Brasileiro e com o apoio da Associação do Paradesporto de Blumenau (Apesblu), a abertura oficial do Centro está confirmada para próxima segunda-feira, 3 de fevereiro, às 15h30, no complexo esportivo, campus 1 da universidade.
Oferecendo a modalidade de atletismo, o Centro de Referência em Blumenau foi aprovado após apresentação de todos os indicadores solicitados pelo CPB, que incluem títulos mundiais e índices internacionais, como as medalhas conquistadas no mundial da Suíça pelo atleta José Alexandre Martins da Costa, no ano passado.
“O Comitê Paralímpico Brasileiro trabalha para o desporto paralímpico de uma forma muito ampla, melhorando a qualidade de vida da pessoa com deficiência em todo o Brasil. Os projetos contemplam desde a iniciação até o alto rendimento, atendendo uma faixa etária de oito a 40 anos em algumas modalidades. Até 2018 todos os projetos do CPB ficaram reduzidos ao Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na Cidade de São Paulo”, afirma o coordenador geral dos Centros de Referência do CPB, Ramon Pereira.
De acordo com o prefeito, Mário Hildebrandt, a implantação do Centro de Referência Paralímpico é fruto de um longo trabalho realizado pela Prefeitura de Blumenau e Furb. “A parceria entre a Prefeitura e a Furb no Paradesporto existe há nove anos e ficamos muito felizes em saber que conseguimos mais este selo de referência, que é a implantação do Centro em Blumenau. Por meio do Esporte transformamos vidas, damos esperanças de melhoria às famílias e, no caso do Paradesporto, temos o poder da tão sonhada inclusão”, destaca. 
A abertura do Centro de Referência trará para a cidade a metodologia de trabalho que o comitê utiliza em todo o país, potencializando ainda mais o desempenho dos atletas em nível nacional e internacional. “Com a implantação do Centro, o comitê vai proporcionar a contratação de técnica e coordenação específicas para o atletismo, além de oferecer formação aos profissionais da área. Alguns cursos já estão confirmados para todos os professores da rede de ensino de Blumenau e região, não somente aqueles ligados ao paradesporto em 2020”, informa a Secretária.
O Coordenador Geral dos Centros de Referência do CPB enfatiza a qualidade do paradesporto da cidade. “Blumenau vem trabalhando para o paradesporto de modo exemplar, com participações em nossos principais eventos como o circuitos Caixa, Paralimpíadas Escolares, entre outros. Para o Comitê Paralimpico Brasileiro ter a cidade como um representante oficial das nossas ações é uma honra e esperamos estender esta cooperação com muitos projetos, sempre trabalhando para melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência.”, afirma Pereira
Segundo a secretária de Educação, intenção é adaptar as demais modalidades do programa à metodologia utilizada no Comitê Brasileiro. Hoje, o paradesporto da cidade conta com 500 atletas, 11 modalidades e 32 professores. E, semanalmente, são realizados 700 atendimentos. Além disso, o Centro de Referência deve abrir espaço para a atuação e formação de profissionais como psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas, bem como ativar outros projetos de pesquisa e extensão vinculados ao esporte. “É por estas razões que o comitê privilegia a implantação dos centros ligados às universidades”, explica Patrícia Lueders.
Única instituição indicada pelo comitê no Estado, o centro implantado na Furb terá abrangência regional e deverá receber também atletas de outras localidades de Santa Catarina. “A história da Universidade e seu contínuo apoio ao esporte certamente credenciam a Furb a representar Blumenau e Santa Catarina no Comitê Paralímpico Brasileiro. Ser um centro de referência nacional nos enche de orgulho e motiva ainda mais ao trabalho que, além do esporte, alcança também a inclusão social”, destaca a reitora Marcia Sardá Espindola.
A abertura oficial do Centro de Referência Paralímpico em Blumenau será realizada no complexo esportivo da FURB, na segunda-feira, 3 de fevereiro, às 15h30 com a presença do prefeito Mário Hildebrandt, reitora, atletas e professores do programa.
Assessor de Comunicação: Rafaella Fernandes Silveira
Fonte  https://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/secretaria-de-educacao/semed/blumenau-ganha-aonico-centro-de-referaancia-paralaimpico-em-santa-catarina4
Postado por Antônio Brito 

Mulheres deficientes e autoestima: como a internet ajuda cadeirantes a se sentirem mais bonitas

Maria Paula Vieira, 26 anos, aparece, em seu Instagram, em cliques etéreos com o cabelo ruivo solto, flores pelo corpo e o onipresente batom vermelho. A cadeira de rodas é apenas um detalhe nas fotos. Confiante, a fotógrafa fala de suas vivências na rede social como uma mulher cadeirante, mas nem sempre foi assim. “Sofri bullying na escola por ter atrofia nas pernas. Então, me sentia muito diferente das outras meninas. Foi um processo longo para eu conhecer meu próprio corpo e aprender a me amar. Um trabalho de formiguinha”, fala.
Maria Paula

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De acordo com o Censo 2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declarou ter alguma deficiência físicaou intelectual – pessoas que não conseguem se locomover representam 2,3% dos brasileiros. É uma quantidade razoável de pessoas, mas, segundo muitas mulheres cadeirantes, elas se sentem invisíveis.
A internet, no entanto, está mudando um pouco o jogo. Tabata Contri, por exemplo,  se tornou cadeirante aos 20 anos, após um acidente de carro. Antes disso, ela mal tinha tido contato com pessoas com deficiência. “Estudava em uma escola que tinha uma sala para essas pessoas, mas ela ficavam escondidas. Nunca brinquei com uma quando criança, nunca convivi”. Por isso, Tabata, atualmente consultora da agência Talento Incluir, em que trabalha para encontrar empregos para pessoas com deficiência, percebe a importância da internetpara a construção da autoestima de mulheres como ela. “Começamos a conversar, trocar vivências e a falar de nossas vidas. Imagina a importância disso para uma menina que cresceu sem ver outras meninas como ela?”.
Tabata Contri
É por isso que Maria Paula faz questão de mostrar o seu corpo em suas redes sociais. “Falei em um dos posts sobre o 'corpo de verão'. Já vimos muito sobre a mulher gorda na praia, mas a cadeirante também tem suas questões. Eu já deixei de usar uma saia porque tinha vergonha das minhas pernas. Passei calor por isso”, fala a fotógrafa. “É importante que outras pessoas vejam corpos diferentes do padrão para que elas se sintam à vontade para mostrar as pernas também.”

Reclusão, superproteção e opressão

Essa falta de acesso “ao mundo lá fora”, onde há vários tipo de pessoas, é, segundo Tabata, um dos principais fatores de exclusão de cadeirantes. “Muitas vezes as famílias, na melhor das intenções, super protege essas pessoas, não as deixam sair. Elas são infantilizadas”, afirma. Isso tem um impacto profundo na construção de autoimagem das mulheres com deficiência.

A contadora Ivone de Oliveira, 51, de São Paulo (SP) tem uma autoestima muito boa, obrigada. Ela é conhecida no Instagram como Gata de Rodas, onde tem 4 mil seguidores. Naquele espaço, fala sobre seu dia a dia, idas ao bloco de Carnaval sexualidade. Embora seja confiante, a influenciadora diz que ser infantilizada a deixa para baixo. “Mexe comigo quando me tratam como criança, não perguntam diretamente para mim as coisas, subestimam a minha inteligência”, conta. Esse tipo de postura acaba deixando marcas duradouras no psicológico de uma pessoa com deficiência. “Trava o desenvolvimento pessoal e profissional, nos colocando sem autonomia, poder decisão e rédeas de nossas próprias vidas.”
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Ivone de Oliveira
Ao mostrar que curte a balada, curte na rua e tem autonomia para viver a vida com plenitude, Ivone ajuda outras mulheres deficientes a deixar a superproteção da família. O cuidado excessivo é visto, pela influenciadora, como uma forma de opressão. “Precisamos sair de casa e impor a nossa presença, arrancar pela raiz a discriminação. Isso não acontece de forma natural na vida das mulheres com deficiência como acontece com as nossas iguais sem deficiência.”

“Cadeirante não tem prazer”


Segundo Tabata, é muito comum mulheres cadeirantes nunca terem ido a um ginecologista. A razão seriam a falta de acessibilidade e, mais uma vez, a superproteção. “Muitas delas escondem da família que têm uma vida sexual ativa.” Isso porque essas mulheres são vistas como assexuadas, tanto pelos familiares como pela classe médica. “Uma vez, uma amiga cadeirante estava grávida e foi ao médico com o marido. O médico perguntou pro companheiro dela: ‘Você fez isso com ela?’. Como se não fosse natural ela engravidar.”
Lésbica e adepta do BDSM, em que é dominadora, Ivone diz que ainda ouve comentários sobre sua sexualidade. “Alguns desavisados me perguntam se eu gosto de sexo”, diz. Maria Paula complementa que a desinformação é o que leva mulheres cadeirantes sofrerem preconceito na hora da paquera. “Precisamos mostrar que nós namoramos, fazemos sexo, sentimos prazer. As pessoas tendem a ver a deficiência como algo negativo, mas é apenas uma característica nossa. Eu e minhas amigas já ouvimos muitas vezes: ‘Você é tão bonita, pena que é cadeirante’. Isso mexe demais com a gente”, diz a fotógrafa, que procura fazer fotos de si mesma e de outras pessoas para mostrar que estar em uma cadeira de rodas não é o fim do mundo. “Não é algo que me impede de ser linda. O que a minha deficiência tem a ver com a minha beleza?.”
Fonte  https://revistatrip.uol.com.br/tpm/mulheres-deficientes-e-autoestima-como-a-internet-ajuda-cadeirantes-a-se-sentirem-mais-bonitas
Postado por Antônio Brito

31/01/2020

Autista alcança primeiro lugar no processo seletivo do Ifes

O estudante Pedro Augusto Morgado Ventura é aluno do 8º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental Marcondes de Souza, no município de Muqu

O estudante do 8º ano da Escola Estadual de Ensino Fundamental (EEEF) Marcondes de Souza, no município de Muqui, Pedro Augusto Morgado Ventura, conquistou a primeira colocação no curso de Biotecnologia na unidade do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) de Vila Velha. O aluno é diagnosticado com o espectro do autismo e a aprovação destaca o foco da Rede Estadual de Ensino na inclusão e na equiparidade da qualidade do aprendizado para todos os estudantes.

O estudante fez a prova em caráter de experiência e, mesmo com a conquista, não poderá ingressar na instituição, já que ainda não concluiu o Ensino Fundamental. "Foi uma surpresa para mim. Não esperava uma colocação tão boa", disse o adolescente de 14 anos, ressaltando que seus pais o incentivaram a fazer a prova para testar seus conhecimentos.

Segundo o diretor da escola, Ériton Berçaco, a unidade busca trabalhar com os alunos do Atendimento Educacional Especializado (AEE) por meio de atividades práticas, aulas dinâmicas e interativas e acolhimento afetivo. "A escola tem como objetivo a mediação do conhecimento como experiência transformadora e emancipatória. Essa proposta se estende a todos os alunos, pensando a inclusão com o sentido mais amplo possível", contou o gestor escolar.

O adolescente aprovado destacou também falou sobre os desafios de enfrentar preconceitos e supera-los. "Os pais não podem perder a esperança. Devem criar esperança e pesquisar sobre o autismo para aprender a lidar com os filhos. Eu consigo viver bem com o autismo. Tenho uma vida normal e estudo em escola pública", destacou.

Fonte  https://www.jornalfato.com.br/educacao/autista-alcanca-primeiro-lugar-no-processo-seletivo-do-ifes,328118.jhtml

Postado por Antônio Brito 

Cadeira especial possibilita acesso de pessoas com deficiência à parque


Equipamento promove acessibilidade em trilhas do Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais
Foto de uma cadeira julietti. Ela tem apenas uma roda central e dois puxadores nas extremidades semelhante a uma maca hospitalar.  
O Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais, a partir dessa semana, disponibiliza cadeiras adaptadas para pessoas com deficiência.  Com a iniciativa, esses visitantes poderão chegar a pontos mais altos e de difícil acesso.
“As cadeiras permitem a chegada dos interessados até os atrativos mais distantes, como a Janela do Céu, que fica a uma distância de 16 quilômetros da sede do parque, contando o trajeto de ida e volta”, informou a assessoria do parque.
A cadeira, chamada de Julietti, faz parte do projeto Montanha para Todos. A ideia surgiu com os engenheiros Guilherme Simões e Juliana Tozzi após Juliana desenvolver uma síndrome neurológica rara e não conseguir mais acompanhar o marido nas aventuras. O projeto consiste no incentivo ao uso desse meio de transporte para levar acessibilidade ao maior número possível de áreas verdes do Brasil.
A cadeira adaptada foi desenhada especialmente para Juliana. Segundo o Instituto Estadual de Florestas (IEF), com a ajuda de pessoas que vão conduzir as cadeiras durante as trilhas, o número de visitantes do parque mais visitado em Minas Gerais deve subir.
Além do Parque do Ibitipoca, é possível encontrar e solicitar o uso da cadeira adaptada em parques de 14 estados brasileiros.
Funcionamento da cadeira
As juliettis são cadeiras adaptadas para a realização de trilhas. A pessoa com dificuldades de locomoção fica sentada em um banco e preso a um cinto. A cadeira tem apenas uma roda central e dois puxadores nas extremidades, semelhantes aos de uma maca hospitalar, facilitando a condução sobre solos em desnível.
Interessados em usar a cadeira devem fazer um agendamento pelo e-mail peibitipoca@meioambiente.mg.gov.br. O valor para entrar no parque varia entre R$ 20 e R$ 25, dependendo do dia da semana. O parque oferece duas unidades gratuitamente durante o horário de funcionamento, das 7h às 17h. É importante que o usuário informe também qual atrativo do Ibitipoca pretende visitar para que a administração do parque informe a quantidade de pessoas necessárias para conduzir a cadeira.
Lembrando que o parque oferece apenas a cadeira. Os condutores são responsabilidade dos interessados pelas trilhas. Quem não tiver a quantidade de pessoas disponível que possa fazer a condução pode verificar se existe algum voluntário na região do parque. Para isso, basta informar por e-mail que gostaria de contar com um voluntário que a disponibilidade será verificada.
Mais informações a respeito da Julietti em outros estados estão disponíveis no site da ONG Montanha Para Todos. Site externo
FonteCorreio Braziliense 
https://www.vidamaislivre.com.br/2020/01/31/cadeira-especial-possibilita-acesso-de-pessoas-com-deficiencia-a-parque/
Postado por Antônio Brito 

Diogo, o aluno cego que sonha ver as estrelas e que está no quadro de mérito

Jovem é um aluno de excelência apesar da demora da entrega dos livros em braille por parte do Ministério da Educação.
Mónica Palma
Diogo Santos
Foto: CMTV 1/2
Diogo Santos
Diogo Santos
Diogo Santos

Diogo Santos tem 11 anos e sofre de Amaurose congénita de Leber, uma doença rara, que causa cegueira infantil. Apesar da patologia, e mesmo sem livros em braille -  sempre que o ano letivo começa, o menino, agora no 6º ano, é um aluno de excelência. Integra os quadros de mérito e de honra do Agrupamento de Escolas Diogo Cão, em Vila Real, a cerca de 60 quilómetros de casa, em Mirandela. 

Fonte https://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/investigacao-cm--diogo-o-aluno-cego-que-sonha-ver-as-estrelas-e-que-esta-no-quadro-de-merito-veja-agora-na-cmtv?previewMode=1

Postado por Antônio Brito 

Prefeitura de Ilhabela disponibiliza “cadeiras anfíbias” para banhistas com deficiência




As pessoas com deficiência (PCD) podem procurar os locais, acompanhadas de familiares ou amigos para conduzi-las ao banho de mar­
A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria de Esporte, entregou nesta quinta-feira (30), cinco novas “cadeiras anfíbias”, que asseguram o direito ao banho de mar para todos e facilitam o traslado do usuário até dentro da água.

O equipamento tem pneus desenvolvidos para flutuar na água e não afundar na areia. Seu uso é destinado às pessoas com mobilidade reduzida, temporária ou permanente. Segundo a prefeita Maria das Graças Ferreira, a Gracinha essa é mais uma responsabilidade da Administração em respeito as pessoas com deficiência. “Vivemos em um paraíso que deve ser apreciado por todos, independentemente da condição física, social ou financeira. Essas cadeiras darão oportunidade às pessoas com deficiência curtirem um banho de mar, se refrescarem e terem contato com a natureza que nos cerca”, declarou a prefeita.
A aquisição foi realizado por meio da Secretaria de Esportes e distribuídas nas regiões: Central, Norte e Sul do arquipélago.
As “cadeiras anfíbias” ficam disponíveis nas praias do Perequê, Saco da Capela, Curral, Pedra do Sino e Armação todos os dias durante todo o ano. “As pessoas com deficiência (PCD) podem procurar os locais, acompanhadas de familiares ou amigos para conduzi-las ao banho de mar. Temos uma parceria com alguns donos de quiosques, que ficarão responsáveis pelo equipamento nessas praias”, finalizou o secretário da pasta, José Roberto de Jesus, o Beto de Mazinho.
A Prefeitura de Ilhabela tem colocado em prática a Lei da Acessibilidade, com a aplicação nas novas obras do município, na padronização de calçadas, entre outras medidas. Além do projeto das “cadeiras anfíbias”, proporcionando aos cadeirantes a oportunidade de aproveitar as praias.
A Constituição, em seu art. 5º, aponta que “é direito de todo cidadão ir e vir em todo o Territorial Nacional, bem como todo homem tem o direito de qualidade de vida. E se tratando das pessoas especiais, temos a responsabilidade de proporcionar-lhes o mesmo”
Fonte  https://www.ilhabela.sp.gov.br/blog/prefeitura-de-ilhabela-disponibiliza-cadeiras-anfibias-para-banhistas-com-deficiencia/
Postado por Antônio Brito 

Bebê de um ano e quatro meses morre de infarto e comove a cidade de Malta

A cidade de Malta, na Região Metropolitana de Patos, está tomada pela emoção com a morte da bebê Lorena Guedes, de um ano e quatro meses.

A pequena passou mal na manhã de ontem (quinta, 30), foi levada às pressas para o Hospital Infantil de Patos, mas já chegou em óbito,  e a informação é de que ela fora vítima de um infarto. “Certamente ela tinha alguma cardiopatia congênita e a família não sabia”, disse um amigo da família.

Os pais, toda a família está bastante abalada com a morte da bebê, e a população de Malta está bastante comovida.

Ela está sendo velada na Rua Projetada, próximo ao Bar Perequê, em Malta; e será sepultada na manhã desta sexta-feira, 32, no cemitério local.

Folha Patoense – folhapatoense@gmail.com

Fonte  http://www.folhapatoense.com/2020/01/31/bebe-de-um-um-e-quatro-meses-morre-de-infarto-e-comove-a-cidade-de-malta/

Postado por Antônio Brito 

Sexualidade e Incapacidade Motora, avanços no suporte técnico

Descrição do Evento
 No dia 29 de janeiro, na UTN, a ALAS apresentará dois produtos para melhorar a qualidade de vida sexual de pessoas com mobilidade reduzida.
 Na quarta-feira, 29 de janeiro, às 18h30, na Aula Magna da Universidade Tecnológica Nacional (UTN) da cidade de Buenos Aires (Av. Medrano 951 PB), ocorrerá a palestra sobre Sexualidade e Incapacidade Motora, avanços no suporte técnico.  onde a ALAS apresentará dois produtos para melhorar a qualidade de vida sexual de pessoas com mobilidade reduzida e haverá uma exposição do sexólogo clínico Dr. Juan Carlos Kusnetzoff e da psicóloga e sexóloga Lic. Marianela Cicero.

 A ALAS apresentará dois produtos diferentes, que são suporte técnico para pessoas com mobilidade reduzida.

Nossa missão é desenvolver produtos que ofereçam proteção, qualidade e conforto de acordo com as necessidades dos clientes, a fim de melhorar sua qualidade de vida, com uma equipe com senso de compromisso social.

 Nossa visão é melhorar a qualidade dos serviços que oferecemos diariamente, superando as expectativas de nossos clientes e da comunidade em que vivemos.


Fonte https://www.eventbrite.com.ar/e/sexualidad-y-discapacidad-motora-avances-en-apoyos-tecnicos-tickets-89922266921?aff=ebdssbdestsearch#
Postado por Antônio Brito 

Texto traduzido 
https://www.eventbrite.com.ar/e/sexualidad-y-discapacidad-motora-avances-en-apoyos-tecnicos-tickets-89922266921?aff=ebdssbdestsearch#

Instituto discute trazer para o Brasil tratamento inédito com células-tronco

Ensaios clínicos já estão sendo realizados pelo Laboratório Kadimastem, em Israel

Hemerson Casado, presidente do Instituto Dr. Hemerson Casado, e Dr. Danilo Nagem, pesquisador da UFRN, visitam Laboratório Kadimastem, em Israel
Assessoria

O Instituto Dr. Hemerson Casado, que luta em prol das pessoas com doenças raras, em Maceió, anunciou, nesta quinta-feira (30), o “Estudo AstroX” – projeto inédito que pode ser mais uma opção de tratamento para pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica, no Brasil. 

Ensaios clínicos já estão sendo realizados e coordenados pelo Laboratório Kadimastem, em Israel. O estudo consiste em utilizar células-tronco de embriões para tratar a ELA – doença rara e sem cura que afeta 14 mil pessoas no país. Estima-se que o investimento poderá custar até U$10 milhões de dólares (aproximadamente R$40 milhões de reais). 

De acordo com o médico e presidente do instituto que leva o seu nome, Hemerson Casado, pesquisas têm demonstrado que o tratamento com células-tronco é seguro e pode ser um aliado no combate às doenças raras, trazendo esperança para os pacientes, comunidade científica e suas famílias. 

Casado é cirurgião cardiovascular e foi diagnosticado com ELA em 2012. “Cientistas utilizam células-tronco de embriões para a diferenciação de neurônios motores, em doses altas e repetidas, em um intervalo de três ou seis meses, para que tenhamos um número de células sendo fixadas na medula e no cérebro”, explica. 

Ainda segundo o ativista, essa pode ser uma opção de tratamento, especialmente para os pacientes que já se encontram em estágio avançado da doença, visto que os ensaios clínicos não costumam incluir essas pessoas como público-alvo. 

FINANCIAMENTO

O instituto discute financiamento e apoio do Ministério da Saúde, Fiocruz, investimentos privados, emendas parlamentares e recursos próprios de pacientes e de associações brasileiras de ELA. São contabilizadas 170 organizações sem fins lucrativos que lutam em favor da causa das doenças raras no Brasil. 

“Custa caro, mas é uma esperança para aqueles que não têm esperança. A medicina regenerativa é uma chance que temos de, um dia, ficarmos de pé. Isso é tudo que almejamos”, conclui o médico alagoano.

Fonte  https://maceio.7segundos.com.br/noticias/2020/01/30/160684/instituto-discute-trazer-para-o-brasil-tratamento-inedito-com-celulas-tronco.html

Postado por Antônio Brito 

Caminhos da Inclusão Digital de Idosos


Foto: Karla Priscila
Foto: Karla Priscila
Artigo: Taiuani Marquine Raymundo
Resumo
Ao considerarmos o rápido avanço tecnológico e as mudanças na estrutura etária brasileira, torna-se fundamental e indispensável discutir o processo de inclusão digital de idosos. A inclusão digital vai além do ter ou não ter acesso a equipamentos eletrônicos e tecnologias da informação e comunicação, ela está relacionada a capacidade de idosos usar tecnologias para se engajarem em práticas sociais significativas. Logo apo´s a introduc¸a~o, na primeira seção, apresentou-se um panorama sobre os desafios da inclusão digital e sua interface com a exclusão digital e consequentemente com a inclusão e exclusão social. Na seque^ncia, abordou-se a temática do ageism, ou seja, do preconceito em relação as pessoas idosas, ainda tão presente em nossa sociedade. A terceira seção foi direcionada aos modelos de aceitação de tecnologias e, quarta e última seção, à definição e apontamentos acerca do letramento digital. Por fim, ao se considerar uma sociedade na qual a tecnologia se impo~e de forma inexora´vel, sugere-se que mais pesquisas sejam realizadas na busca de aprofundar os conhecimentos acerca da temática da inclusão digital de idosos.
Palavras-chave: Envelhecimento. Tecnologia. Inclusão Digital. Idoso.
Fonte  https://www.sescsp.org.br/online/artigo/13770_CAMINHOS+DA+INCLUSAO+DIGITAL+DE+IDOSOS
Postado por Antônio Brito