28/05/2020

Transtorno do espectro autista, um tema pertinente a muitas famílias, que deve ser discutido

Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2017, o Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado anualmente no início de abril (dia 2). Contudo, para muitas famílias brasileiras com crianças e adolescentes diagnosticados com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), a conscientização contra o preconceito e a favor do desenvolvimento acontecem o ano todo, diariamente. De acordo com os dados do Centro de Controle de Doenças e Prevenção (CDC), órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, existe hoje, no mundo, um caso a cada 110 pessoas. No Brasil, com mais de 210 milhões de habitantes, estima-se que existam, em média, dois milhões de autistas.

Essa é a causa e a luta da família de Alice, de apenas 3 anos e oito meses, diagnosticada com transtorno do espectro autista regressivo. “A Alice teve seu desenvolvimento como qualquer criança até os 13 meses de idade, mas depois disso passou a ter regressão e apresentar sintomas do transtorno. A busca pelo diagnóstico levou praticamente de um ano e meio, em diversas clínicas particulares, até que conseguimos obter o quadro final. Atualmente, o tratamento é feito pelos terapeutas da Care Plus”, conta Roberta Tunisi, de 37 anos, mãe da Alice, que dedica todo o seu tempo aos estímulos e tratamento da filha.

“Assim que o TEA é diagnosticado, o tratamento deve ser iniciado de imediato, pois, antes dos cinco anos, o cérebro é muito mais maleável e flexível, devido a neuroplasticidade, então habilidades sociais e de comunicação podem ser melhor desenvolvidas na criança”, comenta Melina Cury, coordenadora de psicologia da Care Plus.

Para Roberta, este tema (TEA) deveria estar em evidência o ano todo. Na data de conscientização em abril, muitas ações são feitas, mas falta frequência: “Precisamos informar toda a sociedade; afinal, muitas mães, como eu, lidam com crianças autistas o ano todo, todos os dias. Precisamos nos livrar da perfeição. Sei que existe um processo de aceitação, mas não temos que vestir a carapuça de vítima, nem ter peso por tratar da doença; pelo contrário, precisamos ser fortes, otimistas e nos libertar disso, vivendo felizes e proporcionando qualidade de vida aos nossos pequenos”.

O desafio de manter o tratamento em tempos de pandemia

Com a pandemia da Covid-19, 100% do tratamento da Alice passou a ser feito em casa, de modo remoto, por meio de consultas virtuais. “Diariamente nos conectamos, e as terapeutas vão conduzindo as medidas clínicas on-line, enquanto eu vou aplicando fisicamente todas as orientações e aquilo que precisa ser feito. Para não haver regressão da síndrome, é preciso realizar um estímulo de três horas diárias, no mínimo”, declara Roberta.

A família de Alice é beneficiária da Care Plus há dois anos. Segundo a mãe, antes usufruíam dos serviços de médicos particulares, mas o diferencial da Care Plus, com médicos seletivos e atenciosos, proporciona atualmente três tipos de terapias à Alice, que envolvem cinco profissionais ativos, duas supervisoras e psicólogas formadas em Análise do Comportamento.

Como o atual desenvolvimento de Alice assemelha-se ao de um bebê de 10 meses, os estímulos devem ser diários para manter e aprimorar as habilidades adquiridas. Para a mãe, é o tratamento que proporciona o sorriso da Alice: “Todos temos o sol e a sombra, mas nenhum deve ofuscar o outro. As pessoas precisam compreender isso. Me dedico muito e quero tocar o coração das pessoas e quebrar os estereótipos”.

Cada autista é diferente e precisa de cuidados específicos. Nesse sentido, ao estar no ambiente familiar, minimiza-se a mecanização de uma clínica médica. “Inserimos ainda mais personalização no tratamento, usando brinquedos que ela gosta, dentro dos ambientes que ela já tem contato e está habituada, sem causar estranhamentos. Sem contar que, quando há mudança de terapia, o processo de adaptação é bem demorado, lento, e tudo vira um ritual. E, como nós estamos aplicando as terapias em casa, personalizamos ainda mais o tratamento, o que tem fortalecido os nossos vínculos de confiança. Isso é muito gratificante. Há um ganho enorme por Alice ser tratada em casa, notamos que ela está muito mais participativa, mais confortável e se solta bem mais agora do que na clínica”, finaliza Roberta.

Fonte  https://revistareacao.com.br/transtorno-do-espectro-autista-um-tema-pertinente-a-muitas-familias-que-deve-ser-discutido/

Postado por Antônio Brito 

MP prevê que Cinemas terão até 1º de janeiro de 2021 para cumprir acessibilidade

A Câmara dos Deputados aprovou, sem destaques, medida provisória que prorroga até 1º de janeiro de 2021 o prazo para que todas as salas de cinema no país ofereçam recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual ou auditiva.

Ao enviar a MP 917/19 ao Congresso Nacional, o governo argumentou que a prorrogação era necessária pois os recursos para financiamento para as salas de cinema fazerem adaptação, compra e instalação de equipamentos só foram liberados no dia 17 de dezembro de 2019 – duas semanas antes de terminar o prazo inicial.

Em nota de encaminhamento, o governo ressaltou que “não houve tempo hábil para possibilitar o desenvolvimento de linhas de crédito e, consequentemente, para que o mercado se organize, por meio de seus arranjos e planejamento de negócios, se faz necessário a prorrogação do prazo”.

A MP segue para tramitação final no Senado Federal. A adaptação das salas de cinema cumpre o que determina a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Informações da Agência Câmara

Fonte  https://revistareacao.com.br/mp-preve-que-cinemas-terao-ate-1o-de-janeiro-de-2021-para-cumprir-acessibilidade/

Postado por Antônio Brito 

O brincar e a criança com deficiência.

O ato de brincar é fundamental não somente para as crianças sem deficiência, mas também para aquelas com deficiência, pois mesmo que precise ser mediada, a ação lúdica traz
uma gama de benefícios a elas. 

O brincar é importante para aproximar a criança com deficiência do seu meio e fazê-la interagir socialmente, possibilitando que ela não se sinta ou tenham-na como incapaz.

Além de preparar pais, familiares e todas as pessoas que convivem com essa criança, conscientizando-os, que há a necessidade de estimular e apoiar o ato de brincar (UNICEF
BRASIL, 2001, p. 11).  

Por isso, o ato de brincar é mais um direito adquirido e que está garantido no ECA, no Art. 16 parágrafo IV - “O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos: brincar, praticar esportes e divertir-se;” (BRASIL, 1990, p. 7). Assim, pode-se compreender que toda criança independente da sua condição física, psíquica ou cognitiva tem o direito de brincar, ou mesmo, de ser simplesmente criança (SILVA, 2003, p. 54). Isso se aplica também ao Art. 31, da Convenção sobre os
Direitos da Criança de 1989, que reassegura á criança o direito de brincar (MARCÍLIO, s/d).
https://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/10096
Fonte  https://www.facebook.com/100002861898192/posts/2653247444780626/

Postado por Antônio Brito 

Covid-19: Fundaj investiga cidades do Pajeú que ainda não foram contaminadas

Cidades menores e mais isoladas tendem a apresentar melhores condições de atraso na expansão da contaminação.

Solidão (foto), é uma das três cidades do Pajeú que ainda não registrou casos.

Após mais de dois meses da pandemia em Pernambuco, pesquisadores do Centro Integrado de Estudos Georreferenciados para a Pesquisa Social (Cieg) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) mapearam e realizaram rápida pesquisa junto aos 20 municípios que ainda não apresentam casos confirmados da Covid-19.

Como objetivo, eles buscaram identificar as causas desse sucesso no combate à doença no estado.

Analisando inicialmente o mapa desses municípios sem Covid-19, observa-se que a primeira possível causa desse atraso na contaminação pode estar relacionado ao fato de que a maioria não está conectada ou próxima a alguma rodovia federal de grande tráfego. “Existe exceção no caso de Belém do São Francisco (BR-316) e Exu (BR-122)”.

Ao considerar a população dos municípios sem contaminação, constatou-se também que a maioria é de pequeno porte. Cerca de 80% desses municípios estão abaixo de 20 mil habitantes.  Vinte cidades pernambucanas sem casos da Covid-19, três estão no Pajeú: Ingazeira, Calumbí e Solidão. A informação é do Diário de Pernambuco.

 Fonte  http://blogdomarcellopatriota.com.br/blog/?p=26799

Postado por Antônio Brito 

Garantia de direitos e cidadania para as mulheres com deficiência no Brasil

Garantia de direitos e cidadania para as mulheres com deficiência no Brasil

Coletivo Feminista Helen Keller lança guia que contextualiza o tema no País, faz resgate histórico do movimento das pessoas com deficiência, destaca os modelos da deficiência e as contribuições do feminismo para a inclusão, aborda temas como saúde, direitos sexuais e reprodutivos, educação sexual emancipatória, educação, trabalho, violência e acesso à Justiça, todos escritos por mulheres com deficiência.


Ouça essa reportagem com Audima no player acima ou acompanhe a tradução em Libras com Hand Talk no botão azul à esquerda.



Coletivo Feminista Helen Keller lançou nesta segunda-feira, 25, o guia ‘Mulheres com Deficiência: Garantia de Direitos para Exercício da Cidadania’. Segundo o grupo, a ideia é oferecer a essa população um instrumento de informação, articulação e ação política.

A publicação integra a campanha ‘‘Ampliar a relevância, o reconhecimento e o impacto da atuação das OSCs no Brasil’. “O guia contextualiza as mulheres com deficiência no Brasil, traz o resgate histórico sobre o movimento de pessoas com deficiência, modelos da deficiência e as contribuições ao e do movimento feminista”, diz o Coletivo.

A meta é alcançar diferentes mulheres com deficiência, assim como movimentos de direitos humanos, pesquisa, legislação, profissionais da saúde, da educação e da segurança pública

“Trazer visibilidade para nossas histórias através de informações que embasem pautas e reivindicações para o exercício da nossa cidadania”, ressalta o Coletivo.

Fazem parte temas como saúde, direitos sexuais e reprodutivos, educação sexual emancipatória, educação, trabalho, violência e acesso à justiça, todos escritos por mulheres com deficiência.

“Quem são as mulheres com deficiência? Quem conta e constrói conhecimento sobre nossos corpos? Por que as mulheres são a maioria da população com deficiência e a relação entre gênero e deficiência ainda é recente? Como alcançar mulheres com deficiência que, muitas vezes, não encontram sua luta representada, e dizer a elas que não estão sozinhas? Esses e outros questionamentos estão materializados no guia”, esclarece o grupo.

Entre as autoras está Anahí Guedes de Mello, ativista surda e lésbica, antropóloga, doutora em antropologia social, pesquisadora associada da Anis – Instituto de Bioética, coordenadora do Comitê Deficiência e Acessibilidade da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e membro do Grupo de Trabalho Estudios críticos en discapacidad do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (CLACSO).

Também participa Izabel de Loureiro Maior, professora assistente aposentada da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em medicina física e reabilitação pela UFRJ, integrante do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro, ex-secretária nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Outras autoras, com e sem deficiência, representam entidades como a Rede Lai Lai Apejo, Articulação de organizações de Mulheres Negras Brasileiras, Liga Brasileira de Lésbicas, Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas e ANPS – Articulação Nacional de Profissionais do Sexo.

Fonte  https://brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/garantia-de-direitos-e-cidadania-para-as-mulheres-com-deficiencia-no-brasil/

Postado por Antônio Brito 

Dia Mundial da Esclerose Múltipla – live global em 30 de maio irá conectar pessoas que vivem com a doença

A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, em parceria com a Twitch, plataforma de streaming, anuncia uma live especial em comemoração ao Dia Mundial da Esclerose Múltipla, no dia 30 de maio, a partir das 13h. A transmissão será de 8 horas, com influenciadores do Twitch e convidados especiais, incluindo especialistas e três pessoas que vivem com esclerose múltipla, e irá arrecadar fundos para a Federação Internacional da Esclerose Múltipla (FIEM).

O objetivo do evento é aumentar a conscientização global e a compreensão do impacto da esclerose múltipla (EM), que afeta 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo1, dos quais 35 mil são brasileiros2. Pesquisas recentes da MS Society UK sugerem que 3 em cada 5 pessoas com EM experimentam a solidão como resultado direto de sua condição³.

“Como parte da parceria com o Twitch, a Merck anunciou que doará até €50.000 (aproximadamente R$ 209.000,00) para o FIEM. A doação será realizada pela Merck de acordo com o número de compartilhamentos das postagens realizadas no Dia Mundial da EM (30/05), na página global da @MerckHealthcare no Twitter e na página Healthcare Business of Merck no Linkedin, usando as hashtags #MSConnections e #MSInsideOut.

Para conferir a programação e assistir à transmissão ao vivo no dia 30 de maio, a partir das 13h (6pm CEST) cadastre-se no Twitch. Os destaques também serão mostrados em www.twitch.tv.

Programação

13h – 15h: YogsCast com Luke Thomas, Chefe de Parcerias e Engajamento do FIEM, discutindo o Dia Mundial da EM juntamente com Ed, jogador que vive com esclerose múltipla.

15h – 17h: Fuslie com o Dr. Wallace Brownlee, neurologista especialista em EM do Hospital Nacional de Neurologia e Neurocirurgia em Londres discutindo o básico sobre a EM.

17h – 19h: NickEh30 com Eddie Martucci e Adam Gazzaley, co-fundadores da Akili Interactive, uma empresa que está pesquisando e criando videogames para problemas cognitivos, e o jogador Hamish, discutindo como plataformas como o Twitch podem ajudar a conectar pessoas.

19h – 21h: BrookeAB com Trishna, paciente de EM, discutindo a importância de permanecer fisicamente ativo.

Fonte  https://revistareacao.com.br/dia-mundial-da-esclerose-multipla-live-global-em-30-de-maio-ira-conectar-pessoas-que-vivem-com-a-doenca/

Postado por Antônio Brito 

Secretaria tira dúvidas de público com deficiência sobre Auxílio Emergencial

Descrição da Imagem: Card informativo com dados do post e foto de mão segurando celular, em sua tela a página do Auxílio Emergencial ao Trabalhado.

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, por meio de seus Polos de Empregabilidade Inclusivos, abre uma central de atendimento às pessoas com deficiência para tirar dúvidas sobre o Auxílio Emergencial, benefício do Governo Federal.

O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, por telefone, e-mail ou redes sociais dos Polos. Essa é uma forma de auxiliar na disseminação de informação correta, a fim de diminuir as chamadas fake news que rondam a internet.

O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Coronavírus – COVID-19.

Basta entrar em contato por meio dos canais:

PEI IMIGRANTES
Tel: 3500-0070 / Wattsapp: 99841-6685
E-mail: faleconosco@cti.org.br
Facebook: @ctisaopaulo

PEI BOA VISTA
Whattsapp: 11- 93145-8212
E-mail: peicentro@itsbrasil.org.br
Facebook: @itsbrasil.institutodetecnologiasocial
Instagram: @its.brasil
Twiter: @itsbrasil_tweet

Fonte  http://www.fernandazago.com.br/2020/05/secretaria-tira-duvidas-de-publico-com.html?m=1#.Xs7weLfxMUs.facebook

Postado por Antônio Brito 

27/05/2020

Sancionada a lei que garante carteira na primeira fila para aluno com TDAH

A Lei nº 7.131, de 30 de abril, beneficia estudantes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, que frequentam unidades educacionais de Valadares

A partir de agora, as carteiras que ficam na primeira fila das salas de aula das escolas de Governador Valadares deverão ser reservadas para estudantes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). É que o prefeito André Merlo (PSDB) sancionou, na última semana, a Lei nº 7.131, de 30 de abril de 2020, de autoria do vereador Paulinho Costa (PDT), que assegura esta obrigatoriedade em todas as unidades educacionais privadas e públicas do Município.

A lei assegura, também, que os estudantes diagnosticados com TDAH realizem as atividades de avaliação e provas durante o ano letivo com tempo maior. Para o atendimento, será necessária a apresentação de laudo que comprova o TDAH emitido por um médico neurologista ou psiquiátrico.

As unidades educacionais podem prever e providenciar a organização de suas classes, flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental dos conteúdos básicos, metodologias de ensino, recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação adequados ao desenvolvimento dos estudantes que apresentam TDAH, em consonância com projeto pedagógico da escola e conforme a Lei Federal nº 9.394/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

As unidades educacionais também podem promover a formação continuada com os temas relacionados à escolarização de pessoas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, para que o profissional docente e o corpo técnico-pedagógico tenham maior compreensão das questões pertinentes às adaptações e flexibilização curricular, metodologias, recursos didáticos e processos avaliativos.

A lei é válida para escolas e colégios privados de educação básica e/ou técnica, escolas municipais de Ensino Fundamental I e II, faculdades e universidades privadas de educação superior e/ou técnico.

Fonte  https://drd.com.br/sancionada-a-lei-que-garante-carteira-na-primeira-fila-para-aluno-com-tdah/

Postado por Antônio Brito 

TeleApoio na pandemia da covid-19

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcD) lançou um serviço de apoio psicológico, acolhimento e orientação à pessoa com deficiência, para ajudar a enfrentar problemas emocionais, desânimo, estresse e falta de motivação durante a crise provocada pelo coronavírus.

Coordenado pelo Centro de Tecnologia e Inovação (CTI), o atendimento é feito por psicólogos, assistentes sociais e profissionais da inclusão, das 8h às 18h.

Whatsapp 🤳🏾 +55 11 99841-6685

Telefone ☎️ +55 11 3641-9026

Email 📧 faleconosco@cti.org.br

#blogVencerLimites #PessoasComDeficiência #Coronavírus #Covid19 #Pandemia #SEDPcD #SP

Fonte  https://www.facebook.com/114314522052611/posts/1611466719004043/

Postado por Antônio Brito 

Os modernos fones de ouvido a favor da saúde auditiva

A tecnologia avança, traz inovações e o setor de áudio não fica atrás. Os modernos fones de ouvido prometem graves poderosos, almofadas confortáveis e capinhas de silicone que se ajustam ao canal auricular. Em nada se parecem com os primeiros lançamentos, no longínquo ano de 1979. Toda essa evolução torna o ato de ouvir música em headphones cada vez mais prazeroso e seguro.

Os modernos headphones, que poderiam ser os vilões da boa audição, são, na verdade, mais benéficos à saúde auditiva do que os fones de ouvido tradicionais, pois diminuem os riscos de perda auditiva. A tecnologia aumenta a procura por sons mais potentes, porém esses recursos estão aliados à clareza da música, o que necessariamente não significa que o som será mais intenso ou em maior volume.

“O problema relacionado ao uso de fones de ouvidos está ligado ao volume e ao tempo diário em contato com o ruído. A exposição intensa e frequente a sons acima de 85 decibéis pode provocar danos irreversíveis à audição com o passar do tempo”, conta a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

Fones mais confortáveis e que se ajustam ao ouvido permitem, além do conforto, o máximo do isolamento do barulho ambiente, estimulando o usuário a manter o volume em nível confortável aos ouvidos, já que assim
se ouve melhor o som das músicas. Então, mesmo em uma casa com muitas pessoas e muito barulho é possível ouvir música sem se preocupar com a balbúrdia em volta.

Pesquisadores estudaram o motivo pelo qual os jovens ouvem música alta. No artigo “Atitudes, recompensas e hábitos de escuta na juventude dinamarquesa”, de Morin Reiness, Carsten Daugaard e Per Nielsen, aparecem os dados de uma pesquisa com 1.800 jovens dinamarqueses. As três razões mais comuns apontadas por esses jovens foram: “Eu posso sentir/curtir a música melhor quando a escuto em volume alto”, “Eu viajo na música alta” e “Eu fico cheio de energia quando escuto música alta”. Dez por cento desses jovens, que ouviam música na maior parte do tempo em alto volume, foram identificados como grupo de risco para perdas auditivas.

Tabela nível de ruido – máxima exposição diária permissível

“A grande preocupação é que a ‘Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados’ tem efeito cumulativo. Dependendo do volume e do tempo de exposição ao som elevado, além de uma predisposição genética, o indivíduo pode sofrer danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada ao longo da vida. Recomendo às pessoas que usam fones de ouvido com frequência que façam uma audiometria. É o exame que revela se já há perda auditiva e como proceder, a partir daí, para evitar o agravamento do problema”, aconselha a fonoaudióloga.

Quanto mais cedo for detectada a perda de audição, melhor. E nesses casos, a indicação, em geral, é para o uso de próteses auditivas. A boa notícia é que, graças aos avanços tecnológicos, os aparelhos auditivos atuais são minúsculos, preservando a vaidade de quem precisa deles para ouvir novas canções pela vida afora.

fonte  http://universodainclusao.com.br/noticias/2020/04/17/modernosfonesdeouvidoafavordasaudeauditiva/

Postado por Antônio Brito