Projeto de educação ambiental inclusiva criado em Boa Vista venceu o Prêmio Educador FTD Educação 2026 ao desenvolver materiais multissensoriais para alunos com deficiência visual.

Como tornar o ensino sobre o meio ambiente mais acessível e participativo e explicar os conteúdos da Amazônia para estudantes com deficiência visual? Com este desafio, inspirado no relato de uma aluna prestes a ter a perda total da visão, uma professora da rede pública de Boa Vista/RR criou um projeto para desenvolver materiais pedagógicos inclusivos e práticas multissensoriais, com uso de aromas, texturas, textos em Braille, sons e imagens.
O projeto “Roraima sensorial: uma abordagem STEAM para a educação ambiental inclusiva”, da professora Luciene Moreira da Silva, na Escola Estadual Professora Antônia Coelho de Lucena, em Boa Vista/RR, foi o vencedor da 2ª edição do Prêmio Educador FTD Educação 2026, na categoria STEAM.
As experiências multissensoriais favoreceram o pensamento investigativo, a expressão artística e o raciocínio lógico, resultando em melhor desempenho nas avaliações escolares e mais interesse pelas disciplinas de Ciências e Artes.
Em oficinas na Sala de Recursos Multifuncionais e na biblioteca, os estudantes criaram livros sensoriais em Braille com aromas naturais, mapas táteis, totens interativos com QR codes e áudios descritivos, além de protótipos de plástico verde produzido a partir da banana pacovã.
A iniciativa envolveu 51 alunos dos anos finais do Ensino Fundamental. A professora foi contemplada com bolsa de pós-graduação EAD, viagem pedagógica internacional e recebeu o prêmio durante a Jornada Pedagógica 2026, em São Paulo.
Saiba mais no link:
https://eventos.ftd.com.br/premio-educador-ftd-2025-2a-edicao/
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=df8f4674-eda2-4b45-bd8c-0848a6a0cc13
Postado Pôr Antônio Brito
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