26/03/2026

Mercure São Paulo Pinheiros é destaque em todo o Brasil com o case “Construindo a Nova Era da Acessibilidade”

Mercure São Paulo Pinheiros é destaque em todo o Brasil com o case “Construindo a Nova Era da Acessibilidade”

Premiação aconteceu no Rio de Janeiro e destacou a importância da Inclusão e Acessibilidade na Rede Hoteleira

O Prêmio Bernache (Bernaches Awards) é uma distinção anual da Rede Accor criada em 1989 para reconhecer colaboradores (“Heartists®”) e hotéis que se destacam por projetos excepcionais em sustentabilidade (ESG), inovação, atendimento e trabalho em equipe, com etapas regionais e globais. Os vencedores recebem troféus, pin e experiências de viagem.

Em 2026 o evento reuniu toda a rede no Rio de Janeiro e o Hotel Mercure São Paulo Pinheiros foi o destaque em todo o Brasil com o case “Construindo a Nova Era da Acessibilidade”.

“Receber o Prêmio Bernache da Accor reforça nosso compromisso diário com a acessibilidade. Do atendimento à operação, cada ação busca tornar a experiência mais acolhedora e inclusiva. Seguimos avançando rumo a um futuro em que acessibilidade seja a norma, e não a exceção”, afirmou José Filipe Nóbrega, gerente do hotel que fica na capital paulista.

Mesmo com a vigência de legislações brasileiras que determinam a acessibilidade na rede hoteleira, o Mercure Pinheiros apresentou como a inclusão vai além das leis e é o primeiro hotel do Brasil a implementar o atendimento em Libras (Língua Brasileira de Sinais) por meio de uma plataforma digital. Em parceria com o ICOM, solução desenvolvida pela ONG AME, a iniciativa permite que hóspedes e clientes com deficiência auditiva comuniquem facilmente com a equipe do hotel, promovendo uma experiência de hospedagem mais acessível e inclusiva.

“Acreditamos que a hospitalidade deve ser acessível a todos, e esta iniciativa reforça nosso compromisso em eliminar barreiras e tornar a comunicação mais inclusiva. Nosso objetivo é garantir que os hóspedes se sintam acolhidos e tenham uma experiência plena em nosso hotel. E este é apenas mais um passo nessa jornada: o hotel continua investindo em melhorias e adaptações para garantir um ambiente cada vez mais acessível a todas as pessoas”, destaca Nóbrega.

O Hotel já havia também recebido a certificação internacional Green Key, que reconhece estabelecimentos comprometidos com práticas sustentáveis e de impacto positivo em aspectos sociais, além dos ambientais.

A Nova Era da Acessibilidade é realmente mostrada em todos os setores do Mercure. A acessibilidade já é cumprida desde a chegada do hóspede, na escolha dos apartamentos, que inclusive possuem unidades exclusivas para pessoas com nanismo e baixa estatura. Além do aplicativo em Libras, o Hotel oferece condições totais de mobilidade – inclusive para às áreas de lazer e piscina, e piso tátil em toda a área destinada aos hóspedes.

Para Nóbrega, “com muito apoio, estamos oferecendo – cada dia mais, um Hotel para acolher a todos, como toda tranquilidade, acessibilidade e inclusão”.

Fonte https://diariopcd.com.br/mercure-sao-paulo-pinheiros-e-destaque-em-todo-o-brasil-com-o-case-construindo-a-nova-era-da-acessibilidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

25/03/2026

SP recebe o movimento OCUPA + DID em defesa dos direitos de pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento

SP recebe o movimento OCUPA + DID em defesa dos direitos de pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento

Evento chega à quarta edição, reúne mais de 20 entidades e acontece no dia 29 de março, em São Paulo

A Avenida Paulista será palco, no próximo dia 29 de março, da quarta edição do movimento OCUPA + DID, mobilização que reúne pessoas com deficiência intelectual e de desenSvolvimento (DID), famílias, organizações e a sociedade civil em torno da defesa de direitos e da ampliação da participação social.

Com concentração a partir das 9h, em frente à loja Soneda (Av. Paulista, 1405), o ato segue em caminhada até a unidade da marca na Rua Augusta, 1670, onde será realizado o encerramento com manifestações públicas e apresentações culturais.

Criado para enfrentar a invisibilidade histórica das pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento, o movimento propõe um deslocamento importante no debate público: da lógica assistencial para o reconhecimento do protagonismo, da autonomia e da participação ativa na sociedade.

Um movimento por visibilidade e participação

O OCUPA + DID é uma iniciativa da sociedade civil, com apoio institucional de diversas organizações, e integra o calendário de mobilizações relacionadas à síndrome de Down, ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) e às neurodivergências.

“Nós somos muito acomodados porque sempre fazem tudo pra gente. Às vezes a gente até tenta fazer as coisas, mas não deixam, então para que tentar?” questiona Andressa Martins, auxiliar de cabeleireiro do projeto Beleza em Todas as Suas Formas.

A proposta é ampliar a presença de pessoas com DID no espaço público e reforçar que cidadania se exerce no cotidiano — com acesso, escuta e participação nas decisões que impactam suas próprias vidas.

Durante o evento, estão previstas falas protagonizadas por pessoas com DID, além da participação de coletivos, instituições públicas e organizações sociais. A programação inclui ainda apresentações culturais e espaços de expressão direta dos participantes.

O que é DID

DID é a sigla para Deficiência Intelectual e de Desenvolvimento, condição caracterizada por diferenças no funcionamento cognitivo e no comportamento adaptativo, podendo impactar habilidades sociais, conceituais e práticas. Essas características não limitam direitos. Com a redução de barreiras sociais, educacionais e atitudinais, pessoas com DID podem estudar, trabalhar, empreender, consumir, votar, produzir cultura e participar ativamente da vida social e econômica.

Por que o tema importa

De acordo com o Censo 2022 do IBGE, o Brasil tem mais de 18 milhões de pessoas com deficiência. Quando consideradas suas redes familiares, o impacto social e econômico alcança dezenas de milhões de brasileiros. Nesse contexto, iniciativas como o OCUPA + DID contribuem para ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e participação social, além de evidenciar a necessidade de políticas públicas e práticas institucionais mais efetivas.

Estrutura e participação

A edição de 2026 deve reunir entre 800 e 1.000 participantes. Em 2025, o evento mobilizou cerca de 600 pessoas. O percurso da caminhada tem aproximadamente 800 metros (cerca de 12 minutos a pé), ligando os dois pontos de concentração. Ao final do evento, será realizada uma escuta organizada dos participantes, com espaço físico acessível (totem/urna) e canal digital para registro de propostas e contribuições, que poderão ser sistematizadas em documento público.

Realização

O evento é realizado pelo Instituto MetaSocial e Espaço Mosaico, com co-realização da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD), Down Syndrome International, Em Pulso, MAIA Educacional, Beleza em Todas as Suas Formas, Instituto Movimentarte e Instituto Projeto Irmãos. Conta com apoio das lojas Soneda e Alfaparf, além de instituições como Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), Instituto Alana e SMPED (Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência).

Serviço

Evento: Movimento OCUPA + DID 2026

Data: 29 de março de 2026

Horário: das 9h30 às 12h30

Concentração: Loja Soneda – Av. Paulista, 1405 – São Paulo/SP

Chegada: Loja Soneda – Rua Augusta, 1670

Percurso: aproximadamente 800 metros (cerca de 12 minutos a pé)

Participação: gratuita e aberta ao público

Sobre o Instituto Serendipidade

Fundado em 2019,  Serendipidade é uma organização sem fins lucrativos que tem o propósito de transformar a sociedade através da inclusão de pessoas com deficiência no Brasil, impulsionando impacto social relevante, colaborativo e inovador, sempre prezando pela representatividade, protagonismo, de forma transversal e acima de tudo, com muito respeito. As iniciativas que atendem diretamente o público são: Programa de Envelhecimento Ativo, em parceria com a APOIE-SP, que atende mais de 60 idosos com algum tipo de deficiência intelectual para promoção do bem-estar; e o Projeto Laços, que acolhe famílias que recebem a notícia de que seu filho (a) tem algum tipo de deficiência. O Serendipidade já impactou mais de dois milhões de pessoas, criando pontes, gerando valor em prol da inclusão e através do atendimento direto a pessoas com deficiência intelectual e suas famílias. 

Mais informações em www.serendipidade.org.br E nas mídias sociais @institutoserendipidade

Fonte https://diariopcd.com.br/sp-recebe-o-movimento-ocupa-did-em-defesa-dos-direitos-de-pessoas-com-deficiencia-intelectual-e-de-desenvolvimento/

Postado Pôr Antônio Brito 

Futsal é ferramenta de inclusão, e reforço da autoestima para pessoas com Síndrome de Down no interior de SP

Futsal é ferramenta de inclusão, e reforço da autoestima para pessoas com Síndrome de Down no interior de SP

“Meu filho se sente um atleta, uma pessoa responsável, dentro da medida que ele considera responsabilidade. E isso para o sistema emocional dele é muito importante, assim como para o psicológico”, relata orgulhoso o aposentado Arlindo Gutierrez, pai do atleta Diego Gutierrez, de 39 anos.

Diego começou no futsal junto com a formação da equipe de Futsal Down da Associação de Reabilitação Infantil Limeirense (Aril), há exatos 22 anos. O local é uma referência municipal no atendimento de pessoas com deficiência física ou intelectual, oferecendo suporte educacional em diversas áreas.

A ideia inicial era ter mais uma atividade para os alunos, mas não demorou para que o futsal se tornasse uma paixão e fizesse dos 12 integrantes, atletas da modalidade. “Eles estão aqui todas as quintas-feiras para os treinos e, mesmo com as limitações, são muito disciplinados. No esporte, eles aprendem a seguir regras, que no caso, são oficiais da FIFA. Esse comprometimento tem feito com que evoluam diariamente”, relata o técnico da equipe, Cleber de Oliveira Filho.

A Síndrome de Down é uma alteração genética conhecida como trissomia do cromossomo 21, onde a pessoa tem um cromossomo a mais, sendo 47 no total, ao invés de 46. Essa alteração gera características físicas e cognitivas específicas. Mas é importante reforçar que não se trata de doença, mas uma condição. Com acompanhamento multidisciplinar precoce, a pessoa com Síndrome de Down pode conquistar a inclusão social, escolar, social e até profissional.

No caso do Futsal Down, a coordenação motora, o condicionamento físico, que fazem parte da modalidade, ainda contribuem para a qualidade de vida dos atletas, “Claro que existe uma adaptação em relação ao futsal tradicional, pois a pessoa com a síndrome de Down tem menos tônus muscular e deslocamento mais lento. O tempo de reposição do lateral, por exemplo, é maior, explica Cleber.

Nessas duas décadas o time tem viajado pelo país participando de competições e permitindo que os atletas vivam novas experiências com mais autonomia. E para que isso aconteça, o apoio da iniciativa privada é primordial. O Instituto Adimax, organização sem fins lucrativos localizada em Salto de Pirapora (SP), oferece recursos ao time por meio do programa Paradesporto, um dos 11 programas sociais do instituto.” Nós contribuímos com essa pequena parcela para que as pessoas com Síndrome de Down tenham a chance de se desenvolver em sua máxima capacidade. Nesse cenário atual, isso é inclusão. Cada conquista deles, é nossa também”, reforça Edmilson Bueno, gestor do programa.

 O time tem retribuído à altura com um histórico de dedicação e superação. A equipe já foi campeã regional e atualmente treina para brilhar na Copa do Brasil que vai acontecer em julho, na capital Maceió (AL). “Estamos trabalhando para isso, porque o sonho e a vontade, eles já têm,” garante Cleber.

Sobre o Instituto Adimax

Localizada em Salto de Pirapora, interior de São Paulo, a sede conta com uma estrutura completa. São 15 mil metros quadrados, com maternidade, canil, clínica veterinária, centro cirúrgico, área de soltura, lazer e treinamento, prédio administrativo e hotel para receber futuras pessoas com deficiência visual que receberão os cães-guias, e uma equipe multidisciplinar, distribuída nas áreas de saúde e bem-estar, equipe técnica, administrativo, relações institucionais, assistência social, responsabilidade social e operacionais, totalizando 53 colaboradores.

 O propósito do Instituto é apoiar a inclusão de pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade e o bem-estar animal.

Antes de chegarem ao seu destino, os cães são acolhidos por famílias voluntárias onde ficam pelo período de um ano. O papel dos socializadores é expor os animais às mais diversas situações do cotidiano, para promover seu desenvolvimento e acostumá-los à rotina. Além, é claro, de dar a eles tempo e amor. Depois desse período, os cães voltam para o instituto e ficam entre 4 e 6 meses em treinamento. Após formados, poderão ser doados para dar início a missão: transformar a vida de pessoas com deficiência visual.

Além do Programa Cão de Assistência, o Instituto conta com outros 10programas sociais que tem como finalidade a inclusão social e cuidado de pessoas em vulnerabilidade.

A entrega do cão guia é feita de forma totalmente gratuita aos candidatos que preencham os requisitos do Programa. A inscrição é feita diretamente no site: www.institutoadimax.org.br na aba cão guia.  

Fonte https://diariopcd.com.br/futsal-e-ferramenta-de-inclusao-e-reforco-da-autoestima-para-pessoas-com-sindrome-de-down-no-interior-de-sp/

Postado Pôr Antônio Brito 

Agressão contra aluno autista em escola expõe falhas graves na proteção e inclusão

Agressão contra aluno autista em escola expõe falhas graves na proteção e inclusão

A Autistas Brasil manifesta profunda indignação diante do caso de violência ocorrido na última semana, em uma Escola Municipal em Campo Grande (MS), onde um estudante autista de 12 anos foi brutalmente agredido por um colega de escola e pela mãe do aluno.

De acordo com informações registradas pelo Conselho Tutelar da cidade, o episódio teve início dentro da sala de aula. A situação se agravou posteriormente, quando a mãe do aluno também teria participado das agressões físicas. A vítima precisou ser encaminhada para atendimento médico e chegou a ser internada em decorrência dos ferimentos.

Situações como essa evidenciam, mais uma vez, a vulnerabilidade a que pessoas autistas ainda estão expostas, inclusive em espaços que deveriam ser de acolhimento, proteção e desenvolvimento.

A violência contra uma criança autista não é um caso isolado — é reflexo da falta de preparo estrutural, de informação e de responsabilização adequada por parte das instituições e da sociedade. É fundamental que episódios como esse sejam rigorosamente apurados e que os envolvidos sejam devidamente responsabilizados.

“Quando uma criança autista é agredida dentro da escola, estamos diante de uma falha grave de proteção. A escola precisa ser um espaço seguro, preparado para acolher e garantir direitos — não um ambiente onde a violência acontece. Esse caso reforça a urgência de formação adequada dos profissionais, de protocolos claros e de uma mudança de cultura para enfrentar o capacitismo ainda tão presente na sociedade. Não podemos tratar situações como essa como episódios isolados, mas sim como um alerta de que a inclusão ainda não está sendo plenamente garantida.”, afirma Guilherme de Almeida, presidente da Autistas Brasil.

 

A Autistas Brasil reforça que o ambiente escolar precisa estar preparado para garantir a inclusão com segurança, respeito e dignidade. Isso passa por formação continuada de profissionais, protocolos claros de proteção e uma cultura ativa de combate ao capacitismo. A organização segue acompanhando o caso e se coloca à disposição para contribuir com o debate público e com a construção de caminhos que garantam a proteção e os direitos das pessoas autistas.


Sobre a Autistas Brasil

Organização nacional fundada e liderada por pessoas autistas, a Autistas Brasil atua na formulação de políticas públicas, na incidência jurídica e no desenvolvimento de programas educacionais em larga escala. Nos últimos três anos, suas ações alcançaram mais de 21 mil educadores em todo o país, consolidando a instituição como referência em inclusão, neurodiversidade e direitos humanos.

Fonte https://diariopcd.com.br/agressao-contra-aluno-autista-em-escola-expoe-falhas-graves-na-protecao-e-inclusao/

Postado Pôr Antônio Brito 

24/03/2026

SAP abre inscrições para programa de desenvolvimento de lideranças voltado a organizações que atendem pessoas com deficiência no Sudeste e Sul

SAP abre inscrições para programa de desenvolvimento de lideranças voltado a organizações que atendem pessoas com deficiência no Sudeste e Sul

Executada pela ASID Brasil, ação selecionará instituições de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul para jornada gratuita de desenvolvimento com foco em liderança, gestão e inovação social

Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que atuam exclusivamente em causas com pessoas com deficiência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul já podem se inscrever no Impact Journey 2026, programa de desenvolvimento de lideranças promovido pela SAP, líder mundial em soluções de software para negócios, e executado pela ASID Brasil, uma plataforma de soluções para inclusão socioeconômica da pessoa com deficiência. A iniciativa oferecerá 10 vagas para uma jornada gratuita de capacitação e mentoria que ocorrerá entre os meses de abril e setembro.

O programa tem como objetivo fortalecer a gestão e a sustentabilidade das organizações sociais, por meio da transferência de conhecimento técnico e de gestão de voluntários da SAP. “Nas edições anteriores do projeto, vivenciamos momentos muito ricos de troca entre profissionais da empresa e lideranças de organizações que atuam com pessoas com deficiência. A combinação entre conhecimento técnico, experiência profissional e o olhar social das organizações cria um ambiente de aprendizado muito potente para todos os envolvidos. Mais do que conteúdos ou ferramentas, o que mais nos marca nesses projetos é a troca genuína entre pessoas. Ver essas conexões acontecendo e acompanhar o desenvolvimento das organizações ao longo do processo é algo que nos inspira muito enquanto ASID”, comenta Amanda Gogola, supervisora de Projetos da ASID Brasil. 

Ao longo de seis meses, as organizações selecionadas participarão de duas etapas principais. A primeira é o Solidarity Month, que reúne 20 horas de workshops on-line voltados ao desenvolvimento de lideranças. Serão abordados temas estratégicos para o fortalecimento das organizações, como gestão de pessoas, liderança, gestão financeira, comunicação e mídias sociais, vendas e marketing, ferramentas digitais, relacionamento com investidores, planejamento estratégico, ferramentas de gestão e gestão de crise.

Já a segunda etapa consiste na Jornada de Design Thinking, um hackathon social que conecta organizações a mentores voluntários da SAP para a construção de soluções práticas para desafios reais enfrentados pelas instituições. A partir disso, voluntários da SAP trabalham no desenvolvimento de possíveis soluções, que são apresentadas ao final da jornada em um encontro on-line de encerramento do programa.

“O Impact Journey é importante porque conecta o conhecimento das pessoas da SAP com organizações sociais que realmente precisam desse apoio. Pelo voluntariado, nossos colaboradores ajudam essas instituições a se estruturarem melhor, resolver desafios e ganharem força para continuar impactando vidas. A parceria com a ASID Brasil faz tudo isso acontecer com método, cuidado e experiência, garantindo que cada ação gera resultados de verdade que são comprovados através do número de pessoas que são impactadas com esse projeto.  Apoiar projetos desse tipo é importante porque as OSCs têm um papel estratégico na entrega de serviços e soluções sociais, contribuindo diretamente para o desenvolvimento das comunidades em que as empresas estão inseridas”, complementa Isadora Colling, CSR Líder de Pilar para Accelerate Social Business da SAP. 

Critérios de inscrição

Impact Journey é destinado a OSCs que atendem diretamente pessoas com deficiência, possuam ao menos 100 beneficiários, não tenham participado anteriormente de iniciativas da SAP e tenham disponibilidade para acompanhar todas as etapas do programa. 

O processo seletivo ocorre em duas etapas, com o preenchimento do formulário de inscrição e análise do perfil da instituição com base nos critérios estabelecidos pelo programa. Após a seleção, as instituições escolhidas participarão de uma jornada de desenvolvimento, realizada ao longo de cinco semanas e que somam 20 horas de capacitação, com encontros virtuais pela plataforma Teams.

Inscrições

As inscrições estão abertas até 20 de abril, às 14h (horário de Brasília), e o resultado das organizações selecionadas será divulgado em 23 de abril, por e-mail. Dúvidas, questões de acessibilidade ou problemas durante o processo de inscrição podem ser encaminhados para taynara.santos@asidbrasil.org.br. Para consultar o edital, clique aqui. Para participar, as organizações interessadas devem preencher o formulário disponível no link https://forms.gle/mJf6rgtHUVn2LxTR8.

Sobre a ASID Brasil

A ASID Brasil é uma plataforma de soluções para inclusão socioeconômica da pessoa com deficiência. Idealiza, executa e dissemina soluções de desenvolvimento social em todo território nacional. Suas soluções criam oportunidades para pessoas com deficiência e seu núcleo familiar, além de incentivar novas tecnologias sociais. Atua desde 2010 com 120.000 pessoas impactadas e mais de 8 mil voluntários, a ASID Brasil conta com reconhecimentos nacionais e internacionais como Melhores ONGs Época, United People Global, e o Prêmio Viva Idea como melhor solução de impacto coletivo da América Latina. Mais informações: https://www.asidbrasil.org.br

Sobre a SAP

Como líder global em aplicações e inteligência artificial empresariais, a SAP (NYSE:SAP) está no centro dos negócios e da tecnologia. Por mais de 50 anos, organizações confiaram na SAP para extrair o seu melhor ao unir operações críticas que abrangem finanças, compras, RH, cadeia de suprimentos e experiência do cliente. Para mais informações, visite www.sap.com.

Fonte https://diariopcd.com.br/sap-abre-inscricoes-para-programa-de-desenvolvimento-de-liderancas-voltado-a-organizacoes-que-atendem-pessoas-com-deficiencia-no-sudeste-e-sul/

Postado Pôr Antônio Brito 

Nova chance de exame físico para advogado com nanismo em concurso

Advogado com nanismo consegue na Justiça o direito de refazer exame físico em concurso da Polícia Civil após questionar falta de adaptação.

Nova chance de exame físico para advogado com nanismo em concurso

Para aqueles que não acreditavam que o recurso do advogado Matheus Menezes Matos, de 25 anos, com nanismo, que foi reprovado no exame físico da Polícia Civil para delegado em MG por apenas alguns centímetros numa prova de salto daria certo: o resultado está aí! Ele poderá SIM refazer o teste físico do concurso para delegado da Polícia Civil. A decisão foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Morais, na terça-feira, dia 17, e divulgada nas redes sociais do candidato.

O caso de Matheus viralizou nas redes sociais após ele denunciar que foi aprovado em todas as etapas teóricas do concurso para delegado da PCMG, mas eliminado no Teste de Aptidão Física (TAF). De acordo com o jovem advogado com nanismo, ele solicitou adaptações razoáveis para realizar a prova física, mas teve o pedido negado.

De acordo com a sentença, a necessidade de adaptação no exame físico terá que ser avaliada para, então, o candidato refazer o exame.

Segundo o advogado de Matheus, o que ocorreu com ele foi um “grave desrespeito”. A mesma opinião de milhares de pessoas em todo o país que ficaram sabendo do ocorrido.

A decisão do STF se baseou na ADI 6476, que garante a inconstitucionalidade de excluir o direito de adaptação razoável nos testes físicos para pessoas com deficiência, assim como submetê-las aos mesmos critérios aplicados aos demais candidatos sem demonstrar que aquele parâmetro específico é necessário ao exercício da função.

Parabéns ao Matheus e boa sorte no novo teste, agora mais justo!

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=c40d12ee-0274-47e7-a1db-c2532b52bfe9

 Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil conquista 11 medalhas com Seleção de jovens em cadeiras de rodas na Argentina

Atletas da Seleção Brasileira de jovens em cadeira de rodas posam para foto na Argentina | Foto: Divulgação/CPB

A primeira Seleção Brasileira de jovens de Corrida em Cadeiras de Rodas encerrou sua participação no Camping Internacional de Treinamento da categoria e no 4º Open Provincia de Neuquén, ambos na Argentina, com 11 medalhas (7 ouros, 1 prata e 3 bronzes). A participação da equipe nos eventos ocorreu entre 16 e 21 de março.

A competição contou com atletas de outros sete países: Uruguai, Chile, Argentina, Guatemala, Colômbia, México e Peru.

Entre os destaques brasileiros, o paulista Eduardo Bento, da classe T54, conquistou três medalhas de ouro, nos 100m, 400m e 800m, mesmas provas nas quais se sagrou campeão nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens de 2025, em Santiago, no Chile. Já a mineira Kássia Pires de Souza, da classe T54, foi a campeã das provas de 100m e 400m.

Eduardo Leonel, treinador do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) à frente da missão, avaliou como positivo o desempenho brasileiro. “Foi incrível ver nossos jovens participando do Camping em altíssimo nível e nossa metodologia de trabalho ter sido considerada referência durante o evento. Na competição, tivemos um êxito muito grande. Fomos o país com mais medalhas quando consideramos as provas para atletas em cadeiras de rodas. Nossos jovens tiveram a possibilidade de vivenciar duelos interessantes com atletas experientes e conseguimos chegar ao pódio’, afirmou.

O treinador considera que os atletas participantes da missão em breve podem fazer parte da Seleção principal. “Eles sentiram pela primeira vez as dificuldades de logística de eventos internacionais fora do Centro de Treinamento Paralímpico. Experimentaram uma disputa em uma pista mais pesada, na qual você não corre pela melhor marca, e sim pelo resultado. Isso faz parte de um processo de um amadurecimento de nossos atletas, para que em breve eles possam participar de missões maiores, como etapas de Grand Prix, Mundiais e Jogos Parapan-Americanos”.

Confira as medalhas conquistadas pelos brasileiros:

Eduardo Bento – T54
Ouro – 100m (15s10)

Ouro – 400m (51s11)

Ouro – 800m (1min50s48)

Kássia Pires de Souza – T54
Ouro – 100m (17s04)

Ouro – 400m (57s17)

Wellington Kauã – T34
Ouro – 100m (16S17)

Ouro – 800m (2min01s88)

Geovanne Amorim – T54
Bronze – 100m (15s23)

Bronze 800m (1min50s70)

Tarcisio Alves – T54
Prata – 1.500m (3min39s25)
Bronze – 400m (53s13) (3min39s25)

Patrocínio
As Loterias Caixa, a Caixa, a Asics e a Braskem são as patrocinadoras oficiais do atletismo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-conquista-11-medalhas-com-selecao-de-jovens-em-cadeiras-de-rodas-na-argentina/

Postado Pôr Antônio Brito 

Pesquisa inédita aponta que trabalhadores com deficiência ganham mais espaços nas metalúrgicas de Osasco e região

Pesquisa inédita aponta que trabalhadores com deficiência ganham mais espaços nas metalúrgicas de Osasco e região

Pesquisa mostra que contratações têm o melhor índice desde 2016

A contratação de pessoas com deficiência nas metalúrgicas de Osasco e região registrou avanço importante em 2025, quando a média geral de cumprimento da Lei de Cotas chegou a 105,2% e 60% das empresas cumprem 100% ou mais, tratando-se do segundo melhor resultado desde 2016. Os dados são da 20ª Pesquisa Lei de Cotas – Trabalhadores com Deficiência no Setor Metalúrgico de Osasco e Região, divulgada na última semana, no auditório da Cinpal, metalúrgica que mais contrata trabalhadores com deficiência na região.

A Pesquisa é uma realização do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, com apoio da Gerência Regional do Trabalho em Osasco e do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho em São Paulo.

Para o presidente do Sindicato, Gilberto Almazan (Ratinho), a retomada e fortalecimento do Ministério do Trabalho neste governo, aliado ao trabalho do Sindicato na valorização da Lei de Cotas, contribuíram para o resultado, embora ainda haja espaço para avançar.

Desafios – Apesar do avanço nas contratações, a Pesquisa também revela desafios importantes. A maior parte das vagas (71,6%) é ocupada por trabalhadores com deficiência física ou auditiva. Já pessoas com deficiência intelectual, psicossocial, TEA (transtorno do espectro autista) ou deficiências múltiplas representam apenas 6,3% das contratações, o que indica que ainda existem preferências e barreiras na inclusão de determinados grupos.

As empresas que lideram as contratações no setor estiveram na apresentação e deram depoimentos estimuladores de práticas de inclusão.

“Quando falamos de sustentabilidade, falamos, acima de tudo, de pessoas e de equidade. Diferente de outras características, a deficiência pode fazer parte da vida de qualquer um de nós, a qualquer momento — e isso nos convida a olhar o outro com mais empatia. Na nossa empresa, a inclusão não é tratada como obrigação ou cota, mas como reconhecimento de competência e performance. As pessoas com deficiência são valorizadas pelo que entregam, e é isso que constrói, na prática, um ambiente mais justo, humano e verdadeiramente sustentável”, afirmou, Thais Lima Machado Matos, da empresa Mineração Taboca, de Pirapora do Bom Jesus.

Acompanharam os resultados da pesquisa trabalhadores com deficiência, empresas, dirigentes sindicais, Centro Paralímpico Brasileiro, parceiros pela inclusão e a alta direção do Ministério do Trabalho em São Paulo, dentre eles o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo, Marcus Alves de Mello, que destacou: “na próxima Pesquisa vamos bater esta meta”, e reforçou que é “gratificante trabalhar junto com o Sindicato nesta luta e provar que a inclusão no mercado de trabalho é possível”.

Fonte: Por Auris Sousa – Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região

 Fonte https://diariopcd.com.br/pesquisa-inedita-aponta-que-trabalhadores-com-deficiencia-ganham-mais-espacos-nas-metalurgicas-de-osasco-e-regiao/

Postado Pôr Antônio Brito

23/03/2026

Menos preconceito, mais Constituição

Menos preconceito, mais Constituição - OPINIÃO - * Por Jairo Varela Bianeck

OPINIÃO

  • * Por Jairo Varela Bianeck

O debate recente nas redes sociais sobre a participação de uma pessoa com nanismo em concurso público para o cargo de delegado de polícia revelou algo que precisa ser enfrentado com seriedade, a discussão sobre inclusão de pessoas com deficiência muitas vezes é substituída por comentários carregados de desinformação e preconceito.

O tema, no entanto, não deve ser tratado no campo das opiniões apressadas, mas no terreno correto: o da Constituição Federal e da legislação brasileira.

A Constituição estabelece, como fundamento da República, a dignidade da pessoa humana (art. 1º, III) e determina que todos são iguais perante a lei (art. 5º). Esses princípios orientam todo o sistema jurídico brasileiro e impõem um compromisso claro com o respeito e com a inclusão.

No campo do serviço público, a própria Constituição trata da matéria de forma explícita. O artigo 37, inciso VIII, determina que a lei reserve percentual de cargos e empregos públicos para pessoas com deficiência e estabeleça os critérios de sua admissão. Ao mesmo tempo, o artigo 37, inciso I, prevê que o acesso aos cargos públicos depende do cumprimento dos requisitos definidos em lei.

Isso significa que o modelo constitucional brasileiro combina dois elementos que precisam caminhar juntos: inclusão e compatibilidade com as funções do cargo público.

A Lei nº 13.146/2015, conhecida como Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, detalha esse sistema. A legislação garante igualdade de oportunidades, proíbe a discriminação e assegura a participação de pessoas com deficiência em concursos públicos, inclusive com a possibilidade de adaptações razoáveis quando necessárias.

Essas adaptações não são privilégios. São instrumentos jurídicos destinados a remover barreiras que impedem a participação em igualdade de condições.

Ao mesmo tempo, a análise sobre requisitos de determinados cargos deve considerar suas atribuições reais. No caso do cargo de delegado de polícia, trata-se de função inserida na estrutura da segurança pública, que envolve direção de investigações, presidência de inquéritos policiais, formalização de prisões em flagrante, representação por medidas cautelares e coordenação de equipes policiais.

Por essa razão, a avaliação da compatibilidade entre requisitos físicos e o exercício do cargo deve ser técnica, individualizada e institucional, sempre orientada pelos princípios constitucionais.

O que a Constituição não admite é a exclusão baseada em preconceito ou em generalizações. O debate democrático pode e deve discutir critérios de seleção no serviço público, mas precisa fazê-lo com base em informação jurídica correta e respeito à dignidade das pessoas.

Mais do que nunca, o momento exige substituir o ruído das redes sociais por aquilo que realmente orienta o Estado brasileiro, a Constituição.

  • Jairo Bianeck é advogado e Integrante da Coordenadoria Jurídica da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência – @https://diariopcd.com.br/menos-preconceito-mais-constituicao/jairovbianeck.adv

Fonte https://diariopcd.com.br/menos-preconceito-mais-constituicao/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil termina World Series em Barcelona com a conquista de mais quatro medalhas e destaque de mineiro

Mineiro Arthur Xavier durante o Mundial Paralímpico de Natação em Singapura 2025 | Foto: Wander Roberto/CPB

As disputas do World Series em Barcelona, na Espanha, chegaram ao fim neste domingo, 22, com a conquista de uma medalha de ouro nos 100m borboleta pelo mineiro Arthur Xavier e de uma prata pela paulista Beatriz Flausino, nos 200m medley — ambos da classe S14 (deficiência intelectual).

Na disputa juvenil, a paranaense Laura Sanches, também da classe S14, voltou ao pódio para receber uma prata nos 100m borboleta e um bronze nos 200m medley.

Com os resultados deste domingo, último dia de disputas, o Brasil totalizou seis medalhas no adulto (quatro ouros e duas pratas) e quatro no juvenil (um ouro, duas pratas e um bronze).

As provas do World Series são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série. As classificações às finais e a definição das medalhas são feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC).

Arthur Xavier, 19, entrou na piscina para vencer os 100m borboleta em 57s79, com 930 pontos marcados. A prata e o bronze ficaram respectivamente com o americano Lawrence Sapp, com 902 pontos (58s60), e o francês Alex Portal, 902 pontos (58s80).

O mineiro, apelidado de “Torpedo Brasileiro” pelo narrador da competição, ganhou destaque por subir ao pódio em todos os dias do World Series em Barcelona. Em sua estreia, na última quinta-feira, 19, venceu a prova dos 100m livre em 50s90 — tempo melhor que o recorde mundial. Na sequência, ganhou o título nos 200m livre e a prata nos 100m costas, finalizando sua campanha com a medalha de ouro nos 100m borboleta obtida neste domingo.

Nas disputas femininas, a paulista Beatriz Flausino, aniversariante do dia, comemorou a conquista da medalha de prata nos 200m medley, com 853 pontos feitos (2min36s16). O ouro foi para a nadadora de Hong Kong Yui Lam Chan, também da classe SM14, que marcou 928 pontos (2min30s82) e na terceira posição, a nerlandesa Lisa Kruger, classe SM10 (limitações físico-motoras), com 841 pontos (2min36s52).

Já na categoria juvenil, Laura Sanches encerrou sua participação na Espanha com mais duas medalhas. A primeira foi a prata nos 100m borboleta, com 828 pontos (1min10s89). O ouro ficou com a chinesa Chiu Yee Lau, com 896 pontos, enquanto o bronze foi para a espanhola Anastasiya Dmytriv, que somou 825 pontos (1min11s80).

A brasileira também garantiu o bronze nos 200m medley, com 654 pontos (2min48s31). Completaram o pódio as chinesas Cheuk Yan Ng, ouro com 788 pontos, e Chiu Yee Lau, prata com 754.

Durante o World Series, Sanches já havia conquistado um ouro nos 100m livre e uma prata nos 100m costas entre as jovens.

Ao todo, cinco atletas brasileiros representaram o país na competição.

Confira todos os resultados dos brasileiros no World Series em Barcelona, na Espanha:

Ouro
Arthur Xavier – 100m livre, 100m borboleta e 200m livre
Laura Sanches – 100m livre (disputa juvenil)
Beatriz Flausino – 100m peito

Prata
Arthur Xavier – 100m costas
Laura Sanches – 100m costas e 100m borboleta (disputas juvenis)
Beatriz Flausino – 200m medley

Bronze
Laura Sanches – 200m medley (disputa juvenil)

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da natação.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
O atleta Arthur Xavier é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 142 atletas.

Time São Paulo
A atleta Beatriz Flausino integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fontehttps://cpb.org.br/noticias/brasil-termina-world-series-em-barcelona-com-a-conquista-de-mais-quatro-medalhas-e-destaque-de-mineiro/

 Postado Pôr Antônio Brito