Outras medidas, como proibição de abraços e higienização das mãos na entrada, serão adotadas nas instituições ensino.
Alunos da rede pública de Coreaú recebem máscaras com viseiras para evitar contaminação pelo novo coronavírus.
Com o objetivo de evitar a propagação do novo coronavírus por gotículas de saliva na volta às aulas, os alunos da rede pública de Coreaú, no interior do Ceará, vão adotar máscaras com viseira. A ação é parte da retomada gradual das aulas presenciais. O Equipamento de Proteção Individual (EPI) desse modelo protege, também, a região do olhos.
Serão distribuídas um total de 7 mil máscaras, produzidas por uma empresa do distrito de Ubaúna, a alunos de 16 escolas municipais da cidade. Na última semana antes da volta às aulas, o que deve acontecer no início de agosto, 3.500 unidades já serão entregues aos estudantes. No primeiro momento, cada aluno receberá uma unidade e, no fim de agosto, serão entregues as outras 3.500 máscaras.
O equipamento de proteção também foi pensando para se adaptar as diferentes situações do dia a dia escolar. "Os visores são removíveis. Temos crianças que usam óculos e precisarão tirar o visor neste momento”, pontua o secretário da Educação de Coreaú, Arcelino Da Silva Batalha. “Estamos com a previsão de retorno em 1º de agosto. Por enquanto, estamos organizando as escolas, fazendo uma grande adaptação, colocando pias nas entradas das instituições”, explica
Segundo a Plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde (Sesa) do Ceará, atualizada às 14h55 desta segunda-feira (8), Coreaú registra 237 casos confirmados de Covid-19 e 2 óbitos. Um total de 195 pessoas já se recuperaram da doença na cidade. Em todo o Estado, o número passa de 64 mil infectados e 4 mil óbitos.
Plano de volta
Em relação ao Plano de Retomada Econômica no Ceará, as escolas estão na última fase e precisarão seguir um conjunto de exigências de higienização e distanciamento para evitar a transmissão do vírus.
Pensando nisso, também estão sendo instaladas 16 cabines de higienização em todas as escolas municipais de Coreaú, além de 8 túneis de desinfecção nas instituições com mais de 200 alunos. O material está sendo produzido no município de Sobral, na região Norte.
A vida de Felipe Gomes e Viviane Soares começou a se cruzar já dentro das pistas de atletismo. Enquanto ele começou no atletismo paralímpico em 2003, a também velocista paralímpica iniciou no atletismo três anos mais tarde.
O primeiro contato entre eles ocorreu apenas em 2009 e desde então a dupla vem se aproximando cada vez mais até os dias de hoje. Neste ano, os dois destaques da seleção brasileira de atletismo paralímpico completaram três anos de casados.
“Nós nos conhecemos no atletismo, no ano de 2009, ao longo dos anos fomos se aproximando e criando uma grande e forte amizade, e aos poucos fui conhecendo mais sobre a história e a carreira do Felipe. Ele se tornou o meu espelho dentro da modalidade e sempre fui grata por ter o privilégio de treinar ao lado dele que é um grande atleta”, declarou Vivi Soares.
Bicampeão paralímpico e dono de outras três medalhas de prata e uma de bronze em Jogos, Felipe Gomes demonstrou ser mais que um grande atleta e amigo de Viviane Soares justamente num dos momentos mais complicados da carreira da velocista.
Por um problema em sua classificação oftalmológica, a para atleta precisou ficar afastada das pistas durante quase dois anos entre 2013 e 2015. Apesar de não saber exatamente quando poderia voltar a competir, Vivi encontrou na força e incentivo de seu treinador Fábio, e de Felipe motivos para continuar treinando.
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“Naquela época eu e Felipe éramos só amigos e incentivador um do outro, em todos os treinos ele me incentivava, me passava forças para termina os treinos mesmo sem saber o que poderia acontecer, e ele me dizia sempre, que eu não podia parar de treinar porque eu era importante ali nos treinos, no apoio quando ele estivesse muito cansado com vontade de parar o treino. Sou muito grata por todo esse apoio e incentivo que ele me deu”, relembrou a atleta.
Outro momento marcante que ficou preso na memória de Viviane foi quando viu o seu então amigo subir no lugar mais alto do pódio dos Jogos Paralímpicos de Londres de 2012, na prova dos 200m.
“Poucos acreditavam nele. Ele entrou com o pior tempo na final e correu sem medo, com muita vontade. Lembro que quando ele cruzou a linha de chegada o narrador ficou em dúvida de quem tinha ganho a prova, mas eu mesmo já estava gritando e sabia que tinha sido ele. Lembro que assisti no quarto na Vila Paralímpica, porém louca para estar no estádio. Naquele momento eu me senti muito orgulhosa dele é a minha admiração só aumentou”, citou.
Dificuldades que não se vê
Por conta de um glaucoma congênito, Felipe Gomes perdeu totalmente a sua visão ainda durante a sua infância. Vivi Soares também sofre com uma deficiência e possui apenas 20 % da visão.
“Passamos por várias dificuldades. Pelo fato de eu ser baixa-visão tem pessoas que não percebem que eu sou deficiente e aí quando pedimos informações as pessoas acham eu consigo enxergar de longe. Já pegamos ônibus errado pelo fato de eu não conseguir enxergar o número direito e não ter ninguém para nos ajudar, quando sentamos no acento preferencial as pessoas ficam pedindo para gente levantar por não identificar a nossa deficiente ou por achar que somos novos e não temos o direito”, relata a atleta.
Felipe Gomes e Viviane Soares brilharam em Lima no ano passado (Saulo Cruz/CPB )
Estas dificuldades não impediram que o casal brilhasse nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, realizado no ano passado. Ao todo, o Felipe Gomes e Vivi Soares conquistaram cinco medalhas no Peru e protagonizaram um apaixonado beijo nas arquibancadas peruanas em comemoração ao resultado.
A dupla foca agora os seus esforços para que cena possa se repetir nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, que foram adiados para o ano que vem por conta da pandemia do coronavírus. A pandemia aliás tem dificultado um pouco os treinamentos do casal, que vive lado a lado 24h por dia.
“Não tem sido fácil, mas estamos conseguindo treinar de maneira improvisada e dinâmica juntos. Na quarentena continuamos muito próximos um do outro, assim como já é na rotina diária. Treinamos juntos, somos casados então também moramos juntos. A grande diferença é que na quarentena estamos com mais tempo atoa”, completou Vivi.
José Guedes coloca seleção brasileira entre as quatro favoritas, porém teme volta aos treinos após longo período.
Técnico da seleção brasileira de voleibol sentado, José Guedes participou nesta segunda-feira (8) de uma transmissão pelas redes sociais para comentar um pouco sobre a situação atual da equipe nesse período de pandemia do coronavírus e trazer prognósticos futuros para as suas comandadas.
A frente de seleção desde 2013, o treinador ressaltou que se por um lado a atletas estão impossibilitadas de realizarem os treinamentos de quadra, o foco da equipe tem sido voltado a trabalhos mentais e de questões extra-quadra que poderão fazer a diferença no futuro.
“Nós tínhamos um planejamento para Tóquio e com a pandemia tudo foi por água a baixo. Agora estamos fazendo reuniões semanais com o grupo. Todo o sábado nos reuníamos virtualmente para conversas sobre diversos aspectos do vôlei e esporte. A gente sempre alerta as meninas que com a pandemia elas acabaram se distanciando do vôlei, mas o vôlei não pode se distanciar delas”, explicou o José Guedes.
Apesar desses trabalhos, o treinador admite que teme pelo fato das jogadoras já estarem tanto tempo sem realizar uma trabalho técnico com a bola.
José Guedes aponta Brasil entre as favoritas por uma medalha em Tóquio (Reprodução/ agtonio_guedes)
“Já estamos há 90 dias sem os treinamentos. Estamos preocupados com o retorno dos atletas. Não sabemos como será a retomada das atividades com esses atletas sem estar praticando a sua modalidade por tanto tempo. Sem pensar que ainda não estamos tão próximos de um retorno para os treinos”, avaliou.
Adiamento e foco nos Jogos Olímpicos
Além do temor pelo longo período sem atividades, José Guedes prevê problemas ainda maiores pelo fato do restante do planeta já estar planejando a retomada dos treinos, enquanto no Brasil essa realidade parece ainda estar distante.
No entanto, o treinador prefere ver a situação através de um olhar otimista e acha que o adiamento dos Jogos Paralímpicos de Tóquio para 2021 pode trazer benefícios à seleção brasileira de voleibol sentado.
“Tenho dito que se tem uma seleção no mundo que levou vantagem com o adiamento fomos nós. Isso porque dentre as equipes favoritas, a gente foi a única seleção que apresentou uma novidade tática. Como ainda estamos passando por uma evolução nesse nosso sistema tático, esse tempo a mais pode nos ajudar nesse sentido para melhorarmos ainda mais”, explicou José Guedes.
Ainda segundo o comandante da seleção medalhista de bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio em 2016 e prata nos Parapan-Americanos de 2015 e 2019, o Brasil está entre as quatro principais favoritas pelo ouro nos Jogos de Tóquio do ano que vem.
“Hoje nós temos Brasil, Estados Unidos e Rússia acima das demais. A China é outra que pode aparecer também, apesar de estar um pouco abaixo. O pódio dificilmente não será formado por essas equipes. Algumas outras seleções tem evoluindo bastante como Itália e Canadá, porém ainda estão abaixo”, avaliou o treinador.
Será que a violação do direito à acessibilidade pode gerar danos morais?
Pode ter certeza que sim! A acessibilidade, além de um direito em si, é um princípio estrutural das normas de direitos das pessoas com deficiência, consagrado na nossa Convenção Internacional sobre os Direitos da PcD (Decreto 6.949/2009), na Lei 13.146/2015 (LBI) e regulamentado em farta legislação específica.
Ainda afirmo em meus cursos e palestras que a acessibilidade é um instrumento de efetivação de diversos direitos fundamentais das pessoas com deficiência, como educação, trabalho, saúde, mobilidade pessoal entre outros.
Nos temos do art. 3I da Lei 13.146/2015 (LBI), acessibilidade é a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.
A regra é clara: promover a efetivação do direito à acessibilidade é um dever dos Poderes Públicos e de toda a sociedade.
Não é por acaso, que a falta de acessibilidade, em qualquer de suas modalidades, já é considerada por boa parte da jurisprudência como falha na prestação de serviços, seja de natureza pública ou privada, podendo sim repercutir na esfera civil configurando danos morais àqueles que tiveram seu direito violado.
Só nós, pessoas com deficiência, sabemos o tamanho da frustração e do constrangimento por, muitas vezes, não conseguir exercer direitos fundamentais pela falta de acessibilidade.
Exemplo clássico, são as diversas ações indenizatórias envolvendo pessoas com deficiência nos serviços de transporte aéreo ou rodoviário, bem como os inúmeros casos de violação do direito à acessibilidade nos serviços educacionais.
Por isso é importante que, diante de qualquer ação ou omissão que implique em violação ao direito a acessibilidade, as pessoas com deficiência e famílias registrem o ocorrido junto à autoridade competente, garanta ainda registros em fotos e/ou vídeos, reporte a situação para o órgão de fiscalização envolvido, se houver, e pegue os contatos de testemunhas no local, se houver.
E o principal, não deixe de procurar um advogado especialista no assunto que certamente saberá direcionar o caso para a melhor solução jurídica, a fim de buscar a afirmação do direito à acessibilidade e reparar os eventuais danos sofridos.
O Escritório Helton & Deus Advogados atua de forma especializada em defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Para mais informações entre em contato:
Nessas 24 horas, 21 tabirenses foram notificados na Quarentena Domiciliar Monitorada. 50 tabirenses concluíram o Monitoramento Domiciliar.
Em Pernambuco foram registradas nas últimas 24 horas:
- 463 novos casos confirmados
- 45 novas mortes por CoVid-19
*Observação*
Segue o Relatório Epidemiológico atualizado, devidamente retificado e de acordo com a nomenclatura *OFICIAL* dos bairros do município de Tabira.
Comunicamos a população tabirense que não estamos detalhando cada novo caso confirmado a fim de preservar a identidade dos pacientes. Assim, evitamos que os mesmos sejam novamente vítimas de ataques e preconceito.
O boletim informará os novos casos acrescentando os números apenas no bairro.
Objetivo é atender aos que precisam ficar isolados da família.
A campanha Você pelos Outros, Nós por Vocês, da plataforma VisitNow, reúne hotéis que estão oferecendo hospedagem gratuita ou com preços reduzidos aos profissionais de saúde neste momento de combate à covid-19. O objetivo é atender aqueles que precisem ficar isolados da família ou evitar que façam longos deslocamentos de casa para o trabalho.
Na capital paulista, há opções de hotéis localizados na região central e nas zonas oeste e sul reunidos na plataforma. Existem opções em outras cidades, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Palmas. Para usar o serviço, o profissional deve fazer o cadastro na plataforma VisitNow no site.
Perto da Avenida Paulista, o Hotel Tryp São Paulo Paraíso cedeu gratuitamente 21 apartamentos para que os profissionais da área da saúde possam descansar e ficar mais próximos do trabalho por todo o período que perdurar a pandemia.
“O hotel está seguindo uma cartilha muito rígida de cuidados e higiene e queremos ser um ponto de auxílio para médicos, enfermeiros e outros profissionais que estão na linha de frente da luta contra a covid-19, além daqueles que, por alguma razão, precisam se manter distantes de suas famílias. Dessa forma, estamos oferecendo conforto e dando a oportunidade de se hospedarem perto do local de trabalho, evitando o deslocamento para suas casas e o contato com os familiares”, disse a gerente de Marketing e Relacionamento do hotel, Patrícia Carvalho.
O Ministério da Infraestrutura firmou hoje (8) com o Governo do Distrito Federal (GDF) um protocolo de intenções para a duplicação da rodovia BR 080 no trecho que liga o Parque Nacional de Brasília ao estado de Goiás. Serão, no total, 40,3 quilômetros de extensão revitalizados. O documento traz o papel do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e do GDF nesse processo.
“O DNIT vai fornecer os projetos básicos [e executivos] de engenharia para o GDF duplicar a via, reduzindo o número de acidentes e poupando vidas. A obra terá recurso orçamentário do GDF”, disse o vice-governador do Distrito Federal, Paco Britto, durante rápida cerimônia de assinatura do protocolo de intenções.
O documento, que traz o compromisso dos governos federal e distrital em tirar a obra do papel, tem validade de 36 meses. O GDF executará a obra através do Departamento de Estradas e Rodagens (DER/DF).
“Estamos focados em apoiar o Governo do Distrito Federal nesta rodovia tão importante para todos. Vamos compartilhar a responsabilidade para ter uma perspectiva de investimentos que vão melhorar a qualidade do serviço prestado ao usuário”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.
A rodovia, em pista simples, conta com tráfego intenso de veículos. Isso acontece por conta da quantidade significativa de usuários que necessitam se deslocar de Brasília para o Entorno, uma vez que muitos trabalham na capital federal e moram nas cidades próximas. Esse tráfego intenso também se dá pelo deslocamento de veículos de cargas, que são responsáveis pelo escoamento de produção e abastecimento de insumos na região Centro-Oeste. Também faz parte do trecho a ligação entre as Regiões Administrativas de Taguatinga e Brazlândia, ambas no DF.
A Universidade de São Paulo (USP) está desenvolvendo uma vacina por spray nasal contra a covid-19. De acordo com a universidade, o modelo de imunização já foi testado – com resultados positivos – em camundongos contra a hepatite B.
Para construir a nova vacina, os pesquisadores da USP colocaram uma proteína do novo coronavírus dentro de uma nanopartícula, criada a partir de um substrato natural. A substância resultante é aplicada em forma de spray nas narinas do paciente.
Segundo a equipe que desenvolve a vacina, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, a expectativa é que o organismo do paciente produza a IgA Secretoram, um tipo de anticorpo presente na saliva, na lágrima, no colostro, no trato respiratório, no intestino e no útero, que atuaria no combate ao novo coronavírus.
A nanopartícula criada pelos pesquisadores e utilizada na construção da vacina permite que a substância permaneça na mucosa nasal por até quatro horas, tempo suficiente para ser absorvida e iniciar uma reposta do sistema imunológico. De acordo com a USP, para garantir a imunização, serão necessárias a aplicação de quatro doses – duas em cada narina, com intervalo de 15 dias.
Os protótipos devem ficar prontos em cerca de três meses – quando será possível iniciar os testes em animais. Os pesquisadores estimam que o produto seja repassado ao público a um custo de R$ 100 reais.
Também estão participando da pesquisa virologistas e imunologistas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, especialistas em nanotecnologia do Instituto de Química da USP, pesquisadores da Plataforma Científica Pasteur-USP, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) retirou a candidatura do Brasil à sede da Copa do Mundo Feminina de 2023. Em nota divulgada nesta segunda-feira (8), a entidade justificou a decisão "após minuciosa avaliação" e "uma combinação de fatores", como a falta de garantias do governo federal devido à pandemia do novo coronavírus. A CBF decidiu apoiar a candidatura da Colômbia - que concorre com Japão e com uma parceria entre Austrália e Nova Zelândia para receber a competição.
Segundo a nota, a Fifa considerou que a candidatura brasileira não apresentou "as garantias do doverno federal e documentos de terceiras partes, públicas e privadas, envolvidas na realização do evento". A CBF alegou compreender o protocolo padrão da entidade e recordou que o governo elaborou uma carta de apoio institucional que assegurava o país como "absolutamente apto", do ponto de vista estrutural, para receber as disputas, "como já o fez em situações anteriores".
O comunicado, porém, sublinhou que o governo, "por conta do cenário de austeridade econômica e fiscal, fomentado pelos impactos da pandemia da covid-19", avaliou não ser "recomendável, neste momento, a assinatura das garantias solicitadas". A Confederação disse entender a cautela "diante do momento excepcional vivido pelo país e pelo mundo". Ponderou, ainda, que o acúmulo de eventos esportivos de grande porte realizados em curto intervalo de tempo no Brasil "poderia não favorecer a candidatura na votação do próximo dia 25 de junho, apesar de serem provas incontestáveis de capacidade de entrega".
Já sobre a opção de apoiar a campanha colombiana para receber o Mundial, a CBF avaliou que uma candidatura única da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) aumenta as chances de a competição ocorrer no continente pela primeira vez. Realizada desde 1991, a Copa Feminina foi disputada duas vezes na Ásia (ambas na China), três na América do Norte (duas nos Estados Unidos e uma no Canadá) e três na Europa (Suécia, Alemanha e França).
Em nota oficial, a Emme Brasil – Representante Messe Düsseldorf, informa que “em vista das incertezas contínuas, em termos de restrições de viagem e manutenções de quarentena, a Messe Düsseldorf optou por adiar a feira REHACARE 2020, originalmente planejada para 23 a 26 de setembro de 2020, para 6 a 9 de outubro de 2021”.
De acordo com a organização do evento, “a retomada de organizações das feiras está sendo lenta, feita com muita segurança e planejamento, por isso acreditamos que reorganizar o calendário é muito importante e já estamos trabalhando a todo o vapor para que a próxima edição da REHACARE seja um sucesso.