08/10/2025

Transtorno do Espectro Autista em pauta em São José dos Campos/SP

Workshop sobre TEA em São José dos Campos/SP reunirá profissionais de diversas áreas para discutir abordagens integradas no cuidado de pacientes e famílias. O evento, organizado por Mais Infância Clínica e parceiros, busca promover a troca de experiências.

Transtorno do Espectro Autista em pauta em São José dos Campos/SP

No dia 18 de outubro, das 8h às 12h, será realizado o Workshop: TEA SOB A VISÃO MÉDICA E TERAPÊUTICA, um evento dedicado à atualização e ao diálogo interdisciplinar sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O evento acontecerá na Escola Monteiro Lobato, Avenida São João, 2500 - Jardim das Colinas, em São José dos Campos/SP.

O workshop reunirá profissionais de diversas áreas, como pediatria, neuropediatria, psiquiatria, terapia ocupacional, psicopedagogia, psicologia e fonoaudiologia, para discutir abordagens integradas no cuidado de pacientes com TEA e suas famílias.

O objetivo é promover a troca de experiências e fortalecer práticas que impactem positivamente a qualidade de vida dos pacientes.

Organizado pela Mais Infância Clínica, Tori Terapia Ocupacional e Elo Consultórios SJC, o evento é uma oportunidade para profissionais da saúde, da educação e de famílias para se atualizarem e compartilharem conhecimentos em um ambiente colaborativo.

Mais informações e inscrições no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=13696e1e-e478-46bb-b14d-0e01a2d4100a
 
Postado Pôr Antônio Brito 

CPB realiza seminário gratuito sobre modalidades paralímpicas em Macaíba

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio da sua área de Educação Paralímpica, está com inscrições abertas para o seminário presencial sobre modalidades paralímpicas, que será realizado em Macaíba, Rio Grande do Norte, no dia 30 de outubro.

As matrículas são gratuitas e podem ser realizadas pelo site da Educação Paralímpica até o dia 28 de outubro. A carga horária será de 8 horas e são disponibilizadas 100 vagas.

O pré-requisito para participar do seminário é a conclusão do curso “Movimento Paralímpico: Fundamentos Básicos do Esporte”, também disponível gratuitamente no site da Educação Paralímpica.

O seminário será realizado em um dos Centros de Referência do CPB, projeto que faz parte do Plano Estratégico da entidade elaborado em 2017 e revisado em 2021. O seu objetivo é aproveitar espaços esportivos em estados de todas as regiões do país para oferecer modalidades paralímpicas, desde a iniciação até o alto rendimento.

Durante as atividades, os participantes terão acesso aos seguintes conteúdos:

A Educação Paralímpica e seu universo de possibilidades, com professor David Farias Costa, coordenador da Educação Paralímpica;
Bocha Paralímpica – teórica e prática, com professor Dr. Matheus Dantas.

Para obter mais informações ou sanar dúvidas sobre novos cursos, os interessados podem enviar um e-mail para educ.paralimpica@cpb.org.br.

Serviço
Seminário presencial – Modalidades Paralímpicas – Centro de Referência de Macaíba
Data e horário:
30 de outubro, das 9h às 17h
Local: Centro de Educação e Pesquisa em Saúde – Anita Garibaldi
Endereço: Rod. RN-160, 2010 (KM 1,5) – Distrito de Macaíba – RN – 59280-000
Inscrições: até dia 28 de outubro, neste link.

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais da Educação Paralímpica.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-realiza-seminario-gratuito-sobre-modalidades-paralimpicas-em-macaiba/

Postado Pôr Antônio Brito 

Governo Federal confirma suspensão de todas linhas de crédito Acessibilidade

Governo Federal confirma suspensão de todas linhas de crédito Acessibilidade

EXCLUSIVO – Sem nova Portaria do Ministério da Fazenda, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal deixam de oferecer linhas de crédito para pessoas com deficiência

Nesta segunda-feira, 6, o Diário PcD recebeu – COM EXCLUSIVIDADE, por meio de informações oficiais, que as linhas de crédito Acessibilidade oferecidas pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal estão temporariamente suspensas.

Essas linhas, criadas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência a produtos e tecnologias assistivas — como cadeiras de rodas motorizadas, adaptações veiculares e equipamentos de acessibilidade —, eram voltadas especialmente para quem possuía renda de até cinco salários mínimos.

De acordo com as instituições financeiras, a suspensão está relacionada à não renovação da Portaria nº 1.782/2024, do Governo Federal, que regulamenta a operacionalização do crédito com subsídio especial. Como a portaria não foi reeditada, todas as modalidades do programa Acessibilidade estão descontinuadas.

De acordo com informações apuradas pelo Diário PcD, “esperamos que ainda nesta semana o Ministério da Fazenda finalize os trâmites e que ela seja publicada até a sexta-feira, 10/10”.

Para a ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência, essa interrupção representa um retrocesso significativo para milhares de pessoas com deficiência que dependem dessas linhas de financiamento para garantir autonomia e inclusão social.

“O crédito acessível é um instrumento essencial para a vida independente das pessoas com deficiência. A suspensão dessas linhas demonstra falta de prioridade com a política de inclusão”, destacou a ANAPcD em nota.

O Diário PcD segue acompanhando o caso e cobrando posicionamento do Governo Federal sobre a reativação imediata das linhas de crédito, consideradas fundamentais para a efetivação dos direitos das pessoas com deficiência.

Pelo menos nos últimos anos, sem a reedição de novas portarias, os créditos ficaram suspensos por meses.

Nota da Assessoria Especial de Comunicação – Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), informa que solicitou à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda (MF), a renovação da portaria que autoriza o pagamento de equalização de taxas de juros em operações de financiamento do Crédito Acessibilidade, de forma que não houvesse interrupção do acesso ao Crédito Acessibilidade. 

A medida em questão é fundamental para viabilizar a aquisição, por pessoas físicas, de bens e serviços de tecnologia assistiva em todo país. Após o envio da solicitação por parte da SNDPD, a previsão é de que o Ministério da Fazenda finalize os trâmites administrativos e publique a nova portaria até a próxima quarta-feira, 8 de outubro.

Por fim, é importante destacar que as tecnologias assistivas compreendem recursos, produtos, serviços e metodologias que promovem a autonomia, a independência e a qualidade de vida de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Fonte https://diariopcd.com.br/governo-federal-confirma-suspensao-de-todas-linhas-de-credito-acessibilidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

07/10/2025

Automóveis são atração da REHACARE 2025 na Alemanha

A REHACARE, principal feira de reabilitação e inclusão, destacou inovações em mobilidade, com destaque para automóveis adaptados. Visitantes testaram veículos com joysticks, promovendo independência. Adaptações como essa já são comuns na Europa.

Automóveis são atração da REHACARE 2025 na Alemanha

A REHACARE é a principal feira internacional de reabilitação, prevenção, inclusão e cuidado voltada a pessoas com deficiência do mundo, e é realizada em Düsseldorf, na Alemanha. Neste ano, aconteceu de 17 a 20 de setembro.

O evento é uma plataforma global para apresentar tecnologias assistivas inovadoras, soluções para a vida independente e avanços em mobilidade, reunindo profissionais, fabricantes, associações e usuários de todo o mundo.

Assim como acontece no Brasil e em todos os eventos do segmento em todo o mundo, os automóveis são sempre uma atração das principais da feira, bem como as adaptações e suas inovações.

E este ano na REHACARE não foi diferente. No test-drive realizado na parte externa dos pavilhões da feira – esse ano foram 5 pavilhões – a sensação de poder dirigir um carro seja qual for a deficiência da pessoa chamou mais uma vez a atenção dos visitantes de todas as partes do mundo.

Dirigindo um veículo com apenas o auxilio de 2 joysticks compatíveis com o de uma cadeira de rodas, uma visitante tetraplégica pôde sentir a sensação de independência e autodeterminação.

Ela deu uma volta com um veículo adaptado pela PARAVAN, empresa europeia de adaptação veicular, e testar sua mobilidade. Os veículos são personalizados de acordo com suas necessidades individuais de cada usuário, seja com um dispositivo portátil, um ou dois joysticks.

No Brasil ainda não temos adaptações desse tipo, por aqui não são comuns. Mas na Europa sim e já há algum tempo.

Para conhecer e saber mais, visite o site oficial:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=fbcb2203-1e7a-479f-b440-ec70b78d727a
 
Postado Pôr Antônio Brito 

CT Paralímpico recebe Campeonato Brasileiro de tiro com arco a partir desta terça-feira, 7

Tiro com arco durante o Conexão Paralímpica no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: CarolCoelho/ CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, será palco do 19º Campeonato Brasileiro de tiro com arco a partir desta terça-feira, 7, até o sábado, 11. São aguardados 92 atletas na competição que contará com provas de arco recurvo e composto.

O primeiro dia do Campeonato será dedicado ao treino oficial, inspeção de equipamentos e classificação. Na sequência, os arqueiros passam a brigar por medalhas em provas individuais, em duplas e por equipes até a sexta-feira, 10.

Entre os participantes está o cearense Eugênio Franco, representante do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Paris, em 2024 e medalhista de ouro dos Jogos parapan-Americanos de Santiago, em 2023. Ele compete na classe W1 (para atletas com deficiências mais severas).

O encerramento do Campeonato, no sábado, 11, será marcado pela realização da seletiva para a Seleção Brasileira de tiro com arco de 2026, que ocorrerá no próprio CT Paralímpico.

Parte dos atletas inscritos também esteve presente no Conexão Paralímpica, realizado nos dias 2 e 3 de outubro, também no CT Paralímpico.

Patrocínio
A Caixa e as Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
O atleta Eugênio Franco é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/ct-paralimpico-recebe-campeonato-brasileiro-de-tiro-com-arco-a-partir-desta-terca-feira-7/

Postado Pôr Antônio Brito 

1ª Conexão do emprego PCD em Santana de Parnaíba/SP

Santana de Parnaíba/SP realizará o 1º Feirão PCD de empregos em 18 de outubro, conectando talentos com deficiência e TEA a empresas. Das 9h às 13h no Poupatempo.

1ª Conexão do emprego PCD em Santana de Parnaíba/SP

A Prefeitura da cidade de Santana de Parnaíba/SP na região metropolitana da capital paulista, por meio da Secretaria de Emprego e Desenvolvimento Econômico, realizará no dia 18 de outubro o 1º Feirão PCD de empregos, uma grande oportunidade para pessoas com deficiência (intelectual, sensorial e física) e/ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) ingressarem ou se recolocarem no mercado de trabalho.

O evento vai conectar talentos a empresas, promovendo inclusão, respeito e valorização da diversidade no mundo do trabalho.

Será das 9h às 13h, no Poupatempo – Av. Tenente Marques, 5297 – no bairro da Fazendinha – Santana de Parnaíba/SP.

Mais informações nas redes sociais:

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=6505868e-3cb5-48dd-bf2e-b6cd56ee5c5e
 
Postado Pôr Antônio Brito 

Capacitismo institucionalizado: como as recentes declarações de internacionais reforçam as barreiras à inclusão

Capacitismo institucionalizado: como as recentes declarações de internacionais reforçam as barreiras à inclusão OPINIÃO - * Por Daniela Mendes

OPINIÃO

  • * Por Daniela Mendes

A inclusão de pessoas com deficiência ainda é um desafio persistente na sociedade. Barreiras sociais, estigmas e a desinformação levam a atitudes que prejudicam a equidade e limitam o acesso a oportunidades. Mais do que políticas ou programas isolados, é necessário um esforço coletivo para combater o capacitismo e transformar a percepção social, reconhecendo o valor e garantindo os direitos de cada pessoa.

Um exemplo recente dessa dinâmica foi a repercussão da hipótese – reforçada pelo Presidente Norte-Americano, Donald Trump – de que o uso de paracetamol durante a gravidez poderia estar relacionado ao desenvolvimento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no bebê. Apesar da ampla divulgação, Instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde reforçaram que não existem evidências científicas que comprovem essa relação. 

O Autismo não é uma doença a ser “curada”, mas uma condição do neurodesenvolvimento que tem causas multifatoriais: genéticas, epigenéticas e ambientais. O melhor caminho é investir em diagnóstico precoce e intervenções terapêuticas eficazes. No Instituto Jô Clemente (IJC), o programa Sinais de Atenção na Primeira Infância capacita professores, pedagogos e profissionais de saúde a identificar sinais de alerta no desenvolvimento infantil, permitindo que crianças recebam o suporte necessário desde os primeiros sinais. Esse cuidado se integra à nossa rede de saúde e acompanhamento especializado ao longo de toda a vida, do diagnóstico e estimulação precoce às intervenções interdisciplinares e serviços voltados à Longevidade. Como referência na disseminação de conhecimento, o IJC venceu o Prêmio Marketing Best com a 1ª Campanha do Brasil de Conscientização sobre o Autismo, realizada em 2023, com o propósito de quebrar paradigmas e ampliar o acesso à informação qualificada sobre o diagnóstico. Seguindo essa missão, lançamos o e-book “Autismo Sem Mistérios”, um material rico em conteúdo que reúne sinais de alerta, informações sobre abordagens terapêuticas e mitos e verdades sobre o tema, oferecendo orientação prática para profissionais, escolas e famílias.

Conhecimento técnico e programas específicos só têm impacto real quando acompanhados de uma mudança cultural. O capacitismo, expresso em atitudes de exclusão, preconceito e falta de acessibilidade, continua sendo uma das principais barreiras para a inclusão. Marcos legais, como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), avançam na direção certa, mas sua efetividade depende de fiscalização, implementação prática e, principalmente, conscientização social.

A reflexão que fica é: que tipo de sociedade queremos construir? 

Episódios como o debate recente sobre o paracetamol devem servir de lembretes urgentes da necessidade contínua de educação, checagem de informação, empatia e ação coletiva para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva para todas as pessoas.

  • * Daniela Mendes é Superintendente Geral do Instituto Jô Clemente (IJC), que há mais de 64 anos promove saúde, qualidade de vida e inclusão de pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras. Pioneiro no Teste do Pezinho e referência em diagnósticos e tratamentos, o IJC atua em diversas áreas, desde serviços de Saúde, Inclusão Social, Defesa e Garantia de Direitos até Pesquisas e Inovação. Daniela é enfermeira e tem mais de 20 anos de experiência na gestão de Serviços de Saúde e de Organizações Sociais, com ênfase no planejamento estratégico, gestão de negócios e de pessoas.
Fonte https://diariopcd.com.br/capacitismo-institucionalizado-como-as-recentes-declaracoes-de-internacionais-reforcam-as-barreiras-a-inclusao/
 
Postado Pôr Antônio Brito

06/10/2025

Projeto de Iniciação ao Esporte Adaptado IV da ADD impacta jovens e famílias pela prática paradesportiva

Projeto de Iniciação ao Esporte Adaptado IV da ADD impacta jovens e famílias pela prática paradesportiva 

Programa mostra como o esporte abre caminhos para novas habilidades, amizades e oportunidades

A ADD – Associação Desportiva para Deficientes – impacta diariamente crianças, jovens e famílias com o Projeto de Iniciação ao Esporte Adaptado Ano IV. O programa visa oferecer atividades para introduzir os participantes no esporte adaptado, proporcionando o desenvolvimento de habilidades sociais, esportivas e autonomia para crianças, adolescentes e jovens adultos com deficiência física e intelectual.

Muito mais do que a aprendizagem das modalidades do paradesporto, o projeto promove por meio da prática esportiva, o desenvolvimento físico, social, psicológico e cultural de crianças, adolescentes e jovens com deficiência física, intelectual ou visual, com idades entre 6 e 29 anos, de ambos os sexos, residentes na cidade de São Paulo e Grande São Paulo. O projeto é realizado a partir da Lei n.º 11.438/06 – Lei de Incentivo ao Esporte.

Samuel Isaque faz parte da ADD desde 2023, possui deficiência intelectual e sua família conheceu a instituição por meio do contato com a mãe de outro atendido da entidade. Encontrou no Projeto de Iniciação uma oportunidade de praticar o atletismo, e assim desenvolver novas habilidades e conquistar mais autonomia no dia a dia. Para ele, o esporte também foi uma porta para novas amizades e o fez se sentir mais incluído na sociedade. Já conquistou medalhas nos jogos escolares de 2025 e pretende aumentar ainda mais a prateleira de troféus e medalhas.

“O Samuel demonstra ser dedicado e esforçado, participando das atividades com empenho e disciplina. Apresenta-se como um colega carinhoso e atencioso com os amigos, mostrando espírito de equipe, respeito, dedicação e comprometimento com os treinos”, conta uma das professoras de Samuel.

O projeto prevê o atendimento de 160 participantes que realizam atividades nos contraturnos escolares e aos sábados no Centro Paraolímpico de São Paulo e no Sírio-Libanês. Todas as atividades e ações são realizadas por profissionais habilitados na área de Educação Física e Esporte, com experiência no atendimento da pessoa com deficiência, a fim de garantir um acompanhamento qualificado, seguro e adequado às necessidades de cada participante. Os esportes oferecidos são: atletismo, futebol, basquete em cadeira de rodas, ginástica, bocha e tênis de mesa.

“O Projeto de Iniciação ao Esporte Adaptado é transformador porque vai muito além da prática esportiva. Ele representa inclusão, autonomia e desenvolvimento para crianças e jovens com deficiência. Cada atividade é pensada para estimular não apenas o corpo, mas também a autoestima, a socialização e a construção de novas perspectivas de vida. Ver a evolução de cada participante e o impacto positivo em suas famílias reforça o quanto iniciativas como essa são fundamentais para garantir oportunidades e ampliar horizontes.”, declara Eliane Miada, Fundadora e Presidente do Conselho da ADD.

O projeto pretende ter como resultado a contribuição para o desenvolvimento físico, educacional e psicossocial de participantes com deficiência, por meio da prática de esportes adaptados, em modalidades específicas ou diversificadas. Busca também fortalecer a percepção de inclusão social, estimulando a participação em atividades culturais e o uso de espaços públicos, além de promover ganhos em autonomia e independência dos matriculados.

O ADD Programa de Iniciação ao Esporte Ano IV, é um projeto realizado com apoio da Lei n.º 11.438/06 – Lei de Incentivo ao Esporte desde 2017, e é patrocinado por Itaú, IBM, Bank of America, B3, Facchini, Grupo Wiz, Grupo ELFA, BD, Montana Química e Seadrill.

Sobre a ADD

A Associação Desportiva para Deficientes (ADD), fundada em 1996 por Steven Dubner e Eliane Miada, promove a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência por meio do esporte, desde a iniciação até o alto rendimento. Entre suas principais modalidades estão o atletismo, basquete em cadeira de rodas (com a equipe multicampeã ADD Magic Hands), bocha paralímpica e vôlei sentado. Com quase três décadas de atuação, a ADD já atendeu mais de 14 mil pessoas, conta com cerca de 300 voluntários por ano, realizou mais de 5 mil palestras e impactou cerca de 2 milhões de pessoas com seus programas.

CRÉDITO/IMAGEM: Samuel nos Jogos Escolares 2025. Foto: ADD

Fonte https://diariopcd.com.br/projeto-de-iniciacao-ao-esporte-adaptado-iv-da-add-impacta-jovens-e-familias-pela-pratica-paradesportiva/

Postado Pôr Antônio Brito

Histórico! Brasil quebra domínio chinês e é campeão do Mundial de atletismo pela 1ª vez

Jerusa Geber e Thalita Simplício no pódio dos 200m T11 (deficientes visuais) | Foto: Cris Mattos/CPB

O Brasil se sagrou, pela primeira vez na história, o campeão de uma edição de Mundial de atletismo ao terminar na primeira colocação do quadro geral de medalhas na competição realizada em Nova Déli, na Índia, e que se encerrou neste domingo, 5.

Os brasileiros subiram ao pódio todos os dias da competição em Nova Déli e lideraram o quadro geral de medalhas desde o primeiro dia de provas – único período do Mundial em que a primeira colocação foi dividida com a China. Só neste domingo, foram seis pódios, sendo três ouros, uma prata e dois bronzes.

Assim, o Brasil termina a competição com 15 ouros, 20 pratas e nove bronzes, com um total de 44 medalhas. Os chineses ficaram na segunda colocação, com 13 ouros, 22 pratas e 17 bronzes, sendo 52 no total.

Confira aqui o guia de imprensa do Mundial de atletismo de Nova Déli

Esta é somente a segunda vez na história em que a China perde no quadro de medalhas na competição – a primeira havia sido há 12 anos, em Lyon 2013, quando o país vencedor foi a Rússia — na ocasião, os chineses terminaram na sexta colocação. Na Índia, o Irã encerrou como o terceiro colocado, com nove ouros e 16 medalhas ao todo.

“Esse é o primeiro mundial do ciclo paralímpico para os Jogos de Los Angeles 2028. Quebramos o recorde do número de medalhas de ouro da modalidade e também superamos o total de medalhas conquistadas em Paris 2024. O Brasil já vem muito forte no primeiro ano do ciclo. […] O número de medalhas não surpreende por conta do trabalho que o CPB vem desenvolvendo, desde a iniciação até o alto rendimento, com os festivais paralímpicos em 120 cidades, atendendo mais de 40 mil crianças nas edições desse ano. Os meetings, que aconteceram por todo o Brasil, nas 27 unidades federativas, descobertas de novos atletas, os centros paralímpicos, que são hoje 86. O Brasil sai do eixo do sudeste e espalha o programa por todo o país. Isso vai continuar porque o pensamento não é só para 2028, mas para 2032 também”, analisou Yohansson Nascimento, vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

O atletismo paralímpico brasileiro estava muito próximo de atingir tal feito histórico pois já figurava entre os principais colocados no quadro geral de medalhas nas últimas edições de Mundiais. Nas três últimas participações, em Kobe 2024, Paris 2023 e Dubai 2019, o país terminou na segunda colocação.

Até então, a melhor campanha brasileira em Mundiais havia acontecido em Kobe 2024. No Japão, a Seleção Brasileira terminou na segunda posição do quadro geral de medalhas, somente atrás da China. Foram 42 pódios no total, sendo 19 medalhas de ouro, 12 de prata e 11 de bronze. Esta foi a campanha mais dourada do país na história dos mundiais.

Já no Mundial de Paris 2023 o Brasil teve seu melhor desempenho em total de pódios na história, com 47 medalhas ao todo, sendo 14 ouros, 13 pratas e 20 bronzes. Naquela ocasião, o país terminou a competição com dois pódios a mais do que os chineses (47 a 45). No entanto, os brasileiros ficaram na vice-liderança do quadro geral de medalhas por uma diferença de dois ouros – foram 14 contra 16 (confira histórico ao término do texto).

Marca histórica e medalhas do dia

O último dia foi emocionante para os atletas do Brasil, que conseguiram novas marcas histórias, recordes e até uma medalha de ouro após o término da prova, sendo obtida no júri de arbitragem.

A acreana Jerusa Geber conquistou a sua segunda medalha de ouro na Índia ao vencer a prova dos 200m T11 (deficiência visual), com o tempo de 24s88, o seu melhor na temporada. Foi também o segundo ouro da velocista na disputa, após o primeiro lugar em Paris 2023.

De quebra, Jerusa se tornou a atleta brasileira, entre homens e mulheres, com maior quantidade de medalhas na história dos Mundiais. Ela atingiu a marca de 13 pódios na competição, sendo sete ouros, cinco pratas e um bronze, superando o recorde que era da mineira Terezinha Guilhermina, com 12 medalhas no total.

Outra brasileira envolvida na final, a potiguar Thalita Simplício obteve a medalha de bronze, com 25s97. Foi a décima medalha da atleta, que também foi tetracampeã nos 400m T11. Também foi a quarta dobradinha brasileira em pódios em Nova Déli. A medalhista de prata dos 200m foi a chinesa Liu Yiming, com 25s54.

“Estou muito feliz. Dois objetivos concluídos com sucesso: o tetra nos 100m e sair daqui como a atleta com maior número de medalhas em mundiais. Cheguei e estou saindo sem dor, sem lesão. […] É claro que eu quero [ir para Los Angeles 2028]. Eu quero o penta, o hexa [nos mundiais], quero tudo. Até onde aguentar, eu quero ir”, analisou Jerusa, após a vitória.

Ouro depois da prova

A potiguar Clara Daniele viveu uma situação inusitada logo na sua estreia em Mundiais ao ficar com a medalha de ouro na final dos 200m T12 (deficiência visual) após o término da prova. Durante a disputa, ela havia cruzado a linha de chegada na segunda colocação, com o tempo de 24s42, sua melhor marca na temporada. A vencedora havia sido a venezuelana Alejandra Paola Lopez, que fez 24s20.

No entanto, após a prova, a arbitragem analisou a corrida e observou que o atleta-guia da venezuelana puxou a competidora antes de cruzar a linha de chegada, o que não é permitido pela regra da competição. Assim, a vencedora foi desclassificada.

A Venezuela entrou com apelação, mas ela não foi aceita pelo júri de arbitragem do Mundial. Com isso, a velocista brasileira herdou a medalha de ouro, tornando-se campeã mundial logo na sua estreia em Mundiais. A prata ficou com a indiana Simran e o bronze, com a chinesa Shen Yaqin.

“Poderia ter sido melhor, mas não dá para reclamar. Ficamos com a prata. Dedico a Deus, ao meu pai, minha mãe e ao meu avô. […] Eu prometi que levaria uma medalha e estou levando para ele ver”, disse Clara Daniele logo após a prova, antes de saber da desclassificação da vencedora.

Mais medalhas e finais para o Brasil

Já a potiguar Maria Clara Augusto ganhou a medalha de prata na final dos 200m T47 (deficiência nos membros superiores), com o tempo de 24s77, o seu melhor na temporada – nas eliminatórias, ela havia feito 24s97, que era até então a sua prova mais rápida.

Foi o terceiro pódio da velocista de Natal (RN) em Nova Déli. Ela também obteve o ouro nos 400m e a prata nos 100m. Com isso, Maria Clara é a atleta do Brasil que mais subiu ao pódio neste Mundial.

A vencedora da prova foi a equatoriana Kiara Rodriguez, com 24s34, novo recorde mundial da disputa, enquanto a francesa Anna Grimaldi levou o bronze, com 24s82.

O catarinense Edenilson Floriani também subiu ao pódio neste domingo, 5, após levar a medalha de bronze no arremesso de peso F42/F63 (deficiência nos membros inferiores), com a marca de 14,96m, novo recorde das Américas – o índice anterior, de 14,93m, também era do brasileiro. O vencedor da prova foi Aled Davies, da Grã-Bretanha, com 16,44m, e a prata ficou com Faisal Sorour, do Kwait, com 16,28m.

Foi a segunda medalha de bronze de Edenilson em Nova Déli – também ficou na terceira colocação no lançamento de dardo.

Entre os outros brasileiros que competiram finais neste último dia em Nova Déli, o paraense Alan Fonteles terminou na quarta colocação dos 400m T62 (amputados de membros inferiores com prótese), com o tempo de 59s03. O medalhista de ouro da prova foi o alemão Johannes Floors, com 45s39.

Os gaúchos Wallison Fortes e Aser Ramos também não conseguiram finalizar o Mundial entre os medalhistas em suas provas. O primeiro terminou na quinta colocação dos 200m T64 (amputados de membros inferiores com prótese), com 22s79, enquanto o segundo também encerrou no quinto lugar do salto em distância T36 (paralisados cerebrais), com 5,70m.

Prata garantida no júri

O Brasil amanheceu neste domingo com o resultado favorável da apelação sobre o protesto em relação à medalha de prata do paulista Thiago Paulino na prova do arremesso de peso F57 (que competem sentados).

Isso porque o atleta de Orlândia (SP) havia conquistado a medalha de prata, com 14,82m, neste sábado, 4. Porém, após o término da prova, houve protesto em relação ao arremesso do brasileiro que valeu a marca, alegando que Thiago Paulino havia desencostado da cadeira na execução do movimento, o que é proibido pela regra da prova.

Mas, neste domingo, 5, a apelação sobre o resultado do protesto, feita pelo CPB, foi aceita pelo júri e, com isso, Thiago Paulino teve o resultado validado, mantendo-se na segunda colocação da prova.

Confira a posição final do Brasil nos últimos Mundiais de atletismo:
Nova Déli – 1º lugar (15 ouros, 20 pratas e 9 bronzes)
Kobe 2024 – 2º lugar (19 ouros, 12 pratas e 11 bronzes)
Paris 2023 – 2º lugar (14 ouros, 13 pratas e 20 bronzes)
Dubai 2019 – 2º lugar (14 ouros, 9 pratas e 16 bronzes)
Londres 2017 – 9º lugar (8 ouros, 7 pratas e 6 bronzes)
Doha 2015 – 7º lugar (8 ouros, 14 pratas e 13 bronzes)
Lyon 2013 – 3º lugar (16 ouros, 10 pratas e 14 bronzes)
Christchurch 2011 – 3º lugar (12 ouros, 10 pratas e 8 bronzes)
Assen 2006 – 19º lugar (4 ouros, 11 pratas e 10 bronzes)

Patrocínio
As Loterias Caixa, a Caixa, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Edenilson Floriani, Clara Daniele Silva, Jerusa Geber, Thalita Simplício, Aser Almeida, Maria Clara Augusto e Wallison Fortes integram o Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Alan Fonteles, Aser Almeida, Jerusa Geber integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/historico-brasil-quebra-dominio-chines-e-e-campeao-do-mundial-de-atletismo-pela-1a-vez/

Postado Pôr Antônio Brito 

EUA processam Uber por discriminação de PcD

O governo dos EUA processou a Uber por discriminar passageiros com deficiência, acusando motoristas de recusarem atendimento e cobrarem taxas indevidas. A ação busca proibir violações e indenizar os afetados.

EUA processam Uber por discriminação de PcD

O governo dos EUA processou a Uber Technologies na última semana, acusando a empresa de compartilhamento de viagens, por discriminar passageiros com deficiência.

Em uma queixa apresentada no tribunal federal de São Francisco, o Departamento de Justiça dos EUA disse que os motoristas da Uber rotineiramente se recusam a atender pessoas com deficiência, incluindo passageiros que viajam com animais de serviço ou cadeiras de rodas dobráveis.

O departamento também disse que a Uber e seus motoristas impõem sobretaxas inadmissíveis ao cobrar taxas de limpeza para animais de serviço e taxas de cancelamento para passageiros cujo serviço é negado.

Alguns motoristas também insultam e menosprezam pessoas com deficiência ou recusam pedidos razoáveis, como permitir que passageiros com dificuldades de mobilidade sentem no banco da frente.

A denúncia ressalta que a conduta discriminatória da Uber causou danos econômicos, emocionais e físicos significativos a indivíduos com deficiência.

O processo busca uma liminar proibindo novas violações da Lei dos Americanos com Deficiências, mudanças nas práticas da Uber, danos monetários e uma multa civil.

Ou seja, lá é como cá !

A matéria original em inglês está no link da CNN:

https://edition.cnn.com/2025/09/11/tech/us-sues-uber-allegingdisability-discrimination

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=1f8aa07d-2f8a-41a9-b529-416548285db3
 
Postado Pôr Antônio Brito