ADET SUPERAÇÃO

07/02/2020

Conheça o curta de Ian para entender a inclusão e a deficiência

Com informações de Etapa Infantil

Essa história é conhecida como “Ian, uma história que nos mobilizará” e é baseada na vida de uma criança com deficiência que deseja acabar com as barreiras da solidão e isolamento causadas por ser deficiente. Este curta tem três prêmios e pode ser indicado ao Oscar.

Mensagem de luta com uma história verdadeira

A mensagem é lutar contra a ignorância que algumas pessoas têm sobre a deficiência e, por causa disso, é mais do que provável que exista bullying e isolamento. É necessário saber e lembrar que as crianças com deficiência são o grupo mais vulnerável à violência e ao bullying.

Esta história é a vida real de uma criança argentina que tem paralisia cerebral que afeta tanto a mobilidade quanto a linguagem. Desde 2012, sua mãe criou a Ian Foundation para poder denunciar sua deficiência e, assim, tentar construir uma sociedade inclusiva. O que se pretende com este curta-metragem é derrubar as barreiras e aumentar a inclusão social.

Um mundo melhor pode ser alcançado para crianças com deficiência se todas as pessoas fizerem sua parte … se a deficiência for melhor compreendida. As principais barreiras, além das arquitetônicas, são as mentais.

A deficiência pode ser física, mental, intelectual ou sensorial e pode afetar a qualidade de vida das pessoas afetadas. O objetivo das organizações e fundações é informar a sociedade e melhorar o bem-estar das crianças com deficiência. A falta de informação e a ignorância são os verdadeiros culpados dessa estigmatização vivenciada por pessoas com deficiência e, portanto, informação e educação são a base de uma sociedade que respeita, tem empatia e é educada a partir do amor..

Em seguida, mostraremos o vídeo para que você possa entender tudo o que falamos acima.

Fonte  https://www.pensarcontemporaneo.com/ian-um-curta-sobre-inclusao-que-vai-te-emocionar/

Postado por Antônio Brito

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Aluno junta lacre de latinhas para comprar cadeira de rodas motorizada para professora

POR RAFAEL MELO

Prepara o lenço porque essa história é linda demais pra não chorar… Um garoto de apenas 10 anos iniciou uma campanha na sua escola para arrecadar lacres de latinhas de alumínio e trocar por uma cadeira de rodas motorizada para a sua professora.

Gabriel Jesus disse que quer dar a cadeira para a tia Eliana Oliveira ter mais conforto e mobilidade. “Eu gostei muito dela, vi que ela faz muito esforço e vou dar uma cadeira motorizada pra ela”, disse ele.

“Fiquei bastante surpresa por essa ação voluntária e eu nem percebi que ele tava prestando atenção, olhando, se interessando e o objetivo dele era juntar e poder comprar uma cadeira melhor do que a que eu tinha. Eu fiquei emocionada quando eu vi que ele queria ir nas outras salas pedir para contribuírem, envolver toda a escola de uma maneira que ele pensou em tudo”, disse a professora.

A mãe do garoto, Geise Damasceno, explicou que Gabriel viu na internet uma campanha que troca lacres de latas de alumínio por cadeiras de rodas. “A ideia surgiu daí. Ele me disse que a professora cansava muito com a cadeira que ela tem, que é ruim e que esse era o sonho e a vontade dele, foi uma iniciativa dele e uma atitude de coração”, disse a mãe.

Foto: Reprodução/Facebook Eliana Oliveira

A Escola Municipal Vereadora Astrea Barral Nebias fica em Mogi das Cruzes (SP). A campanha idealizada por Gabriel Jesus tem o apoio da direção. Pra conseguir o feito, Gabriel precisa juntar 160 garrafas de 2 litros de lacres: ele já conseguiu 32 garrafas. “Eu estou empolgado”, disse.

Professora enfrenta dificuldades de locomoção

Eliana é professora há oito anos. Ela conta que no início sofreu bastante com a falta de acessibilidade, mas a escola onde trabalha hoje é totalmente acessível. Para ajudá-la dentro da sala de aula, ela escolhe um dos alunos para empurrar a cadeira quando precisa, e foi aí que Gabriel percebeu o tamanho da dificuldade para a Eliana se deslocar.

A professora nunca conseguiu adquirir uma cadeira motorizada, que custa no mínimo R$ 6 mil. Com o orçamento apertado, ela compra cadeiras de até R$ 2 mil, dividindo o pagamento em 10 vezes, que é a forma que ela consegue pagar.

“A cadeira [motorizada] ajudaria bastante”, avaliou.

Professora cujo aluno faz campanha para comprar cadeira de rodas em em cadeira de rodas
Eliana usa uma cadeira simples e tem dificuldades de locomoção. Foto: Arquivo pessoal

Ela sabe que é difícil conseguir uma cadeira de rodas motorizada com lacres de latinhas de alumínio. Mas, mesmo precisando da cadeira, disse que abriria mão para ajudar pessoas que não têm sequer uma cadeira de rodas normal.

“Mesmo com todos os contras, eu incentivei Gabriel porque eu não queria estragar esse momento tão mágico. E se conseguirmos a cadeira, eu posso até doar para a escola, para quem não tem e precisa”, disse.

Empatia e solidariedade são valores trabalhados na escola

Desde o massacre na Escola Municipal Raul Brasil, em Suzano (SP), em 2019, que deixou 10 mortos, as escolas das cidades vizinhas passaram a trabalhar valores como empatia e  solidariedade com os alunos, e é assim também na escola do Gabriel e da Eliana.

Professora e aluno que faz campanha para comprar cadeira de rodas para ela
Gabriel e Eliana têm relação forte de afeto. Foto: Arquivo pessoal

“A gente inicia o ano falando sobre essas questões, sobre a necessidade de prestar a atenção no outro, de não fazer bullying. Isso tudo me aproximou muito dos nossos alunos. Eu me apeguei muito, ficou mais forte ainda. Eu amooooo os meus alunos”, disse Eliana.

Professora que vai ganhar cadeira de rodas de aluno com estudantes
Professora mantém relação de cumplicidade com alunos. Foto: Arquivo pessoal

Eliana mora em Suzano e sabe bem o quanto é importante a relação entre escola e comunidade.

“A educação cria laços de afetividade e empatia desde o relacionamento como é construído, escola e comunidade, aluno, essa ponte de convivência. A gente passa metade do dia juntos, passa mais tempo com eles do que com a família e acaba se envolvendo, tanto o docente na vida do aluno quanto o aluno na vida do professor e vai se consolidando durante o tempo. Respeito, carinho, consideração, amizade, parceria, prestar a atenção ao outro”, disse.

Professora ficou paraplégica ao ser atingida por um tiro durante assalto

A vida de Eliana sempre é marcadas por dificuldades e muita resiliência. Ela nasceu em uma família humilde de São Caetano do Sul (SP), filha de um torneiro mecânico e uma dona de casa.

Depois se mudou para Suzano e quanto tinha 18 anos, sofreu um tiro durante uma tentativa de assalto. O disparo atingiu a medula e o pulmão. Ela tinha acabado de ser mãe e estava com um bebê de oito meses.

“Foi o meu filho que me deu forças pra lutar pela vida. Entrei em coma… fui ressuscitada três vezes. Foi terrível lutar pela vida e ter um filho me deu forças pra sobreviver”, relatou.

Professora que vai ganhar cadeira de rodas de aluno com seu filho.
Eliana hoje tem 43 anos de idade e o filho, 25. Foto: Arquivo pessoal

Eliana ficou internada por dois meses e perdeu cerca de 20 kg. O marido a deixou e foi sua mãe quem cuidou dela nos primeiros meses. “Resolvi voltar a estudar, encarar a vida mesmo numa cadeira de rodas, concluí o Ensino Médio com a ajuda do meu pai que me levava na escola”, relembra.

Depois ela tirou carteira de habilitação e passou no primeiro concurso para merendeira de uma escola em Mogi das Cruzes (SP). “Trabalhei aproximadamente 5 anos em escola, onde percebi que podia trabalhar com crianças. Fiz o Enem, consegui uma bolsa de pedagogia, exonerei o cargo, estudei e voltei após 3 anos como professora”, narrou.

Há três anos ela conheceu um novo amor, com quem se casou em 2018. “Encontrei o amor da minha vida. Quando estou com meu esposo daí não tem limites”, se declarou.

Professora que vai ganhar cadeira de rodas de aluno com esposo
Eliana com o seu marido atual. Foto: Arquivo pessoal

Nossa, a Eliana é uma guerreira, né?! Com certeza sua história é uma lição de vida para os seus alunos. E o Gabriel também nos ensina bastante. Nota 10 pra vocês!

Fonte  https://razoesparaacreditar.com/aluno-cadeira-de-rodas-professora/?utm_source=facebook&utm_medium=post&utm_campaign=rpa&utm_content=aluno-junta-lacres-latinhas-aluminio-comprar-cadeira-rodas-motorizada-professora

Postado por Antônio Brito 

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Pai que recebeu medula do filho está livre do câncer e comemora


  • Gary Gemme - Foto: Scott J. Croteau

Gary Gemme - Foto: Scott J. Croteau
No próximo dia 14 de fevereiro Gary J. Gemme comemora 1 ano de vida nova, após o transplante de medula que recebeu do filho mais novo, Matthew.
Gary Gemme sempre foi um homem forte, que se cuidava, com bons hábitos alimentares e físicos. Ele era chefe de polícia de Worcester, nos EUA. Até o dia em que começou a passar mal e em 2018 foi diagnosticado com leucemia linfocítica aguda, um tipo de câncer no sangue e na medula óssea, sem qualquer histórico na família.
Os médicos do UMass Memorial Medical Center disseram que ele tinha duas opções: quimioterapia a longo prazo ou transplante de medula óssea.  Gemme optou pelo transplante de medula óssea, a maneira mais eficaz de se recuperar.
Seus dois filhos, Michael e Matthew, queriam ser seus doadores. A filha, Jessica, não poderia ser a doadora depois de ter um filho.
Como Mathhew era mais jovem, ele foi escolhido como doador.
A cirurgia
A cirurgia foi em 2019. “Eu recebi um presente tremendo. Recebi o presente da vida do meu filho no dia dos namorados. É emocionante para mim, há realmente um vínculo aí”, disse o pai.
A boa nova é que Gemme se recuperou e está livre de câncer e o Dia dos Namorados de 2020 terá  comemoração.
“Eu me sinto ótimo. Estou exercitando todos os dias. Estou fazendo muitas das coisas que podia fazer antes”, afirmou.
Livro
Gemme surpreendeu muitas pessoas que trabalharam com ele ou o conheciam bem quando ele lançou seu primeiro livro – Margaret’s Dove: A Novel – uma história de amor que se passa em Cape Cod. Ele publicou o livro depois de se aposentar como chefe da polícia de Worcester em maio de 2016.
Enquanto se recuperava do transplante de medula óssea no hospital, Gemme acordou cedo uma manhã com a ideia do seu segundo livro na cabeça.
“Em 19 de fevereiro, alguns dias após meu transplante de medula óssea, acordo e tinha essa história na cabeça.”
Ele pegou seu iPad, escreveu as primeiras páginas, o último capítulo e enviou para sua esposa.
“Ela leu e adorou”, disse Gemme. “Eu apenas continuei escrevendo.”
“When Summer Turns to Fall” foi lançado na Amazon em 17 de janeiro.
Focar o livro ajudou Gemme em sua recuperação, lhe deu um propósito e manteve mente ocupada.
Gratidão
Nos agradecimentos do livro, ele falou do hospital UMass.
“Não tenho palavras para expressar totalmente minha gratidão a todos os ‘Nightingales’ que trabalham na Oight West, a Unidade de Medula Óssea e a Clínica do UMass Memorial Medical Center, que fizeram da minha estadia um verdadeiro lar longe de casa. Obrigado a todos por me agraciar com sua gentileza e dedicação”, concluiu.
Fonte  https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/02/04/pai-recebeu-medula-filho-livre-cancer-comemora/
Postado por Antônio Brito
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Adolescente autista começa a chorar e motorista de aplicativo manda mãe descer com ele do carro em Mogi: 'Fiquei em choque'

    • Patrícia Santos Vieira procurou a polícia e denunciou o caso. Mãe diz que filho de 14 anos tem autismo severo e começou a fazer movimentos repetitivos.

Por Gladys Peixoto e Fernanda Lourenço, G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Uma mulher, de 30 anos, denunciou à polícia de Mogi das Cruzes nesta quarta-feira (5), um caso de discriminação contra o filho dela, um autista de 14 anos. Segundo Patrícia Santos Vieira, um motorista de aplicativo cancelou uma corrida na segunda-feira (3) ao perceber o transtorno do adolescente. "Entrei em choque no momento. Fiquei muito nervosa", disse a mãe.

A 99, aplicativo por onde Patrícia pediu a corrida, disse que lamenta profundamente a situação, e reitera que repudia qualquer tipo de preconceito (veja nota completa abaixo).

A mãe ia levar o filho para uma sessão de fisioterapia na piscina, na região central de Mogi. "O motorista me pegou e saiu com o carro. Coloquei o cinto em mim e nele. Meu filho começou a chorar e a balançar a mão. Quando ele olhou e viu que era autista, pelo jeito que chorava e balançava a mão, ele falou: 'não vou levar, desce, desce, não vou levar!'.

Patrícia contou que o motorista deixou os dois na esquina de casa e que voltaram andando para a casa e perderam a sessão de fisioterapia.

"Sabe quando você fica sem reação nenhuma? Não estava nem sentindo minhas pernas. Voltei para casa e liguei para meu esposo. Contei o que tinha acontecido. No momento da raiva e indignação, fiz uma postagem que teve mais de 3 mil compartilhamentos", contou.

O boletim de ocorrência do caso foi registrado como crime de "praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência e injúria".

Esta não foi a primeira vez que Patrícia teve problemas com motoristas. “Outra vez, meu filho estava no carro e comeu uma torradinha e o motorista pediu para eu passar um aspirador de pó. Ele perguntou se eu tinha um. Bati boca e deixei pra lá”.

A mãe conta que não conseguiu retomar a rotina depois do que aconteceu, porque o filho ainda estar nervoso por ter perdido a sessão de fisioterapia. A próxima será apenas na segunda-feira.

“Chega uma hora que a gente cansa. Estou cansada de me isolar, viver escondida em casa. Agora eu vou enfrentar. O que tiver de enfrentar, vou enfrentar.”

Em nota, a 99 informou que, por meio das redes sociais, soube do relato grave da passageira Patrícia Vieira, que teve sua corrida negada por um motorista da plataforma. A empresa disse que tem uma política de tolerância zero em relação a isso.

"A empresa orienta e sensibiliza seus motoristas parceiros a atenderem passageiros com gentileza e respeito. Em seus termos de uso, a empresa ressalta que motoristas parceiros não podem selecionar passageiros por quaisquer motivos, além de tratá-los com boa fé, profissionalismo e respeito. Assim que tomamos conhecimento do caso, banimos o motorista e mobilizamos uma equipe que está buscando contato com Patrícia e seu filho para oferecer todo o apoio e acolhimento necessários. A 99 está disponível para colaborar com a investigação da polícia", destacou a nota.

A plataforma reiterou ainda que investe continuamente para prevenir esse tipo de situação. A empresa afirmou que realiza periodicamente rodas de conversas para orientar motoristas parceiros a terem uma postura de respeito e gentileza com todos. Além disso, uma nova plataforma de cursos para 100% dos motoristas com foco em diversidade e cidadania. Entre os módulos está práticas de bom atendimento.

Passageiros e motoristas que tenham sofrido qualquer situação semelhante devem reportar imediatamente para a empresa, por meio de seu app ou pelo telefone 0800-888-8999, para que medidas corretivas sejam adotadas.

Fonte https://g1.globo.com/sp/mogi-das-cruzes-suzano/noticia/2020/02/06/adolescente-autista-comeca-a-chorar-e-motorista-de-aplicativo-manda-mae-descer-com-ele-do-carro-em-mogi-fiquei-em-choque.ghtml
Postado por Antônio Brito 
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Sem acessibilidade, cadeirante é flagrado mais uma vez na Avenida Getúlio Vargas, em Cruz das Almas


Em julho do ano passado, o mesmo cadeirante foi visto arriscando a vida entre os veículos.

Por
 Forte na Noticia
Na tarde desta quarta-feira, 05, um cadeirante foi visto trafegando em uma cadeira de rodas, na Avenida Getúlio Vargas, em Cruz das Almas. O flagrante registrado por internauta nas proximidades da Praça Multiuso, demonstra que a falta de acessibilidade é um grande desafio para os próximos anos. Sete meses depois de ter sido flagrado na mesma Avenida, o deficiente que não teve o nome divulgado, voltou a ser obrigado a disputar o mesmo espaço dos veículos. Trafegar nas calçadas cheias de obstáculos e com poucas rampas de acesso, dependendo totalmente da ajuda de outros, se tornou uma realidade para quem mora em um município que tem mobilidade bastante reduzida. Além disso, enfrentar a conduta de alguns motoristas que não respeitam as faixas de pedestres e as placas de sinalização é também uma das grandes dificuldades relatada pelos deficientes. Apesar desta realidade, a cidade possui uma legislação própria sobre o assunto, mas ao que parece não vem sendo cumprida.
Fonte  https://www.fortenanoticia.com.br/sem-acessibilidade-cadeirante-e-flagrado-mais-uma-vez-na-avenida-getulio-vargas-em-cruz-das-almas/
Postado por Antônio Brito 
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06/02/2020

Em 2018, cerca de 20 mil pacientes apresentaram feridas na pele causadas por lesão por pressão no Brasil.

As lesões de pele ocasionadas por pressão estão entre as principais complicações que podem acometer pacientes acamados. Para diminuir o número de ocorrências relacionadas a esse tipo de lesão e garantir um maior conforto aos seus pacientes, a S.O.S. Vida instituiu o Programa de Prevenção de Lesões de Pele, que tem como coordenadora a enfermeira Ana Gonzaga.
Em sua participação no programa de rádio “Manhã Excelsior”, Ana Gonzaga pôde explicar um pouco sobre o trabalho desenvolvido na S.O.S. Vida.
“A maioria dos nossos pacientes são acamados e têm fatores de risco elevado para a abertura de lesão, então percebemos que precisaríamos de um cuidado melhor com esses pacientes. Montamos uma campanha chamada ‘Amigos da Pele’, onde, entre outras ações, realizamos visitas aos domicílios para pontuar os fatores de risco para abertura de lesão por pressão. No domicílio, convidamos o cuidador, o familiar e o profissional que presta serviço para identificar esses fatores.”

OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA



LESÃO POR PRESSÃO OU ÚLCERA POR PRESSÃO

A lesão por pressão ocorre quando existe a pressão do osso e uma superfície externa sobre a pele por longos períodos, causando a interrupção no fluxo sanguíneo no local. 
Também conhecidas como úlceras por pressão, as lesões começam de maneira superficial, mas podem evoluir para feridas com maior comprometimento tecidual, trazendo graves consequências para a saúde do paciente, estando sujeitos inclusive a infecções, que podem levar a morte.
Vermelhidão, bolhas ou escoriações podem estar sinalizando inicio de lesões.  Esses sinais provocam desconforto e dor ao paciente, demandando assim atenção e cuidados para prevenir a evolução do ferimento

Pontos de pressão (Ministério da Saúde)

PREVENÇÃO E CUIDADOS

Para manter a integridade e prevenir essas lesões, alguns cuidados são essenciais, como uso de hidratantes adequados. A coordenador explica que os hidrantes ideais para prevenção de lesões, são os que não possuem álcool em sua composição e, que sejam a base de Vitamina A e E.
“As vitaminas A e E, são capazes de reter água na pele, e com isso manter a elasticidade e turgor do tecido”, explica a profissional.
Embora acamados, é importante que o paciente não permaneça por muito tempo na mesma posição, pois isso prejudica a circulação sanguínea, provocando uma alteração no tecido, tornando a região afetada mais propícia para o aparecimento de lesões. Ana Claudia explica que o ideal é que seja feita a mudança de decúbito (reposicionamento corporal), a cada 2 horas. Em casos onde o paciente não suporta permanecer na mesma posição por esse período, aconselha-se fazer descompressões em locais onde há proeminência óssea, com o uso de coxins e pequenos travesseiros.
Outros cuidados também precisam ser adotados, para que o conforto do paciente possa ser garantido.
“Além da hidratação da pele, é imprescindível que seja feita uma boa alimentação – rica em zinco e proteínas – para que a gente construa o colágeno ideal para o tecido. Outro fator importante é o colchão que utilizamos. Hoje nós temos os colchões pneumáticos e também os colchões piramidais, mais conhecidos como colchões caixa de ovo, que também são importantes para prevenção”, finaliza Ana Gonzaga.
Fonte  https://sosvida.com.br/noticias/lesoes-pele-pressao/
Postado por Antônio Brito 
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População idosa corresponde a 60% dos brasileiros com câncer

População idosa corresponde a 60% dos brasileiros com câncer

Segundo médica da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, tumores de próstata e de mama são mais comuns nessa fase da vida

 

Esta terça-feira, 4 de fevereiro, é lembrada como o Dia Mundial de Combate ao Câncer, segundo o calendário da Organização Mundial da Saúde (OMS). Recentemente, a notícia sobre o diagnóstico e tratamento de um câncer de pulmão de Ana Maria Braga levantou um debate sobre o desenvolvimento de tumores entre pessoas idosas. Com 70 anos, a apresentadora de TV fumou há mais de quatro décadas.

A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) destaca a importância do diagnóstico e tratamento do câncer entre idosos. Segundo a Drª Theodora Karnakis, médica geriatra e presidente da Comissão de Oncogeriatria da SBGG, aproximadamente 60% dos cânceres acometem pessoas com 60 anos ou mais. Além disso, cerca de 70% das mortes por câncer acontece com idosos.

“Cânceres como o de próstata, nos homens, e de mama, nas mulheres, são mais comuns nessa fase da vida. Outros tipos de tumores, como o de pulmão, também ocorre, pois, normalmente, estão relacionados a uma maior exposição ao tabagismo com o decorrer da idade”, explica a médica geriatra.

Apenas para o câncer de pulmão, estima-se que no Brasil foram 18.740 novos casos entre homens, em 2019, e 12.530 entre mulheres, no mesmo período. No país, esse tipo de tumor é o segundo mais frequente entre homens e o quarto, entre mulheres, segundo do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Dados da American Cancer Society e do INCA também apontam que o câncer de pulmão ocorre principalmente entre pessoas com 65 anos ou mais.

A especialista da SBGG alerta que, com o crescimento na taxa de expectativa de vida da população brasileira, é preciso uma atenção com a prevalência também dos diferentes tipos de câncer, devido às comorbidades que podem estar relacionadas: “Isso requer avaliações mais específicas e monitoramento constante do tratamento, prezando pela segurança e pela qualidade de vida”.

Comissão de Oncogeriatria

A presidente explica que a criação da Comissão de Oncogeriatria pela SBGG já começou a ser discutida há mais de cinco anos e se referencia em outras instituições como a International Association of Gerontology and Geriatrics (IAGG), que têm iniciativas similares.

“Recebo e-mails de especialistas de todo o país, interessados no assunto envelhecimento e câncer ou solicitando orientações. Para este ano, alinhados à Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, pretendemos iniciar o desenvolvimento de diretrizes para direcionar o trabalho e, acima de tudo, trazer benefícios a essa população”, conclui Karnakis.

Fonte  https://sbgg.org.br/populacao-idosa-corresponde-a-60-dos-brasileiros-com-cancer/

Postado por Antônio Brito 

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Proteção da pessoa deficiente se sobrepõe ao interesse da Administração

À luz da especial proteção conferida à pessoa idosa e com deficiência, o interesse particular deve se sobrepor ao interesse da Administração Pública, sendo privilegiado aquele que aspira cuidados. 

Na decisão, proteção da pessoa deficiente se sobrepõe ao interesse da Administração
Dollar Photo Club

Foi com base nesse entendimento que o desembargador Valdeci dos Santos, do Tribunal Regional Federal da 3º Região, deferiu antecipação de tutela a um funcionário público que solicitou remoção para que pudesse cuidar de um familiar. A decisão é de 23 de janeiro. 

Segundo os autos, o tio do requerente passou a ser curatelado após a morte de seu genitor, que ocorreu em dezembro de 2017.

O pedido de afastamento foi negado em primeiro grau sob o fundamento de que “a condição do dependente pode ser tratada e acompanhada com a manutenção do exercício do servidor na localidade atual”. 

No entanto, de acordo com o desembargador do TRF-3, o senhor padece de retardo mental grave, condição que foi devidamente atestada por perícia.

Segundo a decisão, “é de insofismável importância a presença familiar na situação em que se encontra o curatelado, de modo a garantir a sua estabilidade psíquica, mormente considerando a perda dos cuidadores anteriores e a dificuldade de adaptação a grandes mudanças”. 

A decisão foi tomada com base na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15) e no Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/03).

A defesa do requerente foi feita pelos advogados Edgar Fernandes e Wellington Marcos, do escritório CFH-Advogados

Clique aqui para ler a decisão
5000771-67.2020.4.03.0000

Fonte  https://www.conjur.com.br/2020-fev-01/protecao-deficiente-sobrepoe-interesse-administracao

Postado por Antônio Brito 

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Políticas públicas de inclusão não podem ser parciais – Opinião


#PraTodosVerem: Na foto estão da esquerda para a direita a primeira-dama Michelle Bolsonaro, uma mulher branca, de cabelos claros e curtos. Ao lado dela está a ministra Damares Alves, ela é branca de cabelos pretos e usa óculos. Está vestindo um blazer marrom. Elas estão em uma mesa com microfones e acompanhadas de outras pessoas. Fim da descrição. Foto: Divulgação / Internet

O assunto do momento é a inclusão de Libras no currículo escolar e a obrigatoriedade de aprendizagem a todos os alunos, independente da necessidade. Há grupos do sim e há grupos do não. Normal.
Mas algumas coisas chamam atenção nesse processo:
1 – Não seria recomendável obrigar alunos a aprenderem Libras, sem falar que muitos deles sequer usarão a língua no seu dia a dia. Se o projeto passar será mais uma disciplina na já inflada grade curricular que temos e nunca consegue ser completada ao final do ano letivo. Além disso, o grande educador Rubem Alves sempre defendeu a extinção da grande curricular pelo fato de que a educação não é um processo linear, ideia da qual compartilho.
2 – As principais ações do atual governo estão centradas na comunidade surda, que entre todas as classificações somam 10 milhões de pessoas. No entanto, onde estão as ações de acessibilidade para as deficiências físicas, intelectuais, visuais e síndromes? Será que precisamos de uma primeira-dama para cada deficiência?
3 –  A novidade é o programa Brasil Inclusão promovido pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, que promete enfim cumprir a LBI e tornar realidade a avaliação biopsicossocial da pessoa com deficiência, que em termos práticos, acaba com apenas a visão médica sobre a deficiência. Deve também por em prática o Cadastro Nacional das Pessoas com Deficiência, medida que contribuiria muito com o mapeamento das pessoas com deficiência pelo país, e que talvez possa corrigir os erros de coleta do Censo de 2010.
O desafio agora é tornar essas ideias para todos, pois o objetivo com elas é incluir, e não existe, inclusão parcial. Apesar de propor avanços importantes no âmbito da pessoa com deficiência, é preciso que o governo rompa a “bolha afetiva” criada para a comunidade surda e que olhe para todas as deficiências.
Afinal, o objetivo é promover a inclusão, certo?
Fonte  https://deficienciaemfoco860798267.wordpress.com/2020/02/06/politicas-publicas-de-inclusao-nao-podem-ser-parciais-opiniao/
Postado por Antônio Brito
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Diretor do INES defende a Libras como a língua de instrução dos surdos

Por Marcus Tavares

Lutar pela melhoria e pela conscientização da qualidade da educação de surdos é a principal meta, deste ano, do Instituto Nacional de Surdos (INES). A informação é do ex-aluno e professor Paulo André Bulhões, atual diretor geral do INES. Há um ano no cargo, Paulo quer valorizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e mais do que isso: quer que ela seja, de fato, a língua de instrução dos estudantes surdos.

Em entrevista ao CONEXÃO ESCOLAS, Paulo explica que “é uma questão de representatividade, como é a questão, por exemplo, dos negros ou dos índios. Não queremos excluir as pessoas ouvintes, só queremos que as crianças e os jovens surdos sejam educados, primeiramente, numa concepção identitária, cultural e linguística do universo de surdos”. De acordo com Paulo, mais do que uma escola, o INES é um centro de referência da Educação de surdos. Em 150 anos, Paulo é o primeiro surdo que ocupa a direção geral do INES.

Acompanhe:

CONEXÃO ESCOLAS – Qual o balanço que o senhor faz do COINES realizado no final do ano passado?
Paulo André Bulhões – Foi um evento que trouxe mais uma vez a questão do bilinguismo e da inclusão. Todas as experiências apresentadas no COINES pelos palestrantes brasileiros e estrangeiros, pessoas surdas e a maioria doutores, têm como foco a continuidade do trabalho. O trabalho da experiência pedagógica bilíngue, inclusive para a inclusão das pessoas surdas dentro da sociedade, não é novo. O problema é a “barganha linguística” dos profissionais que relutam em aceitar a instrução da Libras como a primeira língua dos alunos surdos na sala de aula. O INES possui várias publicações sobre bilinguismo “em construção”, mas os profissionais que trabalham com os surdos não mudam e nem leem as publicações acadêmicas das pessoas surdas. O movimento surdo quer que os professores ouvintes usem a Libras como língua de instrução conforme orienta, por exemplo, o decreto 5.626/05, itens das leis 13.005/14, 10.436/02, 10.098/00 e o decreto 9.508/18. A implementação do sistema bilinguismo dependerá da vontade dos gestores educacionais. É uma questão política.

CONEXÃO ESCOLAS – Qual é o posicionamento do INES?
Paulo André Bulhões – Queremos valorizar a Libras e que ela seja, de fato, a língua de instrução de nossos estudantes. Todos os sistemas curriculares, o Projeto Político Pedagógico, o Plano de Desenvolvimento Individual e outros documentos foram pensados e “normalizados” por pessoas ouvintes e, de certa forma, visando pessoas ouvintes e não as pessoas surdas.

CONEXÃO ESCOLAS – A educação de surdos no país carece então deste direcionamento?
Paulo André Bulhões – Há muita luta contra o sistema de “ouvintismo” porque se continua olhando os surdos como “pessoas deficientes”. Antropologicamente e linguisticamente, somos pessoas capazes tanto quanto as pessoas ouvintes. Aqui no Brasil, possuímos cerca de 35 doutores surdos e 92 mestres surdos que podem, por exemplo, avançar muito na educação de surdos. Para mudar o sistema, basta convidar as pessoas surdas para serem membros da direção de cada unidade escolar para discutir a proposta da implementação do ensino bilíngue, conforme preâmbulo “o” da convenção internacional de pessoas deficientes (Decreto 6.949/10). Desta forma, acreditamos que a educação dos surdos vai avançar bastante. E há um outro problema: a evasão escolar. A taxa é bem alta tanto na Educação Básica quanto no Ensino Superior. Conforme apontam os dados do IBGE, de 2010, 92% de pessoas surdas estão excluídas do sistema de ensino. E o que parece, as instituições não estão preocupadas em resolver este problema.

CONEXÃO ESCOLAS – Neste sentido, como anda a formação, capacitação e atualização em serviço dos professores da educação de surdos?
Paulo André Bulhões – Viajando pelo Brasil é possível observar, lamentavelmente, a falta de conhecimento dos profissionais que trabalham com os alunos surdos. O sistema educacional é elaborado, pensado e “normalizado” por pessoas ouvintes e, assim, não sendo adequado às pessoas surdas. Portanto, essa formação ainda está longe do ideal. As universidades e faculdades formam, anualmente, uma população de alunos ‘audistas’ nas mais diversas áreas. Tal falta de conhecimento foi o que fez o “povo surdo” ser visto como deficiente. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é o empecilho da comunicação dos ouvintes.

CONEXÃO ESCOLAS – Então, na avaliação do senhor, é importante que a educação de surdos tenha professores surdos e não ouvintes?
Paulo André Bulhões – Sim pelo fato de a Libras ser uma língua legítima e trazer com ela toda a identidade e cultura surda que somente as pessoas surdas possuem. Trata-se de um grupo com afinidades e motivações iguais. É uma questão de representatividade, como é a questão, por exemplo, dos negros ou dos índios. Não queremos excluir as pessoas ouvintes, só queremos que as crianças e os jovens surdos sejam educados, primeiramente, numa concepção identitária, cultural e linguística do universo de surdos. Não toleramos as manipulações e usurpações às quais fomos submetidos pela ideologia dos outros. Queremos respeito e igualdade com isonomia.

CONEXÃO ESCOLAS – Quais são as metas do INES para este novo ano letivo?
Paulo André Bulhões – Lutar pela melhoria e pela conscientização da qualidade da educação de surdos.

Assista, abaixo, a uma entrevista exclusiva que o diretor geral do INES, Paulo André Bulhões, concedeu ao programa Primeira Mão, da TV INES.

 https://youtu.be/MmgD_h0y0wY

 Fonte  http://hotsite.tvescola.org.br/conexaoescolas/bilinguismo-em-nome-da-inclusao/

Postado por Antônio Brito 

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