16/10/2025

Somos Educação disponibiliza vagas afirmativas para Pessoas com Deficiência na capital paulista

Somos Educação disponibiliza vagas afirmativas para Pessoas com Deficiência na capital paulista

Postos de trabalho são para as áreas Administrativo, Atendimento e Comercial

A Somos Educação, uma das principais organizações educacionais do país, está com 20 vagas afirmativas abertas para Pessoas com Deficiência. As posições são para a capital paulista, nas regiões da Paulista, Bela Vista e Vila Mariana.  

O modelo de trabalho híbrido, que equilibra dias presenciais e remotos, além de contratação CLT com benefícios completos, inclui bolsa de estudos 100% para graduação e pós-graduação nas instituições de ensino do Grupo Cogna. Para apoiar ainda o crescimento dos profissionais, a Somos oferece um programa exclusivo de desenvolvimento de dois meses, pensado para potencializar as competências técnicas, comportamentais e sociais dos profissionais.  

A Somos Educação acredita que um ambiente inclusivo é aquele em que cada pessoa se sente respeitada, segura para ser quem é e reconhecida por suas habilidades. Por isso, busca cultivar diariamente a equidade com atitudes concretas, conversas abertas e o compromisso de transformar nossa cultura em uma aliada da inclusão.  

A relação completa das vagas e o formulário para aplicação podem ser acessados em https://somos.gupy.io/jobs/10052369

  
Sobre a SOMOS Educação

A SOMOS Educação é uma das principais organizações educacionais do mundo que atende ao mercado B2B da Educação Básica. A marca posiciona-se como uma one stop partner, oferecendo às escolas de todo o país uma plataforma completamente integrada de soluções e serviços de tecnologia para a educação, soluções educacionais que unem a ciência a favor da educação, além de serviços digitais que apoiam o processo de gestão da escola, unindo ciência a favor da educação, com o objetivo de trazer inovação e apoiar a transformação digital das instituições escolares.

Fonte https://diariopcd.com.br/somos-educacao-disponibiliza-vagas-afirmativas-para-pessoas-com-deficiencia-na-capital-paulista/

Postado Pôr Antônio Brito 

Menina autista abandonada pela família mora em hospital há 3 meses

Uma adolescente autista de 16 anos está morando há 3 meses no Hospital Municipal do Jardim Ingá, em Luziânia/DF, após ser abandonada pela mãe. Servidores montaram um quarto improvisado para ela.

Menina autista abandonada pela família mora em hospital há 3 meses

Abandonada pela família, uma adolescente diagnosticada com alto grau de transtorno do espectro autista (TEA) está há 3 meses morando no Hospital Municipal do Jardim Ingá, em Luziânia/DF.

A jovem tem 16 anos, vive na unidade de saúde após a avó morrer e a própria mãe rejeitar a guarda dela.

Com cabelos castanhos escuros e aproximadamente 1,70m, Isabela – como é chamada - é vista diariamente circulando pelos corredores do hospital. Sempre com o cabelo amarrado do tipo “maria-chiquinha”, e sempre vestida com as roupas típicas de pacientes do hospital, aqueles jalecos que o hospital oferece aos internados.

A menina morava com a avó, em São Paulo/SP. A idosa é quem cuidava dela, mas uma fatalidade virou a vida da adolescente de cabeça para baixo. A avó morreu e, desamparada, a menina foi levada para Luziânia/DF, onde mora a sua mãe, para ser cuidada por ela.

O acolhimento, porém, durou pouco e logo – a garota autista - foi rejeitada pela sua mãe, abandonada e conduzida à unidade do CAPS - Centro de Atenção Psicossocial do município, onde ficou por um mês. Sem estrutura ideal para manter pacientes, o CAPS transferiu a menina para o Hospital Municipal do Jardim Ingá, na mesma cidade.

Servidores da unidade montaram um “quarto” só para acomodar a menina, improvisado, junto dos 110 leitos da enfermaria do hospital, por pena dela. A garota, muito carinhosa, virou xodó de todos os funcionários que têm contato com ela, com carinho e identificação. Os profissionais de saúde do hospital adoram Isabela e cuidam muito bem dela.

A jovem apresenta dificuldade para se expressar e é muito simpática. Comportada, ela nunca foi vista passeando do lado de fora do hospital, se limitando a viver somente no quarto e nos corredores da unidade.

Até o momento, não se sabe qual será o desfecho dessa história.

A mãe da menina desapareceu e até onde se sabe, ela não tem outros parentes.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=0220df9f-6a9b-44bc-973d-199d8edc7a1e

Postado Pôr Antônio Brito 

Festival de Cinema Acessível Kids exibe filme na União de Cegos do Rio Grande do Sul

Festival de Cinema Acessível Kids exibe filme na União de Cegos do Rio Grande do Sul

“Frozen” será exibido na quinta-feira, 16 de outubro, às 14h, na UCERGS, em Porto Alegre. 

No dia 16 de outubro, o Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional estará na União de Cegos do Rio Grande do Sul (UCERGS), à rua Frei Henrique Golland Trindade, 425, no bairro Boa Vista, em Porto Alegre, para exibir, a partir das 14h, o filme “Frozen”. O projeto é realizado pela OSC Mais Criança e integra o Criança Esperança. A entrada é franca, mas é preciso reservar lugar e aguardar a confirmação até as 10h de quinta-feira, pelo e-mail maiscrianca@maiscrianca.org.br.

O Festival de Cinema Acessível é voltado a crianças cegas ou com baixa visão, surdas ou com deficiência auditiva ou com deficiência intelectual ou cognitiva e, também, para a população de baixa renda e situada em regiões de pouco acesso a equipamentos culturais. No projeto, os filmes exibidos sempre contam com os recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Língua Brasileira de Sinais.

O projeto nasceu há dez anos em Porto Alegre, como “Festival Cinema Acessível”, idealizado pelo empreendedor e musicista Sidnei Schames (Sid), presidente da OSC Mais Criança (a proponente do projeto) e diretor da empresa Som da Luz. Logo na estreia, em 2015, seu filho, David, então com oito anos, não pôde entrar no cinema, por não ter a idade necessária. Acabrunhado, exclamou: “meu pai criou um Festival Acessível para os outros; mas não é acessível para mim!”. Logo depois, transformou a indignação em projeto: “Pai, que tal a gente criar também um festival para as crianças? Já tenho até nome e slogan: ‘Festival de Cinema Acessível Kids: leve seu pai ao cinema”.

Esse é o projeto que estreou em 2017 e que recebeu a chancela da Unesco. Em 2022 foi expandido, com a participação na 36ª edição do Criança Esperança, onde ganhou uma maior relevância e saiu pela primeira vez da região Sul do país. No ano passado, participou da 38ª edição do Criança Esperança.

Segundo Adilso Corlassoli, diretor técnico da UCERGS, na atividade do dia 16 estarão presentes as crianças usuárias da UCERGS, além de alunos e professores da Escola Conveniada de Educação Infantil de Porto Alegre, Nosso Sonho.

O idealizador do projeto, Sidnei Schames, diz que até o final deste ano estão previstas mais ações do projeto. “O Festival de Cinema Acessível Kids estará em Florianópolis em outubro, dia 29 (sessões de cinema) e 30 (oficina), e em Brasília, em novembro, nos dias 4 (oficina) e 5 (cinema)”, informa. E acrescenta: “será a quarta edição de uma parceria do Festival de Cinema Acessível Kids com o Senado Federal”. 

Recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Língua Brasileira de Sinais     

De acordo com Sid, a audiodescrição permite ao público com deficiência visual (pessoas cegas ou com baixa visão) ter acesso aos filmes através da descrição dos elementos visuais da obra. Pesquisas demonstram que esse recurso beneficia, ainda, espectadores com autismo, Síndrome de Down, deficiência intelectual e déficit de atenção.

As legendas e a janela de Libras trazem acessibilidade ao público com deficiência auditiva. Além dos filmes acessíveis, o Festival promove uma recepção acolhedora do público, para que todos se sintam bem e possam aprender uns com os outros a partir das sessões de cinema.  Na maioria dos eventos acontece também uma ou mais oficinas de capacitação em inclusão social para grupos de até 25 educadores das escolas públicas.

“O investimento na formação das crianças garante uma sociedade melhor no futuro. Ações como esta do Festival possibilitam que as crianças e jovens já cresçam em um contexto que acolhe e respeita as particularidades de cada indivíduo. Estar em um ambiente com pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência, com todos assistindo a um filme de forma independente, provoca de maneira efetiva o pensar no que realmente podemos e sobre o que precisamos para exercer o nosso direito à cidadania. O acesso à cultura é fundamental. É notável a diferença na formação do adulto se já na infância houver a convivência e a troca entre crianças com e sem deficiência”, diz Sidnei Schames.

Adilso Corlassoli destaca a importância da exibição do filme na UCERGS: “as sessões de cinema com todos os recursos de acessibilidade vêm se tornando eventos que possibilitam que pessoas com e sem deficiência possam assistir a um mesmo filme e entender da mesma forma e ao mesmo tempo.  No caso de um filme infantil é possível que pais com deficiência possam acompanhar o mesmo filme com seus filhos sem deficiência ou crianças com deficiência possam assistir ao filme com seus pais que não tem deficiência”.

Ele diz ainda que o acesso à cultura nas mesmas condições é uma grande ferramenta de inclusão social. “Não há como incentivar pessoas com deficiência visual em participar de eventos culturais se não houver condições de acessibilidade e sejam possibilitadas todas as ferramentas que permitem sua inclusão E para que se possa aproveitar o filme em toda sua plenitude é fundamental o recurso da audiodescrição, pois com ele se pode captar expressões, cores, formatos e subjetividades nas ações dos personagens”, afirma.

O Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional tem a produção da Mais Criança e os seguintes apoiadores: Som da Luz, Total Seguros, Gontof Comunicação, Expressão Natura, Bem Promotora, Camale, iQueest Sopa Digital, Senado Federal e Mundo Melhor.

Sobre o Festival de Cinema Acessível Kids

Até hoje, em suas versões adulto e infantil, o Festival de Cinema Acessível foi assistido por cerca de 24.282 pessoas, em 41 cidades (São Paulo, Natal, Niterói, Recife, Florianópolis e Brasília, além de 34 no Rio Grande do Sul e duas em Santa Catarina), com um total de 129exibições.

Lei de Inclusão

Em dezembro de 2015, a Lei Brasileira da Inclusão surgiu para reforçar o direito das pessoas com deficiência quando, em seu primeiro artigo, diz que “é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando a sua inclusão social e cidadania.”

A participação das pessoas com deficiência é um direito inquestionável, porém ainda não é concreto e pleno. “As leis existem, mas na prática não são cumpridas. Por isso entendemos que projetos como esse, que promovem a acessibilidade e inclusão de todos, ainda são fundamentais. O Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional oferece conteúdo acessível de qualidade para uma parcela da população que é privada do direito de ter acesso à magia do cinema. “As ações de inclusão cultural para o público das pessoas com deficiência são raras e, quando existem, são invariavelmente assistencialistas”, diz Schames.

O Festival de Cinema Acessível Kids, assim como o Festival de Cinema Acessível, segue os direcionamentos presentes nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela ONU. Contribui diretamente para a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promove a oportunidade de aprendizagem, crescimento inclusivo e sustentável da sociedade e oportuniza trabalho digno para todos (pessoas com e sem deficiência). “Estamos alinhados com os objetivos do desenvolvimento sustentável – ODS 4, ODS 8 e ODS 10 – e participamos diretamente da agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável”, conta o presidente da Mais Criança.

Títulos do acervo da Som da Luz na edição Kids

Avatar 1, Harry Potter e a Pedra Filosofal, Aladdin – Live Action, Malévola, Meu Malvado Favorito 1 e 2, Universidade Monstros, Frozen – Uma Aventura Congelante e Divertida Mente.

Sobre a OSC Mais Criança

A OSC atua na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal. Tem como referência os ODSs, em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura e a saúde, em busca de uma sociedade democrática, equitativa e com acesso e participação de todos e de todas.

Sobre a Som da Luz

            A empresa Som da Luz Tecnologias de Inclusão, idealizadora e realizadora do Festival de Cinema Acessível Kids, através de seu braço social, a OSC Mais Criança, foi a grande vencedora do TOP de MKT 2024, da ADVB/RS, prêmio que homenageia e divulga as principais práticas criadas e realizadas por instituições de diversos segmentos no Rio Grande do Sul.A Som da Luzrecebeu o primeiro prêmio nas categorias de Cultura – Troféu Eva Sopher” e Top Inclusão à Diversidade. Também foi agraciada com o “Distinção”, prêmio concedido aos três cases mais bem avaliados entre os finalistas. Ficou com o Ouro no TOP Inclusão à Diversidade.

Sobre a UCERGS

A União de Cegos do Rio Grande do Sul –  UCERGS, fundada em 16 de dezembro de 1984, atua diretamente na habilitação e reabilitação de pessoas cegas ou com baixa visão de todas as idades. Além dos atendimentos cotidianos em Psicologia, Serviço Social, estimulação precoce, aulas de orientação e mobilidade, tecnologias assistivas, oficinas de Braille, violão, atividades da vida diária, web rádio, são realizados eventos para incluir usuários e pessoas da comunidade com e sem deficiência visual.

Fonte https://diariopcd.com.br/festival-de-cinema-acessivel-kids-exibe-filme-na-uniao-de-cegos-do-rio-grande-do-sul/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB realiza primeiro Summit Brasil Paralímpico e fortalece relação com o mercado

Presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro José Antônio Freire durante o Summit Brasil Paralímpico | Foto: Edu Santana/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro realizou nesta quarta-feira, 15, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, o Summit Brasil Paralímpico, evento voltado para executivos c-levels. O dia de atividades contou com painéis sobre esporte e marketing mediados pelo apresentador Marcelo Tas, além da divulgação de uma pesquisa inédita focada no mapeamento dos consumidores de esporte paralímpico e a experimentação de modalidades esportivas adaptadas.

O Summit Paralímpico busca realçar o CPB como um ativo de influência esportiva, cultural, social e econômica, alinhado com as maiores tendências globais (ESG, diversidade, inovação, propósito). O encontro tem a função de ser um espaço de discussões estratégicas, com a participação de líderes que já estão implementando a inclusão em seus modelos de negócio.

Entre os participantes estiveram o presidente do CPB José Antônio Freire, o vice-presidente do CPB Yohansson do Nascimento, o CEO da ASICS América Latina Alexandre Fiorati e o diretor-presidente das Loterias Caixa Renato Silva Siqueira.

Marcelo Tas abriu o evento exaltando o alto nível do esporte paralímpico brasileiro: “O Movimento Paralímpico brasileiro é uma joia deste país. É uma excelência que raramente temos em alguns setores da economia brasileira, fruto de muita dedicação e de nossa cultura.”

Painéis
No primeiro painel do dia, o presidente do CPB, José Antônio Freire, e o vice-presidente, Yohansson do Nascimento discursaram sobre a Construção de um Legado Esportivo. “A gente quer realçar todo o potencial mercadológico do CPB, neste momento em que acumulamos as campanhas históricas nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 e o 1º lugar recém-conquistado no Mundial de atletismo de Nova Délhi. São frutos de um trabalho que ultrapassa as barreiras esportivas, é o resultado de um trabalho transversal”, explicou o presidente do CPB.

Também subiram ao palco os atletas Ricardo Mendonça (atletismo), Ana Carolina Moura (taekwondo), Samuel Oliveira (natação), Paola Klokler (basquete em cadeira de rodas), Cássio Reis, Raimundo Nonato e Luan Lacerda (futebol de cegos). “Ser pessoa com deficiência dentro de um espaço para pessoas com deficiência é algo incrível. É nosso habitat natural”, comentou a mineira Ana Carolina Moura ao falar sobre a experiência de treinar no Centro de Treinamento Paralímpico, maior espaço dedicado à preparação de atletas paralímpicos na América Latina.

O “Propósito como Posicionamento de Marca” foi tema discutido pelo CEO da ASICS América Latina Alexandre Fiorati e o diretor-presidente das Loterias Caixa Renato Silva Siqueira. “Estar junto com o Movimento Paralímpico é trazer inspiração e engajamento também para nossas equipes internas, para que funcionários, clientes e fornecedores entendam o movimento e se engajem de uma maneira constante”, afirmou Alexandre.

Além deles, Mizael Conrado, bicampeão paralímpico, ex-presidente do CPB e atual secretário-geral da entidade, dividiu sua trajetória como atleta paralímpico, desde a descoberta do futebol de cegos durante a infância, e discutiu o avanço da participação das pessoas com deficiência na sociedade ao longo do tempo. “Precisamos mostrar ao mercado que desenvolver uma sociedade inclusiva é elementar para qualquer país que queira ser grande e desenvolvido””, afirmou.

Inclusão além do esporte

O CPB é responsável por uma série de programas e projetos em cadeia, conectados uns aos outros, desde a base promovendo a inclusão, como a Escola Paralímpica, Festival Paralímpico Loterias CAIXA, mais de 80 Centros de Referência espalhados pelas cinco Regiões do país, programas de formação e capacitação como o Atleta Cidadão e Educação Paralímpica. Todos eles, em conjunto com as iniciativas esportivas, impactam milhares de pessoas e reforçam a expertise do comitê na área social.

“A agenda social está consolidada como prioridade, refletindo uma mudança de mentalidade do mercado e da sociedade. O CPB é uma referência no assunto, e a inclusão social é um pilar da nossa atuação. Isso é totalmente alinhado com o que as marcas buscam, pois só o discurso não é mais suficiente”, afirmou José Antônio Freire.
CPB reforça sua transversalidade, desde a base até o alto rendimento tendo como pedra basilar de sua estratégia de negócios a inclusão da pessoa com deficiência.

Futuro

Para o restante do ano, estão previstas iniciativas estratégicas pelo CPB, como o lançamento de um programa remodelado de Embaixadores e o lançamento de produções audiovisuais, projetos de preservação da memória paralímpica e pesquisas de público que aprofundam o conhecimento sobre o paradesporto e as pessoas com deficiência.

O objetivo é mostrar a transversalidade como sucesso de inclusão da pessoa com deficiência na sociedade por intermédio do esporte, desde a base até o mais alto rendimento.

Com isso, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) ressalta suas ações estratégicas de amplificação do impacto social e estreita o relacionamento com líderes corporativos com novos projetos mercadológicos e culturais.

Mais do que uma renomada instituição esportiva no Brasil e no mundo, o CPB se consolida como uma plataforma de pesquisa e inovação que, através de seu Summit e de seus diversos projetos, gera mudanças, além de dados inéditos e de alto valor estratégico.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-realiza-primeiro-summit-brasil-paralimpico-e-fortalece-relacao-com-o-mercado/

Postado Pôr Antônio Brito 

15/10/2025

Elevadores e plataformas são principais opções para resolver falta de Acessibilidade

Elevadores e plataformas são principais opções para resolver falta de Acessibilidade

Empresa fabricante de elevadores e plataformas de elevação tem produção própria e oferece instalação sem causar danos à estrutura do imóvel

Uma empresa de Atibaia, interior de SP, tem se destacado em todo o Brasil ao oferecer Acessibilidade para qualquer tipo de instalação.

Para Lucas Ferreira, CEO da Elevadores para Casa, “somos especializados em soluções de elevadores e plataformas de elevação para áreas internas e externas, enclausuramento, rampas de acesso e coberturas, visando proporcionar acessibilidade a todos. Com mais de 7 anos de experiência, somos uma empresa comprometida com a integridade e satisfação do cliente, sendo referência em acessibilidade para comércios, prédios públicos e residências”.

Elevadores para Casa atende as principais empresas em todo o Brasil e foi destaque durante a realização da 19ª Reatech, que aconteceu na capital paulista, sendo um dos estandes mais visitados do evento.

“Nosso equipamento pode ser adquirido através do Crédito Acessibilidade do Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal e o valor é um atrativo para eliminar os problemas em qualquer local. Estamos dedicados a oferecer produtos econômicos e altamente funcionais, adaptados às necessidades individuais. Nosso objetivo é fornecer a melhor solução em acessibilidade”, afirma Ferreira.

Os equipamentos da empresa estão em conformidade com as Normas, atendendo ao Decreto Nº 5296 de 02 de dezembro de 2004 que regulariza a Lei Federal de Acessibilidade Nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2.000 e estabelece normas e critérios nos edifícios de uso privado ou coletivo e atende todos os critérios exigidos pela NBR ISO 9386-1 de 11 de Novembro de 2013.

Para o CEO da Elevadores para Casa, “nossa missão é tornar a acessibilidade uma realidade para todos, garantindo o conforto e a independência das pessoas com mobilidade reduzida, idosos e muitos outros. Contamos com uma equipe especializada e comprometida em oferecer um atendimento excepcional e soluções personalizadas para suas necessidades específicas”.

Serviço:

Elevadores para Casa – https://elevadoresparacasa.com.br/

Avenida Imperial, 325 – Jd Imperial – Atibaia/SP

Fones (11) 4411-7060 – WhatsApp (11) 9 4937-0040

Plataforma Padrão

Plataformas de acessibilidade possuem cabines com fechamento que inclui cancela, permitindo escolher os lados de entrada e saída, além de oferecer diversos acabamentos para atender ao gosto e estilo de cada cliente.

Plataforma Cabinada

Destacamo-nos pelo fechamento lateral elegante da cabine, que adiciona sofisticação ao ambiente. Oferecemos opções de fechamento em vidro ou aço carbono pintado. O equipamento possui iluminação em LED no teto e barreira eletrônica de segurança na cabine.

Plataforma Enclausurada

Para elevadores e plataformas de acessibilidade em áreas externas, é recomendado o enclausuramento total. É uma exigência legal acima de 2 metros, feito sob medida com estrutura de aço e acabamento em vidro, proporcionando beleza, segurança e funcionalidade.

Plataforma Padrão

A opção padrão de plataforma de acessibilidade é uma escolha popular devido à sua simplicidade e eficiência. Essas plataformas são projetadas para realizar a elevação vertical de pessoas com mobilidade reduzida, oferecendo segurança e praticidade durante o percurso.

Nossas plataformas de acessibilidade possuem cabines com fechamento que inclui cancela, permitindo escolher os lados de entrada e saída, além de oferecer diversos acabamentos para atender ao gosto e estilo de cada cliente.

Contamos com diversos tipos de acessos nas cabines:

  • Lados Opostos
  • Mesmo Lado
  • Trilateral
  • Lados Adjacentes

Fonte https://diariopcd.com.br/elevadores-e-plataformas-sao-principais-opcoes-para-resolver-falta-de-acessibilidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil sedia Mundial de ciclismo de pista paralímpico no Rio pela terceira vez; confira convocados

Seleção Brasileira durante a sessão de treinos no Velódromo Olímpico do Rio de Janeiro-RJ | Foto: Luis Claudio Antunes/CBC

O Brasil sediará, pela terceira vez, o Campeonato Mundial de ciclismo de pista paralímpico, entre os dias 16 e 19 de outubro, no Velódromo Olímpico do Rio de Janeiro. O país já havia recebido o evento em 2018 e 2024.

Organizado pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) em parceria com a União Ciclística Internacional (UCI), o Mundial reunirá cerca de 160 atletas de 37 países, totalizando 614 participantes. A programação inclui provas de velocidade, perseguição individual, contrarrelógio e outras disputas da modalidade.

A equipe brasileira contará com 22 atletas, entre eles os paulistas Lauro Chaman, da classe C5 (atletas que utilizam bicicletas convencionais), e Sabrina Custódio (C2), e a acreana Jerusa Geber da classe B (tandem) , campeã paralímpica e maior medalhista brasileira em mundiais de atletismo, que fará sua estreia em Mundiais de ciclismo.

“Estar novamente no Velódromo do Rio é sempre especial. O público brasileiro faz toda a diferença, e poder disputar um Mundial em casa é uma oportunidade importante para nós”, afirmou Lauro Chaman, medalhista paralímpico nos Jogos do Rio 2016.

Lauro ingressou no paradesporto aos 22 anos. Nascido com o pé esquerdo virado para trás, passou por cirurgia corretiva, mas perdeu o movimento do tornozelo. Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, conquistou prata na prova de estrada e bronze no contrarrelógio. Na última edição do Mundial de ciclismo de pista, também no Rio, ficou com a prata na perseguição individual da classe C5, em disputa com o francês Dorian Foulon.

Na classe C2 feminina, Sabrina Custódio conquistou medalha de prata na última edição do Mundial, nos 500m contrarrelógio. A atleta tem amputações abaixo do cotovelo nos dois braços e transtibial na perna direita, em decorrência de um choque elétrico que atingiu 14% do corpo.

Além dos dois atletas, o Brasil contará com os paulistas Carlos Soares (C1), Bianca Garcia e Márcia Fanhani (B), a paranaense Victoria Barbosa (C1), e o goiano Victor Herling (C2), entre outros (confira a convocação abaixo).

Multicampeã do atletismo

A acreana Jerusa Geber, atleta multicampeã do atletismo paralímpico brasileiro, irá competir também no ciclismo, pela classe B, destinada a atletas com deficiência visual. Nessa categoria, os ciclistas utilizam uma bicicleta tandem (dupla), em que o atleta-guia pedala na frente e o atleta com deficiência visual, atrás.

No atletismo, Jerusa é a brasileira com o maior número de medalhas em Campeonatos Mundiais, com 13 pódios (sete ouros, cinco pratas e um bronze). Ela compete pela classe T11 nos 100m, 200m e 400m.

As provas do Mundial terão transmissão ao vivo pelos canais oficiais da CBC e da UCI no YouTube. Também haverá exibição pela TV LMC+ (canal 548 da Claro TV e 612 da Vivo TV).

Confira os atletas convocados para o Mundial de Ciclismo de Pista 2025:
Equipe masculina

Lauro Chaman – Classe C5
Ricardo Alafim – Classe C5
Johnatan Mineiro – Classe C5
Theo Denadai – Classe C5
Elielson Rodrigues – Classe C4
Dirceu Almeida – Classe C4
Luis Steffens – Classe C4
Eduardo de Araujo – Classe C3
Victor Herling – Classe C2
Roberto Neto – Classe C2
Augusto Moura – Classe C2
Carlos Soares – Classe C1
Bruno dos Anjos – Classe B
Endrigo Pereira (piloto)

Equipe feminina
Marcia Fernandes – Classe C5
Fabiana de Assis – Classe C5
Amanda de Paiva – Classe C3
Sabrina Custódia – Classe C2
Victoria Barbosa – Classe C1
Jerusa dos Santos – Classe B
Carolina Barbosa (pilota)
Gilce Côrtes – Classe B
Wellyda dos Santos (pilota)
Marcia Fanhani – Classe B
Maria Muller (pilota)
Bianca Garcia – Classe B
Lara Marinho (pilota)

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Carlos Soares, Jerusa Geber e Victoria Barbosa são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Sabrina Custódio, Jerusa Geber e Lauro Chaman integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-sedia-mundial-de-ciclismo-de-pista-paralimpico-no-rio-pela-terceira-vez-confira-convocados/

Postado Pôr Antônio Brito

MG: Passageiros denunciam falta de acessibilidade no túnel de metrô

Usuários denunciam a falta de acessibilidade e segurança no túnel da estação Minas Shopping do Metrô em BH, com elevador desativado, sujeira e iluminação precária. A população pede melhorias e fiscalização.

MG: Passageiros denunciam falta de acessibilidade no túnel de metrô

Em Belo Horizonte/MG, usuários e moradores que passam pela estação Minas Shopping do Metrô, no bairro União, denunciam que o túnel de acesso à plataforma apresenta má conservação, com iluminação precária e acúmulo de sujeira. O local está todo pichado, sujo, falta limpeza. Isso sem falar nos desafios enfrentados diariamente por quem depende da acessibilidade. O elevador destinado a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo, está desativado. Além disso, não há sinalização ou faixa de pedestre na parte superior da avenida para garantir a travessia segura.

Isso acontece praticamente em todas as estações do metrô em BH, segundo relatos de usuários. O que ocorre com os elevadores é uma falha constante, assim como a falta de fiscalização e a ausência de sinalização para pessoas com deficiência visual. Muitas vezes, as pessoas com deficiência tem dificuldade para embarcar e desembarcar, além de receio pela sua própria segurança.

A sociedade mineira exige que os elevadores, rampas, sinalizações e os demais equipamentos devem estar sempre em funcionamento, permitindo que a pessoa com deficiência se desloque com segurança e autonomia pelo Metrô.

É importante que o cidadão, se deparando com irregularidades no Metrô – seja em qualquer parte do Brasil - registre a ocorrência, busque apoio de testemunhas e acione a ouvidoria responsável. E se não houver solução, a dica é recorrer à Justiça.

As queixas acabam se perdendo por um jogo de empurra – empurra entre a concessionária do Metrô, prefeitura e até o Shopping.

Relatos de usuários também afirmam que a noite é muito perigoso passar pelo túnel, com assaltos e violência.

O Metrô BH esclareceu que o túnel e seus equipamentos são de responsabilidade do Shopping Center Minas. Questionado, o Shopping Center Minas, responsável pelo túnel de acesso à estação, informou que realiza manutenção constante no espaço. Segundo o empreendimento, os elevadores ficam parados devido a atos de vandalismo e furtos de peças e instalações elétricas, já substituídas diversas vezes. O shopping afirmou ainda que registra boletins de ocorrência e mantém diálogo com a Prefeitura e forças de segurança para buscar soluções.

Já a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) disse que será feita a limpeza da passagem e que o Center Minas foi acionado para realizar a manutenção do elevador e da iluminação.

A Secretaria Municipal de Segurança e Prevenção afirmou que a Guarda Civil Municipal mantém patrulhamento preventivo no local, apoiado por câmeras integradas ao COP-BH, além de realizar abordagens e prisões em flagrante. Segundo a pasta, o patrulhamento será reforçado com aumento de agentes em horários estratégicos.

Já a Polícia Militar de Minas Gerais destacou que realiza operações periódicas de prevenção e repressão à criminalidade no entorno da estação, além de patrulhamento ordinário e tático. A GCM de BH também diz estar atenta.

As denúncias anônimas podem ser feitas pelo Disque Denúncia 181 ou acionamento imediato pelo 190.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=c128226d-3337-4f8b-aaa3-c54dfbd81d8f

Postado Pôr Antônio Brito 

Pessoas com Deficiência enfrentam ‘pobreza de espírito’ de uma sociedade que discrimina e desrespeita

Pessoas com Deficiência enfrentam 'pobreza de espírito' de uma sociedade que discrimina e desrespeita

O Diário PcD destacou em seu canal no Youtube casos que envolvem famílias de crianças com deficiência no interior de SP e no Espírito Santo que enfrentam o preconceito e falta de empatia. Sociedade desrespeita e discrimina.

  • Por Abrão Dib

Há quem tenha tudo…
Mas perdeu o essencial: a humanidade.

A pobreza de espírito aparece quando alguém discrimina uma pessoa com deficiência,
quando impõe “limites”, em vez de coragem e superação.

O preconceito revela o que há de mais pequeno em um ser humano.

A exclusão mostra o tamanho da alma vazia de empatia.

A deficiência não está no corpo.
Está na atitude de quem não respeita o outro.

E é por isso que lutamos.
Não por raiva, mas por amor. ❤️

Porque amar é resistir.
E resistir é acreditar que o respeito ainda pode ser o mínimo.

✊ #RespeitoPcD #InclusãoÉDireito #ANAPcD #DiárioPcD #PessoasComDeficiência 

    '    #LutaPorRespeito

https://youtu.be/9rqg63F3DtY 

Crédito: SBT Regional/Ribeirão Preto e TV Record/Espírito Santos – Cidade Alerta

Fonte https://diariopcd.com.br/pessoas-com-deficiencia-enfrentam-pobreza-de-espirito-de-uma-sociedade-que-discrimina-e-desrespeita/

Postado Pôr Antônio Brito 

14/10/2025

Terapias com animais ganham protagonismo na Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025

Terapias com animais ganham protagonismo na Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025

Subprogramas de equoterapia e tratamento assistido por animais ampliam o alcance da reabilitação e da inclusão

A relação entre humanos e animais tem se mostrado um dos recursos mais eficazes e sensíveis na reabilitação física e emocional. O toque, o movimento e até o olhar de um animal podem ativar respostas neurológicas e afetivas únicas. E é com esse olhar integrador que a Reatech + Expo Brasil Paralímpico 2025, entre 6 e 8 de novembro, no São Paulo Expo, vai reunir especialistas de todo o país para discutir o poder transformador dos tratamentos assistidos por animais.

Organizada pela Fiera Milano Brasil em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a feira consolida-se como referência latino-americana em acessibilidade e inclusão. Entre suas atividades, duas formações ganham atenção pelo potencial técnico e humano: o Curso PET – Tratamento Assistido por Animais, no dia 7 de novembro e o Workshop de Equoterapia, no dia 8

https://www.youtube.com/shorts/SVqzIgDFfeo?feature=share 

Equoterapia: força, técnica e emoção em movimento

Workshop de Aprimoramento Técnico em Equoterapia, promovido pela ANDE-BRASIL (Associação Nacional de Equoterapia), reunirá profissionais que vêm revolucionando o uso do cavalo em processos terapêuticos e esportivos. Estarão presentes especialistas como Elisangela SouzaCoronel Renato Pereira GomesEliane BaaschtEros Spartalis e Liana Pires Santos, nomes de referência em equoterapia e esporte paraequestre.

psicopedagoga Liana Pires Santos, representante da ANDE-BRASIL e diretora do GATI Equoterapia, explica que o evento trará novidades importantes: “Estamos levando modalidades que nunca foram apresentadas na Reatech, como o Volteio e o Enduro. São práticas que unem o esporte à reabilitação e podem inspirar centros de equoterapia em todo o país a inovar e diversificar seus atendimentos”.

Essas modalidades mostram a evolução da equoterapia no Brasil. O volteio trabalha equilíbrio e ritmo corporal; o enduro estimula resistência e coordenação; e o tambor desenvolve agilidade e foco. Adaptadas ao contexto terapêutico, tornam-se ferramentas poderosas para o desenvolvimento motor e emocional de pessoas com deficiência ou em reabilitação.

O workshop também discutirá desafios do esporte paraequestre, avanços científicos e a importância da formação continuada. Haverá ainda vivências práticas que aproximam os participantes das realidades e possibilidades de aplicação.

“Hoje temos cerca de 500 centros de equoterapia no Brasil, e mais de 100 só em São Paulo. Reunir esses profissionais para atualização e troca é fundamental para o avanço da área”, destaca Liana.

Curso PET: terapias assistidas e o destaque da reptilterapia

No dia 7 de novembro, o Curso PET – Tratamento Assistido por Animais abordará novas fronteiras da terapia assistida, ampliando o olhar dos profissionais para além do cavalo. Cães, gatos e até répteis estarão no centro das discussões, mostrando como diferentes espécies podem contribuir para o bem-estar humano.

O curso será conduzido por Luciana BelliniCristina Sato e Renato Costa, especialistas em terapias assistidas e comportamento animal. Um dos temas mais esperados é a reptilterapia, abordagem inovadora que utiliza cobras e outros répteis como mediadores terapêuticos em contextos controlados e que, embora ainda pouco conhecida no Brasil, tem ganhado espaço por seu impacto emocional e psicológico.

O contato com um réptil, geralmente associado ao medo, torna-se ferramenta terapêutica: ao segurar uma cobra de forma segura e orientada, o paciente aprende a lidar com o inesperado e a controlar suas respostas emocionais. Esse enfrentamento simbólico fortalece a autoconfiança e reduz a ansiedade, com resultados positivos já observados em pacientes com fobias e traumas.

Além da reptilterapia, o curso abordará manejo ético dos animais coterapeutas, protocolos de segurança, zoonoses e avaliação de resultados terapêuticos. A proposta é formar profissionais capazes de unir ciência, empatia e responsabilidade, reconhecendo o animal como parte ativa do processo de cura.

Diálogo entre ciência, empatia e inclusão 

A presença das terapias assistidas na Reatech mostra que inclusão e reabilitação vão além da tecnologia. Elas acontecem no vínculo e na confiança. Ao reunir profissionais de diversas áreas, o evento promove um diálogo entre ciência e sensibilidade, técnica e emoção.

Para Maurício Macedo, CEO da Fiera Milano Brasil, essa integração traduz o propósito do evento: “Queremos que cada visitante saia da Reatech 2025 com uma nova visão sobre o poder da inclusão e das terapias que unem ciência, sensibilidade e natureza. Quando a tecnologia e o afeto andam juntos, o resultado é a verdadeira inovação.”

Cada uma das atividades — o workshop, o curso PET e outras ações — compõe um grande mosaico de inclusão e aprendizado. Em um tempo em que a saúde mental e o bem-estar ganham prioridade global, as terapias com animais lembram que, muitas vezes, o caminho para a cura começa com algo simples: reconectar-se com a natureza e reaprender o valor da confiança.
 

Programação completa e inscrições (vagas limitadas):

Curso Pet: Link

Workshop Equoterapia: Link

Ficha técnica do evento
Evento: 20ª Reatech – Feira Internacional de Inclusão, Acessibilidade e Reabilitação + 2ª Expo Brasil Paralímpico
Data: 6 a 8 de novembro de 2025
Horário: 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center – São Paulo, SP
Site oficial: www.reatechbrasil.com.br | www.expobrasilparalimpico.com.br
 

Sobre a Fiera Milano Brasil

A Fiera Milano Brasil é a subsidiária brasileira da Fiera Milano, um dos maiores grupos internacionais na organização de feiras e congressos, com sede na Itália e presença global, responsável por reunir anualmente cerca de 30 mil expositores e mais de 5 milhões de visitantes em seus eventos. Com expertise internacional e profundo conhecimento do mercado local, a Fiera Milano Brasil oferece plataformas estratégicas para geração de negócios, networking qualificado e lançamento de tendências, conectando marcas, profissionais e soluções em ambientes inovadores e altamente profissionais. Realiza ao total dez eventos que abrangem diversos setores da economia, como segurança, energias limpas e renováveis, tubos e conexões, cabos, saúde ocupacional, tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade, entre outros. Entre as principais marcas do portfólio estão a Exposec, Fisp, Fire Show, Congresso Ecoenergy, Fruit Attraction São Paulo — em parceria com a IFEMA Madrid —, Reatech, Tubotech, Wire Brasil e E-squadria Show — esta última realizada em parceria com a NürnbergMesse Brasil. Mais informações: www.fieramilanobrasil.com.br

Sobre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

Fundado em 1995, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) é a entidade que rege o desporto adaptado no Brasil. Representa e lidera o Movimento Paralímpico no país e busca a promoção e o desenvolvimento do esporte desde a iniciação até o alto rendimento para pessoas com deficiência. O CPB é o responsável pela participação do país em competições continentais, mundiais e em Jogos Paralímpicos, além de promover o desenvolvimento dos diversos esportes adaptados no Brasil, em articulação com as respectivas organizações nacionais.

Mais informações: www.cpb.org.br

Fonte https://diariopcd.com.br/terapias-com-animais-ganham-protagonismo-na-reatech-expo-brasil-paralimpico-2025/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil encerra Copa América de bocha com ouro e dois bronzes em pares e equipes

Delegação Brasileira durante a cerimônia de abertura da Copa América em Cali | Foto: Divulgação/Federación Colombiana de Boccia

A Seleção Brasileira de bocha conquistou três medalhas nesta segunda-feira, 13, último dia de disputas da Copa América de bocha, em Cali, na Colômbia. O Brasil foi ouro nos pares mistos da classe BC3, bronze por equipes mistas BC1/BC2 e bronze nos pares mistos da classe BC4.

Somando os resultados individuais e coletivos, o país totalizou 12 medalhas, seis de ouro, uma de prata e cinco de bronze na disputa iniciada na última terça-feira, 7.

Na disputa por pares mistos da classe BC3, para atletas com deficiências severas que utilizam instrumento auxiliar e podem contar com assistência, a dupla formada pela pernambucana Evani Calado e o mineiro Mateus Carvalho conquistou o ouro após vencer todas as rodadas, em grupo único formado por três duplas. A Colômbia ficou com a prata e o Peru, derrotado pelos brasileiros na última rodada, assegurou o bronze.

Além do título conquistado juntos, Mateus Carvalho também foi campeão individual da classe BC3. Já Evani obteve o bronze ao vencer duas rodadas no grupo único com cinco participantes, completando o pódio ao lado da peruana Niurka Callupe (prata) e da paulista Evelyn Oliveira, campeã da classe com três vitórias.

Na disputa por equipes mistas (classes BC1/BC2), composta pelo cearense Maciel Santos, o potiguar Yuri Tauan e a pernambucana Andreza Vitória, o Brasil garantiu o bronze ao vencer o Canadá por 17 a 2, fechando a participação com duas vitórias em cinco rodadas. O ouro ficou com El Salvador, e a prata com o México.

Nos pares da classe BC4, para atletas que competem sem assistência, a paraibana Laissa Guerreira e o potiguar José Antônio foram derrotados na semifinal por 5 a 4 pelo Canadá, que ficou com a prata após perder para a Colômbia (5 a 2). Na disputa pelo bronze, os brasileiros superaram o Chile por 7 a 4.

Disputas individuais
O Brasil contou com dez atletas nas disputas individuais da Copa América e conquistou cinco ouros na última sexta-feira, 10. Destaque para a classe BC3, com a paulista Evelyn Oliveira (ouro) e a pernambucana Evani Calado (bronze). No masculino, Mateus Carvalho, de Uberlândia (MG), venceu suas três partidas e também conquistou o ouro.

Na classe BC1, o país conquistou dois ouros, no masculino e no feminino. A pernambucana Andreza Vitória venceu Yushuae Andrade, de Bermudas, por 5/2 e 5/2, enquanto o paulista José Carlos Chagas derrotou o canadense Lance Cryderman por 4 a 1.

Na classe BC2, o cearense Maciel Santos encerrou sua participação com o bronze, após vitória por 12 a 0 sobre o canadense Danik Allard. Na classe BC4, a paraibana Laissa Guerreira conquistou a prata, enquanto o paranaense Eliseu Santos levou o bronze. O potiguar José Antônio completou o quadro de ouros ao vencer o colombiano Edilson Chica Chica por 10 a 0.

Na última edição do torneio, realizada em 2021 no CT Paralímpico, em São Paulo, o Brasil conquistou 13 medalhas: cinco de ouro, quatro de prata e quatro de bronze.

Patrocínio
A Caixa e a Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais da bocha.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Andreza Oliveira, Iuri Tauan e Mateus Carvalho, são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Evani Calado, Evelyn Oliveira, Laissa Guerreira e Maciel Santos, integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-encerra-copa-america-de-bocha-com-ouro-e-dois-bronzes-em-pares-e-equipes/

Postado Pôr Antônio Brito