10/10/2025

Brasil disputa Copa América de futebol PC no Uruguai a partir deste sábado, 11


Seleção Brasileira de futebol PC em disputa Nos Jogos Parapan-Americanos Santiago 2023 | Foto: Washington Alves/CPB

A Seleção Brasileira de futebol PC (atletas com paralisia cerebral) disputará a Copa América da modalidade em Punta del Este, no Uruguai, a partir deste sábado, 11, até o próximo dia 19.

O Brasil está no Grupo B da competição e estreia no primeiro dia do evento em partida contra o Canadá. A Seleção ainda enfrentará na fase classificatória o Chile e o CP Soccer US (equipe norte-americana).

Já no Grupo A estão Argentina, Uruguai, Venezuela e Estados Unidos.

Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam para as semifinais, enquanto o terceiro e o quarto vão para a disputa da quinta colocação.

Esta será a primeira competição em que a Seleção Brasileira estará sob o comando do treinador Rodrigo Terra Cardoso, que assumiu o posto em junho deste ano.

Em maio do ano passado a Seleção Brasileira disputou o Mundial da modalidade em Salou, na Espanha, e terminou na quarta colocação. A campanha teve como ponto alto uma vitória contra a Argentina por 2 a 1 nas quartas de final. A seguir, a equipe acabou derrotada pelo Irã, nas semifinais, e pela Holanda, na disputa pelo terceiro lugar.

Confira a lista de atletas convocados:

Ângelo Matheus dos Santos Mota- Caira
Cesar Augusto Batista Aguiar – Caira
Diogo Barta Machado – CR Vasco da Gama
Evandro de Oliveira Soares de Souza – CR Vasco da Gama
Felipe Rafael da Silva Gomes – CR Vasco da Gama
Gilberto Manuel da Silva Júnior – Clube do Otimismo
Gustavo Gomes dos Santos – CAIRA
Heitor Luiz Ramires Camposano – Caira –
Jorge Luiz da Silva – CR Vasco da Gama
José Mario M. dos Santos Lima – CR Vasco da Gama
Leonardo Giovani Morais – CR Vasco da Gama
Lucas Henrique da Silva – CR Vasco da Gama
Ubirajara da Silva Magalhães – CR Vasco da Gama
Vinícius Ribeiro Araújo – CR Vasco da Gama

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-disputa-copa-america-de-futebol-pc-no-uruguai-a-partir-deste-sabado-11/

Postado Pôr Antônio Brito

Estudo inédito mostra que aplicar menos de 1% do orçamento da saúde em cuidados oculares traria retorno anual de R$ 42 bilhões ao Brasil

Estudo inédito mostra que aplicar menos de 1% do orçamento da saúde em cuidados oculares traria retorno anual de R$ 42 bilhões ao Brasil

Investimento de R$ 1,55 bilhão em seis pilares para prevenção, diagnóstico precoce e tratamento de doenças oculares renderia benefícios econômicos 27 vezes maiores. Perda total ou parcial da visão está relacionada ao desemprego, à baixa escolaridade e à renda menor. Ações também trariam benefícios socioemocionais para quem sofre com algum problema de visão, evitando 60 mil casos de depressão a cada ano.

A Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB) estima que até 90% dos casos de cegueira e deficiência visual possam ser prevenidos ou tratados. Neste Dia Mundial da Visão, celebrado em 9 de outubro, um estudo inédito revela o impacto potencial do investimento em saúde ocular no Brasil. De acordo com os dados, a destinação de R$ 1,55 bilhão para a promoção da saúde ocular – menos de 1% do orçamento público da saúde previsto para 2025 – poderia gerar um retorno anual de R$ 42 bilhões, o equivalente a R$ 27 para cada R$ 1 investidos. 

O relatório Valor da Visão foi produzido pela Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB), Fundação Seva e Fundação Fred Hollows.

As consequências da perda de visão parcial ou total são muitas. Envolvem desemprego, baixa escolaridade, redução de renda, sobrecarga para os cuidadores, problemas de saúde mental e maior risco de acidentes e doenças – fatores que afetam diretamente a realidade socioeconômica do país. 

Assim, segundo o estudo, entre os principais benefícios da atenção à saúde ocular estariam ganhos de empregabilidade (R$ 16,8 bilhões) e de produtividade (R$ 9,36 bilhões). Além disso, o investimento em prevenção, diagnóstico precoce e tratamento de doenças oculares também traria benefícios sociais: evitaria 60 mil casos de depressão e quase 14 mil acidentes de trânsito, além de gerar um ganho em escolaridade. 

Lorrayne Compri, 36, analista de suporte de vendas, conhece bem os impactos positivos dos cuidados oculares. Moradora de São Carlos (SP), ela tinha estrabismo – doença caracterizada pelo desalinhamento dos olhos – desde os 8 anos e relata ter sofrido bullying por anos na juventude, com consequências graves para sua autoestima e saúde mental.  

“Eu sempre adorei tirar fotos, mas sempre olhava para baixo ou escondia os olhos com o cabelo, e só me sentia mais segura com óculos de lentes escurecidas”, conta ela, que viveu até os 30 anos sem acesso à cirurgia em razão dos altos custos do procedimento. 

Em 2019, ela pôde, enfim, corrigir gratuitamente o estrabismo, com o apoio do Instituto Verter. “Quando eu cheguei em casa depois da cirurgia e vi meus olhos no espelho, fiquei emocionada e falei para minha mãe ‘estão retinhos, estão retinhos’. Fui à praia comemorar e tirei muitas fotos sem óculos. A cirurgia mudou completamente a minha vida.”

Para Caio Abujamra, presidente do Instituto Suel Abujamra, o investimento em saúde ocular é uma das decisões mais inteligentes que o Brasil poderia tomar. “O impacto vai muito além do financeiro. Quando melhoramos a visão, nós também prevenimos depressão, reduzimos acidentes e aliviamos os cuidadores. O ato de enxergar está relacionado à dignidade e às oportunidades tanto quanto à economia – e em um país onde as desigualdades sociais e econômicas são tão profundas, investir na saúde ocular pode fazer uma diferença decisiva”, diz.

A pesquisa aponta seis áreas prioritárias para os governos prevenirem a perda da visão: detecção precoce por meio de exames nas comunidades – nas escolas, por exemplo –, distribuição de óculos de leitura, aumento da capacidade cirúrgica, melhorias na produtividade cirúrgica e das equipes, e remoção de barreiras ao acesso à saúde ocular – como custo, distância e estigma –, além do aprimoramento da cirurgia de catarata com técnicas inovadores, uso mais amplo de biometria e padrões mais rigorosos de cuidados pós-operatórios.

Um exame simples e de rotina na escola foi responsável por alertar a família de Helena Abia Domingos Lucena, 12, de São Paulo, sobre a possibilidade de diagnóstico de um tumor (neoplasia) de conjuntiva. A lesão surgiu como uma mancha no olho direito quando ela tinha 8 anos. Desde então, a menina sente o olho irritado e a visão embaçada, causando dores de cabeça.

A mãe, a especialista em compliance Carla Kate da Silva, 39, procurou orientação oftalmológica quando os primeiros sintomas apareceram, mas os profissionais indicaram que era apenas uma mancha e os demais sintomas poderiam ser cansaço. Após o alerta dos exames feitos na escola, Helena começou a ser acompanhada pelo Instituto Suel Abujamra.

“Conversei na escola para que os professores deixassem que ela sentasse nas fileiras da frente para enxergar melhor a lousa. Fizemos um tratamento com colírios, o que amenizou os sintomas, tanto que ela ficou alguns meses sem se queixar das dores de cabeça e da coceira. Agora, fazemos o acompanhamento com o Instituto Suel Abujamra para saber como a mancha está se comportanto”, assinala Silva.

“A perda da visão é um problema universal que impacta todas as áreas da vida, mas temos soluções claras para ela. Grande parte dos casos pode ser prevenida com intervenções simples e acessíveis como expandir os testes de visão e melhorar a cirurgia de catarata. Neste Dia Mundial da Visão, convocamos governos, empresas, escolas e famílias a fazer da saúde ocular uma prioridade. A evidência é clara: ao investirmos na visão, investimos no futuro”, afirma Peter Holland, diretor-executivo da IAPB.

Sobre a IAPB

A Agência Internacional de Prevenção à Cegueira (IAPB) é uma organização global que reúne mais de 250 membros ao redor do mundo, incluindo instituições filantrópicas internacionais, hospitais oftalmológicos, institutos acadêmicos, entidades profissionais e empresas. Seu principal objetivo é acabar com a perda de visão evitável e garantir que todos tenham acesso a serviços de cuidados oculares e reabilitação que sejam acessíveis, inclusivos e a preços justos.

Fonte https://diariopcd.com.br/estudo-inedito-mostra-que-aplicar-menos-de-1-do-orcamento-da-saude-em-cuidados-oculares-traria-retorno-anual-de-r-42-bilhoes-ao-brasil/https://diariopcd.com.br/estudo-inedito-mostra-que-aplicar-menos-de-1-do-orcamento-da-saude-em-cuidados-oculares-traria-retorno-anual-de-r-42-bilhoes-ao-brasil/

Postado Pôr Antônio Brito 

09/10/2025

Acessível: Exposição 'Loli World' na Caixa Cultural São Paulo/SP

Exposição 'Loli World' de Michael Devis na CAIXA Cultural SP oferece experiência imersiva e acessível, com foco na inclusão de pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social. Entrada gratuita!

Acessível: Exposição 'Loli World' na Caixa Cultural São Paulo/SP

O artista visual Michael Devis apresenta a exposição individual 'Loli World – Um mundo além da Arte Urbana' na CAIXA Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 - Centro Histórico da capital paulista - de 10 de outubro de 2025 a 11 de janeiro de 2026.

Suas obras ultrapassaram fronteiras e podem ser vistas em cerca de 20 países, incluindo Estados Unidos, Japão e Holanda.

Com entrada GRATUITA, a mostra imersiva e sensorial reúne 25 obras que celebram a brasilidade e a conexão do artista curitibano com as ruas. Sucesso de público em mostras anteriores, que atraíram mais de 80 mil visitantes, o projeto é patrocinado pela CAIXA e Governo Federal, com curadoria de Ana Maria Luisa Vieira.

A mostra propõe um universo lúdico, com instalações que estimulam não apenas o visual, mas também os sentidos tátil e auditivo. Uma Experiência Sensorial onde o público é convidado a interagir com personagens como as Lolitas, ícones do trabalho de Devis, em um mundo de cores vibrantes, luzes e sons.

Também traz foco em Inclusão e Acessibilidade oferecendo uma experiência sensorial adaptada para promover a integração de pessoas com autismo, síndrome de Down, deficiências motoras e visuais, e em situação de vulnerabilidade social.

Vale conferir!

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=300e6e36-25fd-42bd-befa-d4ee71d5431c

Postado Pôr Antônio Brito 

Governo Federal reedita Portaria e renova linhas para Crédito Acessibilidade

Governo Federal reedita Portaria e renova linhas para Crédito Acessibilidade

Nova portaria foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 9, e tem previsão de autorizações das linhas de Crédito Acessibilidade até 30 de setembro de 2026

O Diário PcD havia divulgado – COM EXCLUSIVIDADE, a suspensão de todas as linhas do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para o Crédito Acessibilidade. A portaria que previa a liberação dos recursos venceu em 30 de setembro de 2025

Nesta manhã, o Diário PcD teve acesso a informação OFICIAL sobre a retomada das linhas de Crédito Acessibilidade, que estavam suspensas.

Em anos anteriores, as linhas chegaram a ficar suspensas por até 3 meses, e neste ano, a reedição foi feita em menos de 10 dias.

Em nota oficial enviada ao Diário PcD pela SNDPcD – Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, havia a informação de que o órgão tinha solicitado à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda (MF), a renovação da portaria que autorizaria a permanência do pagamento de equalização de taxas de juros em operações de financiamento, de forma que não houvesse interrupção do acesso ao Crédito Acessibilidade. O órgão admitiu que a reedição da Portaria deveria acontecer até 8 de outubro.

“A medida em questão é fundamental para viabilizar a aquisição, por pessoas físicas, de bens e serviços de tecnologia assistiva em todo país. Após o envio da solicitação por parte da SNDPD, a previsão é de que o Ministério da Fazenda finalize os trâmites administrativos e publique a nova portaria até a próxima quarta-feira, 8 de outubro”, afirmou o órgão.

As atuais linhas de Crédito Acessibilidade têm validade até 30 de setembro de 2026, entretanto pode ser suspensa a qualquer momento, de acordo com algumas condições, como, por exemplo, até mesmo orçamento próprio para a movimentação.

Art. 3º A autorização de que trata o art. 2º abrange as operações contratadas
a partir da data da publicação desta Portaria até 30 de setembro de 2026 de acordo com
as seguintes condições:
I – Taxas de juros para o mutuário:
a) 6% a.a. (seis por cento ao ano), para mutuários com renda mensal de até
cinco salários mínimos; e
b) 7,5% a.a. (sete inteiros e cinco décimos por cento ao ano), para mutuários
com renda mensal acima de cinco salários mínimos e até dez salários mínimos;

 
Fonte https://diariopcd.com.br/governo-federal-reedita-portaria-e-renova-linhas-para-credito-acessibilidade/
 
Postado Pôr Antônio Brito 

Vale Tudo: a vida real não muda o roteiro

Vale Tudo: a vida real não muda o roteiro

A história apresentada em horário nobre de uma pessoa com deficiência que viveu por anos sem atendimento adequado e necessário é o cenário de muitas famílias em todo o Brasil.

No entanto, a troca do roteiro pode mudar a qualidade de vida do personagem, fato que dificilmente acontece na vida real.

O difícil capítulo da vida real, que poderia ser diferente.

 https://youtu.be/xePvZWde2zE

Fonte https://diariopcd.com.br/vale-tudo-a-vida-real-nao-muda-o-roteiro/

Postado Pôr Antônio Brito 

Mesatenistas brasileiros conquistam 17 medalhas nas duplas em competição internacional no CT

Lucas Arabian em treino do tênis de mesa em Troyes, antes dos Jogos Paralímpicos de Paris 2024 | Foto: Alessandra Cabral/CPB.

Os mesatenistas brasileiros conquistaram 17 medalhas (seis de ouro, três de prata e oito de bronze) na chave de duplas do ITTF World Para Elite São Paulo, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico até essa terça-feira, 7.

Pela classe mista XD10, a dupla paulista Joyce Oliveira e Lucas Arabian conquistou o ouro após vencerem todas as partidas do grupo. As disputas ainda contavam com mais dois brasileiros, Carlos Eduardo Moraes que fez dupla com a croata Andela Muzinic, e Maycon Antônio de Oliveira que fez dupla com a croata Helena Dretar, que ficaram com a prata e terceiro bronze respectivamente.

Já na classe masculina MD14, o paulista Paulo Salmin e o paranaense Paulo Henrique Fonseca garantiram o ouro após ganharem da dupla argentina composta por Luciano Khazandjian e Alesky Kaniuka por 3 sets a 0 (11/9, 11/9 e 11/8).

Na classe masculina MD4-8, o paranaense Welder Knaf e o paulista Lucas Arabian conquistaram o lugar mais alto do pódio após derrotarem os norte-americanos Jenson Van Emburgh e Zachary Alan por 3 sets a 0 (11/4, 11/3 e 11/4).

Pela classe feminina WD14-20, a paulista Jennyfer Parinos e a catarinense Danielle Rauen conquistaram o ouro após derrotarem as atletas de Hong Kong, Kan Shan Chiu e Yue Ching Wong, por 3 sets a 0 (11/5, 11/5 e 11/4).

Já na classe feminina WD5-10, a paulista Joyce Oliveira ao lado da francesa Flora Vautier venceu a dupla croata composta por Andela Muzinic e Helena Dretar por 3 sets a 0 (11/2, 11/6 e 11/8), garantindo o ouro.

Pela classe mista XD14, a dupla brasileira Aline Ferreira e Paulo Henrique Fonseca conquistou o ouro após ficarem em primeiro lugar no grupo por meio de critérios de desempate, com três vitórias e uma derrota. A dupla brasileira de composta por Paulo Salmin e Lethícia Lacerda ficaram com a prata.

Na classe XD4-7, a goiana Thais Fraga e o paulista Fábio Silva foram derrotados na final pelos franceses Florian Merrien e Flora Vautier por 3 sets a 2 (11/3, 9/11, 10/12, 11/5 e 7/11).

Os bronzes foram conquistados pelas duplas: MD18, Jean Mashki e Gabriel Antunes; MD4-8, Fabio Silva e Carlos Eduardo Moraes; WD14-20, Lethícia Lacerda e Aline Ferreira; WD5-10, Marliane Amaral e Thais Fraga; XD17-20, Luiz Manara e Danielle Rauen; XD17-20, Jennyfer Parinos e Gabriel Antunes; e XD4-7, Welder Knaf e Thais Fraga. Nesta competição, não havia disputa de terceiro lugar, assim quem perdeu nas semifinais, ficaram com o bronze.

Nas disputas individuais, encerradas no domingo, 5, o Brasil já havia conquistado nove medalhas, sendo elas uma medalha de ouro, três de prata e cinco de bronze.

Após essa competição, nesta quinta-feira, 9, o Centro de Treinamento Paralímpico ainda recebe o Campeonato Para Pan-Americano da modalidade, que acontece até dia 12 de outubro. O torneio terá 48 brasileiros.

Confira todas as medalhas do Brasil nas duplas:

Ouro:

MD14, Paulo Salmin e Paulo Henrique Fonseca

MD4-8, Welder Knaf e Lucas Arabian

WD14-20, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos

WD5-10, Joyce Oliveira e Flora Vautier (França)

XD10, Joyce Oliveira e Lucas Arabian

XD14, Aline Ferreira e Paulo Henrique Fonseca

Prata:

XD4-7, Thais Fraga e Fábio Silva

XD10 – Carlos Eduardo Moraes e Andela Muzinic (Croácia)

XD14, Paulo Salmin e Lethícia Lacerda

Bronze:

MD18, Jean Mashki e Gabriel Antunes

MD4-8, Fabio Silva e Carlos Eduardo Moraes

WD14-20, Lethícia Lacerda e Aline Ferreira

WD5-10, Marliane Amaral e Thais Fraga

XD17-20, Luiz Manara e Danielle Rauen

XD17-20, Jennyfer Parinos e Gabriel Antunes

XD4-7, Welder Knaf e Thais Fraga

XD10 – Maycon Antonio de Oliveira e Helena Dretar (Croácia)

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
As atletas Danielle Rauen, Joyce Oliveira, Thais Fraga, Claudio Massad e Luiz Filipe Manara são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Danielle Rauen, Joyce Oliveira, Lucas Arabian, Claudio Massad, Israel Stroh, Jennyfer Parinos, Luiz filipe Manara, Paulo Salmin e Marliane Amaral integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 154 atletas.

Patrocínio
A Caixa e Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais do tênis de mesa.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/mesatenistas-brasileiros-conquistam-17-medalhas-nas-duplas-em-competicao-internacional-no-ct/
 
Postado Pôr Antônio Brito

Palestra de superação e inclusão em colégio no interior da Bahia

Estudantes do Colégio Estadual Pedro Calmon, em Amargosa/BA, participaram de palestra sobre inclusão, ministrada pelo ativista Eduardo Taquary. Ele compartilhou sua história de superação, destacando a importância do respeito e empatia.

Palestra de superação e inclusão em colégio no interior da Bahia

Na quinta-feira, dia 2 de outubro, os estudantes do Colégio Estadual Pedro Calmon, em Amargosa/BA, participaram de uma palestra transformadora sobre a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. O encontro foi cuidadosamente planejado por 3 professoras, que demonstraram sensibilidade e compromisso com a formação cidadã dos alunos.

A palestra foi conduzida por Eduardo Cardoso Taquary, palestrante e ativista pela inclusão, que compartilhou com os jovens sua trajetória marcada por superação, fé e esperança. Tetraplégico desde 2020, após um atentado que lesionou sua medula cervical, Eduardo apresentou um olhar comparativo entre sua vida antes e depois da deficiência, destacando que é possível ressignificar experiências e viver com plenitude, mesmo diante das adversidades.

Com palavras tocantes, ele reforçou que a deficiência não define o valor de uma pessoa, e que o acolhimento, o respeito e a empatia são pilares fundamentais para uma sociedade mais justa e inclusiva.

A iniciativa do Colégio Pedro Calmon foi um verdadeiro exemplo de educação transformadora. Parabéns pela iniciativa!

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=72aaeb5b-19ea-4587-aaee-eb957c1c69e8b

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil empata com Polônia e garante vaga na semifinal da Copa do Mundo de futebol de cegas

A atleta Sarah Santana carrega a bandeira do Brasil após a classificação diante da Polônia, no United Sports Centre, em Kochi, na Índia. | Foto: Renan Cacioli/CBD

A Seleção Brasileira de futebol de cegas encerrou a fase de grupos da Copa do Mundo da modalidade com uma vitória e dois empates, garantindo vaga na semifinal da competição, nesta quarta-feira, 8, em Kochi, na Índia. O Brasil avançou em segundo lugar no grupo A e enfrentará a Argentina, primeira colocada do grupo B.

Todos os jogos estão sendo transmitidos no canal oficial da IBSA (Federação Internacional de Esportes para Cegos, em inglês).

A competição teve início no domingo, 5, com o Brasil estreando contra a Índia. Na partida inaugural, a equipe brasileira venceu por 1 a 0. O gol que definiu o placar saiu no segundo tempo, após lançamento da goleira. A atacante goiana Eliane chegou antes da goleira adversária, desviou para a direita e, já em queda, completou a jogada para o gol.

“Eu não lembro de muita coisa da jogada, para falar a verdade. Lembro do Ramsés [chamador] gritando ‘passa da bola, Eliane, passa da bola!’ E eu passei mesmo, com bola e tudo”, brincou a camisa 11 da Seleção, autora do primeiro gol do Brasil em Copas do Mundo de futebol de cegas.

Após um dia de descanso, o Brasil voltou a campo na madrugada de terça-feira, 7, para enfrentar a Inglaterra, em partida válida pela segunda rodada. As inglesas haviam vencido a Polônia na estreia por 2 a 0. No primeiro tempo, Megan Smithson abriu o placar para a Inglaterra. O empate brasileiro veio na segunda etapa, com a paraibana Rafaela Paulino, que recuperou a bola na área e finalizou no canto direito. O jogo terminou em 1 a 1.

O resultado deixou o Brasil em boa posição no grupo, precisando apenas de um empate na última rodada para avançar às semifinais. No confronto final da fase de grupos, nesta quarta-feira, 8, às 8h (horário de Brasília), a Seleção empatou sem gols com a Polônia. Com isso, encerrou a primeira fase com uma vitória, dois empates e a segunda melhor pontuação do grupo A.

Brasil nas semifinais
Com o encerramento da fase classificatória, a Inglaterra avançou na primeira colocação do grupo A e enfrentará o Japão, segundo colocado do grupo B, na madrugada de sexta-feira, 10, à meia-noite (horário de Brasília). O Brasil disputará a outra semifinal contra a atual campeã, a Argentina, às 10h30, também na sexta-feira.

A primeira edição da Copa do Mundo foi realizada em 2023, em Birmingham, na Inglaterra, com o título da seleção argentina. O Brasil realizou quatro Campings de Treinamento preparatórios para esta edição, o último antes do embarque para a Índia. O grupo é formado por jogadoras com idades entre 18 e 39 anos.

“A gente sabe que vai ser um jogo difícil. A Argentina tem uma equipe muito experiente, com muitos anos de treinamento. Mas o nosso grupo vem preparado e unido. Como o técnico sempre fala: entrar para se divertir, mas também com responsabilidade e cabeça erguida. Que venha a Argentina e que o pessoal no Brasil continue torcendo por nós”, afirmou a paulista Sarah.

*Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV).

Patrocínio
A Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do futebol de cegas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-empata-com-polonia-e-garante-vaga-na-semifinal-da-copa-do-mundo-de-futebol-de-cegas/

Postado Pôr Antônio Brito 

08/10/2025

8 mil bebês são diagnosticados com paralisia cerebral por ano no Brasil: maioria poderia ser identificada mais cedo

8 mil bebês são diagnosticados com paralisia cerebral por ano no Brasil: maioria poderia ser identificada mais cedo

Neurologista reforça a importância do diagnóstico precoce e alerta para fatores de risco como prematuridade e baixo peso ao nascer

No dia 6 de outubro, data em que é celebrado o Dia Mundial da Paralisia Cerebral, um levantamento do Registro Brasileiro de Paralisia Cerebral (RB-PC) com dados coletados entre 2024 e 2025 destaca a realidade da condição no Brasil e reforça a urgência do diagnóstico precoce. A paralisia cerebral (PC) é a deficiência motora mais comum diagnosticada na infância, afetando cerca de 18 milhões de pessoas no mundo, segundo a World Cerebral Palsy Guide.

No Brasil, segundo o RB-PC, aproximadamente 500 mil pessoas (entre crianças e adultos) convivem com a condição. Anualmente, cerca de 8 mil bebês e entre 1.200 e 1.500 crianças em idade pré-escolar recebem o diagnóstico. Os dados confirmam tendências globais e apontam que o tipo mais frequente é o espástico, presente em 74,9% dos casos, índice alinhado à média internacional que gira em torno de 80%. 

O neurologista da Afya Educação Médica de Belo Horizonte, Dr Philipe Marques Cunha, informa que a Paralisia Cerebral é um grupo de distúrbios que afetam o movimento e a postura, causados por lesões ou anormalidades no cérebro em desenvolvimento, geralmente antes, durante ou logo após o nascimento. “Essa condição é permanente, mas na maioria dos casos não progressiva, e compromete o controle motor, podendo impactar o desenvolvimento global da criança. Os sinais e sintomas aparecem na infância e podem variar bastante por pessoa”.

O estudo também revela que até 90% dos casos têm origem durante a gestação ou no período neonatal. Entre os participantes da pesquisa, 50,3% nasceram prematuramente, e 71,6% das lesões cerebrais ocorreram antes do nascimento ou nos primeiros 28 dias de vida. “A prematuridade e o baixo peso ao nascer são fatores que aumentam o risco, porque os cérebros dessas crianças são mais vulneráveis a lesões devido à imaturidade dos sistemas vascular e nervoso. As complicações no parto podem levar a quadros de hipóxia e  isquemia cerebral”, complementa o especialista da Afya.

Importância do diagnóstico precoce

Outro dado que acende um alerta é o atraso no diagnóstico: 33,6% das pessoas com paralisia cerebral no Brasil só receberam confirmação da condição após completarem 1 ano de idade. Dr Philipe comenta que o diagnóstico precoce é fundamental porque permite a intervenção imediata com terapias que estimulam o desenvolvimento motor, melhoram a funcionalidade e minimizam sequelas, favorecendo uma melhor qualidade de vida.

“O diagnóstico é clínico e envolve a avaliação do desenvolvimento motor e do tônus muscular da criança, complementado por exames de imagem cerebral, como ressonância magnética ou tomografia.”

Em escala global, os dados divulgados pelo movimento internacional revelam a gravidade da condição: 1 a cada 4 crianças com paralisia cerebral não consegue falar, 1 a cada 3 não anda e aproximadamente 50% também apresentam deficiência intelectual. “Nos primeiros meses, sinais incluem dificuldade para sustentar a cabeça, atraso no desenvolvimento do controle postural, tônus muscular anormal (muito rígido ou muito flácido), movimentos assimétricos e irritabilidade ou fraqueza incomum”, conclui o neurologista da Afya Educação Médica de Belo Horizonte.

Sobre a Afya  

A Afya, maior hub de educação e tecnologia para a prática médica no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br  e ir.afya.com.br.   

Fonte https://diariopcd.com.br/8-mil-bebes-sao-diagnosticados-com-paralisia-cerebral-por-ano-no-brasil-maioria-poderia-ser-identificada-mais-cedo/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasil terá quatro estreantes entre os 25 atletas no Mundial de halterofilismo em Cairo 2025

Marco Túlio se prepara para levantamento durante 2ª fase do Circuito Nacional Loterias Caixa de halterofilismo, no CT Paralímpico | Foto: Alessandra Cabral / CPB

A Seleção Brasileira de halterofilismo paralímpico que vai participar do Mundial da modalidade, entre os dias 11 e 18 de outubro, em Cairo, no Egito, tem quase um quinto da delegação estreante em Mundiais. São 4 dos 25 atletas convocados para a competição que nunca participaram de uma edição do evento de halterofilismo.

Na capital egípcia, o Brasil terá a maior delegação na história da competição, com 16 atletas mulheres e nove halterofilistas homens. O recorde anterior havia acontecido em Dubai 2023, com 23 halterofilistas (14 mulheres e 9 homens).

Entre os estreantes, o mineiro Marco Túlio Cruz, da categoria até 49kg, é o mais novo: vai estrear em Mundiais com 22 anos. O halterofilista tem pouco tempo de vivência na modalidade e, mesmo assim, já conquistou grande evolução, chegando a marca de 167kg levantados pela sua atual categoria. Marco teve diagnosticada uma acondroplasia e encontrou no halterofilismo um novo caminho em 2022.

“A expectativa é a melhor possível. Estamos em uma crescente boa de treinos e resultados. Batemos o recorde brasileiro recentemente. Estou me empenhando ao máximo para chegar lá em Cairo e tentar a minha melhor marca pessoal”, afirmou o jovem halterofilista, que foi medalhista de ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Jovens em Bogotá 2023.

As demais estreantes são halterofilistas mulheres. Inclusive, a equipe brasileira também o maior quantitativo feminino em uma edição de Mundial de halterofilismo. A atual delegação com as 16 representantes supera as 14 mulheres que participaram de Dubai 2023 e as nove halterofilistas que estiveram em Tbilisi 2021, até então as convocações com maior representatividade feminina. 

Já a piauiense Creúsa Angélica de Castro, 29, vai estrear em um Mundial no mesmo ano em que se tornou atleta da modalidade. Até então, era atleta de crossfit, esporte pelo qual se sagrou campeã mundial na sua categoria.

“É tudo muito novo para mim. Representar o Brasil em uma competição deste porte me deixa muito feliz. Estou preparada e muito confiante. Se conseguir trazer uma medalha, vai ser inesquecível. Mas a ficha não caiu ainda. É uma responsabilidade muito grande. Mas, estando perto de atletas como Mariana D’Andrea, nos dá confiança e conseguimos ter alguém para nos espelhar e para ir em busca de algo maior”, completou a atleta da categoria 41kg e que tem nanismo do tipo acondroplasia, caracterizado pelo encurtamento dos membros superiores e inferiores.

A paulista Brenda Pepe de Souza, da categoria até 45kg, e a brasiliense Gabrielle Diniz, que compete entre mulheres até 86kg, completam a lista dos estreantes do Brasil na competição no Egito.

Na última edição do Mundial de halterofilismo, em Dubai 2023, a delegação brasileira finalizou a competição com a melhor campanha da história, com quatro medalhas no total, sendo três na categoria adulta e outra no júnior. Além da conquista na competição de equipes, a paulista Mariana D’Andrea obteve um ouro na categoria até 79kg, a primeira medalha dourada do Brasil em Mundiais entre os adultos, e a mineira Lara Lima conquistou mais dois pódios – ouro no júnior e bronze no adulto, ambos pela categoria até 41kg. 

O Brasil tem até hoje oito pódios adultos em Campeonatos Mundiais, cinco deles em disputas individuais. Duas dessas conquistas são da paulista Mariana D’Andrea, sendo um ouro (Dubai 2023) e uma prata (Geórgia 2021). O país também possui três bronzes, com a mineira Lara Lima (Dubai 2023), o baiano Evânio Rodrigues da Silva (México 2017) e a paranaense Márcia Menezes (Dubai 2014).

Além dessas medalhas, o país tem três pratas em disputas por equipes na história da competição. Uma em Dubai 2023, com sua equipe feminina, e outras duas com seu time misto – Geórgia 2021 e Cazaquistão 2019.

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do halterofilismo paralímpico brasileiro.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
O atleta Marco Túlio é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 148 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-tera-quatro-estreantes-entre-os-25-atletas-no-mundial-de-halterofilismo-em-cairo-2025/

Postado Pôr Antônio Brito