Mais informações:
www.cirandadelivro.com.br
www.schoolpicture.com.br
Fonte https://revistareacao.com.br/aluna-se-inspira-nos-proprios-aparelhos-auditivos-para-escrever-livro-sobre-inclusao/
Postado por Antônio Brito
Mais informações:
www.cirandadelivro.com.br
www.schoolpicture.com.br
Fonte https://revistareacao.com.br/aluna-se-inspira-nos-proprios-aparelhos-auditivos-para-escrever-livro-sobre-inclusao/
Postado por Antônio Brito
As Assessorias do Governo do Estado de SP; do Vice Governador Rodrigo Garcia; da Secretaria de Governo; da Secretaria da Fazenda; da Secretaria Estadual da Pessoa com Deficiência da ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo; do Dep. Est. Carlão Pignatari – Presidente da ALESP e do Dep. Est. Vinicius Camarinha – Líder do Governo Dória na ALESP mantém silêncio total sobre os fatos apresentados durante BOLETIM EXTRAORDINÁRIO do SISTEMA REAÇÃO que entrevistou Edmar Carlos Leme, Claudia Ap. Barbosa Ruiz e Adivaldo de Souza Lucas, na última segunda-feira, no início da tarde.
Para conferir a íntegra das entrevistas acesse os links:
No Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=7YgphIp9Tu8
Facebook: https://www.facebook.com/watch/live/?ref=watch_permalink&v=926411868310773
Adivaldo Souza Lucas tem distrofia muscular de duchenne. Ele fez todos os procedimentos administrativos e não obteve a isenção do IPVA. Pela sua deficiência, ele não é condutor.
Edmar Carlos Leme tem esclerose múltipla há 21 anos. Começou a contar com a isenção em 2011, após um surto que deixou as pernas debilitadas. Nos últimos 5 anos passou a usar bengalas.
Claudia Ruiz tem artrose na coluna e passou por várias cirurgias. Tem restrições de movimentos e limitações. Usa bengala e cintas ortopédicas. Teve perda de força na perna esquerda, além de formigamento. Tem dificuldades para locomoção, pois não possui equilíbrio.
O SISTEMA REAÇÃO também entrevistaria Geni dos Santos, que tinha graves sequelas em razão da deficiência, mas infelizmente ela veio a óbito nos últimos dias, em face de uma embolia pulmonar.
Nos quatro casos apresentados durante a transmissão, nenhum deles obteve a isenção do IPVA de forma administrativa. Contam com a suspensão da cobrança em razão da liminar obtida pelo Ministério Público e Defensoria Pública junto ao Judiciário Paulista.
“São casos que demonstram – claramente – e comprovadamente, que não são fraudes. As autoridades preferem não admitir que cometeu um grave erro contra essas pessoas”, comentou o especialista em legislação PcD Renato Baccarelli.
Para Rodrigo Rosso, diretor do SISTEMA REAÇÃO, “o segmento não quer também que existam fraudes. Mas não é da forma como o Governo fez. Criaram regras, sem conhecer a realidade do segmento. O estado precisa, urgentemente, corrigir tudo isso e fazer justiça devolvendo os direitos a essas pessoas”.
O SISTEMA REAÇÃO encaminhou três mensagens eletrônicas para todas as autoridades citadas. Até o fechamento desta matéria, não houve nenhum retorno.
Fonte. https://revistareacao.com.br/autoridades-de-sp-se-calam-diante-de-pessoas-com-deficiencia-que-nao-sao-fraudes/
Postado por Antônio Brito
A 1a. Escola do Pensamento Fora do Padrão – Ensino Por Outro Caminho, inicia uma nova fase de inovação com Projetos a Bordo!!!!
No próximo domingo, 12, haverá a Aula Inaugural da 1a. Sala de Aula na Nuvem! Literalmente, à bordo de um balão de ar quente!
Assista vídeo no site: https://entrenuvens.com.br/
Venha para a 1a. Sala de Aula na Nuvem!
Tema da Aula: Mapas do Futuro
Com Prof. Dr. Jose Otavio (UFRJ) Pedro Rosengarten Baptista
Inscrições: https://forms.gle/
1a. Escola do Pensamento Fora do Padrão
Ensino por Outro Caminho
https://www.doisdobrasil.com/
João Vitor e Wanderson correm os 100 m durante Meeting Loterias Caixa de Recife | Foto: Maurício Ferry/CPB
A próxima quinta-feira, 9, promete ser de grandes emoções para o segmento da pessoa com deficiência em todo o Brasil.
No início do dia acontece a reunião virtual ordinária do CONFAZ – Conselho Nacional Fazendário.
Existe uma grande chance de os Secretários de Fazenda colocarem em pauta o reajuste do teto do ICMS dos atuais R$ 70 mil reais previstos no Convênio 38/12, de 30 de março de 2012, que concede isenção do ICMS nas saídas de veículos destinados a pessoas com deficiência física, visual, mental ou autista que, por sinal, foi alterado pelo CONVÊNIO ICMS Nº 178, DE 1º DE OUTUBRO DE 2021, que prorrogou apenas a isenção para até 30 de abril de 2024, não alterando o teto.
Essa é a última reunião do órgão em 2021. A próxima, oficialmente, só está prevista para 31 de março de 2022. É durante esses encontros que o reajuste do teto pode ser discutido e votado. Para a aprovação de qualquer modificação que haja no atual convênio a decisão precisa ser por unanimidade. As reuniões são secretas e a votação é mantida em sigilo, ou seja, ninguém tem informação oficial de quem votou a favor ou contra um possível reajuste do teto para a aquisição de carro 0 km para pessoas com deficiência.
De acordo com fontes consultadas pelo SISTEMA REAÇÃO, o Ministro da Economia Paulo Guedes, que por sinal é o presidente do CONFAZ, trabalha com uma proposta de reajuste do teto para próximo aos R$ 100 mil reais. Com isso, as opções de compra das pessoas com deficiência continuarão bastante limitadas, pois o mercado não oferece, por exemplo, um veículo com porta malas com bom espaço num valor deste.
IPI NA QUINTA TAMBÉM
Já o Senado Federal pautou para a Sessão Deliberativa Semipresencial, a discussão do PL 5149/2020 que foi apresentado pela Senadora Mara Gabrilli. Em seu texto original previa a prorrogação da isenção do IPI para até dezembro de 2026. Vale ressaltar que a vigência da Lei Federal 8.989/1995 finda em 31 de dezembro de 2021.
Depois de aprovado no Senado, o tema foi encaminhado para análise da Câmara dos Deputados, que produziu um novo formato ao texto original, incluindo, por sinal, a extensão da isenção do IPI para pessoas com deficiência auditiva e determinando um teto de R$ 200 mil reais.
Até a próxima quinta-feira, 9, o Senador Romário – que será o relator do projeto na Casa, deve apresentar o seu parecer. A Senadora Mara Gabrilli também garante que apresentará um Destaque de Plenário, mas que não fará nenhuma menção ao teto aprovado pelos deputados federais.
Com isso, a parte da tarde da quinta-feira, 9, será de torcida de todo o segmento da pessoa com deficiência para que o tema seja debatido e votado pelo Senado Federal, e que os direitos do segmento sejam mantidos.
Se aprovado, o projeto seguirá para sanção ou veto presidencial.
O SISTEMA REAÇÃO estará com toda a sua equipe de jornalismo e consultores buscando as informações atualizadas e corretas para divulgar as pessoas com deficiência.
Fonte. https://revistareacao.com.br/ipi-e-icms-pcd-9-de-dezembro-garante-fortes-emocoes-para-o-segmento/
Postado por Antônio Brito
Um girassol. Este é o símbolo que vai ajudar a identificar pessoas com deficiências invisíveis, como autismo ou algum tipo de deficiência mental.
Uma lei municipal sancionada pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, definiu que o símbolo será usado como crachá e ajudará no reconhecimento destas deficiências.
A lei é de autoria do vereador Zico (Republicanos). O objetivo é ajudar a identificar pessoas que não têm deficiências visíveis, mas precisam de atendimento prioritário.
“Muita gente já veio falar pra mim que eu nem parecia ter uma deficiência. Que ter um probleminha na perna não era nada perto do que eu poderia ter”, conta Eduardo Victor, que nasceu com paralisia cerebral e teve a mobilidade da perna afetada. Não dá para perceber a menos que se observe de bem perto. Um caso de deficiência invisível.
Eduardo conta que já foi tirado, por exemplo, do banco amarelo do ônibus, espaço destinado a pessoas que têm deficiências. Mas os olhos alheios nem sempre reconhecem a deficiência que o jovem vive.
Richelly Gaudino há três anos usa uma bolsa de colostomia, depois de um tratamento para uma endometriose e para um câncer no cólon. Suas deficiências não são visíveis, mas afetam sua vida e, com a lei, ela ganha prioridade preservando algo caro: a privacidade.
Marcia Pletsch, do Observatório de Educação Especial e Inclusão Educacional, especialista no tema, acredita que o uso do crachá ainda não seja uma solução ideal e que políticas públicas que respeitem a diferença são medidas mais efetivas.
“Pra que que eu preciso marcar uma pessoa? Será que não deveríamos investir em política, ações e educação para que a diferença humana fosse reconhecida?”, diz a especialista.
Eduardo concorda. “Pra mim, que tenho uma deficiência física e sei que meus direitos já não são respeitados, esse colar [crachá] não consegue acessar o direito que já não é meu, a gente precisa de políticas públicas que pensem a raiz do problema”, diz ele.
A Secretaria Municipal de Saúde diz que o uso do crachá é facultativo. Hotéis, restaurantes, lojas e shoppings poderão se adequar para atender essas pessoas.
Fonte: https://revistareacao.com.br/na-capital-carioca-girassol-passa-a-ser-simbolo-para-pessoas-com-deficiencias-invisiveis/
Postado por Antônio Brito
Para muitos de nós, a infância é fundamental na formação de nossa visão do mundo. Aprendemos quem somos, o que podemos ser e como nos relacionar com as outras pessoas e com o mundo ao nosso redor por meio de interações com nossa família, amigos e comunidade. É nesses ambientes que aprendemos a noção de certo e errado, justiça e injustiça e como ser bons vizinhos para todas as pessoas. Ao reconhecermos a comunidade de pessoas com deficiência na Microsoft ao longo de dezembro, com o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, em 3 de dezembro, quero refletir sobre minha jornada pessoal de passar da conscientização à aliança para com pessoas com deficiência.
Minha jornada começou quando eu era uma criança crescendo em Londres. Meu vizinho ao lado era surdo. Embora eu não tivesse uma compreensão completa do que significava ser surdo, sabia que ele era provocado e excluído pelas outras crianças da vizinhança simplesmente por sua surdez. Como uma criança, embora não soubesse como reagir ao que via como uma grave injustiça, a experiência despertou em mim uma consciência dos vários desafios de uma sociedade que nem sempre considera as necessidades dos surdos e portadores de deficiências.
Ao longo dos anos, experiências e relações pessoais e profissionais me ajudaram a aprofundar essa consciência das experiências vividas por pessoas com deficiências e a entender como agir. Na Microsoft, tenho a oportunidade de atuar como corresponsável executiva do grupo global de recursos para funcionários (ERG) com Deficiência na Microsoft, e o trabalho que fazemos juntos como uma comunidade é fundamental para a inclusão de todos os funcionários. Para mim, um dos principais aprendizados tem sido a conversa em torno de deficiências, e como ela deve continuar a evoluir com rapidez para que todos nós tenhamos ciência das muitas dimensões das deficiências visíveis e invisíveis.
Ouvir, aprender e defender
Os colegas de trabalho que compartilharam suas histórias pessoais de ter que esconder suas deficiências para se encaixar no trabalho me ajudaram a reconhecer como essa situação pode ser prejudicial no local de trabalho – e em todos os aspectos da vida – e porque é tão importante criarmos ambientes de trabalho coletivamente em que cada pessoa sinta que pode ser ela mesma por completo. Me conectar com as histórias das pessoas dentro e fora da Microsoft também me ajudou a aprender a ouvir atentamente, a não fazer suposições e a procurar entender melhor suas experiências com curiosidade e empatia. Cada conversa e encontro me impeliu ainda mais em minha jornada da conscientização a aspirar à aliança.
Conhecer aquelas histórias me deu um senso de responsabilidade de usar minha posição como líder para influenciar outras pessoas e defender e criar ambientes inclusivos, especialmente no local de trabalho. Como defensora e mentora, apoiei Jenny Lay-Flurrie em sua jornada para se tornar Diretora de Acessibilidade da Microsoft. Tê-la no cargo abriu um novo capítulo em nossa jornada de acessibilidade e a priorizou em tudo que fazemos e entregamos. Eu chefiava o departamento de TI na época e ofereci minha equipe para realizar o piloto de um programa para aumentar a acessibilidade em nossos produtos e serviços. Esse trabalho ressaltou a necessidade de continuar a aprender sobre as experiências vividas pelas pessoas com deficiência, os tipos de deficiências que as pessoas podem ter, como elas se manifestam e as práticas que afetam diretamente a vida dos portadores de deficiência.
Como resultado, estou atenta às coisas tangíveis que posso fazer para aumentar a acessibilidade de minha equipe. Isso inclui garantir que todas as comunicações que envio à minha organização sejam acessíveis, fornecendo interpretação em linguagem de sinais e legendas em reuniões organizacionais e incentivando minhas equipes a aprofundar seus próprios conhecimentos por meio do treinamento e da obtenção de nosso Selo de Acessibilidade. Definir o tom a partir do topo é importante, portanto quero garantir que minha equipe de liderança esteja equipada para conduzir equipes com funcionários que tenham uma variedade de experiências e formações. Convidei indivíduos que tinham deficiências visíveis e invisíveis para conduzir uma sessão de aprendizagem de experiência vivida com meus líderes para nos ajudar a aprender o que significa ser um aliado e defensor de pessoas com deficiência.
Tornar a inclusão parte da cultura
Na Microsoft, sabemos que criar um mundo mais acessível e inclusivo começa dentro de nossa empresa. Faz parte da nossa cultura diária, de nossa abordagem à contratação inclusiva; às melhores práticas inclusivas e acessíveis para tecnologia e colaboração; ao ERG de Deficiência na Microsoft, que oferece conexão, suporte e oportunidades de aprendizagem essenciais para a comunidade de deficientes e aspirantes a aliados. Há inúmeras oportunidades para todos nós nos apoiarmos, ouvirmos e aprendermos sobre defesa e aliança tanto no trabalho quanto em nossas vidas pessoais.
Outra coisa que aprendi a valorizar nessa jornada é ter um mentor. Um de meus mentores mais importantes é minha prima, que trabalha como intérprete da Linguagem Americana de Sinais. Ela me ajudou a aumentar minha compreensão dos desafios, preconceitos inconscientes e desinformação que podem afetar desfavoravelmente a vida dos portadores de deficiência criando barreiras à participação. Parte do trabalho que ela faz é importantíssimo: estar na sala de parto com uma mãe surda em trabalho de parto que precisa de um intérprete para se comunicar com seu médico à medida que traz nova vida ao mundo, ou estar na sala de aula com um aluno que precisa de um intérprete para interagir com colegas de classe e participar de discussões são lembretes de que todos devemos tomar medidas para garantir que as mais de 1 bilhão de pessoas no mundo que vivem com deficiências possam fazer seu melhor trabalho e realizar tudo que são capazes de fazer.
O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e nosso reconhecimento de um mês da comunidade de pessoas com deficiência na Microsoft é uma oportunidade para todos nós pensarmos sobre as maneiras como podemos promover os direitos e o bem-estar de portadores de deficiências em todas as esferas da sociedade. Cada um de nós pode usar nossas plataformas e talentos para ajudar a mudar a narrativa de o que significa viver com uma deficiência e criar sistemas que apoiem pessoas de todos os níveis de habilidades.
Minha consciência e compreensão cresceram imensamente ao longo dos anos. Considero uma honra e uma responsabilidade continuar a trabalhar para ser uma aliada da comunidade de deficientes e defender globalmente que todas as pessoas recebam os recursos e o apoio de que precisam para prosperar plenamente.
** Este texto é de responsabilidade exclusiva de seu autor, e não expressa, necessariamente, a opinião do SISTEMA REAÇÃO – Revista e TV Reação.
Fonte https://revistareacao.com.br/da-conscientizacao-a-alianca-reflexoes-para-o-dia-internacional-das-pessoas-com-deficiencia/
Postado por Antônio Brito