Sammy Basso desafiou a progeria, formou-se em biologia e contribuiu para pesquisas científicas. Viveu até os 28 anos e deixou um legado importante na luta contra a doença.

Diagnosticado com progeria, uma condição genética rara que acelera o envelhecimento em até 7 vezes, ele ouviu que sua expectativa de vida não passaria dos 13 anos. Em vez de aceitar o prognóstico, Sammy Basso decidiu usar o próprio tempo para entender a biologia por trás da doença.
Ele desafiou as estatísticas médicas desde o nascimento e se formou em Biologia Molecular na Universidade de Pádua/Itália e tornou-se um pesquisador ativo na área. Sua dedicação rendeu frutos concretos quando ele colaborou em um estudo publicado na revista Nature Medicine. A pesquisa utilizava a tecnologia de edição genética CRISPR para tentar frear os danos causados pela proteína progerina, oferecendo uma nova perspectiva de tratamento.
Sammy faleceu em 2024, aos 28 anos, tornando-se o paciente com progeria que mais viveu no mundo. Ele transformou sua condição rara em uma missão científica e fundou uma associação para financiar estudos.
Um exemplo para todo o mundo!
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=d39bdb51-c3b5-4023-a067-fe5fae1b9bb5
Postado Pôr Antônio Brito
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