Filme na Netflix retrata a descoberta do autismo na vida adulta, abordando autoconhecimento, desafios e inclusão com sensibilidade.

O filme Uma Mulher Diferente chegou à Netflix e acompanha uma história de drama com romance focada em autodescoberta. A personagem da trama sempre se considerou diferente dos outros, mas só aos 24 anos recebeu o diagnóstico: estava no espectro autista. Isso explicava tanta coisa!
O filme começa com as mudanças na vida de Katia (Jehnny Beth), que passa do home-office para o trabalho no escritório como pesquisadora. A nova pauta que recebe é sobre o espectro autista e precisará fazer sozinha uma entrevista que faria em dupla. Ao participar de um seminário após a entrevista, Katia se identifica com o que é falado e, após já ter sido diagnosticada com depressão e ansiedade, resolve buscar um diagnóstico definitivo.
O diagnóstico de Katia vem na metade do filme. A profissional de saúde afirma que Katia não é incapaz, é apenas diferente. Ela chora, aliviada.
O filme é francês e, como dito nele, foi a paixão da França pela psicanálise que atrasou o desenvolvimento de terapias para lidar com o autismo, que naquele país foi considerado durante muitos anos uma doença mental. O autismo só foi reconhecido como transtorno de desenvolvimento por lá em 1996. O país já foi inclusive condenado pelo Conselho Europeu por casos de discriminação.
Ao longo do filme, a narrativa mostra como ela lidou com a necessidade de se adaptar ao mundo ao seu redor. Vale muito a pena assistir.
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Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=d8bc9013-a993-4a75-8e9a-ac437fb8d736
Postado Pôr Antônio Brito
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