02/02/2020

Um caso raro: nascem gêmeas e uma delas tem síndrome de Down



Um caso peculiar aconteceu em Sorriso, cidade a 400 Km de Cuiabá, uma mamãe deu a luz a gêmeas, e uma delas tem síndrome de down.
Raquel Cimi soube apenas no dia do nascimento de suas filhas que uma delas é especial, as gêmeas nasceram 4 de outubro de 2017.

Foto: Reprodução
“Com 12 semanas de gestão, fiz o exame de translucência nucal – ultrassom que faz a medida atrás da nuca – e apareceu uma medida acima do normal. Não acreditei e repeti o exame no mesmo dia”, declarou.
Raquel ficou com essa preocupação em mente, decidindo assim aumentar os exames de rotina para tentar descobrir qual deficiência uma de suas filhas teria.
Todos exames feitos mostravam que havia realmente uma alteração, más nenhum dizia com precisão a possível síndrome do bebê.
“Passei toda a gestação angustiada e perdi a vontade de fazer qualquer outro exame. Eu chorava muito, não dormia mais, estava desesperada”, contou ela.

Foto: Reprodução
Quando a mamãe conheceu finalmente sua filha, se encantou com a doce menininha.
Raquel nunca pensou em ser mãe de uma criança especial, mas percebeu que sua filha Luíza é como todas as outras crianças, e trata suas duas filhas de forma igual.
As duas não são uma fofura? O que acharam dessas duas menininhas lindas? Comentem e compartilhem nas redes sociais.
Fonte  https://cretinos.com.br/um-caso-raro-nascem-gemeas-e-uma-delas-tem-sindrome-de-down/
Postado por Antônio Brito

01/02/2020

Samsung transforma fotos de paisagens em adesivos em braile

Em dezembro de 2015, a Samsung anunciou uma parceria com a Hong Kong Blind Union para desenvolver a iniciativa “Make Hong Kong Better”.

Como o próprio nome sugere, a ideia é promover ações e criar soluções para tornar a cidade melhor para seus habitantes, sobretudo para aqueles que por alguma deficiência não podem contemplar a paisagem da metrópole.

Indo nessa linha, a primeira ação da campanha ganhou o nome de “Be Their Eyes” não por acaso.

A proposta era exatamente que as pessoas videntes contribuíssem para compartilhar experiências com deficientes visuais.

Para isso, a ONG contou com a ajuda da Samsung para transformar as fotos compartilhadas no Instagram com a hashtag #BeTheirEyes em escrituras em braile nos locais em que elas foram tiradas.

Com a descrição, as pessoas cegas poderiam compartilhar da paisagem através da leitura.

Além de promover a experiência, a Samsung se propôs a realizar uma doação para a organização a cada foto doada.

Criada pela Cheil Hong Kong, a ação colaborativa ainda está sendo realizada e novos adesivos impressos em braile ainda serão colados em outros pontos.

Confira o resultado no vídeo case:

Fonte  https://exame.abril.com.br/marketing/samsung-transforma-fotos-de-paisagens-em-adesivos-em-braile/
Postado por Antônio Brito 

Hospital do Bem, na cidade de Patos, registra cura do câncer em 24 mulheres durante o ano de 2019

Somente no ano passado, a unidade realizou 1.296 sessões de quimioterapia, 3.342 consultas por especialidades e ainda 534 cirurgias em pacientes de 84 municípios

Hospital do Bem, em Patos (Foto: Secom-PB)

O Hospital do Bem, unidade de oncologia que integra o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, de Patos, tem um papel importante no que diz respeito ao acolhimento e tratamento de pacientes com câncer no sertão paraibano. Somente no ano passado, a unidade realizou 1.296 sessões de quimioterapia, 3.342 consultas por especialidades e ainda 534 cirurgias em pacientes de 84 municípios. Nesse universo, ao longo de 2019, 24 mulheres comemoraram a cura da doença e tocaram um sino, localizado no hall da unidade, que simboliza a superação do câncer após o final do tratamento.

Uma dessas mulheres foi a professora aposentada Miriam Medeiros dos Santos, de 65 anos, da cidade de Malta, que superou um câncer de mama. Dona de uma alegria contagiante, Miriam desde o diagnóstico da doença até a cura, nunca perdeu a alegria de viver, nem deixou de sorrir. Nem mesmo quando seus cabelos caíram, após a primeira sessão de quimioterapia. “Eu sou muito prática e acho que a vida é feita de escolhas e eu escolhi ser feliz. Eu escolhi que iria viver e fazer o possível para me curar e tive a sorte de contar com o Hospital do Bem nessa jornada”, afirma ela, que iniciou o tratamento na unidade em novembro de 2018, fez cirurgia em janeiro de 2019 e começou a quimioterapia em março do mesmo ano, encerrando o ciclo de tratamento com a radioterapia, no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa. Ela tocou o sino da cura em setembro do ano passado.

“O Hospital do Bem faz jus ao nome. As pessoas lá são muito humanas, acolhedoras, amáveis, tratam os pacientes muito bem e isso faz toda a diferença para quem está passando por um tratamento, especialmente, o câncer que tem todo um estigma”, afirma Miriam, que está lançando no próximo dia 15 de fevereiro, no Cras de Malta, o livro ‘Lições da Vida’. A obra é uma coletânea de pensamentos e reflexões sobre como encarar os desafios, contratempos e adversidades, sem perder a fé na vida, nem a alegria de viver. “Não escrevi o livro unicamente por causa da doença, mas por um conjunto de fatores que me levaram a refletir que posso, através de minhas reflexões, de minhas experiências e superações, inspirar outras pessoas”, disse ela, que perdeu a única filha mulher aos 36 anos, de um enfarte fulminante. “Eu sou feliz por mim e por ela”, afirma Miriam que em partes do livro, o primeiro que ela escreve, faz referências ao Hospital do Bem e agradecimentos à equipe da unidade.

Um fato curioso na história de Miriam é que ela descobriu o câncer após sonhar com pessoas de branco que apontavam para seu seio. “Acordei de madrugada, após esse sonho, com dor de cabeça e fui tomar um analgésico. Lembrei do fato e fui apalpar meus seios e descobri o nódulo”, conta ela, que um ano antes tinha feito uma mamografia que não tinha acusado nada de anormal. “Uma das primeiras coisas que me perguntei ao saber da doença foi: Deus, o que eu preciso aprender com essa experiência? e superadas todas essas etapas acho que descobri: a felicidade é uma escolha que a gente faz e eu escolhi ser feliz”, destaca ela.

Pacientes que se recuperam do câncer tocam o sininho (no alto da foto)

Das 24 mulheres que junto com Miriam tocaram o sino da cura do Hospital do Bem, em 2019, 19 se trataram de câncer na mama, quatro de câncer no ovário e apenas um caso foi na vesícula biliar. 16 pacientes fizeram tratamento adjuvante, ou seja, primeiro realizaram a cirurgia de retirada do tumor para, em seguida, passar pela quimioterapia e oito fizeram tratamento neoadjuvante, quando a quimio é feita antes da cirurgia. Essa última terapêutica é indicada para pacientes com tumores acima de 5cm. Essas 24 pacientes, com idades entre 31 anos, a mais nova, e 75 anos, a mais idosa, são da cidade de Bom Jesus, Coremas, Água Branca, Malta, Santa Luzia, Taperoá, Santana dos Garrotes, Areia de Baraúnas, Pombal, São Mamede, Imaculada, Belém do Brejo do Cruz, Vista Serrana, São Jose do Bomfim, Santa Luzia, Sousa e Patos.

A oncologista do Hospital do Bem, Dra. Nayarah Castro, afirma que é uma alegria muito grande cada sino tocado, porque isso simboliza o sucesso do tratamento e superação da doença. “Como médica me sinto feliz em poder fazer parte destas 24 histórias de sucesso, de alegrias e de vitórias. É uma honra ver o quanto avançamos em relação ao tratamento oncológico e podemos oferecer esperança aos pacientes e seus acompanhantes. Me sinto feliz por saber que os pacientes são tratados não apenas no que diz respeito às medicações administradas: me sinto feliz em poder fazer parte de uma equipe que trata o paciente nas esferas emocionais, espirituais e orgânicas”, destaca a oncologista.

A médica esclarece que a cura definitiva da maioria dos cânceres é dada após o acompanhamento por 5 a 10 anos, sem demonstração de retorno da doença. “O sino da cura marca o término dos tratamentos de quimioterapia, após a realização dos primeiros exames que demonstraram a não existência de doença em atividade. Por isso, é importante que os pacientes façam o acompanhamento oncológico a cada três meses”. Reitera Dra. Nayarah.

A diretora geral do Complexo, Liliane Sena, destaca que o Hospital do Bem vem cumprindo com muita satisfação a sua missão de não apenas acolher bem como tratar os pacientes de câncer no interior do Estado. “É muito gratificante para todos da equipe, quando um paciente toca o sino da cura porque sabemos quantas batalhas cada um deles teve que enfrentar pela superação da doença. E essa superação, que é individual de cada paciente, termina tornando-se coletiva porque envolve todos os profissionais que empregam seu talento, competência, conhecimento e doação para que essas pessoas consigam ressignificar a vida e continuarem suas jornadas livres de uma doença que é ainda muito estigmatizante, apesar dos avanços do tratamento”, reitera Liliane, lembrando que o Hospital do Bem tem atendimento ambulatorial, tratamento quimioterápico e cirúrgico, para quatro tipos de câncer: pele, próstata, mama e colo de útero. A sala de quimioterapia da unidade tem capacidade para atender dez pacientes simultaneamente.

Para o coordenador Administrativo do Hospital do Bem, Thiago Viana, um profissional que tem contato com todos os pacientes e não raro os recebe na porta do Hospital, reunir tantas histórias de superação é um estímulo nessa árdua batalha contra o câncer. “Vivemos intensos sentimentos ao conhecer a história de vida de cada um de nossos pacientes, então o sentimento da felicidade ganha outra dimensão com a tão sonhada vitória na luta contra o câncer que é a cura e a batida do sino”, destaca ele, que atua na unidade desde a inauguração, em setembro de 2018.

Fonte  https://www.diariodosertao.com.br/noticias/saude/458842/hospital-do-bem-na-cidade-de-patos-registra-cura-do-cancer-em-24-mulheres-durante-o-ano-de-2019.html

Postado por Antônio Brito 

Morre dona de casa que caiu em buraco em rua de Franca, SP



Morre dona de casa que caiu em buraco em rua de Franca, SP
A dona de casa Lucimar Barbosa ficou internada durante um mês em um hospital particular e havia recebido alta na última segunda-feira (27). Segundo o sobrinho, o comerciante Leandro Silva de Oliveira, a mulher passou mal após o banho. A causa da morte ainda não foi esclarecida.
“Eu tive a notícia que depois do banho ela encostou e faleceu. Ela se retorcia demais, expressão era de muita dor. Estamos muito chateados com a morte, mas ela sofreu demais naquela cama”, diz.
acidente ocorreu em 24 de dezembro, na Rua Angélica Gomes Faleiros. Um vídeo gravado por câmeras de segurança mostra que a vítima seguia pelo trecho de asfalto danificado, quando perdeu o controle da direção do veículo e caiu.
Com o impacto, Lucimar bateu a cabeça com força na rua e desmaiou, apesar de estar usando o capacete. Um homem que estava na calçada correu para tentar socorrê-la, e acionou o resgate.
Vítima foi levada em estado grave a hospital em Franca, SP, após cair de moto em buraco — Foto: Reprodução/Câmeras de segurançaVítima foi levada em estado grave a hospital em Franca, SP, após cair de moto em buraco — Foto: Reprodução/Câmeras de segurança
Leandro conta que, após a queda, a tia não falava mais. Mesmo com a transferência de Lucimar para casa, o estado de saúde dela ainda inspirava cuidados.
Ainda segundo o sobrinho, Lucimar tinha uma filha de 21 anos. O horário do velório ainda não foi divulgado pela família.

Buracos tapados

A Prefeitura de Franca informou que os buracos na Rua Angélica Gomes Faleiros, onde Lucimar sofreu o acidente, foram tapados no dia 26 de dezembro. A administração municipal alegou que mantém equipes realizando operação tapa-buracos diariamente.
"A programação dos locais que receberão os reparos no asfalto é atualizada e monitorada pela Secretaria de Planejamento Urbano. Além da fiscalização nas ruas, a Secretaria também organiza o cronograma com base nas reclamações", diz a nota enviada.
Por fim, a Prefeitura explicou que está investindo R$ 4 milhões, repassados pelo governo estadual, no recapeamento das ruas de Franca.
Imagem mostra a dona de casa Lucimar Barbosa após acidente em Franca, SP — Foto: Reprodução/Câmeras de SegurançaImagem mostra a dona de casa Lucimar Barbosa após acidente em Franca, SP — Foto: Reprodução/Câmeras de Segurança.

Fonte  https://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2020/01/31/morre-dona-de-casa-que-caiu-com-moto-em-rua-esburacada-de-franca-sp.ghtml

Postado por Antônio Brito 

Ensaios sobre a Depressão: a perda de sentido de si e o mal-estar na sociedade contemporânea

Fabio Caprio L. de Castro; Cristian Marques (Orgs.)

Arte de Capa: Miséria 1, 1987 - Iberê Camargo

A noção de que as psicopatologias não estão circunscritas a meras disfunções orgânicas não é nova. Um dos principais fundadores da psiquiatria moderna, Jean-Étienne Esquirol (1772-1840), já afirmava que a loucura era uma “doença da civilização” em sua tese de medicina em 1805. Porém, esse entendimento está em franca tensão contemporaneamente com outra maneira mais hegemônica de entender as enfermidades humanas, sobretudo as de ordem psíquica. Com o avanço das ciências cognitivas, da neurologia e de dispositivos normativos com influência global, tal como o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), o discurso farmacológico, biologizante e naturalista tem reduzido diversas patologias a somente sua condição orgânica. Que tal discurso se tornou hegemônico não é fortuito. Desde a tão propalada “década do cérebro” nos anos 1990, viu-se um volume de investimentos públicos e uma aposta generalizada – e até uma promessa – de que poderíamos resolver os problemas do sofrimento metal dominando os processos bioquímicos cerebrais. Entretanto, passados praticamente 30 anos, as enfermidades mentais agravaram-se epidemicamente e o modelo naturalista mostrou-se insuficiente para compreender as enfermidades psíquicas. Dentre essas enfermidades psíquicas, a depressão tem despontado como uma espécie de novo mal du siècle, porém sem a dimensão romântica e carregada de esgotamento. Os ensaios aqui reunidos resistem ao discurso patológico contemporâneo tentando mostrar diversos aspectos desse sofrimento psíquico comumente chamado de depressão. A compreensão que perpassa de modo geral os ensaios é de que a depressão não se deixa reduzir ao neurológico, mas, antes, é simultaneamente emblema da atualidade de um problema civilizatório e sintoma social. Assim, trata-se de compreender aspectos tanto do fenômeno doentio quanto de como a articulação com as exigências, propostas e demandas sociais têm impacto direto nesse fenômeno. Colocada nesses termos, trata-se de uma questão que não perdeu o caráter provocador tanto quanto de urgência, dado o caráter demograficamente preponderante do problema.

 ISBN: 978-85-5696-639-1

Nº de pág.: 278

Fonte  https://www.editorafi.org/639depressao

Postado por Antônio Brito 

Atitudes Sociais em relação à Inclusão: da Educação Infantil ao Ensino Superior

Maewa Martina Gomes da Silva e Souza; Aline de Novaes Conceição; Adriana Alonso Pereira (Orgs.)

Enveredamos pelo universo da Educação Especial e Inclusiva com a intenção de apresentar ao caro leitor um dos aspectos sociais fundamentais para a ampliação da compreensão do fenômeno da Educação Especial e Inclusiva, as atitudes sociais. Dessa forma, convidamos você a percorrer esse caminho científico de entendimentos acerca do assunto. No decorrer da leitura, os textos revelam em seus principais resultados que há muitas informações equivocadas ou parciais a respeito da natureza das deficiências. Outros resultados evidenciaram que, mediante a provisão de informações detalhadas e adequadas a respeito de deficiências, podem ser modificadas favoravelmente as atitudes sociais de estudantes em relação à inclusão de colegas com deficiência. Nesse sentido, os estudiosos interessados na temática poderão se deleitar sobre tantos outros resultados apresentados neste livro, e especialmente poderão em posse de informações adequadas ter a primeira ferramenta para a construção de um ambiente social acolhedor para estudantes com deficiência nas escolas, da Educação Infantil ao Ensino Superior.

ISBN: 978-65-81512-23-1

Nº de pág.: 200

Fonte  https://www.editorafi.org/23atitudes

Postado por Antônio Brito 

Terapia com cães auxilia tratamento de crianças na Paraíba



Henrique Carneiro, de 6 anos, com a cadela Ísis.
Henrique Carneiro, de 6 anos, com a cadela Ísis. Portal T5
"Eu fico muito emocionado e feliz quando eles chegam". É o que diz Henrique Carneiro, de 6 anos, sobre o cachorros do projeto TeraPET que visitam o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa. A fim de levar conforto e amenizar o sofrimento das crianças que estão internadas, os animais visitam a unidade todas as quartas e sextas-feiras.
O projeto existe há seis meses e é composto por 20 voluntários e 18 cães. "Começamos em um abrigo de idosos, percebemos que há benefícios e ampliamos para outros ambientes. As pessoas ficam felizes vendo os animais", contou Márcio Moreno, um dos coordenadores do projeto.
Segundo ele, há critérios para que os cachorros possam participar das ações. "Eles precisam ter o cartão de vacina em dia, autorização de um veterinário dando condições para que frequentem um hospital e também precisam ter um bom comportamento", pontuou.
Equipe do projeto TeraPET com as crianças no Hospital de Trauma.
Equipe do projeto TeraPET com as crianças no Hospital de Trauma. Foto: Portal T5
Ariel, de 10 meses, uma das cadelas que participam do projeto.
Ariel, de 10 meses, uma das cadelas que participam do projeto. Portal T5
"Acho esse projeto muito interessante, é realmente uma terapia. Torna possível quebrar a monotonia e o clima tenso da criança ficar dentro do quarto. Animal traz harmonia para o ambiente", afirma Sandrelly Carneiro, mãe de Henrique que está internado há uma semana depois de sofrer uma fratura no braço.
O diretor do Trauma, Laercio Bragante, ressalta a importância da Cãoterapia para os pacientes. "É mais uma proposta da nossa equipe de atividade lúdica para o tratamento psíquico e físico para as crianças", disse.
Maria Eunice, tutora e 'mãe' da cadela Ariel, de 10 meses, participa do projeto e diz que percebe a diferença que os cachorros fazem nas crianças. "Eles enchem o lugar de energia boa e muda completamente o astral dos pacientes. É uma distração nesse ambiente fechado e todo mundo fica feliz demais", ressaltou.
Fonte  https://www.portalt5.com.br/noticias/paraiba/2020/2/293639-terapia-com-caes-auxilia-tratamento-de-criancas-na-paraiba
Postado por Antônio Brito 

WhatsApp para de funcionar em alguns celulares a partir de hoje; veja quais

Aplicativo perde compatibilidade com sistemas operacionais antigos

Já faz alguns anos que o WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais utilizado no Brasile é quase impossível encontrar alguém que não tenha o app instalado em seu celular.
No entanto, a partir de hoje (1º), alguns usuários podem não ter mais acesso a ele. Isso porque o mensageiro vai perder a compatibilidade com sistemas operacionais mais antigos.
Reprodução
Aqueles que utilizam Android 2.3.7 e iOS 8, além de versões anteriores, não conseguirão mais utilizar o aplicativo. Proprietários de celulares com o sistema Windows Phone já não podem mais utilizar o app desde o dia 31 de dezembro.
Segundo comunicado oficial, o WhatsApp é compatível com celulares com Android 4.0.3, iPhone com iOS 9 e aparelhos selecionados com KaiOS 2.5.2, além das versões mais recentes desses sistemas operacionais.
Hoje, o aplicativo não vai mais funcionar em celulares com os seguintes sistemas operacionais:
  • Android 2.3.7 e versões anteriores
  • iOS 8 e versões anteriores
  • Fonte  https://olhardigital.com.br/noticia/whatsapp-para-de-funcionar-em-alguns-celulares-a-partir-de-hoje-veja-quais/96050
  • Postado por Antônio Brito 

Novo RG substitui 13 documentos, inclui dados como o tipo de deficiência e já está disponível em 12 estados


#PraTodosVerem: Na imagem mostra detalhes do novo RG, na imagem são destacados como itens de segurança e as novidades do documento. Fim da descrição. Foto: Internet/Divulgação.

O novo RG (Carteira de Identidade) já está disponível em 12 estados, e em alguns deles o novo documento é emitido de forma gratuita.

O que pode ser colocado no novo RG?

Podem ser incluídos os números de vários outros documentos. Além do CPF, é possível adicionar os dados de NIS/PIS/PASEP, bem como o título de eleitor, carteira de trabalho, certificado de serviço militar, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), cartão nacional de saúde, tipo sanguíneo e deficiência (se tiver). Para isso, basta apresentar os originais no momento da solicitação e pedir sua inclusão.
Além disso, os cidadãos também podem usar seu nome social, sem a necessidade de alteração no registro civil. De acordo com o Governo, a inclusão desses dados é facultativa. Os RG´s atuais continuam a valer — então, não é necessário correr para adotar o novo modelo. Quem quiser trocar, no entanto, deve marcar um horário para atendimento, o que pode ser feito pela internet.

Lista de documentos que podem ser inseridos no novo RG:

  • Título de Eleitor
  • Carteira de Trabalho
  • Certificado Militar
  • Carteira Nacional de Habilitação – CNH
  • Certidão de Nascimento ou Casamento
  • CPF
  • Documento de Identidade Profissional
  • Documento Nacional de Identificação (DNI)
  • Carteira Nacional de Saúde
  • NIS
  • PIS/Pasep
  • Tipo sanguíneo
  • Fator RH (tipo sanguíneo)
  • Tipo de deficiência

Onde posso fazer o novo RG?

O novo RG já pode ser emitido nos estados de Goiás, Pernambuco, Distrito Federal, Mato Grosso, Acre, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Já estados como Alagoas (AL), Amapá (AP), Amazonas (AM), Bahia (BA), Espírito Santo (ES), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Pará (PA), Paraíba (PB), Piauí (PI), Rio Grande do Norte (RN), Rondônia (RO), Roraima (RR), Sergipe (SE) e Tocantins (TO) deverão implantar o novo modelo até março de 2020. Esse é prazo final determinado pelo decreto 9.278, da Presidência da República.
Fonte   https://deficienciaemfoco860798267.wordpress.com/2020/01/29/novo-rg-substitui-13-documentos-inclui-dados-como-o-tipo-de-deficiencia-e-ja-esta-disponivel-em-12-estados/
Postado por Antônio Brito 

Jovem com Down supera câncer, 'entra' para a polícia e muda rotina de delegacia

Apaixonado por Segurança, ele acompanha o dia-a-dia dos policiais como voluntário. Sentimento é recíproco, pois servidores relatam melhora no lugar apenas com a presença dele: ‘Toda empresa deveria ter funcionários assim’.

Aos 23 anos, Lucas Tadeu de Morais transformou a rotina da Delegacia de Proteção ao Idoso, à Pessoa com Deficiência, ao Consumidor e Trânsito de Anápolis, a 55 km de Goiânia. Portador de síndrome de Down, o jovem venceu um câncer e está realizando o sonho de viver o dia-a-dia de policiais, ao trabalhar como voluntário.

O delegado Manoel Vanderic, responsável pela unidade, conheceu Lucas há três anos, quando foi abordado pela mãe dele pedindo que tirassem uma foto juntos porque o filho era muito fã de policiais e sonhava em ser um. Na época, eles conversaram, e o delegado disse que se o garoto quisesse ir à delegacia para acompanhar a rotina, estava convidado.

Lucas Tadeu de Morais e Manoel Vanderic em Anápolis — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

“Há umas três semanas ela me mandou uma mensagem por meio de uma rede social contando que ele havia acabado de finalizar um tratamento contra o câncer e perguntou se a proposta ainda estava de pé. Eu disse que sim, e ele veio no outro dia”, contou.

De acordo com Vanderic, a simples presença do Lucas na delegacia já mudou o ambiente. Sendo uma pessoa alegre, amorosa e muito empática, o jovem passa as tardes ajudando em alguns atendimentos ao público e em funções administrativas.

“A presença dele é muito positiva. Humanizou muito o ambiente. […] Foi muito além do que eu esperava, não só com o público externo, mas com o interno. As pessoas ficam mais simpáticas, muito mais tranquilas”.

“Ele está sempre rindo. Se vê alguém triste, ele logo sente e tenta ajudar. Toda empresa, todo órgão deveria ter funcionários assim”, disse o delegado.

O agente Flávio Laudares, que também atua na delegacia, disse que também sente a mudança no local.

“Ele tem um histórico de superação de doença recente. Vendo ele lá, sempre alegre depois de toda dificuldade da vida dele, faz com que a gente reflita. Percebemos que a gente esquece de ser grato”, contou o agente.

Luce Anne Pereira e o filho Lucas Tadeu de Morais em tratamento em Barretos Goiás — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Realização de um sonho

Mãe do Lucas, a empresária Luce Anne Pereira, de 43 anos, contou que a admiração do filho por policiais e profissionais da Segurança Pública começou quando ele ainda era criança. Hoje, vendo-o trabalhar na área, ela se enche de orgulho e satisfação por ver a felicidade dele.

“Ele está muito feliz. Na concepção dele, ele acredita que conseguiu ser o policial e eu sou muito grata pela oportunidade que ele está tendo”, afirmou.

Luce relatou que, em abril de 2019, o filho foi diagnosticado com um câncer na virilha, fez uma cirurgia e iniciou o tratamento de quimioterapia em Barretos.

“Foi muito difícil, ele sofreu muito, só quem viveu que sabe. Mas o hospital é só amor e isso ajudou muito. Por exemplo, ele foi vestido de Hulk na primeira sessão de quimioterapia e todo mundo entrou no jogo, pediram autógrafo. […] Lucas teve muito isso de dar valor à vida e não força à doença”, completou.

A doença entrou em estágio de remissão. Assim, Luce ficou muito empolgada e grata pela recuperação do filho. Foi quando a empresa decidiu entrar em contato com o delegado para saber sobre a possibilidade de realizar esse sonho do filho. Segundo ela, a resposta foi logo: “Quando ele começa?”.

“O Lucas é muito criativo, muito educado, inteligente, isso é dele. Desde quando ele nasceu faz muito sucesso aonde vai. Ainda mais depois de tudo que ele passou, ele merece tudo isso e muito mais, ser muito feliz, fazer o que ele quiser”, concluiu.

Fonte: G1

http://criancaespecial.com.br/jovem-com-sindrome-de-down-supera-cancer-entra-para-a-policia-e-muda-rotina-de-delegacia/

Postado por Antônio Brito