06/02/2020

Bela-vistense com paralisia cerebral lança livro em Campo Grande para tratar de superação e desafios na carreira

O acadêmico de jornalismo e agora escritor, Geraldo Júnior Duarte, lançou na noite desta quinta-feira (30) o livro “Caminho para a Faculdade”, que relata os desafios do autor em fazer uma graduação e também a inclusão na carreira de jornalista.

G1 MS e TV Morena

A estudante é natural de Bela Vista, região sudoeste do estado e tem paralisia cerebral causada pela falta de oxigênio durante o nascimento. Ele é acadêmico do 5° semestre do curso de jornalismo em Campo Grande, e decidiu escrever o livro para falar sobre as dificuldades que enfrenta desde criança, e da importância em não se deixar abater pelas limitações.

“O livro fala sobre caminhos, e nele detalho de maneira geral o processo de uma pessoa com uma limitação na universidade, e no início da carreira profissional”, explicou.

Geraldo iniciou os estudos em uma escola convencional de Bela Vista, e depois mudou-se para a capital. Além de se dedicar a escrita, Geraldo também faz estágio na universidade. O término da graduação será em 2020, onde outra etapa vai começar: a aceitação no mercado de trabalho.

“Estamos engatinhando sobre a aceitação no mercado de trabalho. As pessoas precisam saber que o intelecto e a eficiência não são dependentes exclusivamente de alguma limitação física”, conclui

Fonte  http://bvnewsms.com.br/bela-vistense-com-paralisia-cerebral-lanca-livro-em-campo-grande-para-tratar-de-superacao-e-desafios-na-carreira/

Postado por Antônio Brito 

Vitória recebe segundo Desafio CPB/CBAt da temporada nesta sexta-feira, 7


Foto: Alê Cabral/CPB
Foto: Alê Cabral/CPB
A capital capixaba sediará, nesta sexta-feira, 7, o segundo Desafio CPB/CBAt da temporada 2020. O evento será realizado no Centro de Educação Física e Desportos da UFES e contará com 110 atletas, com e sem deficiência.

Esta competição é uma parceria entre o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) que tem como objetivo difundir e desenvolver a prática conjunta do atletismo e do paratletismo no país.
Onze atletas paralímpicos participarão da competição. Entre eles estão Yagonny de Sousa, prata nos 1.500m T46 nos Jogos Parapan-Americanos Lima 2019; Vitor de Jesus, prata nos 200m T37 no Mundial de Atletismo Dubai 2019; Fabrício Ferreira, bronze nos 100m T12 também em Dubai.

“Vou disputar o Desafio para ter uma sequência boa de competições no ano. Porque ano passado eu me lesionei muito e não pude participar desses eventos menores e fui direto para o Parapan de Lima. Este ano, estou mais maduro e quero manter um ritmo para chegar preparado aos Jogos de Tóquio. Como eu corro as três provas 100m, 200m e 400m, o Desafio vai me ajudar nisso”, comentou Vitor de Jesus.

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Esta é a terceira temporada em que atletas com e sem deficiência competem juntos com a novidade de que as entidades decidiram descentralizar a disputa. Em 2018 e 2019, as edições do Desafio CPB/CBAt foram realizadas nas instalações do Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Na sexta-feira, 31, ocorreu a primeira etapa de 2020 do Desafio em Brasília. A próxima será no dia 13 de março em Recife, Pernambuco.

Vitória também receberá neste fim de semana, 8 e 9 de fevereiro, a regional Rio-Sul do Circuito Brasil Loterias Caixa de atletismo e natação. O evento conta com 401 inscritos, sendo 267 do atletismo e 134 da natação.

Programação*
Desafio CPB/CBAt

Sexta-feira (7/02) – 14h30 às 18h

Circuito Brasil Loterias Caixa de Atletismo
Sábado (8/02) - 8h às 12h e 14h às 18h
Domingo (9/02) - 8h às 12h
*Programação sujeita a alterações

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte  https://www.cpb.org.br/noticia/detalhe/2816/vitoria-recebe-segundo-desafio-cpbcbat-da-temporada-nesta-sexta-feira-7
Postado por Antônio Brito 

Camping Escolar Paralímpico promove treinamento a mais de 100 promessas do esporte


Foto: Alê Cabral/CPB
Foto: Alê Cabral/CPB
A primeira fase do Camping Escolar Paralímpico 2020 foi um sucesso ao proporcionar a 112 jovens em idade escolar a vivência da rotina de um atleta de alto rendimento durante os dias 28 de janeiro e 5 de fevereiro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Ao todo, foram participantes de 21 estados e do Distrito Federal.

Os alunos do Camping deste ano foram selecionados durante as Paralimpíadas Escolares de 2019, que ocorreram em novembro também no CT Paralímpico. Na ocasião, o evento contou com cerca de 1.220 competidores, de 12 a 17 anos, um número recorde de participantes.

Já o projeto de 2020 também selecionou 28 professores para visitarem o CT Paralímpico e terem contato com os técnicos das Seleções Brasileiras e profissionais do CPB. O professor Sebastião Valderino, que atua na rede municipal de Areia, no interior da Paraíba, e treina seus alunos de atletismo em chão de terra batida, campos de futebol ou na rua, foi um dos educadores escolhidos.

“A experiência foi ótima, porque eu venho com o meu conhecimento sobre a minha realidade e aqui tenho a visão de uma estrutura de primeira, com os técnicos e a estrutura dos profissionais do CPB. Tudo isso vai me ajudar porque a cada dia aprendo mais e vou levar o conhecimento daqui para lá e me adequar. Vou melhorar as técnicas de arremesso de lançamento e fazer testes de velocidade", comentou o professor.

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A novidade desta terceira edição foi a inclusão do parabadminton às 12 modalidades já contempladas pelo projeto. Uma das jogadoras do esporte estreante é Maria Pereira, 15 anos, que veio de Estreito, interior do Maranhão. Ela nasceu com má-formação no braço direito e compete pela classe SU5.

“Eu pensava que só tinha eu com essa deficiência. Eu era muito isolada e vir aqui abriu a minha mente e perdi a vergonha da minha deficiência. O treino foi pesado, chorei e até pensei em desistir, mas liguei para minha mãe e ela me motivou a treinar. Aprendi técnicas para melhorar meu jogo, como aumentar a movimentação na quadra e fazer saques longos”, relatou Maria.

O projeto Camping Escolar Paralímpico realiza dois encontros anuais no CT Paralímpico, sendo um em janeiro e o outro em junho. A próxima etapa desta edição será de 23 de junho a 1º de julho.

Na primeira edição do Camping (2018), houve treinamento apenas de atletismo e natação e foram atendidas 34 crianças. Já em 2019, o projeto passou a contemplar todas as modalidades das Paralimpíadas Escolares: basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado, reunindo 98 atletas no ano passado.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte  https://www.cpb.org.br/noticia/detalhe/2814/camping-escolar-paralimpico-promove-treinamento-a-mais-de-100-promessas-do-esporte
Postado por Antônio Brito 

Pessoas com deficiência: o poder público em ação

Novos ônibus acessíveis, transporte gratuito, bilhete único, profissionais treinados… Embora ainda haja muito o que fazer, confira algumas iniciativas colocadas em prática pelo estado e pela prefeitura
Patrícia Rodrigues

cadeirante usando rampa de acessibilidade em ônibus
Desde março de 2018 circulam duas linhas com miniônibus acessíveis. Foto: Divulgação SPTrans.

Desde março de 2018, a SPTrandisponibiliza duas linhas de miniônibus circulares acessíveis, com piso baixo e porta dianteira com acesso por meio de rampa, com capacidade para 36 passageiros, incluindo espaço para quatro cadeiras de rodas: a linha 605A-10 (Centro Paralímpico–Jabaquara) e a Linha 476L-10 (Metrô Vila Mariana–Lar Escola São Francisco). Esta última passa por vários espaços públicos e privados que atendem pessoas com deficiência na região, como Lar Escola São Francisco, AACD, Apae, Dorina Nowill para Cegos, unidades da Rede Lucy Montoro, entre outros.
A SPTrans ainda oferece o serviço Atende+, modalidade de transporte gratuito que opera no sistema porta a porta destinado a pessoas com autismo, surdocegueira e deficiência física severa, impossibilitadas de utilizar o transporte coletivo por ônibus. Opera com 450 veículos adaptados (tipo vans).

Cartilha e comunicação

Em 2018, a SPTrans revisou todo o conteúdo para treinamento focado em acessibilidade e elaborou a cartilha Acessibilidade – Treinamento Transporte Coletivo, que teve seu conteúdo submetido às secretarias de Direitos Humanos e Cidadania e Pessoa com Deficiência, responsáveis pela impressão das cartilhas. O material é utilizado no treinamento dos operadores do sistema.
A SPTrans também determinou que as empresas de ônibus colocassem adesivos nos coletivos da cidade informando sobre o direito de mulheres e idosos descerem fora do ponto de parada em horários específicos. Os adesivos são fixados internamente, na parte superior das portas de embarque e desembarque, com o texto “Mulheres e idosos podem optar pelo local mais seguro e acessível para desembarcar entre as 22h e 5h, exceto em corredores exclusivos”, acompanhado dos pictogramas que representam esses passageiros.

Sistema metroviário

Idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem acessar o sistema metroferroviário gratuitamente utilizando o Bilhete Único Especial, emitido pela SPTrans. Há ainda catracas ou cancelas que permitem a passagem de cadeiras de rodas ou carrinhos de bebês, sistemas de comunicação para monitoramento no deslocamento dos passageiros com deficiência, comunicação visual, sinalização e piso tátil e sanitários adaptados. Estações de maior movimento oferecem telefones públicos adaptados para pessoas surdas, deficientes em cadeira de rodas e de baixa estatura.
Além disso, de acordo com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM), todos os agentes de atendimento e segurança envolvidos na operação da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM), Metrô e concessionárias são treinados e orientados para auxiliar idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida durante o deslocamento nas estações.
Nas estações de maior movimento há também telefones públicos adaptados para pessoas surdas, deficientes em cadeiras de rodas e de baixa estatura.

Embarque preferencial 

Na CPTM, aliás, há um programa de embarque preferencial para passageiros idosos, com deficiência, mobilidade reduzida e gestantes nos horários e estações de maior movimento. Esse público tem a preferência de embarque no primeiro carro, nos horários entre 6h e 8h e 17h e 19h.
Infelizmente, algumas estações da CPTM foram construídas numa época em que a acessibilidade não era uma preocupação. Ainda assim, 66 das 94 estações são acessíveis. Atualmente, três estações estão em obras para receber itens de acessibilidade: Guapituba (Linha 10-Turquesa), Antonio Gianetti (Linha 11-Coral) e Luz (linhas 7-Rubi e 11-Coral). Outras duas terão a reforma iniciada em breve: Caieiras e Várzea Paulista, da Linha 7-Rubi. Ainda na Linha 7-Rubi, prosseguem as obras de reconstrução da Estação Francisco Morato, prevista para ser finalizada em 2020. As demais estações estão com os projetos em desenvolvimento para as obras serem licitadas posteriormente.

Saiba mais:

  • A frota de ônibus da cidade é composta por 14.079 veículos: 13.865 deles são acessíveis, o que representa 98,48% do sistema;
  • 1,5 milhão de idosos têm o Bilhete Único Especial Idoso e 225 mil pessoas com deficiência temporária ou permanente possuem o Bilhete Único Especial PCD;
  • Em todas as linhas de metrô (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata) e ViaMobilidade (Linha 5-Lilás), há  237 elevadores e 920 escadas rolantes.
Dados de 2019
Fonte  https://mobilidade.estadao.com.br/pcd/poder-publico-em-acao/
Postado por Antônio Brito 

Atleta com paralisia cerebral passa em Filosofia na UFC

Morador do bairro Bom Jardim e aluno da rede pública, ele precisou conciliar atividades esportivas e estudos de pré-vestibular

Seleção Brasileira treina na busca da sua vaga nos Jogos Paralímpicos

Nossa Seleção Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas está em Niterói, Rio de Janeiro, na segunda Semana de Treinamento. Nossos atletas terão um importante torneio no início de março – IWRF 2020 Paralympic Qualification Tournament -, última competição que irá premiar os dois primeiros colocados nos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020.

A Semana de Treinamento começou nesta terça (04) e encerra no próximo domingo (09). O treinamento agora segue buscando o condicionamento físico dos atletas e atividades táticas com objetivo se chegar no Canadá em condições de enfrentar nossos principais adversários e buscar garantir umas das duas vagas para os Jogos Paralímpicos. A Seleção Brasileira terá ainda uma terceira semana de treinamento, de 16 a 21 de fevereiro de 2020, nas instalações do Centro de Treinamento Paralímpico, em 


Confira a tabela de jogos e contamos com a sua torcida:


Fonte  http://rugbiabrc.org.br/2020/02/06/selecao-brasileira-treina-na-busca-da-sua-vaga-nos-jogos-paralimpicos/

Postado por Antônio Brito 

Lak Lobato lançará novos livros falando sobre surdez




Lak Lobato lançará novos livros 


#PraTodosVerem: Sob um fundo rosa está Lak Lobato, uma mulher branca, de cabelos curtos escuros. Ela está com a mãe esquerda no ouvido sob o formato de concha. Ela veste uma roupa preta com bolinhas brancas e na mão direita em destaque ela segura um exemplar de “Lalá é assim: Diferente igual a mim”. Fim da descrição. Foto: Arquivo pessoal / Divulgação

Quanto mais produzirmos conhecimento sobre nossas deficiências, mais pessoas conhecerão nosso mundo, e menos preconceito teremos. Talvez seja isso o que move a jornalista Lakshmi Lobato, que convive há 33 anos com a surdez. Sobre a deficiência ela conta que nunca descobriu a origem “sou surda adquirida aos 9 anos, por sequela de alguma doença, nunca tive diagnóstico fechado para o meu caso, simplesmente acordei assim, surda profunda e bilateral.”
Lak é formada em comunicação social e escreve um blog sobre surdez, o DesculpeNaoOuvi.com.bronde conta sobre as aventuras de ser surdo e falar oralmente, ler lábios, usar tecnologias auditivas para ouvir, num mundo em que se acha que surdez se resume a usuários de língua de sinais. “Por 23 anos, usei apenas a língua de sinais como forma de comunicação. E há 10 anos, sou usuária de implante coclear (uma tecnologia parcialmente implantada, que reproduz artificialmente a percepção auditiva). Os resultados dessa tecnologia variam de uma pessoa para outra, no meu caso, eu ouço maravilhosamente bem, falo no telefone, ouço música, vivo uma vida bem ativa socialmente.” Relata.

#PraTodosVerem: Em uma biblioteca está Lak Lobato, uma mulher branca, de cabelos curtos escuros. Ela aponta para um exemplar do livro “Escute como um surdo”. Ela veste uma camisa branca, e um terno preto. Fim da descrição. Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação.

Os Livros

No próximo dia 08 de fevereiro, Lak lançará dois livros: Escute como um surdo e Lalá é assim: Diferente, igual a mim.
“O Escute como um surdo é a versão prática disso. É um livro interativo, que estimula o leitor a ouvir, prestar atenção  no som, observar como se sente em relação ao som, trabalhar suas expectativas e ansiedades, criando uma rotina gratificante do uso de tecnologias auditivas. É uma troca de experiências de usuária para usuários.”  Já “Lalá é assim: Diferente, igual a mim”, traz a continuação da aventura, em que ela percebe que é a única que usa aparelho auditivo no meio das pessoas com quem convive e começa a se questionar quem mais usaria esse aparelho. E quais são os tipos de aparelhos que existem. E quais são as outras diferenças que existem, etc. Questionamentos comuns de crianças que se sentem diferentes e que precisam descobrir que ser diferente não é ruim nem errado, muito pelo contrário, é uma oportunidade maravilhosa de viver, trocar experiências, aprender e fazer amigos!” Explica.
Ela conta ainda que já tem outros dois livros publicados “o primeiro, é autobiográfico e quase que uma compilação das histórias pessoais relatadas no meu blog que, aliás, leva o mesmo nome do blog. Escrevi porque meus leitores gostavam da forma como eu contava as aventuras de voltar a ouvir através de uma tecnologia. Sempre tive uma visão leve o otimista de encarar o longo e cansativo período de reaprender a ouvir, depois de mais de duas décadas em silêncio.” Conta.
Sobre os de 23 anos sem ouvir Lak diz “me fez perder a maior parte da minha memória auditiva. Sabe o que é isso? Quando você ouve, mais do que simplesmente perceber o som, você precisa identificar o que aquele som significa, saber se deve responder a ele, como responder, se é algo importante, se deve ignorar, etc. E eu não lembrava mais o que era nenhum som, não sabia mais como deveria me comportar diante deles. Tive que reaprender.  E eu encarei isso com tanta leveza, com tanta alegria, com tanta paciência, que tive o maior prazer de compartilhar e inspirar pessoas.” Lembra.
Seu primeiro livro trata de diversos textos publicados em seu blog “meu primeiro livro, que eu carinhosamente chamo de DNO (sigla de “Desculpe, Não Ouvi!”) foi muito importante para os pais de crianças que usam a mesma tecnologia que eu. Tanto que eles queriam que os filhos lessem minha histórias e se sentissem inspirados como eles, os pais, se sentiram.  Só que esses filhos eram crianças. Achei que seria mais agradável ter uma versão especialmente escrita pra elas. Daí nasceu o livro “E Não É Que Eu Ouvi?”, a história de Lalá, uma menininha que, um dia, acorda dentro de uma bolha de silêncio e parte numa aventura em busca dos sons que ela sabe que estão do lado de fora da bolha. E consegue alcança-los através de um aparelho encantado. O livro foi muito bem aceito pelos pais e pelas crianças, que adoram as aventuras da Lalá.” Explica.

#PraTodosVerem: Em uma biblioteca está Lak Lobato, uma mulher branca, de cabelos curtos escuros. Ela está na frente de uma parede de livros e segura um exemplar de “Escute como um surdo” e “Lalá é assim: Diferente igual a mim”. Ela veste uma camisa branca, e um terno preto. Fim da descrição. Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação.

Como adquirir os livros de Lak

Quem estiver em São Paulo pode ir no evento de lançamento, que será numa livraria infantil de bairro, aberta para o público interessado, seja ele qual for.  Após o lançamento, o livro estará a venda pela internet (link ainda não disponível, assim que possível postaremos aqui). E também pretendo fazer alguns lançamentos regionais, mas sem previsão de locais e datas, por enquanto. Sobre novos livros, Lak diz que se houver inspiração e oportunidade, certamente haverão novas obras.

Preconceito


#PraTodosVerem: Na foto está Lak Lobato, uma mulher branca, de cabelos curtos escuros. Ela veste roupas pretas e está com o dedo indicador esquerdo sobre os lábios fazendo sinal de silêncio. Fim da descrição. Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação.

Lak conta que o preconceito faz parte da sua vida “desde que adquiri a surdez, sofro preconceito porque minha voz passou a ter “sotaque de surdo”, que é aquela voz menos nasal, com som meio “pra dentro”, que às vezes, escorrega na pronúncia de algumas vogais ou consoantes.” Explica.
Segundo ela, ainda hoje tem pessoas que querem que ela faça terapia com fonoaudióloga para perder esse sotaque, adquirido durante os 23 anos sem ouvir “eu acho que me fazer entender é muito mais importante que ter uma voz que não denuncia que eu tenho uma deficiência.” Analisa.
Para finalizar, Lak deixou um recado para vocês “tenham orgulho de quem vocês são, empoderem-se das suas histórias. Ter deficiência não é algo a se envergonhar, nem para se desculpar, nem para achar que você deve algo para a sociedade. Briguem pelo que vocês acreditam e tenham fé que é necessário comprar briga para mudar o que não estiver bom para nós! Nossa geração é uma das primeiras a ter voz ativa e ouvida pela sociedade. Nós podemos fazer a diferença para as próximas gerações terem mais oportunidades do que tivemos.
Mas, não vistam a carapuça de serem heróis. A sociedade tenta nos mover da categoria dos coitadinhos para a categoria dos heróis, apenas para poder continuar não tendo que promover acessibilidade e inclusão satisfatórias. Afinal, um herói se vira, não precisa da ajuda dos outros, não é mesmo? Sejamos todos humanos, simplesmente humanos!
Fonte  https://deficienciaemfoco860798267.wordpress.com/2020/02/04/lak-lobato-lancara-novos-livros-falando-sobre-surdez/
Postado por Antônio Brito 

Basquete em cadeira de rodas está fora de Paris 2024 e pode ser cortado de Tóquio 2020


O basquete em cadeira de rodas foi removido do programa dos Jogos Paralímpicos Paris 2024 na  última sexta-feira (31), e corre risco de ser retirado também de Tóquio 2020. Há um impasse entre o Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) e a Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF) sobre a classificação e os jogadores elegíveis para a competição.

A modalidade é aberta a um amplo grupo de atletas com as mais variadas gravidades de deficiências. O IPC deseja reavaliar alguns jogadores da modalidade que podem estar presentes em Tóquio 2020 e bloquear qualquer um que possa ser inelegível. Segundo Craig Spence, porta-voz do IPC, cerca de 50 a 75 atletas que precisam passar por essa nova realização. Já a decisão sobre Paris 2024 ainda pode ser revertida.

"Agradecemos que o basquete em cadeira de rodas seja um dos esportes mais populares nos Jogos Paraolímpicos, mas isso não significa que a IWBF esteja acima das regras", comunicou o presidente do IPC, Andrew Parsons. “A classificação dos atletas é parte integrante de todos os esportes paraolímpicos e a falha de qualquer esporte em cumprir o Código de Classificação dos Atletas do IPC é uma preocupação crítica para nós, pois pode ameaçar a integridade da competição.”

Já a IWBF disse que pretende chegar a um acordo com o IPC antes da Paraolimpíada de Tóquio e minimiza as diferenças entre as duas organizações. "É importante ressaltar que a elegibilidade de nossos atletas não está em dúvida, apenas usamos idiomas diferentes em nossa classificação", disse Regina Costa, que preside a comissão de classificação da IWBF.

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo
Fonte  http://www.surtoolimpico.com.br/2020/02/basquete-em-cadeira-de-rodas-esta-fora.html?m=1
Postado por Antônio Brito 

Atleta da CBVD tem trajetória no vôlei sentado contada por programa de televisão

Durante a realização da primeira semana de treinamento da seleção, organizada pela Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes (CBVD), em preparação para os Jogos Paralímpicos Tóquio 2020, a recém convocada para o time brasileiro, Luiza Fiorese, teve sua trajetória na modalidade contada pelo Esporte Fantástico, programa exibido nacionalmente no último sábado, 1º de fevereiro, na Rede Record.

A reportagem, narrada pelo jornalista Mauro Júnior, aconteceu dentro do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro mostrando um pouco do dia a dia de um atleta paralímpico e a preparação da seleção ruma ao pódio nos Jogos Paralímpicos. Luiza, que atualmente está com 22 anos, foi diagnosticada aos 15 anos com um câncer nos ossos. Apesar das dificuldades, a jogadora não se desestimulou e batalhou em busca do seu sonho. Hoje, treina em uma equipe da cidade de Goiânia/GO e acabou de ser convocada para a seleção brasileira.

Para o presidente da Confederação, Ângelo Alves Neto, a visibilidade do esporte paralímpico tem crescido notoriamente. “Somos uma grande potência mundial no paradesporto e o voleibol sentado tem se desenvolvido e se destacado neste período. Atualmente estamos entres os melhores do mundo na modalidade e somos a única confederação de esporte coletivo que classificamos os dois times com o resultado dos Jogos Parapanamericanos, onde o time masculino foi campeão e o feminino ficou com o vice campeonato”.

Assista a reportagem aqui.


Fonte http://cbvd.org.br/noticia/atleta-da-cbvd-tem-trajetoria-no-volei-sentado-contada-por-programa-de-televisao/

Postado por Antônio Brito 

05/02/2020

Emocionado, jovem de São João do Rio do Peixe pede ajuda para ir a São Paulo realizar cirurgia urgente

Por Jocivan Pinheiro

O jovem Vinícius Pereira, da cidade de São João do Rio do Peixe, participou do programa Xeque-Mate para fazer um apelo. Emocionado, ele pediu ajuda para viajar para São Paulo, onde precisa passar por um procedimento cirúrgico urgente.

Ao lado do seu pai, Vinícius fez um esforço físico para que pudesse falar ao microfone e pedir ajuda. Ele sofre de hidrocefalia e por isso possui um tubo ligado à sua cabeça. Acontece que esse tubo precisa ser trocado porque Vinícius está crescendo.

Ele pede ajuda para comprar passagens de avião para viajar a São Paulo, onde a cirurgia de troca de tubo deve ser feita. Se o jovem continuar crescendo e não for colocado um tubo maior, as complicações serão graves.

Para ajudar Vinícius com qualquer quantia, os interessados devem fazer depósito bancário na agência 0040 013conta 00066079-5, Caixa Econômica Federal. Titular: Ivanildo Pereira da Silva.

Fonte  https://www.diariodosertao.com.br/noticias/cidades/459447/emocionado-jovem-de-sao-joao-do-rio-do-peixe-pede-ajuda-para-ir-a-sao-paulo-realizar-cirurgia-urgente.html

Postado por Antônio Brito