30/01/2020

Vacina contra alergia combate rinite, asma, conjuntivite, dermatite e mais




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NUMSTOCKER/SHUTTERSTOCK

Popularmente conhecida como vacina para alergia, a imunoterapia para alérgenos é um tratamento é utilizado há várias décadas e, quando realizado com a indicação correta, apresenta com bons resultados aos pacientes.
  1. Asma
  2. Rinite alérgica
  3. Conjuntivite alérgica
  4. Alguns casos de dermatite atópica
  5. Alergia a veneno de insetos
  6. Alergia a pólen
  7. Alergia a poeira, ácaros e fungos

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LIGHTSPRING/SHUTTERSTOCK

A terapia tem como objetivo diminuir a sensibilidade de pessoas que se tornaram alérgicas a determinadas substâncias. De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, o tratamento consiste na aplicação de alérgeno ao qual o paciente é sensível em doses crescentes por um período de tempo que é variável (de 1 a 3 anos).

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SAKURRA/SHUTTERSTOCK

O método mais utilizado de aplicação de imunoterapia é através de injeções subcutâneas. As vacinas não são disponíveis em farmácias e devem ser administradas somente por um profissional qualificado.
De uma forma simples, explica a médica, a imunoterapia modifica algumas respostas do sistema imunológico e o paciente passa a tolerar melhor o alérgeno que antes desencadeava a reação. Essa tolerância permanece por alguns anos, mesmo após a descontinuação da vacina.
Fonte  https://www.vix.com/pt/saude/574750/vacina-contra-alergia-combate-rinite-asma-conjuntivite-dermatite-e-mais-3-quadros?utm_source=Facebook&utm_medium=VixExploreBR&utm_campaign=Evergreen
Postado por Antônio Brito 

Barbie lança bonecas com vitiligo e sem cabelo

Foto: Mattel/Divulgação
A Mattel lançou novos designs da Barbie para ampliar a diversidade da linha Fashionistas. Entre as novidades, estão um modelo com vitiligo e outro sem cabelo.

Considerada 'a linha de bonecas mais diversa', a coleção traz 176 bonecas com nove tipos diferentes de corpos, 35 tons de pele e 94 estilos de cabelo.

No ano passado, a empresa lançou itens que vinham em cadeiras de roda ou com prótese de perna a fim de promover a inclusão social de pessoas com deficiência física.

Também pensando em diversidade, a linha Creatable World (Mundo Criativo, em tradução livre) foi anunciada em setembro, com bonecos sem gênero.

A Mattel afirma que a Barbie continuou evoluindo ao longo dos anos para "refletir melhor o mundo que as meninas veem hoje, adicionando mais diversidade às infinitas possibilidades de contar histórias".

Ainda não há informações sobre se as novas bonecas estarão disponíveis no Brasil, mas elas estão à venda pelo site internacional da Barbie por cerca de US$ 10, aproximadamente R$ 42 na cotação atual.

Fonte  https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/viver/2020/01/barbie-lanca-bonecas-com-vitiligo-e-sem-cabelo.html
Postado por Antônio Brito 

Conheça a primeira fisioterapeuta com Síndrome de Down do Brasil: Luana.

… Percebo que tenho a missão de tratar a saúde de todas as pessoas de uma maneira global.” Contou a Jovem.

Luana Dallacorte de Moura, 24 anos, é muito jovem e tem síndrome de Down. Entretanto, isso não a define. A jovem se formou no dia 17 de março, pela faculdade CNEC, agora ela é uma fisioterapeuta e celebrou sua conquista usando a seguinte expressão:
“Escolhi a fisioterapia porque amo as crianças e idosos, me identifico muito com cadeirantes, pessoas com síndromes, autistas e percebo que tenho a missão de tratar a saúde de todas as pessoas de uma maneira global.” Contou a Jovem.


A jovem explica que quando está atendendo busca sempre manter um diálogo com os familiares dos pacientes com necessidades especiais, derrubando os velhos tabus de comunicação, quando realiza um diagnóstico e ao sugerir novas terapias.
“Não tenho nenhum preconceito de falar. Meu trabalho de conclusão de curso focou no tratamento dos meus futuros pacientes.” Conta Luana.
Luana, pretende considerar sempre teoria e prática “Gameterapia”. Esse método consiste em utilizar os videogames nas sessões fisioterapêuticas, ortopédicas e neurológicas que são humanizados, pois os tratamentos muita das vezes se tornam dolorosos e fatigantes, e ainda permite que haja interatividade, tirando proveitos de qualidade com os pacientes com deficiência. Seu trabalho de conclusão de curso (TCC), foi muito admirado e elogiado pelos professores. O estudo teve o tema de “O tratamento de gameterapia nos portadores de paralisia cerebral”.
Luana explica que as pessoas com dificuldades de locomoção necessitam de estímulos para mudar os paradigmas cerebrais; desta forma ela apoia exercícios cerebrais com ferramentas virtuais, citando os jogos para esse fim.
A jovem delineou a estratégia de sua função, compreendendo os obstáculos psicológicos que muitos pacientes encaram os quais são um grande obstáculo a ser vencido. “Um cadeirante, por exemplo, pode sentir medo de caminhar,” reflete.
Com base nas informações da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, não existe informação “de outra pessoa com a síndrome que tenha se formado em Fisioterapia”. Além da apresentar um trabalho extraordinário e atual,  Luana prossegue em sua carreira como uma pioneira que vem ultrapassando barreiras com força e determinação.
Este artigo foi publicado originariamente no site- A soma de Todos Os Afetos, e foi reproduzido adaptado por equipe do blog cantinho.
Fonte  https://cantinho.live/2020/01/28/conheca-a-primeira-fisioterapeuta-com-sindrome-de-down-do-brasil-luana/
Postado por Antônio Brito

Pedala Junto ajuda deficientes visuais a andar de bicicleta

Pela primeira vez no Rio, projeto foi lançado na Lagoa e usou bicicletas adaptadas ODKV (‘o de cá vê’) e tandem – aquelas compridas, feitas para mais de uma pessoa pedalar ao mesmo tempo.


“Pude voltar a ter aquela sensação do vento batendo no rosto. Achei o máximo! Foi como se estivesse guiando a bicicleta de novo. Senti autonomia”, contou Alessandra Nogueira, 46 anos, ao Rio de Boas Notícias. Ela foi uma das 14 pessoas com deficiência visual que participaram do lançamento do Pedala Junto no Rio, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no domingo passado (19).

Voluntários da Bike Anjo e participantes que aprenderam a andar de bicicleta
Voluntários da Bike Anjo e participantes que aprenderam a andar de bicicleta no evento da Lagoa – Foto: arquivo pessoal

O projeto, que já existe em outras cidades, chegou ao Rio por meio da Escola Bike Anjo da Lagoa, que ajuda adultos e crianças a aprender a andar de bicicleta e a usá-la como meio de transporte seguro nas cidades, como já contamos em outra matéria (leia aqui). O Pedala Junto veio como uma forma de ampliar essa experiência para pessoas com mobilidade reduzida, autismo, cegas ou com baixa visão.

E, já no primeiro dia de evento, deu super certo! Além dos dez adultos e 20 crianças que foram à Lagoa aprender a andar em bicicletas comuns, outras 14 pessoas cegas ou com baixa visão se inscreveram para ter a experiência de pedalar com a ajuda de voluntários da Bike Anjo.

Confira no vídeo como foi a experiência:

Havia uma bicicleta adaptada ODKV, que significa “o de cá vê”. Nesse modelo, são emparelhadas e conectadas duas bicicletas de mesmo tamanho. A pessoa cega pedala ao lado do anjo que pode guiar orientando e fazendo a audiodescrição. Assim, o voluntário pode deixar a direção da bicicleta com a pessoa cega, apenas orientando pela descrição do ambiente.

Alessandra, que hoje não enxerga, mas já teve baixa visão e usava uma bicicleta inclusive como meio de transporte em Belém do Pará, pedalou a ODKV. “Graças ao Bike Anjo eu tive a oportunidade de voltar a andar de bicicleta de novo. A gente tem uma sensação de autonomia. E voltei a ter uma memória fotográfica, digamos assim”, disse.

Voluntário usa bicicleta tandem para ajudar um cego a pedalar
A bicicleta tandem, alugada na Lagoa para passeios conjuntos, também foi usada no Pedala Junto – Foto: arquivo pessoal

Ela também experimentou uma das bicicletas tandem alugadas pelo grupo na Lagoa. Na tandem, aquelas com o quadro mais comprido em que se pedala junto, no banco da frente vai o voluntário da Bike Anjo e, no banco de trás, vai a pessoa cega. Neste caso, quem está no banco de trás pedala também, mas não controla a direção.

Os planos são de ampliar o Pedala Junto e torná-lo regular, com eventos mensais no terceiro domingo do mês, acontecendo junto ao evento tradicional da Escola Bike Anjo da Lagoa que já cumpre este calendário.

Segundo a organização da Bike Anjo, para que o projeto cresça, o ideal seria conseguir um local para armazenar as bicicletas, talvez um container alugado. Mas, para isso acontecer, é necessário conseguir apoio.

Na página do grupo (clique aqui) será possível acompanhar os próximos eventos e – torcemos muito! – o sucesso do Pedala Junto.

Fonte  http://riodeboasnoticias.com.br/diversao/pedala-junto-ajuda-deficientes-visuais-a-andar-de-bicicleta/

Postado por Antônio Brito 

Jardim Botânico vai ganhar espaço com brinquedos inclusivos

Skate, gangorra, tirolesa e balanço adaptados para crianças com deficiência serão montados em canteiro nas proximidades da ABBR.


Criança é tudo igual! Esta frase vai fazer ainda mais sentido a partir deste domingo (11), no Jardim Botânico, quando será feita a entrega simbólica à comunidade, logo após a missa das 19h na Paróquia São José da Lagoa, de quatro brinquedos adaptados a meninos e meninas com deficiência: um skate, uma gangorra, uma tirolesa e um balanço.

Skate, gangorra, tirolesa e balanço adaptados para crianças com deficiência
Não há idade limite para se utilizar os brinquedos, que suportam até 120kg – Foto: Divulgação

Eles foram adquiridos pela Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico (AMA-JB), que criou o projeto “Brincar é Para Todos”, e serão montados em um canteiro, próximo à Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), na Avenida Lineu de Paula Machado. O lugar será cercado e terá o piso recuperado para abrigar os brinquedos e tornar-se um espaço inclusivo.

Como os brinquedos são móveis, a ideia é que fiquem guardados na paróquia e sejam levados e montados neste espaço público, aberto a todas as crianças, em dias e horários a serem fixados. “Também desejamos emprestá-los a escolas, instituições e eventos onde haja crianças com deficiência”, diz Heitor Wegmann, presidente da AMA-JB.

Heitor Wegmann mostra o skate adaptado, já montado para teste
Heitor Wegmann mostra o skate adaptado, já montado para teste – Foto: arquivo pessoal

A inauguração oficial dos brinquedos com a criançada, aliás, também já tem data: 15 de agosto. Será feita pelos alunos da Escola Especial Municipal Marly Fróes Peixoto, que fica dentro da ABBR. Promete ser uma grande festa!

Fonte  http://riodeboasnoticias.com.br/inspiracao/jardim-botanico-vai-ganhar-espaco-com-brinquedos-inclusivos/

Postado por Antônio Brito 

29/01/2020

Thayane fala como é empreender sem sair de casa

Geeente, eu venho acompanhando o perfil ,@empreendedorescomeficiencia e venho notando o sucesso que ela vem fazendo nas redes sociais.   

Daí resolvi entrar em contato com a criadora do perfil e perguntei se ela topava falar um pouco da sua história e do seu trabalho. Ela não só aceitou como também me surpreendeu, pois percebi ao longo da entrevista que a moça possui os 3 F do sucesso (#Foco, #Força e  #Fé). Curiosos para conhecê-la? Então, vejam a entrevista abaixo.
1- Quem é Thayane Barbosa 
Oi! Me chamo Thayane Barbosa, mas pode me chamar de Thay! Tenho 24 anos, sou paraplégica há 10 anos, e posso dizer que a Thayane que sou hoje é totalmente diferente da que eu era antes de enfrentar a paraplegia.  
Sofri um acidente automobilístico aos 14 anos, e fiquei entre a vida e a morte. Tinha 1% de chance de vida, e graças a Deus tive a graça de superar isso tudo. Passei por um processo doloroso de recuperação, que enfrento até hoje. Foram mais de 40 cirurgias, e no início perdi a capacidade de fazer sozinha funções simples como tomar banho, me vestir, alimentar, ir à escola... Tão nova, vi minha vida sendo totalmente transformada e, no começo não foi fácil. Por isso, digo que me tornei uma pessoa totalmente diferente após isso tudo. Hoje, posso dizer que, tento valorizar minha vida, família e amigo ao máximo.  

2-Fale-nos sobre a sua deficiência. E como você, seus pais, familiares e amigos entenderam, essa condição humana?  
Hoje, encaro minha deficiência de uma maneira natural. Claro, que enfrento diversas dificuldades e problemas no meu dia a dia, mas não enxergo a deficiência como um fardo ou castigo... Entendo que, tudo na vida há um propósito, e se eu preciso passar por isso, eu passarei da melhor maneira possível, sendo grata por estar viva, ao lado da minha família e amigos.  

Minha mãe me dá apoio total em tudo, é minha melhor amiga e está comigo em todos os momentos, desde o início do acidente ela foi minha base... Já o meu pai, sempre me ajudou, mas tem um pouco de dificuldade em aceitar, mesmo depois de tantos anos. Em questão de amizade, no momento em que sofri o acidente, conheci verdadeiramente quem eram meus amigos... Muita gente se afastou, porque não sabia como lidar com a situação, fiquei bastante chateada, porém, outras pessoas que jamais imaginaria que me ajudariam apareceram. Acredito que, em momentos assim você descobre quem são seus verdadeiros amigos. Hoje, os amigos que tenho me tratam normalmente, eles mesmo brincam que esquecem que sou cadeirante😆, eu mesma às vezes esqueço também, é engraçado. 

3- Como foi sua vida escolar e acadêmica? 
Nossa! A vida escolar e acadêmica... Meu Deus, foi uma das coisas mais difíceis na minha jornada. Quando sofri acidente, tinha acabado de me formar na oitava série, e tinha já me matriculado para o ensino médio antes de ir para a viagem que me acidentei.  

Estava ansiosa para começar a estudar, com aquela expectativa de iniciar uma fase “mais madura” na vida e fazer meus 15 anos. No ano do acidente, em 2010, como machuquei muito, não consegui estudar. Em 2011, precisei estudar em casa, porque ainda não conseguia ficar muito tempo sentada. Sentia muita dor, mas consegui me formar no 1o ano à distância em uma escola pública perto da minha casa. Contratamos um professor particular (pois o governo não mandava nenhum professor na minha casa, como diz a lei), e assim conclui essa etapa. Em 2012, foi a primeira vez que entrei em uma escola depois do acidente, no 2º ano, e me lembro como se fosse hoje o momento que entrei na escola, em uma cadeira de rodas pela PRIMEIRA VEZ. 

Foi HOR-RÍ-VEL! Minha vontade era chorar, sair correndo, sumir dali... A escola inteira olhando pra mim, como se eu fosse um bicho. Ser novato em algum lugar já é péssimo, sendo cadeirante ainda... Com muito custo eu consegui me adaptar na escola, e completei o ensino médio, com diversas intercorrências médicas, pausas para cirurgias, mas consegui.  

Depois veio a faculdade. Passei no vestibular da Escola de Design (UEMG) para Design de Produto, e foram 4 anos bem turbulentos. Graças a Deus, minha mãe (super companheira), também fez o vestibular para Design Gráfico, e estudava no mesmo horário que eu (em salas diferentes). Então, íamos para faculdade juntas, e ela me ajudou muito lá, mas o prédio não tinha acesso nenhum. O elevador é antigo, e eu muitas vezes era impedida de assistir as aulas, sem contar quando eu precisava ser carregada pelas escadas por 9 andares, que se quer tinham luz de emergência. Enfim, o prédio era TOTALMENTE PRECÁRIO. Mas, me formei! 😁
4-Conte-nos sobre seu perfil no instagram @empreendedorescomeficiencia? Como, quando e o que te motivou a criá-lo?  
O perfil Empreendedores com Eficiência surgiu devido a um problema que enfrentei dentro e fora da faculdade. Eu sempre quis conquistar minha independência financeira, ter uma carreia profissional de sucesso e meu próprio dinheiro. Mesmo antes do acidente, eu ansiava por trabalhar, e construir algo com meu esforço.  

Porém, por ter sofrido o acidente muito nova, eu não tive a chance de ter nenhuma experiência no mercado de trabalho, e, como todos sabemos, oportunidade de emprego para pessoas com deficiência aqui no Brasil é muito difícil, então aí começa o problema... Eu sofri muito preconceito quando fui tentar uma vaga de estágio na época da faculdade. Todas as agências que me candidatava na minha área, ou não tinham acesso ou nem me chamavam, e, além disso, devido a gravidade do meu acidente, com frequência eu precisava voltar para o hospital para alguma cirurgia, provavelmente uma empresa me demitiria devido a frequência de afastamento.
  
Por isso, depois de formar eu fiquei durante 1 ano procurando emprego, e sem conseguir acabei me conformando com a situação, e ficando muito triste. Até que um dia, aconteceu um problema na minha família, que me fez sair da minha zona de conforto. Eu percebi que eu precisava o quanto antes buscar minha independência, e que eu estava focando apenas nos “não’s” que eu havia tomado, e não naquilo que eu tinha de bom. Foi então que eu decidi começar com o que eu tinha, com os conhecimentos que eu adquiri nesses 4 anos. 

Então, pesquisando como poderia utilizar o que sabia, descobri o Design para Social Media e o Marketing Digital e me apaixonei. Vi que toda pequena empresa precisava de divulgação, e eu já fazia propagandas para a igreja que frequento. Então plim! Acendeu uma lâmpada na minha cabeça😄, e comecei a procurar cursos nessa área.  

Depois que aprendi mais sobre o assunto, comecei a trabalhar pelo meu notebook, na área de Design e Marketing para comércios da minha região, e quando percebi comecei a ser indicada por eles, e vi que poderia construir meu próprio negócio. Trabalho assim há mais de um ano, e quando percebi como é maravilhoso trabalhar da minha casa, com meu próprio horário, qualidade de vida e os inúmeros benefícios, pensei: preciso contar isso para outras pessoas que tem deficiência, e às vezes estão desempregadas, ou até mesmo aposentadas pelo INSS, passando dificuldade, mas poderiam estar utilizando uma habilidade e talento da sua própria casa, com seu próprio negócio. Quero contar isso para o mundo PCD! Podemos buscar nossa liberdade profissional de casa! 

5-Como é ser uma empreendedora sobre rodas no Brasil?  
Ser uma empreendedora sobre rodas no Brasil não é fácil, estaria mentindo para você se dissesse que é mil maravilhas. Temos diversos desafios para enfrentar, um mercado cheio de concorrentes, nossa própria mente que nos faz querer desistir, que nos sabota nos fazendo acreditar que não somos bons o suficiente para continuar...  

Mas todos os dias, se você fizer um pouquinho e tiver foco, traçar metas, você consegue! O brasileiro é criativo, e temos que usar essa criatividade ao nosso favor. 

6- Quais os pontos positivos e negativos de trabalhar em casa?  
Trabalhar em casa tem inúmeros benefícios, mas perigos também. É necessário ter muita organização e disciplina. Você é seu próprio chefe, e isso é maravilhoso (ninguém mandando em você hahaha), entretanto, é preciso ter cuidado com as distrações ao redor, como televisão e outras pessoas conversando, por exemplo, isso tira a atenção totalmente. 

Sobre seus horários, você define quanto tempo irá trabalhar. Mas é preciso ter bastante disciplina, e entender que, mesmo você trabalhando em casa, é necessário estabelecer um tempo determinado para essa atividade e um local adequado.  

Outro lado positivo, que para mim é o mais importante, é cuidar da própria saúde... Nós que temos algum tipo de deficiência, muitas vezes precisamos fazer alívio de pressão ou temos alguma outra limitação que requer cuidado, trabalhar em casa te permite fazer pausas e dar mais atenção ao seu próprio corpo, e isso não tem preço! 

7- Que erros uma pessoa que quer se tornar uma empreendedora digital não pode cometer?  
Acredito que um erro que um empreendedor digital não pode cometer, é achar que por trabalhar na internet as coisas serão fáceis, e não exigirão comprometimento e esforço.  

Se você enxerga o seu negócio na internet como um “bico”, uma “renda extra”, você nunca vai elevar seu empreendimento para um nível profissional e alcançará sucesso. 

8-Que dicas você deixa para quem está pensando começar a trabalhar em casa?  
A dica que eu deixo para você que quer começar a trabalhar em casa é: Primeiro: Antes de iniciar um negócio em casa, procure conhecer suas habilidades, paixões e o que você gostaria de fazer/falar sobre todos os dias. A partir disso, analise como você poderia tornar essas habilidades em algo concreto/negócio. Um exemplo meu: Eu sempre gostei de editar imagens em softwares como Photoshop e Illustrator. 

Portanto: como eu poderia tornar isso em um serviço? Resposta: Fazendo propagandas para lojas da minha região. Segundo: Pesquise se existem pessoas que comprariam isso. Um exemplo meu: Eu pesquisei, e vi que as lojas da minha região eram carentes de propagandas no digital. 

9- Que mensagem você deixa para os leitores do blog?  
A mensagem que gostaria de deixar para vocês é que, NÃO DESISTAM DAQUILO QUE VOCÊS SONHAM E ACREDITAM. Parece clichê, eu sei, mas talvez você que está lendo isso agora, deixou um sonho para trás porque alguém não acreditou em você, porque alguém te disse não, porque alguém não te apoiou.  

Mas eu te digo hoje, eu fui uma pessoa totalmente improvável, desde eu sobreviver ao meu acidente até os dias de hoje, e em cada NÃO que a vida me deu, eu dei a volta por cima, e fiz um SIM, e não por que eu sou melhor que ninguém, mas por que é necessário enxergar o lado bom das coisas mesmo quando tudo está ruim, e é isso que aprendi a fazer.  

Então te convido nesse momento a parar e refletir: Quais são minhas habilidades que eu não estou valorizando? Quais são minhas paixões? Quais assuntos eu gosto de conversar/ler/estudar? Como eu poderia torna-las em algo concreto/negócio? Existem pessoas que pagariam por isso?  

Responda isso, e essas respostas poderão te guiar para um negócio próprio em casa!  
Ah, e te convido a me seguir no Instagram @empreendedorescomeficiencia  
Lá compartilho muito conteúdo sobre empreendedorismo digital, e como trabalhar em casa pela internet ☺ Vamos juntos pela inclusão de PCDS no mercado profissional!  
Até a próxima!  
Com carinho,  
Thay  
 Gostaria de agradecer a Thayane pelo carinho e convidar ela e seus seguidores para participarem do Desafio Clareza Financeira no qual eu vou te ajudar a melhorar sua relação com o dinheiro e tirar seus sonhos do papel, sem abrir mão das coisas que gosta! ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 

O desafio é GRATUITO e vai acontecer durante 7 dias através de mensagens no seu whatsapp. Aproveita que é 0800 para garantir logo sua vaga, enquanto as inscrições estão abertas. É só clicar AQUI 

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Com elevador quebrado, cadeirante desce de joelhos de ônibus em Salvador; assista vídeo

Por G1 BA

Um vídeo gravado por uma passageira mostra um cadeirante descendo de joelhos de um ônibus do transporte público de Salvador, que estava com o elevador quebrado. O caso aconteceu no bairro da Boca do Rio, na noite de segunda-feira (27). [Assista o vídeo acima]

As imagens, que a passageira compartilhou nas redes sociais, mostram o momento em que o cadeirante João de Deus Lima, de 49 anos, sai da cadeira de rodas e precisa descer as escadarias do elevador do ônibus de joelho.

"Eu estou aqui em no ônibus 139 e não tenho como descer, porque tanto o motorista quanto o cobrador não podem me tirar daqui [ônibus], por conta de um acidente. Então eu quero saber o que a prefeitura vai fazer, porque onde estão os novos ônibus? Eu vou ficar como? Vou ficar a noite inteira aqui? Porque o ônibus não vai poder sair comigo dentro", reclamou João de Deus no vídeo.

Em entrevista ao G1, João de Deus contou que o caso aconteceu por volta das 18h41, após ele pegar o transporte que fazia a linha Lapa-Boca do Rio, na Avenida Dom Eugênio Sales. Para subir no ônibus, ele contou que demorou cerca de 25 minutos.

"O elevador [do ônibus] quebrado, tanto o cobrador, quanto o motorista, fizeram de tudo para ele funcionar e não funcionou. Quando eu entrei foi a maior dificuldade, o cobrador precisou me ajudar a subir, porque tava com defeito. Na hora de descer, ele não funcionou", contou João de Deus.

"O transtorno aconteceu porque não funcionou [elevador] de forma nenhuma. As pessoas começaram a ficar nervosas por causa do atraso, não contra eu, mas com a situação do transporte público".

Cadeirante desce de joelhos para sair de ônibus com elevador quebrado em Salvador — Foto: Arquivo PessoalCadeirante desce de joelhos para sair de ônibus com elevador quebrado em Salvador — Foto: Arquivo Pessoal

"Eu isento o cobrador e o motorista, porque eles disseram que se ajudassem e causasse um acidente, eles teriam que responder. Algumas pessoas ficaram revoltadas com a situação e quiseram ajudar, mas eu preferi descer sozinho, para que a Nana gravasse", disse o cadeirante.

O cadeirante contou que não é a primeira vez que ele tem dificuldades para se locomover em ônibus.

"Os transportes são de péssima qualidade. Não é a primeira vez que o elevador quebra, e eu tenho que pedir ajuda para descer".

Em nota, a Secretaria Municipal De Mobilidade (Semob) informou que 100% das linhas de ônibus de Salvador contam com veículos adaptados e 99% da frota possui acessibilidade.

O órgão também disse que, na orla de salvador, a maioria dos veículos que circula é de ônibus metropolitanos, que são administrados pela Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba).

A Semob também disse que o veículo informado pelo cadeirante foi encaminhado para a garagem da empresa para que seja realizada a manutenção do equipamento.

O decreto 25.955/15 estabelece que o veículo adaptado que for flagrado operando com o elevador defeituoso e sem a chave de acionamento será autuado em 100 vezes o valor da tarifa vigente.

Confira o relato da passageira que filmou situação:

"Hoje eu peguei um busu de ar-condicionado toda feliz, e pensando como isso deveria ser um direito nosso como cidadão, né?! Refletindo que a gente nem deveria tá feliz, deveria ser normal que as frotas de ônibus fossem de qualidade pra todo mundo. Estou no Rio vermelho esperando o meu próximo 'busão' [ônibus] e lá vem ele, o Lapa-Boca do Rio, todo velho e acabado e sem ar, até aí tudo bem, a gente já se acostumou com a velhice também, até que vem João de Deus um cadeirante e que precisa entrar no busu, ele entrou, mas o elevador já não tava funcionando direito pra fechar a porta do 'busu', eis que JOÃO DE DEUS pediu seu ponto, e o que é que acontece? É isso aí que vocês estão vendo no vídeo. O elevador quebrado e João sai da sua cadeira pra sair do busu. Tá bom pra quem? Fiquei feliz pq? Fiquei tão revoltada que resolvi filmar e compartilhar. Brasil, quando tu tomarás jeito?"

Fonte  https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2020/01/28/com-elevador-quebrado-cadeirante-desce-de-joelhos-de-onibus-em-salvador-assista-video.ghtml

Postado por Antônio Brito 

JUNDIAÍInstituto Luiz Braille promove encontro para discutir inclusão da pessoa com deficiência visual


Parceria na iniciativa, Câmera Municipal sedia o debate

Profissional em sala de recursos auxilia criança com deficiência visual
Convidados vão abordar a inclusão de ponto de vista multidisciplinar. (Foto: Divulgação)

“A importância da reabilitação para inserção social da pessoa com deficiência visual”. Com este tema, membros do Instituto Jundiaiense Luiz Braille debatem a importância da inclusão, no dia 14 de fevereiro, a partir das 18h. O encontro, que ocorre na Câmara Municipal, é coordenado pelo vereador Douglas Medeiros e conta com o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
“É de extrema relevância que a sociedade conheça mais sobre a realidade da pessoa com deficiência visual, para que possa compreender como conviver e incluir a todos”, avalia o presidente do Braille, dr. José Carlos de Lima.
Quem abre o evento é o Coral Vida Iluminada, formado por assistidos do Braille e realizado pela Associação Mulher Unimed Jundiaí. Depois disso, serão apresentados os membros representantes do Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Ivanilde Oliveira de Jesus; do Instituto Luiz Braille, José Carlos de Lima; e da Prefeitura Municipal de Jundiaí, o assessor de Políticas para Pessoa com Deficiência, Marco Antonio dos Santos.
As palestras começam com a médica oftalmologista Érika Kobori, que vai falar sobre prevenção à cegueira e baixa visão. O psicólogo Gilson Modesto vai abordar a perda da visão e a importância da reabilitação e a professora Luciana Aparecida Caracho de Paula falará sobre orientação e mobilidade. Por fim, a terapeuta ocupacional Maria Juliana Rizzieri explanará sobre cotidiano e deficiência visual.
A programação também conta com Fernanda Brahemcha que vai tratar sobre audiodescrição e com o professor Eduardo Drezza, sobre bengala verde e cão guia.
Depoimentos dos assistidos do Braille e espaço para perguntas fecham o encontro.
Para participar, clique aqui e se inscreva antecipadamente.
Mais informações pelo telefone (11) 4521-6933.
Fonte  https://tribunadejundiai.com.br/cidades/jundiai/instituto-luiz-braille-promove-encontro-para-discutir-inclusao-da-pessoa-com-deficiencia-visual/
Postado por Antônio Brito