24/01/2020

Estatuto da Pessoa com Deficiência: o que é e o que representa na luta pela Inclusão


Estatuto da Pessoa com Deficiência: o que é e o que representa na luta pela Inclusão

A luta por uma sociedade onde todos possam usufruir de oportunidades iguais é constante. No caso do Brasil, as pessoas com deficiência são um dos grupos que levantam essa bandeira, e trabalham todos os dias para assegurar o cumprimento dos seus direitos. Por um lado, isso envolve o “trabalho de formiguinha” de quebrar as barreiras comportamentais que as pessoas têm com relação à deficiência. Mas também demanda um movimento organizado em busca de condições políticas e legais favoráveis à inclusão.

Esse movimento existe há bastante tempo e uma de suas maiores conquistas foi o Estatuto da Pessoa com Deficiência – uma lei ampla que trata da acessibilidade e da inclusão em diferentes aspectos da sociedade. Você já deve conhecer o Estatuto pelo seu nome original: Lei Brasileira de Inclusão. A gente tem falado bastante sobre a LBI e não é a toa. Apesar dos avanços que a legislação trouxe, ela é só mais um capítulo na história de luta das pessoas com deficiência. E ainda estamos longe de ver a legislação sendo cumprida como deveria.

Vamos te contar um pouco dessa história e como o Estatuto da Pessoa com Deficiência se encaixa nela, mostrando seus principais pontos. Fica ligado, que no final do texto tem uma série de dicas importantes!

 

Desde quando se fala em Acessibilidade?

A primeira referência de peso à inclusão na legislação é bastante antiga: a nossa Constituição de 1988. Lá estão descritos alguns dos deveres mais básicos do Estado. Oferecer transporte acessível, uma educação especializada no ensino regular e garantir a proteção das pessoas com deficiência, por exemplo. A natureza genérica desses deveres foi sendo complementada pouco a pouco com outras leis mais específicas.Mesmo assim a evolução ocorreu a passos lentos. As regras para atendimento prioritário, por exemplo, só foram definidas em 2000 e a Libras (Língua Brasileira de Sinais) só foi considerada uma língua oficial do Brasil em 2002.

O grande avanço do Estatuto da Pessoa com Deficiência foi alterar outras leis (como a CLT e o Código Eleitoral) para deixá-las em conformidade com a Convenção Internacional da ONU. Apesar do progresso, a LBI passou pelo mesmo problema da lei de Libras. A legislação demorou a ser criada e o cumprimento das regras é um grande problema até hoje. A primeira versão do texto foi apresentada no ano 2000, mas sua aprovação e publicação ocorreram só em 2015!

No fundo, muita gente ainda não conhece a legislação e isso dificulta que ela seja posta em prática. E entender os seus principais pontos é essencial para mudar isso.

 

Estatuto da Pessoa com Deficiência: Imagem retangular com fundo roxo. No canto esquerdo há o ícone de um prédio preto com uma faixa roxa na base com o texto "setor público" em branco, no centro da faixa. No centro da imagem há o texto: "Ebook gratuito: acessibilidade no setor público, para se adequar à lei brasileira de inclusão!". No canto direito há um botão lilás retangular de bordas arredondadas com a chamada "BAIXE O EBOOK GRÁTIS" em branco e caixa alta. Fim da descrição.

 

O que o Estatuto da Pessoa com Deficiência aborda

Podemos dividir a LBI em três grandes partes. A primeira trata das disposições gerais e dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência, como educação, transporte e saúde. Há uma série de requisitos que precisam ser cumpridos em cada uma dessas esferas, como por exemplo:

  • Acesso universal e igualitário à saúde para as pessoas com deficiência, por meio do SUS, com informações adequadas e acessíveis sobre as condições de saúde (Art. 18);
  • Oferta de tecnologias assistivas que ampliem as habilidades dos estudantes nas escolas (Art. 18-XII) ou auxiliem nos processos seletivos e permanência nos cursos da rede pública e privada (Art. 30-IV);
  • Acesso à educação superior e à educação profissional e tecnológica em igualdade de oportunidades e condições com as demais pessoas (Art. 28-XIII);
  • O direito ao trabalho em ambientes acessíveis e inclusivos em igualdade de oportunidades com as demais pessoas (Art. 34).

A segunda parte fala sobre Acessibilidade e Ciência e Tecnologia, tratando do acesso à informação e à comunicação e do uso de tecnologias assistivas. Alguns exemplos são:

  • A obrigatoriedade da acessibilidade nos sites públicos e privados de acordo com as melhores práticas e com as diretrizes internacionais (Art. 63);
  • A oferta de recursos de audiodescrição, legendagem e janela de Libras nas produções audiovisuais (Art. 67);
  • O fomento do poder público ao desenvolvimento de tecnologias assistivas e sociais para aumentar a participação das pessoas com deficiência na sociedade (Art 77-§ 3º).

Por fim, a terceira parte endereça o Acesso à Justiça e o que acontece com quem infringe as demais exigências. A gente falou um pouco sobre isso nesse post sobre as multas por descumprimento das leis de acessibilidade. Apesar da existência de multas e outras punições, ainda há muitas áreas que deixam a desejar no cumprimento da lei.

Um longo caminho a percorrer

Dois exemplos ilustram bem a distância entre as exigências legais de acessibilidade e o seu cumprimento:

  • A Lei Brasileira de Inclusão prevê que instituições culturais (como museus, casas de espetáculo e cinemas) estejam acessíveis a todos os públicos. Entretanto, como a gente explica no nosso ebook de Acessibilidade em Museussomente 51% dos museus nacionais podem ser considerados acessíveis. No caso das bibliotecas públicas o número é só 8,4%! E a meta do Ministério da Cultura é 100% até 2020 para os dois casos. Ou seja, estamos longe de atingir nossos objetivos.
  • A acessibilidade digital é área que também deixa muito a desejar. Apesar da LBI exigir acessibilidade nos sites de empresas e do governo, um estudo recente avaliou os sites governamentais e concluiu que 98% dos sites do governo não podem ser considerados acessíveis.

Para tentar reverter essa situação de desconhecimento e negligência, a gente preparou uma série de posts sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência! Eles trazem mais detalhes sobre os capítulos específicos da LBI e dicas práticas para cumprir a legislação. Você pode acessar os posts clicando nos links abaixo:

E para quem gosta de uma leitura mais profunda, a página de materiais da Hand Talk (clique para acessar) tem vários ebooks sobre as exigências da LBI para diferentes organizações. Ah! Também recomendamos que você leia o Guia da LBI da Mara Gabrilli ou veja a versão acessível em Libras do documento.

Fonte  http://blog.handtalk.me/estatuto-da-pessoa-com-deficiencia/

Postado por Antônio Brito 

MPCE vê discriminação a pessoas com deficiência e pede alteração em processo seletivo da Assembleia Legislativa

Edital de seleção de pessoal para atuar no projeto Mundo Azul do Autismo exige “gozar de boa saúde física e mental e não ser portador de deficiência incompatível com o exercício das funções”.

Por G1 CE

O Ministério Público do Ceará (MPCE) solicitou alteração no processo seletivo de pessoal para o projeto Mundo Azul do Autismo, da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), por considerar que as regras discriminam pessoas com deficiência. O edital diz que o candidato deve “gozar de boa saúde física e mental e não ser portador de deficiência incompatível com o exercício das funções.

Por meio de nota, a Assembleia Legislativa informou que o edital para a formação da equipe que atuará no novo projeto de tratamento de crianças autistas será retificado, conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência, em atendimento à recomendação do MPCE. A Casa Legislativa também informou que prorrogou, até o próximo dia 31, o prazo de inscrições do processo seletivo simplificado para contratação de profissionais na área de saúde.

O processo seletivo simplificado foi aberto pela Comissão Especial de Avaliação da AL para a contratação de profissionais para o exercício de funções comissionadas. O profissionais vão atendimento de crianças e adolescentes com autismo, oferecendo serviços em 12 áreas especializadas como assistência social, educação física, enfermagem, fisioterapia e fonoaudiologia

O que diz a lei

Segundo o MP, foi instaurado um procedimento extrajudicial pela 19ª Promotoria de Justiça de Fortaleza para apurar indícios de violação, no item 7.2.6 do edital, de direitos garantidos às Pessoas com Deficiência pela Lei Brasileira de Inclusão (Estatuto da Pessoa com Deficiência), que determina a não discriminação por sua condição em seleções e contratações, bem como à igualdade de condições para inclusão no mercado de trabalho.

Para a promotora de Justiça Isabel Cristina Mesquita Guerra, em respondência pela 19ª Promotoria, “a referida exigência editalícia fere substancialmente o direito constitucional conferido às pessoas com deficiência de serem integradas ao mercado de trabalho e afronta a norma do artigo 37, VIII, da Constituição Federal, que possui como escopo justamente diminuir a dificuldade de acessibilidade dos candidatos Pessoas com Deficiência aos cargos e empregos públicos, prevendo tratamento especial com vistas ao alcance da isonomia material”, explica.

Fonte  https://g1.globo.com/google/amp/ce/ceara/noticia/2020/01/23/mpce-ve-discriminacao-a-pessoas-com-deficiencia-e-pede-alteracao-em-processo-seletivo-da-assembleia-legislativa.ghtml

Postado por Antônio Brito 

Acesso Cidadão: “Doe amor e empreste braços e pernas”


24 de janeiro de 2020Foto: Snides Caldas / Festar



 

A liberdade talvez traduza da melhor forma a sensação que arrebata os participantes das atividades do Acesso Cidadão, uma ação de voluntários que há sete anos escolheram a simplicidade do banho de mar e a diversão na areia como forma de demonstrar carinho e construir esperanças.

A ideia compartilhada por Genilson Machado e outras pessoas, nasceu do que ele viu numa novela de tv: uma cadeira de rodas anfíbia. Ele, que é tetraplégico há 31 anos, vítima de um mergulho na piscina, se transportou em pensamento para o equipamento e de imediato vislumbrou as possibilidades. Sentiu em segundos uma breve noção da liberdade que poderia readquirir. A partir daí deu asas à criatividade.

Genilson Machado Lima e João Ferreira Filho

“Imaginamos tipo um balneário, uma estrutura que pudesse mostrar às pessoas com deficiência que a vida continua”, relembra. Ele conceitua o projeto como “um projeto social de amor sem preconceitos ou barreiras”.

É realmente assim o Acesso Cidadão. Todo sábado, Genilson e outros voluntários se juntam para montar tablados e demais equipamentos num trecho de praia de João Pessoa (PB). O espaço recebe indiscriminadamente pessoas que têm algum tipo de deficiência – física ou mental.

Os voluntários são a peça fundamental do projeto, porque são pernas, braços e olhos dos usuários. “Venha emprestar seus braços e pernas e dar seu amor” é uma frase que se ouve muito na batalha para manter o fluxo de voluntários para atender à crescente demanda do projeto.

O que oferece

A área escolhida para as atividades fica na praia de Cabo Branco, no trecho de areia próximo à Fundação Casa de José Américo. Lá, os usuários podem ser levados pelos usuários em cadeiras de roda para tomar banho de mar, podem participar de escolinha de caiaque, integrar equipes de vôlei sentado ou simplesmente fazer turismo.

Acessibilidade e acolhimento

Genilson Machado é coordenador e no seu entendimento, o projeto garante o direito de ir e vir das pessoas limitadas pela deficiência.

“O que fazemos é acessibilidade. João Pessoa é uma das cidades mais acessíveis que conheço. Há políticas públicas, mas há também interesses políticos e, muitas vezes, a falta de união atrapalha. Isso é um prejuízo grande porque 32% da população da Paraíba tem algum tipo de deficiência”, argumenta.

Ele pede que a sociedade deixe de lado as bandeiras partidárias, e procure conhecer melhor o projeto, visita-lo e dedicar-se ao voluntariado. “Para ser voluntário, basta chegar, trazendo seu sorriso, seus braços e suas pernas”, lembra.

Genilson classifica João Pessoa como uma cidade acolhedora, que tem um bom nível de reabilitação. Ele acha que as famílias de pessoas com deficiência devem reparar mais na qualidade dos profissionais dessa área.

“É preciso valorizar os profissionais locais. Fiz uma cirurgia de correção do pescoço e em 15 dias estava surfando. Não precisei sair daqui”. Para ele, a cidade tem bons profissionais e as pessoas são acolhedoras: “As pessoas ao meu redor me chamaram para a vida, me fizeram esquecer esse fato e lembraram que tudo continuava”.

Mais divulgação

“Nunca tivemos uma ação dessa”, afirma Alisson Moreira Sá, que é usuário e também vice-presidente do projeto. Ele revela que o seu sonho é que esta ação se chamasse Fundação Praia e estivesse presente em todo o litoral.

Alisson sabe da força da mídia e defende a criação de um canal de TV em que ele e seus companheiros do projeto possam apresentar um programa exclusivamente dedicado ao tema da acessibilidade, assistência e cooperação com as pessoas deficientes, além, é claro, de divulgar o Acesso Cidadão e suas ações.

“É uma beleza”

“O projeto é uma ação social que precisa ser apoiada. Atende a todos. É uma beleza a gente ver isso”, diz João Ferreira Filho, 81 anos, tenente-coronel reformado do quadro de engenheiros do Exército.

Em 2015, ele teve um problema de saúde e a partir disso teve que usar cadeira de rodas. Foi uma de suas fisioterapeutas, que foi voluntária no projeto, que o apresentou ao Acesso Cidadão.

“Já vim a segunda vez e pretendo manter”, disse João, que pratica para reduzir a dependência da cadeira de rodas.

Isabella de Farias Soares e Alisson Moreira Sá

Usuária e voluntária, Isabela de Farias Soares, 37 anos, também ajuda na coordenação do projeto há dois anos. Conheceu as atividades pela internet: “Uma vez trabalhando junto com os demais voluntários e os usuários me sinto uma pessoa em condições normais”, diz.

Ela tem estatura abaixo no normal, que não chega a ser nanismo, mas é considerada uma deficiência física, decorrente de um fator congênito.

(Snides Caldas)

Fonte  http://festarmuito.com/acesso-cidadao-doe-amor-e-empreste-bracos-e-pernas/?fbclid=IwAR3OJK_zajZD0IFRfFLF_XoPa7StzD4e9r8kXOtN4poOxbtH1HuW9V65UQg

Postado por Antônio Brito 

Cadeirante cai durante pré-seleção para rei com deficiência do carnaval de Teresina

Por Suzana Aires, G1 PI


Pré-seleção para Rei e Rainha com deficiência do Carnaval de Teresina — Foto: Foto: Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi)Pré-seleção para Rei e Rainha com deficiência do Carnaval de Teresina — Foto: Foto: Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi)Pré-seleção para Rei e Rainha com deficiência do Carnaval de Teresina — Foto: Foto: Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi)

Procurada pelo G1, a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), disse em nota que o Clube dos Diários em todos os equipamentos de acessibilidade, que no momento do acidente prestou o socorro adequado e está acompanhando o caso (confira o comunicado na íntegra ao final da reportagem).

Segundo a mãe de João Lucas, Anuzia Brito, devido a falta de luminosidade no local, não foi possível ver a rampa por completo no momento em que eles estavam em locomoção.

“Eu estava descendo com ele na rampa e o local estava escuro, eu pensei que ela fosse lisa até o final, mas tinha um batente, então ele acabou caindo da cadeira de rodas. As pessoas que estavam lá na hora me ajudaram. Eu pensei que tivesse sido só uma queda, mas depois da seleção ele começou a se sentir mal, até vomitou e foi encaminhado para o hospital”, informou.

João Lucas é portador de distrofia muscular e com a queda acabou sofrendo uma fratura no fêmur. Ele está internado em um hospital particular e, segundo a mãe, seu quadro de saúde é estável.

A Ascamte afirmou que o evento foi realizado em um local sem acessibilidade. “Nossa posição é de indignação pelo fato dos organizadores não terem tido o cuidado na hora de verificar o espaço para a realização do evento. Um fato que nos deixa muito triste quando soubemos. A mãe está muito abalada”, contou o presidente de associação, Wilson Gomes.

Confira a nota da Semcaspi na íntegra:

Sobre o acidente envolvendo um jovem de 19 anos durante a realização da prévia carnavalesca para escolha dos pré-candidatos a rei e rainha da pessoa idosa e da pessoa com deficiência realizado nessa quarta-feira (22), a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (CMDI), Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE-TE) tem os seguintes esclarecimentos:

O evento foi realizado no Clube dos Diários, um local que tem todos os equipamentos de acessibilidade; a equipe de organização do evento acompanhou desde o primeiro momento o acidente com o jovem, tendo sido prestado o socorro adequado; tanto a mãe do rapaz, quanto o próprio disseram que estava tudo bem, que não tinha ocorrido nada grave, tanto é que ele, após o acidente, ainda participou do desfile da prévia. O CMDI entrou em contato com a mãe do rapaz nesta quinta-feira (23) e ela relatou que após o evento, ele estava bem, que foi para casa, mas que depois não se sentiu bem. Ele foi encaminhado para um hospital particular, onde está sendo acompanhado. Tanto o CMDI quanto o CONADE-TE estão acompanhando a situação e prestando todo o auxílio necessário.

Fonte  https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2020/01/23/cadeirante-cai-durante-pre-selecao-para-rei-com-deficiencia-do-carnaval-de-teresina.ghtml

Postado por Antônio Brito 

Detran tem atendimento especial para pessoas com deficiência nesta sexta-feira

Dia D acontecerá na sede do órgão e em 114 postos espalhados pelo estado

Proprietários de veículos com demais finais continuam com o calendário anterior
Rio - Cerca de 13,5 milhões brasileiros apresentam algum tipo de deficiência e precisam ter as suas necessidades atendidas. O Dia D foi pensado especialmente para oferecer serviços a essas pessoas. Nesta sexta-feira, 24, acontecerá a primeira edição de 2020 do programa do Detran.RJ que oferece atendimento especial às PCD. Será possível tirar identificação civil gratuitamente e realizar procedimentos de habilitação e vistoria sem agendamento.

"Estamos sempre cuidando dos nossos usuários e as pessoas com deficiência precisam ainda mais de atenção, já que estão cada vez mais autônomos e demandando bastante os serviços de Identificação e Habilitação. Assim, contribuímos para garantir maior autonomia a essas pessoas. Por isso, ampliamos o atendimento às PCD passando para cinco ações em este ano", destacou Antonio Carlos dos Santos, presidente do Detran.RJ.

No Dia D, também estarão abertas as inscrições para o curso Cidadania Sobre Rodas, que dá aulas de direção para a obtenção da carteira de habilitação para esse público. Quem quiser se candidatar, pode vir à sede do Detran ou procurar uma das 18 unidades que fazem esse atendimento. Os endereços estão disponíveis no site www.detran.rj.gov.br.

Há ainda o curso Oficina Sob Medida, especial para deficientes auditivos, que ensina noções básicas de mecânica e elétrica dos automóveis. As inscrição são feitas no site do Detran, acessando a área Educação. Quarenta vagas serão oferecidas. Para participar, o candidato não pode estar com a CNH suspensa, cassada ou fora da validade. A oficina e o curso são gratuitos e serão realizados na Escola Pública de Trânsito (EPT), na Avenida Mem de Sá, 163, na Lapa.

Para ter acesso aos serviços de Identificação e Habilitação é fundamental a apresentação de laudo médico original, informando o Código Internacional de Doenças (CID) e a descrição da deficiência. No site do Detran estão listados todos os documentos obrigatórios para cada serviço.

Para identidade, é preciso ter em mãos original e cópia da certidão de nascimento ou casamento – dependendo do estado civil do requerente. Menores de 12 anos devem estar acompanhados por pai, mãe ou responsável legal, com identificação comprovando o parentesco ou a responsabilidade.

Os candidatos ao curso de direção Cidadania Sobre Rodas precisam levar original e cópia da Cédula de Identidade, original e cópia do CPF, original e cópia do comprovante de residência ou domicílio no Estado do Rio de Janeiro (conta de água, luz ou telefone) – caso não possa apresentar a referida documentação, o candidato deverá preencher a Declaração de Residência fornecida pelo Detran no ato de abertura do processo administrativo. Também necessita estar com o e laudo médico recente, contendo a CID e especificando tipo e grau da deficiência.

As próximas dadas do Dia D acontecerão nos dias 02 de abril (Dia do Transtorno do Espectro Autista), 12 de junho, 21 de setembro (Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência) e 3 de dezembro (Dia Internacional da Pessoa com Deficiência). 

Fonte  https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2020/01/5857239-detran-tem-atendimento-especial-para-pessoas-com-deficiencia-nesta-sexta-feira.html
Postado por Antônio Brito 

Abertas as inscrições

Estão abertas as inscrições para a primeira turma do curso  baseado no nosso livro novo: "Ensino de Habilidades de Autocuidados para Pessoas com Autismo". O curso será realizado aqui no CEI, em Belo Horizonte-MG, nos dias 7 e 8 de fevereiro! Informações e inscrições em: https://www.ceidesenvolvimento.com.br/workshop-do-livro-ensino-de-habilidades-basicas-para-criancas-com-autismo/p

Fonte  https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2436959696569403&substory_index=0&id=1421863904745659

Postado por Antônio Brito 

Projeto de lei facilita aposentadoria para portadores de fibromialgia

Ainda em tramitação no Senado, texto prevê a inclusão da doença no rol de moléstias que dão direito a se aposentar pelo INSS sem carência

Pacientes com fibromialgia sofrem com dor crônica

Freepik

Chegou, na última quinta-feira (22), à Comissão de Assuntos Sociais do Senado um projeto de lei com objetivo de facilitar a aposentadoria de pessoas que sofrem com fibromialgia.

A proposta, de iniciativa popular e submetida a votação no site do Senado, pretende alterar a Lei nº 8.213/91 para "para incluir a fibromialgia no rol das doenças que asseguram a seus portadores a dispensa do cumprimento de período de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez".

Fibromialgia: o que já se sabe sobre a doença e como se livrar da dor

Ainda não foi definido qual senador fará a relatoria do projeto na Comissão de Assuntos Sociais. Na etapa anterior, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, o relator, senador Flávio Arns (Rede-PR), recomendou que a legislação atual passe a vigorar da seguinte forma:

"Até que seja elaborada a lista de doenças mencionada no inciso II do art. 26, independe de carência a concessão de auxílio-doença e de aposentadoria por invalidez ao segurado que, após filiar-se ao RGPS [Regime Geral de Previdência Social], for acometido das seguintes doenças: tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, esclerose múltipla, hepatopatia grave, neoplasia maligna, cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), síndrome da deficiência imunológica adquirida (aids), contaminação por radiação, ou fibromialgia, com base em conclusão da medicina especializada.”

A ideia proposta prevê ainda um acréscimo de 25% no valor da aposentadoria aos portadores de fibromialgia para que tenham condições de arcar com os custos de cuidadores.

Nesse ponto específico, Arns foi contrário.

"Acerca da demanda por acréscimo de 25% no salário de aposentadoria para os doentes com fibromialgia terem cuidador, entendemos que tal previsão não encontra respaldo na legislação vigente, haja vista que esse benefício não é concedido aos portadores das demais doenças listadas no art. 151 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, muitas delas mais graves ou incapacitantes que a fibromialgia."

Após ser votado na Comissão de Assuntos Sociais, o projeto pode seguir para outro colegiado ou ir direto para a Comissão de Constituição e Justiça, última etapa antes de ser levado ao plenário. Se passar no Senado, precisará tramitar na Câmara dos Deputados. Uma vez aprovado, será submetido à sanção presidencial.

A fibromialgia é uma doença crônica em que os pacientes sentem dores permanentes pelo corpo.

Aparelho de pesquisadores da USP consegue zerar dor da fibromialgia

Fonte  https://noticias.r7.com/saude/projeto-de-lei-facilita-aposentadoria-para-portadores-de-fibromialgia-26082019

Postado por Antônio Brito 

QUANTAS VEZES VOCÊ JÁ VIU UMA CENA COMO ESSA? 🤔


Infelizmente estamos falando de algo muito comum nos dias de hoje.

Uma rodinha com desgaste, pode proporcionar diversos tipos de acidentes ou até mesmo o desconforto, ela pode acabar prejudicando outras peças fundamentais em sua cadeira de rodas. Quando não, a cadeira acaba sentindo o atrito com chão e fazendo com que a mesma balance, gerando um desconforto muito grande certo? 🤔
Sem falar que, o aro que é fabricado em plástico, de tanto "trepidar" acaba cedendo, comprometendo o cubo e forçando os rolamentos até estourarem! 😱
E por fim podendo levar a pessoa a sofrer um acidente grave, levando a mesma ao chão. 😰

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Postado por Antônio Brito 

Terapia cognitivo-comportamental e fobia social: qual a relação?

Trabalhar com pacientes que apresentam fobia social pode ser um grande desafio para um psicólogo recém-formado. Afinal, é necessário investir em um processo intenso de manejo e intervenção para auxiliá-los a caminhar, de maneira saudável, para fora da sua zona de conforto e enfrentar as situações que causam ansiedade e estresse.

É por isso que a aliança entre terapia cognitivo-comportamental e fobia social potencializa os resultados dos pacientes e oferece uma estratégia eficiente para os psicólogos que desejam fortalecer seu trabalho. Isso porque essa abordagem reúne uma série de técnicas que, durante as sessões, facilitam tanto o trabalho do terapeuta quanto o do paciente.

Para aprofundar seu conhecimento no assunto, conversamos com o diretor do Instituto Cognitivo, Maurício Piccoloto, para preparar este artigo com as principais informações sobre terapia cognitivo-comportamental (TCC) e fobia social. Acompanhe!

O que é fobia social?

Para compreender como a TCC auxilia o tratamento da fobia social, precisamos entender o que é essa patologia, concorda? Bom, também chamada de transtorno de ansiedade social, ela nada mais é do que uma psicopatologia reconhecida pela comunidade científica, visto que os sintomas característicos estão relacionados a quadros da Psicologia e da Psiquiatria.

Dessa maneira, Piccoloto explica que “o paciente apresenta uma intensa ansiedade diante de situações de desempenho social, que pode ser desde falar em público até o simples fato de estar se alimentando na presença de outras pessoas”. Acontece que não podemos esquecer que existem diversas situações que envolvem a observação dos outros.

Portanto, existe uma classificação que auxilia os profissionais da área da saúde mental a compreender o nível que o paciente apresenta da psicopatologia. Por exemplo, existem níveis em que a pessoa tem um excelente potencial intelectual e emocional, mas o mantém aprisionado pela limitação social que o transtorno traz para sua realidade.

Assim, classificamos a fobia social em dois tipos:

  • generalizado, quando o paciente apresenta um medo exacerbado em relação a qualquer tipo de interação social;
  • restrito, quando ele tem medo de situações específicas que podem servir como gatilho para a ansiedade (e por isso é muito confundido com a timidez).

Quais são as principais características dessa fobia?

Diante desse conceito, você deve estar se perguntando: afinal, quais são os sintomas da fobia social? Justamente por existirem dois níveis diferentes da patologia, naturalmente há diversas características que os pacientes podem apresentar. Como exemplo, já citamos o medo de se alimentar em público, mas quem desenvolve o nível generalizado também apresenta dificuldade em expor qualquer ideia para um grupo de colegas.

Ainda, é comum que essas pessoas tenham receio de dizer não para um vendedor de loja, por exemplo, justamente por sentirem ansiedade ao imaginar que podem estar causando algum mal para o lojista ou, ainda, medo de desapontá-lo, mesmo que não o conheçam. Por outro lado, uma característica muito comum da fobia social restrita é a evitação de situações sociais.

Ao conversar com o diretor do Cognitivo, compreendemos que esse processo estabelece uma relação direta com outros sintomas fisiológicos, cognitivos e comportamentais — seja em situações-gatilho, seja em outros momentos nunca vivenciados —, como:

  • fisiológicos: boca seca, palpitações, sensação de perda da realidade, desorientação, tremores, sudorese, falta de ar;
  • afetivos e comportamentais: medo de falar em público e ao telefone, temor de ser rejeitado, pânico ou ansiedade em consultar especialistas da área da saúde, baixa autoestima;
  • cognitivos: medo de sentir-se inútil para os outros, crenças autodepreciativas, pensamentos negativos sobre si.

Acontece que, como essas reações podem ser facilmente percebidas pelo paciente, ocorre um aumento da ansiedade em função da má avaliação do seu desempenho durante a situação social, agravando ainda mais os sintomas e potencializando o sofrimento psíquico. Além disso, o entrevistado lembra que essa fobia pode trazer comorbidades como depressão e abuso de substâncias químicas, como álcool e outras drogas.

Como é o tratamento com a terapia cognitivo-comportamental para fobia social?

Para quem sofre com a fobia social, existe um tratamento altamente funcional e que oferece excelentes resultados: a terapia cognitivo-comportamental. Com ela, o psicólogo pode utilizar um conjunto de técnicas cognitivas, emocionais e comportamentais especialmente para a melhoria dos sintomas do transtorno, adaptando cada instrumento à necessidade do paciente e, é claro, respeitando seu processo terapêutico. 

Dessa maneira, as sessões são desenvolvidas para que o paciente consiga avançar gradualmente no seu próprio tempo, adquirindo o senso de autoeficácia e aprimorando suas habilidades sociais para situações mais complexas, tudo de maneira progressiva e gradual. Além disso, para casos de fobia social generalizada, é possível fazer a união da Psicoterapia com a intervenção medicamentosa para auxiliar o caso de forma pontual.

Então, como ocorre o tratamento a partir dessa abordagem? O entrevistado responde a essa pergunta de uma forma bem simples: por meio da reestruturação cognitiva e pela mudança nos padrões comportamentais. Assim, o paciente e o terapeuta conseguem compreender com mais profundidade os modelos explicativos sobre o transtorno em questão, bem como as situações-gatilho que aumentam os sintomas.

Vale lembrar, ainda, a importância do domínio técnico, científico e prático das técnicas da TCC para que elas sejam utilizadas da forma certa. Isso resulta em uma melhoria no quadro psicopatológico do paciente, auxiliando-o a sair de sua zona de conforto e a enfrentar progressivamente seus medos e ansiedades. 

Por que o profissional precisa ser capacitado para atuar na área? 

Quando falamos em terapia cognitivo-comportamental e fobia social, normalmente nos questionamos sobre a importância de ter capacitação na área. O fato é que ainda não existe uma especialização dentro da Psicologia para trabalhar somente com os casos de fobia, sendo necessário investir em uma pós-graduação na área da TCC.

De maneira geral, a falta dessa especialização traz muitas vantagens, ainda que possa parecer contraditório. Afinal, investir em uma capacitação ampliada faz com que você consiga manejar outros casos e conhecer profundamente as técnicas que podem ser aplicadas nos diferentes níveis de fobia, potencializando seu processo de trabalho.

Além disso, Maurício Piccoloto reforça que essa capacitação permite o aprofundamento em diferentes psicopatologias, deixando o profissional livre para escolher qual transtorno ele deve estudar com maior dedicação de acordo com os casos que surgem na clínica. Isso faz com que ele consiga ampliar muito mais o leque de atuação e tenha melhores resultados ao longo das sessões.

É importante ter em mente, ainda, que, para casos em que a medicação se torna necessária, é fundamental realizar o processo terapêutico em conjunto com sessões psiquiátricas, para que o médico oriente o uso correto do fármaco. Consequentemente, o paciente consegue manejar sua situação de maneira autônoma e, então, conquista melhorias no quadro de forma gradual.

A união entre terapia cognitivo-comportamental e fobia social potencializa a melhora terapêutica do seu paciente. Afinal, é por meio de técnicas que se consegue realizar um bom manejo dos casos, lançando mão de intervenções que respeitam o tempo do próprio cliente, sem perder de vista o estímulo para a melhoria.

Agora que você já sabe a importância da TCC no transtorno de fobia social, entre em contato conosco para conhecer nossas especializações e aperfeiçoar sua carreira!

Fonte  https://blog.cognitivo.com/terapia-cognitivo-comportamental-e-fobia-social-qual-a-relacao/

Postado por Antônio Brito 

Família busca por criança autista desaparecida há mais de 10 dias

Matheus Henrique Oliveira Lima Pereira é autista e está desaparecido desde o último dia 10
Imagem:Divulgação/Redes Sociais
Por Redação
Familiares lutam para localizar o menino de 6 anos desaparecido desde o último dia 10. Matheus Henrique Oliveira Lima Pereira é autista e não se comunica oralmente, tendo desaparecido enquanto brincava em uma praça localizada na rua Lírio da Paz, região do Parque das Flores, divisa de Mauá com São Paulo. Segundo as últimas informações, Matheus foi visto no último dia 18 na região central de Ribeirão Pires.
Dias antes, um morador em situação de rua o encontrou em uma praça na cidade de Mauá e relatou que o menino estava com a camiseta molhada e com muito frio, tendo entregue uma sacola com alimentos e uma blusa de frio. O homem ainda tentou se comunicar com o garoto, mas não conseguiu.
Desde seu desaparecimento, familiares e pessoas que se sensibilizaram com a história se uniram em buscas de informações sobre o paradeiro de Matheus, chegando a procurá-lo em uma tubulação de rede de esgoto próxima a praça. O caso foi registrado na Polícia Civil.
Informações sobre a localização de Matheus, ligar para os números: (11) 95109-3836 (Mayara) ou (11) 97950-5822.
Fonte http://folharibeiraopires.com.br/detalhes_noticia.php?q=31287
Postado por Antônio Brito