Equipamentos permitem mobilidade para circular pela areia e entrar no mar; são 10 pontos com cadeiras disponíveis, em Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná.
Dez pontos localizados nas praias do Paraná oferecem cadeiras anfíbias para que pessoas com para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida possam circular pela areia e entrar no mar. O serviço é gratuito.
Os equipamentos possuem capacidade de até 120 quilos, flutuam e são feitos em materiais leves, resistentes e inoxidáveis.
As cadeiras também têm cinto de segurança regulável, apoios e são manuseadas por uma equipe treinada.
Veja, abaixo, os pontos onde as cadeiras estão disponíveis.
Matinhos
Praia Mansa - Av. Agílio Leão Macedo, 176 (entre a Rua Rio Branco e a Rua Ipiranga);
D’Vicz - Avenida Atlântica, 2586 - Caiobá;
Pipeline – Avenida Atlântica, 756.
Guaratuba
Morro do Cristo - Avenida Atlântica, 2358;
Pedras - Avenida Atlântica, 241;
Praia de Caieiras - Rua San Remo (próximo à Rua Projetada A e à Rua Saturnino Neves).
Quando eu tinha um ano emeio, foi descoberto que eu tinha uma infecção nos olhos em nível muito avançado. Fiz tratamentos e cirurgias mas de nada adiantou, pois no final após uma hemorragia interna, o pingo de visão me deu adeus para sempre.
Isso não abalou nada, mas conforme eu fui crescendo a vontade de ler as histórias e tudo o mais que aparecesse foi crescendo, eu ficava frustrada pelo fato das outras crianças poder e eu não. Imaginar que eu talvez nunca poderia nem ao nenos escrever era pior ainda aí que eu entristecia.
Mas a partir dos seis anos tudo mudou, no Instituto de Cegos Padre Chico, eu aprendi o Braille, agora sim eu podia me sentir completa. A partir daí eu li muitos livros e isso me estimulava a tentar recriar as histórias e também a escrever as minhas, um mundo de letras e fantasias eu criei e ainda crio.
Depois aos doze anos eu passei a escrever minhas histórias no computador foi melhor ainda, agora eu tinha a tecnologia como uma aliada para a criação dos meus personagens, muitos eu não lembro mais seus nomes nem tenho suas histórias, mais eu criei vários mundos perfeitos que só uma boa leitura e imaginação é capaz de fazer.
Além disso a escrita é uma boa forma de desabafar, ninguém vai julgar nem nada. Você depois pode picar e jogar fora, no caso de ser papel, depois de destruir o desabafo escrito a pessoa sente uma paz tão boa. Não abandone a escrita, ela é um bem precioso que temos para todas as horas.
*Carol Borsato é jornalista e a primeira repórter deficiente visual da história de Indaiatuba (SP).
Diferente das rodas finas da cadeira de rodas que logo afundam, o veículo tem seis rodinhas largas com um sistema de traçãoDivulgação
A cadeira de rodas sobe na plataforma do Crab por uma rampa e é possível “dirigir” o veículo usando um controle remoto
Ir à praia, andar na areia e entrar na água pode ser o programa ideal para quem vive perto do mar. No entanto, imagine o desafio que é para um cadeirante se deslocar pela areia e ter esse momento de lazer.
Após ouvir o relato sobre as dificuldades de um cadeirante da cidade de Natal (RN) para ir à praia, um estudante do Instituto Federal do Rio Grande do Norte quis mudar essa realidade e teve a ideia de criar um veículo adaptado.
O projeto do estudante Iago Souza ganhou o apoio da colega Maraysa Araújo e dos docentes Artur Salgado e João Teixeira. Eles desenvolveram o Crab, palavra em inglês que significa caranguejo, numa referência à habilidade do animal de andar na areia.
Diferente das rodas finas da cadeira de rodas que logo afundam, o veículo tem seis rodinhas largas com um sistema de tração. A cadeira de rodas sobe na plataforma do Crab por uma rampa e é possível “dirigir” o veículo usando um controle remoto.
O primeiro protótipo em escala real foi produzido e, duas vezes por ano, faz demonstrações na orla de Natal levando os cadeirantes até a faixa de areia próxima ao mar. O Crab tem capacidade para transportar uma cadeira de até oitenta quilos. A bateria é alimentada por energia solar e chega a durar sete horas.
Um dos idealizadores do projeto de acessibilidade, o diretor de Inovação Tecnológica do campus Natal-Zona Norte do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, João Teixeira, diz que o grande mérito do Crab é devolver a autonomia para quem tem dificuldade de locomoção.
“Demonstra a expansão do mundo dos cadeirantes. Eles têm dificuldade de locomoção, de ter acesso a lugares, algo que deveria ser um direito garantido. É necessário que haja políticas públicas que possibilitem levá-los a lugares onde há dificuldade de acesso, como é o caso da praia”, disse Teixeira.
O garoto João Gabriel Andrade, de 8 anos, participou do projeto desde o início e já foi à praia duas vezes usando o Crab. A mãe, Juliana Andrade de Castro, conta que o filho ficou encantado. “O projeto é fantástico. O carro ajudou, porque são os pés dele. Para ele foi maravilhoso e, pra mim, mais ainda. Ele inclusive conseguiu controlar o carro, então ficou encantado”, relatou.
A experiência foi muito diferente de outro passeio que eles fizeram à praia, que terminou com os pais carregando o menino e a cadeira de rodas. “Tentei uma vez e quase morro. Andei dois metros e tivemos que colocar a cadeira num braço e ele no outro. É impossível andar com a cadeira na areia fofa”, disse. Para ela, o ideal é que um número maior de crianças, também de outros estados, pudesse ter acesso ao Crab.
Projeto de expansão
A meta agora é expandir a iniciativa e levar o Crab a outras praias do País. O diretor João Teixeira conta que a equipe vai buscar parcerias ou mesmo transferir tecnologia para que mais unidades do veículo sejam produzidas.
“Esperamos ter o apoio de instituições, do governo, para que a gente possa desenvolver esse veículo em maior quantidade e disponibilizar nas praias do Brasil”, explicou.
A experiência do Crab foi apresentada em eventos no Brasil e no exterior e recebeu prêmios, na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, em São Paulo, e na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia, no Rio Grande do Sul. A invenção ainda levou o primeiro lugar na Infomatrix, feira realizada no México. Fonte https://agorarn.com.br/cidades/estudantes-de-natal-criam-veiculo-adaptado-para-levar-cadeirantes-a-praia/ Postado por Antônio Brito
#PraTodosVerem: Sobre um fundo azul com vários instrumentos musicais está Jakson Follmann. Ele está de braços cruzados com uma camisa rosa de mangas longas e está sorrindo. Fim da descrição. Foto: Rede Globo/Divulgação
Neste domingo (29) ocorreu a final do reality Popstar, promovido pela Rede Globo, no qual atores e outros profissionais da casa, além de convidados, se desafiam a cantar. O programa está na sua terceira temporada. E nesta trouxe uma novidade, pela primeira vez, entre os participantes estava uma pessoa com deficiência, o ex-goleiro e sobrevivente do voo da Chapecoense Jakson Follmann.
Folmann em decorrência do acidente perdeu parte da perna direita, e desde então vem se dedicando a diversas atividades. O desafio da vez foi cantar. E parece que ele leva jeito, pois se classificou para a final com uma rodada de antecedência no domingo (15) enquanto os demais disputaram as outras vagas na semana passada (22). Se juntaram a ele Helga Nemetik, Danilo Vieira, Totia Meireles, Eriberto Leão e Yara Charry.
A final foi dividida em três partes, sendo que a primeira foi classificatória para a final. Os seis finalistas cantaram e dois deixaram o programa. Eriberto Leão e Danilo Vieira com as menores notas se despediram da competição.
Na primeira apresentação desse domingo Follmann cantou a música Propaganda da dupla Jorge e Mateus e emocionou a plateia e jurados conquistando 30,64 pontos. Já na segunda ele cantou a música Tocando em Frente e somou 30,76 pontos. Com essa pontuação Follmann garantiu vaga e disputou o título do Popstar 2019 com Helga Nemetik.
Na apresentação final Follmann cantou a Evidências imortalizada por Chitãozinho e Xororó, somando 30,76. Já Helga cantou a música Un-break my heart de Toni Braxton, somando 30,46.
Mesmo tendo um participante com deficiência, o ponto negativo do programa foi não oferecer nenhum tipo de acessibilidade aos telespectadores, visto que sequer uma legenda foi colocada durante a música. Nem vou falar aqui sobre a oferta de Libras, visto que isso já consta em Lei, mas as emissoras não cumprem na integralidade de sua programação.
Publiquei aqui há alguns meses uma matéria sobre a Bike Cadeirante, uma adaptação que o Luiz Valente criou para encaixar uma bicicleta atrás de uma cadeira de rodas de forma a permitir que uma pessoa pedale e leve um cadeirante em sua cadeira na frente. Uma solução simples e barata que possibilita lazer para duas pessoas ao ar livre e ainda alia exercício físico a curtir a paisagem!
A Bike do Luiz ficou um tempo parada, foi desmontada, e há alguns meses ele iniciou o projeto Bike Cadeirante 2.0, aperfeiçoou o projeto, melhorou a dirigibilidade e a bike ficou pronta! Já foram feitos dois passeios com ela, em um deles o George Silvério pedalou com seu primo cadeirante Gilson no AmBHulantes, um evento que convida todos a pedalar pela cidade. Foi uma prova que a Bike Cadeirante une as pessoas, promove a integração entre parentes ou amigos!
No outro evento, o cadeirante Davi César participou do evento Pedalando pelos Muros. Haverão outras edições destes eventos em breve (AmBHulantes dia 07/09 e Pedalando pelos Muros dia 22/09), quem se interessar por participar com a Bike Cadeirante ou quiser adaptar sua própria cadeira a uma bicicleta, pode entrar em contato com o Luiz Valente pelo whatsapp +55 31 94070260. Vamos participar
Construir e adaptar calçadas e passeios públicos, é investimento que visa melhorar um dos principais problemas das cidades, garantindo assim, condições de locomoção para pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida.♿👏 #Acessibilidade #Obras
Em 2020 #EscolhaAcessibilidade prestigie as lojas que cumprem a lei e estão preparadas para receber todas as pessoas. Compartilhe nas mídias sociais, envie mensagens por WhatsApp e outros aplicativos. Você também pode fazer suas próprias fotos e vídeos mostrando elementos de acessibilidade e explicando como eles ajudam você ou outras pessoas a terem acesso. Não precisa só ser acessibilidade física. Pode ser comunicacional, sensorial... seja criativo! Lembre sempre de usar a hashtag #EscolhaAcessibilidade e descrever a imagem. Vamos juntos construir um 2020 mais acessível a todos! Veja e compartilhe o vídeo https://youtu.be/_BpyiTWm-Ic
Descrição da imagem: ilustração de duas lojas, shop 1 com escada, shop 2, com rampa. Texto: Em 2020... #EscolhaAcessibilidade
Quanto mais precoce o início da reabilitação, maior o potencial de sucesso e quanto mais retardado esse início, maior será o desenvolvimento de complicações secundárias, debilitação geral e um estado psicológico deprimido.
Quanto mais cedo se protetizar o paciente indicado, melhor para o amputado. Um dos problemas para isso são as complicações, que devem ser antes manejadas, para que a protetização seja possível.
Após o ato cirúrgico deve-se acompanhar com cuidado a cicatrização do coto. A cicatriz cirúrgica deve ser examinada, observando se há ou não com aderência, e de que forma a cicatriz se apresenta e se há complicações para prontamente serem tratadas.
para sua Reabilitação. O diagnóstico precoce das complicações e seu manejo adequado será fundamental não só para protetização, mas também para garantir a utilização da prótese a longo prazo, assim como melhor qualidade de vida.
Espasticidade é quando ocorre um aumento do tônus muscular, envolvendo hipertonia e hiperreflexia, no momento da contração muscular, causado por uma condição neurológica anormal. Os músculos espásticos são mais resistentes à extensão e tendem à contração, porém, quando realizado o movimento passivo, tendem a oferecer uma certa resistência e, mantendo a força constante, do movimento passivo, os músculos espásticos tendem a ceder. É um dos distúrbios motores mais frequentes e incapacitantes que ocorrem em pacientes com lesões no sistema nervoso e quando não são tratadas podem agravar podendo levar a atrofia muscular e deformidades.
Esta condição afeta adultos e crianças com uma grande variedade de patologias agudas e crônicas como acidente vascular encefálico, traumatismo raquimedular e crânio-encefálico, esclerose múltipla, paralisia cerebral entre outras.
A espasticidade é o distúrbio motor que mais compromete e incapacita o indivíduo, pois dificulta o seu posicionamento confortável, prejudica as tarefas da vida diária como: alimentação, locomoção, transferência e os cuidados de higiene.
Marcos Mion está curtindo férias na França ao lado da esposa, Suzana Gullo, e dos filhos, Romeo, de 14 anos, Stefano, de 9, e Donatella, de 11. O apresentador da Record levou a família para se divertir na neve e compartilhou no Instagram alguns registros.
Na primeira foto, Mion mostrou a cadeira adaptada usada por Romeo, diagnosticado com autismo, para esquiar.
"Dias inesquecíveis na França. Eu e Romeo skiando com a cadeira adaptada! Um sonho realizado. O instrutor se encaixa nos mesmos skis da cadeira e o negócio vira adrenalina pura!", contou o apresentador.
Em outro clique, ele aparece cercado pelos filhos. "Meus 3 corações que saltaram do peito e tomaram vida!", babou o papai coruja.
Mion também se derreteu pela mulher, sem perder o bom humor. "Mais uma vez considerada a mulher mais estilosa da montanha, meu amor, Suzana Gullo, e sua roupa de estofado da poltrona da vovó!", brincou.