Em janeiro de 2026, o Daily Mail relatou que Michael Schumacher não está mais acamado o tempo todo. O heptacampeão de Fórmula 1 já consegue sentar em cadeira de rodas, embora mantenha comunicação e mobilidade limitadas.

Em janeiro de 2026, o Daily Mail relatou que Michael Schumacher não está mais acamado o tempo todo. O heptacampeão de Fórmula 1 já consegue sentar em cadeira de rodas, embora mantenha comunicação e mobilidade limitadas.

Michael Schumacher, heptacampeão de Fórmula 1, sofreu um grave acidente de esqui em 2013, que causou lesões cerebrais sérias, deixando o piloto em estado vegetativo desde então. Sua família sempre manteve privacidade total sobre o seu estado de saúde, tanto para a imprensa como para os fãs. Poucos familiares e amigos mais próximos têm conhecimento do real cenário de saúde do campeão.
Segundo uma reportagem publicada no jornal Daily Mail em janeiro de 2026, Schumacher, atualmente com 57 anos, não está mais acamado o tempo todo. Agora ele consegue sentar em uma cadeira de rodas e ser transportado por enfermeiros dentro das casas da família, na Suíça e em Maiorca, na Espanha.
Desde o acidente ele recebe cuidados médicos 24 horas por dia, sob supervisão da sua esposa, Corinna. Ainda assim, a comunicação com ele continua bastante limitada. Ele entende apenas algumas coisas, responde a poucos estímulos e não anda sozinho.
De qualquer forma, essa última notícia traz esperança não só para Schumacher e sua família e amigos, mas para todos os fãs da Fórmula 1 ao redor do mundo, e prova que, mesmo depois de mais de 12 anos, os avanços são possíveis quando há persistência e cuidados corretos.
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=b180dee7-c6af-4ebd-8dbf-e4f80ea43273
Postado Pôr Antônio Brito
Luiz Antônio da Silva (Nem), presidente da ADET (Associação dos Deficientes de Tabira), desempenha um papel fundamental para a comunidade de pessoas com deficiência na cidade. Sua importância reside em diversos aspectos:
Representatividade e Liderança
Luiz Antônio é uma figura central na representação dos interesses das pessoas com deficiência em Tabira. Ele atua como voz ativa, buscando visibilidade e reconhecimento para as necessidades e desafios enfrentados por esse grupo. Sua liderança é essencial para mobilizar a comunidade e direcionar os esforços da ADET.
Advocacia e Defesa de Direitos
Uma das funções mais importantes de Luiz Antônio é a advocacia pelos direitos das pessoas com deficiência. Ele tem se posicionado publicamente em diversas ocasiões, como na luta pela subvenção governamental, ano após ano, demonstrando sua busca por recursos e políticas públicas que beneficiem os associados. Essa atuação é crucial para garantir que as demandas da ADET sejam ouvidas e atendidas pelas autoridades.
Manutenção e Expansão de Serviços
Sob sua gestão, a ADET tem desenvolvido e mantido serviços essenciais para a população, como o empréstimo e conserto de equipamentos ortopédicos (muletas, cadeiras de rodas), adaptações em veículos e a realização de palestras. Essas ações são vitais para melhorar a qualidade de vida e a autonomia das pessoas com deficiência em Tabira e região.
Promoção da Inclusão e Conscientização
A ADET, liderada por Luiz Antônio, também se dedica à promoção da inclusão e à conscientização sobre as questões da deficiência. A participação em seminários e eventos, como o promovido pela OAB, demonstra o compromisso da associação em debater e difundir informações relevantes sobre o tema, contribuindo para quebrar preconceitos e rever conceitos.
Experiência e Longevidade
Luiz Antônio já presidiu a ADET em diversas ocasiões e também ocupou outros cargos na diretoria, o que lhe confere uma vasta experiência e conhecimento sobre as necessidades da associação e de seus membros. Essa longevidade na liderança garante continuidade e um entendimento aprofundado dos desafios e das oportunidades para a ADET.
Em suma, a importância de Luiz Antônio da Silva como presidente da ADET está na sua capacidade de liderar, representar, advogar e promover a inclusão, impactando positivamente a vida de inúmeras pessoas com deficiência em Tabira.
Fonte: https://www.trajandocidadania.com.br/
Postagem: Heleno Trajano.
Tratamento depende dos resultados da fase 1 do estudo na ANVISA e só depois poderá avançar para as etapas de fase 2 e 3, que têm o objetivo de comprovar a eficácia do medicamento.
A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou no início de janeiro, o início do estudo clínico de fase 1 para avaliação de segurança do uso da polilaminina para o tratamento de trauma raquimedular agudo. O patrocinador do estudo clínico é a empresa Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
A polilaminina é uma proteína produzida por diversos animais, inclusive pelos seres humanos, e está envolvida em diversas atividades biológicas no organismo. No estudo clínico, será utilizada a laminina 100 μg/mL na forma de solução injetável, que deve ser diluída antes do uso em um diluente específico para se obter a polilaminina ou laminina polimerizada em solução para administração intramedular única, diretamente na área lesionada.
Na formulação a ser testada, será utilizada a laminina extraída de placenta humana. A laminina é a substância que forma a polilaminina. Até este momento, o mecanismo de ação da polilaminia para o tratamento de trauma na medula espinhal ainda não está totalmente esclarecido.
A polilaminina é um dos temas estratégicos do Comitê de Inovação da Anvisa, criado em 2025 para monitorar e apoiar a avaliação regulatória de produtos e tecnologias inovadoras, garantindo que a regulação facilite o desenvolvimento de soluções que melhorem a qualidade de vida da população.
Objetivo do estudo
O estudo clínico de fase 1 autorizado pela Anvisa vai avaliar a segurança da aplicação da polilaminina em cinco pacientes com idade entre 18 e 72 anos, que têm lesões agudas completas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10, ocorridas há menos de 72 horas, com indicação cirúrgica.
Os locais de realização do estudo clínico ainda serão definidos pela empresa e informados à Agência.
Neste momento, o estudo proposto ainda é insuficiente para avaliar a eficácia do medicamento. O foco inicial do estudo é verificar a segurança do produto. A depender dos resultados da fase 1 do estudo, ele poderá avançar para as etapas de fase 2 e 3, que têm o objetivo de comprovar a eficácia do medicamento.
A avaliação de segurança busca verificar os riscos potenciais aos quais os pacientes poderão estar expostos, para que sejam adotadas medidas de minimização desses riscos ou a reavaliação por parte da empresa e investigadores sobre a viabilidade do prosseguimento do estudo.
Para avaliação do perfil de segurança, é fundamental o monitoramento de eventos adversos, que devem ser observados e avaliados pela equipe de pesquisadores e pela empresa patrocinadora. Esse acompanhamento envolve observar a frequência e a gravidade dos eventos e a sua relação com o uso do medicamento experimental, ou com o próprio procedimento de administração do medicamento na área da medula lesionada.
A empresa patrocinadora deve coletar, monitorar e avaliar sistematicamente todos os eventos adversos ocorridos ao longo do desenvolvimento clínico, inclusive os não graves, e se responsabilizar pela segurança dos participantes do ensaio clínico. Todas as suspeitas de reações adversas graves e inesperadas devem ser notificadas à Anvisa e qualquer modificação substancial do protocolo clínico ou do produto sob investigação só deve ser implementada após prévia autorização da Agência.
Dentre os potenciais eventos adversos, a empresa deve monitorar também aqueles relacionados a uma eventual produção de anticorpos antidroga (polilaminina), que pode acontecer quando o sistema imunológico do paciente reconhece o tratamento como uma substância estranha ou invasora.
Histórico
Os primeiros dados para a solicitação de autorização da pesquisa foram apresentados pela empresa no final de 2022 e no início de 2023. Durante esse período, a equipe técnica da Anvisa realizou reuniões técnicas e aconselhamento científico para que a Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos pudesse atender a todos os requisitos técnicos e regulatórios para o estudo clínico.
As informações apresentadas inicialmente foram geradas a partir de testes iniciais de bancada (laboratório), em modelos animais e em alguns poucos pacientes. Essas primeiras pesquisas não tinham o objetivo de apoiar o registro do produto para disponibilização no mercado brasileiro e, por esse motivo, não contemplavam alguns aspectos importantes para o estudo clínico.
Sobre a pesquisa clínica
A pesquisa clínica ou estudo clínico é uma investigação científica que envolve a participação de seres humanos e é essencial para avaliar a segurança e a eficácia de novos medicamentos, vacinas, equipamentos médicos ou procedimentos.
No caso de pesquisa com foco no futuro registro de um medicamento, é necessária a avaliação da Anvisa sobre o protocolo de investigação clínica.
Esse processo é progressivo e envolve algumas etapas que começam com poucos participantes e vão sendo ampliadas. Antes dos testes com seres humanos, o produto deve passar pela fase pré-clínica. Essa fase envolve testes in vitro (fora do organismo vivo) e in vivo (dentro do organismo vivo) e geralmente é realizada em universidades públicas ou privadas. Por isso, é considerada pesquisa acadêmica e em geral tem o objetivo de gerar conhecimento científico e publicação de artigos.
Quando são identificadas substâncias com resultados promissores, pode haver interesse por parte de empresas farmacêuticas em patrocinar a continuidade do desenvolvimento da pesquisa para gerar evidências, com a finalidade de subsidiar o registro sanitário de novos medicamentos.
Quando isso acontece, a empresa patrocinadora deve obrigatoriamente submeter um pedido de autorização regulatória à Anvisa para dar prosseguimento ao desenvolvimento clínico da nova substância candidata a medicamento ou vacina.
Os testes acadêmicos anteriormente realizados podem ser aproveitados e servem de ponto de partida para a realização de testes complementares para atender aos requisitos regulatórios da fase pré-clínica. Os testes adicionais na fase pré-clínica têm por objetivo comprovar a segurança e eficácia preliminar da nova substância candidata a medicamento ou vacina e dar subsídios para o prosseguimento das próximas etapas ou fases do desenvolvimento em humanos. Para fins regulatórios, a empresa deverá utilizar métodos e procedimentos científicos internacionalmente reconhecidos e cumprir rigorosamente com os princípios éticos e de Boas Práticas Clínicas (BPC).
A Anvisa acompanha o desenvolvimento clínico por meio do monitoramento de segurança das notificações de eventos adversos, obrigatoriamente realizadas pela empresa, e por meio de inspeções de BPC nos centros onde estão sendo realizadas as pesquisas.
Fonte: Comunicação Social da ANVISA
Fonte https://diariopcd.com.br/mesmo-com-reacoes-positivas-ao-tratamento-anvisa-segue-com-pesquisa-clinica-para-avaliar-a-seguranca-do-uso-da-polilaminina/
Postado Pôr Antônio Brito
A Seleção Brasileira de jovens de natação, com atletas de até 20 anos, chegou ao Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, neste domingo, 1º de fevereiro, para sua primeira semana de treinamento de 2026. O grupo segue junto até o próximo sábado, 7.
Durante o período no CT, os atletas participarão de treinos na piscina e na academia, realizarão testes físicos e assistirão a palestras com profissionais da equipe multidisciplinar do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em áreas como Biomecânica, Nutrição e Psicologia.
Esta é a primeira semana de treinamento do grupo sob o comando dos treinadores Diego Ferreira e Isabella Gomes.
A equipe é formada pelos 24 atletas – 12 homens e 12 mulheres – que obtiveram as melhores marcas durante o ano de 2025, somados a outros quatro nadadores convidados para observação. Além deles, 12 treinadores dos nadadores convocados estão no CT Paralímpico para apoiar as atividades e trocar experiências.
Segundo Diego, a equipe tem nadadores com potencial para participar de competições internacionais ao longo do ano, sendo um dos objetivos realizar uma primeira Classificação Esportiva Paralímpica de abrangência internacional. Além disso, a comissão técnica estuda levar a equipe sub-20 para um evento em 2026, ainda a ser definido.
“Estamos muito felizes por termos uma Seleção que já chega forte e renovada neste ano. O sarrafo subiu. As marcas que serviram para chegar ao grupo no ano passado não foram suficientes para garantir uma vaga neste ano”, afirmou o treinador.
Confira a lista de atletas convocados:
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte Postado Pôr Antônio Brito
Pernambuco cria Secretaria Executiva de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, reforçando políticas de inclusão e garantindo direitos após anos de mobilização social.

O Governo do Estado de Pernambuco criou a Secretaria Executiva de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, vinculada à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência, reforçando o compromisso com a inclusão e a garantia de direitos das pessoas com deficiência em todo o estado.
A criação da nova Secretaria Executiva representa uma reivindicação histórica do segmento PcD e é resultado de anos de mobilização da sociedade civil organizada, dos movimentos sociais e dos conselhos de direitos pernambucanos.
Parabéns ao estado de Pernambuco pela iniciativa!
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=ed08f40d-745c-4b77-a561-ddf2510812db
Postado Pôr Antônio Brito
OPINIÃO
Quando a água sobe, o fogo avança ou a terra cede, o tempo deixa de ser um aliado.
Em situações de desastre, cada minuto separa a vida da morte.
Ainda assim, há pessoas que, mesmo antes da sirene tocar, já estão em desvantagem.
Pessoas com deficiência costumam enfrentar a emergência não apenas contra a força da natureza, mas contra a invisibilidade social que as acompanha há décadas.
As tragédias recentes no Rio Grande do Sul e no Pantanal escancararam essa realidade.
Helicópteros sobrevoaram cidades submersas, voluntários atravessaram ruas alagadas, imagens circularam em velocidade vertiginosa.
Pouco se falou, porém, sobre quem não escuta o alerta sonoro, quem não consegue se locomover sozinho, quem depende de apoio contínuo para sobreviver.
O silêncio sobre essas vidas não foi casual.
Ele revela uma falha estrutural.
A leitura do artigo “Resgate inclusivo, deficiências e desastres climáticos”[1], de Fernanda Martins Gutierrez, provoca desconforto porque nomeia aquilo que muitos preferem ignorar.
A ausência de protocolos específicos para o resgate de pessoas com deficiência não é um lapso técnico.
É uma escolha política.
Quando não se planeja, aceita-se o risco de perder essas vidas primeiro.
O conceito de resgate inclusivo rompe com a lógica da improvisação heroica.
Ele exige planejamento, acessibilidade, escuta das próprias pessoas com deficiência e formação adequada das equipes de emergência.
Exige reconhecer que cerca de 15 por cento da população vive com algum tipo de deficiência e que mulheres com deficiência enfrentam riscos ainda maiores em contextos de desastre.
Ignorar esses dados é normalizar a exclusão em seu grau mais extremo.
O Projeto Resgate Inclusivo, idealizado por Marta Almeida Gil, surge como um alerta necessário.
Não se trata de caridade, nem de favor.
Trata-se de direitos humanos.
Quando um plano de evacuação não considera diferentes corpos, quando a informação não chega em formatos acessíveis, quando o abrigo não acolhe, o desastre deixa de ser apenas natural e passa a ser socialmente produzido.
Há também uma responsabilidade que recai sobre a mídia e sobre todos nós.
O que não é narrado não gera indignação.
O que não comove não mobiliza.
A invisibilidade mata de forma lenta, mas eficaz.
Este texto nasce da leitura indicada por Marta Almeida Gil, a quem registro meu agradecimento pela provocação e pelo compromisso ético com a inclusão.
A reflexão proposta por Fernanda Martins Gutierrez não permite neutralidade.
Diante da crise climática, ou se planeja de forma inclusiva, ou se aceita que algumas vidas continuem sendo consideradas descartáveis.
Resgate inclusivo não é um detalhe.
É a linha que separa o socorro da omissão.
É um aviso que não pode mais ser ignorado.
* Dr. Ademar Santos – Professor e Pesquisador em Políticas Públicas Educacionais. Vice-presidente da ANIDE – Associação Nacional de Inclusão e Diversidade na Educação
* Marta Almeida Gil – Socióloga, fundadora e coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas (1989), referência na inclusão de pessoas com deficiência. Concebeu e coordena o projeto Resgate Inclusivo.
Fonte https://diariopcd.com.br/resgate-inclusivo-quando-o-silencio-tambem-mata/
Postado Pôr Antônio Brito
Susanne Maia e Daniela Alves em entrevista ao Diário PcD analisam o atual cenário para o benefício no INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social em 2026 e as modalidades de aposentadoria para pessoa com deficiência, que exigem menos tempo de contribuição e idade.
Diante de um enorme cenário de desinformação, a população brasileira deixa de buscar os seus direitos, principalmente no momento da aposentadoria junto ao INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social. O tema é cercado de detalhes e quando se trata da pessoa com deficiência, é essencial compreender detalhes específicos desse benefício do INSS.
O que é Aposentadoria para a Pessoa com Deficiência?
A aposentadoria da pessoa com deficiência é um benefício previdenciário concedido a trabalhadores que apresentam alguma limitação ou impedimento de longo prazo que prejudica sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas.
Em regra, as modalidades de aposentadoria para pessoa com deficiência exigem menos tempo de contribuição e idade. Ou seja, a pessoa com deficiência se aposenta mais cedo. O benefício destina-se aos segurados do INSS que comprovem a condição de pessoa com deficiência, conforme os critérios estabelecidos pela legislação. Com isso, quem tem alguma deficiência física, intelectual, mental ou sensorial de longo prazo, pode ter direito à aposentadoria da pessoa com deficiência.
Tem diferença entre Aposentadoria da Pessoa com Deficiência e por Invalidez?
De acordo com Susanne Maia, CEO da Aposenta PcD, “a aposentadoria por invalidez acontece quando o segurado se encontra totalmente incapaz para trabalhar, sem possibilidade de reabilitação. Já a aposentadoria da pessoa com deficiência considera as limitações do segurado, mas não exige que o segurado esteja incapaz para o trabalho. Além disso, a ideia do benefício é privilegiar as pessoas com deficiência que, com muito esforço, conseguiram trabalhar e contribuir para o INSS”.
Qual a distinção entre o valor da Aposentadoria da Pessoa com Deficiência e por Invalidez?
A advogada Daniela Alves afirma que “o valor da aposentadoria da pessoa com deficiência irá variar dependendo se o segurado cumpriu os requisitos antes ou depois de Reforma da Previdência. Na aposentadoria por idade da pessoa com deficiência, se os requisitos foram cumpridos anterior a 13/11/2019, o cálculo será de 70% da média dos 80% maiores salários de contribuição desde 07/1994, acrescido de 1% a cada ano de contribuição. Caso os requisitos tenham sido cumpridos depois de 13/11/2019, o cálculo será de 70% da média de todos os salários de contribuição desde 07/1994, acrescido de 1% a cada ano de contribuição. Já na aposentadoria por tempo de contribuição da pessoa com deficiência se os requisitos foram cumpridos antes de 13/11/2019, o cálculo será de 100% da média dos 80% maiores salários de contribuição desde 07/1994”.
CONFIRA TODOS OS DETALHES EM ENTREVISTA COM AS ESPECIALISTA NO DIÁRIO PcD
https://youtu.be/TVrkxhL2xEU
Serviços:
APOSENTA PcD – (11) 9 5995-0729
Instagram:
@aposentapcd_susanne_maia
@daniela_alves_adv
Fonte https://diariopcd.com.br/pessoa-com-deficiencia-se-aposenta-mais-cedoespecialistas-analisam-as-regras-do-inss-para-2026/
Postado Pôr Antônio Brito
Paciente tornou-se o 13º no Brasil a receber o tratamento, obtendo a autorização para participar por meio de decisão judicial. Medicamento em fase de estudos é apontado como grande esperança para regenerar neurônios na medula espinhal
O Hospital Militar de Área de Campo Grande/MS, (HMilACG) realizou a primeira cirurgia com polilaminina em Mato Grosso do Sul. O paciente tornou-se o 13º no Brasil a receber o tratamento, obtendo a autorização para participar por meio de decisão judicial. O paciente é um militar. Ele ficou tetraplégico há cerca de dois meses
A polilaminina, uma proteína em fase de testes, está sendo aplicada em pacientes com lesões na medula espinhal, com aprovação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procedimento contou com a participação de médicos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Nesta fase, a empresa patrocinadora do estudo acompanha, registra e avalia todos os efeitos colaterais, mesmo os leves, para garantir a segurança dos participantes.
A expectativa é que, quando aplicada no local da lesão, a proteína estimule os nervos a criar novas conexões e recupere parte dos movimentos.
LIMINARES NA JUSTIÇA PARA A APLICAÇÃO
Decisões judiciais em todo o Brasil determinam que o laboratório Cristália, o grupo de pesquisadores da UFRJ e o poder público viabilizem a aplicação da polilaminina em pessoas que tiveram lesões medulares após traumas. Até agora, ao todo, são dez, sendo cinco já cumpridas, de acordo com a empresa.
Liminares já foram cumpridas em Caraguatatuba (SP), Vitória (ES), e Campo Grande (MS) e outras devem acontecer em Maringá (PR) e Salvador (BA)
O laboratório Cristália, apoiador financeiro da pesquisa e quem vai produzir o fármaco, caso ele seja futuramente aprovado pela Anvisa.
Em nota, informou que vai seguir cumprindo as ordens judiciais, que passam por aval da Agência. “Até agora, a empresa tem absorvido os custos das aplicações. A substância, caso se torne um medicamento aprovado, poderá ser fornecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde), de acordo com conversas já abertas entre a Cristália e o Ministério da Saúde”.
Fonte https://diariopcd.com.br/decisao-judicial-no-ms-determina-cirurgia-e-tratamento-com-polilaminina-que-pode-recuperar-movimentos-apos-lesao-na-medula/
Postado Pôr Antônio Brito
A Seleção Brasileira de basquete em cadeira de rodas feminina realiza, nesta semana, até domingo, 8, a primeira fase de treinamento no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Ao todo, 15 atletas foram convocadas para as atividades na capital paulista.
A semana tem como objetivo a preparação para o Mundial da modalidade, que será realizado em Ottawa, no Canadá, em setembro deste ano.
“É a primeira do ano, já como preparação para o Mundial. Estamos em uma fase de testes, que ajuda muito no dia a dia: dá uma base do trabalho que a gente vem executando e serve como parâmetro para evoluir. O Mundial vem aí com tudo, a expectativa é grande, e vamos nos dedicar ao máximo”, analisou a atleta Ivanilde da Silva.
A Seleção Brasileira conquistou a vaga após a prata inédita na Copa América, realizada em agosto de 2025, em Bogotá, na Colômbia. Na ocasião, o Brasil foi derrotado pelos Estados Unidos por 77 a 37 na final.
Confira as convocadas:
Brenda Bauer (1.0) – APP/Valkirias/UNIPAM/DB (MG)
Ana Kelvia (1.0) – ADESUL (CE)
Gabriela Giolo (2.0) – APP/Valkirias/UNIPAM/DB (MG)
Perla Assunção (2.0) – All Star Rodas Pará/Banco da Amazônia (PA)
Jessica Silva Santana (2.5) – IREFES/SESPORT (ES)
Gabriela Oliviera (2.5) – IREFES/SESPORT (ES)
Ivanilde Da Silva (3.5) – IREFES/SESPORT (ES)
Lorenzo Aureliano (3.5) – APP/Valkirias/UNIPAM/DB (MG)
Paola Klokler (3.5) – IREFES/SESPORT (ES))
Oara Uchoa (4.0) – ADESUL (CE)
Geisa Vieira (4.0) – APP/Valkirias/UNIPAM/DB (MG)
Adrienne De Souza – (4.0) APP/Valkirias/UNIPAM/DB (MG)
Debora Cristina Guimarães Costa (4.0) – All Star Rodas Pará/Banco da Amazônia (PA)
Vileide Brito De Almeida (4.5) – All Star Rodas Pará/Banco da Amazônias (PA)
Lia Martins (4.5) – ADESUL (CE)
*Com informações da Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC)
Patrocínio
A Caixa e as Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-feminina-de-basquete-em-cadeira-de-rodas-realiza-fase-de-treinamento-no-ct-paralimpico/
Postado Pôr Antônio Brito
Comunicado do Laboratorio Cristalia alerta sociedade para que “redobre a atenção diante de possíveis golpes praticados por pessoas que entram em contato prometendo doação ou acesso ao Polilamininia”
Diante da repercussão em toda a sociedade brasileira sobre os efeitos da Polilaminina em pacientes que sofreram acidentes recentes e com lesões na medula, o Laboratório Cristália divulgou um comunicado fazendo um alerta diante de possíveis golpes praticados por pessoas que entram em contato prometendo doação ou acesso a medicação.
O tratamento – atualmente, só acontece diante de autorização do Poder Judiciário, já que o medicamento não é comercializado no mercado e precisa ser aprovado pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Confira a íntegra da manifestação da farmacèutica:

O Laboratório Cristália, assim como todos os laboratórios farmacêuticos, atua em um ambiente altamente regulado pela ANVISA, o que exige que sigamos rigorosamente as normas estabelecidas por aquela Agência.
Por esse motivo, não podemos disponibilizar o medicamento Polilaminina antes da aprovação do seu registro pela ANVISA.
Atualmente, estamos iniciando o Estudo Clínico de Fase I, voltado para lesões agudas, sendo esta a primeira etapa de estudo regulatório em humanos, com o objetivo principal de provar a segurança do medicamento.
Os dados experimentais de que dispomos atualmente, permitem afirmar que:
No caso das lesões com mais de 90 dias (que chamamos de “crônicas”), estamos conduzindo estudos experimentais em animais para definir como – e se – o tratamento poderá ser realizado em humanos.
Até o momento, os dados disponíveis não permitem dizer que o uso em pessoas com lesões crônicas é seguro e eficaz. Assim, é importante destacar que, neste momento, não recomendamos o uso em pessoas com lesões crônicas.
Sabemos da expectativa desse público e, caso haja inclusão em estudos futuros, essa informação será divulgada oficialmente por nossos canais.
Informamos que o Cristália é, atualmente, o único produtor mundial de polilaminina. Reforçamos que não disponibilizamos a substância a pacientes, sob nenhuma forma de fornecimento direto.
Pedimos que a população redobre a atenção diante de possíveis golpes praticados por pessoas que entram em contato prometendo doação ou acesso ao medicamento.
Agradecemos a compreensão e reiteramos nosso compromisso em concluir os estudos o mais brevemente possível, para que a população brasileira possa se beneficiar desse novo medicamento.
Para atualizações sobre o andamento dos estudos, acompanhe nossos canais oficiais.
Site: cristalia.com.br
Instagram: @laboratoriocristalia
Facebook: LaboratórioCristália
LinkedIn:/LaboratorioCristalia
SAC: 0800 7011918 – sac@cristalia.com.br
Fonte https://diariopcd.com.br/farmaceutica-alerta-sobre-comercio-ilegal-da-polilaminina/
Postado Pôr Antônio Brito