O filme "Campeões" está disponível na NETFLIX. A trama segue um técnico de basquete que lidera um time de atletas com diversidade intelectual, celebrando a força da equipe, o respeito e a superação. Uma história inspiradora e divertida.

O filme "Campeões" está disponível na NETFLIX. A trama segue um técnico de basquete que lidera um time de atletas com diversidade intelectual, celebrando a força da equipe, o respeito e a superação. Uma história inspiradora e divertida.

O filme se chama “Campeões” e já está disponível na NETFLIX.
A trama acompanha um ex-técnico de basquete da liga secundária que é designado para comandar um time formado por atletas com diversidade intelectual. No começo ele tem dúvidas, mas logo percebe o quanto podem conquistar juntos.
Um filme que celebra a força da equipe, o respeito e a superação através do esporte. Uma história pra lá de inspiradora e muito divertida. Um filme daqueles que te prende no sofá!
Confira o trailer no link:
A novela 'Vale Tudo' da Rede Globo aborda o preconceito contra pessoas com deficiência através do personagem Leonardo Roitman, filho da vilã Odete. A trama levanta discussões sobre capacitismo e a falta de representatividade.

O blog Vencer Limites do Estadão – de Alexandre Ventura – trouxe à discussão um tema que está começando a ser explorado na novela das 21h da Rede Globo – remake de Vale Tudo.
Entre todas as temáticas para manter a audiência da novela, veio à tona agora a história de Leonardo Roitman, filho dado como morto da vilã Odete Roitman.
Ventura destaca no blog que, se escrita com inteligência e cuidado, essa parte da trama tem grande potencial para ultrapassar a abordagem a respeito da diversidade e fazer sangrar a ferida da ojeriza, do ódio e do preconceito contra as pessoas com deficiência.
Essa, sem dúvida, por estar sendo tratada em horário nobre e com milhões de brasileiros assistindo, é uma oportunidade valiosa de aprofundar a discussão sobre como o ódio arranca a humanidade da pessoa com deficiência.
Na trama, Odete não enxerga pessoas, apenas obstáculos ou acessos para concretizar suas determinações, na empresa, na família, no sexo, em qualquer situação ou ambiente.
Quando a pessoa com deficiência é tratada como 'isso aí' ou tantas outras formas pejorativas e nomenclaturas que aparecem, desaparece a humanidade, a existência da pessoa é rejeitada, anulada, ela passa a ser apenas uma “deficiência”.
Se realmente o personagem de Leonardo for ter uma participação como pessoa com deficiência na novela, fica a pergunta: por que não usaram um ator com deficiência de verdade para fazer o papel do filho da vilã ?
A observação da deficiência como punição, a percepção do ser humano completo somente quando não tem limitações físicas, sensoriais ou intelectuais, além de muitas outras maneiras de entender a diversidade como algo anormal, fora da sociedade, são combustíveis da discriminação, alimentos do preconceito, impulsionam o capacitismo que permeia todos os setores.
Leonardo Roitman não existia na primeira versão da novela, na década de 80. Foi colocado agora nesse remake da trama e pode ter sido propositadamente para levantar essa discussão.
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=316af460-bfd4-490c-9bb4-c0e40da3c0e5
Postado Pôr Antônio Brito
O Meeting Paralímpico Loterias Caixa, organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), terá etapas em Natal (RN) e Vitória (ES neste sábado, 28), somando 390 competidores em disputas de seis modalidades.
Em Vitória, são 185 atletas inscritos para disputas em quatro modalidades. A Universidade Estadual do Espírito Santo receberá 131 competidores do atletismo e 11 do tiro com arco, enquanto o Clube Álvares Cabral terá disputas de natação com 31 atletas e de tiro esportivo com 12 esportistas.
Já em Natal são 205 inscritos em disputas de cinco modalidades. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte vai sediar provas de atletismo com 92 competidores e de tiro com arco com 18; o Sesi Clube receberá as provas de natação com 52 atletas; e o Ginásio DED terá competições de bocha e halterofilismo, com 19 e 24 esportistas, respectivamente.
As duas etapas contarão com provas para atletas de alto rendimento e Seletivas Estaduais de quatro disputas organizadas pela Diretoria de Desenvolvimento Esportivo do CPB: Paralimpíadas Escolares, Paralimpíadas Universitárias, Paralimpíadas Militares e Intercentros (disputa entre crianças de 7 a 10 anos alunas de Centros de Referência do CPB).
O Meeting Paralímpico tem o objetivo de desenvolver o paradesporto em todo o território nacional, com a participação de novos talentos e atletas de elite. É realizado desde 2021, como uma atualização dos tradicionais Circuitos Loterias Caixa, que aconteciam desde 2005. Entre abril e agosto deste ano, o evento irá passar por todos os estados e pelo Distrito Federal.
Desde abril, o evento teve etapas em Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Florianópolis (SC), Porto Velho (RO), Curitiba (PR), Cuiabá (MT), Salvador (BA), Campo Grande (MS), Aracaju (SE), Goiânia (GO), Recife (PE), Palmas (TO), Belo Horizonte (MG) e João Pessoa (PB).
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/meeting-paralimpico-loterias-caixa-chega-a-natal-e-vitoria-com-390-atletas-neste-sabado-28/
Postado Pôr Antônio Brito
O Diário PcD repercute a participação de importantes representantes do segmento da pessoa com deficiência em evento que debateu os 10 anos da sanção da LBI – Lei Brasileira de Inclusão
O Diário PcD repercute a primeira década da LBI – Lei Brasileira de Inclusão, em evento realizado pelo CEAPcD – Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência de São Paulo.
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), tem como objetivo assegurar e promover, em condições de igualdade com as demais pessoas, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. A lei abrange diversos aspectos da vida da pessoa com deficiência, como educação, saúde, trabalho, transporte, cultura, lazer e moradia, buscando garantir o acesso e a participação plena na sociedade.
A LBI estabelece, entre outros pontos, a proibição de discriminação em razão da deficiência, a garantia de acessibilidade em diversos ambientes e serviços, a proteção contra a violência e a garantia de direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. A lei também prevê a criação de mecanismos de fiscalização e controle para garantir o cumprimento de seus dispositivos.
LBI – avanços ou retrocessos?
Jovem e forte ou idosa e enfraquecida!
https://youtu.be/LB_6ttD5C8E
Fonte https://diariopcd.com.br/2025/06/23/lbi-forte-ou-enfraquecida/
Postado Pôr Antônio Brito
Um jovem autista foi mantido refém durante um assalto em SP. O sequestrador se entregou após negociação. Os pais também foram feitos reféns, mas liberados. Ninguém ficou ferido.

Na última sexta-feira, dia 20 de junho, os noticiários da TV deram a cobertura com mais de 2 horas desse acontecimento na zona norte da capital paulista, no Parque Novo Mundo.
Um jovem de 19 anos – autista nível 2 de suporte - foi mantido refém por um criminoso durante um assalto à uma residência.
O sequestrador, que estava armado com um revólver calibre 38, libertou o refém e se entregou à polícia após mais de 2 horas de negociação. Ninguém ficou ferido.
Segundo informações da Polícia Militar (PM), no início da ação, o pai, de 58 anos, e a mãe, de 47, também foram feitos reféns pelo sequestrador, mas foram liberados logo após a chegada dos agentes.
A matéria completa está no link:
Saiba mais no link:

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe desde domingo, 22, até sexta-feira, 27, a Seleção Brasileira de bocha para a terceira semana de treinamento de 2025. Foram convocados 15 para as atividades.
Os treinamentos irão servir como preparatório para a etapa de Copa do Mundo realizada em Curitiba, em agosto.
Entre os convocados para a semana, estão os medalhistas da Copa do Mundo na China: o cearense Maciel Santos, da classe BC2 (para atletas que não recebem assistência), e o paranaense Eliseu dos Santos, da classe BC4 (atletas com deficiências severas, que não recebem assistência).
O cearense conquistou o ouro na competição após vencer o dono da casa, o chinês Zhiqiang Yan, por 9 a 0. Já o paranaense ficou com a prata após enfrentar o chinês Yuansen Zheng na decisão e acabou sendo superado por 6 a 2.
Outros dois brasileiros chegaram às disputas de medalha. Na classe BC1 (que tem a opção de auxílio de ajudantes) feminina, a pernambucana Andreza Vitória empatou por 2 a 2 com Hiromi Endo, do Japão, na decisão pelo bronze, e ficou com o quarto lugar após ser superada no tie-break. O mesmo resultado teve o paulista José Carlos de Oliveira, também da classe BC1, que foi superado por 7 a 3 por Takumi Nakamura, do Japão.
Confira os convocados:

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-bocha-realiza-terceira-semana-de-treinamento-no-ct-paralimpico/
Postado Pôr Antônio Brito
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia reforça que as medidas preventivas devem estar na rotina das famílias.
Fonte https://diariopcd.com.br/2025/06/24/idosos-estao-entre-as-principais-vitimas-de-quedas-afirma-sbgg/
Postado Pôr Antônio Brito
A Claro TV+ em parceria com a SportTV e BePlay oferece transmissões acessíveis da Copa do Mundo de Clubes da FIFA com audiodescrição, legenda e Libras. Assinantes podem acessar via QR code ou link direto.

A Claro TV+ anunciou uma parceria com a SportTV e BePlay para trazer transmissões dos jogos da Copa do Mundo de Clubes da FIFA focadas em acessibilidade. A ideia é que as transmissões contem com recursos de audiodescrição, legenda e Libras.
Assinantes da Claro TV+ poderão aproveitar os jogos com os recursos mencionados, que acontecerão entre os dias 14 de junho e 13 de julho. Isso só é possível com a ajuda da tecnologia da BePlay para celular ou PC.
Para conseguir ver a transmissão com os recursos, basta o usuário ir ao SportTV, pelo canal 533 da Claro TV+, e usar o celular para escanear o QR code que fica disponível na região inferior direita da tela. Ao escanear o QR Code, a pessoa será redirecionada para o link da transmissão pelo BePlay.
Saiba mais no link:
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) irá divlgar na quarta-feira, 25, às 13h30 a lista de convocados para o Mundial de natação paralímpica de Singapura, competição que será realizada de 21 a 27 de setembro.
Os nomes dos atletas que representarão o Brasil serão divulgadas em live no canal de YouTube do CPB.
A formação da Seleção foi feita levando em consideração os Critérios de Entrada para o Mundial, divulgados pelo CPB em abril.
Desde 22 de maio, 24 nadadores atingiram o índice estabelecido pelo CPB como um dos critérios utilizados na formação da Seleção. As marcas foram alcançadas durante o Circuito Paralímpico – Fase Seletiva e a Primeira Etapa Nacional do Circuito Paralímpico Loterias Caixa, em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico; e o World Series de Guadalajara, no México.
No último Mundial da modalidade, em Manchester, na Inglaterra, em 2023, o Brasil subiu 46 vezes ao pódio, conquistando 16 medalhas de ouros, 11 de prata e 19 de bronze. Com isso, o país ficou na quarta colocação no quadro de medalhas, atrás de Itália, Ucrânia e China, superando a anfitriã Grã-Bretanha em uma disputa acirrada até a última prova da competição.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-anuncia-convocacao-para-mundial-de-natacao-em-singapura-na-quarta-feira-25/
Postado Pôr Antônio Brito
Obra aborda grupos teatrais brasileiros formados por artistas cegos e com baixa visão
Fonte: https://jornal.unicamp.br/
A questão do acesso à cultura por pessoas com deficiência vem ganhando cada vez mais espaço no debate público, o que fomenta questões teóricas nos âmbitos da diversidade, da inclusão, da estética e da política. O livro Teatros e Artistas com Deficiência Visual aborda esse assunto por meio da análise do processo criativo de 13 grupos teatrais brasileiros que colocam a deficiência visual em seu centro. O autor da obra, Lucas de Almeida Pinheiro, repensa o papel da visualidade no teatro e os desdobramentos teóricos do capacitismo em cena.
Pinheiro, graduado em artes cênicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), mestre e doutor em artes da cena pela Unicamp e docente da Universidade Estadual de Maringá (UEM), atua, no momento, como diretor, professor e pesquisador da área de poéticas e linguagens da cena, com foco nas relações entre cena-deficiência-criação. Na entrevista a seguir, o autor detalha como transcorreu o processo de pesquisa e produção da obra e destaca a sua importância para o estudo das artes cênicas.
Jornal da Unicamp – A obra é resultado das suas pesquisas e experiências profissionais. Como se deu a motivação e quais os desafios para transformá-las em livro?
Lucas de Almeida Pinheiro – A motivação para esse livro surgiu do meu contato com pessoas cegas que, enquanto espectadoras, relatavam as dificuldades de acesso ao teatro. Suas experiências evidenciavam que o teatro, como prática artística e cultural, ainda se estruturava e se estrutura de maneira excludente, sem considerar outros modos de fruição que não o olhar – salvo poucas exceções, como algumas abordadas no livro, ou quando a audiodescrição está presente na encenação. Os desafios para transformar essa pesquisa em livro foram múltiplos. Além da própria sistematização do material coletado, foi necessário articular perspectivas teóricas e experiências concretas de modo a evidenciar os processos criativos gestados, com e para pessoas cegas e com baixa visão, que questionam o visuocentrismo arraigado na tradição teatral.
JU – Como se deu a escolha dos grupos teatrais abordados na obra?
Lucas de Almeida Pinheiro – A escolha dos grupos abordados deu-se, inicialmente, pela proximidade geográfica, com a intenção de acompanhar presencialmente novos processos criativos gestados por esses coletivos. No entanto a pandemia de covid-19 impediu esse acompanhamento presencial e, ao mesmo tempo, possibilitou a ampliação do escopo da pesquisa. Dessa forma, a pesquisa passou a abarcar grupos de diferentes regiões do Brasil que, em suas proposições cênicas, já promoviam outros modos de criação e fruição teatral. Por serem gestados incluindo artistas com deficiência visual, esses processos desestabilizam a centralidade da visão no teatro e apontam para a construção de poéticas que deslocam o olhar como principal via da percepção cênica. A escolha desses grupos deu-se, portanto, pelo interesse em compreender como suas práticas questionam paradigmas estéticos e institucionais, abrindo caminhos para uma cena mais acessível e plural.
JU – Como é a recepção da proposta no meio acadêmico? Qual a contribuição do livro para o estudo das artes cênicas?
Lucas de Almeida Pinheiro – A recepção tem sido bastante interessante e surpreendente. As poéticas, seus conhecimentos e suas provocações estéticas ainda são recentes no campo teatral. Não por falta de vontade de artistas com deficiência, mas por falta de abertura das próprias pessoas sem deficiência para compreendê-las também como artistas. Por falta de oportunidades. São artistas que, por serem historicamente desconsiderados e excluídos da criação cênica, propõem não apenas novas poéticas, mas também tensionam o que entendemos por teatro, cena e espectatorialidade. Essas pessoas propõem outras formas de estar em cena e de se relacionar com o teatro. Além disso, a obra colabora para que o ensino e a pesquisa em teatro avancem na desconstrução de barreiras históricas e epistemológicas que, por muito tempo, limitaram a participação de pessoas cegas na cena artística.
JU – Para além do campo teatral, quais outras áreas podem se interessar pelo conteúdo apresentado nessa obra?
Lucas de Almeida Pinheiro – O conteúdo da obra dialoga com diversas áreas além das artes cênicas, sobretudo com aquelas que se dedicam a questões de acessibilidade, inclusão, educação e estudos sobre a deficiência. No campo da educação, por exemplo, a pesquisa contribui para reflexões sobre metodologias pedagógicas mais sensíveis à diversidade sensorial, questionando práticas convencionais e propondo caminhos que valorizem diferentes formas de percepção e aprendizagem. Os estudos sobre a deficiência também encontram na obra um material relevante para pensar as relações entre corpo, estética e política, considerando como os processos criativos desenvolvidos por artistas cegos e com baixa visão desafiam não apenas o campo teatral, mas estruturas sociais e epistemológicas que historicamente marginalizaram esses corpos. Além disso, o livro pode interessar a pesquisadores da comunicação e das ciências sociais, pois trata de modos de fruição artística que deslocam o foco do olhar como principal via de acesso ao teatro. Essas discussões repercutem em debates sobre políticas culturais, direito à arte e formas de democratização da experiência estética.

Fonte https://diariopcd.com.br/2025/06/23/deficiencia-visual-em-cena/
Postado Pôr Antônio Brito