21/01/2020
PAINEL SENSORIAL DE ESTIMULAÇÃO
Uva passa ajuda a prevenir demência, Alzheimer, Parkinson e câncer
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| (Foto Christian SchnettelkerCCommons) |
MITO 7: PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SÃO HERÓIS
29 piscinas da cidade São Paulo tem elevadores para pessoas com deficiência reformados


- CE Imirim
- CE Ibirapuera
- CE Ipiringa
- CE Barra Funda
- CE Cambuci
- CE Lapa
- CE Pirituba
- CE Jaguaré
- CE Butantã
- CE JD Celeste
- CE Campo Limpo
- CE Sto Amaro: (2 elevadores)
- CE V. Sabará
- CE V. Sta Catarina
- CE V. Guarani
- CE V. Manchester
- CE São Matheus
- CE V. Curuçá
- CE Ermelino Matarazzo
- CE Mandaqui
- CE Santana
- CE Tatuapé
- CE Jaçanã
- CE Vila Maria JD São Paulo e
- CE Mooca.
Oficina de Música inclusivaViolinista luta pela formação profissional de músicos cegos
“Curitiba tem tudo para que isso aconteça, já que é uma cidade muito receptiva tanto pelos espaços de espetáculos como pelos gestores culturais”, diz Amorim.Há sete anos o professor trocou o Rio de Janeiro por Curitiba. Ele se fixou na cidade para cursar licenciatura em Música na Universidade Federal do Paraná, onde se formou em 2015.
A militância do violinista pela formação igualitária dos músicos que não enxergam começou no ano seguinte, quando passou a dar aulas no Instituto Paranaense de Cegos (IPC). Lá desenvolve o projeto Música Tátil, iniciativa de formação musical inicial para pessoas cegas ou, como ele, que nasceu com baixa visão. Foi o que aproximou seu público da área cultural da Prefeitura de Curitiba.
Em 2017, a Capela Santa Maria, sala de concertos da Prefeitura que é sede da orquestra de câmara da Camerata Antiqua, abriu as portas para uma série de espetáculos inclusivos que contribuíram para o projeto.
“Fomos recebidos com os programas dos concertos em braille. E tem sido assim, quando somos convidados ou manifestamos interesse”, conta o professor, referindo-se ao cuidado observado com o público com deficiência visual pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac) - órgão gestor do espaço cultural.
Da plateia para o palco: em agosto passado, Luiz Amorim retornou à Capela Santa Maria em condições especiais. Em vez da plateia, estava no palco. Foi músico convidado da Orquestra Nova de música contemporânea, do maestro Gabriel Hermes.
“Foi muito emocionante e um desafio mesmo para mim, que me eduquei para não ver”, lembra o professor e instrumentista de 36 anos, que se apaixonou pelo violino na infância.
Para estar no palco curitibano, porém, as exigências eram outras. Tratou de pedir ajuda ao Setor de Musicografia Braille e Apoio à Inclusão da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e conseguir a transcrição da sinfonia escrita por Hermes. A instituição potiguar é, até agora, a única a executar esse trabalho.
Obtida a partitura, tratou de decorá-la com cada período de pausa, familiarizou-se com as partes da música que cabia aos demais instrumentos e, como não pode ver os comandos do maestro, ficou atento ao desempenho dos instrumentos mais próximos.
“O público só soube que eu era cego porque entrei apoiado no Hermes e, nos momentos de pausa do violino, percorria com os dedos a partitura, impossível de acessar durante a execução do instrumento”, conta.Foi uma saga desde que conseguiu seu primeiro violino, doado pela mãe de uma professora do Instituto Benjamin Constant - instituição carioca destinada ao ensino de pessoas com deficiência visual onde ele começou a se familiarizar com a música por meio flauta doce. Com ele, pode estudar e se preparar para as provas do conceituado Instituto Villa-Lobos. “Fui o primeiro cego a entrar lá”, conta.
Obstáculos à acessibilidade
O processo de preparação para o concerto em Curitiba, explica Amorim, resume a dificuldade de acesso das pessoas com deficiência visual à música profissional. Isso porque, para cursar o ensino superior, os estudantes precisam dominar teoria musical - exigência das prévias dos exames em todas as universidades.Para se prepararem para as provas, precisam ter acesso às partituras em braille que, por sua vez, só podem ser impressas depois de transcritas a partir das versões impressas. Como ainda não existem softwares que façam isso, o trabalho exige a intervenção de um músico que enxergue e conheça braille para fazer a transcrição e de um cego que leia partitura para fazer a revisão.
“Por isso eu quero muito que os gestores do Icac conheçam o trabalho da Escola de Música do Rio Grande do Norte. É, com certeza, uma fonte de inspiração para Curitiba”, diz o musicista, que vai encerrar sua participação na Oficina de Música com uma apresentação pública resultante do curso de Prática de Conjunto, para instrumentistas e cantores com deficiência visual.
“Vamos vivenciar todo o processo de preparação de uma banda desde a escolha do repertório até a execução”, adianta Luiz Amorim, que durante o evento também dará aulas de Fundamentos do Sistema Braille e da Musicografia Braille. A expectativa é que o trabalho seja acompanhado por observadores estrangeiros e de outros estados e tenha a participação de participantes dos cerca de 100 grupos brasileiros de whatsapp de músicos deficientes visuais dos quais ele participa.
Parceiros
A 37ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização da Prefeitura de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), Ministério da Cidadania, da Secretaria Especial da Cultura e governo federal.O evento tem patrocínio máster da Caixa Econômica Federal, apoio cultural da Família Farinha e Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) e apoio master do Teatro Guaíra e Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
Fonte https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/violinista-luta-pela-formacao-profissional-de-musicos-cegos/54559
Postado por Antônio Brito
Sem custo extra, acessibilidade vira item obrigatório em novos apartamentos

Um decreto que entra em vigor neste mês promete mudar esse cenário. A partir do dia 27 de janeiro, as construtoras e incorporadoras serão obrigadas a construir apartamentos que possam ser adaptados às pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.
A norma faz parte da nova Lei de Inclusão. Os projetos deverão considerar, por exemplo, largura de portas e corredores, desníveis e altura de janelas.
O vice-presidente de Tecnologia do Sindicato da Habitação de São Paulo, Carlos Borges, afirma que a nova regulamentação vai beneficiar toda a população e não só pessoas com deficiência.
Outro ponto importante do decreto é a previsão da compra na planta já com as alterações necessárias. O consumidor deve fazer um requerimento escrito a construtora indicando as adequações necessárias.”
A Heloisa mora em um condomínio antigo na região central de São Paulo e diz que mudança nos novos prédios residenciais vai dar mais autonomia para pessoas com deficiência.
“Para mim, como pessoa com deficiência, essa Lei é muito positiva porque ela vai além do senso comum. Vai além da rampa e do elevador. Vai pensando em como incluir o deficiente em todos os setores.”
A nova Lei de Inclusão também prevê áreas externas acessíveis e 2% das vagas de garagens reservadas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. As construtoras estão proibidas de cobrar valores adicionais pelos serviços.
Fonte https://jovempan.com.br/programas/jornal-da-manha/sem-custo-extra-acessibilidade-vira-item-obrigatorio-em-novos-apartamentos.html?amp
Postado por Antônio Brito
Consenso para dor neuropática central por lesão medular ou encefálica

Na NEURODC•19 foi anunciado que o DC de Dor da ABN está produzindo um novo e importante consenso. Conforme adianta Rogério Adas Ayres de Oliveira, coordenador do DC, já foi realizada, por Abrahão Fontes Baptista e Daniel Ciampi Araújo de Andrade, uma revisão da literatura para a consolidação de evidências no campo do tratamento farmacológico da dor neuropática central por lesão medular ou encefálica: “É uma área carente de estudos. Por isso lançaremos as recomendações para o tratamento da dor central, pois assim adequamos a realidade nacional em termos de disponibilidade de medicamentos e contextualizamos o tratamento da dor central para o cenário brasileiro”.
Fonte http://serlesado.blog.br/consenso-para-dor-neuropatica-central-por-lesao-medular-ou-encefalica/
Postado por Antônio Brito
Dicas para ter e desfrutar de sexo após uma lesão na medula espinhal
Explore maneiras de tornar o sexo mais agradável.
Ter uma lesão na medula espinhal não significa o fim de sua vida sexual. Longe disso. Você pode ter uma vida sexual saudável e gratificante. Só é preciso atenção a algumas questões práticas. Então você pode começar a explorar novas sensações e maiores oportunidades de prazer sexual.- Esvazie a bexiga para evitar interrupções e outros problemas
- Se você é homem e tem um cateter permanente, dobre-o ao longo do pênis e segure-o no lugar com preservativo ou fita adesiva
- Certifique-se de ter muitos auxílios prontos para ajudá-lo a ficar em uma posição confortável durante a relação sexual, como travesseiros, cunhas de espuma, restrições de Velcro® e suportes
- Tenha bastante lubrificante por perto
Você pode ter perdido alguma sensação sexual, mas ainda há muito a explorar. Se você é homem e conseguir uma ereção é um desafio, existem medicamentos e auxiliares mecânicos que podem ajudar. Se você é uma mulher com uma lesão na medula espinhal, pode ter alguns problemas com o sexo, como menos lubrificação vaginal. Usar um lubrificante sem receita antes do sexo pode ajudar.
Se você é homem ou mulher, aqui estão quatro etapas que você pode seguir para tornar o sexo mais agradável.
- Explorar: reserve um tempo para explorar áreas do corpo onde a sensação ainda está intacta e onde você pode se sentir estimulado. Faça com que seu parceiro explore todo o seu corpo: cabeça, cabelo, rosto, pescoço, peito, abdômen, costas, nádegas, mãos, pés … em todos os lugares. Eles podem explorar com as mãos, a boca ou uma combinação dos dois. Aprimoradores, como óleos, loções, penas e vibradores também podem ser usados.
- Vá devagar, mantenha o foco: mantenha as áreas que você explora pequenas, do tamanho da sua mão. As sensações podem diferir em centímetros. Concentre-se apenas na sensação e estimulação de cada área, sem pensar muito em relação sexual ainda.
- Comunique-se: dê um feedback enquanto seu parceiro está explorando seu corpo. É ótimo, irritante ou doloroso? Use uma escala numérica, se for mais fácil. Lembre-se de que este é um momento de intimidade; portanto, fale com amor, entendendo que seu parceiro está apenas tentando ajudar.
- Aproveite: Seguir estas etapas pode facilmente levar a uma relação sexual bem-sucedida.Mas muitas pessoas com uma lesão na medula espinhal relatam excitação ou até mesmo orgasmos devido à hipersensibilidade acima do nível da lesão. Orelhas, pescoço, peito ou outras áreas podem ser extremamente sensíveis e facilmente estimuladas.
Tradução: Google
Fonte: Holister
Sou Pessoa com Deficiência e as Redes Sociais não me Definem!
Sou Pessoa com Deficiência e as Redes Sociais não me Definem!
O que é belo para você? Você já parou para se questionar sobre isso? Do ponto de vista histórico, o padrão de beleza nunca deixou de evoluir e o que antes era considerado belo, nos dias de hoje, pode ser feio ou desagradável.Por exemplo, entre os egípcios antigos, as mulheres charmosas eram aquelas que escondiam o rosto do sol, maquiavam a face e os olhos, usavam perucas e realizavam todo tipo de cuidado corporal para exaltar seus encantos. A beleza masculina ou feminina está sujeita a mudanças constantes e a todo tipo de moda que se impõe em certos setores da sociedade.
E, nesse assunto, a pessoa com deficiência não se encaixa em nenhum padrão de beleza e, atualmente, está ainda pior, porque não é preciso nem sair de casa para se sentir inferior. Digo isso por causa das redes sociais, especificamente o Instagram, lá é tudo tão perfeito, todo mundo é feliz, homens e mulheres com corpos sarados, cabelos impecáveis, maquiagens lindas, viagens dos sonhos, enfim, parece não existir dificuldades na vida dessas pessoas!
Um exemplo são aquelas páginas de maternidade, falando que na maternidade é tudo maravilhoso, tudo lindo, mostram mães lindas, arrumadas, parecem que nem tiveram filhos, não sentiram dor, porém se formos trazer isso pra realidade vemos que é totalmente diferente, nada daquilo que disseram, muitas vezes, pra muitas mães chega a ser até um pesadelo. Entenderam agora como funciona?
Você, pessoa com deficiência, não deve desanimar ao ver essas páginas e nem ficar se vitimizando, se achando inferior, dizendo: "Ah eu sou feia (o), minha vida não tem nada a ver com a dessas pessoas, eu nunca vou conseguir, meu cabelo é feio, minhas roupas não são bonitas..."
Seguir padrões de beleza é muito frustrante, porque nunca vamos corresponder ao que a sociedade impõe e isso trará mais exclusão, muitos vão querer ficar em casa, deprimidos, não arriscarão o novo por medo do que os outros vão pensar. Parem! Isso não faz bem!
As redes sociais não pode ser a inimiga, elas só precisam ser mais reais, ninguém é feliz o tempo todo. Deveria falar mais sobre a deficiência, o dia a dia, as dificuldades... Redes sociais podem e são uma excelente ferramenta para a inclusão e para o povo conhecer a diversidade.
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Estudante com deficiência visual relata novo tipo de erro no Enem
Na véspera da abertura do Sisu, a candidata ainda não conseguiu descobrir a nota da prova
A estudante Maria Gomes Sarmet Rocha, de 20 anos, vem enfrentando uma angústia adicional em busca de uma vaga na universidade. Desde de 16 de janeiro, quando o Ministério da Educação divulgou o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ela tenta descobrir, sem sucesso, a nota que tirou.
Portadora de deficiência visual grave e com a mão esquerda parcialmente paralisada (o que a impede de escrever em braille), Maria realizou as provas com auxílio de “ledores”, pessoas que leem a prova para que ela consiga responder às questões. Os ledores também descrevem imagens, preenchem o gabarito e escrevem a redação, ditada por candidatos como Maria.
Inicialmente, Maria e os pais imaginaram que a nota não havia sido divulgada por algum problema de carregamento do sistema. Na sexta-feita, 17, a família passou o dia todo entrando e saindo do site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), responsável pela realização do exame.
A mãe, Ana Lúcia Gomes, ligou para o telefone 0800 disponibilizado pelo Inep e, depois, enviou a mensagem com os dados da filha, conforme foi orientada pelo atendente. Como resposta, recebeu apenas uma mensagem automática, que lhe dava o número de um protocolo e a orientava a ligar novamente para o 0800, caso precise de mais detalhes. A família, que mora em Campos dos Goytacazes, no norte do Rio de Janeiro, passou o final de semana nesse looping, tentando descobrir a nota de Maria.
A preocupação aumentou ainda mais, depois que o Inep anunciou que havia identificado erros na correção de parte das provas, e que os candidatos que se sentiram prejudicados deveriam entrar em contato com o Instituto. Sem o resultado dos testes, Maria não consegue saber se foi vítima de erros de correção.
Nesta segunda-feira, 20, a preocupação chegou ao ápice, por causa da abertura do Sisu (Sistema de Seleção Unificado), marcada para amanhã. O Sisu distribui vagas de universidades públicas com base nas notas do Enem. “Sem a nota, não consigo me inscrever. E ninguém me deu nem ao menos uma previsão de quando minha nota será informada”, afirmou a estudante, que pretende estudar biologia e trabalhar na recuperação de áreas degradadas.
Apesar de ter finalizado o ensino médio em 2018 em uma concorrida escola federal do estado do Rio de Janeiro, Maria não conseguiu realizar o Enem naquele ano. Na ocasião, estava internada para realizar a 19ª cirurgia na cabeça. Ela sofre de um tipo de tumor, que, apesar de não ser maligno, danifica o cérebro por causa de seu crescimento. Foi isso que a fez perder a visão e parte dos movimentos do lado esquerdo.
Os problemas de Maria com o Enem começaram no primeiro dia de prova, apesar de ela ter informado sobre suas necessidades especiais no ato da inscrição. Foi só no meio da prova que ela descobriu que o Inep enviou os ledores para auxiliá-la, mas não enviou a prova correta para que eles pudessem, por exemplo, descrever adequadamente as fotos e gráficos para a estudante.
“Em uma das questões, pedi para que o ledor descrevesse uma figura, mas ele disse que não poderia, por que se o fizesse, iria facilitar a resposta”, explicou Maria. “Em outra pergunta, o ledor ficou sem saber o que fazer, e correu em outra sala de aula. Na volta, estava com uma prova diferente, que explicava muito melhor a mesma questão”.
Ao saber da trapalhada do primeiro dia, a família da estudante recorreu à Justiça e conseguiu que Maria fizesse um novo teste, dessa vez com os ledores e as provas certas. “Ela refez o teste em dezembro, e achamos que estivesse tudo certo, que era só esperar o resultado”, afirma José Paccelli Sarmet Rocha, pai de Maria.
Procurado por Veja, o Inep pediu que enviássemos as perguntas por escrito. Até a publicação desta matéria, o Instituto não havia respondido sobre o caso de Maria. Também não informou quantos candidatos com as mesmas deficiências fizeram o teste, nem quantas pessoas não tiveram as notas divulgadas.
Fonte https://veja.abril.com.br/brasil/estudante-com-deficiencia-visual-relata-novo-tipo-de-erro-no-enem/
Postado por Antônio Brito


