01/01/2020

Técnicas de neuromodulação auxiliam reabilitação após AVC ou lesão medular


Um conjunto de técnicas inovadoras – que inclui exoesqueleto robótico, estimulação magnética transcraniana (EMTr) e eletroencefalograma de alta densidade (HD-EEG) – vem sendo empregado com sucesso por pesquisadores do Instituto de Medicina Física e Reabilitação (IMREA) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) no tratamento de pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC) ou lesão medular.

Os resultados da pesquisa foram apresentados pela professora Linamara Rizzo Battistella no dia 28 de março, nos Estados Unidos, durante a programação da FAPESP Week Michigan-Ohio. O evento, que vai até 1º de abril, foi organizado pela FAPESP em parceria com a University of Michigan (UM) e a Ohio State University (OSU) com o objetivo de fomentar novas colaborações entre pesquisadores paulistas e norte-americanos.

Parte dos dados também foi publicada recentemente em artigo na revista Restorative Neurology and Neuroscience.

“São dois os objetivos principais do nosso grupo: identificar o potencial de recuperação motora de cada paciente e, quando este potencial tiver sido alcançado, buscar meios para que essa pessoa possa realizar as atividades do dia a dia com as adaptações necessárias, como, por exemplo, o uso de andador ou de cadeira de rodas”, explicou Battistella em entrevista à Agência FAPESP.

No atendimento de pacientes que sofreram AVC, um dos pontos principais é identificar os preditores da resposta motora – sinais captados a partir do registro da atividade elétrica do cérebro que indicam a capacidade de recuperação de movimentos de cada paciente.

Isso é feito com a associação de duas técnicas: reconhecimento do potencial evocado motor (MEP, na sigla em inglês) – teste que aplica um estimulo magnético no cérebro e avalia a resposta motora – e a medida da atividade elétrica cerebral com HD-EEG.

“O MEP identifica o que chamamos de limiar motor, uma medida objetiva da possibilidade de recuperação motora”, explicou a pesquisadora.

A abordagem neurofisiológica também inclui o uso da estimulação magnética transcraniana com finalidade diagnóstica, exame que indica quais áreas do cérebro precisam ser estimuladas e quais devem ser inibidas para induzir a neuroplasticidade e melhorar o controle motor.

Segundo Battistella, tanto a estimulação quanto a inibição cerebral são feitas com um aparelho de estimulação magnética de pulsos repetidos (EMTr), diferente do usado para mapear a atividade cerebral. O objetivo do método é promover o equilíbrio na atividade dos dois hemisférios cerebrais.

Paralelamente à avaliação neurofisiológica, são feitos testes clínicos, nos quais os pacientes devem realizar uma série de movimentos predeterminados em escalas, como, por exemplo, a de Fugl-Meyer. Ao final, de acordo com o que conseguiu cumprir, cada paciente recebe um escore.

Os dados das avaliações clínicas e neurofisiológicas são analisados estatisticamente. “Dessa forma, conseguimos determinar objetivamente qual é a condição de recuperação do hemisfério lesionado e planejar o tratamento”, disse a pesquisadora.

“Nós comparamos um grupo de pacientes submetido apenas ao programa de reabilitação convencional com outro que, além dos exercícios, recebeu a estimulação magnética para promover o equilíbrio cortical. Esse segundo grupo apresentou uma melhora sensivelmente maior. Dessa maneira, podemos afirmar que a técnica pode influenciar indiretamente os processos de neuroplasticidade e, portanto, a melhora do controle motor.

Já o exoesqueleto robótico, além de ajudar na prática da marcha ou na movimentação dos braços, também fornece aos pesquisadores medidas objetivas da performance funcional de cada paciente. Por meio de sensores distribuídos nos membros superiores e inferiores, o aparelho calcula o quanto de força o indivíduo efetivamente fez durante a realização dos movimentos. Os dados são enviados a um computador e exibidos em forma de gráfico.

“O paciente consegue visualizar a melhora em cada sessão e percebe que depende cada vez menos da ajuda do aparelho para andar ou mexer os braços. Isso serve como um estímulo positivo, melhora o desempenho e aumenta a adesão ao tratamento”, disse Battistella.

Segundo a pesquisadora, todos esses diversos métodos associados permitem reconhecer os biomarcadores de plasticidade cerebral nos pacientes com lesões encefálicas, ou seja, entender como o cérebro está funcionando após a lesão e como está ocorrendo sua reorganização.

“A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se reorganizar após uma lesão, fortalecendo as redes neurais que não foram afetadas e garantindo um bom nível de funcionalidade. O bom resultado da reabilitação depende desse processo de reorganização. Nossa pretensão é, com base nos resultados dos testes, tornar o tratamento mais eficaz e reduzir o tempo de reabilitação”, explicou Battistella.

O grupo conta com a colaboração do Laboratório de Neuromodulação da Harvard Medical School, sob a liderança do professor Felipe Fregni. Um dos investigadores principais no IMREA-FMUSP é o professor Marcel Simis.

Lesão medular

Entre os casos de paraplegia e tetraplegia tratados no Hospital das Clínicas da FMUSP predominam pessoas jovens, entre 17 e 30 anos, e do sexo masculino.

“Esse grupo apresenta desde o início um prognóstico mais bem definido. A capacidade de reabilitação motora está diretamente relacionada com a gravidade e a localização da lesão. Neste caso, nosso papel é, além de identificar e desenvolver o potencial motor no limite de cada indivíduo, evitar complicações secundárias a essa condição”, disse Battistella.

Nas pessoas com deficiência devido a lesão medular, contou a pesquisadora, é comum a ocorrência de infecções urinárias, insuficiência renal, osteoporose e escaras, além de sarcopenia (perda de massa e força muscular) e deformidades articulares, que podem agravar as condições funcionais destes pacientes ao longo dos anos.

“A marcha robótica, por exemplo, pode ajudar a evitar a osteoporose, pois estimula o metabolismo ósseo. A estimulação magnética e também com corrente elétrica evita a atrofia das regiões cerebrais que deixaram de receber o estímulo motor em decorrência da lesão. Já o estímulo em outras regiões cerebrais pode oferecer ganho na função motora”, contou a pesquisadora.

Neuromodulação

Outra vertente dentro do IMREA, também em colaboração com Harvard, combina a estimulação transcraniana por corrente contínua (TDCS, na sigla em inglês) com exercícios aeróbicos para tratar de forma potencializada a dor crônica em pessoas com fibromialgia. O método também pode ser aplicado em pacientes com lesão medular incompleta com queixa de dor crônica.

“Usamos, durante a prática de exercício, um aparelho que produz estímulos elétricos bem tolerados pelo cérebro e com capacidade de controlar a dor. A corrente inibe a área que modula o fenômeno doloroso. É como se estivéssemos dando um analgésico”, contou.

Agência FAPESP

Fonte  http://ladobmodainclusiva.com.br/blog/2016/03/29/tecnicas-de-neuromodulacao-auxiliam-reabilitacao-apos-avc-ou-lesao-medular/

Postado por Antônio Brito 

Prazo para acessibilidade em salas de cinema é prorrogado por um ano

O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (31), último dia de 2019, uma medida provisória (MP) para estender por mais um ano o prazo para que as salas de cinema passem a oferecer recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva. O prazo para que 100% das salas se adequassem à regra venceria no dia 1º de janeiro de 2020. A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), também conhecida como Lei Brasileira da Inclusão, que prevê a obrigação.

Em nota, o Palácio do Planalto justificou que a prorrogação é "imprescindível" porque os recursos necessários para financiar as obras de adaptação das salas de cinema, pelo setor audiovisual, só foram liberados no último dia 17 de dezembro.

"Portanto, considerando que não houve tempo hábil para possibilitar o desenvolvimento de linhas de crédito e, consequentemente, para que o mercado se organize, por meio de seus arranjos e planejamento de negócios, se faz necessário a prorrogação do prazo. Ressalte-se que esses recursos poderão ser utilizados para para atualizar tecnologicamente e expandir o parque exibidor brasileiro, com o objetivo de ampliar e democratizar o acesso ao cinema no Brasil, incluindo a garantia de acessibilidade na salas de cinema", informou.

As normas gerais e critérios básicos para garantia da acessbilidade no cinemas estão definidos, em detalhe, em instruções normativas publicadas pela Agência Nacional de Cinema (Ancine). 

Edição: Bruna Saniele

Fonte  http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-12/prazo-para-acessibilidade-em-salas-de-cinema-e-prorrogado-por-um-ano

Postado por Antônio Brito 

ACESSIBILIDADE HOTELEIRA

O Programa de Acessibilidade Hoteleira foi elaborado para atender as necessidades de pessoas com diferentes tipos de deficiência (física, visual, auditiva e intelectual), mobilidade reduzida (idosos, obesos, gestantes) e necessidades específicas (hipertensos pulmonares, pacientes de hemodiálise, etc) em todas as áreas que compõem um ambiente hoteleiro.
São aplicados quatro pontos importantes: Acessibilidade Arquitetônica, Tecnologia Assistiva, Hospitalidade Inclusiva e Informação para Todos. Além disso, a hospedagem recebe a Certificação de Acessibilidade e passa a fazer parte das ofertas para o agenciamento de viagens acessíveis exclusivos da Turismo Adaptado.
Fonte https://turismoadaptado.com.br/
Postado por Antônio Brito 

Programa de acessibilidade para visitantes daltônicos. A MCA Denver's oferece novos óculos para ver a imagem completa.

por Ricardo Shimosakai
 O Museu de Arte Contemporânea de Denver agora oferece aos visitantes que são daltônicos uma maneira de ver toda a imagem.  Por meio de uma parceria com o Programa de acessibilidade de cores EnChroma, o museu possui quatro pares de óculos EnChroma, que permitem às pessoas com deficiência ver as cores de maneira mais distinta.

 Nick Silici, gerente de instalação do museu, ajudou a testar os óculos.

 "Foi como passar do analógico para o digital", disse Silici.  "Então, eu sou daltônico verde-vermelho e os vermelhos e verdes estavam lá.  Eles não estavam enlameados.  Eles eram vibrantes.  Tudo funcionou.

 Para Silici, que também é um artista, ver as cores sempre foi um desafio, mas não um que ele conhecia até os 20 anos.

 "Eu estava no estúdio de arte de um amigo e ele fazia essas pinturas de testes daltônicos", disse ele.  Os testes usam vários círculos coloridos com números.

 "E eu não conseguia ver o número", disse Silici.

 Ele estava um pouco trepidante por experimentar os óculos, imaginando se isso o mudaria como artista.

 "Nunca pintei de vermelho ou verde porque nunca fiquei satisfeito com as cores que estavam sendo produzidas", disse Silici.  “E eu sinto que isso é um divisor de águas.  Quero voltar e ver o trabalho que fiz no passado.  Eu queria sair do museu e ir ao meu estúdio e trabalhar nas coisas. ”

 Bradley Ingles, gerente de parcerias e comunidades do museu, que também é daltônico, diz que espera que os óculos sejam um divisor de águas para os clientes que podem não ter ido ao museu antes.

 "O daltonismo pode variar de aborrecimento a um problema real de acessibilidade", disse ele.  "Portanto, ter isso como uma maneira acessível para as pessoas entrarem e usarem os óculos para ver o mundo sob uma nova luz é incrível."

 Ingles disse que colocar os óculos lhe deu uma visão totalmente nova das obras que o museu estava exibindo.

 Durante um dos eventos educacionais da MCA Denver, um palestrante falou sobre o significado de uma linha rosa em uma pintura.

 "E eu não conseguia ver a linha", disse Ingles.  "Então fiquei muito empolgado em comprar esses óculos para poder ver a arte da maneira que o artista pretendia".

 

 Os óculos EnChroma usam lentes especiais que removem os comprimentos de onda da luz, onde os cones vermelho e verde nos olhos se sobrepõem, causando dificuldade na determinação das cores.

 "Quando você diz que é daltônico, as pessoas sempre pensam que você vê o mundo em preto e branco", disse Ingles.  "Na maioria das vezes, há mais tons em tons.  É difícil decifrar - o que é vermelho, o que é verde. "

 A parceria começou quando um membro da equipe do museu visitou o Museu Georgia O’Keefe, no Novo México, onde os óculos já estavam em uso.  Segundo os funcionários do museu, a MCA Denver é um dos primeiros museus do Colorado a usar os óculos.

 "Estamos entusiasmados por participar do Programa de Acessibilidade de Cores EnChroma para oferecer aos visitantes daltônicos a oportunidade de conhecer nosso museu e a arte que temos em cores claras e vibrantes com esses óculos", disse Nora Burnett Abrams, a marca do museu.  Diretor de G. Falcone, em um comunicado de imprensa.

 O daltonismo afeta mais de 350 milhões de pessoas em todo o mundo, cerca de um em cada 12 homens e uma em cada 200 mulheres.

Fonte  https://turismoadaptado.com.br/colorblind-visitors-accessibility-program/

Postado por Antônio Brito 

Novidade nas Praias do Guarujá/SP‼♿🌊☀⛱

Locação de Cadeiras Anfíbias. Inclusão Total com Segurança e Conforto. Sensações Inesquecíveis com Família e Amigos. Momentos de Alegria, Prazer, Diversão

Única com Certificado de Qualidade IMREA. Exclusividade total nas manobras com roda dianteira giratória 360 graus, 100% flutuabilidade com 4 flutuadores independentes, segurança com cintos de segurança peitoral, pernas e pés, assento e encosto arejado, anti-alérgico, protetor cervical inflável e muito mais. Vale a pena conhecer. 
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Fonte  https://www.facebook.com/groups/deficientesenoticias/permalink/2619713974790689/
Postado por Antônio Brito 

Jaraguaense de 8 anos precisa de ajuda para comprar cadeira de rodas ortopédica

Foto Dielin da Silva / OCP News
Foto Dielin da Silva / OCP News
Rodrigo Sebastião Wolf tem 8 anos e nasceu com paralisia cerebral. Através de um laudo médico, a família descobriu também que o menino possui deficiência intelectual e certo grau de autism.
Há cerca de dois meses, uma ressonância magnética constatou que o pequeno jaraguaense tem hidrocefalia. Ele então, foi encaminhado a um neurocirurgião de Joinville para saber se há necessidade de uma cirurgia ou não.


A mãe de Rodrigo, Tatiane Barbi de Alcantara diz que antes todas as consultas do filho eram realizadas com uma médica particular, mas como agora ela não está conseguindo pagar, as consultas são feitas através do SUS.
“Os dois médicos que atenderam ele não viram a necessidade de uma cirurgia, mas mesmo assim acharam melhor encaminhar para o neurocirurgião para eu não ficar tão preocupada”, explica. Ela acredita que os novos exames não serão feitos neste ano.
Por conta das anomalias, o pequeno não consegue ficar em pé, caminhar e nem falar corretamente. A forma que o jaraguaense encontrou para se locomover é rastejar.

Foto Dielin da Silva / OCP News
Apesar de ficar muito feliz transitando pela casa, as pernas de Rodrigo ficam sempre dobradas para um lado e sua coluna acaba ficando torta, por isso, a mãe está pedindo ajuda para adquirir uma cadeira de rodas ortopédica para o filho.
Esta cadeira, que custa cerca de R$ 5 mil, ajudaria na correção da coluna do pequeno além de gradativamente deixar suas pernas em posição mais confortável.

Como ajudar?

Quem desejar ajudar o menino, pode entrar em contato diretamente com Tatiane através do (47) 9 9175-6685, ela está aberta para receber aqueles que quiserem conhecer Rodrigo pessoalmente.
Doações também podem ser feitas via depósito na conta-corrente da família:
  • Banco: Viacredi
  • Agencia: 0101
  • Conta-corrente: 10351051
  • CPF: 061.101.689-39
  • Nome completo: Tatiane Barbi de Alcantara
  • Fonte  https://ocp.news/geral/jaraguaense-de-8-anos-precisa-de-ajuda-para-comprar-cadeira-de-rodas-ortopedica?utm_medium=OCPNEWS&utm_source=FB&utm_campaign=CADEIRA_ORTOPEDICA
  • Postado por Antônio Brito 

Novo Ultrassom faz imagens internas do corpo e dispensa endoscopia!

Pesquisadores desenvolveram uma nova técnica, baseada no conhecido ultrassom, que consegue capturar imagens ópticas dos órgãos do corpo de forma não invasiva – e não mais apenas aquela imagem indistinta a que estamos acostumados.
O novo método pode dispensar exames visuais invasivos usando câmeras endoscópicas, que precisam ser inseridas no corpo, como na garganta ou sob a pele, para atingir o estômago, o cérebro ou qualquer outro órgão.
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A imagem endoscópica, ou o uso de câmeras inseridas diretamente dentro dos órgãos do corpo, é uma maneira de examinar e diagnosticar doenças teciduais profundas. Os dispositivos de imagem endoscópicos, ou câmeras na extremidade de tubos ou cateteres, geralmente são implantados por meio de um procedimento médico ou cirúrgico, a fim de atingir os tecidos profundos do corpo.
Esta nova técnica fornece uma alternativa completamente não-invasiva e não-cirúrgica. Usando padrões das ondas ultrassônicas, os pesquisadores conseguiram efetivamente “focalizar” a luz dentro do tecido, o que lhes permitiu capturar imagens nunca antes acessíveis por meios não-invasivos.
O ultrassom pode ser usado para criar uma “lente” virtual dentro do corpo, em lugar do tradicional uso de uma lente física.
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Além disso, o tecido biológico é capaz de bloquear a maior parte da luz, especialmente a luz na faixa visível do espectro óptico. Portanto, os atuais métodos de imagem óptica não podem usar luz para acessar tecidos profundos da superfície.
Já o ultrassom induz uma transparência ao não ser refletido pelos tecidos, permitindo maior penetração através de meios turvos, como o tecido biológico.
“Ser capaz de capturar imagens de órgãos, como do cérebro, sem a necessidade de inserir componentes ópticos físicos, será uma alternativa importante à inserção de endoscópios invasivos no corpo,” disse o professor Maysam Chamanzar, da Universidade Carnegie Mellon (EUA). “Este método pode revolucionar o campo da imagiologia biomédica”.
Os pesquisadores detalham sua nova técnica na revista Light: Science and Applications .
FontePsicologias do Brasil
Postado por Antônio Brito

31/12/2019

Boas festas


Neuroengenheira faz sucesso com produtos hi-tech a preços acessíveis


Michele Souza, uma curitibana de 41 anos, cria tecnologias para ajudar a construir um mundo melhor. Ela não trabalha com assistencialismo, mas com acessibilidade. Transforma produtos de alta tecnologia e, por isso, de alto valor agregado, em opções acessíveis a quem precisa, mas não tem condições de desembolsar altas quantias.

Em 2013, Michele fundou a Cycor Cibernética. A empresa desenvolve equipamentos capazes de obedecer a comandos do cérebro para controlar máquinas e sistemas.

Em outubro de 2019, a empresa ficou conhecida no país inteiro. Michele participou do programa de televisão Shark Tank Brasil e terminou com todos os cinco “tubarões” como parceiros.

O portfólio atual da Cycor conta com quatro produtos já no mercado ou ainda em desenvolvimento. Entre eles um exoesqueleto.

Fonte: [https://www.instagram.com/p/B6sbLYdHzUi/?igshid=l6fdrav3c7ks](https://www.instagram.com/p/B6sbLYdHzUi/?igshid=l6fdrav3c7ks)
Postado por Antônio Brito 

Pesquisadores da USP criam aparelho que trata artrose em apenas 20 dias

Por: Redação da Revista Saber Viver Mais

Uma nova técnica foi desenvolvida para o tratamento de artrose, o aparelho combina laser e ultrassom, diminui o tempo de tratamento em 20 dias. O aparelho foi desenvolvido por Pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de São Paulo IFSC-USP), de São Carlos (SP).


A artrose, também chamada de osteoartrose, é o desgaste da cartilagem que reveste nossas articulações ou juntas, que faz parte do envelhecimento global do organismo humano, como as rugas ou as chamadas manchas senis em nossas mãos. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 50 milhões de brasileiros sofrem de artrose.

O tratamento  para artrose é feito atualmente com remédios associados a terapias complementares com ultrassom ou laser e no total leva-se aproximadamente quatro meses para começar a apresentar resultados. Pela primeira vez, porém, os cientistas combinaram as duas técnicas ao mesmo e comprovaram um alívio significativo nas dores dos pacientes em menos de 20 dias

“Sendo mais rápido, ele é mais eficiente e menos prolongado para que o paciente possa voltar a sua situação normal e ter sua vida normal sem as características que a doença traz”, disse o pesquisador Vanderlei Bagnato.

Fonte  https://www.sabervivermais.com/pesquisadores-da-usp-criam-aparelho-que-trata-artrose-em-apenas-20-dias/

Postado por Antônio Brito