16/05/2026

Vivência paradesportiva promovida pela ADD amplia o olhar de estudantes sobre inclusão e potencial no esporte adaptado

Vivência paradesportiva promovida pela ADD amplia o olhar de estudantes sobre inclusão e potencial no esporte adaptado

Imersão no esporte adaptado promove aprendizado prático, desenvolve empatia e estimula a construção de uma visão mais inclusiva entre crianças e adolescentes

Neste mês de maio, alunos do Stance Dual School participaram de uma vivência paradesportiva promovida pela ADD – Associação Desportiva para Deficientes, com atletas do Magic Hands, equipe de basquete em cadeira de rodas. A iniciativa proporcionou uma vivência prática no universo do esporte adaptado, gerando reflexões importantes sobre inclusão, empatia e superação.

Durante a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de acompanhar o treino, interagir com os atletas e vivenciar, na prática, os desafios e as possibilidades do esporte para pessoas com deficiência. Além da experiência esportiva, o encontro também se consolidou como um espaço de aprendizado e transformação da percepção de crianças e adolescentes sobre a importância da inclusão e da diversidade.

Para Eliane Miada, fundadora e presidente do conselho da ADD, iniciativas como essa têm um papel transformador na formação dos jovens: “Quando os alunos vivenciam o paradesporto de perto, percebem que a deficiência não limita o potencial de ninguém. Esse contato quebra barreiras, amplia o olhar e contribui para a formação de uma geração mais consciente, empática e preparada para construir uma sociedade verdadeiramente inclusiva.”

A atividade também abre espaço para outra reflexão importante sobre a própria condição humana. Acidentes e diferentes circunstâncias podem levar qualquer pessoa a adquirir uma deficiência ao longo da vida, o que reforça a necessidade de uma sociedade mais preparada, inclusiva e solidária. Esse entendimento amplia o senso de coletividade e fortalece valores como empatia e responsabilidade social.

No campo educacional, experiências como essa fortalecem o pensamento crítico dos alunos, indo além do aprendizado teórico. Para Lívia Graciano, professora de orientação educacional do Stance Dual School: “Um dos nossos pilares fundamentais é conhecer como outras pessoas vivem, se relacionam, trabalham e constroem suas trajetórias. Para nós, os projetos sociais são a espinha dorsal da formação, pois entendemos que são essenciais para o desenvolvimento socioafetivo dos alunos.” Ela acrescenta: “A escola também tem o papel de ensinar a ser alguém com empatia, que enxerga o outro, respeita a diversidade e compreende diferentes realidades. Esse desenvolvimento socioemocional é extremamente importante para nós.”

Sobre a parceria com a ADD, Livia reforça a importância dessas iniciativas para o futuro dos alunos: “A maioria das crianças não têm acesso a esse tipo de oportunidade, e conseguimos proporcionar essa experiência, que gera um impacto duradouro. Os alunos levam esse aprendizado com eles e continuam falando sobre isso mesmo depois de saírem da escola.”

Além da iniciativa com o Stance Dual School, a ADD impacta diariamente crianças, jovens e famílias por meio do Projeto de Iniciação ao Esporte Adaptado – Ano IV. O programa oferece atividades que introduzem os participantes ao esporte adaptado, promovendo o desenvolvimento de habilidades sociais, esportivas e de autonomia para crianças, adolescentes e jovens adultos com deficiência física e intelectual.

O Programa de Iniciação ao Esporte – Ano IV é realizado com apoio da Lei nº 11.438/06 (Lei de Incentivo ao Esporte) desde 2017 e conta com o patrocínio de Itaú, IBM, Bank of America, B3, Facchini, Grupo Wiz, Grupo ELFA, BD, Montana Química e Seadrill.

Sobre a ADD

A Associação Desportiva para Deficientes (ADD), fundada em 1996 por Steven Dubner e Eliane Miada, promove a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência por meio do esporte, desde a iniciação até o alto rendimento. Entre suas principais modalidades estão atletismo, basquete em cadeira de rodas (com a equipe multicampeã ADD Magic Hands), bocha paralímpica e vôlei sentado. Com quase três décadas de atuação, a ADD já atendeu mais de 14 mil pessoas, conta com cerca de 300 voluntários por ano, realizou mais de 5 mil palestras e impactou aproximadamente 2 milhões de pessoas com seus programas.

CRÉDITO/IMAGEM: Divulgação: ADD – Associação Desportiva para Deficientes

Fonte https://diariopcd.com.br/vivencia-paradesportiva-promovida-pela-add-amplia-o-olhar-de-estudantes-sobre-inclusao-e-potencial-no-esporte-adaptado/

Postado Pôr Antônio Brito 

Movimento autista pede participação na próxima edição de guia oficial do Turismo e critica uso de símbolo rejeitado pela comunidade

Movimento autista pede participação na próxima edição de guia oficial do Turismo e critica uso de símbolo rejeitado pela comunidade

Autistas Brasil enviou ofício ao Ministério do Turismo apontando lacunas conceituais e ausência de participação direta de pessoas autistas na elaboração do documento federal sobre turismo neurodivergente

A Autistas Brasil encaminhou ao Ministério do Turismo um ofício com críticas técnicas e proposta de cooperação institucional para a próxima edição do “Guia para Atender Bem Turistas Neurodivergentes”, publicado recentemente pelo governo federal em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O documento foi assinado pelo presidente da organização, o pesquisador e doutor em Educação pela Unicamp Guilherme de Almeida.
 

Lançado durante o 10º Salão do Turismo, em Fortaleza, o guia é apontado pelo governo federal como a primeira iniciativa oficial voltada especificamente ao atendimento de turistas neurodivergentes no Brasil. A publicação foi construída a partir de uma pesquisa nacional com 761 participantes, entre pessoas neurodivergentes, familiares e profissionais do setor turístico. Segundo o levantamento, a qualidade do atendimento e a capacitação das equipes aparecem como os principais fatores que impactam a experiência turística desse público.
 

No ofício, a Autistas Brasil reconhece o caráter pioneiro da iniciativa, mas afirma que o material apresenta contradições conceituais e falhas de governança relacionadas à ausência de participação efetiva de pessoas autistas e organizações do movimento na elaboração do conteúdo.
 

“O Guia tem méritos importantes que precisam ser reconhecidos publicamente. Ele desloca o eixo da acessibilidade para neurodivergentes do plano estritamente físico para as dimensões sensorial, comunicacional e atitudinal, e nomeia com clareza o capacitismo no atendimento turístico — algo raramente feito por documentos oficiais do Estado brasileiro”, afirma Guilherme de Almeida.
 

Uso do símbolo do quebra-cabeça é alvo de críticas

Entre os principais pontos levantados pela entidade está a utilização do símbolo do quebra-cabeça como representação do autismo no documento oficial. Segundo a organização, o símbolo é rejeitado há anos por parte significativa da comunidade autista por remeter à ideia de “peça faltante” ou de um “mistério” a ser resolvido.
 

A Autistas Brasil defende o uso do símbolo do infinito — em arco-íris para representar a neurodiversidade e em dourado para o autismo.
 

“Reproduzir o quebra-cabeça em documento oficial do Estado brasileiro, em 2026, é tecnicamente datado e politicamente desalinhado com o próprio movimento que o Guia pretende apoiar”, afirma Guilherme de Almeida.
 

A organização também questiona o que considera uma contradição conceitual do material. Segundo o ofício, embora o glossário do guia apresente inicialmente uma visão afirmativa da neurodiversidade, o texto volta a definir o autismo a partir da lógica de “déficits” prevista na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).
 

“Não se sustenta, num mesmo documento, a afirmação da neurodiversidade como diversidade legítima e a manutenção do vocabulário do transtorno e do déficit”, aponta o documento.
 

“Nada sobre nós sem nós”

Outro ponto central do ofício é a crítica à ausência de participação direta de pessoas autistas na coordenação técnica do guia. Segundo a Autistas Brasil, a ficha técnica do documento não apresenta organizações autísticas, representantes do movimento da neurodiversidade ou pessoas com deficiência entre os responsáveis pela elaboração e revisão do material.
 

“A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência tem status constitucional no Brasil e consagra o princípio do protagonismo direto na formulação de políticas públicas. Validação por grupo focal não substitui coautoria. Esse é um ponto que organiza historicamente a luta do movimento: nada sobre nós sem nós”, afirma Guilherme de Almeida.
 

Organização propõe cooperação técnica ao governo federal

No documento enviado ao Ministério do Turismo, a Autistas Brasil propõe cinco linhas de cooperação institucional para a próxima edição do guia. Entre elas, estão a participação da entidade em regime de coautoria no grupo de trabalho responsável pela revisão do material, a criação de um comitê consultivo permanente ligado à Secretaria Nacional de Políticas de Turismo e o suporte técnico para capacitação de profissionais do setor turístico.
 

A entidade também colocou à disposição o instrumento “Triagem Pedagógica de Barreiras”, desenvolvido pela própria organização, além de solicitar a abertura dos microdados da pesquisa utilizada na elaboração do guia para análise independente.
 

O ofício ainda aponta outras lacunas no documento, como a ausência de recomendações específicas para diferentes perfis neurodivergentes, a falta de articulação com o Cadastur e com legislações relacionadas à acessibilidade, além de críticas à própria diagramação do material, considerada inadequada para pessoas com dislexia.
 

SOBRE A AUTISTAS BRASIL
Organização nacional fundada e liderada por pessoas autistas, a Autistas Brasil atua na formulação de políticas públicas, na incidência jurídica e no desenvolvimento de programas educacionais em larga escala. Nos últimos três anos, suas ações alcançaram mais de 21 mil educadores em todo o país, consolidando a instituição como referência em inclusão, neurodiversidade e direitos humanos.

Fonte https://diariopcd.com.br/movimento-autista-pede-participacao-na-proxima-edicao-de-guia-oficial-do-turismo-e-critica-uso-de-simbolo-rejeitado-pela-comunidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB convoca Seleção Brasileira para Grand Prix de tiro esportivo no Peru em julho

Alexandre Galgani no Circuito Paralímpico Loterias Caixa de Tiro Esportivo no Rio de janeiro | Foto: Alexandre Loureiro/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio de sua Diretoria de Esporte de Alto Rendimento e da coordenação técnica de tiro esportivo, divulgou os atletas que vão compor a delegação brasileira na primeira competição internacional da modalidade em 2026: o 5º Open Para Shooting Grand Prix Club Internacional Arequipa, no Peru, entre os dias 11 e 15 de julho.

CONFIRA A CONVOCAÇÃO COMPLETA AQUI

A delegação brasileira será composta por 11 atletas. Entre os convocados está o paulista Alexandre Galgani, da classe SH2 (atiradores de pistola e de carabina que não requerem suporte para a arma), medalhista de prata na prova de carabina de ar R5 deitado 10m misto nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

Outra atleta da equipe é a carioca Débora Campos, da classe SH1 (atiradores de carabina que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com os braços e precisam de suporte para a arma), medalhista de bronze na prova P2 Pistola 10m SH1 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023.

Além deles, o paranaense Marcelo Marton, da classe SH1, campeão da prova R1/R2 Rifle em pé 10m SH1 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, também representará o Brasil na competição.

A definição final do número de atletas integrantes da delegação estará condicionada ao desempenho esportivo apresentado ao longo da temporada de 2025.

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro esportivo.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
O atleta Alexandre Galgani integra o Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, iniciativa de patrocínio individual das Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 142 atletas.

Time São Paulo
O atleta Alexandre Galgani integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-convoca-selecao-brasileira-para-grand-prix-de-tiro-esportivo-no-peru-em-julho/

Postado Pôr Antônio Brito 

15/05/2026

Mara Gabrilli oficia TSE após pessoas com deficiência ficarem de fora da “Campanha Representatividade”

Mara Gabrilli oficia TSE após pessoas com deficiência ficarem de fora da “Campanha Representatividade”

Manifestação da Senadora Mara Gabrilli acontece após publicação no Diário PcD de posição do TSE – Tribunal Superior Eleitoral de campanha que não cita pessoas com deficiência

Nesta quarta-feira (13), a senadora Mara Gabrilli protocolou ofício ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para sensibilizar a corte e cobrar explicações sobre a exclusão das pessoas com deficiência da “Campanha Representatividade”, iniciativa voltada ao estímulo da participação política de grupos historicamente sub-representados no país.

Para a parlamentar, é “lamentável” que uma campanha criada justamente para ampliar a diversidade nos espaços de poder tenha deixado de fora um dos grupos que mais enfrenta barreiras estruturais e preconceito no Brasil.

“É lamentável que o Tribunal Superior Eleitoral tenha deixado as pessoas com deficiência de fora da Campanha Representatividade. Como uma ação criada para estimular a participação política de grupos historicamente sub-representados não contempla justamente os brasileiros que mais enfrentam barreiras e preconceitos?”, questiona Mara Gabrilli.

A senadora ressalta que uma ação que não inclui as brasileiras e brasileiros com deficiência – cerca de 10% da nossa população – nunca estará completa.

Confira a cobertura do Diário PcD 

 

TSE lança ‘Campanha Representatividade’. Pessoas com deficiência não fazem parte da divulgação

TSE lança ‘Campanha Representatividade’. Pessoas com deficiência não fazem parte da divulgação

“É impossível ignorar que as pessoas com deficiência estão entre mulheres, pessoas negras, indígenas, jovens, população periférica. A deficiência atravessa toda a sociedade. E a discriminação enfrentada por esse grupo é dupla: além do capacitismo, ainda existem barreiras diárias de acesso, inclusive para exercer um direito básico, que é poder ir e vir com segurança para votar e participar da política”, afirma. “

Sabemos, infelizmente, que deficiência e pobreza estão intimamente ligados. A pobreza aumenta os índices de deficiência e, por outro lado, ter uma pessoa com deficiência na família aumenta a pobreza. Isso torna ainda mais injustificável a exclusão.”

A senadora reconhece o valor da campanha específica sobre acessibilidade promovida pelo TSE no ano passado, mas pondera que iniciativas pontuais não substituem a inclusão dos cidadãos com deficiência em uma campanha nacional sobre representatividade política.

“Foi de extrema importância a campanha feita pelo TSE sobre acessibilidade. Até porque acessibilidade fiz respeito não apenas às pessoas com deficiência, mas às pessoas idosas, crianças, mães e pais com carrinhos de bebê. Mas isso não substitui a presença das pessoas com deficiência em uma campanha nacional sobre representatividade. Não faz sentido falar de inclusão política sem incluir quem ainda enfrenta tantos obstáculos para sair nas ruas, estudar, trabalhar, ocupar espaços de poder e decisão”, diz.

A parlamentar também relaciona a ausência de representatividade às dificuldades concretas enfrentadas por pessoas com deficiência na política institucional.

“Eu sei, na prática, o que significa enfrentar barreiras todos os dias na política sendo uma mulher tetraplégica. Mas também sei que existe muita gente com deficiência cheia de potencial para transformar realidades por meio da política. O problema é que a barreira ainda é enorme – e essa exclusão do TSE acaba sendo prova disso”, pontua.

Segundo a senadora, os números mostram a desigualdade de representação. Apesar de o Brasil ter mais de 1,2 milhão de eleitores com deficiência aptos a votar, apenas oito candidatos com deficiência foram eleitos nas eleições de 2022.

“Estamos falando de um abismo entre o número de eleitores com deficiência e o número de pessoas com deficiência que conseguem chegar aos espaços de decisão. Então, que democracia é essa? Vou oficiar o TSE para cobrar explicações, porque sem pessoas com deficiência nos espaços de decisão, a democracia continua incompleta”, conclui.

O documento foi encaminhado ao Ministro Kassio Nunes Marques – Presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Confira a íntegra do ofício

 
Fonte https://diariopcd.com.br/mara-gabrilli-oficia-tse-apos-pessoas-com-deficiencia-ficarem-de-fora-da-campanha-representatividade/
 
Postado Pôr Antônio Brito 
 

Circuito Escolar Paralímpico reúne 251 crianças de atletismo e natação neste sábado, 16

Medalhistas do Circuito Escolar Paralímpico de Triatlo, no Centro de Treinamento Paralímpico, São Paulo | Foto: Carol Coelho/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) promove neste sábado, 16, a quinta etapa do Circuito Escolar Paralímpico de 2026. A partir das 8h (horário de Brasília), o Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe crianças e jovens com deficiência, de 11 a 17 anos, para atividades de atletismo e natação.

O evento conta com 251 inscritos — 171 no atletismo e 80 na natação. O Circuito Escolar Paralímpico tem como objetivo estimular a participação de estudantes com deficiência em idade escolar em atividades esportivas, promovendo ampla mobilização em torno do esporte.

O calendário de 2026 prevê que a última etapa do Circuito ocorra no segundo semestre, em 17 de outubro, com atividades de badminton.

Outras quatro etapas já foram realizadas no Centro de Treinamento. Em 28 de março, o destaque foi o judô. Em abril, foram três etapas: no dia 11, o programa teve tênis de mesa e paraesgrima; no dia 18, as atividades foram de bocha; e, por fim, no dia 25, as vivências foram de triatlo.

O CPB não oferecerá transporte, hospedagem nem alimentação aos participantes. Ao final do evento, os atletas inscritos participarão de um lanche.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/circuito-escolar-paralimpico-reune-251-criancas-de-atletismo-e-natacao-neste-sabado-16/

Postado Pôr Antônio Brito 

Falta de acessibilidade e descaso no comércio em Cassilândia/MS

Cadeirante denuncia falta de acessibilidade em comércios e vias públicas de Cassilândia/MS e cobra cumprimento da legislação federal.

Falta de acessibilidade e descaso no comércio em Cassilândia/MS

Um ex-radialista e agora cadeirante, conhecido como Feltrim em sua região, utilizou o espaço em um programa de rádio chamado Rotativa no Ar - Rádio Patriarca - no mês passado, para expor a realidade de sua cidade, às vezes invisível para muitos, mas cruel para quem depende de uma cadeira de rodas para se locomover na cidade de Cassilândia/MS. Ele relatou que, ao tentar fazer compras no centro da cidade, viveu o constrangimento de não conseguir sequer adentrar aos estabelecimentos.

Feltrim descreveu um episódio em que teve de efetuar suas compras na calçada, pois a loja não possuía rampa de acesso. Ele teve que ser atendido na porta, como se não tivesse o direito de entrar e ver as mercadorias que estão expostas dentro do comércio. Ele ressaltou que a construção de rampas não é apenas uma questão de consciência, mas o cumprimento de uma Lei Federal que garante o livre acesso a qualquer tipo de estabelecimento. O ex-radialista fez um apelo direto aos empresários locais para que comecem a mudar essa realidade.

Além das barreiras nos comércios, Feltrim apontou falhas graves na manutenção das vias públicas. Ele denunciou que, em muitos locais onde já existiam rampas, o recapeamento asfáltico recente promoveu uma elevação do nível da rua, criando um “degrau” que bloqueia o acesso.

Outro ponto de crítica foram as canaletas nos cruzamentos. Ele relatou que muitos cadeirantes em Cassilândia/MS deixam de sair de casa por medo de cair em canaletas ou ficar presos em buracos.

Acompanhe a matéria completa e o vídeo com o relato em áudio do radialista no link:

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=e6bad477-8650-4405-bc47-8f520e3d72ad
 
Postado Pôr Antônio Brito

14/05/2026

Rádio Eldorado FM de São Paulo encerra atividades e pessoas com deficiência perdem espaço de representatividade

Rádio Eldorado FM de São Paulo encerra atividades e pessoas com deficiência perdem espaço de representatividade

O jornalista Luiz Alexandre Ventura, do BLOG VENCER LIMITES, participava semanalmente da programação da emissora repercutindo temas que envolvem as pessoas com deficiência. Coluna permanece sendo publicada no Estadão

Nesta sexta-feira, 15, aconceterá o encerramento das atividades da Rádio Eldorado FM na capital paulista representa uma perda profunda para o rádio brasileiro – mais especialmente para as pessoas com deficiência que estavam sempre em destaque na participação semanal do jornalista Luiz Alexandre Ventura, do BLOG VENCER LIMITES, que abordava diversidade e inclusão, principalmente nas pautas que envolviam o segmento.

O jornalista apresentou 238 episódios entre 14/9/2021 e 12/5/2026, sempre ao vivo, todas as terças-feira, às 7h20.

Para Abrão Dib, presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência, “mais do que uma emissora, a Eldorado foi durante esses anos um espaço de informação qualificada, com o jornalismo comprometido pelo Luiz Ventura, apresentando as principais demandas do nosso segmento. Graças ao empenho dele, a Eldorado construiu identidade própria, e sempre foi nossa aliada em grandes debates”.

O fim de suas atividades deixa um vazio não apenas no dial 107,3FM, mas também na memória afetiva de milhares de ouvintes que encontravam na emissora companhia, conscientização, reflexão e qualidade na notícia. Em tempos em que a comunicação enfrenta transformações aceleradas, o encerramento da Eldorado simboliza também o enfraquecimento de espaços dedicados à causa das pessoas com deficiência.

O BLOG VENCER LIMITES permanece sendo publicado pelo Estadão – @blogvencerlimites

“Fica o reconhecimento à história construída por profissionais, comunicadores, jornalistas, e técnicos que fizeram da Eldorado uma referência nacional. Sua contribuição para o rádio e para a cultura permanecerá viva na lembrança de quem compreende a importância de uma comunicação feita com conteúdo, identidade e respeito as pessoas com deficiência”, afirmou o presidente da Associação.

Fonte https://diariopcd.com.br/radio-eldorado-fm-de-sao-paulo-encerra-atividades-e-pessoas-com-deficiencia-perdem-espaco-de-representatividade/

Postado Pôr Antônio Brito 

CT Paralímpico recebe 2º Camping de Treinamento da Seleção Brasileira de tiro com arco

Pan-americano de Tiro com Arco no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico (CT), em São Paulo, recebe o segundo Camping de Treinamento da Seleção Brasileira de tiro com arco. Ao todo, 14 atletas estarão na capital paulista para os treinos, entre os dias 13 e 17 de maio.

Entre os participantes do camping estão atletas que disputaram os Jogos Paralímpicos de Paris 2024, como o cearense Eugênio Franco, a goiana Jane Karla, a paranaense Juliana Ferreira, o maranhense Luciano Rezende e o gaúcho Reinaldo Charão, além de esportistas experientes, como a paulista Fabíola Dergovics e o goiano Helcio Perillo.

O Camping de Treinamento tem como objetivo a preparação para a próxima grande competição: os Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026, realizados na Colômbia entre os dias 5 e 15 de julho, em que o Brasil será representado por 12 atletas da modalidade.

Confira a lista de atletas no Camping de Treinamento:

Recurvo Masculino Open
Gabriel de Melo Veras
Nelson Santos Silva
Thiago Pinheiro da Silva

Recurvo Feminino Open
Fabíola Lorenzi Dergovics
Lindiara Souza Weischung

Composto Masculino Open
Diogo Rodrigues de Sousa Santos
Luciano Reinaldo Rezende
Reinaldo Vagner Charão Ferreira

Composto Feminino Open
Helena Nunes de Moraes
Jane Karla Gogel

W1 Masculino
Eugênio Santana Franco
Helcio Luiz Jaime Gomes Perilo

W1 Feminino
Juliana Ferreira

VI
Gustavo Mendes de Araujo

*Com informações da Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTArco).

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
A atleta Juliana Cristina Ferreira da Silva integra ao Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA Caixa e da CAIXA que beneficia 142 atletas.

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/ct-paralimpico-recebe-2o-camping-de-treinamento-da-selecao-brasileira-de-tiro-com-arco/

Postado Pôr Antônio Brito 

Mãe de jovem autista cria entidade e apoia famílias em Mato Grosso

Criada por mãe de jovem autista, associação em Mato Grosso já acolheu mais de 200 famílias e busca apoio para continuar atendimentos.

Mãe de jovem autista cria entidade e apoia famílias em Mato Grosso

Do sonho da mãe de uma criança com deficiência e autista, Tatiana Queiroz, nasceu a AAMPE - Associação de Apoio às Mães e Pessoas Especiais, entidade que oferece suporte e acolhimento para pessoas com autismo e suas mães.

A entidade foi criada em junho de 2023 e se propõe a resgatar a dignidade das famílias, viabilizando atendimentos médicos, fisioterapia, psicologia e odontologia às pessoas atendidas.

Ao todo, já foram atendidas mais de 200 famílias em Cuiabá/MT e Várzea Grande/MT. A demanda é muito grande e o projeto não consegue atender a todas as famílias que buscam suporte.

Tatiana destaca que foi a partir da sua própria experiência com o filho, Pedro Henrique, de 21 anos, que é autista e tetraplégico, que ela percebeu que existia uma dificuldade comum entre as mulheres que compartilhavam a mesma realidade.

A entidade se sustenta principalmente por meio de doações. Hoje, a associação precisa principalmente de apoio para a organização contábil e da documentação relativa ao registro de pessoa jurídica.

Quem puder ajudar a AAMPE e apoiar a instituição no que ela precisa pode entrar em contato pelo WhatsApp: (65) 99242-0152.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=72ed01cf-4ab0-4e34-82a6-3f2b91a065db

Postado Pôr Antônio Brito

13/05/2026

Mães atípicas saem do Brasil em busca de melhores condições e qualidade de vida para as crianças

Mães atípicas saem do Brasil em busca de melhores condições e qualidade de vida para as crianças

Estrutura e qualidade de vida fora do Brasil passa a ser considerado importante para que famílias atípicas decidam criar filhos em outros países

A maternidade é um desafio para muitas mães, mas para mães atípicas esse desafio é muito maior no Brasil.

Um crescente número de mães atípicas — com filhos com TEA e outras deficiências — decidem se mudar para os Estados Unidos, em especial para a Flórida, em busca de um sistema mais estruturado de suporte ao desenvolvimento infantil. Mais do que uma mudança de estilo de vida, é uma decisão estratégica de cuidado, que revela diferenças profundas entre os modelos de atendimento disponíveis no Brasil e no exterior.

Na prática, muitas dessas mães relatam uma rotina marcada por insegurança e sobrecarga no Brasil, onde o acesso a terapias, inclusão escolar e acompanhamento especializado ainda depende de fatores como renda, localização e, em muitos casos, da judicialização. Já na Flórida, esse cenário se transforma: a educação especial é organizada como política pública estruturada, com planos individuais obrigatórios para cada criança, integração entre ensino e terapias, e acompanhamento contínuo ao longo da jornada escolar. O resultado é um ambiente mais previsível, em que o desenvolvimento dos filhos deixa de depender exclusivamente do esforço individual das famílias.

No estado da Flórida, as escolas já são fundamentais para o mercado imobiliário local, uma vez que as instituições de ensino com melhor desempenho geram uma valorização dos imóveis no entorno e assim recebem mais fundos para o aprimoramento dos alunos. Mas no que tange ao tratamento de crianças com deficiência, há vantagens adicionais como a adaptação às necessidades dos alunos, seja por meio de infraestrutura ou pelo acompanhamento de profissionais especializados, além da contínua avaliação de desempenho das crianças para que possam crescer integradas à comunidade.

Esse contraste tem impulsionado um movimento silencioso, mas consistente, de mães que reorganizam completamente suas vidas — inclusive do ponto de vista financeiro e patrimonial — para garantir melhores condições de desenvolvimento para os filhos. A escolha da moradia passa a ter um papel central, não apenas como investimento, mas como parte do cuidado. Estar próximo de boas escolas, serviços especializados e uma rede de apoio se torna decisivo na adaptação e na qualidade de vida da família
 

É nesse ponto que ganha relevância a atuação de Gisele Kolbrich, empresária brasileira radicada nos EUA e autora do livro “O Caminho de Casa – Your way home”. Ao auxiliar pessoas nas etapas de migração para o estado americano, Gisele acompanha de perto o aumento da demanda de famílias brasileiras que enxergam na mudança de país uma alternativa para oferecer mais estrutura aos filhos. Sua atuação vai além da intermediação imobiliária: ela orienta essas famílias na escolha de localização, no entendimento do sistema local e na construção de uma base sólida de moradia que dialogue com as necessidades específicas de cada caso.
 

No livro, Gisele reforça que a decisão de morar fora está diretamente ligada à busca por estabilidade, segurança e qualidade de vida, especialmente para famílias que precisam de suporte contínuo. Essa visão se conecta diretamente com o movimento observado hoje: mães que deixam de buscar apenas oportunidades e passam a buscar previsibilidade. A Flórida, por sua vez, concentra uma série de fatores que reforçam esse movimento, como clima agradável, custo de vida relativamente mais acessível do que outros polos americanos, forte presença de comunidade brasileira, ambiente regulatório estável e um mercado imobiliário organizado e transparente. Esses elementos tornam o processo de adaptação mais viável e menos incerto para famílias que já enfrentam desafios significativos.
 

Essas mudanças passam a olhar para a maternidade sob uma nova perspectiva: não apenas como vínculo afetivo, mas como força motriz de decisões profundas, que atravessam fronteiras e redesenham projetos de vida. Em um cenário em que o cuidado se torna cada vez mais complexo, histórias como essas ajudam a entender como mães brasileiras estão transformando amor em planejamento — e, em alguns casos, em mudança de país.

Em entrevista ao Diário PcD, Gisele Kolbrich traz mais informações sobre esse cenário:

  1. No seu dia a dia à frente da Top Florida Homes, tem notado o aumento na procura por mães atípicas que querem morar numa região com melhor qualidade de vida para os filhos?

Sim, essa é uma tendência que vem crescendo nos últimos anos. Cada vez mais famílias, especialmente mães atípicas, têm buscado regiões da Flórida com distritos escolares bem estruturados e programas educacionais capazes de oferecer suporte mais individualizado para os filhos.

Na Flórida, educação e mercado imobiliário estão diretamente conectados. Regiões com escolas mais bem avaliadas costumam atrair mais moradores e, consequentemente, apresentar maior valorização imobiliária. Além disso, parte dos impostos locais ajuda a financiar o próprio sistema escolar, criando um ciclo de investimento contínuo nessas comunidades. Por isso, o distrito escolar acaba sendo um dos fatores mais importantes na escolha de onde a família vai morar.

Muitas escolas públicas também oferecem programas como o Exceptional Student Education (ESE), voltados para alunos que precisam de suporte adicional no aprendizado e na adaptação escolar.

Além da rede pública, muitas famílias também pesquisam programas educacionais da Flórida, como o Step Up for Students – Unique Abilities, que pode ajudar no custeio parcial ou integral de escolas privadas especializadas, dependendo da elegibilidade do aluno. Isso traz mais flexibilidade para que os pais escolham o modelo educacional que consideram mais adequado para os filhos.

Tudo isso faz com que mães atípicas encontrem na Flórida um lar para seus filhos.

  1. Quais benefícios as escolas oferecem para as crianças com deficiência?

As escolas na Flórida contam com diferentes formas de suporte para alunos que precisam de acompanhamento ou adaptações específicas no ambiente escolar. Entre os recursos mais conhecidos estão o IEP (Individualized Education Program) e o 504 Plan, que permitem personalizar estratégias de ensino e acomodação conforme as necessidades de cada estudante. Dependendo do perfil da criança, isso pode incluir apoio multidisciplinar, tecnologia assistiva, suporte comportamental, acompanhamento terapêutico e adaptações acadêmicas. Muitas famílias brasileiras valorizam justamente essa estrutura mais individualizada e previsível dentro do sistema escolar

  1. Quais as diferenças entre a forma como as escolas da Flórida lidam com os alunos com deficiência e a forma como as escolas brasileiras lidam com esses estudantes?

Muitas famílias relatam perceber na Flórida uma estrutura mais ampla de suporte educacional e acesso a recursos especializados

  1. Os recursos oferecidos acarretam em gastos adicionais para as famílias?

Na maioria dos casos, não necessariamente. Grande parte dos serviços de suporte educacional nas escolas públicas já é financiada pelo sistema público da Flórida por meio do Florida Education Finance Program (FEFP), que é o principal mecanismo de financiamento da educação básica no estado. Além disso, muitas famílias relatam que encontram na Flórida uma estrutura escolar mais preparada para oferecer adaptações e acompanhamento individualizado dentro do próprio ambiente educacional. Claro que alguns pais optam por serviços complementares ou escolas privadas, mas existe uma rede de suporte bastante ampla no sistema educacional.

  1. Que tipos de deficiência são contemplados por esse sistema?

O sistema educacional da Flórida atende alunos com diferentes perfis e necessidades de aprendizado, incluindo estudantes no espectro autista, com dislexia, TDAH, dificuldades de aprendizagem, desafios de comunicação, limitações físicas, deficiência auditiva ou visual, entre outros casos que possam exigir suporte ou adaptações específicas no ambiente escolar. O objetivo é justamente oferecer um acompanhamento mais individualizado para que cada aluno tenha melhores condições de desenvolvimento acadêmico e social. Em muitos casos, as escolas realizam avaliações para entender quais recursos e acomodações fazem mais sentido para cada estudante

  1. As famílias que buscam esse tipo de atendimento na Flórida precisam solicitar um tipo específico de visto?

Não são necessários vistos específicos para isso. Com vistos de não-imigrante, que são temporários para estudos ou trabalhos por um certo período, ou visto de imigrante, para residência permanente (Greencard), já é possível incluir os filhos no sistema educacional da Flórida, como seus dependentes. Mas é importante frisar que é necessário apresentar comprovante de residência para garantir que a família possa matricular o aluno na escola desejada. Como na Florida, o endereço residencial determina o acesso ao distrito escolar público, então a escolha da região impacta diretamente a experiência educacional da família. Na minha imobiliária, Top Florida Homes, temos ajudado, com cada vez mais recorrência, famílias brasileiras a encontrar imóveis bem localizados para a criação de crianças com deficiência. 

  1. Você pode nos trazer algum case de família que se mudou para a Flórida e teve bons resultados no desenvolvimento da(s) criança(s)?

    Sim, eu acompanhei alguns casos muito interessantes recentemente. Um deles foi de uma família brasileira que escolheu morar em Orlando, no bairro de Avalon Park, principalmente por causa da escola designada para aquela região, a Stonebrook Elementary, que possui programas de suporte voltados para alunos no espectro autista. Como na Flórida o endereço residencial influencia diretamente o acesso à escola pública da região, a escolha da casa acabou sendo totalmente estratégica e conectada às necessidades da criança. A família está muito feliz com a escolha e com o progresso da criança. 

Outro caso foi de uma família brasileira que morava em Michigan e decidiu se mudar para a Flórida buscando não apenas opções educacionais mais alinhadas ao perfil dos filhos, mas também melhor qualidade de vida no dia a dia. Eles optaram por uma escola privada especializada e avaliaram programas como o Step Up for Students – Unique Abilities, que ajudaria a custear parte relevante da mensalidade escolar. Além da questão acadêmica, fatores como clima mais estável, possibilidade de atividades ao ar livre e maior oferta de entretenimento e inclusão para as crianças também pesaram bastante na decisão da família.

O que tenho percebido é que, para muitas dessas famílias, a escolha do imóvel vai muito além da casa em si. Ela envolve qualidade de vida, acesso educacional, rotina familiar e perspectivas de desenvolvimento para os filhos.

Fonte https://diariopcd.com.br/maes-atipicas-saem-do-brasil-em-busca-de-melhores-condicoes-e-qualidade-de-vida-para-as-criancas/

Postado Pôr Antônio Brito