18/05/2026

Quais os direitos de eleitores com TEA – Transtorno do Espectro Autista anunciados pela Justiça Eleitoral

Quais os direitos de eleitores com TEA - Transtorno do Espectro Autista anunciados pela Justiça Federal

Manual do CNJ orienta sobre atendimento a pessoas com TEA, que têm prioridade na votação

Em ano de eleições, a Justiça Eleitoral destaca medidas de acessibilidade para assegurar o exercício da cidadania por essa parcela do eleitorado. No âmbito do Poder Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou um manual de atendimento às pessoas com TEA

Entre os direitos garantidos, estão o atendimento prioritário no dia da votação e o acompanhamento por alguém da confiança do eleitor com TEA. Para garantir a prioridade, basta que a pessoa manifeste a necessidade diretamente ao presidente da mesa receptora, sem exigência de cadastro prévio ou apresentação de laudo médico. A previsão consta no artigo 14, parágrafo segundo, inciso décimo, da  Resolução nº 23.759/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que trata sobre a participação das eleitoras e dos eleitores no processo eleitoral.

O artigo 31, parágrafo primeiro, da resolução também assegura à pessoa com autismo o direito de votar acompanhada por alguém de sua confiança. Nesses casos, cabe ao presidente da mesa autorizar a entrada do auxiliar na cabine de votação, inclusive para digitação dos números na urna, quando necessário, garantindo autonomia, segurança e condições adequadas para o exercício do voto.

CNJ amplia diretrizes para atendimento inclusivo

Em linha com esse esforço, o Conselho Nacional de Justiça lançou, em outubro de 2025, a segunda edição do Manual de Atendimento a Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, disponível no site do TRE-SP. A publicação reúne informações sobre a condição, além de orientações voltadas, sobretudo, a profissionais do Judiciário, com foco na qualificação do atendimento e na promoção de práticas mais humanizadas e acessíveis.

De acordo com a cartilha, “a neurodiversidade deve ser reconhecida como expressão legítima da condição humana, contribuindo para uma sociedade plural, democrática e justa”. Além disso, o documento ressalta que o capacitismo, ou seja, a discriminação contra a pessoa em razão da deficiência, é crime. Segundo o artigo 88 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), praticar, induzir ou incitar discriminação contra pessoa com deficiência pode resultar em pena de reclusão de um a três anos, além de multa.

Fonte: Comunicação Social do TRE-SP

Fonte https://diariopcd.com.br/quais-os-direitos-de-eleitores-com-tea-transtorno-do-espectro-autista-anunciados-pela-justica-federal/

Postado Pôr Antônio Brito 

Meeting Loterias Caixa reúne mais de 500 atletas em Cuiabá, Manaus e Natal neste sábado, 23

Meeting Paralímpico Loterias Caixa 2025 na Universidade Federal do Mato Grosso, em Cuiabá | Foto: Igor Fonseca/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) realiza neste sábado, 23, etapas do Meeting Paralímpico Loterias Caixa em Cuiabá (MT), Manaus (AM) e Natal (RN).

Somadas, as três etapas do evento reúnem 505 atletas em provas de três diferentes modalidades: atletismo, halterofilismo e natação.

As disputas irão envolver tanto atletas de alto rendimento como jovens a partir da categoria sub-11, em busca de marcas que os qualifiquem para as etapas nacionais das Paralimpíadas Escolares e das Paralimpíadas Universitárias, eventos realizados pelo CPB no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Em Natal, são 148 esportistas nas provas de atletismo, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte; 50 na natação, no Sesi; e 44 no halterofilismo, no Ginásio DED, totalizando 242 competidores.

Cuiabá recebe 154 atletas. São 133 nas disputas de atletismo, na Universidade Federal do Mato Grosso, e 21 na natação, disputada no Parque Aquático da Arena.

Na capital amazonense, são 91 competidores no atletismo e 18 no halterofilismo, todos em ação na Vila Olímpica de Manaus, totalizando 109 esportistas.

A temporada de 2026 do Meeting Paralímpico Loterias Caixa teve início no dia 11 de abril, com as etapas de Belém (PA) e Rio Branco (AC). A seguir, o evento passou por São Luís (MA), Teresina (PI), Porto Velho (RO), Fortaleza (CE) e Boa Vista (RR).

Até agosto, o Meeting vai percorrer todas as demais Unidades Federativas brasileiras, com a última etapa prevista para 6 a 8 de agosto em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico.

Imprensa
Os profissionais de imprensa interessados em cobrir o Meeting Paralímpico Loterias Caixa de Cuiabá, Manaus ou Natal devem enviar um e-mail para imp@cpb.org.br com os seguintes dados: nome completo, RG ou CPF e veículo pelo qual irá cobrir o evento. No dia da competição, os profissionais deverão se identificar na sala de imprensa do local.

Serviço
Meeting Paralímpico Loterias Caixa – Etapas de Cuiabá, Manaus e Natal
Data: 23 de maio, a partir das 8h (horário de Brasília)

Cuiabá
Atletismo
Local: Universidade Federal do Mato Grosso
Endereço: Av. Tancredo Neves, 900
Natação
Local: Parque Aquático da Arena
Endereço: Av. Agrícola Paes de Barros, S/N

Manaus
Atletismo e halterofilismo
Local: Vila Olímpica de Manaus
Endereço: Av. Pedro Teixeira, 1271

Natal
Atletismo
Local: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Endereço: Estrada do Ginásio de Desportos–Rua do Esporte, S/N

Halterofilismo
Local: Ginásio DED
Endereço: Av. Prudente de Morais, S/N

Natação
Local: Sesi
Endereço: Av. Capitão- Mor Gouveia, 2770

Patrocínio
As Loterias CAIXA, a CAIXA, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.

As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do halterofilismo e da natação.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/meeting-loterias-caixa-reune-mais-de-500-atletas-em-cuiaba-manaus-e-natal-neste-sabado-23/

Postado Pôr Antônio Brito 

CONADE mostra bom senso e é contra o novo símbolo das PCD

CONADE se posiciona contra a mudança do símbolo da pessoa com deficiência e alerta para possíveis impactos negativos na acessibilidade.

CONADE mostra bom senso e é contra o novo símbolo das PCD

Finalmente um órgão de representatividade da pessoa com deficiência aparece para contestar a mudança do símbolo da pessoa com deficiência e apresenta bom senso na sua posição.

Existe hoje, por uma minoria do segmento, uma tentativa de alterar o símbolo que representa a deficiência. O tema já percorreu o Congresso Nacional e aguarda decisão do presidente Lula.

A proposta pretende substituir o tradicional símbolo azul com cadeira de rodas por um novo desenho estilizado. O problema é o desconhecimento do público sobre o novo símbolo, que não foi adotado em nenhum outro país do mundo.

A mudança poderia gerar impactos negativos na identificação de espaços acessíveis como vagas, banheiros, escolas, cinemas e transporte público.

Espera-se que prevaleça o bom senso para evitar transtornos e manter uma simbologia universalmente reconhecida.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=d97b6b78-9a60-4c36-9a44-ae54eeb86989

Postado Pôr Antônio Brito 

16/05/2026

Vivência paradesportiva promovida pela ADD amplia o olhar de estudantes sobre inclusão e potencial no esporte adaptado

Vivência paradesportiva promovida pela ADD amplia o olhar de estudantes sobre inclusão e potencial no esporte adaptado

Imersão no esporte adaptado promove aprendizado prático, desenvolve empatia e estimula a construção de uma visão mais inclusiva entre crianças e adolescentes

Neste mês de maio, alunos do Stance Dual School participaram de uma vivência paradesportiva promovida pela ADD – Associação Desportiva para Deficientes, com atletas do Magic Hands, equipe de basquete em cadeira de rodas. A iniciativa proporcionou uma vivência prática no universo do esporte adaptado, gerando reflexões importantes sobre inclusão, empatia e superação.

Durante a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de acompanhar o treino, interagir com os atletas e vivenciar, na prática, os desafios e as possibilidades do esporte para pessoas com deficiência. Além da experiência esportiva, o encontro também se consolidou como um espaço de aprendizado e transformação da percepção de crianças e adolescentes sobre a importância da inclusão e da diversidade.

Para Eliane Miada, fundadora e presidente do conselho da ADD, iniciativas como essa têm um papel transformador na formação dos jovens: “Quando os alunos vivenciam o paradesporto de perto, percebem que a deficiência não limita o potencial de ninguém. Esse contato quebra barreiras, amplia o olhar e contribui para a formação de uma geração mais consciente, empática e preparada para construir uma sociedade verdadeiramente inclusiva.”

A atividade também abre espaço para outra reflexão importante sobre a própria condição humana. Acidentes e diferentes circunstâncias podem levar qualquer pessoa a adquirir uma deficiência ao longo da vida, o que reforça a necessidade de uma sociedade mais preparada, inclusiva e solidária. Esse entendimento amplia o senso de coletividade e fortalece valores como empatia e responsabilidade social.

No campo educacional, experiências como essa fortalecem o pensamento crítico dos alunos, indo além do aprendizado teórico. Para Lívia Graciano, professora de orientação educacional do Stance Dual School: “Um dos nossos pilares fundamentais é conhecer como outras pessoas vivem, se relacionam, trabalham e constroem suas trajetórias. Para nós, os projetos sociais são a espinha dorsal da formação, pois entendemos que são essenciais para o desenvolvimento socioafetivo dos alunos.” Ela acrescenta: “A escola também tem o papel de ensinar a ser alguém com empatia, que enxerga o outro, respeita a diversidade e compreende diferentes realidades. Esse desenvolvimento socioemocional é extremamente importante para nós.”

Sobre a parceria com a ADD, Livia reforça a importância dessas iniciativas para o futuro dos alunos: “A maioria das crianças não têm acesso a esse tipo de oportunidade, e conseguimos proporcionar essa experiência, que gera um impacto duradouro. Os alunos levam esse aprendizado com eles e continuam falando sobre isso mesmo depois de saírem da escola.”

Além da iniciativa com o Stance Dual School, a ADD impacta diariamente crianças, jovens e famílias por meio do Projeto de Iniciação ao Esporte Adaptado – Ano IV. O programa oferece atividades que introduzem os participantes ao esporte adaptado, promovendo o desenvolvimento de habilidades sociais, esportivas e de autonomia para crianças, adolescentes e jovens adultos com deficiência física e intelectual.

O Programa de Iniciação ao Esporte – Ano IV é realizado com apoio da Lei nº 11.438/06 (Lei de Incentivo ao Esporte) desde 2017 e conta com o patrocínio de Itaú, IBM, Bank of America, B3, Facchini, Grupo Wiz, Grupo ELFA, BD, Montana Química e Seadrill.

Sobre a ADD

A Associação Desportiva para Deficientes (ADD), fundada em 1996 por Steven Dubner e Eliane Miada, promove a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência por meio do esporte, desde a iniciação até o alto rendimento. Entre suas principais modalidades estão atletismo, basquete em cadeira de rodas (com a equipe multicampeã ADD Magic Hands), bocha paralímpica e vôlei sentado. Com quase três décadas de atuação, a ADD já atendeu mais de 14 mil pessoas, conta com cerca de 300 voluntários por ano, realizou mais de 5 mil palestras e impactou aproximadamente 2 milhões de pessoas com seus programas.

CRÉDITO/IMAGEM: Divulgação: ADD – Associação Desportiva para Deficientes

Fonte https://diariopcd.com.br/vivencia-paradesportiva-promovida-pela-add-amplia-o-olhar-de-estudantes-sobre-inclusao-e-potencial-no-esporte-adaptado/

Postado Pôr Antônio Brito 

Movimento autista pede participação na próxima edição de guia oficial do Turismo e critica uso de símbolo rejeitado pela comunidade

Movimento autista pede participação na próxima edição de guia oficial do Turismo e critica uso de símbolo rejeitado pela comunidade

Autistas Brasil enviou ofício ao Ministério do Turismo apontando lacunas conceituais e ausência de participação direta de pessoas autistas na elaboração do documento federal sobre turismo neurodivergente

A Autistas Brasil encaminhou ao Ministério do Turismo um ofício com críticas técnicas e proposta de cooperação institucional para a próxima edição do “Guia para Atender Bem Turistas Neurodivergentes”, publicado recentemente pelo governo federal em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O documento foi assinado pelo presidente da organização, o pesquisador e doutor em Educação pela Unicamp Guilherme de Almeida.
 

Lançado durante o 10º Salão do Turismo, em Fortaleza, o guia é apontado pelo governo federal como a primeira iniciativa oficial voltada especificamente ao atendimento de turistas neurodivergentes no Brasil. A publicação foi construída a partir de uma pesquisa nacional com 761 participantes, entre pessoas neurodivergentes, familiares e profissionais do setor turístico. Segundo o levantamento, a qualidade do atendimento e a capacitação das equipes aparecem como os principais fatores que impactam a experiência turística desse público.
 

No ofício, a Autistas Brasil reconhece o caráter pioneiro da iniciativa, mas afirma que o material apresenta contradições conceituais e falhas de governança relacionadas à ausência de participação efetiva de pessoas autistas e organizações do movimento na elaboração do conteúdo.
 

“O Guia tem méritos importantes que precisam ser reconhecidos publicamente. Ele desloca o eixo da acessibilidade para neurodivergentes do plano estritamente físico para as dimensões sensorial, comunicacional e atitudinal, e nomeia com clareza o capacitismo no atendimento turístico — algo raramente feito por documentos oficiais do Estado brasileiro”, afirma Guilherme de Almeida.
 

Uso do símbolo do quebra-cabeça é alvo de críticas

Entre os principais pontos levantados pela entidade está a utilização do símbolo do quebra-cabeça como representação do autismo no documento oficial. Segundo a organização, o símbolo é rejeitado há anos por parte significativa da comunidade autista por remeter à ideia de “peça faltante” ou de um “mistério” a ser resolvido.
 

A Autistas Brasil defende o uso do símbolo do infinito — em arco-íris para representar a neurodiversidade e em dourado para o autismo.
 

“Reproduzir o quebra-cabeça em documento oficial do Estado brasileiro, em 2026, é tecnicamente datado e politicamente desalinhado com o próprio movimento que o Guia pretende apoiar”, afirma Guilherme de Almeida.
 

A organização também questiona o que considera uma contradição conceitual do material. Segundo o ofício, embora o glossário do guia apresente inicialmente uma visão afirmativa da neurodiversidade, o texto volta a definir o autismo a partir da lógica de “déficits” prevista na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).
 

“Não se sustenta, num mesmo documento, a afirmação da neurodiversidade como diversidade legítima e a manutenção do vocabulário do transtorno e do déficit”, aponta o documento.
 

“Nada sobre nós sem nós”

Outro ponto central do ofício é a crítica à ausência de participação direta de pessoas autistas na coordenação técnica do guia. Segundo a Autistas Brasil, a ficha técnica do documento não apresenta organizações autísticas, representantes do movimento da neurodiversidade ou pessoas com deficiência entre os responsáveis pela elaboração e revisão do material.
 

“A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência tem status constitucional no Brasil e consagra o princípio do protagonismo direto na formulação de políticas públicas. Validação por grupo focal não substitui coautoria. Esse é um ponto que organiza historicamente a luta do movimento: nada sobre nós sem nós”, afirma Guilherme de Almeida.
 

Organização propõe cooperação técnica ao governo federal

No documento enviado ao Ministério do Turismo, a Autistas Brasil propõe cinco linhas de cooperação institucional para a próxima edição do guia. Entre elas, estão a participação da entidade em regime de coautoria no grupo de trabalho responsável pela revisão do material, a criação de um comitê consultivo permanente ligado à Secretaria Nacional de Políticas de Turismo e o suporte técnico para capacitação de profissionais do setor turístico.
 

A entidade também colocou à disposição o instrumento “Triagem Pedagógica de Barreiras”, desenvolvido pela própria organização, além de solicitar a abertura dos microdados da pesquisa utilizada na elaboração do guia para análise independente.
 

O ofício ainda aponta outras lacunas no documento, como a ausência de recomendações específicas para diferentes perfis neurodivergentes, a falta de articulação com o Cadastur e com legislações relacionadas à acessibilidade, além de críticas à própria diagramação do material, considerada inadequada para pessoas com dislexia.
 

SOBRE A AUTISTAS BRASIL
Organização nacional fundada e liderada por pessoas autistas, a Autistas Brasil atua na formulação de políticas públicas, na incidência jurídica e no desenvolvimento de programas educacionais em larga escala. Nos últimos três anos, suas ações alcançaram mais de 21 mil educadores em todo o país, consolidando a instituição como referência em inclusão, neurodiversidade e direitos humanos.

Fonte https://diariopcd.com.br/movimento-autista-pede-participacao-na-proxima-edicao-de-guia-oficial-do-turismo-e-critica-uso-de-simbolo-rejeitado-pela-comunidade/

Postado Pôr Antônio Brito 

CPB convoca Seleção Brasileira para Grand Prix de tiro esportivo no Peru em julho

Alexandre Galgani no Circuito Paralímpico Loterias Caixa de Tiro Esportivo no Rio de janeiro | Foto: Alexandre Loureiro/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), por meio de sua Diretoria de Esporte de Alto Rendimento e da coordenação técnica de tiro esportivo, divulgou os atletas que vão compor a delegação brasileira na primeira competição internacional da modalidade em 2026: o 5º Open Para Shooting Grand Prix Club Internacional Arequipa, no Peru, entre os dias 11 e 15 de julho.

CONFIRA A CONVOCAÇÃO COMPLETA AQUI

A delegação brasileira será composta por 11 atletas. Entre os convocados está o paulista Alexandre Galgani, da classe SH2 (atiradores de pistola e de carabina que não requerem suporte para a arma), medalhista de prata na prova de carabina de ar R5 deitado 10m misto nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

Outra atleta da equipe é a carioca Débora Campos, da classe SH1 (atiradores de carabina que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com os braços e precisam de suporte para a arma), medalhista de bronze na prova P2 Pistola 10m SH1 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023.

Além deles, o paranaense Marcelo Marton, da classe SH1, campeão da prova R1/R2 Rifle em pé 10m SH1 nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, também representará o Brasil na competição.

A definição final do número de atletas integrantes da delegação estará condicionada ao desempenho esportivo apresentado ao longo da temporada de 2025.

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro esportivo.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
O atleta Alexandre Galgani integra o Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, iniciativa de patrocínio individual das Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 142 atletas.

Time São Paulo
O atleta Alexandre Galgani integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-convoca-selecao-brasileira-para-grand-prix-de-tiro-esportivo-no-peru-em-julho/

Postado Pôr Antônio Brito 

15/05/2026

Mara Gabrilli oficia TSE após pessoas com deficiência ficarem de fora da “Campanha Representatividade”

Mara Gabrilli oficia TSE após pessoas com deficiência ficarem de fora da “Campanha Representatividade”

Manifestação da Senadora Mara Gabrilli acontece após publicação no Diário PcD de posição do TSE – Tribunal Superior Eleitoral de campanha que não cita pessoas com deficiência

Nesta quarta-feira (13), a senadora Mara Gabrilli protocolou ofício ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para sensibilizar a corte e cobrar explicações sobre a exclusão das pessoas com deficiência da “Campanha Representatividade”, iniciativa voltada ao estímulo da participação política de grupos historicamente sub-representados no país.

Para a parlamentar, é “lamentável” que uma campanha criada justamente para ampliar a diversidade nos espaços de poder tenha deixado de fora um dos grupos que mais enfrenta barreiras estruturais e preconceito no Brasil.

“É lamentável que o Tribunal Superior Eleitoral tenha deixado as pessoas com deficiência de fora da Campanha Representatividade. Como uma ação criada para estimular a participação política de grupos historicamente sub-representados não contempla justamente os brasileiros que mais enfrentam barreiras e preconceitos?”, questiona Mara Gabrilli.

A senadora ressalta que uma ação que não inclui as brasileiras e brasileiros com deficiência – cerca de 10% da nossa população – nunca estará completa.

Confira a cobertura do Diário PcD 

 

TSE lança ‘Campanha Representatividade’. Pessoas com deficiência não fazem parte da divulgação

TSE lança ‘Campanha Representatividade’. Pessoas com deficiência não fazem parte da divulgação

“É impossível ignorar que as pessoas com deficiência estão entre mulheres, pessoas negras, indígenas, jovens, população periférica. A deficiência atravessa toda a sociedade. E a discriminação enfrentada por esse grupo é dupla: além do capacitismo, ainda existem barreiras diárias de acesso, inclusive para exercer um direito básico, que é poder ir e vir com segurança para votar e participar da política”, afirma. “

Sabemos, infelizmente, que deficiência e pobreza estão intimamente ligados. A pobreza aumenta os índices de deficiência e, por outro lado, ter uma pessoa com deficiência na família aumenta a pobreza. Isso torna ainda mais injustificável a exclusão.”

A senadora reconhece o valor da campanha específica sobre acessibilidade promovida pelo TSE no ano passado, mas pondera que iniciativas pontuais não substituem a inclusão dos cidadãos com deficiência em uma campanha nacional sobre representatividade política.

“Foi de extrema importância a campanha feita pelo TSE sobre acessibilidade. Até porque acessibilidade fiz respeito não apenas às pessoas com deficiência, mas às pessoas idosas, crianças, mães e pais com carrinhos de bebê. Mas isso não substitui a presença das pessoas com deficiência em uma campanha nacional sobre representatividade. Não faz sentido falar de inclusão política sem incluir quem ainda enfrenta tantos obstáculos para sair nas ruas, estudar, trabalhar, ocupar espaços de poder e decisão”, diz.

A parlamentar também relaciona a ausência de representatividade às dificuldades concretas enfrentadas por pessoas com deficiência na política institucional.

“Eu sei, na prática, o que significa enfrentar barreiras todos os dias na política sendo uma mulher tetraplégica. Mas também sei que existe muita gente com deficiência cheia de potencial para transformar realidades por meio da política. O problema é que a barreira ainda é enorme – e essa exclusão do TSE acaba sendo prova disso”, pontua.

Segundo a senadora, os números mostram a desigualdade de representação. Apesar de o Brasil ter mais de 1,2 milhão de eleitores com deficiência aptos a votar, apenas oito candidatos com deficiência foram eleitos nas eleições de 2022.

“Estamos falando de um abismo entre o número de eleitores com deficiência e o número de pessoas com deficiência que conseguem chegar aos espaços de decisão. Então, que democracia é essa? Vou oficiar o TSE para cobrar explicações, porque sem pessoas com deficiência nos espaços de decisão, a democracia continua incompleta”, conclui.

O documento foi encaminhado ao Ministro Kassio Nunes Marques – Presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Confira a íntegra do ofício

 
Fonte https://diariopcd.com.br/mara-gabrilli-oficia-tse-apos-pessoas-com-deficiencia-ficarem-de-fora-da-campanha-representatividade/
 
Postado Pôr Antônio Brito 
 

Circuito Escolar Paralímpico reúne 251 crianças de atletismo e natação neste sábado, 16

Medalhistas do Circuito Escolar Paralímpico de Triatlo, no Centro de Treinamento Paralímpico, São Paulo | Foto: Carol Coelho/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) promove neste sábado, 16, a quinta etapa do Circuito Escolar Paralímpico de 2026. A partir das 8h (horário de Brasília), o Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebe crianças e jovens com deficiência, de 11 a 17 anos, para atividades de atletismo e natação.

O evento conta com 251 inscritos — 171 no atletismo e 80 na natação. O Circuito Escolar Paralímpico tem como objetivo estimular a participação de estudantes com deficiência em idade escolar em atividades esportivas, promovendo ampla mobilização em torno do esporte.

O calendário de 2026 prevê que a última etapa do Circuito ocorra no segundo semestre, em 17 de outubro, com atividades de badminton.

Outras quatro etapas já foram realizadas no Centro de Treinamento. Em 28 de março, o destaque foi o judô. Em abril, foram três etapas: no dia 11, o programa teve tênis de mesa e paraesgrima; no dia 18, as atividades foram de bocha; e, por fim, no dia 25, as vivências foram de triatlo.

O CPB não oferecerá transporte, hospedagem nem alimentação aos participantes. Ao final do evento, os atletas inscritos participarão de um lanche.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/circuito-escolar-paralimpico-reune-251-criancas-de-atletismo-e-natacao-neste-sabado-16/

Postado Pôr Antônio Brito 

Falta de acessibilidade e descaso no comércio em Cassilândia/MS

Cadeirante denuncia falta de acessibilidade em comércios e vias públicas de Cassilândia/MS e cobra cumprimento da legislação federal.

Falta de acessibilidade e descaso no comércio em Cassilândia/MS

Um ex-radialista e agora cadeirante, conhecido como Feltrim em sua região, utilizou o espaço em um programa de rádio chamado Rotativa no Ar - Rádio Patriarca - no mês passado, para expor a realidade de sua cidade, às vezes invisível para muitos, mas cruel para quem depende de uma cadeira de rodas para se locomover na cidade de Cassilândia/MS. Ele relatou que, ao tentar fazer compras no centro da cidade, viveu o constrangimento de não conseguir sequer adentrar aos estabelecimentos.

Feltrim descreveu um episódio em que teve de efetuar suas compras na calçada, pois a loja não possuía rampa de acesso. Ele teve que ser atendido na porta, como se não tivesse o direito de entrar e ver as mercadorias que estão expostas dentro do comércio. Ele ressaltou que a construção de rampas não é apenas uma questão de consciência, mas o cumprimento de uma Lei Federal que garante o livre acesso a qualquer tipo de estabelecimento. O ex-radialista fez um apelo direto aos empresários locais para que comecem a mudar essa realidade.

Além das barreiras nos comércios, Feltrim apontou falhas graves na manutenção das vias públicas. Ele denunciou que, em muitos locais onde já existiam rampas, o recapeamento asfáltico recente promoveu uma elevação do nível da rua, criando um “degrau” que bloqueia o acesso.

Outro ponto de crítica foram as canaletas nos cruzamentos. Ele relatou que muitos cadeirantes em Cassilândia/MS deixam de sair de casa por medo de cair em canaletas ou ficar presos em buracos.

Acompanhe a matéria completa e o vídeo com o relato em áudio do radialista no link:

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=e6bad477-8650-4405-bc47-8f520e3d72ad
 
Postado Pôr Antônio Brito

14/05/2026

Rádio Eldorado FM de São Paulo encerra atividades e pessoas com deficiência perdem espaço de representatividade

Rádio Eldorado FM de São Paulo encerra atividades e pessoas com deficiência perdem espaço de representatividade

O jornalista Luiz Alexandre Ventura, do BLOG VENCER LIMITES, participava semanalmente da programação da emissora repercutindo temas que envolvem as pessoas com deficiência. Coluna permanece sendo publicada no Estadão

Nesta sexta-feira, 15, aconceterá o encerramento das atividades da Rádio Eldorado FM na capital paulista representa uma perda profunda para o rádio brasileiro – mais especialmente para as pessoas com deficiência que estavam sempre em destaque na participação semanal do jornalista Luiz Alexandre Ventura, do BLOG VENCER LIMITES, que abordava diversidade e inclusão, principalmente nas pautas que envolviam o segmento.

O jornalista apresentou 238 episódios entre 14/9/2021 e 12/5/2026, sempre ao vivo, todas as terças-feira, às 7h20.

Para Abrão Dib, presidente da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência, “mais do que uma emissora, a Eldorado foi durante esses anos um espaço de informação qualificada, com o jornalismo comprometido pelo Luiz Ventura, apresentando as principais demandas do nosso segmento. Graças ao empenho dele, a Eldorado construiu identidade própria, e sempre foi nossa aliada em grandes debates”.

O fim de suas atividades deixa um vazio não apenas no dial 107,3FM, mas também na memória afetiva de milhares de ouvintes que encontravam na emissora companhia, conscientização, reflexão e qualidade na notícia. Em tempos em que a comunicação enfrenta transformações aceleradas, o encerramento da Eldorado simboliza também o enfraquecimento de espaços dedicados à causa das pessoas com deficiência.

O BLOG VENCER LIMITES permanece sendo publicado pelo Estadão – @blogvencerlimites

“Fica o reconhecimento à história construída por profissionais, comunicadores, jornalistas, e técnicos que fizeram da Eldorado uma referência nacional. Sua contribuição para o rádio e para a cultura permanecerá viva na lembrança de quem compreende a importância de uma comunicação feita com conteúdo, identidade e respeito as pessoas com deficiência”, afirmou o presidente da Associação.

Fonte https://diariopcd.com.br/radio-eldorado-fm-de-sao-paulo-encerra-atividades-e-pessoas-com-deficiencia-perdem-espaco-de-representatividade/

Postado Pôr Antônio Brito