16/09/2026

Mil denúncias, uma cidade ainda cheia de barreiras: mãe transforma rotina com filho com deficiência em luta por acessibilidade em BH

Mil denúncias, uma cidade ainda cheia de barreiras: mãe transforma rotina com filho com deficiência em luta por acessibilidade em BH

Juliana Alcântara já formalizou cerca de mil reclamações em dois anos; caso de Gael, de 6 anos, ganhou repercussão nacional e expõe desafios que vão das calçadas aos espaços de lazer

Uma mãe, um menino de seis anos e uma pergunta que deveria ser desnecessária em qualquer cidade: por que ainda é preciso denunciar tantas vezes para conseguir simplesmente circular?

Em Belo Horizonte, a servidora pública Juliana Alcântara, de 42 anos, chegou à marca de mil reclamações formalizadas junto ao poder público em aproximadamente dois anos, motivadas por problemas de acessibilidade encontrados durante a rotina com o filho, Gael Alexandre de Alcântara, de 6 anos, que tem paralisia cerebral do tipo diplegia espástica. O caso foi revelado pelo O Tempo e ganhou nova repercussão nesta terça-feira (15), em reportagem do MG Record/R7.

O número impressiona, mas a história por trás dele é ainda mais significativa: Juliana não está apenas reclamando de uma calçada. Ela está documentando obstáculos que interferem diariamente no direito do filho — e de milhares de outras pessoas — de circular, brincar e participar da cidade.

“Periquito Fiscalizador”

Gael recebeu da família o apelido de “Periquito Fiscalizador”. Segundo Juliana, a ideia surgiu justamente da percepção de que uma criança com deficiência também pode ser protagonista na construção de uma sociedade mais acessível.

Buracos, ausência de rampas, raízes de árvores que danificam passeios, fios soltos e outros obstáculos fazem parte do cotidiano relatado pela família. Na região Leste de Belo Horizonte, onde vivem, a topografia acidentada acrescenta outras dificuldades.

A mãe conta que algumas solicitações demoram seis ou sete meses para apresentar alguma solução e que, diante da permanência dos problemas, ela volta a registrar as ocorrências. Para acompanhar tudo, mantém uma planilha própria.

E existe uma questão fundamental nessa experiência: o mesmo obstáculo não produz necessariamente o mesmo impacto para todas as pessoas.

Um buraco que pode ser apenas um incômodo para alguém sem deficiência pode se transformar em uma barreira para uma pessoa que utiliza cadeira de rodas, tem deficiência visual ou possui mobilidade reduzida.

A bicicleta adaptada e a rotina de Gael

Para facilitar a locomoção do filho, Juliana utiliza uma bicicleta adaptada, que também possibilita que Gael exercite passivamente as pernas. O recurso ajuda a família a enfrentar uma cidade que, segundo o relato apresentado pela emissora, ainda oferece dificuldades importantes de circulação e transporte.

A questão, portanto, não se resume a chegar de um ponto a outro. É poder sair de casa, chegar à escola, frequentar um parque, participar de uma atividade esportiva, visitar um clube e ocupar os espaços públicos sem que cada deslocamento se transforme em uma operação especial.

Acessibilidade também é lazer

Juliana também chama atenção para os espaços de lazer. Em levantamento realizado por ela, 35 clubes de Belo Horizonte não teriam plataforma ou rampa para cadeirantes, enquanto 11 atenderiam ao que ela considera estabelecido pela legislação. Esse levantamento é apresentado como uma iniciativa da própria Juliana, e não como uma auditoria oficial do município.

Ela também relata a falta de brinquedos acessíveis em parques. A discussão amplia o conceito de acessibilidade: não basta garantir que uma pessoa com deficiência consiga entrar em determinado espaço. É preciso que ela consiga participar da experiência oferecida naquele local.

Quando a denúncia vira educação

A luta de Juliana também ultrapassou os protocolos administrativos. No aniversário de Gael, ela criou e distribuiu aos colegas da escola o jogo de tabuleiro “Turminha do Gael na missão de acessibilizar BH”, com mensagens relacionadas à cidadania e à acessibilidade, como registrar calçadas danificadas, evitar obstáculos e defender esporte sem barreiras.

Ela também criou um “baralho da acessibilidade”, acompanhado de material dirigido aos familiares.

A estratégia é simples: ensinar desde cedo que acessibilidade não é um assunto restrito às pessoas com deficiência.

Especialista vê problema estrutural

O arquiteto e urbanista Sérgio Myssior, avaliou que as reclamações revelam um problema estrutural e relacionou mobilidade urbana ao exercício da cidadania. Segundo ele, a questão também ganha importância diante do envelhecimento da população.

Na avaliação do especialista, o caso de Juliana funciona como um alerta para que acessibilidade e inclusão sejam tratadas como prioridades permanentes das políticas públicas.

Prefeitura apresenta números de fiscalização

A Prefeitura de Belo Horizonte informou que segue parâmetros de acessibilidade previstos nas normas ABNT NBR 9050/2020 e NBR 16537/2024, além da Portaria SMPU 057/2018. A administração também afirmou que o Código de Posturas estabelece regras para padronização das calçadas e prevê situações em que o piso tátil é obrigatório.

Segundo os dados apresentados pela PBH à reportagem, foram realizadas 5.760 vistorias em 2025, com 935 multas e 2.534 notificações orientativas. Em 2026, até o período informado, foram 3.565 vistorias, 432 multas e 1.825 notificações orientativas. A Prefeitura também informou que, em determinados trechos, a responsabilidade pela execução e manutenção das calçadas é do proprietário do imóvel, e que existem canais oficiais para registro de demandas.

A Câmara também discute um novo canal

A história de Juliana ganha ainda mais relevância porque Belo Horizonte já discute uma ferramenta específica para receber e encaminhar denúncias relacionadas aos direitos das pessoas com deficiência.

O PL 578/2025, aprovado em primeiro turno por unanimidade pela Câmara Municipal em julho, propõe a criação do “Disque Inclusão”, um canal especializado para receber denúncias, reclamações, sugestões e outras manifestações relacionadas à violação ou descumprimento dos direitos das pessoas com deficiência.

A proposta prevê atendimento acessível, inclusive com Libras, legenda, audiodescrição e leitura fácil, além do encaminhamento das manifestações aos órgãos competentes e possibilidade de acompanhamento dos casos. O projeto ainda precisa concluir sua tramitação legislativa antes de eventual aprovação definitiva.

A própria justificativa do projeto aponta relatos de dificuldades para obter respostas efetivas em situações envolvendo falta de acessibilidade arquitetônica e comunicacional, transporte acessível, atendimento terapêutico, recusa de matrícula, discriminação e violência institucional.

Mil reclamações não deveriam ser necessárias

O caso de Juliana provoca uma reflexão que vai além de Belo Horizonte. Denunciar é um direito. Fiscalizar o poder público é exercício de cidadania. Mas não deveria ser necessário que uma única família acumulasse mil registros para que obstáculos básicos de acessibilidade sejam percebidos.

Uma cidade verdadeiramente acessível não pode depender exclusivamente da persistência de uma mãe, de uma pessoa com deficiência ou de uma família para identificar e cobrar cada barreira. A responsabilidade precisa ser estrutural, contínua e planejada.

Porque acessibilidade não começa quando alguém reclama. Acessibilidade deveria começar antes da barreira existir. E talvez essa seja a principal mensagem deixada por Juliana e Gael: uma criança com deficiência não quer apenas que a cidade tenha pena de suas dificuldades. Ela quer poder viver nela.

Diário PcD — informação que não se cala diante das barreiras.

CRÉDITO/IMAGEM: Foto: FLAVIO TAVARES / O TEMPO

Fonte https://diariopcd.com.br/mil-denuncias-uma-cidade-ainda-cheia-de-barreiras-mae-transforma-rotina-com-filho-com-deficiencia-em-luta-por-acessibilidade-em-bh/

Postado Pôr Antonio Brito

Seleção masculina vence 1ª no Mundial de basquete em cadeira de rodas; feminina é eliminada

Carlos Cassimiro tenta jogada observado por marroquinos | Foto: Divulgação/Shingo Ito/IWBF

As Seleções Brasileiras de basquete em cadeira de rodas entraram em quadra com objetivos distintos nesta terça-feira, 15, em Ottawa, Canadá, pelo Mundial da modalidade. Pela manhã, o time masculino, já eliminado da competição, enfrentou o Marrocos no início da disputa do 9º ao 16º lugares. E levou a melhor: venceu o confronto por 79 a 47, na Arena AT TD Place, conquistando a primeira vitória em cinco jogos no torneio. 

Já a equipe feminina encarou a China ainda de olho em uma das vagas nas quartas de finais. No entanto, no último jogo da fase de grupos, as brasileiras foram superadas pelas chinesas por 61 a 28, na Carleton University, e acabaram eliminadas do Mundial, terminando o Grupo A em quinto lugar. Agora, o time comandado pela técnica Evelyn Barbian irá duelar por uma melhor posição entre as 9ª e 12ª colocações. A primeira adversária será a Argélia, sexto lugar do Grupo B, nesta quarta-feira, 16, às 13h15 (de Brasília). 

Seleção masculina
Após quatro derrotas no Mundial, sendo três pela fase de grupos e a última pelas oitavas de finais, a equipe do técnico neerlandês Cees Van Rootselaar venceu a primeira em Ottawa. No início da caminhada para saber em qual posição irá encerrar — entre o 9º e 16º lugares —, o Brasil venceu Marrocos por 79 a 47, com amplo domínio em todo o confronto. Dos quatro períodos, a Seleção foi superior em três: 18 a 13, 22 a 14 e 27 a 8. A exceção foi o segundo quarto, quando os times empataram por 12 a 12.

Mais uma vez, o destaque brasileiro foi Cristiano Clemente, o Juninho, que anotou 31 pontos no duelo. “Foi uma vitória muito importante para nós. Estou muito feliz pelo crescimento da equipe durante a competição. A gente conseguiu se ajudar e crescer. Isso é essencial porque temos muitos atletas novos que estão pegando experiência. Fico muito satisfeito em poder ajudá-los”, disse o camisa 9 do Brasil. 

A Seleção espera Colômbia ou Turquia, que se enfrentam nesta quarta-feira, na continuação da disputa por melhores posições no torneio. 

Seleção feminina
Depois de três derrotas e uma vitória, o Brasil entrou contra a China com a necessidade do triunfo para continuar com chances de título no Mundial. Porém, as brasileiras foram superadas em todas as parciais: 14 a 5, 23 a 9, 8 a 2 e 16 a 12, o que culminou em uma desvantagem final de 33 pontos — 61 a 28.

Qiaoling Qiu encerrou o jogo com 16 pontos e foi a cestinha da partida. Na Seleção Brasileira, a maior pontuadora foi Denise Eusébio, que terminou o duelo com oito pontos anotados. 

Confira todos os jogos da primeira fase (horário de Brasília):
Mundial Feminino

Brasil 39 x 78 Grã-Bretanha
Brasil 63 x 70 Espanha
Brasil 44 x 41 Austrália
Brasil 37 x 80 Canadá
Brasil 28 x China 61

Mundial Masculino
Brasil 32 x 77 Itália
Brasil 42 x 54 Estados Unidos
Brasil 45 x 58 Países Baixos

Oitavas de final
Brasil 44 x 69 Austrália

Disputa do 9 ao 16º lugar
Brasil 79 x 47 Marrocos

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-masculina-vence-1a-no-mundial-de-basquete-em-cadeira-de-rodas-feminina-e-eliminada/

Postado Pôr Antonio Brito 

VISIONAUTA lança versão para iOS e amplia autonomia de pessoas com deficiência visual

Aplicativo gratuito usa inteligência artificial para auxiliar pessoas cegas e com baixa visão em tarefas do dia a dia.

VISIONAUTA lança versão para iOS e amplia autonomia de pessoas com deficiência visual

Jonathan Santos, engenheiro de software cego que atuou no Google e na Samsung, anunciou o lançamento da versão para iOS do VISIONAUTA, aplicativo gratuito que usa inteligência artificial para ajudar pessoas cegas e com baixa visão em tarefas do dia a dia. O app já está disponível na App Store.

A novidade chega após o êxito da versão para Android, lançada no início de 2026 e que se tornou um grande sucesso entre a comunidade de pessoas com deficiência visual, conquistando milhares de usuários e avaliações muito positivas. Agora, o conjunto de recursos chega também aos usuários de iPhone.

O VISIONAUTA funciona como um assistente visual portátil. Basta apontar a câmera do celular para ler textos em voz alta, identificar cédulas de dinheiro, encontrar objetos perdidos ou fazer perguntas sobre o ambiente.

Um dos destaques do app é a Conversa em Tempo Real, modo em que o usuário conversa por voz, de forma natural e contínua, com a inteligência artificial, que descreve o ambiente e responde perguntas instantaneamente.

Entre os recursos estão conversa em tempo real com IA por voz, leitura de textos offline, reconhecimento de cédulas de diversas moedas, lupa eletrônica com modos de alto contraste, localizador de objetos por comando de voz e assistente de IA para descrição de cenas e perguntas. A versão para iOS foi integrada ao VoiceOver e aos recursos de acessibilidade do iPhone.

Jonathan Santos é engenheiro de software especializado em Inteligência Artificial, pesquisador e doutorando em Engenharia da Computação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Também é professor universitário convidado na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, onde leciona Inteligência Artificial Generativa Aplicada à Saúde.

Para baixar o VISIONAUTA no iOS, acesse https://apps.apple.com/app/visionauta/id6780104967. Para Android, acesse https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.alphamob.aie.

https://apps.apple.com/app/visionauta/id6780104967

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=e02200df-52b4-4bf1-af4d-8966d8e8a605

Postado Pôr Antonio Brito  

15/09/2026

Governo prevê R$ 83,9 bilhões para o BPC de pessoas com deficiência em 2027, mas não explica cortes indevidos em 2026

Governo prevê R$ 83,9 bilhões para o BPC de pessoas com deficiência em 2027, mas não explica cortes indevidos em 2026

Valor previsto no Orçamento é 25,4% superior ao considerado para 2026; enquanto os bilhões aumentam, famílias questionam bloqueios, suspensões e dificuldades para manter o benefício

O Governo Federal vai reservar R$ 83,9 bilhões para o Benefício de Prestação Continuada (BPC) destinado às pessoas com deficiência em 2027. O valor previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) representa um aumento de 25,4% em relação aos cerca de R$ 66,9 bilhões considerados para 2026. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (14) pelo Poder360, com base nos documentos orçamentários do governo.

É uma cifra expressiva. Mas existe uma pergunta que precisa ser feita: de que adianta aumentar o dinheiro reservado para o BPC se, ao mesmo tempo, pessoas que dependem desse benefício enfrentam bloqueios, suspensões, revisões e dificuldades para continuar recebendo uma renda que muitas vezes é essencial para a própria sobrevivência?

Mais dinheiro no orçamento? Mas e quem teve o benefício suspenso?

O BPC garante um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência de qualquer idade ou ao idoso com 65 anos ou mais que cumpra os critérios legais. O benefício é assistencial e não exige contribuição prévia ao INSS.

Para uma família que depende dessa renda, portanto, a discussão sobre o orçamento não é apenas uma questão contábil. É comida. É medicamento. É transporte. É tratamento. É equipamento de tecnologia assistiva. É pagar uma conta de água ou de energia. É conseguir manter uma pessoa com deficiência dentro de casa com um mínimo de segurança e dignidade. E é justamente aí que aparece o paradoxo.

É tudo aquilo que falta na política pública para essas famílias.

O orçamento aumenta, mas continuam existindo relatos e registros institucionais de problemas na manutenção do benefício.

DPU já alertou para cortes indevidos

Em agosto de 2025, a Defensoria Pública da União (DPU) realizou uma reunião especificamente para tratar dos chamados cortes indevidos do BPC.

Segundo a DPU, entre os fatores discutidos estavam falhas na atualização cadastral, exigência de novas perícias médicas e alterações na composição da renda familiar. A instituição também relatou situações em que procedimentos ocorreriam sem aviso prévio adequado, deixando beneficiários em situação de vulnerabilidade.

A defensora pública federal Raquel Brodsky Rodrigues afirmou, na ocasião, que um dos problemas identificados era o fato de algumas pessoas não serem notificadas previamente e acabarem surpreendidas com a suspensão do benefício. A DPU também mencionou barreiras de acessibilidade nos sistemas e demora no atendimento.

O próprio Governo prevê revisão dos benefícios

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informa que o BPC é revisado periodicamente para verificar se o beneficiário continua atendendo aos critérios legais. Entre as exigências está a manutenção do Cadastro Único atualizado.

Na revisão cadastral de 2026, o Governo estabeleceu procedimentos que podem levar ao bloqueio, suspensão e posteriormente à cessação do benefício quando determinadas pendências cadastrais não são resolvidas.

Isso significa que controle e revisão fazem parte da política pública.

O problema está em outra pergunta: como garantir que ninguém que tenha direito ao BPC seja retirado do benefício por erro, falha de comunicação, dificuldade de acesso ou problema administrativo?

R$ 83,9 bilhões não significam necessariamente R$ 83,9 bilhões gastos

Há ainda uma diferença importante nos números.

Levantamentos apontam que os R$ 83,9 bilhões são a dotação prevista no PLOA 2027 para o BPC das pessoas com deficiência. Já o estudo técnico que acompanha o planejamento orçamentário estima uma despesa de R$ 75,5 bilhões para essa finalidade em 2027. São conceitos orçamentários diferentes.

Portanto, não se trata de afirmar que o Governo necessariamente gastará R$ 83,9 bilhões. Trata-se da previsão orçamentária apresentada para 2027.

E há outra razão para o crescimento das despesas: o Governo estima o salário mínimo de 2027 em R$ 1.741, contra R$ 1.621 em 2026. Como o BPC tem o salário mínimo como referência, o reajuste também aumenta o valor individual pago e, consequentemente, a despesa projetada.

O Governo pode — e deve — comemorar quando consegue aperfeiçoar os mecanismos de controle.

Mas a sociedade também precisa cobrar transparência sobre a outra ponta. Quanto foi economizado com os cortes? Quanto foi pago novamente depois que o cidadão provou que tinha direito? E quantas pessoas ficaram sem receber enquanto esperavam uma resposta do Estado?

BPC não é prêmio. É direito assistencial

Por isso, a discussão sobre os R$ 83,9 bilhões precisa vir acompanhada de outra discussão: acesso, manutenção e proteção do direito.

Fonte https://diariopcd.com.br/governo-preve-r-839-bilhoes-para-o-bpc-de-pessoas-com-deficiencia-em-2027-mas-nao-explica-cortes-indevidos-em-2026/

Postado Pôr Antonio Brito 

CPB e Rock in Rio unem esporte paralímpico e acessibilidade em visita de atletas ao festival

Willians Araújo e André Brasil, em visita à Cidade do Rock | Foto: Max Felipe/Burk Films

O Comitê Paralímpico Brasileiro e o Rock in Rio reforçaram a parceria entre esporte paralímpico e acessibilidade com uma visita de quatro medalhistas paralímpicos aos bastidores do festival. O paraibano Willians Araújo, a pernambucana Evani Calado, o potiguar Clodoaldo Silva e o carioca André Brasil conheceram diferentes recursos desenvolvidos para ampliar a autonomia e a experiência de pessoas com deficiência na Cidade do Rock.

Entre os recursos disponíveis na Cidade do Rock estão balcões rebaixados para atendimento a pessoas com baixa estatura e cadeirantes, plataformas elevadas próximas aos palcos, pontos de hidratação e bebidas em altura acessível e equipes de atendimento e suporte ao público com deficiência. O festival também oferece audiodescrição dos palcos e shows, cardápios com audiodescrição por aplicativo e tradução em Libras nos telões.

A estrutura conta ainda com o espaço “Sinta o Som”, que permite a pessoas com deficiência auditiva perceberem as vibrações da música pelo corpo, e a Sala Sensorial, destinada à redução e ao reequilíbrio de estímulos visuais e sonoros.

A visita foi conduzida por Thiago Amaral, gerente de pluralidade e acessibilidade da Rock World e ex-atleta de rúgbi em cadeira de rodas. Ele apresentou aos atletas parte da estrutura criada pelo festival para atender pessoas com diferentes tipos de deficiência, desde recursos de acessibilidade nos palcos e pontos de atendimento até espaços destinados à regulação sensorial.

A relação de Thiago com o esporte paralímpico começou durante o processo de reabilitação após um acidente, quando teve contato com o documentário Murderball, sobre o rúgbi em cadeira de rodas. Ele passou a praticar a modalidade, foi convocado para a Seleção Brasileira e disputou competições internacionais.

“Minha relação com o esporte paralímpico começou ainda no hospital de reabilitação, após o acidente, quando eu tive contato com o documentário chamado Murderball, que conta a história do rugbyem cadeira de rodas. Foi uma paixão, eu gostei, procurei e consegui ser atleta. Fui convocado algumas vezes para defender a Seleção Brasileira, disputei competições internacionais com meu time”, contou Thiago.

Desde 2017, Thiago participa do desenvolvimento das iniciativas de acessibilidade do Rock in Rio. Para ele, a parceria com o CPB representa o reconhecimento de um trabalho voltado à inclusão e aproxima dois universos em que pessoas com deficiência devem ocupar espaços de protagonismo.

A experiência teve significado especial para Willians Araújo. Medalhista de prata nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e campeão paralímpico em Paris 2024, o judoca retornou ao Parque Olímpico, onde viveu um dos momentos marcantes de sua carreira.

“Conhecer a estrutura do Rock in Rio foi incrível. É um lugar onde eu fui muito feliz, tive a oportunidade de conquistar uma medalha paralímpica. É emocionante pisar aqui, com toda essa estrutura voltada para a pessoa com deficiência. Isso é muito importante, porque o lugar de pessoa com deficiência é todo lugar. As pessoas com deficiência são muito bem recebidas por pessoas que fizeram isso com amor, atenção e cuidado nos detalhes”, afirmou Willians.

A conexão entre as marcas CPB e Rock in Rio foi idealizada pela DreamIE, unidade de inteligência e estratégia da Dream Factory, com o objetivo de integrar esporte, entretenimento e inclusão em uma estratégia para ampliar a presença do CPB em novos territórios e, ao mesmo tempo, reforçar os compromissos do festival com acessibilidade e diversidade.

“A parceria entre CPB e Rock in Rio é uma confirmação do que a gente [Rock World] sempre lutou, desde 2017, que é ter esse envolvimento e esse reconhecimento dentro da acessibilidade, das pessoas com deficiência. A parceria mostra ao público e à produção que nós caminhamos para a inclusão”, afirmou Thiago.

Acessibilidade nos detalhes
A visita aos bastidores do Rock in Rio permitiu que os atletas conhecessem de perto soluções que fazem parte da rotina do festival e que buscam garantir que a deficiência não seja uma barreira para a participação em um dos maiores eventos de música do mundo.

Para além dos palcos esportivos, a parceria amplia o diálogo sobre acessibilidade em outros espaços de convivência, cultura e entretenimento — reforçando a ideia de que a participação das pessoas com deficiência deve estar presente em todos os ambientes da sociedade.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-e-rock-in-rio-unem-esporte-paralimpico-e-acessibilidade-em-visita-de-atletas-ao-festival/

Postado Pôr Antonio Brito 

CEGO CHEGA AO TOPO DO MONTE EVEREST

Erik Weihenmayer perdeu a visão ainda jovem e, em 2001, tornou-se a primeira pessoa cega a chegar ao topo do Everest. A conquista exigiu anos de treinamento, preparação física e adaptação.

CEGO CHEGA AO TOPO DO MONTE EVEREST

Aos 32 anos, homem faz história ao se tornar o primeiro cego a chegar ao topo do monte Everest.

Para muitas pessoas, chegar ao topo do Monte Everest já parece uma tarefa impossível. Para Erik Weihenmayer, o desafio era ainda maior: ele perdeu a visão ainda jovem, mas decidiu que isso não impediria seus sonhos de aventura.

Em 2001, ele entrou para a história ao alcançar o cume da montanha mais alta do mundo e se tornar a primeira pessoa cega a realizar o feito.

A trajetória até lá exigiu muito mais do que coragem para Erik que precisou passar por anos de treinamento, preparação física e adaptação para aprender a enfrentar terrenos extremamente difíceis sem enxergar.

No percurso até o topo ele enfrentou neve, gelo, baixas temperaturas, altitude extrema e longos períodos de esforço físico. Cada passo exigia concentração e confiança.

O feito o colocou entre os grandes nomes do montanhismo e mostrou que a deficiência visual não precisava determinar os limites de uma pessoa.

A história de Erik não é apenas sobre chegar ao ponto mais alto do mundo. É também sobre não permitir que uma limitação defina até onde alguém pode chegar.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=34af66df-10c0-4cb8-8882-764d4b469a88

Postado Pôr Antonio Brito 

14/09/2026

Último dia para eleitor com deficiência solicitar transporte especial

Último dia para eleitor com deficiência solicitar transporte especial

Eleitores têm até hoje 14/9 para solicitar transporte especial. Serviço é destinado a quem não tem meios próprios para chegar ao local de votação

Segunda-feira (14) é o último dia para eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida solicitarem o transporte especial individual previsto no programa Seu Voto Importa. A medida também contempla a população de territórios indígenas, comunidades remanescentes de quilombos e demais comunidades tradicionais, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. 

Inclusão no processo eleitoral 

O programa foi instituído pela Resolução 23.753/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o objetivo de promover a inclusão no processo eleitoral e assegurar condições de igualdade para o exercício do direito de voto. A iniciativa busca reduzir barreiras e ampliar as oportunidades de participação eleitoral. 

Ausência de meios próprios 

O transporte especial é destinado a eleitoras e eleitores que não disponham de meios próprios para comparecer ao local de votação. Quando necessário, o serviço poderá garantir o deslocamento de ida e volta entre a residência e o local de votação e incluir acompanhante indicado pelo eleitor, caso esse apoio seja indispensável para o exercício do voto. 

Transporte coletivo gratuito 

O transporte especial individual oferecido pela Justiça Eleitoral não substitui a obrigação do poder público de garantir transporte coletivo urbano e intermunicipal gratuito nos dias de votação. 

Limite territorial 

Para a população de territórios indígenas, comunidades quilombolas e demais comunidades tradicionais, o transporte é assegurado inclusive quando o deslocamento ultrapassar os limites territoriais do município. Para eleitoras e eleitores de áreas rurais, o serviço é oferecido dentro do próprio município quando a distância entre a zona rural e o local de votação for de, pelo menos, dois quilômetros. 

Como solicitar 

O pedido pode ser feito pela própria eleitora ou pelo próprio eleitor ou por curadora, curador, apoiadora, apoiador, procuradora ou procurador. A solicitação pode ser realizada presencialmente no cartório eleitoral ou por outro canal de comunicação disponibilizado e divulgado pelo tribunal regional eleitoral (TRE), mediante autodeclaração ou documentação que comprove a deficiência ou a dificuldade de locomoção.  

A regra determina ainda que deve existir pelo menos uma opção não presencial para fazer o pedido. Na análise das solicitações, a Justiça Eleitoral deverá considerar, entre outros fatores, o grau de limitação funcional da pessoa, a existência ou a adequação de transporte público acessível no trajeto até o local de votação e a distância entre a residência e o local de votação.

Consulte o tribunal regional eleitoral do seu estado para saber como solicitar o transporte especial e obter informações e contatos. 

Fonte: Secretaria de Comunicação e Multimídia

Fonte https://diariopcd.com.br/ultimo-dia-para-eleitor-com-deficiencia-solicitar-transporte-especial/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção feminina de basquete em cadeira de rodas bate Austrália e vence primeira no Mundial

Gabriela Oliveira sofre marcação australiana em jogo que marcou a primeira vitória do Brasil no Mundial | Foto: Divulgação/Melodie Gagneux/IWBF

A Seleção Brasileira feminina de basquete em cadeira de rodas entrou em quadra na tarde deste sábado, 12, em duelo válido pelo Grupo A do Mundial da modalidade, disputado em Ottawa, no Canadá. O terceiro compromisso da equipe na competição foi diante da Austrália e o Brasil venceu a partida por 44 a 41, na Carleton University, com direito a um desfecho eletrizante. Esse foi o primeiro triunfo da equipe no torneio.

Em um jogo que começou equilibrado, as brasileiras não deixaram a seleção da Oceania desgarrar do placar. Muito por causa de mais um bom desempenho de Vileide Almeida. Cestinha brasileira na derrota para a Espanha, a atleta fez um primeiro período de oito pontos, com 50% de aproveitamento nos arremessos de quadra — ou seja, considerando todas as suas tentativas de dois ou três pontos, excetuando os lances livres. Apesar da alta pontuação de Vileide, a Austrália terminou a primeira parcial na frente: 16 a 10.

No segundo quarto, a equipe comandada por Evelyn Barbian também contou o crescimento de Paola Klokler, que colaborou com mais oito pontos, 80% de aproveitamento nos arremessos. Os números da jogadora deixaram o Brasil mais perto do placar. Com uma vitória de 13 a 12 no período, as brasileiras reduziram a desvantagem para cinco pontos: 28 a 23 para a Austrália.

Na terceira parcial, a Seleção Brasileira abriu uma arrancada de 5 a 0, empatando a partida em 28 a 28 e deixando a reta final do confronto mais emocionante. As duas equipes começaram a “trocar” pontos, com Vileide assumindo o protagonismo. Ao terminar o período com 12 pontos no total, a brasileira chegou a ter o posto de cestinha do jogo por um tempo. É que do outro lado, a australiana Laura Davoli também estava em tarde inspirada e encerrou a parcial com 14 pontos. No placar do quarto, 9 a 4 para o Brasil. No geral, as seleções ficaram empatadas (32 a 32).

O último e decisivo período se manteve equilibrado. Vileide, no entanto, continuou a ser uma jogadora determinante para as brasileiras, sendo responsável por mais da metade dos pontos do Brasil no confronto. No fim, ela anotou 24 pontos no total e a Seleção superou a Austrália por 44 a 41.

“Estou muito emocionada. A gente precisava erguer a cabeça depois das duas primeiras derrotas. Precisávamos dessa vitória e, graças a Deus, deu certo. Deixamos tudo em quadra”, disse Vileide, a Vivi.

Neste domingo, 13, o Brasil estará em quadra com suas duas seleções. A feminina enfrentará as anfitriãs canadenses, às 1545 (horário de Brasília), na Arena AT TD Place. Já a masculina fará seu terceiro jogo no torneio, na Carleton University, diante dos Países Baixos.

Confira todos os jogos da primeira fase (horário de Brasília):
Mundial Feminino

Brasil 39 x 78 Grã-Bretanha
Brasil 63 x 70 Espanha
Brasil 44 x 41 Austrália
13/9 – Brasil x Canadá (15h45)
15/9 -Brasil x China (17h45)

Mundial Masculino
Brasil 32 x 77 Itália
Brasil 42 x 54 Estados Unidos
13/9 – Brasil x Países Baixos (17h45)

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/em-partida-emocionante-selecao-feminina-de-basquete-em-cadeira-de-rodas-bate-australia-e-vence-a-1a-no-mundial/

Postado Pôr Antonio Brito 

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA TERÃO TRATAMENTO DIFERENCIADO EM CARROS DE APLICATIVO

 

A proposta em discussão pretende criar uma categoria específica para pessoas com deficiência nos aplicativos de transporte, com motoristas capacitados e, quando necessário, veículos adaptados. O objetivo é ampliar a acessibilidade, autonomia e segurança no deslocamento.

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA TERÃO TRATAMENTO DIFERENCIADO EM CARROS DE APLICATIVO

Uma proposta em discussão pretende tornar obrigatória a criação de uma categoria específica para pessoas com deficiência nos aplicativos de transporte por aplicativo. A medida busca ampliar a acessibilidade, garantir mais autonomia e reduzir as dificuldades enfrentadas por milhares de usuários que dependem desse serviço para trabalhar, estudar, realizar consultas médicas e participar da vida em sociedade.

Hoje, muitas PcD dizem ter problemas ao utilizar os aplicativos, por recusas de corridas, falta de veículos adaptados para cadeirantes, despreparo de motoristas para atender passageiros com deficiência e a ausência de recursos de acessibilidade nas plataformas.

Caso a proposta seja aprovada, os aplicativos poderão ser obrigados a oferecer uma categoria específica voltada para pcd, com motoristas capacitados e, quando necessário, veículos adaptados para garantir um transporte mais seguro, confortável e acessível.

A proposta ainda seguirá os trâmites legislativos antes de uma possível aprovação. Se entrar em vigor, poderá representar um importante avanço na construção de um sistema de mobilidade mais inclusivo e acessível para todos.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=db935ee3-9ae7-44de-a18b-515b7aeb7fc2

Postado Pôr Antonio Brito 

12/09/2026

Candidatos ao Governo de SP são convidados para apresentar propostas para pessoas com deficiência

Candidatos ao Governo de SP são convidados pelo Diário PcD a apresentar propostas para pessoas com deficiência

Convites foram encaminhados para as Assessorias e entregues fisicamente nesta sexta-feira (11). Iniciativa faz parte do projeto Eleições Inclusivas 2026 e busca colocar as políticas para pessoas com deficiência no centro do debate eleitoral

Os candidatos ao Governo do Estado de São Paulo nas eleições de 2026 foram convidados pelo Diário PcD a apresentar diretamente ao eleitorado suas propostas para as pessoas com deficiência a partir de 2027.

Os convites para as entrevistas foram enviados em 2 e 7 de setembro para os emails das assessorias, lideranças partidárias e diretórios estaduais. Já nesta sexta-feira, 11, a informação foi protocolada no Comitê Central de Tarcísio de Freitas – na Avenida Brasil, 1299 e na Rua Riachuelo 70 para Fernando Haddad.

A iniciativa integra o projeto “Eleições Inclusivas 2026 – Democracia para todos. Direitos para cada um”, criado para ampliar o espaço de discussão sobre acessibilidade, direitos e políticas públicas para as pessoas com deficiência durante o processo eleitoral.

O que os candidatos podem responder?

A proposta é que cada candidatura disponha de 25 minutos para apresentar suas posições e propostas para as pessoas com deficiência, garantindo tratamento jornalístico isonômico entre os participantes.

As entrevistas deverão abordar questões diretamente relacionadas à vida de milhões de paulistas com deficiência e suas famílias.

Entre os temas previstos estão:

  • Saúde, reabilitação e atendimento especializado;
  • Educação inclusiva e apoio às famílias;
  • Emprego, qualificação profissional e geração de renda;
  • Acessibilidade e mobilidade;
  • Tecnologia assistiva;
  • Políticas destinadas às pessoas autistas e às demais deficiências;
  • Manutenção e eventual ampliação dos benefícios e programas existentes no Estado;
  • Isenção de IPVA para pessoas com deficiência;
  • Impactos da Reforma Tributária sobre questões relacionadas à aquisição de veículos;
  • Funcionamento, estrutura e atuação do IMESC nos processos relacionados aos laudos para isenção de IPVA;
  • Implementação da avaliação biopsicossocial unificada e seus possíveis impactos nas políticas estaduais;
  • Orçamento, metas e prioridades para a área da deficiência durante o próximo mandato.

Eleitor PcD precisa conhecer as propostas

Para o Diário PcD, colocar esses temas no debate eleitoral é fundamental para que o eleitor possa tomar uma decisão consciente e informada.

A proposta não é realizar uma sabatina sobre assuntos genéricos. O objetivo é permitir que cada candidato explique o que pretende fazer, caso eleito ou reeleito, para ampliar, manter ou aperfeiçoar as políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência no Estado de São Paulo.

Isso inclui uma questão particularmente importante: quais serão as prioridades do próximo governo para a população com deficiência e quanto será destinado para colocá-las em prática?

Tratamento igual para as candidaturas

O Diário PcD ressalta que o convite tem caráter exclusivamente jornalístico.

A iniciativa não solicita apoio, posicionamento ou qualquer compromisso político das candidaturas. O objetivo é abrir espaço para que os próprios candidatos apresentem suas propostas diretamente ao público.

A participação de cada candidatura será registrada e divulgada de acordo com os critérios editoriais do veículo, respeitando os princípios de independência jornalística, isonomia e pluralidade.

A iniciativa também retoma uma experiência realizada pelo Diário PcD nas eleições de 2022, quando o veículo promoveu entrevistas com candidatos para discutir propostas relacionadas às pessoas com deficiência.

As entrevistas serão transmitidas pelos canais do Diário PcD no YouTube e Instagram.

Para as candidaturas, foram oferecidas diferentes opções de agenda, justamente para facilitar a participação.

Mais do que saber quem pretende governar São Paulo, o eleitorado PcD precisa saber o que cada candidato pretende fazer quando chegar ao Palácio dos Bandeirantes.

Quais políticas serão mantidas?
Quais serão ampliadas?
Quais serão criadas?
Quanto será investido?
Quais serão as metas?
E, principalmente, como as propostas sairão do papel?

Essas são algumas das respostas que o Diário PcD pretende levar ao eleitorado.

Fonte https://diariopcd.com.br/candidatos-ao-governo-de-sp-sao-convidados-para-apresentar-propostas-para-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antonio Brito