08/08/2026

4º Fórum Coexistir debate Diversidade e Inclusão — transformando pessoas, organizações e a sociedade

4º Fórum Coexistir debate Diversidade e Inclusão — transformando pessoas, organizações e a sociedade

Evento acontece em setembro na capital paulista. Inscrições já podem ser feitas e vagas limitadas

O Programa Coexistir busca fomentar a diversidade em todas as suas formas, desde as pessoas com deficiência até questões de raça, gênero e a diversidade como um todo. O principal foco é promover a inclusão e garantir a empregabilidade desses grupos no mercado formal de trabalho.

De acordo com Coordenadora Fátima e Silva, “acreditamos que a diversidade é essencial para uma sociedade justa e igualitária. Buscamos quebrar barreiras e preconceitos, criando oportunidades para que todas as pessoas tenham acesso ao mercado de trabalho, independentemente de suas características individuais”.

O 4º Fórum Coexistir será uma manhã de reflexão, diálogo e troca de experiências sobre os desafios e as possibilidades da diversidade, da inclusão e da empregabilidade no Brasil.

Entre os destaques da programação, duas grandes palestras:

🎤 Jessé Souza, sociólogo, escritor e pesquisador, traz sua experiência e seu olhar sobre desigualdade, classes sociais e a sociedade brasileira.

🎤 Filipe Roloff, especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão, aborda os desafios da construção de culturas organizacionais mais diversas, inclusivas e preparadas para o futuro.

Ao final, os palestrantes se encontram em uma mediação aberta a perguntas e interação com o público, ampliando o debate sobre diversidade, inclusão e empregabilidade no Brasil.

📅 23 de setembro
⏰ 8h30 às 12h30
📍 Auditório Siemaco — Santa Cecília, São Paulo
🎟️ Evento gratuito | Vagas limitadas

Participe e faça parte dessa transformação.

Inscreva-se: https://forum.coexistir.com.br

As vagas são limitadas. Ao se inscrever, contamos com seu compromisso de participação.

Conheça o Programa Coexistir – https://www.coexistir.com.br/

Fonte https://diariopcd.com.br/4o-forum-coexistir-debate-diversidade-e-inclusao-transformando-pessoas-organizacoes-e-a-sociedade/

Postado Pôr Antonio Brito 

ADFEGO vence Gadecamp e conquista título inédito no Brasileiro de basquete em cadeira de rodas

Atletas do ADFEGO celebram título do Campeonato Brasileiro de basquete em cadeira de rodas | Foto: Alessandra Cabral/CPB

A ADFEGO (GO) conquistou nesta sexta-feira, 7, o Campeonato Brasileiro de basquete em cadeira de rodas, com vitória por 69 a 61 sobre o Gadecamp (SP). A competição foi disputada no Centro de Treinamento do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em São Paulo, e a partida final foi transmitida pelo SporTV 3.

Este foi o primeiro título brasileiro da ADFEGO, que havia ficado com o vice-campeonato em 2025 – o CAD/Vetnil Rio Preto foi o campeão na ocasião. Já o Gadecamp caiu nas semifinais da última edição da competição, ficando com o quarto lugar.

A equipe goiana mostrou força defensiva para abrir vantagem de oito pontos logo no início da partida, sustentando a diferença no placar até o fim do primeiro quarto. No segundo quarto, o Gadecamp voltou melhor e ensaiou uma reação, chegando a cortar a diferença para dois pontos. No entanto, a ADFEGO segurou a pressão e foi para o intervalo vencendo por 39 a 36.

Após o intervalo, o time paulista equilibrou a partida e encostou no placar, diminuindo para dois pontos a diferença ao fim do terceiro período. No quarto final, porém, a equipe goiana voltou a se impor na partida, abrindo boa vantagem na reta final e administrando a vitória nos últimos minutos.

O ala-armador mineiro Marcos Cândido, do ADFEGO, foi eleito o melhor jogador da partida. Ele marcou 17 pontos durante toda a partida. Os cestinhas do jogo foram o ala-armador argentino Stech, da equipe goiana, e o ala-armador brasiliense Amauri, do Gadecamp, ambos com 19 pontos.

“Representar este time é pesado demais. Hoje, soltar esse grito de campeão, depois de ser vice-campeão no ano passado é emoção demais. Ser eleito do MVP da partida só foi possível pelos meus companheiros de equipe. A maior parte disso é eles que fazem, porque eu amo fazer o que faço, jogar basquete. Mas sem eles não seria possível”, analisou Marcos, após o jogo.

O técnico Harlen Correa Queiroz, da ADFEGO exaltou a dedicação do time ao longo das últimas temporadas. “Essa conquista coroou o trabalho que foi feito durante muito tempo. A gente vem batendo na trave, mas bate na trave porque a competição difícil de ganhar. Já tínhamos nível, e a gente sabia que ia ser uma final difícil, mas essa conquista se deu porque nós tivemos o apoio da nossa presidenta Clara [Carvalho]. E também trabalhamos intensamente durante os treinos. Esses atletas merecem”.

Disputa pelo terceiro lugar
Mais cedo, o ADD Magic Hands (SP) venceu o CAD/Vetnil Rio Preto (SP) por 73 a 57, garantindo o terceiro lugar na competição. Maximiliano Ruggeri, do time da capital paulista foi eleito o melhor em quadra.

Paramigos imparáveis
A decisão também contou com a participação presencial do personagem Geeky, da série de animação Paramigos Imparáveis. Na série criada pelo CPB, os personagens Geeky, Turi, Nina, Narciso, Guará e Zoom são porta-vozes da inclusão e reforçam valores como empatia, diversidade, trabalho em equipe e convivência.

Patrocínios
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/adfego-vence-gadecamp-e-conquista-titulo-inedito-no-brasileiro-de-basquete-em-cadeira-de-rodas/

Postado Pôr Antonio Brito 

FALTA DE PROFESSORES É O MAIOR OBSTÁCULO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE LIBRAS NAS ESCOLAS

Um estudo publicado pela revista Qualis A Open Minds aponta que a falta de professores qualificados é o principal desafio para a implementação efetiva da Libras nas escolas brasileiras. A pesquisa destaca ainda a escassez de materiais didáticos acessíveis, a necessidade de formação continuada e o combate ao preconceito linguístico, defendendo o fortalecimento da educação bilíngue para estudantes surdos.

FALTA DE PROFESSORES É O MAIOR OBSTÁCULO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE LIBRAS NAS ESCOLAS

Reconhecida oficialmente há mais de duas décadas, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) segue enfrentando obstáculos práticos para se firmar de fato nas salas de aula da educação básica. Um estudo publicado pela revista Qualis A Open Minds (propriedade do CPAH, sob gestão técnica da Editora Atena) mapeou os avanços legais e os principais entraves à implementação da Libras nas escolas brasileiras.

A Libras foi reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela Lei nº 10.436, de 2002, regulamentada pelo Decreto nº 5.626, de 2005. Mais recentemente, a Lei nº 14.191, de 2021, estabeleceu a educação bilíngue de surdos como modalidade de ensino dentro da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Apesar disso, segundo os autores, a inclusão de estudantes surdos ainda costuma ocorrer de forma superficial, mais como integração física no espaço escolar do que como participação efetiva no processo de aprendizagem.

Entre as barreiras identificadas pelo estudo estão:

escassez de professores com domínio de Libras e competência pedagógica para ensinar conteúdos complexos por meio de uma língua visual espacial; falta de programas consistentes de formação continuada voltados à educação bilíngue; escassez de materiais didáticos em Libras, já que a maior parte dos recursos pedagógicos é produzida apenas em português; preconceito linguístico, muitas vezes associado ao chamado audismo, que trata a língua de sinais como inferior à modalidade oral.

O modelo de educação bilíngue para surdos defendido pelos pesquisadores propõe que o estudante surdo tenha acesso à Libras como primeira língua, por ser natural e visual espacial, e à língua portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua. Essa abordagem rompe com a visão da surdez como deficiência a ser corrigida e reconhece o estudante surdo como parte de uma comunidade linguística e cultural própria.

A pesquisa recomenda o fortalecimento de políticas públicas de formação inicial e continuada de professores, a expansão de materiais didáticos acessíveis e ações de conscientização dentro da comunidade escolar. A Libras deve deixar de ser tratada como um componente curricular isolado e passar a fazer parte da prática diária da escola, como língua de instrução e identidade cultural da comunidade surda.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=28b2d5a6-fd37-4ceb-a8c4-2df733ebd516

Postado Pôr Antonio Brito 

07/08/2026

Movimento PcD e Raros e mais de 50 entidades brasileiras pedem retratação do Estadão

Movimento PcD e Raros e mais de 50 entidades brasileiras pedem retratação do Estadão

Entidades de todo o Brasil acabam de divulgar Nota de Repúdio e pedem retratação do Estadão sobre editorial que chama decisão histórica do STF de ‘populismo do judiciário’

O Diário PcD teve acesso no início da noite desta quinta-feira, 6, da Nota de Repúdio divulgada pelo Movimento PcD e Raros que reúne entidades de todo o Brasil.

O documento já recebeu a adesão de mais de 50 representações que não aceitam o conteúdo do editorial do jornal Estadão, publicado após decisão do STF – Supremo Tribunal Federal em sessão na segunda-feira, 3, que acatou a inconstitucionalidade de decisões que criam exclusão de pessoas com deficiência na Reforma Tributária.

As ADIs 7779 (Instituto Oceano Azul) e ADI 7790 (ANAPcD) foram acatadas em votação unânime e determinam que a Constituição Federal deve ser obedecida e pessoas com deficiência não devem ser excluídas de possíveis benefícios pelo grau de deficiência.

Confira informações:

Por decisão unânime, STF afasta discriminação na compra de veículos por pessoas autistas e com deficiência intelectual – https://diariopcd.com.br/por-decisao-unanime-stf-afasta-discriminacao-na-compra-de-veiculos-por-pessoas-autistas-e-com-deficiencia-intelectual/

Confira a íntegra da Nota de Repúdio do Movimento PcD e Raros

NOTA DE REPÚDIO

Ao Editorial Preconceituoso do Jornal Estadão

Apesar de toda a nossa luta pela inclusão, ainda sofremos preconceito. Mas, normalmente ele se manifesta por parte de pessoas ignorantes, por desconhecimento da nossa causa, por não entender as barreiras que enfrentamos, ou pela incompreensão dos próprios conceitos atuais de deficiência e do termo inclusão na sua plenitude.

Nossa luta sempre foi por dignidade, pautada nos princípios de justiça, alicerçada como questão de direitos humanos. E os avanços que tivemos são o resultado de um amplo diálogo com o restante da sociedade, que se solidariza e apoia esse movimento de inclusão. E como consequência, nossa própria legislação reflete esse consenso social, conquistado como reconhecimento da nossa condição e da necessidade de se promover a equidade.

O que nos surpreende, é que nos dias atuais, após todo o caminho que já trilhamos, parte da imprensa não tenha a compreensão da dimensão de nossa luta por direitos. Sendo que toda a sociedade participou desse debate e construiu conosco os avanços que tivemos. É absurdo que venhamos a sofrer esse tipo de preconceito por parte de um grande veículo da imprensa. Nos remetendo há momentos sombrios passados na história da humanidade. Nas entrelinhas, só faltou defender a “câmara de gás”, para reduzir gastos do Governo. Pois, na hora do sacrifício, nós somos os escolhidos.

A narrativa inclusive é maldosa, tentando confundir o leitor e convencer que existe ali alguma empatia ou reconhecimento com a nossa causa, mas na verdade em vereda para o campo da distribuição de renda, um assunto que nada tem a ver com o do julgamento em questão e ainda revela outro preconceito, o de que tentando parecer benevolente nos coloca em um tempo em que lutávamos pela caridade alheia e não pelo reconhecimento de direitos.

O que o STF decidiu, por UNANIMIDADE inclusive, foi muito claro: A Emenda Constitucional nº 132/2023 trata dos direitos de todas as pessoas com deficiência, sem distinção. E não pode um burocrata, por interesses econômicos do governo, fazer interpretações distorcidas e divergentes de seu texto, para burlar esse direito. Criando normas que reduzam ou contrariem o que a Constituição estabeleceu. Relativizando o conceito de deficiência, ou criando barreiras para impedir o alcance desses direitos.

Ao buscar no Poder Judiciário o cumprimento à nossa legislação, desrespeitada pelo Poder Executivo, as Entidades ANAPcD e Oceano Azul buscaram resgatar um direito de milhões de pessoas que têm suas vulnerabilidades já reconhecidas pela sociedade. Não se trata de “privilégio” ou “populismo judiciário” como afirma a matéria preconceituosa do Editorial do Estadão na data de ontem, intitulada “A Conta de Padaria do STF”. Mas de impedir um retrocesso no campo dos direitos humanos. E todo o movimento PcD se sentiu representado por essas duas entidades, as quais manifestamos nossa gratidão pela iniciativa e solidariedade em virtude dos ataques por parte da imprensa.

Aguardamos uma retratação do Estadão.

Assinam a Nota de Repúdio –

Retina Brasília; Associação Nacional Inclusiva; Bengala Verde Brasil; ABRA Associação Brasileira de Autismo; MM Associação Mães Metabólicas; ANAPcD Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência Diário PCD; Canal Agir com Caco Siqueira; ASPOLPCD Associação Representativa de Classe dos Servidores com Deficiência da Polícia Civil do Amazonas; Instituto Social Maria Esperança; ASPEDAM Associação Representativa dos Servidores Públicos com Deficiência do Estado do Amazonas; OPIMAM Organização Representativa dos Povos Indígenas da Amazônia; AOSDF Associação dos Ostomizados do Distrito Federal. MOBR Associação Nacional Movimento Ostomizados do Brasil; IPPCDV Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual; ABDV Associação Brasiliense de Deficientes Visuais; ABSW Associação Brasileira da Síndrome de Williams; AOSBL Associação dos Ostomizados da Baixada Litorânea; AEPORJ Associação Estadual da Pessoa com Ostomia do Rio de Janeiro ; AOAP Associação dos Ostomizados do Amapá;; IBRAPPER Instituto Brasileiro de Apoio e Pesquisa a Pacientes Oncológicos e Ostomizados; AOSPE Associação dos Ostomizados de Pernambuco; AOSEPI Associação dos Ostomizados do Estado do Piauí; ASSOA Associação Sergipana de Ostomizados e Amigos; AROS Associação Rondoniense de Ostomizados; NROOP Núcleo Regional dos Ostomizados do Oeste do Paraná; AOEBA Associação dos Ostomizados do Estado da Bahia; ACO Associação Catarinense da Pessoa Ostomizada; AOTMAP Associação dos Ostomizados do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; AOOR Associação dos Ostomizados de Osasco e Região; ASSOFAM Associação dos Ostomizados Família e Amigos; Coletivo das Pessoas com Ostomia de Mato Grosso; Coletivo das Pessoas com Ostomia do Rio Grande do Norte; Coletivo das Pessoas com Ostomia de São Paulo ; Coletivo das Pessoas com Ostomia do Amazonas; Coletivo das Pessoas com Ostomia de São José dos Campos SP; AOMA Associação dos Ostomizados do Maranhão; Associação dos Ostomizados do Tocantins; AMORJ Associação Municipal dos Ostomizados do Rio de Janeiro; ABH Associação Brasil Huntington; Associação Retina Bahia; Instituto Viver EducadaMente; ANEI Brasil Associação Nacional de Educadores Inclusivos; IDB Instituto Diabetes Brasil; Mais Inclusão no Mundo; AIAB Academia Inclusiva de Autores Brasilienses; ANNABRA Associação de Nanismo do Brasil; Retina Rio grande do sul; Os Eficientes de Brasília; Retina Espírito Santo; ABRAPHEM Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia; APAED Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia; Biblioteca Braille Dorina Nowill de Taguatinga.

Fonte https://diariopcd.com.br/movimento-pcd-e-raros-e-mais-de-50-entidades-brasileiras-pedem-retratacao-do-estadao/

Postado Pôr Antônio Brito

LA 2028: confira as arenas de cada modalidade dos Jogos Paralímpicos

Fachada do Coliseu Memorial de Los Angeles, local onde será a cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de LA 2028. | Foto: Divulgação/IPC

Os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028 já têm seus cenários definidos. Faltando aproximadamente dois anos para a abertura oficial da competição – marcada para 15 de agosto de 2028 –, o Comitê Organizador confirmou os locais que recebem as disputas de cada uma das 23 modalidades do programa paralímpico, distribuídas por diferentes regiões da cidade.

As competições serão realizadas em arenas e espaços conhecidos de Los Angeles, como o Teatro Peacock, que já sediou edições do Emmy Awards, e a Praia de Venice, um dos pontos turísticos mais famosos da cidade. Estruturas temporárias e instalações já existentes serão utilizadas.

Centro de Convenções de Los Angeles recebe o maior número de modalidades: bocha, judô, tênis de mesa, taekwondo e paraesgrima. Já o Galen Center será a sede do badminton e do rúgbi em cadeira de rodas.

O atletismo será disputado no tradicional Coliseu Memorial de Los Angeles, que já recebeu os Jogos Olímpicos de 1932 e 1984 e também será palco da cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos. A cerimônia de abertura, por sua vez, acontecerá no Estádio 2028.

Pela primeira vez na história dos Jogos Paralímpicos, duas modalidades terão disputas antes mesmo da cerimônia de abertura. O rúgbi em cadeira de rodas abrirá o programa esportivo no domingo, 13 de agosto, seguido pela bocha, cujas competições terão início na segunda-feira, 14.

Confira o local de cada modalidade:
Centro de Convenções de Los Angeles (Pavilhões 1 a 3)
Bocha
Judô
Tênis de mesa
Taekwondo
Paraesgrima

Arena DTLA
Basquete em cadeira de rodas

Teatro Peacock
Goalball
Halterofilismo

Zoológico de Los Angeles
Ciclismo de estrada

Coliseu Memorial de Los Angeles
Atletismo (provas de pista e campo)
Cerimônia de encerramento

Galen Center
Badminton
Rúgbi em cadeira de rodas

Estádio 2028
Cerimônia de abertura

Carson Zone
Tiro com arco
Ciclismo de pista
Tênis em cadeira de rodas
Estádio Marine
Canoagem
Remo

Arena de Long Beach
Vôlei sentado

Estande de Tiro de Long Beach
Tiro esportivo

Centro Aquático de Long Beach
Natação

Estádio da Praia de Alamitos
Futebol de cegos

Teatro de Escalada de Long Beach
Escalada

Calçadão de Venice Beach
Maratona (atletismo)

Praia de Venice
Triatlo

Parque Santa Anita
Hipismo

*Com informações do Comitê Paralímpico Internacional (IPC).

Patrocínio
A CAIXA, as Loterias CAIXA, a Braskem e a ASICS são as patrocinadoras oficiais do atletismo
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas, bocha, canoagem, paraesgrima, futebol de cegos, goalball, judô, halterofilismo, natação, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, tiro esportivo, triatlo, rúgbi em cadeira de rodas e vôlei sentado.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/la-2028-confira-as-arenas-de-cada-modalidade-dos-jogos-paralimpicos/

Postado Pôr Antônio Brito 

EMPRESA RECRIA COPO FORA DE LINHA PARA AJUDAR MENINO COM AUTISMO

Após o apelo do pai de um menino com autismo severo, a fabricante Tommee Tippee localizou o molde de um copo que havia saído de linha e produziu 500 novas unidades. A iniciativa garantiu que a criança continuasse utilizando o recipiente com o qual se sentia confortável e foi reconhecida como um exemplo de empatia e inclusão.

EMPRESA RECRIA COPO FORA DE LINHA PARA AJUDAR MENINO COM AUTISMO

Este foi, no mínimo, um ato de empatia que conquistou milhares de pessoas ao redor do mundo. Ben é um menino americano com autismo severo, que só conseguia beber água, suco ou qualquer alimento líquido, em um copo azul específico da marca Tommee Tippee, que já havia saído de linha.

Com o tempo, os copos deste modelo que a família tinha começaram a se desgastar, deixando o pai sem saber como resolver a situação. Na tentativa de encontrar mais unidades do mesmo modelo, o pai fez um apelo nas redes sociais. A história rapidamente viralizou e acabou chegando até a fabricante dos copos.

Sensibilizada com o caso, a empresa vasculhou seus arquivos, encontrou o molde original do copo e produziu 500 unidades idênticas ao modelo antigo e que o garoto autista usava, permitindo que Ben continuasse usando o único recipiente com o qual se sentia confortável para se alimentar.

A iniciativa foi amplamente elogiada e se transformou em um exemplo de inclusão e sensibilidade, mostrando como um gesto aparentemente simples pode fazer uma enorme diferença na vida de uma família.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=a19dffa4-0c1f-4688-aa2b-0da7b99af51f

Postado Pôr Antônio Brito 

06/08/2026

Judiciário condenou médico que provocou perda de visão em 21 pessoas em São Paulo

Judiciário condenou médico que provocou perda de visão em 21 pessoas em São Paulo

Processo mostrou que aconteceu má esterilização de material cirúrgico durante mutirão.

A 3ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo condenou médico que provocou a perda de visão, parcial ou permanente, em 21 pessoas por lesão corporal. A pena foi fixada em 40 anos de reclusão, em regime inicial fechado.

De acordo com os autos, o réu realizou cirurgias de cataratas durante mutirão e, em razão de má esterilização do material, causou infecção que culminou em lesão permanente nos pacientes. Perícia constatou que a mesma bactéria contaminou todas as vítimas.

Na decisão, o juiz André Luiz Rodrigo do Prado Norcia afirmou que o profissional assumiu o risco da ocorrência dos resultados e que o dolo eventual foi comprovado até por conta do alto número de vitimados. “Reconheça- se, se sua conduta tivesse vitimado apenas uma ou duas vítimas, seria difícil a comprovação de seus crimes. Mas, neste caso, o réu reafirmou sua conduta a cada paciente, intencionalmente, assumindo o risco das lesões que acabaram ocorrendo em todas essas vítimas”, escreveu.

O magistrado também observou que uma das profissionais que integrou a sindicância destacou que houve utilização de apenas duas caixas cirúrgicas para diversos pacientes operados em sequência, quando, na verdade, cada paciente deveria dispor de kit próprio e material devidamente esterilizado, procedimento que demandaria tempo incompatível com a dinâmica adotada no mutirão; e que, após a troca integral dos materiais, a cadeia de infecções foi interrompida, reforçando o nexo causal entre o modo de condução das cirurgias e os resultados lesivos.

“O réu, ouvido em solo policial, também informou que não houve a troca do avental de uma cirurgia para outra, corroborando com o trazido pelas testemunhas. Assim, restando evidenciada a violação das normas sanitárias básicas e a assunção do risco ao prosseguir com cirurgias em série sem observância dos protocolos de esterilização, configura-se o dolo eventual, impondo-se a condenação do réu”, concluiu.

Cabe recurso da decisão.

Processo nº 0005904-02.2016.8.26.0564

Fonte: Comunicação Social TJSP

Fonte https://diariopcd.com.br/judiciario-condenou-medico-que-provocou-perda-de-visao-em-21-pessoas-em-sao-paulo/

Postado Pôr Antônio Brito 

A conscientização avançou, a aceitação ainda não

A conscientização avançou, a aceitação ainda não

Enquanto o Brasil volta a discutir inclusão e neurodiversidade, especialista defende que informação, sozinha, não transforma a realidade das pessoas autistas.

Nos últimos anos, o autismo deixou de ser um tema restrito aos consultórios e passou a ocupar espaço nas escolas, nas empresas, nas redes sociais e na imprensa. O aumento dos diagnósticos e da circulação de informações ajudou a tornar o Transtorno do Espectro Autista (TEA) mais conhecido pela sociedade. Mas conhecer não significa, necessariamente, compreender.

Para Cintia Chiarelli, fundadora do Instituto de mesmo nome, existe uma diferença importante entre conscientização e aceitação, e é justamente nessa distância que muitas pessoas autistas ainda enfrentam seus maiores desafios. “Hoje, muita gente sabe o que é o autismo. Mas isso não significa que saiba conviver com as diferenças, acolher necessidades específicas ou criar ambientes verdadeiramente inclusivos. A informação foi um primeiro passo. Agora precisamos transformar conhecimento em atitude”, revela a especialista.

Segundo Cintia, o preconceito nem sempre aparece de forma explícita. Muitas vezes ele se manifesta em pequenas situações cotidianas: uma escola que não consegue acolher um aluno, uma empresa que não adapta seus processos seletivos, um profissional que interpreta comportamentos sem compreender o contexto ou uma família que se sente julgada em espaços públicos. Ela diz: “quando falamos sobre inclusão, estamos falando de pertencimento. Não basta permitir que uma pessoa esteja presente. Ela precisa sentir que aquele espaço também foi pensado para ela.”

Nos últimos anos, também cresceu o número de adultos que recebem diagnóstico de autismo, revelando que muitas pessoas passaram décadas convivendo com dificuldades sem compreender sua origem. Para Cintia, isso demonstra que a sociedade ainda está aprendendo a reconhecer a diversidade das manifestações do espectro; “o autismo não tem uma única aparência, uma única forma de comunicação ou uma única trajetória de vida. Cada pessoa carrega potencialidades, desafios e necessidades diferentes. Quanto mais abandonamos os estereótipos, mais nos aproximamos de uma inclusão real.”

Ela acredita que o próximo passo da sociedade não está apenas em ampliar o acesso ao diagnóstico, mas em construir ambientes onde pessoas autistas possam estudar, trabalhar, criar vínculos e participar plenamente da vida em comunidade. “Não podemos medir o avanço apenas pelo número de diagnósticos ou pelo volume de informação disponível. O verdadeiro avanço acontece quando uma pessoa autista consegue ocupar os mesmos espaços que qualquer outra pessoa com respeito, autonomia e oportunidades”, explica.

Para a fundadora do Instituto Cintia Chiarelli, a discussão sobre neurodiversidade precisa deixar de ser uma pauta restrita às famílias e aos especialistas: “quando uma sociedade aprende a acolher diferentes formas de perceber o mundo, todos se beneficiam. A inclusão não melhora apenas a vida das pessoas autistas; ela melhora a qualidade das relações humanas”, finaliza.

@intitutocintiachiarelli

Fonte diariopcd.com.br/a-conscientizacao-avancou-a-aceitacao-ainda-nao/

Postado Pôr Antônio Brito 

Brasileiro de basquete em CR tem semifinais definidas; confrontos acontecem nesta quinta-feira, 6

Partida entre Candangos e ADD Magic Wheels durante o Campeonato Brasileiro de basquete em cadeira de rodas, no CT Paralímpico | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O Campeonato Brasileiro de basquete em cadeira de rodas masculino, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), chega à fase semifinal nesta quinta-feira, 6.

A primeira semifinal, entre CAD/Vetnil/Rio Preto (SP) e Gadecamp (SP), está marcada para as 16h (horário de Brasília). Para chegar à semi, o clube de Rio Preto – atual campeão – fez 77 a 47 no duelo contra a ADAP (GO), nas quartas de final. Já a equipe de Campinas superou a AAPD (PB) na fase anterior, com vitória por 84 a 44.

Em seguida, às 18h, ADFEGO (GO) e ADD Magic Hands (SP) disputam a segunda vaga na final. Os goianos garantiram a classificação ao vencer o Kings Maringá (PR) por 78 a 64 nas quartas de final. Já os paulistas garantiram um lugar entre os quatro melhores após superar a ANDEF Cobras (RJ) por 71 a 45.

Transmissão
Todos os jogos têm transmissão ao vivo pelo canal da Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC) no YouTube. As partidas também podem ser acompanhadas presencialmente no CT Paralímpico, com entrada gratuita. Já a grande final será transmitida pelos canais SporTV.

A competição começou na segunda-feira, 3, e reúne 16 equipes no CT Paralímpico, na zona sul da capital paulista. A tabela completa e os resultados podem ser acompanhados neste link.

Na última edição da competição, também disputada no CT Paralímpico, o CAD/Vetnil/Rio Preto (SP) conquistou o tetracampeonato brasileiro (2015, 2017, 2019 e 2025) ao derrotar a ADFEGO (GO) na final.

O Campeonato Brasileiro masculino de basquete em cadeira de rodas é realizado pela Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC), com apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Serviço
Campeonato Brasileiro masculino de basquete em cadeira de rodas
Data: 3 a 7 de agosto
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, São Paulo (SP)
Tabela de jogos disponível neste link
Transmissões: todos os jogos no Youtube da CBBC e final nos canais SporTV

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasileiro-de-basquete-em-cr-tem-semifinais-definidas-confrontos-acontecem-nesta-quinta-feira-6/

Postado Pôr Antônio Brito 

DECISÃO DO STF GARANTE QUE PCD E AUTISTAS TENHAM ISENÇÃO NA COMPRA DO CARRO 0KM: MAS A APLICAÇÃO PRÁTICA EXIGE CAUTELA

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que pessoas com deficiência intelectual leve e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1 também têm direito à isenção de impostos na compra de veículos 0 km. Apesar da decisão representar um avanço na garantia de direitos, a ABRIDEF orienta cautela, pois a aplicação prática da medida ainda depende da publicação do acórdão, da regulamentação da Reforma Tributária e do cumprimento dos requisitos legais para a concessão do benefício.

DECISÃO DO STF GARANTE QUE PCD E AUTISTAS TENHAM ISENÇÃO NA COMPRA DO CARRO 0KM: MAS A APLICAÇÃO PRÁTICA EXIGE CAUTELA

Nesta segunda-feira, dia 3 de agosto, o segmento da PcD e Autistas voltou a comemorar uma grande conquista. O STF – Supremo Tribunal Federal – autorizou que pessoas com deficiência intelectual leve e pessoas com transtorno do espectro autista nível 1 possam comprar veículos 0km com isenção de impostos.

O STF considerou inconstitucional parte da Lei Complementar 214 de 2025 – Reforma Tributária – que estabeleceu o benefício apenas para os casos mais graves. Os ministros do STF entenderam que não deve haver critérios de distinção da intensidade ou da classificação das deficiências.

No entanto, é importante destacar que a decisão judicial e a sua aplicação imediata nos procedimentos de compra são questões distintas.

Embora o posicionamento do STF tenha grande relevância jurídica, a utilização prática do benefício poderá depender da publicação do acórdão, da definição dos efeitos da decisão e da adequação das normas, sistemas e procedimentos administrativos responsáveis pela operacionalização do IBS e da CBS. Ou seja, depende da regulamentação da Reforma Tributária para essa questão. Por esse motivo, recomenda-se CAUTELA antes de considerar que o benefício já esteja disponível de forma automática em todas as operações. As pessoas interessadas devem aguardar orientações oficiais e verificar, em cada caso, o cumprimento dos demais requisitos legais, documentais e administrativos. A decisão também NÃO ELIMINA as demais exigências previstas na legislação. A concessão do benefício continuará sujeita às condições legais aplicáveis à compra do veículo. É muito importante lembrar que a Reforma Tributária só passa a valer em janeiro de 2027.

A ABRIDEF acompanhará atentamente os próximos desdobramentos, incluindo a publicação oficial da decisão e as orientações dos órgãos responsáveis, para informar o público com segurança, clareza e responsabilidade.

Vamos sempre continuar lutando e defendendo os direitos das pessoas com deficiência, promovendo inclusão e compartilhando informação com responsabilidade.

Renato Baccarelli – Vice-Presidente

PARABÉNS A TODAS AS ENTIDADES QUE ESTIVERAM NA LUTA POR MAIS ESTA CONQUISTA!

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=424025ae-a29f-4233-9562-917ce7b23c33

Postado Pôr Antônio Brito