02/10/2026

Eleições 2026 terão recorde de eleitoras e eleitores com deficiência e mais seções acessíveis

Eleições 2026 terão recorde de eleitoras e eleitores com deficiência e mais seções acessíveis

Post do IDECON – Instituto de Estudos Jurídicos e Diálogos Constitucionais reúne direitos e recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida durante a votação

As Eleições 2026 chegam com um número recorde de eleitoras e eleitores com deficiência e uma ampliação significativa da estrutura de acessibilidade nos locais de votação. Um post divulgado pelo IDECON – Instituto de Estudos Jurídicos e Diálogos Constitucionais reúne informações sobre os principais direitos desse eleitorado e chama atenção para recursos que podem fazer diferença no dia da votação.

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reproduzidos pelo IDECON, o eleitorado com deficiência cresceu 42% desde 2022, chegando ao maior patamar já registrado pela Justiça Eleitoral. Paralelamente, o número de seções eleitorais com acessibilidade aumentou 41% no mesmo período.

O TSE confirma que 2026 terá o maior número de eleitoras e eleitores com deficiência já registrado e destaca que a expansão das seções acessíveis faz parte das medidas adotadas para ampliar as condições de participação política.

Acessibilidade começa antes mesmo do voto

O material do IDECON reforça que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm preferência na fila de votação, respeitada a prioridade das pessoas com mais de 80 anos.

Para o advogado Joelson Dias – fundador do IDECON, “também é possível votar acompanhado por uma pessoa de confiança, mesmo que esse acompanhamento não tenha sido solicitado previamente. Quando necessário, o acompanhante pode entrar na cabine e até digitar os números na urna. A regra está prevista na regulamentação do TSE. A Resolução nº 23.759/2026 estabelece que a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida pode ser auxiliada por alguém de sua escolha e, quando autorizado pela mesa, esse acompanhante pode inclusive digitar os números na urna”. O advogado é ex-Ministro Substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), representante titular do Conselho Federal da OAB no CONADE.

Para pessoas autistas, o material também destaca o atendimento prioritário e a possibilidade de acompanhamento.

Urna eletrônica ganha novos recursos

Entre as novidades das Eleições 2026 está uma nova fonte desenvolvida para facilitar a leitura por pessoas com baixa visão. A mudança integra uma série de alterações feitas pelo TSE na interface da urna.

Para pessoas com deficiência visual, permanecem disponíveis recursos como áudio com voz sintetizada, fone de ouvido individual e descartável, ajuste de volume e velocidade, identificação tátil da tecla 5 e teclado em Braille. O acesso com cão-guia também é permitido.

O TSE informa ainda que a nova interface utiliza a fonte Atkinson Hyperlegible, desenvolvida pelo Braille Institute, e que a urna passa a contar com mudanças de organização visual para tornar a votação mais legível e intuitiva.

Libras ganha ampliação nas eleições

Para pessoas surdas, a urna conta com intérprete de Libras na tela, em janela ampliada.

Uma das novidades de 2026 é a ampliação do uso de Libras também para situações de voto em branco, voto nulo e voto de legenda, recurso destacado tanto pelo IDECON quanto pelo TSE.

O eleitor também pode levar uma pessoa de confiança para auxiliar na comunicação e utilizar uma colinha de papel com os números dos candidatos.

Seções acessíveis e urna para diferentes necessidades

O material também chama atenção para a estrutura destinada a pessoas com deficiência física e usuários de cadeira de rodas.

As seções acessíveis contam com condições como rampas e passagem livre, enquanto as urnas são planejadas para diferentes alturas, incluindo pessoas que utilizam cadeira de rodas e pessoas com nanismo.

De acordo com o TSE, as seções principais com acessibilidade passaram de 2022 para 2026 com crescimento de 41%. Esses espaços contam com rampas, circulação livre de obstáculos e condições destinadas a facilitar o acesso e a movimentação.

E se chegar ao local e a acessibilidade não estiver adequada?

O post do IDECON orienta que a pessoa com deficiência deve procurar o presidente da mesa caso encontre alguma barreira ou tenha seus direitos desrespeitados.

Se o problema não for resolvido, o eleitor pode procurar o juiz eleitoral da zona e registrar a ocorrência na Ouvidoria do Tribunal Regional Eleitoral ou do Tribunal Superior Eleitoral.

O material também reforça uma mensagem fundamental: “Direito não é favor.”

Transporte especial também faz parte da acessibilidade

Outra medida destacada é o programa Seu Voto Importa, criado pelo TSE para garantir transporte especial a eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que não tenham meios próprios para chegar ao local de votação.

“Para o primeiro turno, a solicitação deveria ser feita dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral; para eventual segundo turno, o eleitor deve procurar o cartório eleitoral. O programa foi instituído pela Resolução nº 23.753/2026 e tem justamente o objetivo de reduzir barreiras de deslocamento e ampliar a igualdade no exercício do direito de voto”, destacou Joelson Dias.

https://youtu.be/gzQiybzimws?si=fPZFQCZpGDqbPhc3

O voto continua sendo da pessoa com deficiência

O material também chama atenção para limites importantes: o acompanhante não pode ser alguém que esteja a serviço da Justiça Eleitoral, de partido, federação ou coligação. Também não é permitido entrar na cabine com celular ou câmera, e nenhuma outra pessoa pode decidir o voto no lugar do eleitor.

Para o ex-ministro, “o apoio deve garantir acessibilidade e autonomia, não substituir a vontade do eleitor. Com um eleitorado com deficiência em crescimento e novas ferramentas de acessibilidade incorporadas à urna, as Eleições 2026 colocam a participação política desse público ainda mais no centro do debate sobre cidadania e inclusão. Conhecer os direitos é parte da acessibilidade. E, no dia da votação, informação também é uma forma de garantir autonomia.

#PraTodosLerem: Card vertical de fundo azul-marinho, com detalhes em amarelo, e faixas amarelas e azuis nas bordas de cima e de baixo, intitulado “Eleições 2026 – Voto Acessível: direitos da pessoa com deficiência na hora de votar”. O card reúne direitos e recursos de acessibilidade para eleitoras e eleitores com deficiência visual, auditiva, física, intelectual e autismo. No rodapé, a assinatura do IDECON.

No topo, à esquerda, em letras amarelas, está “Eleições 2026”. Abaixo, em letras brancas grandes, “Voto Acessível”. Em seguida, numa tarja amarela com texto azul: “Direitos da pessoa com deficiência na hora de votar”. À direita, o Símbolo Internacional de Acesso: figura branca de uma pessoa em cadeira de rodas, dentro de um quadrado azul com borda amarela.

Logo abaixo, três quadros azuis trazem números em amarelo. Primeiro: 1.970.165 eleitoras e eleitores com deficiência, recorde, 42% a mais desde 2022. Segundo: 220.577 seções eleitorais com acessibilidade, 41% a mais desde 2022. Terceiro: 4 e 25 de outubro, 1º turno e eventual 2º turno; chegou, fale com o mesário.

Depois vem um quadro largo, com ícone de pessoa em cadeira de rodas, intitulado “Para toda pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida”. Seus quatro itens são marcados com visto verde. Um: preferência na fila, também para quem acompanha; só pessoas com mais de 80 anos passam à frente. Dois: votar com pessoa de confiança, sem pedido prévio; se necessário, ela entra na cabine e digita os números. Três: usar tecnologias assistivas, sem quebrar o sigilo do voto. Quatro: pedir ao mesário, na hora, as condições de acessibilidade.

Abaixo, quatro quadros em duas colunas, com itens também marcados por visto verde.

Quadro com ícone de olho: “Deficiência visual”. Áudio com voz sintetizada que lê a tela da urna. Fone de ouvido grátis, descartável e individual; peça ao mesário. Ajuste de volume e de velocidade da voz. Teclas em braille e tecla 5 com ponto em relevo. Com o selo amarelo “Novo 2026”: fonte de letras para baixa visão. Entrada com cão-guia.

Quadro com ícone de orelha: “Deficiência auditiva”. Intérprete de Libras na tela da urna, em janela ampliada. Com o selo “Novo 2026”: Libras também para voto em branco, nulo e de legenda. Pode levar pessoa de confiança para ajudar na comunicação. Pode levar colinha de papel com os números.

Quadro com contorno de pessoa em cadeira de rodas: “Deficiência física e cadeira de rodas”. 220.577 seções acessíveis, com rampa e passagem livre. Urna pensada para diferentes alturas, inclusive cadeira de rodas e nanismo. Com sinal de atenção laranja: transporte especial do programa Seu Voto Importa, com pedido até 20 dias antes; para o 2º turno, procure o cartório. Também com sinal de atenção: votar é impossível ou muito difícil? Sem multa; peça ao juiz eleitoral.

Quadro com ícone de cabeça de perfil: “Deficiência intelectual e autismo”. Votar é direito de todos: a curatela não retira o direito ao voto. Pessoas autistas: atendimento prioritário, sem cadastro prévio. Pessoa de confiança pode ajudar, inclusive na cabine, se for indispensável. Mães e pais com filho ou filha com deficiência ou autismo têm preferência. Pode levar colinha de papel e usar apoio não eletrônico, como abafador de ruído.

Mais abaixo, um quadro branco com borda vermelha, dividido em duas partes.

À esquerda, sob o título vermelho “Não pode”, três itens com X vermelho. Acompanhante a serviço da Justiça Eleitoral, de partido, federação ou coligação. Entrar na cabine com celular ou câmera. Alguém decidir por você; o voto é seu.

À direita, sob o título “Direito desrespeitado?”, três passos numerados. Um: fale com o presidente da mesa. Dois: procure o juiz eleitoral da zona. Três: registre na Ouvidoria do TRE ou do TSE.

No rodapé, em letras amarelas grandes: “Direito não é favor”. Abaixo, em branco: “Informe-se. Vote. Exerça sua cidadania.” Em seguida, uma caixa branca com a assinatura “IDECON”, em azul, e o texto “Instituto de Estudos Jurídicos e Diálogos Constitucionais, ideconinstituto.com.br, @idecon.instituto”. Por fim, em letras pequenas: “Fontes: TSE, Resolução TSE nº 23.759/2026, série Manual do Eleitor 2026 e estatísticas do eleitorado; TRE-SP; Lei nº 13.146/2015, art. 85; Diário PcD; Agência Brasil.”

Fim da descrição.

Serviço

Primeiro turno: 4 de outubro de 2026
Eventual segundo turno: 25 de outubro de 2026.

Fontes: TSE, Resolução nº 23.759/2026, Resolução nº 23.753/2026 e material do IDECON. O post analisado também indica Diário PcD e Agência Brasil entre suas fontes.

https://diariopcd.com.br/eleicoes-2026-terao-recorde-de-eleitoras-e-eleitores-com-deficiencia-e-mais-secoes-acessiveis/

Fonte Postado Pôr Antonio Brito 

IBGE confirma desigualdades no acesso ao trabalho, educação, renda e moradia entre pessoas com deficiência

IBGE confirma desigualdades no acesso ao trabalho, educação, renda e moradia entre pessoas com deficiência

Segunda edição de estudo nacional mostra que pessoas com deficiência enfrentam taxas mais elevadas de analfabetismo, menor participação no mercado de trabalho e renda inferior à população sem deficiência

O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou nesta sexta-feira (18) a segunda edição do estudo “Pessoas com Deficiência e as Desigualdades Sociais no Brasil”, reunindo indicadores sobre educação, trabalho, renda, moradia, transporte, participação social e outros aspectos das condições de vida da população com deficiência.

Os dados têm como principal referência o Censo Demográfico de 2022, que identificou 14,4 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, aproximadamente 7,3% da população. O levantamento também utiliza informações de outras bases oficiais, incluindo Censo Escolar, Censo da Educação Superior, dados do Tribunal Superior Eleitoral e outros índices brasileiros.

Deficiências no Brasil

O IBGE define que entre as pessoas com deficiência, a visual atinge 4,0% da população. Em seguida vêm as dificuldades para caminhar ou subir degraus (2,6%) e para pegar objetos pequenos (2,0%). Dificuldades associadas a funções mentais e a mais de uma limitação simultânea aparecem empatadas, com 1,4% cada, e a dificuldade para ouvir atinge 1,3% da população.

Educação

Entre os indicadores apresentados, um dos destaques está na educação. Segundo os dados divulgados pelo IBGE, 12,2% das pessoas com deficiência entre 15 e 29 anos eram analfabetas, enquanto entre os jovens sem deficiência a taxa era de aproximadamente 1%.

A diferença é ainda maior entre pessoas com limitações relacionadas às funções mentais ou intelectuais, grupo em que a taxa de analfabetismo ultrapassa 40%, segundo a cobertura do estudo.

Os dados também apontam diferenças relacionadas à frequência e às condições de acesso à educação, colocando em evidência a distância entre a matrícula escolar e a garantia de condições adequadas para a permanência e a aprendizagem dos estudantes com deficiência.

Mercado de trabalho e renda

No mercado de trabalho, a diferença também aparece de forma expressiva.

Em 2022, 29% das pessoas com deficiência com 14 anos ou mais estavam ocupadas, contra 55,8% das pessoas sem deficiência. A diferença foi de 26,8 pontos percentuais. Entre as pessoas com deficiência profunda, o nível de ocupação caiu para 21,2%.

A desigualdade também aparece na renda. O rendimento médio mensal do trabalhador com deficiência foi de R$ 2.053, enquanto o trabalhador sem deficiência recebeu, em média, R$ 2.890.

Outro dado apresentado pelo levantamento mostra que as pessoas com deficiência ocupavam apenas 2,5% dos cargos gerenciais. A participação na contribuição previdenciária também era menor: 57,9%, contra 67,7% entre trabalhadores sem deficiência.

Entre as mulheres com deficiência, o nível de ocupação era de 24,4%, abaixo dos 35,4% registrados entre homens com deficiência.

Pobreza

Os indicadores também mostram diferenças socioeconômicas importantes. Em 2022, 33,2% das pessoas com deficiência estavam abaixo da linha de pobreza. Entre crianças com deficiência, o percentual chegava a 60,9%, contra 52,5% entre crianças sem deficiência.

Nos domicílios com pessoas com deficiência, o trabalho representava 55,7% da renda total, enquanto aposentadorias, pensões e benefícios sociais respondiam por 44,3%. Nos domicílios sem pessoas com deficiência, o trabalho correspondia a 78,4% da renda.

Moradia e acessibilidade

O levantamento também identifica diferenças nas condições de moradia. Segundo os dados divulgados pelo IBGE, 56,6% das pessoas com deficiência tinham acesso simultâneo a serviços de saneamento básico, ante 60,2% da população sem deficiência.

A acessibilidade no entorno dos domicílios também aparece entre os indicadores analisados. Apenas 12,9% dos domicílios onde vivem pessoas com deficiência contavam com rampas nas proximidades, de acordo com os dados destacados na divulgação.

Participação política

O estudo também reúne informações sobre participação política. Dados referentes às eleições municipais mostram redução na presença de pessoas com deficiência entre vereadores e prefeitos eleitos entre 2020 e 2024.

Um retrato que amplia o debate sobre inclusão

A segunda edição do estudo do IBGE apresenta um retrato multidimensional das condições de vida das pessoas com deficiência no país, permitindo observar as diferenças em áreas como educação, trabalho, renda, moradia, acessibilidade e participação social.

Os números divulgados nesta sexta-feira também chegam em meio a questionamentos apresentados pela ANAPcD sobre diferenças entre estatísticas anteriores do próprio IBGE. A entidade havia solicitado esclarecimentos sobre a diferença entre os 18,6 milhões de pessoas com deficiência apontados pela PNAD 2022 e os 14,4 milhões registrados pelo Censo 2022, além da forma como os 2,4 milhões de pessoas autistas identificadas no Censo são contabilizados. O Diário PcD também procurou o IBGE sobre esses questionamentos e, até o fechamento da reportagem anterior, não havia recebido resposta do Instituto.

A nova publicação do IBGE, portanto, acrescenta novos indicadores ao debate sobre as condições de vida da população com deficiência no Brasil, enquanto permanecem em acompanhamento questões metodológicas e estatísticas apresentadas anteriormente pela sociedade civil.

Fonte https://diariopcd.com.br/ibge-confirma-desigualdades-no-acesso-ao-trabalho-educacao-renda-e-moradia-entre-pessoas-com-deficiencia/

Postado Pôr Antonio Brito 

CT Paralímpico é palco das finais do Brasileiro de rúgbi em CR nesta sexta-feira; SporTV transmite

Jogo da Série Ouro entre Minas e Vikings do Campeonato Brasileiro de rúgbi em cadeira de rodas 2026, no CT Paralímpico | Marcello Zambrana/ABRC

*Nota atualizada em 02/10/2026, às 9h50

O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), em São Paulo, recebe nesta sexta-feira, 2, as finais da 18ª edição do Campeonato Brasileiro de rúgbi em cadeira de rodas. A competição é dividida entre as Séries Ouro e Prata. A decisão da primeira divisão, entre IREFES (ES) e Santer (RJ), será transmitida pelos canais SporTV, às 18h (horário de Brasília).

Nesta quinta-feira, 1º, foram disputadas as semifinais da Série Ouro. O IREFES (ES) garantiu vaga na decisão ao vencer o Minas (MG) por 58 a 31; na outra semi, o Santer venceu o Ronins (SP) por 51 a 42, carimbando o passaporte para a grande final. Minas e Ronins disputam o bronze nesta sexta-feira, às 14h30.

Também nesta sexta-feira, pela manhã, serão disputadas as partidas que definem do quinto ao oitavo colocados. A equipe que terminar na última colocação disputará Série Prata em 2027.

Fase final da Série Prata
A Série Prata conta com seis equipes: Avalanche (MA), Arretados (PB), BSB (DF), CETEFE Lobos (DF), Lampiões (PE) e Movimento Superação de Bebedouro (MSB-SP). A final da segunda divisão será realizada nesta sexta-feira, às 15h.

Na Série Prata, as equipes se enfrentam em turno único, no sistema de todos contra todos. Ao fim da fase classificatória, os dois primeiros colocados avançam diretamente para a final, enquanto o terceiro colocado fica com a medalha de bronze. O campeão garante o acesso à Série Ouro em 2027.

Todos os jogos são abertos ao público e têm entrada gratuita no CT Paralímpico. Os confrontos também são transmitidos pelo canal da Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC) no YouTube.

Campeonato Brasileiro
O Campeonato Brasileiro de rúgbi em cadeira de rodas foi realizado pela primeira vez em 2008 e é disputado anualmente desde então, com exceção de 2020, quando não foi realizado em razão da pandemia de Covid-19. O torneio é o mais antigo da modalidade no país.

A primeira edição aconteceu em Niterói (RJ) e contou com três equipes: ADEACAMP, Guerreiros da Inclusão e Rio Quad Rugby, que conquistou o título e se tornou a primeira campeã brasileira.

O Minas Quad Rugby é o maior vencedor da competição, com cinco títulos, conquistados em 2016, 2017, 2018, 2019 e 2022. Na sequência aparece a ADEACAMP, com quatro troféus, em 2009, 2010, 2011 e 2012.

O atual campeão é o Ronins, que conquistou seu primeiro título nacional em 2025.
A segunda divisão do Campeonato Brasileiro teve sua primeira edição em 2011, com o Santer Vikings como campeão. BSB Quad Rugby e IREFES/SESPORT (ES) são os maiores vencedores da competição, com quatro títulos cada.

O BSB Quad Rugby foi campeão em 2012, 2018, 2021 e 2023. Já o IREFES/SESPORT conquistou os títulos de 2014, 2016, 2019 e 2025.

Confira os confrontos da Série Ouro:
1/10

9h30 – Cruzamento 5º-8º lugar: Gladiadores 57 x 34 Drakkar
11h30 – Cruzamento 5º-8º lugar: Gigantes 57 x 31 ADEACAMP
15h – Semifinal 1: IREFES 58 x 31 Minas
17h – Semifinal 2: Santer 51 x 42 Ronins

2/10
09h30 –Disputa de 7º lugar
11h30 –Disputa de 5º lugar
14h30 – Disputa do bronze
18h00 – Final

Confira os confrontos da Série Prata:
1/10

9h – BSB 53 x 43 CETEFE Lobos
11h – MSB 58 x 22 Arretados
14h – Lampiões 45 x 22 Avalanche
16h – MSB 60 x 37 BSB

2/10
09h00 – Jogo 14: CETEFE Lobos x Avalanche
11h00 – Jogo 15: Arretados x Lampiões
15h00 – Jogo 16: Final

Serviço
Campeonato Brasileiro de rúgbi em cadeira de rodas
Datas:
de 27 de setembro a 2 de outubro
Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB)
Endereço: Rodovia dos Imigrantes KM 11,5 – Vila Guarani – São Paulo

*Com informações da Associação Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas (ABRC)

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do rúgbi em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/ct-paralimpico-e-palco-das-finais-do-brasileiro-de-rugbi-em-cr-nesta-sexta-feira-sportv-transmite/

Postado Pôr Antonio Brito 

Realidade da comunicação da Pessoa com Deficiência

A tecnologia, como o WhatsApp e o teclado TIX, tem revolucionado a comunicação para pessoas com deficiência, proporcionando independência. O texto destaca o uso de smartphones por cegos, o teclado adaptado para pessoas com paralisia cerebral e as CILs, que facilitam a comunicação de surdos. O WhatsApp, em especial, se tornou uma ferramenta vital para a comunicação diária e até mesmo para denúncias em delegacias e no Disque 100.

Realidade da comunicação da Pessoa com Deficiência

Se uma pessoa cega diz que leu um livro, o que lhe vem à mente? O Braille? Sim, a pessoa pode ter se utilizado do processo de escrita e leitura baseado nas combinações de pontos em relevo que representam as letras do alfabeto e sinais de pontuação, mas como esquecer que estamos na era digital? Para quem não sabe, cego utiliza smartphone com tecla “touch”, e por meio da comunicação via internet consegue até conversar com um surdo remotamente.

Independência das pessoas sem coordenação fina na comunicação. Gleisinho, formado em ciências da computação pela Universidade de Itaúna/MG, possui paralisia cerebral, tendo comprometimento da fala, da coordenação motora fina e do equilíbrio do corpo. Isso não foi impedimento para que ele criasse um teclado iconográfico combinatório, que pode ser utilizado por quem não possui coordenação fina ou não tem mãos. São utilizados ícones com figuras, e por meio desse teclado (que também funciona como mouse) o usuário pode realizar tarefas como digitação, acesso à internet e acesso a outros programas, da mesma forma que um teclado comum. Além do mais pode ser ligado à saída USB de qualquer computador.

O teclado TIX, produzido pela TIX Tecnologia Assistiva LTDA, atende pessoas com muitas outras deficiências, como é o caso pessoas com síndrome de Down, tetraplegia, paralisia cerebral, até mesmo autistas. https://youtu.be/PcQWZj6_i1w

Conversa de ouvintes com surdos através de ligação telefônica. As Centrais de Interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) são parte da política desenvolvida pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. São parcerias com Estados e Municípios, que promovem auxílio no atendimento das pessoas com deficiência auditiva nos serviços públicos, médicos, jurídicos e policiais com intérprete de LIBRAS e traslado (no caso de comparecimento pessoal do tradutor/intérprete no local do atendimento).

A prestação de serviços das CILs (as Centrais de Intepretação em LIBRAS) não é padronizada, ou seja, o Governo do Distrito Federal, Governo de Alagoas, Governo de Sergipe, Municípios de Manaus, Goiânia e diversos outros Municípios e Estados da Federação que implantaram uma CIL oferecem tipos de serviços diferentes entre si pois há certa autonomia na organização de cada Central.

No Município de São Paulo, a Central de Intermediação em LIBRAS realiza a mediação na comunicação dos surdos com ouvintes no atendimento em qualquer serviço público instalado na Cidade de São Paulo. O serviço é coordenado pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, é gratuito e disponível para atendimento durante 24 horas por dia nos 7 dias da semana. https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/pessoa_com_deficiencia/central_de_libras/index.php?p=203752

Testamos o serviço on-line, no qual a pessoa surda realizou download do aplicativo “CIL – SMPED” e acionou a CIL via smartphone. Em poucos minutos a Central entrou em contato com o ouvinte via ligação telefônica, fornecendo um tradutor/intérprete de LIBRAS que se comunicava com o surdo via vídeo. Desde 2019 usuários surdos da CIL do Município de São Paulo não mais necessitam utilizar seus pacotes de dados para o uso do aplicativo, uma medida junto aos usuários mais carentes tendo em vista que a utilização desse recurso via celular consome, em média, 100Mb por videochamada. Servidores públicos municipais também podem baixar o aplicativo em seus smartphones para usá-lo quando tiverem que atender um munícipe que só se comunique em LIBRAS. Infelizmente os servidores não estão familiarizados com o serviço, o que faz com que o acionamento deste ocorra quase sempre por parte da pessoa surda.

Outra questão problemática é a utilização para atendimentos bancários. Muitos bancos não aceitam esse tipo de comunicação por tradução/interpretação por entenderem que pode haver alguma fraude.

WhatsApp – revolução para a Pessoa com Deficiência. Com a internet, mais especificamente as redes sociais, a troca de informações se tornou algo fácil e extremamente veloz. Segundo o site MOBILE TIME, em parceria com a OPINION BOX, o WhatsApp é o aplicativo mais utilizado por brasileiros. O entrevistado Cleverton Luís de Barros, graduado em Ciências da Computação, Customer Experience (relacionamento entre a rádio curitibana Mundo Livre FM e ouvintes por diversos canais), que é cego, fala sobre sua experiência com o aplicativo: “o WhatsApp facilitou muito a comunicação entre as pessoas, mas teve um grau ainda maior para as Pessoas com Deficiência. Eu consigo usar no meu celular, smartwatch, tablet e computador. Lembro quando era comum o envio de mensagens somente via SMS, muitos amigos com deficiência tinham dificuldade para digitar a mensagem, manter uma conversa era quase impossível, outros tinham dificuldade para mandar materiais por e-mail ou em outras plataformas, no Whats com alguns toques conseguimos fazer isso facilmente”.

Ele explica que a maioria dos leitores de tela fazem uma boa leitura dentro do WhatsApp, até reconhecendo a maioria dos emojis e figuras, se é que já não reconhecem todos. Aplicativos e a opção de alternância do teclado para uso no WhatsApp possibilitam a conversão de áudio em texto. Quem diria que hoje seria possível um surdo se comunicar com um cego remotamente e ainda com a dispensa de intérprete? Isso é o que as conversões de texto em áudio e áudio em texto possibilitam.

Cleverton completa que o WhatsApp tem um papel importante na questão educacional pois é um meio simples para disseminação de conteúdo e material de estudos. Harry Adams, graduado em Letras LIBRAS pela UFSC, educador no Museu da Inclusão (unidade museológica vinculada à Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo), ator da série Crisálida (Netflix), que é surdo, esclarece que: “os surdos no passado tinham que depender das pessoas ouvintes (pais, tios, avós) para fazer ligação, falar com o banco, etc. Hoje já está tudo bem facilitado, os surdos podem conversar (inclusive com outros surdos que se utilizem apenas das LIBRAS), agendar consultas médicas, pedir pizza, tudo através do WhatsApp”. Gleisinho, criador do teclado TIX, nos conta que com a paralisia cerebral a dificuldade para falar é grande, então hoje só conversa através da digitação no WhatsApp.

Atualmente o aplicativo é meio de comunicação para atendimento em Delegacias de Polícia, como é o caso da Polícia Civil e Militar de Santa Catarina, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, e Centro Integrado de Operações de Segurança Pública do Rio Grande do Norte. No que diz respeito à Pessoa com Deficiência, a utilização do Disque 100 (denúncias de violações aos Direitos Humanos) via WhastApp é uma novidade que facilita a comunicação, especialmente para a Pessoa com Deficiência que possui dificuldade de se utilizar de outros meios de comunicação, além do mais, o recurso que permite anexar vídeos, imagens e áudios facilita a investigação. Para oferecer uma denúncia, esclarecer dúvidas e registrar reclamações basta entrar em contato com o número de WhatsApp: (61) 99656-5008. É a tecnologia fazendo a diferença especialmente na vida da Pessoa com Deficiência.

* Hegle Machado Zalewska é Advocacy; Comunicadora; Desenvolvedora de Projetos; Produtora de Conteúdo de Políticas Públicas; Advogada Especializada em Direito Digital. E-mail: heglemz@yahoo.com.br

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=de2d8ff9-2b4c-4117-aebc-ed9311726286

Postado Pôr Antonio Brito 

01/10/2026

Crédito Acessibilidade: governo anuncia linha às 18h36 do último dia de vigência da portaria

Crédito Acessibilidade: governo anuncia linha às 18h36 do último dia de vigência da portaria

MDHC publicou orientação sobre financiamento de tecnologias assistivas no mesmo dia em que terminou a validade da Portaria que autoriza as operações subvencionadas para todo o público. Diário PcD questionou o governo sobre a situação e aguarda resposta.

Uma publicação do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) colocou novamente o Crédito Acessibilidade em evidência justamente no dia em que terminou a vigência da Portaria MF nº 2.276, de 8 de outubro de 2025 que autorizava as operações subvencionadas da linha. A informação – além de ser publicada no site oficial do órgão, foi encaminhada em Comunidade no whatsapp às 18h53

A notícia, intitulada “Crédito Acessibilidade financia tecnologias assistivas e adaptações para pessoas com deficiência”, o Ministério afirma que o Crédito Acessibilidade é uma linha destinada à aquisição de produtos e serviços de tecnologia assistiva e informa que “a linha está disponível no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal”. A publicação detalha ainda produtos que podem ser financiados, documentação, requisitos e procedimentos para contratação.

Portaria que autorizava as operações subvencionadas venceu no mesmo dia

A Portaria MF nº 2.276, de 8 de outubro de 2025, autorizou o pagamento de equalização de taxas de juros nas operações do Crédito Acessibilidade realizadas pelo Banco do Brasil e pela Caixa.

O artigo 3º da norma estabelece expressamente que “a autorização de que trata o art. 2º abrange as operações contratadas a partir da data da publicação desta Portaria até 30 de setembro de 2026”.

A norma estabelecia juros de 6% ao ano para pessoas com renda de até cinco salários mínimos e 7,5% ao ano para renda acima de cinco e até dez salários mínimos, além de prazo de até 60 meses e taxa de abertura de crédito de 0%.

Ao Diário PcD, a Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério da Fazenda, em 27 de agosto, havia afirmado que “a Secretaria do Tesouro Nacional já iniciou os procedimentos preparatórios para definição dos limites equalizáveis relativos ao período subsequente”. Até o fechamento desta matéria, também não recebemos nenhuma atualização sobre as informações de manutenção da linha de empréstimos.

E justamente nesse dia, o governo publicou que o crédito está disponível

A publicação do MDHC explica que podem ser financiados, entre outros itens, cadeiras de rodas, órteses, próteses, aparelhos auditivos, andadores, dispositivos de acessibilidade para computadores, equipamentos de comunicação e adaptações residenciais. O texto também orienta o interessado a consultar o banco para verificar valores disponíveis, taxas, prazos, documentação e demais requisitos vigentes.

O Governo criou uma linha de crédito para atender diferentes públicos de pessoas com deficiência, separando entre quem tem renda de até 5 salários mínimos e para quem recebe entre 5 e 10 salários mínimos.

A Portaria anterior previa 6% a.a. (seis por cento ao ano), para mutuários com renda mensal de até cinco salários mínimos; e 7,5% a.a. (sete inteiros e cinco décimos por cento ao ano), para mutuários com renda mensal acima de cinco salários mínimos e até dez salários mínimos.

Na noite desta quarta-feira, 30, o MDHC informou que “pessoas físicas com renda mensal de até dez salários mínimos podem solicitar o financiamento, conforme as regras estabelecidas pela Portaria Interministerial ME/MCTI/MMFDH n.º 10.321, de 6 de dezembro de 2022. Os recursos devem ser utilizados para aquisição dos bens e serviços de tecnologia assistiva previstos na regulamentação, incluindo equipamentos, produtos e adaptações voltados à acessibilidade”.

Até o encerramento desta matéria, o MDHC, Ministério da Fazenda, Banco do Brasil e Caixa Economica Federal não respondem aos questionamentos encaminhados pelo Diário PcD.

Como o governo pode anunciar, no último dia de vigência da portaria que autorizava as operações subvencionadas, que o Crédito Acessibilidade está disponível, sem informar ao público se uma nova portaria já foi publicada ou se haverá continuidade das mesmas condições a partir de 1º de outubro?

O comunicado deveria – ao mínimo, citar se uma nova portaria será publicada – quando; se as condições de juros subsidiados serão mantidas; se as operações poderão ser contratadas normalmente a partir de 1º de outubro; se os bancos já receberam autorização para novas operações e qual o motivo da comunicação pública sobre a disponibilidade da linha horas antes do fim da vigência da norma anterior.

Governo já havia sinalizado continuidade em 2025

Há ainda um elemento que aumenta a expectativa.

Em outubro de 2025, quando a portaria anterior foi renovada, o próprio MDHC anunciou que havia trabalhado com o Ministério da Fazenda para garantir a continuidade do Crédito Acessibilidade.

Na ocasião, o Ministério afirmou que a renovação permitia aos bancos retomar as operações e destacou a importância da linha para financiar tecnologias assistivas destinadas à autonomia e inclusão das pessoas com deficiência.

Em 2026, o próprio MDHC também realizou uma consulta pública para atualizar a lista de bens e serviços de tecnologia assistiva financiáveis, indicando que a política estava em processo de revisão e aperfeiçoamento. Segundo o Ministério, após a consulta o texto seria submetido ao Conade antes da publicação de uma nova portaria.

O que a pessoa com deficiência deve fazer agora?

Diante da falta de uma explicação pública sobre a transição, a orientação mais segura é não presumir que as condições da Portaria nº 2.276/2025 continuam automaticamente válidas.

Quem pretende contratar o crédito deve consultar diretamente o Banco do Brasil ou a Caixa e verificar:

qual taxa está sendo aplicada, qual prazo está disponível, se a operação está sendo efetivamente contratada e quais regras estão vigentes a partir de 1º de outubro.

O próprio MDHC recomenda que o interessado consulte a instituição financeira para verificar valores, taxas, prazos, documentação e demais requisitos.

Uma publicação que gera perguntas

O ponto central desta reportagem não é afirmar que o governo “acabou” com o Crédito Acessibilidade.

É outro.

Por que publicar, às 18h34 do último dia de vigência da portaria que autorizava as operações subvencionadas, uma comunicação afirmando que a linha está disponível, sem explicar claramente ao cidadão o que acontece a partir do dia seguinte?

Essa é a pergunta que o Diário PcD encaminhou ao Governo Federal.

Até o momento, não houve resposta.

E enquanto não houver uma nova regulamentação ou esclarecimento oficial sobre as condições para novas operações, permanece uma dúvida concreta para milhares de pessoas que dependem de tecnologia assistiva:

O crédito continua. Mas em quais condições?

O Diário PcD continuará acompanhando e atualizará esta reportagem caso o Governo Federal encaminhe esclarecimentos.

Diário PcD — Nada sobre nós, sem nós.


🔥 Sugestões de manchete

Eu usaria uma destas três:

1. Mais forte e factual:

Crédito Acessibilidade: governo anuncia linha às 18h34 do último dia de vigência da portaria

2. Mais provocativa:

Crédito Acessibilidade: governo anuncia financiamento horas antes de vencer a portaria que garantia o subsídio

3. Mais jornalística:

Crédito Acessibilidade entra em zona de dúvida: governo anuncia linha no último dia de vigência da portaria

Minha escolha para o Diário PcD é a nº 2, mas com uma ressalva técnica: eu usaria “garantia o subsídio” somente se estivermos nos referindo especificamente à autorização de equalização prevista na Portaria 2.276/2025. A norma autorizava o pagamento de equalização; não era, por si só, a criação da política de crédito.

Subtítulo:
MDHC publicou orientação às 18h34 de 30 de setembro afirmando que o Crédito Acessibilidade está disponível no BB e na Caixa; Diário PcD questionou o governo sobre a continuidade das operações e ainda aguarda resposta.

Fonte https://diariopcd.com.br/credito-acessibilidade-governo-anuncia-linha-as-18h36-do-ultimo-dia-de-vigencia-da-portaria/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção Brasileira de halterofilismo estreia no Open das Américas com 25 atletas em busca de marcas para LA 2028

Equipe mista do Brasil no Mundial de halterofilismo Cairo em 2025 | Foto: Alessandra Cabral/CPB

A Seleção Brasileira de halterofilismo estreia no Open das Américas neste domingo, 4, com 25 atletas. A competição será realizada até quinta-feira, 8, na Cidade do México, no México.

O torneio integra o calendário obrigatório do World Para Powerlifting, braço do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) responsável pela modalidade, e tem marcas válidas para o ranking classificatório dos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

CONFIRA A CONVOCAÇÃO COMPLETA

Segundo o treinador-chefe da Seleção Brasileira, Valdecir Lopes, a meta é que todos os atletas brasileiros terminem a competição entre os dez primeiros colocados do ranking mundial de suas respectivas categorias.

“Estamos indo com força máxima, após meses de muitos treinos, para que todos os atletas fiquem entre os dez melhores colocados no ranking mundial de cada categoria. Dessa forma, ganhamos fôlego para as próximas competições obrigatórias, para chegarmos com tudo nos Jogos de Los Angeles”, explicou Valdecir.

A corrida por vagas para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028 segue até julho de 2028. Ao fim do processo classificatório, apenas os oito primeiros colocados do ranking de cada categoria garantem vaga nos Jogos Paralímpicos.

Entre os convocados estão a mineira Lara Lima, a paulista Mariana D’Andrea e a carioca Tayana Medeiros, que conquistaram a medalha de ouro por equipes no Campeonato Mundial de 2025, realizado no Cairo, no Egito.

As três também já conquistaram medalhas paralímpicas. Tayana foi campeã na categoria até 86kg, Lara conquistou o bronze na categoria até 41kg em Paris 2024, e Mariana é bicampeã paralímpica, com títulos em Tóquio 2020 e Paris 2024, na categoria até 73kg.

No masculino, o mineiro Marco Túlio, medalhista de bronze na categoria até 49kg, e o carioca Gustavo Amaral, medalhista de prata na categoria acima de 107kg, também no Mundial do Cairo, terão a oportunidade de avançar no ciclo classificatório para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles.

A Seleção Brasileira já está no México, onde realiza os últimos treinamentos antes do início do Open das Américas.

Patrocínios
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do halterofilismo

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Mariana D’Andrea, Marco Túlio, Tayana Medeiros e Lara são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
A atleta Mariana D’Andrea integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-halterofilismo-estreia-no-open-das-americas-com-25-atletas-em-busca-de-marcas-para-la-2028/

Postado Pôr Antonio Brito 

Ex-atleta com doença rara perde autonomia e enfrenta interrupções no tratamento de saúde

Ex-atleta com doença rara perde autonomia e enfrenta interrupções no tratamento de saúde

Diagnosticada com Síndrome de Fabry, Kariny relata troca de hospitais, suspensão de home care, internação em UTI e dificuldades para manter o atendimento enquanto aguarda solução judicial.

Aos 28 anos, a ex-atleta Kariny Maria Faustino Assumpção, moradora da Zona Leste de São Paulo, vive uma realidade muito diferente daquela que projetava para o futuro. Diagnosticada com Síndrome de Fabry, doença genética rara que pode comprometer órgãos vitais e provocar dores neuropáticas intensas, ela perdeu a autonomia e passou a depender de cuidados contínuos.

Os primeiros sinais graves surgiram em 2021, quando Kariny perdeu os movimentos da perna direita. Após anos de investigação, o diagnóstico foi confirmado em 2024, depois de uma internação provocada por uma queda e um quadro intenso de sangramento urinário.

Desde então, segundo o relato da paciente, o tratamento tem sido marcado por mudanças sucessivas na rede de atendimento do plano de saúde, com passagens por diferentes hospitais e interrupções no acompanhamento especializado. Kariny afirma que, quando começava a estabelecer seu tratamento em uma unidade, precisava novamente procurar outro serviço e reapresentar todo o histórico médico.

O caso se agravou após a interrupção do home care, que oferecia acompanhamento multidisciplinar em casa. Segundo Kariny, a suspensão ocorreu em meio a problemas de repasses financeiros entre empresas envolvidas na operação de seu plano de saúde.

Sem a assistência domiciliar, a paciente relata ter desenvolvido uma grave infecção relacionada ao uso de cateter, seguida de trombose e embolia pulmonar bilateral, o que levou à internação em UTI.

O episódio também expôs um conflito envolvendo três operadoras de planos de saúde. Comunicados das empresas mencionaram mudanças administrativas, reorganização da operadora e alterações na gestão assistencial e na rede credenciada. Kariny, porém, afirma que não teria recebido comunicação adequada sobre as mudanças e precisou buscar informações por conta própria.

Enquanto aguarda o andamento das medidas judiciais, a ex-atleta permanece em casa, convivendo com episódios de dor e desmaios e contando principalmente com o apoio da mãe, de 72 anos.

“Chegar aos 28 anos com uma mãe de 72, a gente imagina que estaria cuidando dela, e não ela cuidando de mim”, afirma Kariny.

Diante das dificuldades para manter o atendimento pelo plano de saúde, ela passou a buscar assistência na rede pública. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, Kariny é acompanhada pela UBS Vila Antonieta, recebe atendimento médico e multiprofissional e tem encaminhamentos para especialistas.

A SMS também informou que havia avaliação com geneticista prevista e que o caso poderia ser analisado pelo Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), do programa Melhor em Casa, além de encaminhamento para serviço especializado em genética médica da Unifesp.

E as questões sobre seu plano segue na justiça esperando solução!

Ex-atleta com doença rara perde autonomia e enfrenta interrupções no tratamento de saúde

Diagnosticada com Síndrome de Fabry, Kariny relata troca de hospitais, suspensão de home care, internação em UTI e dificuldades para manter o atendimento enquanto aguarda solução judicial.

Aos 28 anos, a ex-atleta Kariny Maria Faustino Assumpção, moradora da Zona Leste de São Paulo, vive uma realidade muito diferente daquela que projetava para o futuro. Diagnosticada com Síndrome de Fabry, doença genética rara que pode comprometer órgãos vitais e provocar dores neuropáticas intensas, ela perdeu a autonomia e passou a depender de cuidados contínuos.

Os primeiros sinais graves surgiram em 2021, quando Kariny perdeu os movimentos da perna direita. Após anos de investigação, o diagnóstico foi confirmado em 2024, depois de uma internação provocada por uma queda e um quadro intenso de sangramento urinário.

Desde então, segundo o relato da paciente, o tratamento tem sido marcado por mudanças sucessivas na rede de atendimento do plano de saúde, com passagens por diferentes hospitais e interrupções no acompanhamento especializado. Kariny afirma que, quando começava a estabelecer seu tratamento em uma unidade, precisava novamente procurar outro serviço e reapresentar todo o histórico médico.

O caso se agravou após a interrupção do home care, que oferecia acompanhamento multidisciplinar em casa. Segundo Kariny, a suspensão ocorreu em meio a problemas de repasses financeiros entre empresas envolvidas na operação de seu plano de saúde.

Sem a assistência domiciliar, a paciente relata ter desenvolvido uma grave infecção relacionada ao uso de cateter, seguida de trombose e embolia pulmonar bilateral, o que levou à internação em UTI.

O episódio também expôs um conflito envolvendo três operadoras de planos de saúde. Comunicados das empresas mencionaram mudanças administrativas, reorganização da operadora e alterações na gestão assistencial e na rede credenciada. Kariny, porém, afirma que não teria recebido comunicação adequada sobre as mudanças e precisou buscar informações por conta própria.

Enquanto aguarda o andamento das medidas judiciais, a ex-atleta permanece em casa, convivendo com episódios de dor e desmaios e contando principalmente com o apoio da mãe, de 72 anos.

“Chegar aos 28 anos com uma mãe de 72, a gente imagina que estaria cuidando dela, e não ela cuidando de mim”, afirma Kariny.

Diante das dificuldades para manter o atendimento pelo plano de saúde, ela passou a buscar assistência na rede pública. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, Kariny é acompanhada pela UBS Vila Antonieta, recebe atendimento médico e multiprofissional e tem encaminhamentos para especialistas.

A SMS também informou que havia avaliação com geneticista prevista e que o caso poderia ser analisado pelo Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), do programa Melhor em Casa, além de encaminhamento para serviço especializado em genética médica da Unifesp.

E as questões sobre seu plano segue na justiça esperando solução!

Fonte https://diariopcd.com.br/ex-atleta-com-doenca-rara-perde-autonomia-e-enfrenta-interrupcoes-no-tratamento-de-saude/

Postado Pôr Antonio Brito 

Centro-Norte conquista Campeonato Brasileiro de futebol de cegas no CT Paralímpico

Atletas da equipe Centro-Norte comemoram o título do Campeonato Brasileiro de futebol de cegas no CT Paralímpico | Foto: Alessandra Cabral/CPB

A equipe Centro-Norte conquistou o Campeonato Brasileiro de futebol de cegas no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, na noite desta quarta-feira, 30.

Esta foi a segunda edição da competição, com inscrição de 40 atletas divididas em quatro equipes representando regiões brasileiras: Centro-Norte, Nordeste, Sul e Sudeste.

Na final, o time campeão venceu o Sul por 1 a 0. O gol da vitória foi marcado aos 16 minutos do primeiro tempo, quando a paraibana Rafaela Paulino, após cobrança de escanteio, recebeu a bola na linha de fundo, deu um drible e encobriu a goleira adversária.

“Foi uma grande emoção ter feito este gol. Eu já vinha tentando fazer essa jogada e saiu ainda melhor do que eu imaginava. Este gol e o título são nossos. Foi um campeonato maravilhoso, com muitas atletas com um futuro grandioso pela frente. Estou muito feliz de ter conseguido este título. Espero jogar ano que vem novamente e a cada dia ter mais aprendizados com as meninas e com minha comissão técnica”, comemorou.

Rafaela, atleta da Seleção Brasileira de futebol de cegas, também falou sobre o desenvolvimento da modalidade no Brasil. “Nossa Seleção é nova, mas já estamos nos aproximando de equipes muito mais experientes, como a Argentina. Por isso acredito que temos um futuro muito grande pela frente. Vamos mostrar que o futebol feminino de cegas veio para ficar no Brasil”, afirmou.

Na manhã desta quarta-feira, Centro-Norte e Sul também se enfrentaram pela fase de grupos, com empate por 0 a 0 e vitória do Centro-Norte por 2 a 1 nos pênaltis.

A medalha de bronze foi conquistada pelo Nordeste, com vitória por 2 a 0 sobre o Sudeste na disputa pelo terceiro lugar. Os dois gols foram marcados pela paulista Sara Silva, a Sarinha, também atleta da Seleção Brasileira.

A partida também foi uma reedição de confronto realizado na manhã do mesmo dia, quando o Nordeste venceu o Sudeste por 2 a 0.

Fase de grupos

Até chegar à decisão, todas as equipes se enfrentaram na primeira fase da competição em grupo único. Cada vitória deu três pontos, enquanto o empate levou à disputa por pênaltis. A equipe vencedora após as cobranças ganhou dois pontos e a derrotada um ponto.

O Centro-Norte terminou em segundo lugar, com cinco pontos. Estreou na terça-feira, 29, com derrota para o Sudeste por 1 a 0 e, no mesmo dia, venceu o Nordeste por 1 a 0. Na manhã desta quarta-feira, 30, empatou sem gols com o Sul e venceu nos pênaltis por 2 a 1.

O Sul havia ficado com a primeira colocação e seis pontos. Além do duelo contra o Centro-Norte, a equipe teve dois jogos na terça-feira, 29. Empatou sem gols com o Nordeste e venceu nos pênaltis por 2 a 1 pela manhã. Durante a tarde, derrotou o Sudeste por 1 a 0.

Nova modalidade

O futebol de cegas é uma modalidade com desenvolvimento recente no cenário paralímpico internacional.

A Seleção Brasileira da modalidade foi formada em 2025 para disputar a Copa do Mundo de Kochi, na Índia, competição em que obteve a quarta colocação.

Em 2026, o Brasil conquistou sua primeira medalha internacional, a prata na Copa América, disputada no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro.

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do futebol de cegas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/centro-norte-conquista-campeonato-brasileiro-de-futebol-de-cegas-no-ct-paralimpico/

Postado Pôr Antonio Brito 

30/09/2026

“Só quero trabalhar”, afirma advogado autista que realizou três perícias para ser considerado apto para assumir cargo de Juiz Leigo no TJSC

"Só quero trabalhar", afirma advogado autista que realizou três perícias para ser considerado apto para assumir cargo de Juiz Leigo no TJSC

Justiça autoriza advogado autista a seguir no processo para juiz leigo no TJSC após perícia apontar capacidade. Decisão suspende laudo que havia considerado candidato inapto e garante prosseguimento no processo seletivo; caso será tema de entrevista no YouTube do Diário PcD nesta terça-feira, às 20h

Uma decisão da Justiça de Santa Catarina mudou o rumo do caso do advogado Márcio Leonardo Almeida das Virgens, autista, que havia sido considerado inapto pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) para exercer a função de Juiz Leigo Indenizado, apesar de ter sido aprovado no processo seletivo pela reserva de vagas destinada às pessoas com deficiência.

A mudança ocorreu após uma perícia psiquiátrica judicial. O perito nomeado pelo juízo examinou presencialmente o advogado, analisou seu histórico clínico e concluiu pela plena capacidade laborativa para o exercício das atribuições da função.

🔴 Acompanhe a entrevista

https://youtu.be/dDuUmDrbHPw?si=HxG5iNBKFWiCXwwg

Segundo a decisão, a perícia concluiu que o TEA nível 1, no caso concreto analisado, não acarretava incapacidade, impedimento ou prejuízo funcional para atividades como condução de audiências, presidência de conciliações, atendimento ao público e elaboração de projetos de sentença.

Confira: Justiça autoriza advogado autista a assumir função de juiz leigo no TJSC após perícia apontar capacidade – https://diariopcd.com.br/justica-autoriza-advogado-autista-a-assumir-funcao-de-juiz-leigo-no-tjsc-apos-pericia-apontar-capacidade/

De inapto a autorizado a prosseguir

A divergência entre as avaliações médicas foi um dos pontos centrais da ação. Uma avaliação anterior havia considerado Márcio apto funcionalmente. Posteriormente, a Junta Médica Oficial do TJSC concluiu pela inaptidão. Diante da diferença entre os documentos médicos, a Justiça determinou a realização de uma perícia judicial independente.

O processo envolve uma discussão mais ampla sobre como pessoas com deficiência são avaliadas para o exercício de funções profissionais e sobre a necessidade de analisar a capacidade concreta do candidato para as atribuições que deverá desempenhar.

Em reportagem anterior, o Diário PcD já havia mostrado que o caso envolvia também a discussão sobre avaliação individual, adaptações razoáveis e avaliação biopsicossocial.

🎥 Diário PcD entrevista Márcio Almeida nesta terça-feira

Para aprofundar o caso e discutir os impactos dessa decisão para as pessoas com deficiência, o Diário PcD realiza uma entrevista especial com Márcio Almeida nesta terça-feira, às 20h, no YouTube.

A conversa vai abordar a trajetória do advogado, o processo seletivo, a avaliação médica, a perícia judicial, a decisão da Justiça e, principalmente, o debate sobre capacidade, deficiência, acessibilidade e direito ao trabalho.

Fonte https://diariopcd.com.br/so-quero-trabalhar-afirma-advogado-autista-que-realizou-tres-pericias-para-ser-considerado-apto-para-assumir-cargo-de-juiz-leigo-no-tjsc/

Postado Pôr Antonio Brito 

CPB promove primeira edição do Camping Reabilitar em parceria com Instituto Lucy Montoro

Cadeira de rodas e skate posicionados perto de uma piscina | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) realiza a partir desta terça-feira, 29, o primeiro Camping Reabilitar. O evento, promovido em parceria com o Instituto Lucy Montoro de reabilitação física, acontece no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP), e vai até sexta-feira, 2 de outubro.

Durante o período no CT, os cerca de 20 participantes do evento passam por testes e classificação físicas, e são acompanhados por uma equipe multidisciplinar.

Além disso, eles têm a chance de experimentar quatro modalidades paralímpicas: natação, tênis de mesa, paraesgrima e tiro com arco. A programação do Camping inclui, ainda, palestras nas áreas de Nutrição e Psicologia Esportiva.

Uma das palestras será ministrada pela bicampeã paralímpica Beth Gomes. A atleta paulista, da classe F53 (atletas que competem sentados) conquistou duas medalhas de ouro no lançamento de disco – em Paris 2024 e em Tóquio 2020 –, além da prata no arremesso de peso em Paris 2024.

Projeto Reabilitar
O Reabilitar é uma parceria entre o CPB e o Instituto Lucy Montoro estabelecida em 2023, com o objetivo de apresentar o esporte paralímpico a pessoas de 18 a 35 anos com deficiências adquiridas.

Patrocínio
A CAIXA, as Loterias CAIXA, a Braskem e a ASICS são as patrocinadoras oficiais do atletismo.
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais da natação.
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tênis de mesa.
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais da paraesgrima.
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
A atleta Beth Gomes é integrante do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
A atleta Beth Gomes integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-promove-primeira-edicao-do-camping-reabilitar-em-parceria-com-instituto-lucy-montoro/

Postado Pôr Antonio Brito