05/09/2026

Candidaturas de pessoas autistas crescem mais de cinco vezes nas eleições de 2026

 

Número passou de 13, em 2022, para 70 neste ano, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

O número de candidaturas de pessoas que se declaram autistas aumentou mais de cinco vezes entre as eleições gerais de 2022 e as de 2026. Os pedidos de registro passaram de 13 para 70 no período.

Dos 70 candidatos, 39 disputam vagas de deputado estadual, 22 concorrem à Câmara dos Deputados, cinco à Câmara Legislativa do Distrito Federal, três são candidatos a vice-governador e um concorre como primeiro suplente ao Senado.

O movimento ocorre em sentido contrário ao número total de candidaturas nas eleições gerais. Os registros caíram de 29.262, em 2022, para 20.829 neste ano. O dado ainda pode sofrer alterações com as atualizações feitas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No total, 524 candidatos declararam à Justiça Eleitoral possuir algum tipo de deficiência. São 208 com deficiência física, 112 visual, 59 auditiva e outros 145 registros em diferentes categorias, incluindo pessoas autistas.

Eleitorado com deficiência também cresce

No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, aproximadamente 1,97 milhão dos 158,74 milhões de eleitores brasileiros têm algum tipo de deficiência. Em 2022, eram 1,38 milhão, o que representa crescimento de cerca de 42%.

Para a presidente da Associação Vozes Atípicas (AVA), Simone Alli Chair, o aumento das candidaturas acompanha a maior visibilidade das pessoas autistas e de outras pessoas com deficiência.

Ela pondera, no entanto, que a presença do tema nas campanhas não significa necessariamente compromisso com políticas públicas voltadas ao segmento.

“Muitos candidatos não estão interessados em realmente nos ajudar, mas sim em arregimentar eleitores”, afirmou.

Simone também defende que as propostas sejam avaliadas não apenas pelo volume de atendimentos prometidos, mas pela qualificação dos profissionais, continuidade do acompanhamento e capacidade de oferecer serviços adequados às necessidades específicas de cada pessoa.

Segmentação eleitoral

O cientista político João Francisco Meira avalia que pautas relacionadas à neurodiversidade e aos direitos das pessoas com deficiência também funcionam como elementos de diferenciação nas disputas proporcionais.

Segundo ele, candidatos a deputado precisam se destacar em meio a um grande número de concorrentes, e temas específicos podem aproximá-los de segmentos do eleitorado que ultrapassam as divisões partidárias tradicionais.

“Alguém que não comungue com suas ideias em geral pode prestar atenção em uma determinada proposta segmentada”, explicou.

Para Meira, novos temas ganham espaço na agenda política à medida que grupos sociais passam a cobrar maior atenção do poder público e dos candidatos.

Fonte: Agência Brasil

Foto:  Tânia Rêgo

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Postagem: Heleno Trajano

Eleitores com deficiência podem pedir transporte gratuito para votar até 14 de setembro

 

Justiça Eleitoral também terá urnas com novos recursos de acessibilidade nas eleições de outubro.

Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que precisem de transporte especial para chegar ao local de votação no primeiro turno têm até 14 de setembro para solicitar o serviço à Justiça Eleitoral.

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. O transporte gratuito faz parte do programa Seu Voto Importa, instituído pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em fevereiro deste ano.

O serviço será organizado pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), por meio de acordos de cooperação. O pedido poderá ser feito presencialmente em um cartório eleitoral ou pelos canais de atendimento disponibilizados pelo TRE responsável pelo local de votação.

A solicitação pode ser apresentada pelo próprio eleitor ou por procurador legal, curador ou apoiador. Também será necessária autodeclaração ou documentação que comprove a deficiência ou dificuldade de locomoção.

Segundo dados do TSE, o número de eleitores que declararam algum tipo de deficiência passou de 141.690, em 2010, para 1.970.165 atualmente, crescimento de 1.290% em 16 anos.

Urnas terão novos recursos

As urnas eletrônicas utilizadas nas eleições deste ano também contarão com mudanças voltadas à acessibilidade.

Uma delas é a adoção da fonte Atkinson Hyperlegible, desenvolvida pelo Braille Institute para facilitar a leitura de pessoas com deficiência visual. A tela também terá uma barra de progresso fixa na parte superior para indicar ao eleitor em qual etapa da votação ele se encontra.

Os recursos com intérpretes de Libras serão ampliados. Além de indicar o cargo em votação, passarão a apresentar informações sobre voto em branco, voto nulo e voto de legenda.

A Justiça Eleitoral prevê ainda o livre ingresso e permanência de cães-guia nos locais de votação e treinamento dos mesários para atendimento de pessoas que necessitam de atenção específica, incluindo eleitores com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

“Assegurar condições para que todas as pessoas possam exercer em igualdade de condições seus direitos políticos de forma plena está no centro da missão da Justiça Eleitoral”, afirmou o diretor de Assuntos Estratégicos do TSE, William Akerman, durante audiência pública no Senado.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Postagem: Heleno Trajano

04/09/2026

Centro TEA Paulista lança telefone 0800 para direcionar suporte a pessoas autistas e famílias atípicas

Centro TEA Paulista lança telefone 0800 para direcionar suporte a pessoas autistas e famílias atípicas

Canal de atendimento gratuito funciona 24 horas e encaminha acolhimento e orientação para as unidades da Capital e de Bauru ou para o teleatendimento noturno e nos finais de semana e feriados

O Centro TEA Paulista e o Centro de Cidadania da Pessoa com Deficiência têm agora um número de telefone de ligação gratuita: 0800 6060 166, que funciona 24 horas.

Quem ligar para este número de segunda a sexta, das 08h às 18h, será direcionado para o atendimento na unidade da Capital ou de Bauru, de segunda a sexta-feira. Quem ligar das 18h às 08h, ou aos sábados, domingos e feriados, será direcionado para o serviço de teleatendimento que pode ser feito por telefone ou por videoconferência.  

O serviço 0800, além de permitir uma ligação gratuita, vai agilizar o acolhimento e suporte para as pessoas autistas, mães atípicas, pessoas com deficiência e suas famílias. 

De acordo com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), uma equipe capacitada do Centro TEA Paulista irá orientar sobre os procedimentos mais adequados que envolvem o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e auxiliar pessoas autistas ou com deficiências, famílias e responsáveis sobre como agir diante de situações inesperadas, que geralmente demandam ações ou respostas imediatas, como crises durante a madrugada ou ocorrências com agentes públicos. 

Atualmente, a equipe de teleatendimento é composta por 17 profissionais com formação superior, incluindo psicólogos, assistentes sociais e assessores jurídicos. 

O canal 0800 do Centro TEA Paulista é mais um recurso que passa a integrar a rede de atendimento especializado em todo o território paulista, desenvolvido para garantir que a rede de suporte técnico esteja cada vez mais próxima das famílias. O teleatendimento é resultado das políticas públicas estaduais voltadas à inclusão, criadas em consonância com as diretrizes do Plano Estadual Integrado para Pessoas com TEA (PEIPTEA). 

Centro TEA Paulista

O equipamento da SEDPcD foi criado com um propósito bem definido: garantir que pessoas autistas, mães atípicas e familiares encontrem um ambiente preparado para acolher, orientar e desenvolver potencialidades. Cada detalhe do espaço foi pensado para promover autonomia, desenvolvimento e qualidade de vida às famílias atípicas.

A primeira unidade foi inaugurada no dia 04 de junho de 2025, juntamente com o Centro de Cidadania da Pessoa com Deficiência, e tornou-se referência no cuidado e no atendimento às pessoas com TEA, sendo um espaço não apenas de orientações, direcionamentos e serviços, mas também um ambiente de acolhimento para várias famílias. 

Em 22 de junho de 2026 foi inaugurada a unidade de Bauru, a primeira do interior, que atende à população dos 39 municípios da região administrativa da cidade.

O Centro TEA Paulista oferece atendimento terapêutico individual e em grupo, com espaços de acolhimento psicológico e suporte emocional, explicações sobre benefícios, políticas públicas e direitos da pessoa com TEA, oficinas esportivas integrativas e de arteterapia, além de formação para profissionais e cuidadores. A estrutura inclui salas sensoriais, biblioteca especializada e quadra esportiva multiuso. 

Serviços disponíveis 

* Atendimento 24 horas;

* Mediação de conflitos e encaminhamentos jurídicos e sociais;

* Psicoterapia breve, rodas de conversa e grupos de escuta;

* Salas sensoriais adaptadas;

* Emissão da CIPTEA (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista) e da Identificação Veicular;

* Biblioteca física e digital com acervo especializado;

* Atividades de arte e cultura: oficinas de arteterapia, pintura, artesanato, leitura interativa e clube do livro;

* Atividades esportivas adaptadas: aulas regulares com foco em coordenação motora, socialização e bem-estar (basquete, vôlei, futsal, jogos lúdicos e de equilíbrio);

* Capacitação continuada: cursos, oficinas, seminários e workshops para familiares, cuidadores, profissionais da rede pública e privada;

* Polo de Empregabilidade Inclusiva (PEI): orientação para inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, oficinas de empreendedorismo e encaminhamento a oportunidades profissionais.

Fonte https://diariopcd.com.br/centro-tea-paulista-lanca-telefone-0800-para-direcionar-suporte-a-pessoas-autistas-e-familias-atipicas/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção Brasileira de halterofilismo inicia preparação para Open das Américas

Equipe feminina de halterofilismo no pódio, com Lara Aparecida de Lima, Mariana D’Andrea e Tayana Medeiros | Foto: Carol Coelho/CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CTPB), em São Paulo, recebe a 4ª Fase de Treinamento da Seleção Brasileira de halterofilismo. Ao todo, foram convocados 25 atletas que estarão na capital paulista de 6 a 11 de setembro.

Entre os convocados, estão a mineira Lara Lima, a paulista Mariana D’Andrea e a carioca Tayana Medeiros, que conquistaram a medalha de ouro por equipes no Campeonato Mundial de 2025, realizado no Cairo, no Egito.

No masculino, o mineiro Marco Túlio, medalhista de bronze na categoria até 49 kg no Mundial do Cairo, terá mais uma oportunidade de avançar no ciclo classificatório para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. Já o rondoniense Kauê Motta e o baiano Washington Bispo farão suas estreias em competições internacionais pela Seleção Brasileira.

Os treinos têm como objetivo avaliar a performance dos atletas para o Open das Américas, que será realizado na Cidade do México, no México, entre os dias 4 e 8 de outubro.

A competição integra o calendário obrigatório do World Para Powerlifting, braço do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) responsável pela modalidade, e distribui pontos para o ranking classificatório aos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

Confira a lista de atletas convocados:
Ailton de Andrade Bento de Souza
Alane Dantas de Azevedo Lima
Ana Paula Gonçalves Marques
Brenda Pepe de Souza
Caroline Fernandes Alves
Creusa Angélica Pereira Rodrigues de Castro
Cristiane Alves Reis
Edilândia Rodrigues Araujo
Gabrielle Diniz Lima
Gustavo Amaral Melo de Souza
Jean Henrique Pereira Rufino
João Maria de Franca Junior
Jose Arimateia Silva Lima
Kaue Rodrigues da Motta
Laira Cristina da Silva Guimaraes
Lara Aparecida Ferreira Sullivane de Lima
Marco Túlio de Oliveira Cruz
Maria de Fátima Costa de Castro
Maria Rizonaide da Silva
Mariana D’Andrea
Mateus de Assis Silva
Naira Celia Gomes da Cruz
Tayana de Souza Medeiros
Valeria Alves dos Santos
Washington Bispo de Souza

Patrocínios
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do halterofilismo.

Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os atletas Caroline Fernandes Alves, Edilândia Rodrigues Araujo, Jean Henrique Pereira Rufino, Lara Aparecida Ferreira Sullivane de Lima, Marco Túlio de Oliveira Cruz, Maria de Fátima Costa de Castro, Maria Rizonaide da Silva, Mariana D’Andrea e Tayana de Souza Medeiros são integrantes do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
A atleta Mariana D’Andrea integra o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-halterofilismo-inicia-preparacao-para-open-das-americas/

Postado Pôr Antonio Brito 

ELEIÇÕES 2026: ELEITORES SURDOS EM SÃO PAULO TEM LIBRAS

 

Eleitores surdos de São Paulo contam com uma central em Libras para esclarecer dúvidas sobre as eleições. O atendimento será feito por videochamada com intérpretes e também haverá acesso por QR Code nos locais de votação.

ELEIÇÕES 2026: ELEITORES SURDOS EM SÃO PAULO TEM LIBRAS

Os eleitores surdos de todo o estado de São Paulo já contam com uma central de atendimento em Língua Brasileira de Sinais para esclarecer dúvidas relacionadas ao processo eleitoral.

O serviço é resultado de uma parceria entre a Secretaria da Pessoa com Deficiência do Estado e o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e integra o programa São Paulo São Libras.

O serviço é simples. Por meio de uma videochamada, os eleitores poderão se comunicar diretamente com intérpretes de Libras e receber orientações sobre documentação, locais de votação, justificativa eleitoral, entre outros.

No período que antecede as eleições, a central poderá ser acessada pelo aplicativo do Poupatempo.

Já no dia da votação, haverão cartazes com QR Code, que estarão disponíveis nos locais de votação e que vão direcionar o eleitor diretamente para uma videochamada com um intérprete de Libras de plantão.

Esta é a segunda vez que existe Libras para pessoas surdas durante as eleições. A iniciativa busca assegurar às pessoas surdas um canal de comunicação adequado, contribuindo para que exerçam o direito ao voto com mais autonomia e segurança.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=9d6bb570-5a34-4922-8faa-a2e1fb82f8e6

Postado Pôr Antonio Brito 

31/08/2026

Egalite abre “Mês da Inclusão” com debates sobre IA, neurodiversidade e carreira com grandes corporações

Egalite abre "Mês da Inclusão" com debates sobre IA, neurodiversidade e carreira com grandes corporações

Nos dias 1º e 2 de setembro de 2026, Egalite realiza uma série de painéis online e gratuitos com grandes empresas — como Petrobras, Heineken, EY e RD Saúde

Nos dias 1º e 2 de setembro de 2026, a Egalite, startup especializada na inclusão de pessoas com deficiência, realiza uma série de painéis online e gratuitos com grandes empresas — como Petrobras, Heineken, EY e RD Saúde — para discutir tecnologia, acessibilidade e o futuro profissional de pessoas com deficiência (PcDs) no país. A iniciativa marca a abertura oficial do “Mês da Inclusão”.

O ciclo de palestras visa conectar candidatos qualificados a grandes empregadores, além de debater o letramento de lideranças e a superação de barreiras corporativas. Com transmissão aberta e acessível, o evento abordará desde a inclusão de profissionais neurodivergentes até dicas práticas de preparação de currículos para processos seletivos.

Confira a programação completa dos painéis:

  • Dia 1º de Setembro (Terça-feira): Foco em Carreira e Cultura Corporativa
    • 10h00 | Petrobras: Abertura oficial com histórias reais de protagonismo profissional e transição de carreira de colaboradores PcD.
    • 11h30 | Ypê: Debate sobre como ir além das exigências legais de cotas para criar desenvolvimento e pertencimento real.
    • 14h00 | Cofco: Soluções e boas práticas na contratação de profissionais com deficiência em postos operacionais e industriais.
    • 15h00 | Klabin: Dicas e orientações de atração de talentos para candidatos se destacarem em processos seletivos.
    • 16h00 | Cogna: Análise sobre o futuro do trabalho, habilidades mais demandadas e protagonismo de carreira.
  • Dia 2 de Setembro (Quarta-feira): Neurodiversidade e Preparação Prática
    • 10h00 | Heineken: Discussão focada na atração, acolhimento e inclusão de talentos neurodivergentes nas organizações.
    • 11h00 | Comporte: O papel da educação e do letramento corporativo para construir uma diversidade real.
    • 13h00 | EY Brasil: Apresentação do Programa Atypical, abordando metodologias práticas de inclusão de profissionais neurodivergentes e o papel do RH.
    • 14h00 | RD Saúde: Trilhas de desenvolvimento, plano de carreira e retenção de profissionais PcD no setor de varejo de saúde.
    • 15h00 | PepsiCo: Mentoria de encerramento focada em preparação para processos seletivos, entrevistas e valorização do currículo de candidatos.

Serviço: Os painéis serão transmitidos ao vivo, sem necessidade de inscrição prévia. Os interessados podem acompanhar os debates de forma gratuita e acessível acessando diretamente o portal oficial aqui.

Sobre a Egalite:

A Egalite, realizadora do Mês da Inclusão, consolidou-se como uma plataforma de tecnologia especializada na empregabilidade e inclusão de pessoas com deficiência, tendo capacitado e empregado mais de 12 mil profissionais no país. Em 2026, a HRtech inovou ao integrar Inteligência Artificial generativa para recrutamento e expandir sua atuação com consultorias de mapeamento de cargos e suporte prático. Amplamente premiada, a startup acumula reconhecimentos globais de prestígio, como o Zero Project (ONU) e o World Summit Awards (WSA), destacando-se como uma referência indiscutível no setor de impacto social e diversidade de talentos.

Fonte https://diariopcd.com.br/egalite-abre-mes-da-inclusao-com-debates-sobre-ia-neurodiversidade-e-carreira-com-grandes-corporacoes/

Postado Pôr Antonio Brito 

Parapan-Pacífico de natação: Brasil encerra competição com 16 medalhas; veja lista

Lídia Cruz e Patrícia Pereira celebram conquista de medalhas no Parapan-Pacífico, em Walnut, nos Estados Unidos | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O Brasil encerrou neste domingo, 30, a participação no Parapan-Pacífico de natação, realizado na cidade de Walnut, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, com 16 medalhas, um recorde mundial – quebrado pela paulista Alessandra Oliveira – e um recorde das Américas – quebrado pela fluminense Lídia Cruz.

A delegação brasileira contou com 16 atletas, e as medalhas foram distribuídas em sete ouros, quatro pratas e seis bronzes. O paulista Gabriel Bandeira foi o atleta que mais vezes subiu ao lugar mais alto do pódio.

“O Parapan-Pacífico teve um ótimo nível técnico, importante dentro da nossa preparação para Los Angeles 2028, já que estamos na mesma região e na mesma época do ano dos Jogos. Foi importante também para os atletas testarem a competição em piscina aberta — novidade que teremos nos jogos de Los Angeles”, analisou Felipe Silva, técnico-chefe da Seleção Brasileira.

As provas do Parapan-Pacífico foram disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série. As classificações às finais e a definição das medalhas são feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC), que atribui uma pontuação à prova de cada atleta, levando em conta o tempo e a classe.

Disputado desde 2011, o Parapan-Pacífico é aberto a nadadores de países de fora da Europa. Ela foi criada conjuntamente por Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão, com o objetivo de oferecer disputas de alto rendimento em anos nos quais não há disputa de Mundial ou Jogos Paralímpicos.

Veja todas as medalhas do Brasil:
Ouro
Gabriel Bandeira (S14) – 200m medley S6-11, 13 e 14 – 2min06s94
Gabriel Bandeira (S14) – 100m borboleta S8-14 – 55s78
Gabriel Bandeira (S14) – 200m livre S2-S5 e S14 – 1min53s21
Beatriz Flausino (S14) – 100m peito S4-S9 e S11-S14 – 1min12s43
Samuel Oliveira (S5) – 50m costas S1-S5 – 35s00
Patrícia Pereira (S3) – 50m peito S3 – 56s43
Lídia Cruz (S3) – 150m medley S3 – 2min56s31 *(recorde das Américas)

Prata
Carol Santiago (S12) – 50m livre S4, 6, 8, 10, 11 e 13 – 26s93
Alessandra Oliveira (S4) – 100m peito S4-S9 e S11-S14 – 1min40s63 *(recorde mundial)
Lídia Cruz (S3) – 50m costas S2-S5 – 49s61
Samuel Oliveira (S5) – 50m borboleta S5-S7 – 33s68

Bronze
Mariana Gesteira (S10) – 50m livre S4, 6, 8, 10, 11 e 13 – 28s42 (946)
Beatriz Flausino (S14) – 200m medley S5-11, 13 e 14 – 2min51s33 (918)
Gabriel Araújo (S2) – 50m costas S1-S5 – 54s65
Lídia Cruz (S3) – 50m peito S3 – 1min01s96
Patrícia Pereira (S3) – 150m medley S3 – 2min56s31 

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais da natação.

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Gabriel Bandeira, Gabriel Araújo, Lídia Cruz, Mariana Gesteira, Patrícia Pereira, Samuel Oliveira e são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA e da CAIXA que beneficia 141 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Alessandra Oliveira, Beatriz Flausino, Lídia Cruz, Patrícia Pereira integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 157 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/parapan-pacifico-de-natacao-brasil-encerra-competicao-com-16-medalhas-veja-lista/

Postado Pôr Antonio Brito 

A saúde dos iguais e a saúde dos privilegiados

A saúde dos iguais e a saúde dos privilegiados - OPINIÃO - * Por Wagner Balera

OPINIÃO

  • * Por Wagner Balera

Há números que informam. Outros constrangem.

Os dados divulgados acerca das despesas com assistência à saúde de senadores e ex-senadores pertencem, seguramente, à segunda categoria. O próprio Portal da Transparência do Senado registra que, no exercício financeiro de 2025, as despesas pagas com assistência à saúde em benefício de senadores, ex-senadores e respectivos grupos familiares alcançaram R$ 40.476.846,63.*

A questão não deve ser tratada como simples curiosidade orçamentária. Estamos diante de tema que toca diretamente alguns dos fundamentos da ordem constitucional brasileira.

A Constituição proclama, no art. 5º, que todos são iguais perante a lei. E, quando cuida especificamente da saúde, é ainda mais explícita: o art. 196 a define como direito de todos e dever do Estado, a ser assegurado mediante acesso universal e igualitário.

É evidente que o princípio da isonomia não exige que o Estado gaste exatamente a mesma quantia com cada pessoa. Necessidades diferentes justificam tratamentos diferentes. Mas toda diferenciação reclama fundamento juridicamente razoável.

Eis, então, a pergunta inevitável: qual circunstância constitucionalmente relevante justifica que o exercício, presente ou passado, de mandato parlamentar assegure proteção à saúde excepcionalmente favorecida, custeada em parcela relevante pelos mesmos cidadãos que financiam o Estado e, em grande medida, dependem dos serviços públicos de saúde?

Não encontro resposta satisfatória.

A República não admite castas.

O mandato parlamentar constitui função pública temporária. Não é título nobiliárquico nem confere ao seu titular uma cidadania de categoria superior. Muito menos parece razoável que determinadas vantagens possam projetar-se para além do próprio exercício do mandato.

O contraste com o Sistema Único de Saúde (SUS) torna a questão ainda mais perturbadora. Mas aqui é preciso rigor. Tem circulado a informação de que o SUS disporia de apenas R$ 116 mensais por brasileiro. Essa comparação não é adequada para representar o gasto público total com saúde, pois o SUS é financiado pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios. Não precisamos, portanto, de uma estatística discutível para reconhecer o problema.

Ele é suficientemente grave em seus próprios termos.

Em um país em que faltam médicos, medicamentos, exames e leitos em tantas localidades, qualquer regime excepcional de assistência médica financiado com recursos públicos deve submeter-se ao mais rigoroso escrutínio à luz da igualdade, da moralidade, da impessoalidade e da razoabilidade.

Não se cogita, naturalmente, de negar assistência médica aos parlamentares. A questão é outra: por que deve a sociedade financiar um padrão privilegiado de proteção justamente para aqueles que exercem o poder em seu nome?

A legalidade formal de determinado benefício não encerra essa discussão. No Estado Constitucional, também a lei e os atos internos dos Poderes submetem-se aos princípios e valores superiores da Constituição.

A desigualdade brasileira já é suficientemente grave. O que não se pode admitir é que o próprio Estado acrescente a ela desigualdades institucionais financiadas pelo contribuinte.

O problema é também simbólico. O cidadão não pode receber dos Poderes da República a mensagem de que, quando se trata de saúde, algumas vidas merecem proteção pública extraordinária simplesmente em razão da posição ocupada.

É preciso rever esse sistema.

Não como gesto de hostilidade ao Parlamento, instituição essencial à democracia, mas precisamente em defesa de sua dignidade. O Poder Legislativo será tanto mais respeitado quanto menos privilégios reservar àqueles que transitoriamente o integram.

Essa revisão não significa retirar direitos legítimos de quem exerceu uma função pública, mas submeter benefícios custeados pelo Estado ao mesmo princípio que deve reger toda a administração pública: a existência de uma justificativa objetiva, impessoal e constitucionalmente legítima para a diferença de tratamento. É justamente quando o Estado estabelece regras para si próprio que a igualdade deixa de ser apenas uma promessa constitucional e passa a ser uma exigência concreta de legitimidade.

A República não comporta cidadãos de primeira e de segunda categorias. E a saúde, porque é direito de todos, não pode converter-se em privilégio de alguns.

Wagner Balera – Doutor em Direito das Relações Sociais e Mestre em Direito Tributário (PUC/SP). Professor Emérito pela PUC/SP; Livre-docente em Direito Previdenciário (PUC/SP). Integrou os quadros da Advocacia Geral da União como Procurador Federal (1976 a 1997). Professor Titular de Direitos Humanos da PUC/SP e coordenador da Revista de Direitos Humanos da Editora LexMagister.

* Fonte dos dados sobre as despesas do Senado: Portal da Transparência do Senado Federal, relatório consolidado de despesas com assistência à saúde de senadores e ex-senadores, exercício de 2025.

FOTO: Divulgação/Ilustrativa

Fonte https://diariopcd.com.br/a-saude-dos-iguais-e-a-saude-dos-privilegiados/

Postado Pôr Antonio Brito 

29/08/2026

FIDI aponta que mulheres concentram 77% dos achados relacionados à esclerose múltipla no primeiro semestre de 2026

FIDI aponta que mulheres concentram 77% dos achados relacionados à esclerose múltipla no primeiro semestre de 2026

Participação feminina aumentou 14,2 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o número total de achados teve queda de 5,5% no mesmo período 

As mulheres responderam por 77% dos achados relacionados à esclerose múltipla (EM) identificados em exames de ressonância magnética analisados pela Fundação Integrada de Diagnóstico, Pesquisa, Educação e Inovação em Saúde (FIDI) entre janeiro e junho de 2026. No mesmo período de 2025, elas representavam 62,7% dos registros. As discussões sobre o tema ganham visibilidade com o Dia Nacional de Conscientização sobre a EM, celebrado em 30 de agosto. 

A maior presença de mulheres ocorreu mesmo com uma pequena redução no total de achados relacionados à doença, com queda de 5,5% no mesmo período de análise. Os dados fazem parte de um levantamento da FIDI realizado a partir da análise de exames de ressonância magnética e da identificação, nos laudos, de termos associados a possíveis achados da doença. 

A predominância feminina observada acompanha uma característica descrita na literatura científica, que aponta maior frequência da esclerose múltipla entre mulheres.  

“A maior frequência da esclerose múltipla entre mulheres é um padrão conhecido e observado em diferentes populações. Não existe uma explicação única para essa diferença, já que fatores genéticos, hormonais, imunológicos e ambientais são estudados para entender por que o público feminino apresenta maior suscetibilidade à doença”, afirma Dr. Harley De Nicola, superintendente médico da FIDI. 

Adultos passam a representar 75% dos achados 

A comparação entre os dois primeiros semestres de 2025 com 2026 também revela uma mudança na distribuição dos achados por idade. Os adultos de 19 a 59 anos, que representavam 60,9% dos registros no ano passado, passaram a responder por 75% neste ano. No mesmo intervalo, a participação dos idosos caiu de 27,3% para 14,4%, enquanto a dos adolescentes recuou de 6,4% para 2,9%. 

Os números reforçam a concentração dos achados entre adultos, faixa etária compatível com o perfil mais frequente da doença descrito na literatura, já que a esclerose múltipla costuma atingir principalmente adultos jovens, com maior ocorrência entre os 20 e 50 anos (1)(3)

“A idade é uma informação importante na investigação da esclerose múltipla porque a doença costuma surgir justamente em uma fase da vida em que as pessoas estão profissionalmente ativas e desenvolvendo diferentes projetos pessoais e familiares. Por isso, sintomas neurológicos persistentes ou recorrentes nessa faixa etária merecem atenção e avaliação adequada. Ao mesmo tempo, a doença não é exclusiva dos adultos jovens, por também manifestar em adolescentes e pessoas mais velhas, situações em que o médico precisa considerar outras possíveis causas para os sintomas antes de chegar ao diagnóstico”, explica Dr. Harley. 

Crânio e coluna cervical concentram mais de 90% dos achados 

As ressonâncias magnéticas (RM) de crânio e de coluna cervical concentraram a maior parte dos achados nos dois períodos analisados. Os exames permitem identificar lesões no cérebro e na medula espinhal e são utilizados tanto no processo diagnóstico quanto no acompanhamento da atividade da doença (4)(5)(6)

No primeiro semestre de 2025, a RM de crânio respondeu por 69,1% dos registros e a RM de coluna cervical, por 25,5%. Juntas, representaram 94,6% dos achados. Os números permaneceram semelhantes em 2026, quando, no mesmo período, a RM de crânio concentrou 63,5% dos registros e a de coluna cervical, 29,8%. Somados, os dois procedimentos responderam por 93,3% dos achados neste ano. 

“Na esclerose múltipla, não basta apenas identificar se existe uma alteração, mas entender onde ela está localizada, suas características e como esse quadro se comporta ao longo do tempo. É por isso que a avaliação do cérebro e da coluna tem tanta importância, por serem regiões que podem fornecer informações complementares sobre o comprometimento do sistema nervoso central. Quando analisadas em conjunto com a história e os sintomas do paciente, essas imagens ajudam o médico a construir uma visão mais completa do quadro e a acompanhar possíveis mudanças ao longo da evolução da doença”, diz Dr. Harley. 

Diagnóstico combina avaliação clínica e exames de imagem 

A esclerose múltipla é uma doença crônica e autoimune que compromete o sistema nervoso central. Ela ocorre quando o sistema imunológico provoca danos à mielina, camada que protege as fibras nervosas, interferindo na comunicação entre o cérebro, a medula espinhal e outras partes do organismo (1)

Os sintomas variam entre os pacientes e podem incluir alterações visuais, perda de força, formigamento, fadiga, dificuldades de equilíbrio e coordenação e alterações cognitivas. Como essas manifestações também podem estar associadas a outras condições, a presença de um achado na ressonância não significa, por si só, um diagnóstico de esclerose múltipla. A confirmação depende da combinação entre avaliação clínica e neurológica e exames complementares (4)(5)

“Um dos desafios da esclerose múltipla é que não existe um único sintoma ou um único exame que, isoladamente, conte toda a história. Muitas vezes, o paciente percebe algo que parece pontual e só a investigação mostra que aquele sinal faz parte de um quadro neurológico que precisa ser acompanhado. A ressonância magnética nos oferece informações muito importantes, mas uma imagem, sozinha, não fecha o diagnóstico. É preciso olhar para aquela pessoa como um todo: entender quando os sintomas começaram, como evoluíram, o que aparece no exame neurológico e o que as imagens revelam. É a combinação dessas informações que permite chegar a um diagnóstico mais seguro e definir o cuidado mais adequado para cada paciente”, conclui Dr. Harley. 

Estima-se que a EM afete cerca de 2,9 milhões de pessoas no mundo e aproximadamente 40 mil no Brasil (1). Embora ainda não tenha cura, os tratamentos disponíveis podem ajudar a controlar a atividade da doença, reduzir surtos e retardar sua progressão.  

Sobre a FIDI  

Fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a Fundação Integrada de Diagnóstico, Pesquisa, Educação e Inovação em Saúde (FIDI) é uma Entidade privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira. O retorno ocorre pelo desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com mais de 2.100 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos parceiros, a FIDI está presente em 100 unidades de saúde nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará e Rio Grande do Sul. É a maior empresa especializada em diagnóstico por imagem do Brasil. Em 2025, foram realizados mais de 5,1 milhões de exames de diagnóstico por imagem, crescimento de 9,6% em relação a 2024, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X e densitometria óssea. Com soluções customizadas em diagnóstico por imagem, a FIDI oferece serviços de Telerradiologia, Gestão Completa, Consultoria, Educação Médica e Inteligência Artificial. 

A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo. Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade e em 2023 renovou a certificação, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW).  

Desde 2014, a FIDI atua na carreta-móvel do programa Mulheres de Peito, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo e operacionalizado pela Fundação, e que oferece exames gratuitos de mamografia. Já são mais de 300 municípios atendidos, cerca de 300 mil mamografias, 7 mil ultrassons, 700 biópsias, e mais de 3 mil mulheres encaminhadas 

fidi | Facebook | Instagram  

Fontes e referências 

(1) AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Esclerose múltipla tem novo tratamento aprovado pela Anvisa. 24 abr. 2026. (https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/esclerose-multipla-tem-novo-tratamento-aprovado-pela-anvisa) 

(2) JORNAL DA USP. Esclerose múltipla, doença neurológica autoimune, atinge principalmente jovens. 25 nov. 2025. (https://jornal.usp.br/radio-usp/esclerose-multipla-doenca-neurologica-autoimune-atinge-principalmente-jovens/) 

(3) NASCIMENTO, Luídi Neves et al. Tendência temporal da mortalidade por Esclerose Múltipla no Brasil por sexo, etnia e faixa etária, entre 2001 e 2022. Research, Society and Development, v. 14, n. 10, 2025. ( http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v14i10.49772) 

(4) THOMPSON, Alan J. et al. Diagnosis of multiple sclerosis: 2017 revisions of the McDonald criteria. The Lancet Neurology, 2018. (https://www.thelancet.com/journals/laneur/article/PIIS1474-4422(17)30470-2/abstract) 

(5) FILIPPI, Massimo et al. MRI in multiple sclerosis: current status and future perspectives. Nature Reviews Neurology, 2024. (https://www.nature.com/articles/s41582-024-00987-3) 

(6) FILIPPI, Massimo; ROCCA, Maria A. MRI criteria for the diagnosis of multiple sclerosis: MAGNIMS consensus guidelines. The Lancet Neurology, 2016. (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26822746/) 

Fonte https://diariopcd.com.br/fidi-aponta-que-mulheres-concentram-77-dos-achados-relacionados-a-esclerose-multipla-no-primeiro-semestre-de-2026/

Postado Pôr Antonio Brito 

Seleção Brasileira de basquete em cadeira de rodas treina no CT Paralímpico antes do Mundial

Semana de treino da seleção de Basquete em Cadeira de Rodas no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB

As Seleções Brasileiras de basquete em cadeira de rodas anunciaram nesta semana os convocados para o Mundial da modalidade. Antes de disputarem a competição no Canadá, os atletas se reúnem no CT Paralímpico, em São Paulo, entre 29 de agosto e 4 de setembro.

Ao todo, foram convocados 24 atletas, sendo 12 da Seleção feminina e 12 da Seleção masculina, todos participam da etapa final de preparação antes da competição. Durante a semana, as equipes realizam atividades voltadas ao aprimoramento técnico e tático.

A Seleção masculina também fará uma série de jogos-treino contra a Colômbia. Além das atividades em quadra, os atletas contarão com o acompanhamento de profissionais do CPB para avaliação física, fisioterapia, nutrição e psicologia esportiva.

Após a semana de treinamento, as delegações embarcam para Ottawa, no Canadá, sede do Mundial, que acontece entre os dias 9 e 19 de setembro.

Confira a lista de atletas convocados:

Seleção Feminina
Adrienne de Oliveira de Souza – Classe 4.0
Ana Kelvia Silva de Lima – Classe 1.0
Brenda Caravellas B. Vasconcellos – Classe 1.0
Denise Eusebio – Classe 1.5
Gabriela dos Santos Oliveira – Classe 2.5
Geisa Rodrigues Vieira – Classe 4.0
Lia Maria Soares Martins – Classe 4.5
Maxicléide de Deus Ramos – Classe 1.0
Oara Uchôa Assunção – Classe 4.0
Paola Klokler – Classe 3.5
Perla dos Santos Assunção – Classe 2.0
Vileide Brito de Almeida – Classe 4.5

Seleção Masculina
Alex Santos da Silva – Classe 3.0
Anderson Carlos Silva Ferreira – Classe 2.5
Carlos César Lima Cassimiro – Classe 1.0
Cristiano Júnior Marcondes Clemente – Classe 4.0
Dario Schulz Filho – Classe 4.5
Dwan Gomes dos Santos – Classe 1.0
Eduardo Alexandre Oliveira da Silva – Classe 4.5
Gustavo Freitas Lasmar – Classe 2.0
João Vitor de Souza Nascimento – Classe 4.0
Norton Rodrigues – Classe 3.0
Plínio Hugo Santos da Rocha Macedo – Classe 2.5
Sérgio Ricardo Veiga do Rosário Júnior – Classe 1.5

*Com informações da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC)

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do basquete em cadeira de rodas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-basquete-em-cadeira-de-rodas-treina-no-ct-paralimpico-antes-do-mundial/

Postado Pôr Antonio Brito