07/02/2026

Telemedicina deve ser tratada como serviço essencial no Brasil?

Telemedicina deve ser tratada como serviço essencial no Brasil?

Especialistas defendem que modalidade é um direito fundamental diante do impacto direto na vida das classes B e C

O avanço da telemedicina no Brasil deixou de ser apenas uma tendência tecnológica para se tornar uma necessidade social. Com milhões de brasileiros enfrentando barreiras de acesso à saúde, seja por distância, falta de oferta de especialistas ou custos elevados, cresce o debate sobre a urgência de reconhecer a telemedicina como um serviço essencial e garantido por políticas públicas permanentes.

Para especialistas do setor, a questão ultrapassa o campo da inovação e entra no terreno dos direitos fundamentais. O acesso à saúde está previsto na Constituição, mas a realidade mostra que grande parte da população, principalmente das classes B e C, encontra na telemedicina a única porta de entrada rápida, acessível e contínua ao cuidado médico.

“A telemedicina democratizou algo que antes era privilégio: ser atendido de forma ágil, com qualidade e sem a barreira geográfica”, afirma Antonio Paschoal, diretor de marketing da PicDoc. “Quando olhamos para o impacto real na vida das classes B e C, fica evidente que não se trata mais de conveniência e sim de garantia de dignidade e acesso básico.”

Nos últimos anos, plataformas de consulta online têm registrado crescimentos expressivos, impulsionadas pela demanda de quem busca atendimento imediato para sintomas agudos, acompanhamento de doenças crônicas, emissão de laudos e orientações médicas confiáveis. Em muitos municípios, a telemedicina já é o elo que conecta pacientes a especialistas que não existem localmente.

Outro ponto que reforça o debate é a redução dos custos, tanto para o sistema de saúde quanto para as famílias. Consultas online eliminam deslocamentos, diminuem filas e ampliam a eficiência dos profissionais. Para os pacientes, representa economia, conforto e a possibilidade de receber orientação médica mesmo em situações simples, evitando agravamentos.

“Quando uma mãe consegue falar com um pediatra em minutos, quando um trabalhador evita perder um dia inteiro para conseguir atendimento, quando um idoso recebe acompanhamento contínuo sem depender de transporte urbano, estamos falando de inclusão e cidadania”, completa Paschoal. “Reconhecer a telemedicina como essencial é reconhecer essas pessoas.”

Defensores do tema argumentam que o próximo passo deve ser ampliar regulamentações que fortaleçam a prática, garantindo segurança, padronização e integração com o sistema público. Além disso, sugerem que políticas de incentivo e parcerias público-privadas podem acelerar o acesso, principalmente para populações vulneráveis.

Enquanto o país discute os rumos da saúde digital, números e depoimentos mostram que a telemedicina já cumpre um papel que vai além da inovação: ela preenche lacunas históricas e redefine o futuro do cuidado médico no Brasil. Para muitos brasileiros, é mais que uma alternativa, é uma necessidade essencial.

📌 Sobre a PicDoc
A PicDoc é uma healthtech brasileira que conecta pacientes a médicos de mais de 70 especialidades de forma imediata, sem filas, sem mensalidades e sem burocracias. Reconhecida pela alta satisfação dos usuários e entre as melhores avaliadas no Reclame Aqui, a startup já superou 50 mil pacientes e se posiciona como a plataforma de telemedicina mais acessível, flexível e escalável do país.

Seus fundadores possuem amplo background na indústria de tecnologia e no setor de saúde, com passagens por empresas de referência como Nokia, Claro, TIM, Microsoft e Hospital Israelita Albert Einstein. Essa bagagem de conhecimento rica e complementar é um dos diferenciais estratégicos da PicDoc, garantindo robustez operacional e visão de longo prazo para escalar o negócio.

Fonte https://diariopcd.com.br/telemedicina-deve-ser-tratada-como-servico-essencial-no-brasil/

Postado Pôr Antônio Brito 

Seleção Brasileira de badminton tem ex-aluno da Escolinha como estreante no Mundial

Arthur Dias em disputa no Campeonato Brasileiro de Badminton no CT Paralímpico, em São Paulo | Foto: Alessandra Cabral/CPB.

A Seleção Brasileira de badminton paralímpico disputa, a partir deste domingo, 8, o Campeonato Mundial da modalidade, realizado em Manama, no Bahrein. Entre os participantes está o paulista Arthur Dias, ex-aluno da Escola Paralímpica de Esportes.

O atleta descobriu o badminton paralímpico aos 13 anos, após sofrer uma lesão vertebral jogando futebol. Arthur conheceu a Escolinha por meio da Rede Lucy Montoro, onde realizava reabilitação. Lá, ele foi apresentado à modalidade.

“Eu fiquei pensando que, em 2022, eu estava numa semana de camping e via o pessoal indo para o Mundial. Naquela época, pensei: ‘um dia vou treinar com essa galera’. E aí, depois de quatro anos treinando firme, hoje eu sou um dos atletas do Mundial. A sensação é muito boa, ver que o trabalho feito dia após dia está dando resultado”, disse Arthur Dias.

A Escolinha é como é conhecido o programa de iniciação esportiva do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que oferece formação em 15 modalidades paralímpicas para crianças e jovens com deficiência física, visual ou intelectual, entre 7 e 17 anos.

Além de Arthur, a paranaense Kauana Beckenkamp também é estreante em Campeonatos Mundiais. A atleta de 16 anos participou dos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, sendo a caçula entre os brasileiros, com apenas 14 anos. Na ocasião, foi medalhista de prata no individual feminino da classe SL3 (membros inferiores).

Confira todos os convocados:

Classe SL3
Kauana Michelson Beckenkamp – PR

SL4
Ana Carolina Coutinho Reis – SP
Edwarda de Oliveira Dias – PR
Rogerio Junior Xavier de Oliveira – PR

WH1
Ana Gomes Pereira – SP
Arthur Terencio Dias – SP
Marcelo Alves Conceição – DF

WH2
Julio Cesar Godoy – WH2 – DF

SH6
Vitor Gonçalves Tavares – PR

SU5
Mikaela Costa Almeida – SP
Yuki Roberto Rodrigues – SP

*Com informações da Confederação Brasileira de Badminton (CBBd).

Patrocínio
A Caixa e as Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais do badminton.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-badminton-tem-ex-aluno-da-escolinha-como-estreante-no-mundial/

Postado Pôr Antônio Brito 

Teleatendimento 24 horas para a população no Centro TEA Paulista

O Centro TEA Paulista passou a oferecer teleatendimento 24 horas em todo o estado de São Paulo, garantindo apoio contínuo a pessoas com autismo, pessoas com deficiência e suas famílias.

Teleatendimento 24 horas para a população no Centro TEA Paulista

O Centro TEA Paulista passou a ter teleatendimento 24 horas desde o dia 22 de janeiro de 2026.

O centro foi criado para orientar, apoiar e cuidar de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, pessoas com deficiência e suas famílias. E agora, com o atendimento 24 horas, esse cuidado acontecerá a qualquer momento, dia e noite.

O serviço passou a contar com teleatendimento 24 horas, todos os dias da semana, inclusive à noite e de madrugada, e também nos finais de semana e feriados.

Em momentos de crise, dúvida ou urgência, o atendimento é feito por profissionais capacitados, com orientação humanizada e encaminhamento para a rede de apoio.

Uma iniciativa do Governo de São Paulo para ampliar o acesso, fortalecer a inclusão e garantir cuidado em todos os momentos.

Esse atendimento é válido para todos os 645 municípios do estado de SP.

O serviço se destina também às pessoas com autismo e familiares, e também a qualquer tipo de deficiência.

Saiba mais no link:

 
Fonte https://draft.blogger.com/u/0/blog/post/edit/2347625441702821495/1357311255192318924
 
Postado Pôr Antônio Brito 

06/02/2026

Conheça um pouco da história do Ex-Presidente da ADET e Colunista do Blogs: Trajando Cidadania e ADETSUPERAÇÃO, Antonio Brito.

  


        Durante a gestão de Antônio José Brito Oliveira, a ADET (Associação dos Deficientes de Tabira) consolidou-se através de iniciativas que uniram a assistência prática à luta por direitos.

Aqui estão alguns dos projetos e ações específicas que marcaram a sua liderança e a história da associação:

        1. Manutenção e Ampliação dos serviços na Sede Própria

Um dos marcos da ADET, reforçado em sua gestão, foi garantir que a associação tivesse um espaço físico adequado para acolher os sócios. A sede própria não é apenas um prédio, mas o centro logístico para todas as outras ações, como reuniões de conselhos e distribuição de equipamentos.

        2. Banco de Equipamentos Ortopédicos

Este é um dos projetos mais vitais da ADET em Tabira. Sob a liderança da associação, foi fortalecido o sistema de:

         * Empréstimo e doação: De cadeiras de rodas, muletas e andadores para pessoas que não têm condições financeiras de adquirir o equipamento de imediato.

       * Oficina de Reparos: Iniciativas para consertar equipamentos danificados, prolongando a vida útil de materiais essenciais para a mobilidade dos sócios.

        3. Projeto de Acessibilidade Urbana

Antônio Brito utilizou o seu assento em conselhos municipais para articular projetos junto à Prefeitura de Tabira, focando em:

          * Fiscalização e cobrança por rampas de acesso em prédios públicos e calçadas.

        * Adaptações em veículos para permitir o transporte digno de pessoas com mobilidade reduzida, especialmente aquelas que recentemente compravam um veiculo e precisavam dos serviços e orientações da Entidade.

        4. Mutirões de Documentação e Direitos

Brito organizou ações para facilitar o acesso dos associados ao BPC (Benefício de Prestação Continuada) e a emissão de documentos como passes livres de transporte. Ele atuava diretamente na orientação  administrativa, diminuindo a burocracia para as famílias.

        5. Ativismo no Blog "Trajando Cidadania"

Embora seja uma iniciativa de comunicação, o uso do blog como plataforma de denúncia e informação tornou-se um projeto de educação social. Através dele, a gestão de Antônio Brito conseguiu dar transparência às ações da ADET e educar a população tabirense sobre termos técnicos e direitos previstos na Lei Brasileira de Inclusão (LBI).

        Como entrar em contato com a ADET hoje?

 A ADET continua sediada em Tabira, Pernambuco. Para informações atualizadas sobre os serviços atuais, recomenda-se:

      * Visitar a sede: localizada no Bairro Nossa Senhora dos Remédios, fácil acesso (recomenda-se confirmar o endereço a Rua Pedro Estevão da Silva, S/N, PE320.

           * Canais Digitais: Acompanhar as atualizações através do blog Trajando Cidadania ou redes sociais ligadas às lideranças comunitárias da região, como as do próprio Antônio Brito.


Postagem: Heleno Trajano.

Projeto moda inclusiva em Campinas/SP gratuito para PCD visual

Projeto Moda Inclusiva retorna a Campinas com oficinas gratuitas para pessoas com deficiência visual, promovendo formação, autonomia e inclusão produtiva.

Projeto moda inclusiva em Campinas/SP gratuito para PCD visual

Depois de passar por diferentes regiões do país e consolidar-se como uma referência em formação acessível no campo da moda, o Projeto Moda Inclusiva – 2ª Edição retorna agora para a cidade de Campinas/SP com uma turma voltada exclusivamente ao atendimento de pessoas com deficiência visual.

As atividades acontecem de 2 a 13 de fevereiro de 2026, na Pró Visão – Sociedade Campineira de Atendimento ao Deficiente Visual, no Jardim Proença I, com participantes da própria instituição e de parceiros locais.

A iniciativa oferece oficinas gratuitas, teóricas e práticas, que abordam noções de criação, modelagem, design inclusivo e desenvolvimento de peças adaptadas, promovendo autonomia criativa, capacitação técnica e inclusão produtiva por meio da moda e das artes visuais.

A programação prevê exercícios práticos, debates, atividades sensoriais e momentos dedicados ao desenvolvimento de peças autorais.

Será uma turma única na Pró Visão, que fica na Av. Antonio Carlos Sales Júnior, 580 – Jardim Proença I – Campinas/SP, das 08h às 12h.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=a9461c98-d16e-440b-881b-098cfc6b9461

Postado Pôr Antônio Brito 

Camping Militar e Civil Paralímpico tem prazo de inscrição prorrogado para terça-feira, 10 de fevereiro

Atletas praticam tiro com arco durante Camping no CT Paralímpico | Foto: Alessandra Cabral/CPB

O prazo para inscrição no 12º Camping Militar e Civil Paralímpico foi prorrogado para a próxima terça-feira, 10, por meio do formulário presente neste link.

O evento tem o objetivo de apresentar o tiro esportivo e o tiro com arco para potenciais atletas, e será realizado na Universidade da Força Aérea (UNIFA), no Rio de Janeiro (RJ), de 12 a 19 de abril.

Além de vivência nas duas modalidades, os participantes passarão por testes e avaliações físicas e serão acompanhados por uma equipe multidisciplinar.

Serão destinadas 50 vagas para militares e agentes de segurança pública com deficiência e 50 vagas para civis. Dessas, quatro são para atletas com deficiência visual.

O regulamento para inscrição, bem como a lista de prioridades na distribuição das vagas, pode ser acessado aqui.

Estão previstas ainda mais duas edições do Camping em 2026, nos meses de julho e outubro.

Para mais informações ou em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail programamilitar@cpb.org.br.

Patrocínio
As Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do tiro com arco e do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte https://cpb.org.br/noticias/camping-militar-e-civil-paralimpico-tem-prazo-de-inscricao-prorrogado-para-terca-feira-10-de-fevereiro/

Postado Pôr Antônio Brito 

Campanha reforça a importância do cuidado em saúde mental no CAT – Centro de Apoio Técnico em SP

Campanha reforça a importância do cuidado em saúde mental no CAT - Centro de Apoio Técnico em SP

No mês dedicado à conscientização sobre saúde mental, o CAT destaca o acolhimento humanizado de pessoas com deficiência

O primeiro mês do ano é marcado pela campanha Janeiro Branco e convida à reflexão sobre a saúde mental e o cuidado integral. O que é fundamental, especialmente, quando pensamos nos desafios enfretados pelas pessoas com deficiência. Nos Centros de Apoio Técnicos (CAT) implementados pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), por meio da Política Estadual de Prevenção e Combate à Violência contra Pessoa com Deficiência, que estão sob a gestão do Instituto Jô Clemente (IJC) desde 2018 (CAT de São Paulo) e 2021/2022 (CATs de Campinas, Ribeirão Preto, Santos e Guarulhos), esse assunto se traduz em ações concretas de acolhimento, escuta e apoio contínuo.

Somente em 2025, o CAT São Paulo atendeu 101 pessoas com deficiência psicossocial, que é a limitação persistente na participação social e funcional de uma pessoa, decorrente de um transtorno mental grave que afeta sua capacidade de interagir, trabalhar, cuidar de si e se concentrar, interagindo com barreiras sociais.

Muitas dessas pessoas chegam ao CAT em situação de rua, contexto que amplia as vulnerabilidades e exige estratégias de cuidado ainda mais humanizado. O espaço se consolida como um ponto de referência para quem busca não apenas atendimento técnico, mas também dignidade, escuta e vínculos de confiança.

“O CAT se constitui como um espaço onde as pessoas encontram condições básicas de permanência, mas, principalmente, um lugar onde podem ser ouvidas e reconhecidas em suas vivências”, destaca João Victor Salge, Supervisor do Centro de Apoio Técnico de São Paulo.

Um aspecto recorrente observado no CAT é o retorno frequente de pessoas com deficiência psicossocial ao serviço. Ainda que, em muitos casos, os conflitos apresentados sejam semelhantes, esse movimento revela a importância do CAT como espaço de acolhimento contínuo, fortalecimento de vínculos e legitimação das experiências vividas por esse público.

“Os Centros de Apoio Técnico (CAT) desempenham um papel essencial no atendimento às pessoas com deficiência e na efetivação de seus direitos. Oferecer um serviço especializado é fundamental para garantir um acolhimento adequado, com atenção às necessidades específicas desse público, especialmente quando busca uma delegacia para exercer seus direitos”, afirma o Secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa.

O trabalho desenvolvido pelo CAT acontece em parceria com os serviços de rede, como os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e os Consultórios de Rua que fortalecem o cuidado interdisciplinar e realizam o acompanhamento integral.

Em 2025 de janeiro a dezembro, foram realizados 3.050 atendimentos depessoas com deficiência em todas as unidades do CAT, reafirmando o compromisso com a promoção da saúde mental, da inclusão e do cuidado humanizado.

Para mais informações de contato, sobre as unidades do CAT clique aqui.

Sobre o Instituto Jô Clemente (IJC)

O Instituto Jô Clemente (IJC) é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que, há 64 anos, promove saúde, qualidade de vida e inclusão para pessoas com Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Doenças Raras.

O IJC apoia a Defesa de Direitos das pessoas com deficiência; dissemina conhecimento por meio de pesquisas científicas e inovação; fomenta a Educação Inclusiva e a Inclusão Profissional, além de oferecer assessoria jurídica às famílias das pessoas que atende.

Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil e credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal, o laboratório do IJC é o maior do Brasil em número de exames realizados.

O Instituto Jô Clemente (IJC) também é um centro de referência no tratamento de doenças detectadas no Teste do Pezinho, como a Fenilcetonúria, Deficiência de Biotinidase e o Hipotireoidismo Congênito.

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 5080-7000 ou visite o site do IJC (ijc.org.br), o primeiro do Brasil 100% acessível e com Linguagem Simples. Aproveite para seguir o IJC nas redes sociais.

Fonte https://diariopcd.com.br/campanha-reforca-a-importancia-do-cuidado-em-saude-mental-no-cat-centro-de-apoio-tecnico-em-sp/

Postado Pôr Antônio Brito 

05/02/2026

Do modelo biomédico ao biopsicossocial: mudança que transforma olhares em relação às deficiências

Do modelo biomédico ao biopsicossocial: mudança que transforma olhares em relação às deficiências

Durante décadas, predominou o modelo biomédico, que tratava a deficiência como doença ou anormalidade. Esse entendimento reforçou práticas de exclusão e a construção de estigmas que afastaram pessoas com deficiência dos espaços de decisão e participação social. 

Com o avanço dos direitos humanos, o modelo social passou a evidenciar que muitas limitações decorrem das barreiras impostas pela própria sociedade. Já o modelo biopsicossocial, atualmente adotado, amplia essa compreensão ao integrar fatores biológicos, psicológicos e sociais, reconhecendo a complexidade da experiência humana e a singularidade de cada pessoa. 

No Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT), essa mudança de paradigma contribui para decisões, políticas e práticas mais humanas, inclusivas e alinhadas aos direitos fundamentais, ao deslocar o foco da limitação individual para a responsabilidade institucional e coletiva na promoção da acessibilidade e da inclusão. 

O Judiciário mato-grossense tem fortalecido esse olhar por meio de ações concretas que unem formação técnica, produção científica e debate institucional qualificado sobre inclusão e direitos das pessoas com deficiência por meio, inclusive, da Comissão de Acessibilidade e Inclusão. 

Comissão de Acessibilidade e Inclusão em Ação 

Presidida pela vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, a Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Poder Judiciário de Mato Grosso reforça a prioridade institucional dada ao tema e o compromisso da alta administração com a promoção da inclusão no Judiciário mato-grossense. A comissão atua de forma permanente para eliminar barreiras e assegurar o acesso pleno aos serviços judiciais por todas as pessoas. Em 2025, o trabalho da Comissão foi intensificado tanto na sensibilização quanto na implementação de melhorias estruturais. 

Ao longo do ano, foram realizados eventos voltados à acessibilidade em três ocasiões na cidade de Cuiabá e uma edição em cada uma das cidades de Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Sorriso, ampliando o diálogo, a conscientização e a formação sobre inclusão no âmbito do Judiciário. 

Além das ações educativas, a Comissão promoveu vistorias técnicas e a implantação de melhorias para garantir acesso viável aos jurisdicionados em Fóruns e Cartórios Extrajudiciais das comarcas de Cuiabá, Jaciara, Rondonópolis, Tangará da Serra, Sinop e Sorriso. Entre as adequações realizadas, destacam-se a implantação e melhoria de rampas de acesso, a adequação de banheiros, o acesso às varas judiciais e aos tribunais do júri, evidenciando o compromisso institucional com a autonomia, a dignidade e o direito de acesso à Justiça. 

A Comissão também é responsável pela elaboração e realização de oficinas voltadas aos servidores do PJMT, iniciativa que contribui para uma comunicação clara, acessível e inclusiva, facilitando a compreensão das informações institucionais por todos os públicos. 

Fortalecimento do debate jurídico e da produção científica

A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) tem avançado na produção científica e na promoção de debates jurídicos qualificados, ampliando a reflexão sobre direitos fundamentais, inclusão e o papel do Judiciário na construção de uma sociedade mais justa. 

Capacitação e sensibilização em larga escala 

O PJMT tem enaltecido o compromisso com a inclusão por meio de eventos e capacitações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), que já reuniram milhares de participantes, promovendo conhecimento técnico, empatia e conscientização social. 

Reconhecimento nacional da política de inclusão 

A atuação do Judiciário mato-grossense tem sido reconhecida por autoridades em nível nacional, com destaque para o elogio às iniciativas de capacitação e ao compromisso institucional com a inclusão como prioridade estratégica. 

Debates institucionais e construção de enunciados jurídicos 

O Judiciário mato-grossense tem promovido debates aprofundados sobre os desafios relacionados ao autismo, culminando na aprovação de enunciados voltados à garantia de direitos das pessoas com TEA, fortalecendo a segurança jurídica e a uniformização de entendimentos. 

Diálogo entre tribunais e fortalecimento de caminhos jurídicos inclusivos 

Ao debater o autismo e outras condições sob a ótica dos tribunais, o PJMT contribui para a construção de soluções jurídicas alinhadas ao modelo biopsicossocial, capazes de orientar decisões mais sensíveis às realidades sociais e às necessidades das pessoas com deficiência. 

Essas ações demonstram que a adoção do modelo biopsicossocial no PJMT não se limita ao discurso, mas se reflete em formação contínua, produção de conhecimento e práticas institucionais comprometidas com a dignidade humana e a inclusão. 

Vale a Pena Saber: 

– Evite reduzir a pessoa à sua condição de saúde ou diagnóstico.

– Reconheça capacidades, habilidades e autonomia, respeitando a individualidade.

– Apoie soluções institucionais e políticas públicas inclusivas, não apenas adaptações pontuais ou individuais.

Crédito/Imagem: Alair Ribeiro

Fonte: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte https://diariopcd.com.br/do-modelo-biomedico-ao-biopsicossocial-mudanca-que-transforma-olhares-em-relacao-as-deficiencias/

Postado Pôr Antônio Brito 

CT Paralímpico conta com transporte público gratuito para alunos da Escolinha; veja como acessar

Ônibus circular da linha 605A/10 no ponto do Comitê Paralímpico Brasileiro | Foto: Alessandra Cabral/ CPB

O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na zona sul de São Paulo, é a casa da Escola Paralímpica de Esportes, programa que fomenta a iniciação esportiva de crianças e jovens com deficiência e que retornou às atividades nesta segunda-feira, 2. A participação na Escolinha é gratuita, bem como o transporte adaptado que leva os alunos ao CT duas vezes por semana.

VEJA COMO PARTICIPAR DA ESCOLA PARALÍMPICA DE ESPORTES

Os alunos da Escola Paralímpica de Esportes podem chegar ao Centro de Treinamento pela linha circular de ônibus 605A/10, que parte do Metrô Jabaquara a cada 10 minutos e tem como destino final o CT Paralímpico. Para usufruir da gratuidade no transporte, é necessário utilizar o Bilhete Único Especial da Pessoa com Deficiência.

A frota que atende a linha 605A/10 Centro Paralímpico – Metrô Jabaquara é totalmente acessível, com área reservada a passageiros em cadeira de rodas, piso baixo para facilitar o embarque e desembarque de pessoas com mobilidade reduzida e suspensão pneumática com sistema de movimentação vertical, que permite o rebaixamento do veículo.

Desde 2025, a linha passou a contar também com ônibus elétricos, com maior capacidade de transporte de passageiros.

Outra alternativa de transporte até o Centro de Treinamento Paralímpico é o Atende+, uma modalidade de transporte gratuito, porta a porta, destinado às pessoas com deficiência física severa, autismo ou surdocegueira. Diferentemente do ônibus circular, que opera em rota regular e atende passageiros com e sem deficiência, o Atende+ funciona exclusivamente para usuários cadastrados, com viagens previamente agendadas.

A Escolinha funciona com duas aulas por semana, sendo que os alunos podem escolher os dias – às segundas e quartas-feiras ou terças e quintas-feiras – e o horário: das 14h às 15h30 ou das 16h às 17h30. Podem integrar o projeto crianças e jovens de 7 a 17 anos com deficiências física, visual ou intelectual.

Além do acesso gratuito ao transporte, os alunos recebem uniforme e lanche no projeto. As inscrições estão abertas e devem ser feitas gratuitamente por meio deste link.

Serviço
Escola Paralímpica de Esportes
Inscrições pela internet – link
Idade: 7 a 17 anos
Aulas: Segundas e quartas-feiras | Terças e quintas-feiras
Horários: 14h às 15h30 | 16h às 17h30
Local: CTPB – Rod. dos Imigrantes, km 11,5, São Paulo (SP)
Deficiências elegíveis: física, visual e intelectual

Patrocínio
A Caixa e as Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais da Escola Paralímpica de Esportes.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte https://cpb.org.br/noticias/ct-paralimpico-conta-com-transporte-publico-gratuito-para-alunos-da-escolinha-veja-como-acessar/

Postado Pôr Antônio Brito 

Super campeão da Fórmula 1 apresenta melhora após 12 anos

Em janeiro de 2026, o Daily Mail relatou que Michael Schumacher não está mais acamado o tempo todo. O heptacampeão de Fórmula 1 já consegue sentar em cadeira de rodas, embora mantenha comunicação e mobilidade limitadas.

Super campeão da Fórmula 1 apresenta melhora após 12 anos

Michael Schumacher, heptacampeão de Fórmula 1, sofreu um grave acidente de esqui em 2013, que causou lesões cerebrais sérias, deixando o piloto em estado vegetativo desde então. Sua família sempre manteve privacidade total sobre o seu estado de saúde, tanto para a imprensa como para os fãs. Poucos familiares e amigos mais próximos têm conhecimento do real cenário de saúde do campeão.

Segundo uma reportagem publicada no jornal Daily Mail em janeiro de 2026, Schumacher, atualmente com 57 anos, não está mais acamado o tempo todo. Agora ele consegue sentar em uma cadeira de rodas e ser transportado por enfermeiros dentro das casas da família, na Suíça e em Maiorca, na Espanha.

Desde o acidente ele recebe cuidados médicos 24 horas por dia, sob supervisão da sua esposa, Corinna. Ainda assim, a comunicação com ele continua bastante limitada. Ele entende apenas algumas coisas, responde a poucos estímulos e não anda sozinho.

De qualquer forma, essa última notícia traz esperança não só para Schumacher e sua família e amigos, mas para todos os fãs da Fórmula 1 ao redor do mundo, e prova que, mesmo depois de mais de 12 anos, os avanços são possíveis quando há persistência e cuidados corretos.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=b180dee7-c6af-4ebd-8dbf-e4f80ea43273

Postado Pôr Antônio Brito