13/07/2026

Dia Mundial de Conscientização do TDAH: Conhecimento é chave para diagnóstico correto e acolhimento de pacientes

Dia Mundial de Conscientização do TDAH: Conhecimento é chave para diagnóstico correto e acolhimento de pacientes

Apesar da crescente popularidade do tema nas redes sociais, ainda há muitos aspectos pouco conhecidos sobre o transtorno

Celebrado em 13 de julho, o Dia Mundial de Conscientização do TDAH traz um alerta importante sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que é um dos temas mais comentados atualmente quando se fala em saúde mental. De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), entre 5% e 8% da população mundial tem TDAH.

Além disso, estima-se que 70% das crianças com o transtorno apresentam outra condição associada, como ansiedade e dificuldades de aprendizagem, e pelo menos 10% convivem com três ou mais dessas comorbidades1.

O aumento das discussões sobre o tema na internet ajudou a ampliar a visibilidade do transtorno nos últimos anos. O TDAH tem sido destaque em milhares de vídeos curtos nas redes sociais, como Instagram e TikTok, que detalham sintomas e situações cotidianas que podem estar relacionadas à condição2.

“Hoje, há uma maior visibilidade para o transtorno, mas, quando consideramos que muitos dos sintomas podem ser causados por outros motivos, como ansiedade, insônia e stress, esse destaque pode trazer mais preocupações do que respostas, especialmente em crianças e adolescentes”, explicou o psiquiatra Rogério Onofre, médico consultor da Libbs.

O crescente interesse pelo TDAH também fez com que queixas e suspeitas aumentassem dentro dos consultórios3. Mas o psiquiatra ressalta que isso não significa que os casos estejam aumentando, e sim que o diagnóstico está sendo feito com mais frequência e precisão. “Estamos avançando na desconstrução de rótulos que antes impediam muitas pessoas com TDAH de receber diagnóstico e tratamento adequado. Hoje, esse público encontra mais acolhimento e visibilidade tanto nos serviços de saúde quanto nos ambientes educacionais.”

Apesar da popularidade, ainda há muitos aspectos pouco conhecidos sobre o transtorno. O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento1, o que significa que está ligado a alterações no funcionamento e na maturação do cérebro. Essas alterações interferem na capacidade de atenção, no controle dos impulsos e na regulação emocional, podendo impactar a vida escolar, social e familiar4.

“Muitos pais chegam ao consultório atentos à ideia de que o TDAH é sinônimo de inquietação e impulsividade, mas o transtorno é muito mais complexo que isso. Existem aspectos menos comentados, como fatores biológicos, genéticos e até ambientais que interferem na forma como ele se manifesta. Conhecer essas nuances ajuda a identificar o problema com mais precisão e evita rótulos equivocados”, afirma o especialista.

O primeiro desafio para o diagnóstico do TDAH é a identificação dos sintomas, que se dividem de acordo com os três tipos de manifestação do transtorno: predominantemente desatento (exemplo: falta de atenção a detalhes, cometer erros por descuido e não terminar tarefas), predominantemente hiperativo-impulsivo (exemplo: agitar pés e mãos, remexer-se constantemente e não conseguir esperar sua vez), e combinado, quando há sintomas simultâneos de desatenção e hiperatividade-impulsividade4.

No entanto, para chegar ao diagnóstico, os sintomas precisam estar presentes por tempo prolongado e em mais de um ambiente, como em casa e no trabalho ou na escola4. “Todo mundo pode se distrair ou ficar agitado em situações de estresse. O que preocupa é quando a desatenção, a hiperatividade ou a impulsividade são intensas, persistentes e trazem prejuízo nas atividades diárias”, acrescenta Onofre.

Por isso, entender o TDAH em suas diferentes dimensões, explica o psiquiatra, é essencial para oferecer o suporte adequado a quem convive com o transtorno: “O cuidado com o TDAH não é sobre corrigir comportamentos, mas sobre criar um ambiente acolhedor e estruturado, que favoreça o bem-estar do paciente”.

Referências

1. Ministério da Saúde. Entre 5% e 8% da população mundial apresenta Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade [Internet]. 2022. [acesso em 27 nov 2025]. Disponível em: Link 


2. Yeung A, Ng E, Abi-Jaoude E. TikTok and Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder: A Cross-Sectional Study of Social Media Content Quality. Can J Psychiatry. 2022;67(12):899-906.


3. Abdelnour E, Jansen MO, Gold JA. ADHD Diagnostic Trends: Increased Recognition or Overdiagnosis? Mo Med. 2022;119(5):467-473.


4. Magnus W, Anilkumar AC, Shaban K. Attention Deficit Hyperactivity Disorder. In: StatPearls [Internet]. 2023. [acesso em 27 nov 2025]. Disponível em: Link 


Informações não referenciadas correspondem à opinião ou prática clínica do profissional da saúde entrevistado.

Fonte: https://diariopcd.com.br/dia-mundial-de-conscientizacao-do-tdah-conhecimento-e-chave-para-diagnostico-correto-e-acolhimento-de-pacientes/

Postado Pôr Antônio Brito 

Seleção Brasileira de canoagem conquista oito medalhas em etapa da Copa do Mundo de Montreal

Atletas da Seleção Brasileira de canoagem carregando suas medalhas na etapa de Montreal da Copa do Mundo de 2026. | Foto: Fábio Canhete/CBCa

A Seleção Brasileira de canoagem encerrou neste domingo, 12, a etapa da Copa do Mundo de Montreal, no Canadá, com oito medalhas: quatro de ouro, duas de prata e duas de bronze.

A primeira medalha do Brasil veio no sábado, 11: com a potiguar Adriana Azevedo, bronze nos 200m da classe KL1 (atletas que usam apenas os braços na remada). Ela completou a prova em 1min04s99, atrás da chilena Katherinne Wollermann, campeã com 58s83, e da canadense Brianna Hennessy, segunda colocada com 1min00s37.

“Sou a primeira mulher brasileira na KL1 a conquistar uma medalha em Copa do Mundo. Estou com o coração batendo forte e muito feliz pela conquista e pelo meu país. Agradeço à minha família e à Confederação”, comemorou Adriana.

Ainda no sábado, o Brasil conquistou dois ouros. O sul-mato-grossense Fernando Rufino venceu os 200m da classe VL2 (atletas que usam tronco e braços na remada), com o tempo de 53s21. O norte-americano Steven Haxton, com 54s25, e húngaro Robert Suba, com 55s34, ficaram com a prata e o bronze, respectivamente.

Na sequência, o paranaense Giovane Vieira foi campeão dos 200m da classe VL3 (atletas que usam braços, tronco e pernas na remada) ao cruzar a linha de chegada em 50s74, superando os britânicos Stuart Wood, medalha de prata com 51s48, e Jack Eyers, bronze com 52s75.

O domingo começou com mais um bronze brasileiro. A sul-mato-grossense Débora Benevides terminou em terceiro lugar nos 200m da classe VL2, com o tempo de 1min03s33. O ouro ficou com a britânica Emma Wiggs (57s76) e a prata com a canadense Brianna Hennessy (1min01s97).

Na sequência, teve dobradinha brasileira: Fernando Rufino voltou à água e conquistou seu segundo ouro na competição, desta vez nos 200m da classe KL2 (atletas que usam tronco e braços na remada), com o tempo de 42s01. O paranaense Flávio Reitz ficou com a prata, com o tempo 42s24. O chileno Franco Gutierrez (42s34) completou o pódio.

O Brasil repetiu o resultado nos 200m da classe KL3 (atletas que usam braços, tronco e pernas na remada). O baiano Gabriel Porto conquistou o ouro, com 40s04, enquanto o paranaense Miquéias Rodrigues ficou com a prata, ao completar a prova em 40s50. O espanhol Juan Valle fechou o pódio, fazendo o tempo de 40s83.

“Fizemos uma prova muito boa e muito forte. Seja Copa do Mundo, seja Mundial, o nível da competição é sempre alto e nós precisamos acompanhar para conseguirmos estar no pódio e, graças a Deus, conseguimos isso hoje”, afirmou Gabriel.

O desempenho em Montreal superou o da primeira etapa da temporada, disputada em maio, em Brandenburg an der Havel, na Alemanha. Na ocasião, a delegação brasileira conquistou cinco pódios (um ouro, três pratas e um bronze).

A competição no Canadá reuniu 14 brasileiros e distribuiu pontos para o ranking mundial, que serve de base para a classificação aos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

*Com informações da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa).

Patrocínio
As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais da natação

Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível
Os atletas Fernando Rufino, Miquéias Rodrigues e Gabriel Porto são integrantes do Programa Loterias CAIXA Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio individual da Loterias CAIXA que beneficia 142 atletas.

Time São Paulo
Os atletas Débora Benevides e Giovane Vieira integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que beneficia 156 atletas.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: https://cpb.org.br/noticias/selecao-brasileira-de-canoagem-conquista-oito-medalhas-em-etapa-da-copa-do-mundo-de-montreal/

Postado Pôr Antônio Brito

11/07/2026

Seleção de tiro esportivo disputa Grand Prix Internacional de Arequipa a partir deste sábado, 11

Atirador paulista Alexandre Galgani no Circuito Loterias Caixa de tiro esportivo 2026, no Rio de Janeiro | Foto: Grazie Batista/CPB

A Seleção Brasileira de tiro esportivo, composta por 11 atletas, disputa o 5º Grand Prix Internacional de Arequipa, no Peru, a partir deste sábado, 11. As competições vão até o dia 15 de julho.

A competição é homologada pela World Shooting Para Sport (WSPS), órgão que rege o tiro esportivo paralímpico. Os resultados obtidos pelos atiradores em Arequipa somam pontos para classificação ao próximo Mundial da modalidade, em setembro, e aos Jogos Parapan-Americanos de 2027.

A delegação brasileira é composta por onze atiradores (nove homens e duas mulheres). O paulista Alexandre Galgani, 43, da classe SH2 (atiradores de pistola e de carabina que não requerem suporte para a arma), é um destes representantes. Ele é medalhista de prata na prova de carabina de ar R5 deitado 10m misto nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

Entre as mulheres, a fluminense Débora Campos, 50, é a mais experiente. A atleta da classe SH1 (atiradores de carabina que não possuem habilidade para suportar o peso da arma com os braços e precisam de suporte para a arma) foi medalhista de bronze na prova P2 Pistola 10m nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023.

No último Grand Prix de Arequipa, em 2025, a atleta foi a última brasileira a subir ao pódio naquela oportunidade, com a conquista do bronze na final feminina da prova P2 – pistola de ar 10m de sua classe.

Curso para formação técnica
Antes do início do Grand Prix de Arequipa, entre os dias 2 e 8 de julho, o atleta Geraldo Rosenthal, 51, participou de um curso avançado de formação de técnicos de tiro esportivo paralímpico. Atirador da classe SH1, o gaúcho busca se preparar para a transição de carreira após a aposentadoria das competições.

Promovido com chancela da WSPS, o curso reuniu ainda outros três brasileiros: James Lowry, coordenador da modalidade no Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), e os treinadores Vitória Machado e Marcelo Prado, todos em busca de aprofundar os conhecimentos técnicos sobre a modalidade.

Ministrada por Jaiprakash Nautiyal, treinador-chefe da Seleção Indiana de tiro esportivo paralímpico, a formação abordou regras básicas e avançadas das provas de carabina, pistola e paratrap, além de técnicas de treinamento, preparação para competições, classificação funcional e planejamento de treinos. A programação combinou aulas teóricas no período da manhã e atividades práticas à tarde.

Confira a lista dos atletas convocados para o 5º Grand Prix Internacional de tiro esportivo de Arequipa:
1 – Alexandre Augusto Galgani
2 – Andreia Ursula Oliveira Lima
3 – Bruno Stov Kiefer
4 – Carlos Henrique Prokopiak Garletti
5 – Debora da Silva Rodrigues Campos
6 – Fabio Luciano de Campos
7 – Geraldo Von Rosenthal
8 – Marcelo Hyroshi Marton
9 – Ricardo Augusto Gomes da Costa
10 – Romualdo Ferreira Silva Marques
11 – Sergio Adriano Vida

Patrocínio
A CAIXA e as Loterias CAIXA são as patrocinadoras oficiais do tiro esportivo.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)

Fonte: https://cpb.org.br/noticias/selecao-de-tiro-esportivo-disputa-grand-prix-internacional-de-arequipa-a-partir-deste-sabado-11/

Postado Pôr Antônio Brito 

CRIANÇAS E JOVENS PCD VISUAL FORAM RECEBIDAS NO CORINTHIANS

Quarenta crianças e adolescentes com deficiência visual e baixa visão, atendidos pela LARAMARA, participaram de uma visita guiada ao Sport Club Corinthians Paulista. A experiência acessível incluiu roteiro adaptado, descrições dos ambientes e recursos multissensoriais, reforçando a importância da inclusão por meio do esporte, da cultura e da convivência social.

CRIANÇAS E JOVENS PCD VISUAL FORAM RECEBIDAS NO CORINTHIANS

No dia 1º de julho, 40 crianças e adolescentes com deficiência visual e baixa visão, atendidos pela LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, participaram de uma visita guiada na sede do Sport Club Corinthians Paulista, no bairro do Tatuapé, zona leste de São Paulo/SP. A iniciativa teve como objetivo proporcionar uma experiência acessível em um dos clubes mais tradicionais do país, reforçando a importância da inclusão por meio do esporte, da cultura e da convivência social.

Durante a atividade, os participantes realizaram o “Tour Raízes Alvinegras”, que percorre o Parque São Jorge e o Memorial do clube, passando por espaços como o Estádio da Fazendinha, a Capela de São Jorge, o Parque Aquático, o Ginásio Poliesportivo e o museu oficial do Corinthians. Totalmente acessível, a visita conta com descrições detalhadas dos ambientes, percurso adaptado e experiências multissensoriais, incluindo recursos de exploração tátil que tornaram o conteúdo mais acessível e enriqueceram a vivência.

A LARAMARA foi convidada pelo Corinthians para proporcionar essa experiência aos associados. Foi uma oportunidade fantástica!

Fonte: https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=d9e3e3b7-329e-4351-9346-a604f7d11d1a

Postado Pôr Antônio Brito

Brasil estreia no futebol de cegos com goleada de 18 a 0 nos Jogos Parasul-Americanos

Brasil estreia no futebol de cegos com goleada de 18 a 0 nos Jogos Parasul-Americanos


No oitavo dia dos Jogos Parasul-Americanos, o Brasil venceu o Panamá no futebol de cegos, pelo primeiro jogo da fase de grupos.

A Seleção Brasileira de futebol de cegos estreou na tarde desta quinta-feira, 9, nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026, na Colômbia, com uma goleada de 18 a 0 sobre o Panamá. O jogo foi disputado na Vila Olímpica de Augustin Codazi e teve o pernambucano Raimundo Nonato como artilheiro, com 7 gols.
 

“Foi um jogo bom. A gente conseguiu marcar uma boa quantidade de gols. Foi o jogo com placar mais elástico que eu já participei. Agora, temos que descansar porque temos um jogo muito difícil contra a Colômbia pela frente”, avaliou Raimundo Nonato, após o jogo.

A Seleção Brasileira entrou em campo com Luan Lacerda no gol e os atletas Cássio, Maicom, Tiago Paraná e Nonato na linha.
 

O primeiro gol da partida foi marcado em jogada individual de Nonato com menos de dois minutos de jogo, em um chute de fora da área.
 

O pernambucano voltou a marcar mais três vezes em sequência, contando com duas assistências de Tiago Paraná e uma de Jardiel. O próprio Jardiel foi o responsável pelo quinto e pelo sexto gols brasileiros.
 

Ainda na primeira etapa, o Brasil voltou a marcar com Tiago Paraná, Maicom Mendes, este em tiro livre direto, e com Paulinho. Assim, a vantagem do Brasil no intervalo era de 9 a 0.
 

O segundo tempo começou com novo gol de Nonato logo nos primeiros movimentos. Tiago Paraná, Jardiel, Nonato (2x), Anael, Maicom e Raynã (2x) fecharam a goleada.
 

“A cada treino, a gente aprende uma coisa nova com os mais experientes. Eles sabem muito. A gente tenta contribuir. Hoje, atingimos nossa proposta, que era ganhar e, se possível, ganhar bem. Demos um ótimo primeiro passo para chegar à final”, analisou o cearense Anael.
 

O Brasil volta a campo nesta sexta-feira, 10, contra a Colômbia, pela segunda rodada da fase de grupos.
 

Jogos Parasul-Americanos
O Brasil participa dos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026 com 237 atletas de 13 modalidades, além de quatro atletas-guia (atletismo), quatro pilotos (ciclismo), dois goleiros (futebol de cegos) e dois calheiros (bocha).
 

Este é o primeiro evento multimodalidade com a participação brasileira dentro do ciclo dos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028, nos Estados Unidos. Na edição anterior dos Jogos, o país ficou com um histórico quinto lugar no quadro geral de medalhas, após conquistar 25 ouros, 25 pratas e 38 bronzes.
 

O Brasil participa do evento com uma delegação formada por atletas de 26 estados e do Distrito Federal que une experiência e juventude, com 131 homens e 106 mulheres.
 

Por um lado, são 50 atletas que já conquistaram medalhas em Mundiais e 48 que já subiram ao pódio em edições dos Jogos Paralímpicos entre os convocados para competir na Colômbia. Por outro, o grupo conta com 80 atletas que terão no máximo 23 anos na data de início da competição.
 

Os primeiros Jogos Parasul-Americanos foram realizados em 2014, em Santiago, no Chile. Mais de 580 atletas de oito países competiram em sete modalidades. Na ocasião, o Brasil terminou em segundo no quadro geral de medalhas, com 104 pódios conquistados, atrás apenas da Argentina.
 

Uma segunda edição do evento chegou a ser prevista para 2018 em Buenos Aires, na Argentina, mas foi cancelada por questões financeiras.
 

Confira o calendário de provas do Brasil nesta quarta-feira, 8 (no horário de Brasília):
11h | Futebol de cegos masc. — Brasil x Colômbia – Fase de Grupos


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As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do futebol de cegos.
 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

CRÉDITO/IMAGEM: Raimundo Nonato comemora após marcar no futebol de cegos em Valledupar 2026 | Foto: Carol Coelho/CPB

Fonte: https://diariopcd.com.br/brasil-estreia-no-futebol-de-cegos-com-goleada-de-18-a-0-nos-jogos-parasul-americanos/ 

Postado Pôr Antônio Brito

10/07/2026

CADEIRANTE MORRE EM INCÊNDIO DENTRO DE CASA NO INTERIOR DO TO

Uma jovem cadeirante de 22 anos morreu durante um incêndio em uma residência em Araguaína (TO). A Polícia Civil investiga as causas do incêndio e as circunstâncias da morte. Segundo relatos, moradores tentaram controlar as chamas e um vizinho tentou resgatá-la, mas não conseguiu devido à intensidade do fogo.

CADEIRANTE MORRE EM INCÊNDIO DENTRO DE CASA NO INTERIOR DO TO

Uma jovem cadeirante de 22 anos foi encontrada carbonizada em um cômodo de uma casa em Araguaína/TO, na região norte do estado. A Polícia Civil deve investigar as causas do incêndio e as circunstâncias da morte. Algumas testemunhas atribuem o incêndio a um curto circuito em um ventilador. O caso aconteceu neste domingo, dia 5 de julho, no Setor Costa Esmeralda, em Araguaína, na região norte do Tocantins. Os bombeiros informaram que o fogo foi controlado por moradores da região, com o uso de mangueiras de jardim e extintores cedidos por estabelecimentos comerciais. Mas já era tarde. A cadeirante estava morta. A jovem de 22 anos, foi identificada como Nataly Araújo de Sousa. Um vizinho tentou salvar a jovem cadeirante, mas não conseguiu por causa das chamas. A vítima estava sob os cuidados de uma vizinha enquanto sua responsável estava viajando. A vizinha, segundo foi apurado, era idosa e alcoólatra.

https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2026/07/06/quem-era-a-jovem-cadeirante-que-foi-encontrada-carbonizada-dentro-de-casa-no-to.ghtml

Fonte: https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=06208cbd-ac60-4ada-a411-60cd04b378fe 

Postado Pôr: Antônio Brito 

Brasil chega a 31 medalhas de ouro e tem dia 100% dourado com vitórias no goalball e vôlei sentado em Valledupar

Brasil chega a 31 medalhas de ouro e tem dia 100% dourado com vitórias no goalball e vôlei sentado em Valledupar

No sétimo dia de provas, Brasil disputou quatro finais e venceu todas, garantindo mais quatro medalhas de ouro.

O Brasil venceu todos os confrontos em que esteve envolvido nesta quarta-feira, 8, sétimo dia de provas nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, garantindo quatro medalhas de ouro – agora são 68 pódios no total. As conquistas vieram com as Seleções masculina e feminina de vôlei sentado e de goalball.


O Brasil soma 31 medalhas de ouro, 25 de prata e 12 de bronze e segue líder do quadro geral da competição. A Colômbia é a segunda colocada, com 34 medalhas no total (11 ouros, 10 pratas e 13 bronzes), seguida pelo Chile, que tem 37 pódios (10 ouros, sete pratas e 20 bronzes).

O primeiro ouro do dia veio com a Seleção feminina de vôlei sentado, que venceu o Peru na final por 3 sets a 0, com parciais de 25/16, 25/10 e 25/12. Assim, a equipe brasileira terminou a competição com campanha invicta e sem perder nenhum set em cinco partidas.


“Eu ainda não tinha uma medalha de ouro pelo Brasil, então esse era meu objetivo aqui. E meu pai faleceu em novembro de 2024 e eu prometi que essa medalha de ouro pelo Brasil iria chegar. Então, essa medalha é para ele. É uma felicidade, uma honra inenarrável vestir essa camisa e praticar o esporte que eu amo”, celebrou a fluminense Camila Castro, que tem três medalhas em competições internacionais com a Seleção: bronze em Tóquio 2020 e no Rio 2016 e prata no Parapan-Americano de Lima 2019.


A Seleção masculina, que entrou em quadra pouco depois, seguiu roteiro parecido: sete vitórias em sete jogos e nenhum set concedido. Na decisão, os brasileiros venceram a Colômbia por 3 a 0, com parciais de 25/19, 25/20 e 25/15.

“Consegui vir, fazer um bom campeonato com toda a equipe e saímos vitoriosos, com a medalha de ouro, sem perder nenhum set. Dedico a todos os brasileiros que nos acompanham. É sempre bom ter sangue novo na seleção. Eu também já fui novato – agora já são 16 anos na modalidade – e, desde o começo eu apoio os mais novos, passo instruções. Ainda tenho muito o que ensinar aos jovens. Fico muito feliz por ter tantos jovens de talento chegando”, analisou o capixaba Thiaguinho, medalhista de ouro no Parapan-Americano de Santiago 2023, e bronze no Mundial da Bósnia 2022.


Goalball
A terceira medalha dourada do Brasil no dia veio com a Seleção feminina de goalball. Na final contra o Peru, as brasileiras venceram por 5 a 4, após prorrogação, para ficar com o título.


Durante a campanha, o Brasil já havia vencido o Peru na estreia (4 a 2). Além disso, foram mais quatro vitórias e um empate antes da decisão.


“O meu sentimento no fim do jogo foi de gratidão e de perseverança. A medalha significa o resultado muito gratificante de uma temporada intensa. Foi um jogo muito difícil, mas sabíamos que conseguiríamos e não desistimos. Foi muita emoção, tanto pela prorrogação como pelo que queríamos ganhar juntas”, destacou a pernambucana Emily.


A Seleção masculina foi a última equipe brasileira a entrar em quadra, garantindo o quarto ouro do dia com vitória por 8 a 6 sobre a Argentina. O triunfo coroou uma campanha perfeita, com sete vitórias em sete jogos.


“A gente jogou contra a Argentina, que é o sexto melhor time do mundo atualmente. Foi um jogo pegado, levamos a virada no primeiro tempo, mas conseguimos reverter e sair com a vitória e a medalha de ouro. A gente treina muito, trabalha muito, tem fase de treinamento. É a coroação de um grande trabalho”, disse o paulista Fábio Silva, ala direita da Seleção.


Jogos Parasul-Americanos
O Brasil participa dos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar 2026 com 237 atletas de 13 modalidades, além de quatro atletas-guia (atletismo), quatro pilotos (ciclismo), dois goleiros (futebol de cegos) e dois calheiros (bocha).


Este é o primeiro evento multimodalidade com a participação brasileira dentro do ciclo dos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028, nos Estados Unidos. Na edição anterior dos Jogos, o país ficou com um histórico quinto lugar no quadro geral de medalhas, após conquistar 25 ouros, 25 pratas e 38 bronzes.


O Brasil participa do evento com uma delegação formada por atletas de 26 estados e do Distrito Federal que une experiência e juventude, com 131 homens e 106 mulheres.


Por um lado, são 50 atletas que já conquistaram medalhas em Mundiais e 48 que já subiram ao pódio em edições dos Jogos Paralímpicos entre os convocados para competir na Colômbia. Por outro, o grupo conta com 80 atletas que terão no máximo 23 anos na data de início da competição.


Os primeiros Jogos Parasul-Americanos foram realizados em 2014, em Santiago, no Chile. Mais de 580 atletas de oito países competiram em sete modalidades. Na ocasião, o Brasil terminou em segundo no quadro geral de medalhas, com 104 pódios conquistados, atrás apenas da Argentina.


Uma segunda edição do evento chegou a ser prevista para 2018 em Buenos Aires, na Argentina, mas foi cancelada por questões financeiras.

Confira as medalhas do Brasil nesta quarta-feira, 8:

Ouro
Vôlei sentado | Seleção masculina
Vôlei sentado | Seleção feminina
Goalball | Seleção feminina
Goalball | Seleção masculina
 


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As Loterias CAIXA e a CAIXA são as patrocinadoras oficiais do goalball, e vôlei sentado.


Fonte: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

Fonte: https://diariopcd.com.br/brasil-chega-a-31-medalhas-de-ouro-e-tem-dia-100-dourado-com-vitorias-no-goalball-e-volei-sentado-em-valledupar/ 

Postado Pôr: Antônio Brito 

Rocinha Sobre Rodas retoma treinos para o Brasileiro de Power Soccer

Rocinha Sobre Rodas retoma treinos para o Brasileiro de Power Soccer

Equipe de futebol em cadeira de rodas da comunidade volta às quadras e fortalece a inclusão por meio do paradesporto

Dois sons voltaram a ecoar pelo Complexo Esportivo da Rocinha: o giro das cadeiras de rodas motorizadas e os gritos de gol. Isso porque foram retomados os treinos do Rocinha Sobre Rodas, equipe de futebol em cadeira de rodas da comunidade que inicia sua preparação para o Campeonato Brasileiro de Power Soccer, previsto para novembro.

Mais do que uma equipe paradesportiva, o Rocinha Sobre Rodas representa um projeto de inclusão e transformação social dentro da maior favela do Rio de Janeiro, que também é a mais populosa do Brasil, de acordo com dados de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os treinamentos serão realizados no Complexo Esportivo da Rocinha, equipamento administrado pela Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), que se consolidou como referência para a prática esportiva, o lazer e a promoção da cidadania na comunidade.

A retomada das atividades resulta da união de esforços entre o Instituto Abraço Social, a Suderj e parceiros comprometidos com a ampliação do acesso ao paradesporto. A expectativa é fortalecer a preparação da equipe para a competição nacional e ampliar a visibilidade do Power Soccer, modalidade que vem ganhando cada vez mais reconhecimento no país. A Seleção Brasileira ficou em quarto lugar no último Mundial, realizado em Phoenix, nos Estados Unidos, no ano passado.

Para professor Gustavo Lima, o Gugu, do Instituto Abraço Social, o valor de apostar no paradesporto vai muito além da disputa entre times: trata-se de transformação de vidas.

“Estamos falando de oportunidade, inclusão e dignidade. O Rocinha Sobre Rodas demonstra que a deficiência não limita sonhos nem talentos. Queremos que esses atletas possam competir em alto nível e inspirar outras pessoas a acreditarem no próprio potencial”, ressalta.

Já o presidente da Suderj, Vinicius Boaventura, destaca que o retorno dos treinos reforça o compromisso do Estado com a democratização do acesso ao esporte.

“Cada treino representa mais inclusão, mais qualidade de vida e mais oportunidades. O esporte tem a capacidade de transformar histórias e abrir caminhos para a cidadania”, avalia Vinicius.

E enquanto o Brasileiro não chega, essa energia vai se consolidando na rotina de treinos e de imersão técnica, reforçando o principal benefício é a mensagem fundamental do paradesporto: inclusão e esporte caminham juntos em todas as quadras, de todos os lugares.

Fonte: https://diariopcd.com.br/rocinha-sobre-rodas-retoma-treinos-para-o-brasileiro-de-power-soccer/ 

Postado Pôr: Antônio Brito 

08/07/2026

Futebol sem Barreiras: ADD participa de vivência de esporte adaptado em São Paulo

Futebol sem Barreiras: ADD participa de vivência de esporte adaptado em São Paulo














O evento gratuito acontece neste sábado, 11 de julho, no Centro Esportivo Vila Guarani, com direito a jogo de demonstração e muita inclusão

O esporte como ferramenta de transformação social e superação ganha os gramados de São Paulo neste sábado, 11 de julho. O Centro Esportivo Vila Guarani será o palco da Vivência de Futebol Adaptado, um evento que celebra a inclusão e o talento dos atletas.

A ADD (Associação Desportiva para Deficientes) marcará presença na programação com seus alunos com deficiência física e deficiência intelectual, reforçando o compromisso de ampliar o acesso ao paradesporto e mostrar que o campo pertence a todos.

Programação do Evento

O público poderá acompanhar de perto a energia e a técnica dos atletas em duas etapas:

  • 14h às 15h | Vivência Prática: Um momento de interação e experiência prática com o futebol adaptado.
  • 15h às 16h | Jogo de Demonstração: Uma partida entre atletas com Deficiência Intelectual (DI) e Paralisia Cerebral (PC), mostrando a dinâmica e o alto potencial da modalidade.

A iniciativa busca quebrar preconceitos, aproximar famílias e conscientizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade no esporte.

Para Eliane Miada, fundadora e presidente do Conselho da ADD, o impacto desse evento vai muito além das quatro linhas:

“A vivência vai muito além da prática esportiva. É uma oportunidade para que nossos atletas desenvolvam habilidades, fortaleçam a confiança, ampliem a convivência social e mostrem suas capacidades dentro de um ambiente acolhedor e inclusivo. Cada atividade como essa contribui para quebrar barreiras e reforçar que o esporte é um direito de todos.”

Serviço

– Evento: Vivência de Futebol Adaptado

– Data: 11 de julho (sábado)

– Horário: Das 14h às 16h

– Local: Centro Esportivo Vila Guarani

– Endereço: R. Lussanvira, 178 – Vila Guarani, São Paulo

Sobre a ADD

A Associação Desportiva para Deficientes (ADD) é uma organização sem fins lucrativos dedicada à inclusão social por meio do esporte. Referência nacional no desenvolvimento do paradesporto, a entidade promove oportunidades para atletas com deficiência, contribuindo para a formação de talentos e para o fortalecimento do movimento paralímpico brasileiro. 

Fonte https://diariopcd.com.br/futebol-sem-barreiras-add-participa-de-vivencia-de-esporte-adaptado-em-sao-paulo/

Postado Pôr Antônio Brito  

Lula vetou mudança do símbolo de Acessibilidade no Brasil

Lula vetou mudança do símbolo de Acessibilidade no Brasil

Projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional e dependia de decisão do Presidente Lula. Veto parcial foi publicado em Diário Oficial. Decisão mantém em vigor o tradicional símbolo do cadeirante previsto na legislação brasileira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o Projeto de Lei nº 2.199/2022, aprovado pelo Congresso Nacional, que previa a substituição do atual Símbolo Internacional de Acessibilidade pelo novo símbolo desenvolvido no âmbito das Nações Unidas. Com a decisão, permanece em vigor o símbolo tradicional da pessoa em cadeira de rodas, utilizado há décadas para identificar locais, serviços e equipamentos acessíveis no Brasil.

“A proposição legislativa é inconstitucional e contraria o interesse público, pois alteraria o Símbolo Internacional de Acesso sem a efetiva participação das organizações representativas das pessoas com deficiência, o que violaria a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009, aprovada na forma do art. 5º, § 3º, da Constituição. Ademais, a substituição de símbolo amplamente reconhecido pela sociedade poderia causar exclusão e a imposição de barreiras adicionais à fruição dos espaços pelo público a que pretende favorecer”, apontou a Presidência na República, que acatou manifestação do MDHC – Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

A proposta alterava a Lei nº 7.405/1985 para tornar obrigatória a utilização do novo Símbolo Internacional de Acessibilidade, uma representação gráfica mais abrangente, defendida pelos autores do projeto como um ícone capaz de contemplar todas as formas de deficiência, e não apenas as relacionadas à mobilidade reduzida.

A mudança, entretanto, gerou forte debate entre entidades representativas das pessoas com deficiência, especialistas em acessibilidade e órgãos públicos.

Antes mesmo da decisão presidencial, o CONADE – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência manifestou-se oficialmente pela rejeição da proposta. Em Nota Técnica, o colegiado sustentou que “o atual símbolo possui amplo reconhecimento nacional e internacional, está incorporado às normas técnicas brasileiras e internacionais e sua substituição poderia gerar insegurança na comunicação visual da acessibilidade”.

Entre os argumentos apresentados pelo CONADE estavam a ausência de validação do novo símbolo por organismos internacionais de padronização, como a ISO, e a inexistência de estudos demonstrando que sua adoção proporcionaria ganhos concretos de acessibilidade ou compreensão pelo público.

A decisão do presidente Lula preserva a utilização do modelo atualmente utilizado em estacionamentos, edifícios públicos, repartições, estabelecimentos privados, meios de transporte e demais locais que oferecem condições de acesso às pessoas com deficiência.

Debate continua no Congresso

O veto presidencial agora será analisado pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-lo ou rejeitá-lo, conforme o procedimento previsto na Constituição Federal. Caso deputados e senadores decidam derrubar o veto, o texto poderá ser promulgado pelo Congresso e a alteração passará a integrar a legislação brasileira.

Enquanto isso, continuam válidas todas as regras atuais relativas ao uso do Símbolo Internacional de Acesso previsto na Lei nº 7.405/1985 e nas normas técnicas de acessibilidade.