Mais de 175 mil pessoas com deficiência votam em locais sem acessibilidade no Brasil. Eleitores podem transferir seção até 6 de maio para locais adaptados.

Mais de 175 mil pessoas com deficiência votam em locais sem acessibilidade no Brasil. Eleitores podem transferir seção até 6 de maio para locais adaptados.

Dados oficiais dizem que mais de 175 mil eleitores com deficiência e dificuldade de locomoção estão registrados em seções sem acessibilidade, ou seja, em locais de votação sem a estrutura adequada às suas necessidades, como pisos regulares e acessos térreos ou por rampas. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2024.
A Justiça Eleitoral permite que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida transfiram o título de eleitor para uma das 185 mil seções acessíveis do País. Neste ano, o prazo para tomar essa providência vai até o dia 6 de maio.
Segundo um levantamento feito, os piores estados em acessibilidade nas zonas eleitorais são Mato Grosso, Alagoas e Roraima.
A matéria completa, inclusive com o passo a passo para troca de seção eleitoral para uma seção com acessibilidade, está no portal TERRA. Acesse pelo link:
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Especialistas e famílias apontam barreiras persistentes e destacam iniciativas inclusivas como caminhos possíveis
Apesar de avanços em políticas públicas e no debate sobre inclusão, o acesso à cultura ainda está longe de ser universal no Brasil. Para milhões de pessoas com deficiência, frequentar espaços culturais, assistir a espetáculos ou participar de atividades artísticas segue sendo um desafio marcado por barreiras estruturais e, principalmente, comunicacionais.
Dados preliminares do Censo Demográfico de 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que o país tem 14,4 milhões de pessoas com deficiência, o que representa 7,3% da população com dois anos ou mais. O levantamento também identificou, pela primeira vez, 2,4 milhões de pessoas com autismo, ampliando a compreensão sobre a diversidade de públicos que demandam acessibilidade.
Na prática, no entanto, a inclusão cultural ainda não acompanha esses números. Vivian Maria Pereira Hartung Toppam é mãe de dois jovens surdos, Victor Orlando Poli, de 21 anos, e Vagner Matheus Poli, de 20. Ela relata as dificuldades enfrentadas no dia a dia. “As principais dificuldades que enfrento são a falta de acessibilidade em Libras e a pouca divulgação de eventos que realmente estejam preparados para receber pessoas surdas. Muitas vezes até existem atividades culturais, mas não há intérprete de Libras, legendas ou recursos visuais adequados. Além disso, o custo e a distância também podem dificultar a participação, principalmente quando precisamos nos deslocar para outras cidades em busca de eventos acessíveis.”
Segundo ela, o problema não está apenas na ausência de recursos, mas na forma como a inclusão é pensada. “Na minha experiência, ainda não estão totalmente preparados. Houve avanços, mas ainda falta muito. Falta acessibilidade comunicacional, formação dos profissionais para lidar com pessoas com deficiência e uma maior conscientização sobre inclusão. No caso das pessoas surdas, é fundamental ter intérprete de Libras, materiais visuais e atendimento sensível às nossas necessidades. A inclusão precisa ser pensada desde o planejamento do evento, e não apenas como algo complementar.”
Para o músico e educador Welton Nadai, responsável pelo Instituto Lumiarte, a cultura precisa avançar para além do discurso. “A gente entende que a arte precisa ser para todos. Ainda há uma distância entre o que se fala sobre inclusão e o que de fato é oferecido nos espaços culturais. É preciso pensar acessibilidade como parte essencial da criação artística.”
Nesse cenário, iniciativas específicas têm buscado preencher lacunas. Um exemplo é o Acessart, desenvolvido pelo Instituto Lumiarte, que propõe experiências artísticas adaptadas, como espetáculos com Libras, audiodescrição e exposições táteis. Para Nadai, ações como essa demonstram que a inclusão é viável quando incorporada desde a concepção dos projetos.
A importância dessas iniciativas é reforçada por quem vivencia a exclusão. “Eu avalio como extremamente importante. Iniciativas como essa promovem inclusão, dão visibilidade às pessoas com deficiência e garantem o direito de participar da vida cultural da sociedade. Para famílias como a minha, essas ações representam oportunidades reais de aprendizado, socialização e valorização da identidade das pessoas surdas. Também ajudam a sensibilizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade”, afirma Vivian.
O impacto também se reflete no desenvolvimento das crianças. “Projetos acessíveis impactam de forma muito positiva a vida e o desenvolvimento cultural dos meus filhos. Eles se sentem incluídos, valorizados e capazes de participar como qualquer outra criança. Além disso, essas experiências ampliam o conhecimento, estimulam a criatividade, fortalecem a autoestima e contribuem para o desenvolvimento da linguagem e da identidade cultural surda. Quando há acessibilidade, meus filhos não apenas assistem, mas realmente compreendem, se envolvem e aprendem.”
CONHEÇA O ACESSART
O Acessart é um projeto pioneiro voltado para a inclusão cultural, desenvolvido com o objetivo de levar a arte às pessoas com deficiência, criando e adaptando produções artísticas que garantam acessibilidade. A proposta central do Acessart é democratizar a experiência artística, fazendo com que todos possam acessar e desfrutar das mais diversas manifestações culturais, independentemente de suas limitações físicas, visuais, auditivas ou motoras.
Saiba mais sobre o projeto: https://www.institutolumiarte.org/acessart
Fonte https://diariopcd.com.br/acesso-a-cultura-ainda-exclui-milhoes-de-pessoas-com-deficiencia-no-brasil/
Postado Pôr Antônio Brito
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) vai divulgar na próxima terça-feira, 5, a lista dos atletas que irão formar a delegação brasileira nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar, competição que será realizada de 5 a 16 de julho na Colômbia.
O evento, em sua segunda edição, deve reunir mais de 1.100 atletas de 12 países, em disputas de 13 modalidades: atletismo, badminton, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, futebol de Cegos, goalball, halterofilismo, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco e vôlei sentado.
4As disputas acontecerão em locais como o Complexo Aquático da Universidade Popular de César (UPC), com capacidade para receber até 600 pessoas; o Coliseu de Basquete Gota-Fria, que pode receber até 3.000 espectadores; e o Estádio de Atletismo José Luis Parada. Parte das estruturas foi construída para os Jogos Bolivarianos, evento que reuniu atletas de 11 países em Valledupar em 2022.
Os primeiros Jogos Parasul-Americanos foram em março de 2014, em Santiago, no Chile. Mais de 580 atletas de oito países competiram em seis modalidades. Na ocasião, o Brasil terminou em segundo no quadro geral de medalhas, atrás da Argentina, com 104 pódios conquistados.
A edição seguinte, prevista para 2018 em Buenos Aires, na Argentina, foi cancelada por questões financeiras.
Patrocínio
As Loterias Caixa, a Caixa, a Braskem e a Asics são as patrocinadoras oficiais do atletismo.
As
Loterias Caixa e a Caixa são as patrocinadoras oficiais do badminton,
basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de Cegos, goalball,
halterofilismo, natação, tênis de mesa, tiro com arco e vôlei sentado.
Este será o primeiro grande evento paralímpico multiesportivo com a participação do Brasil desde a campanha histórica nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024, quando o país alcançou pela primeira vez o top-5 no quadro de medalhas. Na ocasião, a delegação brasileira conquistou 88 pódios (25 ouros, 25 pratas e 38 bronzes).
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/cpb-divulga-convocacao-para-jogos-parasul-americanos-valledupar-2026-na-proxima-terca-feira-5/
Postado Pôr Antônio Brito
Jessica Cox, americana sem braços, entrou para o livro dos recordes ao se tornar piloto de avião usando os pés. Sua história inspira milhares ao redor do mundo.

O programa “Domingo Espetacular” da TV Record mostrou uma matéria especial sobre uma mulher americana de 41 anos, nascida sem os braços. Ela é Jessica Cox, que cresceu ouvindo que algumas coisas simplesmente não seriam possíveis para ela por conta de sua condição. Mas, ao longo dos anos, ela decidiu provar a todo mundo exatamente o contrário. Desde cedo, aprendeu a usar os pés para realizar tarefas do dia a dia e transformou o que muitos viam como limitação em uma habilidade extraordinária.
Com dedicação e coragem, Jessica entrou para a história ao se tornar a primeira pessoa no mundo a obter uma licença de piloto de aeronave – avião – mesmo sem ter braços. Ela aprendeu a conduzir um avião utilizando apenas os pés, demonstrando um nível impressionante de controle.
O seu feito não só quebrou recordes, mas também desafiou padrões e expectativas, correndo a notícia pelo mundo inteiro, viralizando nas redes sociais.
E seus feitos e sua determinação não pararam por aí. Jessica também conquistou a faixa-preta no Taekwondo.
Com tanta exposição e reconhecimento, Jessica passou a compartilhar sua história pelo mundo como palestrante, inspirando milhares de pessoas a enxergarem suas próprias capacidades e a superarem suas limitações.
O Domingo Espetacular da TV Record fez uma matéria especial sobre Jessica. Para assistir e saber mais, clique no link:
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Startup apoiada pelo Centelha cria aplicativo para crianças autistas que é usado em 179 países. Com práticas pedagógicas mais individualizadas, o app foi criado a partir da vivência de um pai e soma mais de 185 mil downloads globais
Uma experiência familiar foi o ponto de partida para a criação da Jade Autism, startup brasileira que foi apoiada pela primeira edição do Programa Centelha, iniciativa que estimula a criação de empreendimentos inovadores no país por meio de capacitação, recursos financeiros e suporte técnico. Atualmente, a Jade Autism (com Jade App, Jade Edu, Jade Academy e Jade Astea) já soma mais de 185 mil downloads e está disponível em quatro idiomas, sendo eles português, espanhol, inglês e árabe. No Brasil, é utilizado por mais de 5 mil estudantes e cerca de 1.500 educadores, em instituições públicas e privadas.
A empresa nasceu após o diagnóstico de autismo do filho do CEO e fundador, Ronaldo Lima Cohin Ribeiro, e hoje impacta educadores e famílias em 179 países. A proposta é apoiar o desenvolvimento cognitivo de crianças com autismo e outras neurodiversidades (como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Discalculia, Deficiência Intelectual, Síndrome de Down e Altas Habilidades e Superdotação) por meio de um aplicativo que utiliza jogos. “Percebi que muitas decisões eram baseadas apenas em observações subjetivas, o que tornava o processo mais difícil e demorado. O objetivo era criar uma tecnologia que ajudasse a compreender melhor o desenvolvimento das crianças e apoiar intervenções mais assertivas”, explica Ronaldo.
De acordo com o CEO, o principal impacto da solução da startup está na análise de dados, que resulta na melhora da qualidade das decisões pedagógicas, e no fortalecimento do papel das famílias, que passam a acompanhar mais de perto o progresso das crianças. “Os dados gerados durante os jogos são transformados em relatórios que ajudam educadores e profissionais a ajustarem estratégias pedagógicas de forma mais individualizada. Isso traz mais segurança no acompanhamento do desenvolvimento das crianças”, destaca Ronaldo.
Do protótipo à escala global
A trajetória da Jade Autism ganhou impulso a partir da participação no Centelha, em 2021, programa que estimula a criação de empreendimentos inovadores no Brasil e está agora em sua terceira edição. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a CERTI.
Segundo o fundador, o Centelha foi fundamental no desenvolvimento da startup. “Até então, a Jade era principalmente uma ideia, um protótipo conceitual. O programa trouxe estrutura, metodologia e recursos para que pudéssemos transformar essa visão em algo concreto”, afirma.
Com o apoio recebido, a Jade Autism desenvolveu suas primeiras versões e iniciou parcerias com escolas e redes municipais de ensino, o que possibilitou validar a solução em escala. O reconhecimento em eventos e premiações internacionais também contribuiu para a expansão da empresa para novos mercados.
Ideia que gera impacto na educação e nas famílias
A empresa acumula conquistas importantes no ecossistema de inovação, como recebimento de investimento internacional. Além disso, integrou a lista “100 Startups to Watch” e venceu competições relevantes, como o Web Summit Rio. Em 2024, também foi destaque em premiações internacionais e em programas de aceleração, consolidando sua atuação global.
Para Ronaldo, a trajetória demonstra o potencial de incentivos à inovação. “Eles são o ponto de partida, mas o mais importante é o que o empreendedor faz depois. O Centelha ajuda a tirar a ideia do papel, mas construir uma startup exige persistência, capacidade de aprender com os erros e muita proximidade com o problema que você está tentando resolver”, ressalta.
Segundo Públio Ribeiro, coordenador-geral do Centelha no MCTI, o programa tem como objetivo criar oportunidades para que ideias inovadoras se transformem em empreendimentos de sucesso, oferecendo suporte desde as fases iniciais. “Casos como o da Jade Autism mostram como o incentivo certo pode contribuir muito para gerar impacto real na sociedade. O sucesso do projeto da startup reforça a importância do programa em investir em ideias com potencial de alcance global e transformação social”, concluí.
Sobre o Centelha
O Programa Centelha incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios por meio da oferta de recursos financeiros em formato de subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte. Em sua terceira edição, o programa chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal, com a previsão de investimento de R$ 155 milhões e a expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos em todo o país.
A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a Fundação CERTI. Em duas edições, o programa já apoiou a criação de 1.640 startups e envolveu mais de 65 mil empreendedores em todo o Brasil.
Fonte https://diariopcd.com.br/aplicativo-criado-por-startup-para-criancas-autistas-e-usado-em-179-paises/
Postado Pôr Antônio Brito
Apesar de Receita Federal garantir que os benefícios para as pessoas com deficiência não seria afetado, Lei Complementar tem justificado redução para 90% na isenção do IPI na aquisição de veículos 0km. Lei Federal garante isenção até 31 de dezembro de 2026
Desde o mês de março as pessoas com deficiência que desejam adquirir um veículo 0km, estão enfrentando problemas com algumas montadoras que estão justificando a redução do benefício fiscal, justificando que a Lei Complementar 224 de 2025 – que teve vigência a partir de 1º de abril, passaria a obrigar o recolhimento de 10% (dez por cento) em relação ao IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados, que atualmente segue as regras prevista em legislação específica – Lei Federal 8989/1995, que determina a isenção do total do tributo até 31 de dezembro de 2026 para veículos com valores até R$ 200 mil reais.
CONFIRA ENTREVISTA com Loni Elisete Manica – Assessora Parlamentar do Senador Romário e Pós Doutoranda em Educação UCB e com Diogo de Novaes – Coordenador do Departamento Legislativo do Senador Flávio Arns.
https://www.youtube.com/watch?v=1HLfPt9G_jE&t=14s
Ao Diário PcD, a Seção de Comunicação Institucional – Sacin, da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil – 4ª Região Fiscal, em nota oficial, informou que após consultar o Auditor-Fiscal Hans Wolfglanc Lisboa, “a Lei nº 8.989/95 vem sendo prorrogada desde a sua promulgação em 1995. A mesma seguirá vigendo após 31/12/2026, é bastante a edição de nova Lei prorrogando os efeitos da Lei atual, posto que se trata de assunto de relevante interesse nacional, que atinge um contingente populacional muito sensível e que necessita de veículo para a sua melhor locomoção. A redução de 10% do valor do benefício fiscal de que trata o art. 4º da LC nº 224/25, refere-se ao montante anual do benefício fiscal e sua concessão, não diz respeito ao valor de aquisição do veículo até 200 mil reais, eu diria que no futuro, como efeito da correção inflacionária, esse valor deverá ser corrigido”.
O Auditor-Fiscal ainda afirmou ao Diário PcD que “a única preocupação governamental é que os benefícios fujam ao controle estatal e se tornem inviável para o controle das contas públicas, então a LC terá o condão de limitar os gastos com a renúncia fiscal, mas o PCD pode ficar tranquilo, porque esse benefício que lhes é conferido tem um cunho social importantíssimo, então posso assegurar que, se o governo tiver que limitar os gastos com algum benefício, o último a ser limitado será o benefício fiscal ofertado ao PCD”.


Cobrança em Nota Fiscal
O que foi garantido pela Receita Federal não é o que vem acontecendo no mercado, com algumas montadoras, que cobram os 10% já na emissão da Nota Fiscal.
O Senador Flávio Arns, ao receber as informação da ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência, afirmou que já levou a preocução ao Presidente do Senado Federal e que uma proposta legislativa deve ser votada em breve para evitar a continuidade dessas cobranças, que são consideradas indevidas pelo parlamentar.
Já o Senador Romário, questiona oficialmente Robinson Sakiyama Barreirinhas, Secretário Especial da Receita Federal do Brasil. “Tenho recebido diversas manifestações oriundas de diferentes regiões do país acerca da aplicação da Lei Complementar nº 224, de 26 de dezembro de 2025, especialmente no que se refere à possível incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em aquisições realizadas por pessoas com deficiência. Segundo os relatos encaminhados por instituições representativas, processos recentes de solicitação de isenção de IPI estariam sendo indeferidos pela Receita Federal, com a exigência do recolhimento de percentual correspondente a 10% da alíquota padrão, com fundamento nas novas regras estabelecidas pela referida Lei Complementar, vigente desde 1º de abril de 2026”.
Em documento, o parlamentar afirma que “chama atenção o fato de que o
rol de exceções previsto no § 8º do art. 4º da Lei Complementar nº
224/2025 não contempla, de forma expressa, a referida isenção, o que tem
gerado insegurança jurídica e apreensão entre os beneficiários e as
instituições que atuam na defesa dos direitos das pessoas com
deficiência. Solicito a
gentileza de que os esclarecimentos sejam
prestados com a maior brevidade possível, a fim de subsidiar resposta às
instituições e cidadãos que têm buscado orientação junto a este
gabinete”.
Trecho do documento enviado ao Secretário Especial da Receita Federal do Brasil pelo Senador Romário.

NOTA DO DIÁRIO PcD
As afirmações encaminhadas ao Diário PcD pela Receita Federal parecem bem claras, entretanto o órgao vem aceitando Notas Fiscais constando uma legislação que não justifica a redução da isenção do IPI para 90%. Essa alteração, anotada pelas montadoras no momento da efetivação da compra pela pessoa com deficiência pode – futuramente, ter que ser justificada aos órgãos federais, já que existe um Lei Federal (8989) ainda em vigência.
Permanecemos acompanhando todas as novas informações sobre o tema.
Reafirmamos que as divulgações realizadas pelo Diário PcD estão embasadas e devidamente documentadas.
Fonte https://diariopcd.com.br/romario-e-flavio-arns-querem-explicacoes-sobre-cobranca-do-ipi-para-pessoa-com-deficiencia-na-aquisicao-de-veiculo/
Postado Pôr Antônio Brito
O Centro de Treinamento Paralímpico (CT), em São Paulo, recebe a quarta fase de treinamento da Seleção Brasileira de vôlei sentado. Ao todo, foram convocadas 12 atletas, que estarão na capital paulista de 26 de abril e 3 de maio.
Entre o final de março e começo de abril, a Seleção também esteve presente no CT Paralímpico para a terceira semana de treinamento. As atividades têm tido como principal objetivo o Campeonato Mundial em Hangzhou, na China.
A competição acontecerá entre os dias 10 e 17 de julho e a Seleção chega como atual campeã do torneio sediado em Sarajevo, na Bósnia no ano de 2022. As atletas superaram as canadenses por 3 sets a 2 (25/23, 18/25, 25/21, 17/25, 15/06) e a partida foi tie-break (5º set decisivo), garantindo a medalha inédita do vôlei sentado feminino brasileiro.
A Seleção conta com mais uma semana de treinamento no CT Paralímpico que acontecerá em maio, entre os dias 12 e 19, além de uma semana de preparação para o Mundial com a seleção masculina, em 30 junho e 8 de julho, também no CT Paralímpico.
Confira a lista de atletas convocadas:
| NOME COMPLETO | CLUBE |
| Ádria Jesus da Silva | ASPAEGO |
| Ágata Godoy Brito Marinho | SESI-SP |
| Ana Jenifer dos Santos Silva | SESI-SP |
| Andressa de Abreu Carvalho | SESI/SP |
| Bruna Nascimento Lima de Lima | SESI-SP |
| Camila Maria Leiria de Castro | ASPAEGO |
| Gizele Maria da Costa Dias | SESI/SP |
| Janaina Petit Cunha | SESI-SP |
| Maria Clara de Sousa Silva | SESI-SP |
| Nurya de Almeida Silva | ASPAEGO |
| Pâmela Pereira | ASPAEGO |
| Suellen Cristine Dellangelica Lima | SESI-SP |
*Com informações da Confederação Brasileira de Vôlei para Deficientes (CBVD)
Patrocínios
A Caixa e as Loterias Caixa são as patrocinadoras oficiais do vôlei sentado.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/ct-paralimpico-recebe-selecao-feminina-de-volei-sentado-para-a-4a-fase-de-treinamento/
Postado Pôr Antônio Brito
ABRIDEF empossa nova diretoria para o mandato até 2029, reforçando atuação no setor de tecnologia assistiva e destacando sua trajetória de 16 anos.

Ontem, dia 28 de abril de 2026, a ABRIDEF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA – deu um grande passo para essa sua nova trajetória, com a posse do seu quadro diretivo para os próximos 4 anos (2025-2029). A ABRIDEF nasceu em 2010, durante a Reatech, no estande do governo federal, por uma necessidade do setor em se profissionalizar e se fortalecer, fomentando a indústria nacional, avançar também na abertura de mercado e, principalmente, com foco na qualidade dos produtos de tecnologia assistiva, seu desenvolvimento e preço justo.
Desde então, são 16 anos desta entidade patronal, representando o setor.
O novo quadro diretivo ficou assim:
- Presidente: Rodrigo Rosso – Sistema Reação/Mobility & Show - Vice-Presidente: Renato Baccarelli – Car Mobility - Diretoria de Relações Institucionais e Governo: Roberto Maluhy - Fastbraille - Diretoria de Relações Internacionais: Cid Torquato – Wsa Brasil - Diretoria de Relações com Terceiro Setor: José Araújo Neto – Icom Libras/Ame - Diretoria de Marketing/Comunicação e Eventos: Leandro Zillig – Azul Mob - Diretoria Administrativa/Financeira: Jaime Stabel – ITS - Diretoria Jurídica: Dr. Ronilson Silva – Prefeitura Arujá/SP - Diretoria Científica: Dra. Maria De Mello – UFMG/Unifesp - Coordenadoria Técnica: Dra. Fabíola Canal – Fisioterapeuta/Cavenaghi - Coordenadoria de Arquitetura e Acessibilidade: Maycon Fogliene – Arquiteto/Gerando Ideias - Coordenadoria de Inclusão e Saúde: Iremar Masano – VSB/Crefito - Coordenadoria de Indústria e Comércio: Luiz Vanzetti – Vanzetti - Coordenadoria de Varejo e Serviços: Itamar Tavares – Lyon - Coordenadoria de Mobilidade e Acessibilidade Digital: Valmir De Souza – Biomob - Coordenadoria de Adaptações Veiculares: Carlos Cavenaghi – Cavenaghi - Coordenadoria de Eventos, Cursos e Treinamentos: José Robertto Sevieri – Promo Eventos/Rehafair - Conselho Fiscal: Mika Mitsui – Ateliê Da Escrita - Conselho Fiscal: Névia Bernardes – Névia Isenções - Conselho Fiscal: Fillipe Nobrega – Hotel Mercure Pinheiros
Boa sorte e sucesso a todos os membros no novo corpo diretivo da ABRIDEF!
Mais informações sobre a ABRIDEF ou se sua empresa deseja se associar e fazer parte, envie um WhatsApp:
(11) 99307-1353
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=3613bfa1-e472-442e-a52b-2cac96033ab2
Postado Pôr Antônio Brito
ANAPcD encaminhou solicitação oficial para participação em Audiência Pública.
Na quarta-feira, 22, a ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência encaminhou ofício ao Deputado Federal Rodrigo Rollemberg, presidente da Comissão PcD na Câmara dos Deputados, solicitando a participação na Audiência Pública, que será realizada às 13h do dia 28 de abril que vai discutir a exclusão de candidatos com deficiência em concursos públicos.
De acordo com Abrão Dib, presidente da Associação “nossa entidade participa de debates e discussões sobre o tema há muito tempo, em todas as esferas brasileiras. Nosso objetivo é apresentar informações que podem enriquecer o debate sobre a exclusão de candidatos PcD em concurso público”.
Para o parlamentar, o objetivo da Audiência “é avaliar os critérios técnicos e a transparência das avaliações biopsicossociais realizadas por concursos públicos; e a legalidade das exclusões na etapa de enquadramento como pessoa com deficiência. Os convidados também devem discutir a efetividade das políticas de reserva de vagas para pessoas com deficiência em concursos para carreiras de segurança pública e atividades de natureza operacional”.
O debate deve abordar a necessidade de padronização nacional dos procedimentos de avaliação; e a distinção entre o reconhecimento da condição de pessoa com deficiência e a avaliação de aptidão para o exercício do cargo.
Estão convidados para a Audiência Pública Representante do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI); RAUL DE PAIVA, Coordenador-Geral de Diversidade e Interseccionalidade da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (MDHC); CAROLINA SEIXAS BACELLAR, do Centro Palmares de Estudos e Assessoria por Direitos, representando o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE); Representante da banca organizadora IDECAN; LAILAH VILELA, Médica, Auditora Fiscal do Trabalho e especialista em Avaliação Biopsicossocial das Deficiências; e MARCOS CASAGRANDE, representante dos candidatos com deficiência (PcD) eliminados.
A sociedade pode participar de forma interativa, encaminhando perguntas e comentários sobre o tema para o link: https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81675
A ANAPcD já encaminhou o seu comentário e vem recebendo o apoio maciço da sociedade

Fonte: Agência Câmara de Notícias
Fonte https://diariopcd.com.br/anapcd-busca-participacao-em-audiencia-publica-que-discute-exclusao-de-candidatos-com-deficiencia-em-concursos-publicos/
Postado Pôr Antônio Brito
O Brasil estreia nesta terça-feira, 28, na etapa da Copa do Mundo de ciclismo de estrada, realizada em Gistel, na Bélgica. Ao todo, 14 atletas e um piloto irão participar do torneio, que segue até sexta-feira, 1º de maio.
Entre os participantes estão atletas que representaram o país nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024: os paulistas Lauro Chaman, da classe MC5 (para atletas que utilizam bicicletas convencionais), e Jéssica Ferreira, da classe WH3 (handbikes); o goiano Carlos Gomes, da classe MC1 (atletas com comprometimento em membros superiores); e o sergipano Ulisses Freitas, da classe MH4 (handbikes).
Além desta etapa, o Brasil ainda disputa, na próxima semana, a etapa da Itália, realizada em Abruzzo, de 7 a 10 de maio. Ao todo, serão 29 atletas presentes nas provas de estrada; além deles, mais oito pilotos compõem a equipe.
Confira os participantes:
Lauro César Moro Chaman (Classe C5)
Victor Luise de Oliveira Herling (Classe C2)
Carlos Alberto Gomes Soares (Classe C1)
Victoria Maria de Camargo e Barbosa (Classe C1)
Antonio Marcos de Moura (Classe H5)
Gilmara Sol do Rosário Gonçalves (Classe H2)
Jessica Moreira Ferreira (Classe H3)
Roberto Franco Neto (Classe C2)
Dirceu Soares Vale de Almeida (Classe C4)
Gilberto de Sousa Silva (Classe C5)
Ulisses Leal Freitas (Classe H4)
Ronan da Motta Fonseca (Classe H5)
Bruno Bonfim dos Anjos (Classe B)
José Eriberto Medeiros Rodrigues (Piloto)
Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível
Os
atletas Carlos Gomes, Gilmara Gonçalves e Antonio Moura são integrantes
do Programa Loterias Caixa Atletas de Alto Nível, programa de patrocínio
individual da Loterias Caixa e da Caixa que beneficia 142 atletas.
Time São Paulo
Os atletas Lauro Chaman e Jessica
Ferreira integram o Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria
de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que
beneficia 156 atletas.
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
Fonte https://cpb.org.br/noticias/brasil-estreia-em-torneio-de-ciclismo-de-estrada-na-belgica-nesta-terca-feira-28/
Postado Pôr Antônio Brito