23/01/2020
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), n° 13146/15
Dois projetos incluem a Libras nos currículos escolares — Senado Notícias
O PL 6.284/2019 é de autoria do senador Romário (Podemos-RJ). Ele tramita na Comissão de Direitos Humanos (CDH) e aguarda designação de relator. O projeto deverá passar ainda pela Comissão de Educação (CE).
A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação (Lei 9.394/1996) para acrescentar um artigo que obrigue os sistemas de ensino a ofertarem a Libras como língua de comunicação a todos os estudantes surdos.
De acordo com o projeto, regulamentos dos sistemas de ensino definirão as condições de oferta do ensino de Libras e deverão dispor sobre a necessidade de professores bilíngues, tradutores, intérpretes e tecnologias de comunicação em Libras. Além disso, deverão tratar do acesso da comunidade estudantil ouvinte e dos pais de alunos com deficiência auditiva ou responsáveis ao aprendizado de Libras.
Segundo Romário, embora já haja normas que determinem a inclusão da Libras como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores (Decreto 5.626/2005) e a criação de sistemas educacionais inclusivos (Lei 13.146/2015 – Lei Brasileira de Inclusão), é preciso avançar na efetiva inclusão social das pessoas com deficiência auditiva.
“De nossa parte, isso só será possível quando qualquer cidadão ouvinte também for capaz de se comunicar com as pessoas surdas por meio da Libras”, afirmou Romário em sua justificativa.
O PL 5.961/2019, da senadora Zenaide Maia (Pros-RN), determina que os currículos do ensino fundamental e do ensino médio incluam, para todos os alunos, conteúdos relativos à Libras. A modificação também é feita na LDB e o projeto está mais avançado na tramitação, pois aguarda relatório do senador Nelsinho Trad (PSD-MS) na CE, em que terá sua votação final.
Para a autora, o objetivo é que também os alunos ouvintes desenvolvam competências relacionadas ao respeito à diferença, ao cuidado com o outro e à compreensão da multiplicidade das formas de comunicação.
“Vale acrescentar que a ideia é ainda mais relevante quando se considera a necessidade premente de que as novas gerações aprendam valores de respeito à pluralidade e às diferenças”, justificou Zenaide.
O amor verdadeiro respeita as diferenças!
Amor de verdade é destino ou é preciso saber escolher?
Muitas pessoas passam suas vidas em busca do amor verdadeiro, aquela pessoa que a completa como se fosse sua metade, sua alma gêmea.
Tenho deficiência física e não consigo namorar. O que fazer então?
Medo de um novo relacionamento: o que fazer?
Como arrumar um namorado após o divórcio?
Essas pessoas acreditam que o destino um dia irá colocar uma pessoa especial em nossas vidas, e será como uma cena de cinema: você e seu verdadeiro amor trocam olhares, e começa a tocar uma música romântica de fundo.
Outras acreditam ainda que tem que escolher a pessoa certa, seja ela rica, ou sem nenhum problema de saúde ou deficiência – cá entre nós, pessoas que pensam assim, precisam de tratamento, pois, elas se encontram na idade da pedra.
Na verdade o amor não escolhe sexo ou religião, cor de pele ou se a pessoa que você irá se apaixonar tem algum tipo de deficiência.
Para encontrar o amor verdadeiro, não é preciso nada disso, ele simplesmente acontece.
Quem ama de verdade não sofre, se martiriza ou maltrata, o amor verdadeiro é algo além disso, quem ama quer ver o outro feliz independente de qualquer coisa, de qualquer problema.
Por isso, acredito que o amor é uma junção das duas questões expostas no primeiro parágrafo desse texto:
• Sim, pode ser que o destino tenha sim um dedinho de culpa nisso, ao colocar aquela pessoa super especial em nossas vidas;
• Cabe a você escolher ou determinar se essa é a pessoa certa, se é o seu verdadeiro amor, se é alguém que não que te completa, mas que acrescenta um algo mais em sua vida.
Além disso, o verdadeiro amor:
- Não tem vítimas ou culpados: o verdadeiro amor conversa, se entende, assume erros e falhas, perdoa;
- Não sente ciúme: o amor verdadeiro não sente ciúme, mas aquele ciúme doentio, que agride e ofende. O ciúme não é pecado, desde que seja moderado e com respeito;
- Respeitar as diferenças: aquele que ama de verdade, respeita as diferenças do parceiro e não tenta mudar sua personalidade. Ele aceita o seu verdadeiro amor exatamente como ele é, sem preconceito com relação a raça ou se o seu parceiro tem algum tipo de deficiência, amor é amor.
- “O amor é uma ação, e não um sentimento: amar significa ser companheiro, ficar do lado em todos os momento e situações, principalmente as ruins, pois é nesse momento que vemos o quanto a pessoa nos ama, ou melhor, se ela realmente nos ama.
- O amor é incondicional: ou seja, não deve haver expectativa ou limitações. O amor verdadeiro respeita o espaço do outro, sem pressionar, seja em uma tomada de decisão, ou qualquer outra situação.
- O amor sente empatia: quem ama verdadeiramente se põe no lugar do outro imaginando como ele se sentiria em determinada situação. O amor verdadeiro se preocupa com o sentimento do outro e se coloca no lugar do outro para entender como ele se sente.
Por isso, o parceiro tende a “medir as palavras” em uma discussão, pois, ele saberá que as palavras podem ofender e magoar o seu grande amor, ferindo os seus sentimentos.
Compreendendo o amor verdadeiro
Agora que você compreendeu como quem ama verdadeiramente deve se comportar, você entende porque eu disse que o amor de verdade tem um dedinho do destino e uma pitada de escolha?
Exatamente!
Porque você pode até ter conhecido aquela pessoa que você acha “perfeita”, mas você precisa observar e sentir tudo o que foi dito aqui.
Aquele que você acredita ser seu amor verdadeiro te respeita, te aceita do jeito que você é, e te trata bem? Deixe seu comentário.
Texto escrito por Vera Garcia.
Fonte http://www.raridade.blog.br/o-amor-verdadeiro-respeita-as-diferencas/
Postado por Antônio Brito
'Todos temos amigos com alguma deficiência’, diz Mauricio de Sousa
"A Turma da Mônica é um grupo de personagens que vive e age como crianças normais. Como nossos filhos ou conhecidos. E todos nós temos amigos com algum tipo de deficiência. Aprendemos as regras da inclusão aí", diz o quadrinista e escritor Mauricio de Sousa.
Superintendente da Associação de Amigos do Autista (AMA), Ana Maria Serrajordia Ros de Mello destaca a importância do personagem autista André. "Muitas das crianças com diagnóstico de autismo fisicamente são muito parecidas com as outras, mas são muito diferentes no comportamento e isso costuma gerar algum constrangimento para os familiares."
O personagem Haroldo, com epilepsia, também agradou. "Uma das coisas mais importantes para parentes de crianças com epilepsia é, além do controle das crises, que seus filhos sejam aceitos no ambiente social, escolar e, no futuro, no ambiente profissional", diz Vera Cristina Terra, presidente da Liga Brasileira de Epilepsia. "Nas duas primeiras semanas, recebemos quase 500 solicitações desse gibi de associações de pacientes, escolas e pais", relata Miguel Giuducissi Filho, diretor médico científico da União Química, parceira na iniciativa. /P.F.Em 2004, a Turma da Mônica ganhou o personagem Luca, que é cadeirante. Depois, vieram Humberto, deficiente auditivo, e Dorinha, que é cega.
"A Turma da Mônica é um grupo de personagens que vive e age como crianças normais. Como nossos filhos ou conhecidos. E todos nós temos amigos com algum tipo de deficiência. Aprendemos as regras da inclusão aí", diz o quadrinista e escritor Mauricio de Sousa
Superintendente da Associação de Amigos do Autista (AMA), Ana Maria Serrajordia Ros de Mello destaca a importância do personagem autista André. "Muitas das crianças com diagnóstico de autismo fisicamente são muito parecidas com as outras, mas são muito diferentes no comportamento e isso costuma gerar algum constrangimento para os familiares."
O personagem Haroldo, com epilepsia, também agradou. "Uma das coisas mais importantes para parentes de crianças com epilepsia é, além do controle das crises, que seus filhos sejam aceitos no ambiente social, escolar e, no futuro, no ambiente profissional", diz Vera Cristina Terra, presidente da Liga Brasileira de Epilepsia. "Nas duas primeiras semanas, recebemos quase 500 solicitações desse gibi de associações de pacientes, escolas e pais", relata Miguel Giuducissi Filho, diretor médico científico da União Química, parceira na iniciativa.
Fonte https://m.diariodolitoral.com.br/brasil/todos-temos-amigos-com-alguma-deficiencia-diz-mauricio-de-sousa/129696/
Postado por Antônio Brito
Fã do brasileiro Felipe Nunes, russinho que não tem pernas está virando a nova estrela do skate

Nova familia
Depois de receber alta do hospital, Maksím precisou de um tratamento caro e cerca de 18 operações, como contou, em 2012, sua mãe adotiva Inna Lallav, proprietária da popular rede de cafés “Dablbi”.
Quando Tony Hawk postou o vídeo com Maksím Abrâmov, os seguidores do garoto no Instagram saltaram de 15 mil para 40 mil.
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Praia para todos RJ
Cadeirante se revolta e constrói rampa de acesso a órgão público de MT
Indignado com a falta de acessibilidade em Juína, cidade a 737 km de Cuiabá, o deficiente físico Samuel Nobile de Oliveira, de 41 anos, decidiu construir por conta própria uma rampa de acesso ao prédio da secretaria municipal de Saúde. Com um balde cheio de massa de cimento, que levou de casa, algumas madeiras e pedras, o morador foi para a frente do órgão, na tarde de segunda-feira (24), e declarou que não quer mais sofrer constrangimentos. “Não aguento mais passar por isso e estou cansado de esperar pelo poder público. Por isso tomei a iniciativa e não quero mais esperar”, disse.
Samuel mora no município há 31 anos, no Bairro Módulo 4, e ficou paraplégico após ser atingido por um tiro, em 2006. Desde então, se viu preso à cadeira de rodas e ressalta que encontra dificuldades diárias pela falta de acessibilidade juntamente com outros amigos cadeirantes. Ele conta que precisa ir constantemente à secretaria de Saúde por conta de documentos que necessita para fazer tratamento médico em Brasília (DF).
O cadeirante relatou ainda a situação que passa ao ir no posto de saúde do bairro. “Somos atendidos pelos médicos do lado de fora, na rua, porque não têm rampa de acesso. É muita humilhação não sermos tratados como pessoas comuns”, desabafou.
Ao G1, o prefeito Hermes Bergamim disse que já está tomando providências quanto à falta de acessibilidade e garantiu que providenciará melhorias para os deficientes físicos. Também considerou a atitude do morador importante e pediu desculpas pelos constrangimentos que os cadeirantes da cidade têm sofrido. “Estamos colocando a casa em ordem nesses seis meses de gestão. Peço desculpas a todos os deficientes físicos pelas situações e constrangimentos. Vamos tomar as devidas providências na cidade para que isso não ocorra mais”, afirmou.
Fonte http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/06/cadeirante-se-revolta-e-constroi-rampa-de-acesso-orgao-publico-de-mt.html?utm_source=facebook
Postado por Antônio Brito
22/01/2020
Médicos da fibromialgia alertam: “O tramadol está matando mais vidas do que qualquer outra droga” – Fibromialgia
O analgésico prescrito pelo tramadol, que centenas de milhares de pessoas tomam por dia, está matando mais pessoas do que qualquer outra droga, incluindo heroína e cocaína.
O analgésico não causa danos se for tomado corretamente, mas se torna muito perigoso quando misturado com outras drogas ou álcool. No ano passado, houve 33 mortes na Irlanda do Norte relacionadas apenas ao tramadol. Entre os mortos estava uma menina de 16 anos e uma aposentada de 70 anos. O medicamento à base de opiáceos é utilizado para tratar dores moderadas ou graves e só deve ser tomado com receita médica. Em 2014, foi classificado como um medicamento opiáceo ilegal da classe “C”, não dispensável sem receita médica.
O problema é que muitas pessoas já são viciadas em Tramadol e estão recorrendo ao mercado negro para obtê-lo porque não conseguem mais prescrições por terem terminado o tratamento ou porque seu médico receitou outra medicação.
“Sendo um medicamento tão comumente usado e prescrito, eu não acho que as pessoas percebam o risco potencial que elas têm quando tomam Tramadol sem supervisão médica”, explica o professor Jack Crane, um patologista do Estado da Irlanda do Norte.
A Crane exige que a classificação do Tramadol seja atualizada novamente para ser atualizada para a classe “A”.
Controle da dor: tolerância e dependência
Alguns medicamentos usados para tratar a dor podem viciar. A dependência é diferente da dependência ou tolerância física. Nos casos de dependência física, os sintomas de abstinência ocorrem quando uma substância é subitamente suspensa. A tolerância ocorre quando a dose inicial de uma substância perde sua eficácia ao longo do tempo. O vício é uma resposta psicológica e comportamental que algumas pessoas desenvolvem com o uso de analgésicos narcóticos.
As pessoas que tomam medicamentos opióides por um longo período de tempo podem desenvolver tolerância e dependência física, embora isso não signifique que sejam dependentes. Em geral, o vício ocorre apenas em uma pequena porcentagem de pessoas quando os narcóticos são usados com supervisão médica adequada.
Os analgésicos opióides com efeitos semelhantes aos do ópio ou da morfina podem ser muito viciantes e funcionam ligando-se a receptores no cérebro, o que bloqueia a sensação de dor.
Eles não devem ser usados por mais de 3 ou 4 meses, a menos que seja feito sob a supervisão direta do seu médico.
Alguns nomes de drogas opiáceas:
- Codeína.
- Fentanil
- Hidrocodona
- Hidromorfona.
- Meperidina
- Morfina.
- Oxicodona
- Tramadol
Por falta de recursos seleção brasileira de Futsal Down pode ficar fora do Mundial da Turquia

O jornalista Vitor Guedes do portal Agora/Folharelatou as dificuldades da seleção brasileira em conseguir apoio, a partir disso, profissionais como Milton Neves, se mobilizaram para conseguir apoio. Neves abriu espaço em seu programa na rádio Bandeirantes, e entrevistou o técnico do Brasil, Cleiton monteiro.
Após as duas matérias, exibidas no Portal Agora/Folha e na rádio Bandeirantes, pessoas começaram a procurar a Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (CBDI), para ajudar a tentar conseguir recurso, solicitando a conta bancária da entidade. Muitos se prontificaram em fazer doações, querendo garantir a participação do Brasil no mundial.
Após ter patas amputadas, gatinha ganha próteses de impressora 3D
Um gatinha que teve as quatro patas congeladas e amputadas, ganhou uma nova vida por conta da tecnologia. Dymka vive em Novokuznetsk, na Sibéria, onde a temperatura no inverno chega a -20° C, e foi encontrada nas ruas em estado grave, com patas, rabo e orelhas congelados.
Gatinha com patas amputadas ganha próteses em 3D (Foto: PASS/Reprodução)
Para melhorar a vida de outros animais assim como a dela, pesquisadores trabalham na reconstruçãod e bicos para papagaios e cascos de jabuti.
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