O site Melhores Destinos, guia especializado em viagens, elegeu João Pessoa, capital da Paraíba, como o quinto melhor destino do Brasil em 2019. A cidade onde o sol nasce primeiro perde para Fernando de Noronha (PE), Jalapão (TO), Gramado (RS) e Lençóis (BA). O site usou opinião dos leitores para gerar o ranking.
Conforme o guia, João Pessoa tem o melhor custo benefício de todo o ranking. Eles classificaram a cidade como detentora da mistura de tranquilidade e beleza.
“Quer viajar barato? João Pessoa é o lugar! A capital foi a que teve melhor nota na categoria custo benefício do Prêmio Melhores Destinos 2019! João Pessoa mistura tranquilidade à beleza. Quem viaja à cidade percebe seu ritmo desacelerado, que permite ter pequenos prazeres, como caminhar na areia e mergulhar no mar, sem grandes esforços. A orla da cidade, com edifícios baixos, muitos coqueiros e toda a proximidade com o mar que um visitante merece, é um convite para andar e sentir a brisa do mar. Isso tudo sem falar na culinária, que mistura peixes e frutos do mar aos sabores do sertão sem exagerar no preço – o paladar e o bolso agradecem”, escreve o guia sobre a cidade.
Completam o Top 10, as cidades de Tiradentes (MG), São Miguel do Gostoso (RN), Alter do Chão (PA), Bento Gonçalves (RS) e São Miguel dos Milagres (AL). Confira o ranking completo do Melhores Destinos.
O Ministério Público Federal em Sergipe, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe e o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social realizam de 03 a 31 de outubro uma consulta digital com o objetivo de recolher casos de violação de direitos humanos em emissoras de TV e rádio no Estado de Sergipe.
“Com os resultados da pesquisa, o MPF, a OAB e o Intervozes pretendem aperfeiçoar sua atuação na garantia de direitos da população diante de desrespeitos às regras legais que regulam os meios de comunicação no Brasil”, explica a procuradora regional dos Direitos do Cidadão do MPF/SE, Martha Figueiredo.
Divulgação
Consulta – A consulta, realizada por meio de formulário disponível no site do MPF/SE e no site da OAB/SE, busca relatos de casos ocorridos nos últimos três anos. O cidadão poderá informar sobre matérias ou entrevistas exibidas nos veículos de comunicação ou relatar casos de emissoras de rádio ou TV que cometem casos recorrentes de violações.
Iara Moura, integrante do Intervozes, explica que o formulário é simples de responder, pois traz exemplos comuns de violações de direitos humanos na mídia, para que o cidadão possa facilmente identificar ou relembrar os casos. “A consulta se baseia em ações e estudos anteriores como a pesquisa Violações de Direitos na Mídia Brasileira realizada em 2016. À época, constatou-se mais de 4.500 violações de direitos em programas de rádio e TV no Brasil no período de um mês”. Segundo a integrante do Intervozes, o desrespeito à presunção de inocência, a exposição indevida de pessoas, os discursos de ódio e preconceito estão entre as principais ocorrências.
O presidente da OAB/SE, Inácio Krauss, pontua como muito importante essa parceria com o Ministério Público Federal visando à realização de consulta para conhecer os casos de violação de direitos humanos. “A OAB se soma ao MPF/SE nessa ação que visa garantir os direitos dos cidadãos”, enfatizou.
O presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SE, José Robson Santos de Barros ressaltou que a Comissão de Direitos Humanos tem desempenhando um papel de destaque na defesa dos Direitos Humanos em vários campos de atuação. “Em mais uma ação em união de esforços estamos empenhados no respeito aos Direitos Humanos agora na mídia que tem um papel fundamental nesse processo. Essa consulta será de suma importância para avaliarmos como estão sendo respeitados os aspectos legais. Por isso, é de extrema importância a consulta e estamos fazendo o possível para o sucesso da mesma”, afirmou. Fonte https://www.nenoticias.com.br/mpf-se-realiza-consulta-digital-sobre-violacoes-de-direitos-humanos-na-midia/ Postado por Antônio Brito
Esse evento cheio de amor te espera no Parque da Cidade ❤
Quem disse que não existe amor em SP? A singela amizade entre moradores de rua e seus cães é retratada em uma exposição fotográfica no Shopping Parque da Cidade, em cartaz até o dia 23 de dezembro.
Algumas histórias emocionantes foram clicadas por Edu Leporo, fotógrafo e fundador da ONG MRSC (Moradores de Rua e Seus Cães). Por meio delas, ao mesmo tempo que observa uma realidade difícil, o público pode conferir o respeito, o carinho e a fidelidade existentes neste contexto.
Exposição "Moradores de Rua e Seus Cães" no Shopping Parque da CidadeEdu Laporo
Exposição "Moradores de Rua e Seus Cães" no Shopping Parque da CidadeEdu Laporo
Muito amor!Edu Laporo
“Moradores de Rua e Seus Cães” surgiu em 2012, em SP, após Edu Leporo se questionar sobre a vida dos cães que viviam nas ruas. Com isso em mente, o fotógrafo saiu pela cidade atrás de respostas e, apostando em um zoom nada tradicional, captou cenas comuns da capital, porém que não são vistas com atenção no dia a dia corrido.
Em 2015, com tantas histórias e sentimentos reunidos, as fotografias tornaram-se um projeto social, que hoje oferece auxílio para pessoas em situação de rua e seus fiéis companheiros.
Exposição "Moradores de Rua e Seus Cães" no Shopping Parque da CidadeEdu Laporo
Exposição "Moradores de Rua e Seus Cães" no Shopping Parque da CidadeEdu Laporo
Deste então, a ONG MRSC realiza ações sociais em três cidades brasileiras: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Vila Velha (ES). Para os donos, a Kombosa Solidária oferece café da manhã completo, e o Banho de Amor leva um truck com chuveiros de água quente e distribui kits com itens de higiene pessoal como toalhas, chinelos e roupas. Outro parceiro é o Instituto Embelleze, que oferece corte de cabelo e barba.
Já os cães ganham um banho quentinho no Pet Móvel, cuidados veterinários, como vacinas e vermifugação, além de roupinhas, caminhas, brinquedos, guias e coleiras carrapaticidas.
Crédito: Edu LaporoQuer ver mais fotos como essa? É só ir até o Parque da Cidade!
Para conferir cerca de 20 registros escolhidos para a mostra no Parque da Cidade, basta se dirigir ao Piso 2, do ladinho da Praça de Alimentação. Ah, e a entrada é do jeito que mais gostamos: gratuita!
Além da exposição fotográfica, você ainda pode conferir uma lojinha com os produtos da ONG, onde 100% do valor arrecadado é revertido para ações de bem-estar que ela mesma promove. Bora fazer o bem?
O Shopping foi criado para pessoas que valorizam novas experiências, lazer, convivência, sustentabilidade e que estão atrás do propósito das marcas que consomem! Muito amor, né? Vem descobrir um pouquinho: Fonte https://catracalivre.com.br/agenda/exposicao-moradores-de-rua-e-seus-caes-parque-da-cidade-sp/ Postado por Antônio Brito
difícil imaginar o que uma criança com câncer pode sentir. Uma dificuldade semelhante é realmente algo que marca profundamente essas criaturinhas, que merecem viver uma vida tranquila e despreocupada, e também suas famílias.
Para isso, existem muitas realidades que, dia após dia, se comprometem com todos os meios possíveis para apoiar pesquisas contra patologias que, infelizmente, às vezes parecem não ter escapatória e cura. Os avanços que a ciência pode fazer no tratamento dessas doenças são fundamentais e representam a única arma que temos para combatê-las.
Entre as várias iniciativas de apoio, vale destacar a da fundação espanhola Juegaterapia, organização que, entre outros projetos, decidiu estabelecer a venda de bonecas realmente especiais, cujos recursos serão doados a projetos para os pacientes com câncer pediátrico.
Participar do Ironman já é uma grande prova de superação, mas Eliziário dos Santos, mostra que quando se quer algo não há limites.
Motorzinho como é conhecido não tem os movimentos das pernas, devido um tiro que levou em março de 1995, num assalto.
Elizário ganhou esse apelido quando era ultramaratonista, antes de ser baleado. Em 1997 Motorzinho voltou aos esportes, agora com adaptações, no início foi em corridas, depois aprendeu a nadar e fez o biathlon.
Em 2003 Motorzinho foi o primeiro cadeirante da América Latina a disputar o Ironman, ou seja, transformou-se em triatleta. Este ano Eliziário participa novamente em largada emocionante.
A diretoria do Conselho Federal aprovou, na manhã desta quarta-feira (11), que as carteiras da OAB de advogados com deficiência visual sejam confeccionadas com identificação no sistema Braille. O pedido aprovado em reunião da direção nacional é fruto de solicitação feita pela Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e visa a grafia dos nomes e números de inscrição dos profissionais com deficiência visual em Braille.
O presidente da comissão, Joelson Dias, ressaltou a decisão histórica da OAB. “No mês em que se comemoram o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e o Dia Internacional dos Direitos Humanos, a diretoria do Conselho Federal da OAB está de parabéns pela demonstração concreta de seu inequívoco compromisso com a efetivação dos direitos das pessoas com deficiência e do plano de valorização dos advogados e advogadas com deficiência ao aprovar a confecção de artefato em Braille para a identificação dos cartões da OAB. É uma medida histórica e salutar, que garante maior acessibilidade e inclusão dos advogados e advogadas cegas inscritos no quadro da OAB, nos termos preconizados pela Convenção da ONU e pela Lei Brasileira de Inclusão”, afirmou Dias.
ConquerX mapeia marcadores sanguíneos que indicam os tipos de câncer. Produção do dispositivo terá início após autorizações da Anvisa e da FDA.
08/04/2016 10h15 - Atualizado em 08/04/2016 10h26
Por Joalline Nascimento
Do G1 Caruaru
Deborah Zanforlin (esq.) desenvolveu o chip em Pernambuco e projeto ganhou premiação do MIT, nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)
Um chip que detecta 18 tipos de câncer em estágio inicial por meio de um teste sanguíneo foi desenvolvido pela professora e biomédica pernambucana Deborah Zanforlin. De acordo com ela, o resultado do exame é informado ao paciente em 15 minutos. O ConquerX - como foi denominado - foi criado com o intuito de "auxiliar as pessoas de baixa renda a descobrirem a doença, já que a tomografia e mamografia, por exemplo, são caras", destacou Deborah.
Em 2015 a professora passou a tentar transformar o projeto em um produto para que ele deixasse de ser apenas uma pesquisa, e acabou sendo premiada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
"Eu queria que a população tivesse acesso ao chip, mas tive dificuldades com relação ao investimento para a produção do material. No ano passado eu recebi uma medalha de prata em uma premiação do MIT, nos Estados Unidos. Lá, eu conheci quatro pessoas que aceitaram trabalhar comigo para fazer do projeto de pesquisa uma pequena empresa", contou ao G1 a biomédica.
Desenho de como é o ConquerX - chip capaz de detectar 18 tipos de câncer (Foto: Reprodução)
Após formar sociedade com profissionais da Eslováquia, Vietnã, Espanha e Argentina, Deborah começou a testar o chip em algumas pessoas e obteve resultado positivo.
Os testes foram realizados em Pernambuco, local onde o projeto foi desenvolvido. "Estamos trabalhando para fazermos alguns testes nos Estados Unidos", ressaltou a biomédica.
O dispositivo ainda não está em processo de produção porque é necessário ter a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - no Brasil - e da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) - nos Estados Unidos. "Estamos trabalhando para patentear o ConquerX. Depois vamos resolver esta questão com as agências reguladoras de saúde", informou.
Biossensor O projeto consiste em um biossensor em formato de chip que mapeia marcadores sanguíneos que indicam os tipos de câncer. "O diagnóstico precoce do câncer aumenta para 70% as chances de cura. O chip fará com que as pessoas deixem de ver o câncer como uma sentença de morte, além de ajudar no esquema de prevenção", ressalta a professora.
O sistema do chip é portátil e pode ser levado com facilidade para cidades do interior, onde o acesso a testes e tratamento contra o câncer é difícil. Outra característica do dispositivo é que ele não emite radiação.
Um grupo de amigos da capital pernambucana tiveram uma brilhante ideia de criar a Campanha Natal Solidário, isso á seis anos atrás. O objetivo do grupo é arrecadar brinquedos e alimentos, e depois distribuir nas cidades do estado. Segundo a coordenação do grupo muitas cidades do sertão já foram contemplada com essa campanha, como Serra Talhada, Triunfo, São José do Egito, Brejinho e Solidão, que foi a escolhida neste dia 15/12/2019, a entrega dos presentes aconteceu na casa dos romeiros após a missa, ainda segundo a coordenação da campanha , os trabalhos começam no mês de julho quando cada um dos mais de cinquenta integrantes doa dez reais por mês, o dinheiro fica numa conta para juntar com outras doações de amigos e etc. Quando chega dezembro junta todo dinheiro compra os brinquedos e as cestas básicas. Vale lembrar que toda despesa é por conta do grupo, compra de brinquedos aluguel de veículo hospedagem, e comida, toda essa despesa é dividida em partes iguais para todos, esse ano tocou 340 reais para cada um do grupo. O grupo Natal Solidário tem integrantes de 80 anos ou mais, com um só objetivo ajudar a tornar o natal de muitas famílias muito mais feliz, sem receber nada em troca. Na cidade de Solidão foram distribuídos alem de brinquedos, algumas cestas de alimentos também foram entregues, e uma cadeira de rodas foi doada para um cidadão de solidão que precisava para se locomover .
Para estimular o processo de aprendizagem e leitura de pessoas com dislexia, dois estudantes do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) desenvolveram um jogo chamado ‘Pequenos Viajantes’.
Renato de Almeida, que tem dislexia, e Rodrigo da Silva, do curso técnico integrado em Informática do Campus Ponta Porã criaram o software como trabalho de conclusão de curso.
O Pequenos Viajantes começou a ser desenvolvido do zero há um ano, e desde então, vem sendo apresentado em diversos seminários e competições, como a Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências de MS (Fetec), o Simpósio Brasileiro sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais, em Vitória (ES) e na Experiência Beta, em Porto Alegre (RS), que a dupla concorreu no mês passado.
Com o reconhecimento e elogios conquistados na Experiência Beta, eles foram selecionados para a próxima edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), uma das mais importantes feiras científicas de ensino médio do país.
Foto: Maxi Educa/Reprodução
Sobre a dislexia
A dislexia é um transtorno genético e hereditário da linguagem, caracterizada pela dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. Os sintomas tornam-se mais evidentes durante a fase da alfabetização.
Pessoas com o transtorno experimentam grande dificuldade de associar os fonemas às letras, além de aprender a ler e a escrever com fluência e de compreender um texto.
Segundo a Associação Brasileira de Dislexia, entre 0,5% e 17% da população mundial – isto é, entre 35,5 milhões e 1,2 bilhão de pessoas sofrem com o distúrbio.
O jogo
Renato e Rodrigo contam que a ideia do game surgiu visando conscientizar as pessoas sobre o tema e alertar para o baixo número de aplicativos como esse que representam e atendem pessoas com dislexia.
O jogo propõe desafios aos seus usuários. “Um personagem principal guia a criança por vários locais do mundo na resolução de problemas, prevendo a concessão de pontos que poderão ser convertidos em recompensas para customização do personagem”, explica Renato. O Pequenos Viajantes está disponível para smartphones com sistema Android.
“Quando vamos escrever a palavra copo, por exemplo, imaginamos o objeto e daí escrevemos. Esse tipo de conexão é um pouco diferente para as crianças disléxicas, por isso a ideia de criar o jogo. Para ficar mais interessante, o jogo tem fases ou capítulos, que se passam em diferentes continentes. O usuário pode escolher o país que ele quer visitar”, complementa.
“É um jogo de plataforma com obstáculos e cenários de diferentes países. Quando o usuário chega ao final do capítulo, ele tem um desafio que vai trabalhar com a escrita e a leitura, associando palavra e imagem”, afirma a orientadora Esteic Janaína Batista.
Foto: Arquivo pessoal
“As entrevistas com os profissionais são para que os estudantes conheçam as atividades desenvolvidas em consultório. Assim, poderemos utilizá-las no jogo, que está em fase de validação. Esperamos disponibilizá-lo nas escolas, para que a dislexia seja enfrentada de forma de divertida. Queremos que ele possa ser usado por qualquer criança, mas que esteja especialmente acessível para as pessoas com o transtorno”, explica a professora.
A proposta é, antes de mais nada, combater o preconceito. “As crianças geralmente não têm diagnóstico em sala de aula e a dislexia passa despercebida pelos professores. Isso faz com que esses alunos sejam vistos como preguiçosos, por isso é tão importante reconhecer o problema”, finaliza Esteic.
Educação, esporte e arte são fundamentais para a inclusão social de grupos vulneráveis, concorda? Conheça então três projetos que defendem essas causas, escolha a sua favorita, apoie e concorra a um super prêmio de R$ 1 milhão da promoção “Ganhou, Causou”, da Nestlé. Clique aqui e saiba como participar!
O governo federal editou Decreto que dispõe sobre o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O Decreto está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 17.
O Conselho terá caráter paritário, consultivo e de deliberação colegiada sobre as políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência. O conselho será composto por representantes dos seguintes órgãos e entidades governamentais: um da Casa Civil; um do Ministério da Justiça e Segurança Pública; um do Ministério das Relações Exteriores; um da Secretaria de Previdência; um da Secretaria de Trabalho; um do Ministério da Infraestrutura; um do Ministério da Educação; um da Secretaria Especial de Desenvolvimento Social; um da Secretaria Especial do Esporte; um do Ministério do Desenvolvimento Regional; um do Ministério da Saúde; um do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; dois do Ministério do Turismo, dentre os quais um da Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo; um da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência; um da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres; Conselhos Estaduais e Distrital dos Direitos da Pessoa com Deficiência; e Conselhos Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência; e representantes da sociedade civil, sendo 13 de organizações nacionais para pessoas com deficiência.