A VDMK (Associação de Artistas Pintores com a Boca e os Pés do Mundo) celebrou a sua 14ª convenção de artistas entre os os dias 24 a 27 de Setembro de 2019, na Cidade das Artes – Barra da Tijuca/Rio de Janeiro juntamente com a Associação de Pintores com a Boca e os Pés do Brasil, num evento grandioso e inesquecível, entre convidados, organizadores e artistas de todo o mundo, unidos para expor as suas obras de arte e compartilharem este momento maravilhosos.
O início da vernisage contou com a abertura da banda do Corpo do Fuzileiros Naval. De seguida o discurso de boas vindas do Presidente Geral Serge Maudet e do Vice-Prefeito do Rio de Janeiro, o Dr. Geraldo Nogueira no qual foi bastante caloroso com todos os convidados e artistas, no qual contaram com mais de 300 pessoas. Depois a demonstração de pinturas ao vivo.
O momento auge do evento aconteceu quando foi apresentado mais de 100 quadros dos artistas com a boca e os pés dos cinco continentes.
A VDMK (Associação de Artistas Pintores com a Boca e os Pés do Mundo) celebrou a sua 14ª convenção de artistas entre os os dias 24 a 27 de Setembro de 2019, na Cidade das Artes – Barra da Tijuca/Rio de Janeiro juntamente com a Associação de Pintores com a Boca e os Pés do Brasil
A mostra reuniu o principal acervo da nossa Associação, com mais de 100 quadros de 35 artistas estrangeiros, vindos da Suíça, França, Inglaterra, Alemanha, Japão, China, Austrália, entre outros países. Também foram expostos trabalhos de artistas brasileiros, dos quais 16 são de artistas do Rio de Janeiro e dois do estado de São Paulo.
Conhecida internacionalmente como VDMFK (Vereinigung der mund- und Fussmalenden Künstler in aller Welt e.V.), a associação tem a sede no Principado de Liechtenstein, na Europa. A entidade foi fundada em 1956 por Erich Stegmann, um artista que pintava com a boca. Stegmann reuniu um pequeno grupo de artistas com deficiência física de oito países europeus para que eles pudessem ganhar o seu próprio sustento através de seus esforços artísticos. Atualmente, a associação apoia 770 artistas de todo o mundo. A mostra celebra o congresso e convenção dos delegados da entidade, que aconteceu no Rio de Janeiro, de 24 a 27 de setembro de 2019. Fonte: https://adoartes.com/2019/11/01/convencao-internacional-associacao-dos-pintores-com-a-boca-e-os-pes/ https://vdmfk.com/en/2019/10/04/14-delegiertenkonvent-in-rio-de-janeiro/ http://cidadedasartes.rio.rj.gov.br/programacao/interna/1128 Postadopor Antônio Brito
Nos dias 3 e 4 de dezembro, o Conselheiro Diego França (ONCB) participou da VI Conferência Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Pernambuco, representando o Conade.
O Conselheiro que reside no estado, proferiu a Palestra Magna com o tema da Conferência: “Não há controle sem participação social". Diego também coordenou grupo de trabalho sobre o Financiamento das Políticas Públicas da Pessoa com Deficiência.
Na sua exposição, o conselheiro destacou a importância da participação social como forma de acompanhar e aprimorar as políticas públicas. “É uma maneira de aproximar os cidadãos do Estado e em consequência ter polícias e serviços que atendam mais adequadamente aos anseios da população, no nosso caso das pessoas com deficiência”, salientou Diego.
A VI Conferência foi realizada no Centro de Formação e Lazer do Sindicato dos Previdenciários de Pernambuco e contou com a participação de aproximadamente 300 pessoas, entre delegados, convidados, observadores e autoridades. O evento foi promovido pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Pernambuco (Coned/PE) e pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ).
Terceiro ano consecutivo, o Rio de Janeiro se transformará no destino da inclusão e acessibilidade. O maior evento do setor no estado trará lançamentos tecnológicos, muito conteúdo, palestras e rodas de conversas, desfiles de moda e muita diversão para as pessoas com deficiência e famílias
A 3ª edição do maior evento de inclusão do Rio de Janeiro acontecerá de 06 a 08 de dezembro, na Arena Carioca 2 do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. De volta às origens, a feira será realizada no Parque Olímpico – local que sediou a 1ª edição. Além de totalmente acessível, já que foi construído para os Jogos Paralímpicos Rio 2016, o espaço é coberto e climatizado, garantindo mais conforto a expositores e visitantes. Outro ponto positivo é o grande estacionamento gratuito com mais de mil vagas.
Localizado em uma área nobre da cidade, o local tem acesso facilitado, principalmente pelas obras de infraestrutura realizadas para atender as demandas dos jogos olímpicos, incluindo a estação do BRT RIO 2, que fica em frente ao complexo de eventos.
Para facilitar ainda mais, a organização da feira irá disponibilizar ônibus adaptados e gratuitos nas principais associações e entidades do setor em toda a região metropolitana do Rio.
Vale destacar o conteúdo técnico preparado para os três dias de evento. Uma grande “Arena do Conhecimento” contará com grade de palestras variadas, abordando temas de interesse da pessoa com deficiência, familiares e profissionais do setor. Um time de especialistas renomados está sendo convidado para integrar este que deve ser o maior encontro de conteúdo técnico do estado do Rio.
A Arena Carioca 2 tem 4.000 mt² de área coberta, além de um grande espaço ao ar livre onde serão montadas atrações como equoterapia e uma super pista de teste drive com veículos adaptados e disponíveis para venda com isenção de impostos para pessoas com deficiência e/ou familiares.
A expectativa é reunir, em um só lugar, produtos e serviços para reabilitação, além das últimas novidades em tecnologias assistivas. As principais empresas do setor estarão com estandes, apresentando ofertas exclusivas aos visitantes.
Uma enorme variedade de atrações artísticas e culturais também está sendo preparada, fazendo deste evento um grande encontro para toda a família. Uma das novidades será a realização do Concurso Miss Cadeirante, além da 1ª Edição do Miss & Mister Down – concurso de beleza para modelos com síndrome de down que fará sua estreia no mercado brasileiro nos palcos da feira.
A feira é a primeira da história a entrar para os calendários oficiais de eventos do Estado e da Cidade do Rio de Janeiro, mostrando seu importante papel na luta pela inclusão e conscientização das questões que envolvem o universo da pessoa com deficiência. Fonte https://istoe.com.br/saiba-tudo-sobre-inclusao-e-acessibilidade-na-feira-cidade-da-inclusao/ Postadopor Antônio Brito
O Papai Noel perguntou para a menina surda qual presente gostaria de ganhar na linguagem de sinais e encantou.
Uma menina surda teve uma grande surpresa ao visitar o Papai Noel. A garotinha americana foi em um shopping visitar o Papai Noel pela primeira vez. Mas o fato da pequena ser surda estava preocupando sua mãe, já que ela não sabia como a filha iria se comunicar com o bom velhinho.
Quando a pequena sentou no colo do Papai Noel, a mãe explicou a ele que a filha era surda. O Papai Noel então perguntou: “Ela sabe a língua de sinais?”. A mãe respondeu que sim e prontamente o bom velhinho começou a se comunicar com a pequena desta forma.
A garotinha ficou radiante ao poder se comunicar com o Papai Noel e fez questão de contar para ele o que queria de natal. “Assim que isso aconteceu todos ao redor ficaram em silêncio. Todo mundo ficou encantado. Várias pessoas que estava na fila para ver o Papai Noel se emocionaram. Até o pessoal da segurança chorou! Foi um momento incrível”, contou a gerente do shopping do Cleveland Shopping Centre, Graeme Skillen, em entrevista ao portal Today.
Ela também contou um pouco mais sobre o Papai Noel em questão. Graeme explicou por que ele era conhecia a linguagem de sinais. “Além de conseguir lidar muito bem com crianças, durante a semana ele trabalha em uma escola para crianças com necessidades especiais, então ele aprendeu a linguagem de sinais por lá. Isto foi um dos pontos que realmente se destacou na hora de contratá-lo. E é claro que ele é um ótimo Papai Noel, mas quando nós vimos a maneira com que ele lidava com crianças especiais, ficamos encantados!”, explicou Graeme.
Sempre vai ter quem nos diga que algo é impossível e sempre vai ter quem nos prove que nada supera o esforço e dedicação para se alcançar um sonho.
Desde seu nascimento, em 14 de setembro de 1991, a pernambucana Melissa Campello desafia prognósticos, tendo médicos ditos que ela viveria como um “vegetal”.
Após um parto difícil e prematuro ao lado de sua irmã gêmea, Mel viveu ano após ano e venceu o bullying, a falta de acessibilidade para cadeirante e os comentários preconceituosos sobre sua paralisia cerebral.
Mas a maior conquista dela estava por vir. Este ano ela passou na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com uma nota de 8.6 no 18° Exame de Ordem Unificado.
“Achei a prova fácil. Durante o teste, ainda podia usar mais uma hora, mas acabei antes”, explicou em entrevista ao Só Notícia Boa.
Durante o curso – Mel formou-se em direito pela Faculdade Guararapes no ano passado – ela chegou a escutar de professores: “Você já fez muito concluindo o curso de direito”, como se a aprovação na OAB fosse algo inalcançável.
Como Mel não consegue escrever, ela utiliza um computador que a escuta e trasncreve o que fala. No dia da prova uma fiscal fez esse papel. “A ajuda de minha professora Schanmkypou Bezerra foi fundamental”, disse.
“Minha filha é uma gladiadora, uma guerreira, fortaleza, exemplo de coragem para muita gente que fica inventando desculpas para não seguir crescendo”, elogia a mãe. Fonte: Só Notícia Boa
https://razoesparaacreditar.com/educacao/jovem-com-paralisia-cerebral-passa-no-exame-da-oab/?fbclid=IwAR0ukTKWujtr9P9TZ6cAEcz82AD17NiMKrgxOVOA5aVdGiB_UeHuodg73tk Postadopor Antônio Brito
Os palhaços do Doutores da Alegria visitam quatro hospitais públicos do Recife duas vezes por semana: Foto: Divulgação
Uma pesquisa realizada por hospital infantil da cidade de Trieste, na Itália, comprovou a eficácia do riso no auxílio do tratamento de crianças. O estudo levou em conta a atuação de "doutores palhaços" nos locais.
SaúdeEstudo comprova eficácia de Doutores da Alegria no tratamento de criançasEmbora a doença física não seja afetada, a presença dos doutores da alegria ajuda a diminuir a ansiedade nos pacientes
Os palhaços do Doutores da Alegria visitam quatro hospitais públicos do Recife duas vezes por semana: Foto: Divulgação
Uma pesquisa realizada por hospital infantil da cidade de Trieste, na Itália, comprovou a eficácia do riso no auxílio do tratamento de crianças. O estudo levou em conta a atuação de "doutores palhaços" nos locais.
A iniciativa foi adaptada no Brasil sob o nome "Doutores da Alegria". Sem fins lucrativos, os palhaços visitam os hospitais infantis e realizam brincadeiras.
O estudo comprovou que, embora a doença física não seja afetada, a presença dos doutores da alegria ajudava a diminuir a ansiedade nos pacientes e trazia a semsação de bem estar. No Recife
Os palhaços do Doutores da Alegria visitam quatro hospitais públicos do Recife duas vezes por semana: Hospital Universitário Oswaldo Cruz e Procape, Barão de Lucena, Restauração e Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). A ONG atua no Recife há 13 anos e reúne muitas histórias pra contar. Muitas engraçadas, outras tristes, histórias de superação e sobretudo de encontros verdadeiros entre as crianças e os palhaços.
Olá amigos, no dia 10 de Novembro aconteceu o evento de moda e arte no Posto 12 – Praia do Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, no qual fui convidado para participar e fazer uma pintura ao vivo, no qual atraiu a atenção de muitos que passaram pelo evento.
Também houve desfile de moda com vários modelos portadores de deficiência,
O evento foi magnífico, reuniu várias empresas, organizações, patrocínios, no qual proporcionaram a todos as melhores condições e qualidade.
Quero agradecer às organizadoras, a Terapeuta Karina Carvalho, a Assessora do Vem Inclusão em GO Rejane Barbosa e a Assessora do Projeto Vem inclusão no RJ Fernanda Paes que fizeram este dia muito especial e importante para todos que estiveram presentes, e puderam transmitir a mensagem de igualdade, positivismo e força.
Conselho da Europa ouviu 97 crianças com deficiência em seis diferentes países para elencar as melhores formas de garantir igualdade de acesso no mundo virtual. Educação e saúde são as áreas mais críticas
Escolas não estão preparadas para ajudarem a eliminar barreiras no acesso à Internet por parte das crianças com deficiência PÚBLICO
“Devia ser criada uma lei que obrigasse todos os websites a estarem adaptados às pessoas cegas. Quem não o fizesse, teria de pagar uma multa de 500 euros que seriam depois aplicados na educação”. A sugestão partiu de uma criança portuguesa com deficiência visual, uma das 97 que foram entrevistadas no âmbito de um estudo promovido pelo Conselho da Europa destinado a conhecer (e a melhorar) a navegabilidade na Internet por parte das crianças com deficiências visuais, motoras ou cognitivas.
Baseadas nas experiências reportadas pelas próprias crianças, as recomendações oficiais dos peritos não diferem muito das sugestões apresentadas pelos inquiridos. E apontam todas para a necessidade de ser produzida legislação e adoptadas medidas capazes de garantir que, nas diferentes esferas, se faz uso das ferramentas tecnológicas susceptíveis de eliminar as barreiras visuais, cognitivas ou motoras. “Todos os serviços públicos e privados devem rever os seus serviços e produtos para assegurar que as crianças com deficiência não são discriminadas no seu direito de acesso ao ambiente digital”, insiste o documento divulgado esta segunda-feira por aquela organização internacional de defesa dos direitos humanos, na véspera do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Apesar de quase nunca divulgarem online a respectiva deficiência, o relatório conclui que as crianças portadoras de deficiência estão mais expostas aos riscos do mundo virtual, embora não tenham consciência disso. Daí que "os governos, a indústria digital, as escolas e os serviços de saúde" devam prestar-lhes “especial atenção”, alerta o estudo conduzido por uma equipa de investigadores do Reino Unido, mas cujos “tentáculos” se estenderam a crianças da Bélgica, da Alemanha, da Moldávia e da Turquia, além de Portugal.
Dito isto, não surpreende que o relatório enfatize também a necessidade de as escolas passarem a garantir aos alunos e respectivos familiares – irmãos incluídos —, bem como aos professores e educadores, a necessária informação sobre as regras de navegabilidade. A ideia é que estas crianças adquiram o máximo de autonomia no mundo virtual, bem como consciência sobre as melhores formas de se manterem seguras.
Um dos primeiros passos será garantir que as escolas e instituições académicas são munidas das ferramentas tecnológicas necessárias para que as crianças com deficiência possam aceder à informação veiculada no mundo digital, em nome da igualdade de acesso. “As crianças com deficiência devem ser consultadas sobre a melhor forma de garantir o seu acesso total a todos os aspectos da vida da escola, inclusive no ambiente digital”, acrescenta o relatório. Ao PÚBLICO, um dos investigadores portugueses que participaram no estudo, António José Osório, do Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho, confirmou que as crianças ouvidas “sentem claramente que as tecnologias são indispensáveis para se sentirem mais integradas”.
No tocante a Portugal, um dos problemas é que nas escolas “a burocracia e a logística” nem sempre permitem rentabilizar o uso das ferramentas digitais. “A principal lacuna nem está na formação dos professores mas na falta de apoio que estes sentem nas escolas em termos de poderem trocar experiências, de irem tomando contacto com novas soluções e de disporem, no fundo, de reais condições para aplicarem as ferramentas que já estão disponíveis”, acrescentou.
Reconhecendo que as ferramentas virtuais podem ser um fortíssimo “equalizador” das diferenças, os peritos concluíram também que nos serviços de saúde as ferramentas digitais estão igualmente subaproveitadas, em prejuízo da garantia de acesso das crianças com deficiência aos serviços. “Os administradores hospitalares, os médicos, os cirurgiões e outros profissionais de saúde deviam consultar as crianças com deficiência para explorarem formas de usar a tecnologia digital para eliminar barreiras no acesso”, lê-se no documento, antes de lembrar que “os serviços de saúde online deviam estar disponíveis em formatos acessíveis às crianças com deficiência”, nomeadamente quando divulgam informações relacionadas com a saúde geral, sexual e reprodutiva. Fonte https://www.publico.pt/2019/12/02/sociedade/noticia/internet-vista-criancas-deficiencia-replica-desigualdades-mundo-real-1895908 Postadopor Antônio Brito
App Veever, que orienta pessoas com deficiência visual por comandos de voz, já está disponível no terminal.
Um aeroporto no interior do Paraná será o primeiro no mundo a oferecer uma solução tecnológica que promove a acessibilidade de pessoas cegas ou com baixa visão ao terminal aéreo. O aplicativo Veever, desenvolvido por uma startup curitibana, foi instalado de maneira gratuita e colaborativa no Aeroporto Municipal Tancredo Thomas de Faria, em Guarapuava. Em solenidade restrita a autoridades e convidados, o prefeito da cidade, Cezar Silvestri Filho e o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação do município, Sandro Abdanur, entregam a obra de reestruturação do espaço na próxima quinta-feira (5), às 19h.
Uma das novidades mais aguardadas na nova infraestrutura aeroportuária é o funcionamento do aplicativo Veever, disponível para download gratuito para pessoas com deficiência visual. Com dispositivos de microlocalização (denominados beacons) que se comunicam com o aparelho celular por bluetooth, a solução tecnológica auxilia pessoas cegas ou com baixa visão a se deslocarem em ambientes urbanos internos e externos, provendo informações sobre o espaço físico e orientando a respeito da localização de sanitários, portas de saída e acesso à área de alimentação, por exemplo.
No aeroporto de Guarapuava foram instalados seis dispositivos que contém informações descritivas sobre o local. Foram mapeados pontos de entrada, saída, sanitários, portão de embarque e desembarque e área de check-in. O aplicativo mobile reconhece a proximidade de determinados pontos previamente cadastrados e emite comandos de voz que direcionam a pessoa que tem a visão comprometida. Ao apontar o smartphone para determinadas direções, o usuário recebe informações sonoras sobre possíveis interesses naquela direção. Cada beacon possui um texto descritivo que é acionado com a proximidade do aparelho com aplicativo em funcionamento.
Criado em Curitiba, essa será a primeira vez em que o Veever será usado para orientar passageiros em aeroportos. Para o co-fundador da startup e criativo tecnologista João Pedro Novochadlo, a decisão da gestão municipal de Guarapuava em instalar uma tecnologia que proporciona acessibilidade é um importante passo para efetivação dos direitos da população PCD. “O funcionamento do Veever em um aeroporto provoca mais do que um resultado concreto para as pessoas cegas que frequentam o terminal; é um gesto simbólico da administração da cidade que provoca o debate sobre acessibilidade e pode estimular outras prefeituras a adotarem ações de inclusão de forma inteligente e inovadora”, afirma. Inclusão
A solução tecnológica possui diversas outras aplicações, tanto para a administração pública, quanto para estabelecimentos privados. A população brasileira formada por pessoas cegas ou com baixa visão corresponde a 6 milhões de pessoas. “O Veever traz aplicabilidades que podem proporcionar maior autonomia e segurança para essas pessoas usarem o transporte público, frequentarem atrações culturais e terem experiências mais inclusivas como consumidores”, comenta Novochadlo. A possibilidade de ir e vir sem depender do auxílio de terceiros é uma das vantagens – seja offline ou online: os aparelhos eletrônicos permitem uma precisão centimétrica e não precisam utilizar a internet para funcionar. O Veever já está disponível para download nas lojas da Google e Apple Store, mas depende de investimento do poder público e da iniciativa privada para que os beacons sejam instalados em diferentes espaços e pontos de interesse. Fonte https://ipnews.com.br/aeroporto-de-guarapuava-adota-tecnologia-para-ajudar-pessoas-com-deficiencia-visual/ Postadopor Antônio Brito
Cabify lança versão do aplicativo acessível para deficientes visuais
Divulgação
Cabify cria versão acessível para cegos
A Cabify lança neste mês uma versão do seu aplicativo adaptada para pessoas cegas . O serviço de mobilidade recrutou especialistas em acessibilidade para montar o programa, e orientou à sua rede de mais de 300 mil motoristas a se conscientizar com a inclusão de deficientes visuais. A implementação é global e já está em vigor em todos os países onde a Cabify opera.
As modificações feitas na plataforma permitem que a função do leitor de tela, que reproduz o conteúdo visual por meio da voz, possa também ler o aplicativo Cabify, graças às modificações semânticas e de programação. Ao atualizar o app e ativar a função de leitor de tela para iOS e Android , usuários cegos terão 100% de acessibilidade para se locomover pelas cidades com o app. O projeto de adaptação do aplicativo foi liderado por um especialista cego , Jonathan Chacón, Engenheiro de Software Acessível da Cabify. Assessores cegos também participaram ativamente no design e implementação desta nova versão, de acordo com a empresa. Além disso, todos tiveram papel fundamental na elaboração de um programa de conscientização dos funcionários e motoristas parceiros.
A Cabify reforça que a iniciativa é fruto do seu compromisso com os usuários e da celebração do Dia Mundial da Deficiência, comemorada no próximo dia 3. A empresa explica que continuará desenvolvendo tecnologias e serviços aplicáveis a outros perfis com deficiência nos próximos anos.